Terça-feira, 22.03.11
Politécnico planta árvore por cada 'gosto' na sua página no Facebook
 
A partir de hoje, Dia Mundial da Árvore, o Instituto Politécnico de Beja (IPB) vai plantar nas suas explorações agrícolas uma árvore por cada clique na opção 'gosto' da página da instituição no Facebook.

A campanha Planta uma árvore à distância de um cliquedecorre desde hoje e até que seja atingido o limite de quatro mil 'gostos' na página do Facebook da instituição de ensino superior público de Beja, explicou Carlos Daniel Rego, do IPB.

As árvores, sobreiros e pinheiros que vão ser cedidos por uma sociedade de produção e comércio de plantas, serão plantadas nas explorações agrícolas do IPB por alunos dos cursos de Agronomia, Biologia e Engenharia do Ambiente.

A campanha, apoiada pela Liga para a Protecção da Natureza (LPN) e pelo Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), visa «sensibilizar toda a comunidade, sobretudo os estudantes, para a importância das árvores e da preservação e da conservação das florestas», explicou Carlos Daniel Rego.

Para assinalar o início da campanha, as primeiras cinco árvores foram hoje plantadas no campus do IPB e correspondem aos gostos e ficaram com os nomes de um representante da LPN e outro do ICNB, do presidente do IPB, Vito Carioca, da eurodeputada do PSD Maria da Graça Carvalho e do secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Rui Barreiro.

 

Via Sol



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Domingo, 13.03.11

ONU alerta para elevada mortalidade de abelhas, com consequências na produção alimentar

 

As abelhas estão a ser dizimadas em várias regiões do mundo devido aos efeitos da poluição e ao uso de pesticidas, podendo ter graves consequências na produção alimentar, alerta umrelatório das Nações Unidas hoje publicado.

O fenómeno da elevada mortalidade das abelhas é sobretudo visível nos países industrializados do hemisfério norte do planeta, refere o documento do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA), citado pelas agências internacionais de notícias.

Entre os fatores que explicam a redução do número destes insetos estão o uso de pesticidas, a poluição atmosférica, a redução do número de plantas com flor e de apicultores na Europa.

 

Via Ionline



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Sábado, 12.03.11
Monumentos de todo o mundo desligam as luzes dia 26
 

Monumentos e símbolos arquitectónicos de diversos países, como Alhambra, Torre de Tóquio ou Cristo Rei juntam-se à iniciativa Hora do Planeta e desligam as luzes às 20:30 de 26 de Março para alertar contra o aquecimento global.

O objectivo da Hora do Planeta, que será entre as 20:30 e as 21:30, é levar os cidadãos a desligarem as luzes, assinalando o seu compromisso com o planeta, partilharem histórias e acções que beneficiem a Terra, através da internet, e adoptarem comportamentos diários sustentáveis, como explica a WWF, a associação ambientalista promotora da iniciativa.

Gateway of India ou o Cristo Redentor, no Brasil, Torre Eiffel, em França, Ponte da Liberdade, na Hungria, a Sinfonia de Luzes de Hong Kong (maior luz permanente do mundo) são exemplos de pontos de referência mundiais que se associam à defesa do planeta, enquanto em Portugal a WWF refere centenas de monumentos de 40 cidades.

Em Lisboa, a Ponte 25 de Abril, as estações do Rossio e de Santa Apolónia, o Aqueduto das Águas Livres, o Teatro D. Maria II, a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos estarão às escuras.

"Aqueles pontos de referência irão juntar-se a centenas de milhões de pessoas, de empresas, comunidades e governos, em todo o mundo, que desligarão as luzes durante a Hora do Planeta, transcendendo as barreiras de raça, religião, cultura, sociais, geracionais e da geografia, numa celebração global do compromisso com a protecção da única coisa que nos une a todos - o planeta", salienta um comunicado da WWF.

Nepal, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Vietname, Finlândia, África do Sul, Japão, China, Turquia, Hungria são outros países onde será visível a participação na iniciativa.

 

Via DN

 



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Domingo, 19.09.10

Esforços para proteger capa de ozono estão a funcionar

 

camada de ozono estabilizou ao longo dos últimos dez anos. Um relatório do Programa da ONU para o Ambiente e da Organização Mundial de Meteorologia sobre o escudo que protege a Terra dos raios ultravioleta revela que os esforços acordados no Protocolo de Montreal, em 1987, estão a funcionar. Mas apesar da diminuição nas emissões de partículas nocivas, estas preservam-se na atmosfera durante largos anos, e os seus efeitos vão continuar a sentir-se.

O relatório divulgado hoje contou com a participação de 300 cientistas, e a sua publicação coincide com o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozono. O documento sublinha que, uma vez que as partículas que desgastam o ozono são também potentes gases com efeitos de estufa, o protocolo de Montreal também tem vindo a reduzir as alterações climáticas. O relatório adianta que na última década, o ozono a nível global mas também nas zonas polares deixou de estar a diminuir, tendo estabilizado. Prevê-se que nas regiões polares seja possível recuperar a protecção que existia antes de 1980 até 2050. Nas latitudes médias, as radiações ultravioleta a superfície mantiveram-se constantes ao longo das últimas décadas.

Já o buraco de ozono na Antárctida é uma preocupação maior, e já está a ter impactos visíveis na temperatura e nos ventos registados à superfície. O relatório destaca que foi possível eliminar quase por completo aquele foi sempre apontado como o principal inimigo da camada de ozono: os clorofluorcarbonetos. O alerta surge contudo para os hidroclorofluorocarbonetos, e sobretudo para o HCFC-22, usado ao longo dos últimos 40 anos em sistemas de aquecimento e refrigeração. Em 2007/2008, esta substância aumentou 50% mais depressa na atmosfera do que no biénio 2003/2004.

"A lacuna entre a realidade científica e a nossa ambição está estimada em cerca de 4,7 giga toneladas de CO2, algo que precisa de ser resolvido urgentemente na próxima década se queremos que a temperatura aumente menos de 2ºC."

 

Via ionline



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Segunda-feira, 22.03.10

Plastikj, barco feito com 12 mil garrafas

 

 Uma embarcação construída com 12 mil garrafas de plástico levantou hoje âncora em São Francisco, rumo à cidade australiana de Sydney.

O objectivo da viagem, que está programada para durar três meses, é chamar a atenção para asquestões ambientais, em particular a poluição dos Oceanos.
O comandante do barco, David De Rothschid de 31 anos (herdeiro do sector bancário), juntou uma tripulação de quatro pessoas e, juntos, pretendem percorrer cerca de 11 mil milhas náuticas que devem passar pelo local conhecido como “depósito de plástico do Pacífico” – uma massa de lixo com uma dimensão cinco vezes maior que a Grã-Bretanha.
Construção
As 12 mil garrafas que compõem o Plastiki foram recheadas com dióxido de carbono, de forma a permitir que a embarcação flutue de forma estável. O catamarã de assistência do Paltiki usa energia solar, eólica e turbinas marítimas. Tudo materiais amigos do ambiente. Nasce agora o receio de que a embarcação possa não resistir à força das ondas, correndo o risco de se desmoronar em alto-mar. Situação que, segundo alguns críticos da expedição, “pode poluir ainda mais o Oceano, enchendo-o com 12 mil novas garrafas de plástico”

Siga aqui a viagem do Plastiki

 
Via Ionline



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Quinta-feira, 26.11.09

Macdonalds vira verde

 

 O símbolo da McDonald’s vai mudar de vermelho para verde na Alemanha.  Até final do ano, cerca de cem lojas alemãs vão alterar a cor do símbolo para dar uma imagem de “amiga do ambiente”.

No Reino Unido e em França, algumas lojas também vão mudar de visual nas próximas semanas. O resto da Europa também deverá mudar a imagem mais tarde, explicou o porta-voz da McDonald’s na Alemanha. 
A rede de restaurante tem sido acusada por ambientalistas de ser “inimiga do ambiente”. Como resposta, já decidiu converter o óleo usado nos restaurantes em biodiesel

 

Via Ionline



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Quinta-feira, 01.10.09

Green sex

 

Chicotes sim, de cabedal é que não. Os acessórios sexuais não têm de pôr em causa ao ambiente, defendem os propulsores de uma indústria sexual "verde". Vibradores energeticamente eficientes, preservativos sustentáveis, lubrificantes naturais e chicotes feitos de borracha reciclada são algumas das propostas alternativas às tradicionais sex-shop.

Nos Estados Unidos, os fabricantes deste tipo de produtos manifestaram-se já contra a presença de ftalatos, compostos químicos nocivos para a saúde e ambiente, nos acessórios sexuais. Em 2004 foram proibidos nos brinquedos para crianças.

"Os brinquedos para adultos são um produto básico em milhões de quartos. Acho que está na hora de se começar a pensar nos seus efeitos no corpo e no meio ambiente", disse Alliyah Mirza ao programa da rádio espanhola Ya era Hora.

A fundadora da empresa Earth Erotics dá o exemplo. No site oficial do projecto norte-americano vendem-se desde óleos da massagem a disfarces livres de cabedal e químicos. Ensina-se também a dar festas eróticas verdes.

Via ionline



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Terça-feira, 01.09.09

 

A inveja e a cusquice ao serviço de um mundo melhor

Imagine que vai de férias e fica hospedado num hotel. No toalheiro da casa de banho, um aviso: "A maioria dos hóspedes deste quarto reutilizou a toalha pelo menos uma vez durante a estadia". O que é que você faz? De acordo com um estudo da Universidade do Arizona, a resposta é simples: tenta igualar a marca, ou ultrapassá-la. "A um nível básico, trata-se de um reconhecimento de sobrevivência: estas são as pessoas que são mais parecidas comigo - partilhamos as mesmas cirscunstâncias", explica Robert Cialdini, da universidade norte-americana. 


Um estudo realizado por aquela universidade, e organizado por um dos primeiros psicólogos sociais do mundo, defende que a reacção é um exemplo de "prova social". "As decisões dos outros, próximos de nós, têm impacto nas nossas próprias decisões, involuntariamente e sem darmos conta", analisa Cialdini à revista "The Atlantic". 

O investigador analisou o comportamento dos hóspedes de vários hotéis de Phoenix face aos avisos nas casas-de- -banho para investigar os efeitos que cada um teria junto dos clientes em termos ecológicos. Entre as mensagens de incentivo à reutilização das toalhas de banho estavam: "faça-o pelo ambiente", "junte-se ao hotel e seja nosso parceiro nesta causa" (12% menos eficaz do que o primeiro). Resultado revelador é o do aviso "a maioria reutilizou toalhas pelo menos uma vez durante a estadia" que provocou um aumento de 30% na reutilização de toalhas nos hotéis. O investigador norte-americano diz que este tipo de comportamento é praticamente involuntário, comparando-o ao impulso dos pássaros à procura do bando, ou de abelhas em busca de enxame. "É um institinto primitivo", sublinha.

Toalhas e energia Depois de no primeiro estudo ter concluído que a maioria das pessoas toma como exemplo o comportamento de terceiros como guia de acção face ao ambiente, Robert Cialdinio decidiu ir mais além. Agora, quer aplicar a mesma fórmula e perceber se o facto de uma pessoa conhecer o consumo energético dos vizinhos pode ajudá-la a diminuir ou racionar o seu próprio consumo energético. Através da Positive Energy, empresa criada para esta pesquisa pelo líder da investigação, foram enviadas duas cartas diferentes a dois grupos de moradores de bairros de Sacramento. 

Alguns moradores receberam um envelope com boas notícias (você usou este mês menos 58% de energia que os seus vizinhos) e outros, cartas com notícias menos boas (você gastou mais 38% de electricidade do que os seus vizinhos no último ano, o que fez aumentar as suas contas em cerca de 600 euros). Os resultados foram evidentes: no decorrer de 2008, o consumo energético de todos os destinatários diminuiu 2%, o que, "energeticamente" falando, é uma queda muito relevante. Na primeira amostra do estudo - 35 mil casas - os resultados representam um corte total de energia em 700 lares. No final de 2009, a empresa prevê entregar os relatórios a um milhão de clientes, divididos pelos estados da Califórnia, Washington, Minnesota, Illinois e Nova Iorque. 

Pensar e agir Escolher lâmpadas mais económicas, com menor consumo energético ou aliciar os consumidores a optarem por tarifários bi-horários, com vantagens em termos de preços - foram já várias as tácticas utilizadas para fazer aumentar as preocupações ambientais dos consumidores no que diz respeito ao consumo energético. 

Mas os investigadores dizem que o mais difícil não é convencer; é levar o consumidor a agir. "A prova social é uma das maneiras mais efectivas de conseguir mudar hábitos", defende Val Jensen, coordenador dos programas de eficiência energética de Chicago. Robert Cialdi espera que os resultados sejam também aplicados na questão da água. Por isso, o segredo é mesmo dar o exemplo.

 

Via ionline



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Sábado, 11.07.09

O caso de amor da formiga Argentina

 

Uma formiga americana, uma japonesa e uma europeia encontram-se e esfregam as antenas umas nas outras. O encontro não é casual. Um grupo de cientistas japoneses juntou-as na mesma sala para confirmar uma suspeita. Todas descendem da formiga argentina que um dia saiu do seu país e invadiu o mundo. Esse laço mantém-se e, mesmo com origens geográficas tão distintas, quando se encontram reconhecem as colegas graças _ao cheiro semelhante que todas elas _exalam. A experiência foi realizada por investigadores da Universidade de Tóquio e o resultado do trabalho foi publicado a semana passada na revista científica “Insectes sociaux”. 

Ao contrário do que se pensava, os milhões de Linepithema humile – conhecida como formiga argentina – espalhados pelos três continentes pertencem a uma mesma família. Juntas, formam a maior supercolónia alguma vez registada entre todos os tipos de insectos. “A enorme extensão desta população de formigas só encontra paralelo na sociedade humana”, escrevem os investigadores no artigo.
A história desta invasão começou no século 19. Foi no final de 1800 que um grupo de navegadores espanhóis partiu da terra do tango com alguns tripulantes clandestinos nos navios. O professor José Carlos Franco, do Instituto Superior de Agronomia (ISA), conta que “não são precisas muitas formigas, desde que acompanhadas por uma rainha, para dar início a uma nova colónia”. 

Segundo o mesmo professor, “a primeira paragem destas formigas fora da América do Sul  foi o arquipélago da Madeira”. Atravessado o oceano, as formigas adaptaram-se com muita facilidade ao clima europeu e depressa se espalharam por todos os continentes à excepção da Antárctida. “Tornaram-se uma espécie invasora.” Os motivos deste sucesso não são segredo.

“Há várias características que justificam o sucesso da espécie”, explica José Carlos Franco. “Uma das respostas é que, ao contrário de outras espécies, estas formigas podem ter várias rainhas. Isso aumenta muito a sua capacidade de reprodução. Outra justificação é a ausência de competição intra-específica.” Traduzindo: “Quando existe um recurso alimentar extenso, estas formigas toleram o recrutamento de indivíduos de outras colónias para o explorar sem qualquer agressividade.” Trabalhadoras incansáveis, as formigas argentinas conseguem transportar até 14 vezes o seu peso. 

Praga A conquista do palco mundial  por estes seres minúsculos (2,5 mm) não é uma questão pacífica. A formiga argentina é considerada uma praga no campo e nas cidades. Os formigueiros que escavam em volta das plantas isolam as raízes e provocam a sua morte. Além disso, “as relações mutualistas que estabelecem com outras espécies, como as cochonilhas e os pulgões, facilitam a luta destas espécies com os seus concorrentes naturais e possibilita a sua propagação”, explica o professor do ISA. Destroem plantações, atacam borboletas, besouros e reduzem a quantidade de pólen das flores de árvores de fruto ao passear sobre as suas pétalas.

Nas cidades, é o facto de serem omnívoras que as transforma numa praga urbana. “Alimentam-se de qualquer tipo de matéria orgânica. Quem tem um ninho destas formigas em casa não pode ter comida desprotegida porque elas contaminam tudo.” Não são, contudo, os seres humanos que mais as devem temer. Esta espécie dominante já causou a extinção de outras espécies de formigas no Havai, na África do Sul e até na ilha da Páscoa.



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