Terça-feira, 02.11.10

Acidentes com brinquedos sexuais

 

 

A primeira vez que ouvi uma história de alguém que sofreu um acidente com um vibrador foi no final do ano passado. Um quase acidente, na verdade, muito mais engraçado do que trágico. Uma amiga me contou que, depois de um jantar romântico com o namorado, os dois voltaram para casa animados e ele pegou o vibrador dela (um massageador de clitóris, pequeno, portanto, cuja função não é penetrar a vagina) para estimulá-la. Só que ele se empolgou demais e introduziu o massageador nela. Resultado: o objeto ficou preso dentro dela… e vibrando. Ela disse que ficou desesperada, quase chorando, em pé na cama –  já se imaginando na emergência do hospital explicando para os médicos o que tinha acontecido -, enquanto o namorado tentava resgatar o objeto perdido. No fim, o vibrador foi retirado das profundezas sem a necessidade do vexame no hospital.

 

Mas contei tudo isso porque acabei de ler uma matéria que fala sobre acidentes com brinquedos sexuais. O artigo diz que a maioria das histórias que circulam pela internet (nos Estados Unidos) é lenda urbana e que a incidência desse tipo de problema é pequena (não me lembro de ter visto muitas histórias do gênero circulando por aqui). O autor cita o que diz ser o primeiro estudo populacional sobre o tema, publicado em 2009 na revista científica “Sex and Marital Therapy”. Os pesquisadores levantaram, durante onze anos, todos os registros de acidentes envolvendo brinquedos sexuais em prontos-socorros dos Estados Unidos. Não foram levados em consideração aqueles que envolviam outros tipos de objetos, como tubos de desodorante, escovas de dentes etc… (minha irmã trabalha em um hospital e sempre conta histórias divertidíssimas envolvendo a retirada de tais objetos de lugares impensáveis- assunto para um próximo post). Eis as conclusões do estudo:

  • 6799 pessoas de 20 anos ou mais foram tratadas nos prontos- socorros dos Estados Unidos por conta de acidentes envolvendo brinquedos sexuais
  • Os homens se acidentaram mais do que as mulheres
  • Pessoas de 30 a 39 anos foram as que mais se machucaram
  • 74% dos acidentes envolviam um vibrador, 13% dildos, 2% anéis e 11% outros
  • 78% dos ferimentos foram anais, 18% na vagina e no pênis e 4% outros

Você já sofreu algum acidente (ou quase) envolvendo brinquedos sexuais?

 

Via sexpédia



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Segunda-feira, 11.10.10

Elas gostam de brinquedos sexuais

 

No que diz respeito ao sexo e a relacionamentos amorosos, a pesquisa realizada pelo instituto Tendências Digitales, mostra que os latino-americanos entendem do assunto.

O Brasil é o país em que homens e mulheres mais trocam de parceiros sexuais ao longo da vida, em uma média de 12 contra 10 da América Latina.

O sexo geralmente é associado ao amor e ao prazer , mas segundo informações tiradas do O Globo, apenas 35,6% associam a relação sexual ao prazer carnal, nos demais países, a média é de 27,6%. 

Segundo a sexóloga Carla Cecarello , presidente da Associação Brasileira de Sexualidade,os brasileiros são mais livres para se aproximar, conquistar. O latino, em geral, é machista, a mulher é mais submissa, a questão do pecado é muito forte.

Se levarmos em conta o machismo dos homens veremos que a posição sexual preferida do brasilerios ainda evidencia isso. A posição ideal para 29,1% da população é aquela em que a mulher fica ajoelhada e o homem fica por trás. Em segundo lugar na preferência nacional, com 22,7%, vem o tradicional papai-mamãe. 

A pesquisa ainda revela que  as brasileiras são as que mais usam vibradores para se masturbar (13,5%) e as que mais chegam ao orgasmo pelo sexo ral (33,9%). Embora muitas ainda finjam gozar, uma parcela considerável diz ter orgasmos múltiplos regularmente (19,3%) e às vezes (54,3%).

 

Via SRZD



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Terça-feira, 28.09.10

Eco sexo .. sexo ecológico!

Já pensou na energia que poupa se desligar a luz cada vez que fizer sexo à noite? Ou nos efeitos nocivos dos brinquedos eróticos feitos com PVC no meio ambiente? Descubra como tornar a sua vida sexual mais ecológica. Veja o vídeo e leia a Revista Única de sábado dia 2 de Outubro.

Fazer separação do lixo, usar materiais reciclados ou evitar alimentos geneticamente modificados são conceitos que estão cada vez mais enraizados nas nossas escolhas diárias. Mas e no que diz respeito à vida sexual... alguma vez você pensou se estava a ser amigo do ambiente?

 

Se não pensou, não se preocupe: a escritora norte-americana Stefanie Iris Weiss pensou por si e condensou todas as dicas para sexo mais ecológico no livro "Eco-Sex: Go Green Between the Sheets" ("Eco-Sex: Seja Verde Entre os Lençóis"). Desde lingerie feita de material orgânico a lubrificantes sem químicos, a autora quer mostrar aos leitores que se pode ter prazer ao mesmo tempo que se reduz a pegada de carbono.

Comecemos por um objeto essencial na vida sexual de qualquer casal: a cama. Escolha um colchão de látex natural e uma estrutura de madeira certificada. Quanto à lingerie, tente usar a que é feita de algodão e evite materiais inimigos do ambiente. Já no que diz respeito aos preservativos, procure os biodegradáveis e quanto a lubrificantes recorra aos que são feitos à base de água ou óleo de noz, em vez dos que são produzidos com petróleo.

Se é dado a encontros românticos, porque não um "eco passeio" a dois de bicicleta? Vai certamente contribuir para reduzir as emissões de carbono, já para não falar que terá a desculpa ideal para a seguir pedir uma sensual massagem nas pernas à pessoa amada. Caso presenteie a sua cara-metade com um jantar afrodisíaco, lembre-se de evitar cozinhar espécies em vias de extinção, como as ostras e mariscos, e opte, por exemplo, por frutas que não sejam geneticamente modificadas. Uns morangos (biológicos!) podem fazer milagres na "hora H"...

Embora Stefanie Iris Weiss assegure que o "Eco-Sex" é o primeiro livro sobre "sexo verde" a ser escrito, a verdade é que já em 2002 a Greenpeace tinha abordado o mesmo tema com uma lista de conselhos que "oito anos depois ainda continua a dar origem a muitas mensagens com pedidos de esclarecimento", contou a associação ambientalista ao Expresso.

Banho a dois e sexo ao ar livre

 

Uma das dicas mais simples dadas tanto por Stefanie Iris Weiss como pela Greenpeace consiste em, nada mais, nada menos, que desligar a luz. Já imaginou a eletricidade que poupa com um simples clique num interruptor antes de se dedicar a horas de prazer noturno? O banho a dois também é aconselhado por ambos. "A água é um bem precioso. No mundo existe mais de um bilião de pessoas que não a têm, pelo que vale a pena partilhar".

Se gosta de brinquedos eróticos, evite os que exigem o uso de pilhas. Mas se tiver de as usar, opte pelas recarregáveis. Quanto aos materiais de que são feitos, a Greenpeace deixa o alerta: "O PVC é dos compostos nocivos mais comuns nestes objetos, estando não só associado à libertação de químicos para o meio ambiente mas também a problemas no sistema reprodutivo humano e malformação de fetos". Por isso mesmo, "já foram vários os Governos que baniram o PVC de brinquedos infantis. Devíamos também evitá-lo no ato sexual", conclui o grupo ambientalista.

Já se é adepto de sexo ao ar livre, a Greenpeace também tem um conselho que pode ser útil: "Pedimos que se assegurem de que o jardim é seguro. E não estamos com isto a falar dos vizinhos mirones, mas sim dos pesticidas e herbicidas que possam aparecer na relva. Estes químicos não são positivos nem para o ambiente, nem para o corpo humano".

Se tem dúvidas quanto à possibilidade de pôr em prática os conselhos ambientalistas na sua vida sexual, Stefanie Iris Weiss garante: "Experimentei todas as dicas pessoalmente e posso assegurar que na pesquisa para este livro me diverti. Não imaginam quanto".

 

Via Expresso



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Sexta-feira, 10.07.09

Vibrador, o melhor amigo de uma mulher

 

De acordo com o primeiro estudo norte-americano sobre o uso de vibradores, o brinquedo sexual é hoje tão comum nos lares quanto qualquer eletrodoméstico. Segundo a pesquisa, feita na Universidade de Indiana e publicada no Jornal de Medicina Sexual, 53% das mulheres e cerca de 50% dos homens já utilizou um vibrador. 

E o aparelhinho originalmente destinado à masturbação feminina está sendo muito mais aproveitado a dois: 81% das mulheres e 91% dos homens que responderam à pesquisa disseram ter experimentado o vibrador durante uma transa – 93% dos entrevistados eram heterossexuais.

Os pesquisadores acreditam que as principal razão para tais resultados é o fácil acesso ao produto, que hoje é vendido pela internet, em sites voltados a pessoas de meia-idade ou a casais tradicionais e até em supermercados, como a rede Wal-Mart.

 

Via Abril.com



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Sexta-feira, 22.05.09

Ginástica e brinquedos sexuais

 Comecemos pelos exemplos: depois de muito treino, uma aluna de 31 anos conseguiu levar o parceiro ao clímax apenas com contracções genitais; outra, de 35 anos, casada há 17, sentiu um orgasmo pela primeira vez. São dois motivos de orgulho para Rita Craveiro, de 29 anos, uma professora de Pilates que se especializou numa técnica chamada pompoarismo. 


Rita organiza, desde Maio, o curso Segredos de Sedução, no Photus Erotic Club, em Lisboa, e, entre conselhos para aumentar a auto-estima e pistas sobre massagens sensuais, ensina a controlar os músculos pélvicos. O pompoarismo vem do Oriente - Índia, Tailândia e Japão são origens defendidas - e terá mais de mil anos. Consiste em vários exercícios de contracção e descontracção. O resultado, assegura a formadora, são orgasmos mais intensos para a mulher e maior satisfação para o parceiro. "Quando trabalhamos a musculatura vaginal, estamos a torná-la mais sensível", confirma a sexóloga Vânia Beliz. "O facto de a mulher conseguir contrair os músculos e apertar o pénis dá mais prazer ao homem."

Ora bolas As bolas Ben-Wa, ou chinesas, servem para intensificar os exercícios. Estas duas esferas de plástico ou metal, pouco maiores que um berlinde grande, estão unidas por um fio. Funcionam, diz Rita Craveiro, como uma espécie de haltere: "Temos de ajudar a primeira bola a entrar. Depois, vamos contraindo e descontraindo e o fio vai subindo."

A professora recomenda dez repetições, a sós, duas ou três vezes por semana. O objectivo não é fazer acrobacias - "contrair durante o acto sexual já é difícil" - mas ajudar as mulheres a conhecerem o seu corpo.

O primeiro passo, aliás, é tentar travar o fluxo de urina quando se vai à casa de banho, como defendeu nos anos 50 o médico californiano Arnold Kegel. "Para perceber como e onde funciona o músculo", adianta Vânia Beliz, que refere outras vantagens do pompoar: prevenir a incontinência e preparar o parto.

Apesar de não o associarmos à gravidez, o vibrador, a par das ben-wa, é o material didáctico dos cursos de preparação e recuperação pós-parto dados por Catarina Pardal, no Barrigas e Bebés, na Amadora. "Usa-se desligado. É só um exercício: contrai e relaxa, contrai e relaxa." No ano passado, Catarina juntou o pompoar aos exercícios recomendados às grávidas: "Trabalha todos os músculos perivaginais - que vão ser utilizados durante do parto", defende. "Depois [de dar à luz] a mãe tem menor probabilidade de sofrer de incontinência, não sente tantas dores e volta mais rápido a ter vida sexual."

Chinesices Os exercícios de recuperação tornam-se importantes sobretudo quando as mães foram submetidas a uma episiotomia (corte na região do períneo para ampliar o canal de parto), se ocorreu laceração (rasgamento da pele) ou foram utilizados fórceps. Há mulheres que não voltam a ter prazer sexual ou que ficam incontinentes. "Recomendo que usem as bolas 15 minutos, duas vezes por dia", diz Catarina Pardal.

O segredo está na vibração criada pela esfera que existe dentro das ben-wa, desmistifica a fisioterapeuta Carla Oliveira, de 36 anos, "dá um estímulo inicial e o músculo contrai". Ainda assim, adverte, nos casos de incontinência, a técnica serve apenas como complemento de tratamentos terapêuticos. "Em casos muito graves, o períneo nem sequer contrai", reforça. Quando vê doentes receptivas, fala-lhes das bolas chinesas. O problema é que só se vendem nas sex-shops. "Nem todas aderem", diz. 

Por outro lado, o ginecologista Strecht Monteiro revela que nunca obteve resultados quando aconselhou a ginástica vaginal aos doentes com incontinência. Vantagens, só psicológicas. "As pessoas não sabem que podem dar ordens aos músculos pélvicos. Com estes exercícios sentem-se melhor com o corpo."

Muito treino Com cursos de pompoar há ano e meio, o Gine-Espaço, em Lisboa, já recebeu 122 alunas, entre os 20 e os 66 anos. E a procura não pára de aumentar, conta Maria Rua, a professora. Umas vão por curiosidade, outras dizem ao marido que estão na fisioterapia e aparecem para revitalizar a vida sexual. Mimi, uma engenheira química de 48 anos, não contou ao namorado que tinha feito o curso. "Sou divorciada e estava no início de uma relação. Queria que ele pensasse que era uma mais-valia minha", conta. "Quem notou diferença fui eu. Andava a sentir menos prazer, menor sensibilidade. Melhorou." Nos últimos tempos tem é treinado pouco, tal como a psicóloga Patrícia Alcântara, de 31 anos. Depois de frequentar o workshop, em 2007, Patrícia praticava 40 minutos por semana. "A fazer o jantar, em frente à televisão. Ninguém percebe." O esforço compensou: passou a ter orgasmos muito mais intensos. Agora é uma espécie de evangelizadora. "Ainda há pouco levei lá uma prima e uma amiga e comentei que tinha de voltar a fazer os exercícios", diz.

"Para a mulher portuguesa isto é como se fosse uma dieta: faz uma semana; na segunda, já não faz", lamenta Maria Rua. O curso tem a duração de quatro horas. Usa-se, não as ben-wa, mas o colar tailandês, com cinco bolas de pedra muito mais pequenas. 

Bastam 40 minutos de prática, três vezes por semana, durante um mês, para ficar em forma. "Depois, é como o ginásio: há quem desenvolva muito - os profissionais - e quem só queira uma vida saudável." Nunca lhe apareceu uma aluna que quisesse fazer espectáculos eróticos, mas parece que o treino não é assim tão difícil. "Com oito ou nove meses de prática consecutiva", revela, "uma mulher consegue, por exemplo, sugar uma banana descascada, expeli-la e cortá-la às rodelas". Com Vanda Marques

 

Via Ionline



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