Domingo, 10.07.11

Em busca do Orgasmo

 

A descrição é quase sempre a mesma: a mulher atinge um pico de excitação, contrai o corpo e depois relaxa, como se estivesse numa montanha russa. Quem já atingiu um orgasmo, sabe o que essas palavras significam.

 

A anorgasmia pode ser de três tipos: primária, secundária e situacional. A primária corresponde à mulher que nunca teve um orgasmo na vida, nem com parceiro e nem commasturbação. A secundária é quando a mulher passa a não ter mais orgasmos por conta de algum evento: morte de ente querido, vaginismo, traumas. "E a situacional é quando a mulher atinge o orgasmo em determinados momentos. Ela pode ter prazer com um parceiro e com outro não", explica a psicóloga e terapeuta sexual, Imacolada Marino Tozo. E garante: "93% das mulheres que já passarem pelo meu consultório não atingem o orgasmo por questões emocionais."

 Porém, algumas mulheres não sabem o que é isso - ou não se conseguem mais viver esta sensação... é a chamada 

A terapeuta conta que os índices de anorgasmia são encontrados em mulheres na faixa que vai dos 15 aos 25 anos. "A falta de orgasmo se deve nem tanto à idade, mas à inexperiência, à falta de conhecimento do próprio corpo, do toque para conhecer as próprias zonas erógenas. As mulheres não são educadas para isso, diferente dos homens, que desde meninos são instigados a ir atrás das mulheres, a se tocar", comenta a terapeuta.

anorgasmia

Para a saúde, a falta de orgasmo não traz consequências negativas, mas para a qualidade de vida sim. "Cada caso é um caso, mas mulher anorgásmica costuma se sentir inferiorizada. Para reverter o quadro, antes de mais nada, é necessário se informar sobre o assunto. Se for uma anorgasmia secundária, deve tentar descobrir qual fato deu origem ao problema. Sem contar que a ajuda de um terapeuta sexual é sempre importante", diz Dra. Imacolada.

, ou seja, 

A grande confusão que as mulheres fazem é em relação à intensidade do orgasmo. "O que uma mulher sente é diferente do que a irmã e a mãe dela sentem. Parece que o orgasmo da vizinha é sempre melhor do que o dela. Há muita fantasia em cima do tema e, muitas vezes, essas mesmas mulheres têm o orgasmo e não sabem nomeá-lo. Por serem inibidas demais, duvidam da própria capacidade de sentir prazer", conta Dra. Imacolada.

ausência de orgasmo

E continua: "A qualidade do orgasmo varia de mulher para mulher. Tudo depende das expectativas e do grau de exigência que ela tem. E elas nem sabem que são multiorgásmicas, ou seja, que podem ter mais de um orgasmo em um curto espaço de tempo. Diferente dos homens, que precisam de um tempo bem maior para ter uma nova ereção."

.

Conforme a terapeuta, às vezes a preocupação em atingir o clímax do prazer é tão grande que ela se esquece de curtir o parceiro, a relação em si. "Para atingir o orgasmo a mulher precisa ter confiança, se entrega para o outro e desencanar. A ansiedade pelo orgasmo pode atrapalhar a relação sexual. Conhecendo o próprio corpo, ela consegue atingir o orgasmo", afirma.

 

Ela acha ainda que a visão da sexualidade nos dias de hoje pode ajudar a mudar este quadro. "a quantidade de mulheres anorgásmicas vai diminuir sim, mas por conta da liberdade que hoje elas têm para se expressar, de buscar ajuda, caso não atinja o orgasmo. Os homens começaram a ver com menos discriminação essas questões femininas".

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 23:49 | link do post | comentar

Terça-feira, 08.03.11

Anorgasmia

 

Com o avançar dos anos a mulher evoluiu muito no seu papel na relação sexual entre um casal, mas mesmo assim a estatística aponta para uma percentagem um pouco elevada daquelas que têm dificuldades em chegar ao orgasmo (cerca de 30% das mulheres brasileiras segundo pesquisa feita em 2003 pelo Prosex – Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo).

 

O que pode ter em conta para evitar esta situação?

- Os problemas da vida moderna – depressão, ansiedade e stress – são os principais condicionantes desta situação. Por isso se sofre de anorgasmia tente relaxar ao máximo, pratique exercícios físicos calmos (como caminhar, Yoga, natação) e tente abstrair-se daquilo que a preocupa.

- No entanto tenha em conta que a anorgasmia pode surgir mesmo em condições ideais, só porque a mulher fica distante. Se se identifica mais com esta situação tente não pensar em coisas do dia-a-dia (trabalho, alimentação, no que ainda lhe falta fazer, por exemplo).

- A inexperiência pode ter alguma influência, mas se for este o caso não se preocupe. É normal que leve algum tempo a sentir-se à vontade com o seu parceiro. Por mais cliché que seja este conselho, o mais importante é que “seja sempre sincera com o seu parceiro e lhe diga tudo o que a excita, tudo o que gostaria de experimentar e tudo aquilo que não gostou”.

- O desinteresse é um factor propulsionador para sofrer de anorgasmia. Se este é o seu caso experimente coisas novas. Pense naquilo que a excita, imagine situações que gostaria de experimentar, puxe pela sua imaginação. Se o problema for desinteresse pelo seu parceiro, então se calhar o melhor é pensar seriamente na sua relação. Não se esqueça que a parte sexual é muito importante.

- A falta de tempo não ajuda a um relaxamento mental e muito menos, não ajuda no caso daquelas mulheres que precisam de um pouco mais tempo para atingir o orgasmo. Previna-se e tente arranjar uma altura na sua agenda que não tenha nada a fazer a seguir. Desligue telefones, não oiça campainhas de porta… vocês está apenas para si e para o seu companheiro.

- Escolha um local adequado… a si. Por mais surpreendente que seja recebemos muitas mensagens de mulheres que só conseguem atingir o orgasmo num lugar com muita confusão. Mas tenha cuidado e tente ser discreta. Não corra riscos legais e puxe pela imaginação.

- Alguns psicólogos afirmam que o conhecimento do próprio corpo é muito importante. “A mulher precisa pensar e dar importância à sua sexualidade, tocar o próprio corpo, se descobrir sexualmente e saber o que lhe dá prazer. O orgasmo não chega do nada, é preciso aprender a conquistá-lo” alerta Rosana Simões, ginecologista, professora doutora e coordenadora do sector de sexualidade feminina da Unifesp.

- Disfunções hormonais, alcoolismo, tabagismo ou outros problemas orgânicos, além do uso de medicamentos que diminuem a libido (caso dos remédios para depressão e diabetes) influenciam na ausência de desejo.

- A falta desejo pode também decorrer da rotina e do desgaste emocional do casal. Mesmo amando seu parceiro, a mulher pode não sentir vontade de ter uma relação sexual com ele. Neste caso, é necessário contar-lhe o que está a faltar, perguntar do que ele gosta. “Sexo é comunicação, é compartilhar, é entrega” aconselha a ginecologista Rosana.

- No entanto, é preciso destacar que o sexo pode satisfazer uma mulher, dando-lhe todo o prazer do mundo, mesmo se não tiver um orgasmo.

 

Via Truques de Mulher



publicado por olhar para o mundo às 21:02 | link do post | comentar

Sexta-feira, 21.01.11

Orgasmo, porque é difícil lá chegar

 

Atingir o orgasmo numa relação sexual não é privilégio de todas as mulheres.

 

De acordo com estudos da ProSex - Projeto de Sexualidade da USP, 50% das mulheres encontram dificuldades para atingir o clímax da relação sexual.

 

E para algumas mulheres sexualmente ativas, a penetração não costuma ser o melhor meio de se atingir o orgasmo, por isso muitas delas acabam recorrendo ao sexo ral e àmasturbação. "O orgasmo por penetração é uma questão de aprendizado da mulher", garante a terapeuta sexual Sylvia Manzano.

A falta de conhecimento do próprio corpo também pode dificultar o processo. Por isso, a mulher não pode ter vergonha ou medo de se estimular, de tocar nas próprias genitais. "Muitas mulheres, por falta de conhecimento, acham que o orgasmo acontece sem o mínimo esforço - sem conhecer o seu corpo, sem explorar suas sensações - esperando que o parceiro lhe dê esse prazer", explica Sylvia.

A terapeuta não descarta a possibilidade de o parceiro ter sua parcela de culpa. "Ele pode contribuir para que não ocorra um orgasmo vaginal. Por exemplo, um homem com ejaculação precoce não dará tempo para que a mulher, que é mais lenta na excitação, consiga atingir o clímax".

Questões psicológicas
Sylvia conta que as queixas sobre a dificuldade para atingir o orgasmo começaram a aparecer depois que a mulher entendeu que ela tinha direito ao prazer e teve coragem de reivindicar seus direitos. "Por isso, sabemos que várias delas não sabem o que é ter um orgasmo", afirma.

Diferentes fatores levam a mulher a não "chegar lá", e podem ser tanto físicos como psicológicos. "Dos físicos destacamos o uso de medicamentos para outras doenças, além de cirurgias e dores pélvicas", diz a terapeuta. "Porém, a maior causa é psicológica: desconhecimento do corpo, educação repressora, abusos ocorridos desde a infância, inadequação do casal por brigas frequentes, ciúmes, cobranças, e assim vai", completa. Mas Sylvia garante: "É muito difícil existir uma mulher anorgásmica, ou seja, que não consegue ter orgasmo de forma alguma". Ufa!

Para mudar essa situação, o ideal é procurar um terapeuta sexual. Ele poderá trabalhar os lados intrapsíquico (cognições, crenças errôneas e limitantes) e inter-psiquico (como ela se relaciona com os outros). "Há um grande trabalho de psicoterapia sexual, primeiro individual, depois com a parceria, para que a mulher se permita sentir prazer", explica Sylvia.

A falta de prazer
Apesar dessa dificuldade, a terapeuta afirma que há mulheres que vivem muito bem desfrutando do prazer da relação sexual com o parceiro, sem se importar em saber o que é orgasmo. "Mas aquelas que o buscam e não o encontram, podem passar a se "encolher" no sexo, ou seja, fazer com que o ato não seja importante e até fugir dele, alegando dor de cabeça ou falta de tempo".

O fato de a parceira se preocupar apenas com o prazer do homem também pode não facilitar o orgasmo. "Existe um grande mito de que os parceiros tenham que ter orgasmo simultaneamente. Não é assim. Ao fazer com que o outro tenha prazer, se excite e atinja o ponto alto da relação, a mulher se perde no caminho, não conseguindo chegar lá também", explica.

 

A dica mesmo é nunca fingir um orgasmo, pois além de estar enganando o parcerio, você estará se enganando também. Isso pode causar ansiedade na performance e angústia que desequilibram o relacionamento, alerta Sylvia. "O que deveria ocorrer com os parceiros é um diálogo franco de tudo que sentem", completa.

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Sábado, 08.01.11

Sexo, Orgasmo masculino - Orgasmo Feminino

 

Enquanto nós fazemos questão de um clima romântico, várias carícias e muitas palavrinhas mágicas ao pé do ouvido, para eles bastam poucos minutos entre a excitação e o orgasmo. Por isso é que a maioria deles adia a hora de chegar lá, assim suas parceiras também tem momentos de prazer.

Essa talvez seja a principal diferença entre o orgasmo masculino e feminino, pois não há, por exemplo, um "orgasmômetro" que mensure e, por conseqüência, compare o grau de prazer de cada gênero.

 

Segundo a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello é algo impossível, pois há uma série de fatores que influenciam a intensidade do orgasmo, para eles e elas - desde o estímulo que cada um recebeu até o parceiro ou a parceira escolhida e o local onde os dois estão.

 

"Cada um tem seu orgasmo; cada orgasmo em uma mesma pessoa pode ser mais ou menos intenso dependendo do momento da relação, da parceria, dos estímulos externos, das condições intrapessoais (estar de bem consigo mesmo, aceitar-se, estar inteiro na relação), tanto em homens quanto em mulheres", acrescenta Sylvia Faria Marzano, urologista e terapeuta sexual.

Mas para as mulheres é sempre mais difícil. "Pelos fatores culturais fomos educadas a fechar as pernas, não se tocar, não ter contato com os órgãos sexuais, além disso, o prazer sempre foi velado", diz a sexóloga. Os homens por sua vez foram incentivados ao sexo e nunca recriminados por isso.

"Eles pensam em sexo pelo menos vinte vezes por dia. Culturalmente eles devem estar prontos para qualquer eventualidade que necessite demonstrar sua performance, então, cada vez que seguram o pênis para urinar e durante aquelas "coçadinhas", o estímulo ocorre e vem o pensamento sexual", aponta a terapeuta. Com o passar da idade, muitos não têm mais essa sensação e, conforme a urologista, eles não se conformam "por não ter mais ereção só de sentir o cheiro da mulher", diz a terapeuta.

Além de chegar lá mais rápido, eles também têm a sensação do orgasmo em menos tempo. Para as mulheres, o prazer chega até um minuto. O tempo deles é de dez segundos, em média. Na maioria das vezes, junto com o orgasmo há a ejaculação e o sêmen acumulado nos testículos é expelido, sendo que nos homens mais jovens a intensidade é maior. 

Segundo a sexóloga, a eliminação de um líquido claro pelas glândulas uretrais e o mudança de coloração da glande, isso em alguns homens, são sinais mais visíveis de que o orgasmo está próximo. O que também pode acontecer, conforme Cecarello, é o pênis ficar um pouco mais grosso, pois o esperma está todo dentro do canal da uretra. "Não é algo tão perceptível, mas quando o casal tem bastante intimidade, principalmente no sexo oral, as mulheres se dão conta", detalha.

Entretanto há homens que tem o chamado orgasmo seco, quando não ejaculam, mas tem prazer. A saída do esperma não acontece por conta de razões orgânicas, como cirurgias da próstata, uso de medicação para aumento da próstata ou ainda lesões de coluna. "O orgasmo é uma sensação sensorial, cuja memória está no cérebro", esclarece Carla.

Fingir?

Portanto, orgasmo e ejaculação não são a mesma coisa. "Na verdade são respostas fisiológicas diferentes. O orgasmo é uma resposta sensorial, enquanto que a ejaculação é a eliminação do esperma. É que geralmente eles acontecem simultaneamente", explica a terapeuta.

E como na maior parte das vezes os dois acontecem juntos, muitos homens também simulam o orgasmo. Eles conseguem ter ereção e fingem que estão sentindo prazer. Mas para que a parceira não perceba isso, ou seja, note que a ejaculação não aconteceu, muitos homens que transam com camisinha logo saem de fininho depois da relação e vão para o banheiro retirá-la.

Em uma pesquisa feita pelas revistas Vip, Playboy e Men’s Health, com 285 internatuas, 65% deles admitiram fingir orgasmo porque estavam cansados ou não gostaram da transa. Alguns até se masturbam depois, no caso daqueles que sofrem de ejaculação tardia. Segundo a terapeuta de casais Regina Navarro, estes homens se empenham em proporcionar prazer à parceira, mas só atingem o orgasmo se retirarem o pênis e se masturbarem.

 

Em contrapartida, os portadores de anorgasmia até ejaculam, geralmente ela é precoce, mas não chegam lá. "Claro que isso é algo raro, dificilmente o homem não vai conviver sem o orgasmo, de alguma forma ele vai buscar o seu prazer", completa Cecarello.

Por Juliana Lopes

 

Via Vila dois



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Domingo, 29.08.10

Massagem tântrica, orgasmo sem sexo

 

O orgasmo ainda é considerado um mistério feminino, várias mulheres não sabem o que ele é realmente de fato ou mesmo como chegar lá. Uma das formas, sem sexo, é através da massagem tântrica.

 

A prática veio do Tantrismo, ou Tantra, ensinamento que surgiu na Índia e recebeu a influência de várias religiões, culturas e correntes filosóficas, algo bastante amplo que tem como prioridade desenvolver o auto-conhecimento. Em poucas palavras, ele permite que a evolução espiritual seja alcançada através do prazer.

 

Dewa Deepta Uozi (nome em sânscrito), coordenadora do Metamorphosys Centro especializado em Massagem Tântrica (www.centrometamorfose.com.br), das unidades de Natal e Fortaleza, aplica massagens em mulheres que tenham dificuldades relacionadas ao prazer, com base no método Deva Nishok, onde profissionais (homens e mulheres) aplicam massagens em ambos os sexos. "A massagem tântrica tem uma visão terapêutica, portanto elas procuram este tratamento com objetivo de conhecerem mais a respeito de seus orgasmos. É um caminho para as mulheres se liberarem de seus bloqueios muitas vezes de origem sexual. Elas querem ficar melhores para si e para seus companheiros", diz.

Na função de terapeuta corporal tântrica, ela auxilia mulheres com a libido em baixa,anorgasmia, vaginismo, além de falta de sensibilidade vaginal e clitoriana, ou mesmo aquelas que tenham pouca de intimidade com o parceiro. A massagem também ajuda mulheres que passaram por uma educação sexual repressiva, por violência sexual ou que tenham dificuldades fora do sexo, entre elas, ansiedade, insegurança, estresse e depressão.

Conforme Deva Nishok explica no site da própria instituição, através da prática é possível aumentar a dimensão do clitóris. "O tamanho pode estar relacionado à ausência de estímulos ou estímulos inadequados e insuficientes para aumentar a tonificação muscular". Para a terapeuta, o aumento do nervo clitoriano é bastante importante na massagem tântrica, pois é um dos pontos mais sensibilizados para intensificar a energia e levar a mulher ao orgasmo.

Samvara Subaghi, cujo o nome em sânscrito significa a "união mística de todas as formas" e "abençoada pelo Divino", respectivamente, explica que o clitóris possui inervações específicas que o associa aos mamilos e também à glândula Pineal no cérebro. "A estimulação realizada neste nível, através destas inervações, faz com que o Sistema Endócrino produza um aumento significativo nos hormônios e químicas orgânicas associadas ao prazer como a ocitocina, a serotonina e a endorfina", ressalta.

As duas profissionais afirmam que a prática não traz os mesmos estímulos da masturbação. "Nesta terapia queremos proporcionar uma nova experiência para que ela possa avançar, ir além, limpar suas feridas, desfazer seus nós, sentir mais prazer, entrar no merecimento. É mais que uma massagem e múltiplos orgasmos", justifica Dewa.

Com a ajuda de géis lubrificantes como o K-Y, que podem acelerar o processo rumo ao orgasmo, Dewa inicia a massagem com toques para que a mulher se conecte com o seu prazer, depois é feita uma espécie de drenagem nas coxas e pélvis, para produção de líquidos, isso sempre com luvas. "Manipula-se os grandes e pequenos lábios da yoni (vagina), o clitóris até o ponto G". A sessão termina com toques suaves por todo o corpo. O uso do vibrador, tipo ‘bullet’, em pontos específico do clitóris, proporcionam estímulos neurológicos e também ajudam a chegar lá.

"Nossa experiência mostra que a maioria das pessoas conhece somente orgasmos psicogênicos ou psicológicos, onde o cérebro, através das fantasias sexuais (cheiros, imagens, sabores) e estímulos sensoriais (contatos), envia informações para área genital. O outro orgasmo vêem através do estímulo apropriado na Yoni (vagina) e no Lingam (pênis) e onde as pessoas experimentam estados superiores de consciência", explica Samvara.

Dewa afirma que muitas mulheres alcançam o orgasmo logo na primeira sessão, mas é algo que depende da sensorialidade de cada mulher. "O corpo vai fazendo novos registros, sinapses associadas ao prazer. A mulher vai confiando no potencial energético do corpo e se entregando ao processo". Quando há entrega total, ou seja, a mulher é capaz de sair da fantasia sexual, do controle mental, além de ficar livre de traumas e bloqueios, muitas vezes consegue atingir o hiperorgasmo. Para Dewa, neste momento, as mulheres perdem noção do está acontecendo na yoni e alcançam um estado de supraconsciência, "um sentimento de gratidão onde choro e riso se fundem", completa.

 

Claro do que muito é sentido na massagem é aproveitado depois na cama, com o parceiro, afinal, o sexo só tem sentido quando há troca de energia entre duas pessoas. Com o registro do prazer e desenvolvimento sensorial, elas se tornam mais receptivas e conseguem expressar ao parceiro o que realmente querem, para assim curtir a dois tudo que o sexo proporciona.

Por Juliana Lopes

 

Via Vila dois



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