Quarta-feira, 22.09.10

Não. Claro que não. Até porque no dia seguinte a anunciar uma medida deste género o Palácio de Belém ia parecer um stand da Ford, com tanta carrinha Transit estacionada. Mas atenção aos perigosos sinais que estão a ser dados.

 

O que mais estranheza causou na medida xenófoba deste petit president, um ser bizarro com tiques Napoleónicos e aparentemente uma asa de extrema-direita, foi a aparente passividade com que os ciganos abandonaram de facto o país. Que Sarkozy era má rés não restavam grandes dúvidas. Que a Alemanha vai aproveitar a deixa e fazer o mesmo, poucas restam. Agora o que raio se passa com os ciganos?

Quando li pela primeira vez que o Presidente Francês tinha esta intenção pensei que jamais passaria disso mesmo. Não que a vontade deste viesse a mudar. Julguei apenas que seria forçado a mudá-la. Isto porque na minha cabeça imaginei o que aconteceria se passasse pela cabeça do Presidente português (com o apoio do Governo obviamente, dado que em França o poder é partilhado) ter a mesma atitude, tomando as mesmas medidas. Caos.

Coitado. No dia a seguir tinha os ciganos todos do país estacionados nos jardins do Palácio de Belém. Porque digam o que quiserem mas não conheço povo mais solidário do que este. Um vai para o hospital, o clã segue-lhe o rastro. Montam o acampamento à porta e só de lá saem quando o doente recuperar. Já os vi acampados numa rotunda, sentados em mesas de plástico a grelharem febras em assadores e a estender a roupa num outdoor do Paulo Portas.

Ao segundo dia Cavaco Silva faria uma declaração ao país da parte de trás de uma Transit no meio de uma montanha de edredões e jogos de cama a dizer que tudo não tinha passado de uma brincadeira.

Na revolta unem-se, não costumam perdoar, emudecer ou fraquejar. Normalmente com resultados violentos. Daí o espanto com que assisti ao desenrolar dos acontecimentos em França. A aparente passividade do acto. A revolta calada. Uma resignação ensurdecedora.

Os ciganos, muitas vezes acusados de falta de civismo e desordem, tiveram um comportamento em França que só consigo equiparar ao que vejo em documentários sobre a II Guerra Mundial, quando milhões de Judeus, e no meio deles milhares de ciganos, foram deportados, contra sua vontade, desesperados mas em fila, revoltados mas ordenados até acabarem amontoados num vagão sujo e frio a caminho da tortura e morte. Só por serem Judeus. Só por serem ciganos. Tudo isto aconteceu. E parece não ter servido de lição. Outros tempos. Métodos diferentes. Politicas com outros nomes. Comportamentos assustadoramente semelhantes.

Enquanto escrevia estas palavras votava-se no parlamento português um protesto contra as medidas tomadas por Sarkozy. Toda a direita e o PS (de quem já ninguém espera nada), salvo raras e honrosas excepções, votaram contra. Preferiram esperar e andar a reboque da UE e das suas deliberações, como lacaios sem vontade e identidade própria, sem orgulho ou humanidade, a terem a coragem de repudiar a atitude do chefe de Estado francês em relação ao povo cigano.

Senti vergonha de ser português. Senti vergonha de ter no meu país um Governo e uma classe política que na sua grande maioria agiu de uma forma profundamente cobarde e serviçal. E se para ser europeu é preciso ser isto, prefiro ser só português.

 

Via Sem Reféns



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Sexta-feira, 17.09.10

Festa da cerveja em Munique

 

Oktoberfest (Festa da Cerveja) de Munique que atrai anualmente cerca de seis milhões de visitantes à capital da Baviera, é inaugurada no sábado com o habitual desfile de trajes regionais, à passagem dos seus 200 anos.

A “Wiesn” (prado), como dizem os bávaros, é sobretudo um grande evento comercial, “com grande projeção sobre a economia bávara”, que rende ao Estado livre cerca de 830 milhões de euros, segundo o ministro das finanças local, Martin Ziel.

Os principais beneficiários são os hoteleiros, o comércio local, e sobretudo as cervejeiras, que investem este ano 324 milhões de euros nas sua gigantescas tendas, aproveitando o facto de só se poder vender cerveja bávara na festa, com base num decreto promulgado há 20 anos.

Na realidade, porém, das seis marcas de cerveja bávaras, quatro já pertencem a grandes consórcios internacionais: a Lowenbrau e a Spaten pertencem à firma Anheuser-Busch, de capitais americanos e belgas, a Hacker-Pschorr e a Paulaner pertencem aos holandeses da Heineken.

Mas depois de beberem duas canecas de litro de cerveja, enfiados nos tradicionais calções de couro, os bávaros até se esquecem disso, se é que o sabem, comentava um jornal local.

O preço da caneca de litro de cerveja oscilará, este ano, entre os 8,30 e os 8,90 euros, apesar da crise, porque festa é festa, e nesta altura ninguém hesita em abrir os cordões à bolsa, muitos menos os turistas japoneses, italianos, ingleses e de outras partes do mundo.

Este ano, a novidade é uma cerveja para comemorar os 200 anos da Oktoberfest, ao preço de 8,80 euros o litro.

Além disso, para evocar a história do evento, haverá uma corrida de cavalos a puxar as tradicionais carroças engalanadas, como nos primórdios da festa.

Tudo começou em 1810, com o faustoso casamento do Rei Luís da Baviera com a Princesa Teresa Carlota Luísa da Saxónia-Hildburghausen, pretexto para uma grande festa em que nobres se misturaram com camponeses, e de uma corrida de cavalos “para animar as excelências e o homem comum”, como rezam as crónicas da época.

Outra novidade do jubileu é a entrada em vigor da proibição de fumar em recintos fechados, decidida este verão num referendo realizado na Baviera.

Para os donos das cervejarias, trata-se de um problema difícil de resolver, porque quem sair de uma das tendas superlotadas para fumar um cigarro, terá muitas dificuldades em regressar ao seu lugar, devido à grande afluência.

Além disso “não vai ser fácil, por exemplo, explicar a um australiano embriagado, que não conhece tais restrições no seu país, porque é que não pode fumar na tenda”, disse Manfred Newrzella, diretor da Associação das Cervejeiras de Munique.

Para superar este novo obstáculo, os organizadores da Oktoberfest 2010 contam com a proverbial descontração e capacidade de improvisação dos bávaros, considerados uma espécie de “ramo latino” entre os alemães.

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 04.08.10

Caroline Welz, isto sim é um mulherão!

 

Não é fácil viver com 2,06m de altura, sobretudo quando se gosta de usar saltos altos. Que o diga Caroline Welz, com 24 anos de idade. A mulher mais alta da Alemanha tem de enfrentar o quotidiano com diversos obstáculos que a impedem de ter uma vida semelhante à dos outros.

Além de nunca passar despercebida nas ruas, tem de gastar mais dinheiro do que muitos de nós para poder ter a mesma qualidade de vida.

Acha que não? Então conheça alguns dos inconvenientes por se ser demasiado alta:

Calçar o 48, como Caroline calça, com ou sem saltos, obriga a mandar fazer os sapatos de encomenda;

Por ter pernas de 1,30m, as suas calças também têm de ser feitas de encomenda;

Não há porta por onde queira passar que não obrigue Caroline a baixar-se
Não há porta por onde queira passar que não obrigue Caroline a baixar-se
 

 

O carro que conduz não pode ser qualquer um. Caroline tem de se ficar por modelos específicos, com espaço suficiente para as pernas;

Também algumas mobílias da sua casa tiveram de ser feitas à medida;

A juntar a estas facturas demasiado penosas, acresce ainda a dificuldade que tem em arranjar namorado ou até em flirtar ocasionalmente. Ela já nem se importa com a possibilidade de ter um namorado mais baixo, a única exigência que faz é que o rapaz tenha no mínimo 1,90m.

Homens intimidados por mulher gigante (vídeo)

 

O vídeo que se segue (que desde já peço desculpa por ser em alemão) mostra bem como alguns homens fogem a sete pés de uma mulher assim tão alta.

Neste vídeo, a produção de um programa televisivo alemão pediu a Caroline que abordasse homens na rua, perguntado-lhes as horas e depois convidando-os para um café.

A reacção imediata da maioria deles foi afastarem-se, com ar assustado, dizendo que não podiam, simplesmente porque estavam perante uma mulher gigante.

Apesar de tudo, Caroline é uma mulher sempre bem disposta e, segundo diz no vídeo, feliz.

 

 

 


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Sexta-feira, 26.02.10

Fim dos Scorpions

 

 Os Scorpions preparam-se para pôr fim a 40 anos de carreira com um álbum e uma longa digressão, mas sabem que a despedida vai ser dolorosa e insuportável, disse o guitarrista Matthias Jabs à agência Lusa.

A banda rock-metal alemã anunciou em janeiro que iria acabar, mas a razão não teve a ver com conflitos ou desentendimentos entre os músicos.

"Em vez de nos dizerem daqui a dez anos que estamos velhos, é melhor acabar agora com classe e estilo. Ainda estamos saudáveis, em boa forma e a parecer mais novos do que somos", sublinhou Matthias Jabs, 54 anos, 32 dos quais passados nos Scorpions.

Podem já não ter o mesmo fulgor de há décadas, podem alimentar ódios de estimação, mas as baladas rock e os temas mais pesados têm um público fiel que atravessa várias gerações. "São três gerações: os que estão connosco desde o primeiro dia, os seus filhos e agora miúdos de 12 anos, 14 anos, que nos vêm no Youtube, que conhecem músicas muito mais velhas do que eles", constatou.

A decisão de terminar foi tomada já quando os Scorpions tinham concluído o álbum "Sting in the tail", a editar em março.

"O manager ouviu o álbum, achou que estava ótimo e sugeriu-nos que devíamos pensar em terminar a nossa longa carreira, com uma longa digressão, que nos levasse a todos os sitios onde tocámos antes", recorda o músico.

A banda aceitou a sugestão e embarcará em março numa digressão mundial que percorrerá grande parte dos países onde tocou em 40 anos de carreira.

Matthias Jabs garante que os Scorpions estarão em Portugal no final deste ano ou no verão de 2011, regressando a um público que o tem acolhido sempre com simpatia - "os fãs portugueses são muito sensíveis".

A partir de março, serão cerca de três anos na estrada em despedidas sucessivas junto de diferentes públicos.

"Para ser franco, anunciamos já o fim para que as pessoas não venham depois dizer que perderam um concerto. Não vamos fazer como os Kiss que acabam e depois voltam à estrada. Quando acabármos, acabamos mesmo", avisa o guitarrista.

A decisão está tomada, mas Matthias Jabs admite que "vai ser muito difícil, vai ser terrível".

"O último dos últimos concertos, que ainda não sabemos onde será, provavelmente vai ser insuportável, muito triste", antecipa.

Sobre o novo álbum, o músico diz que é possivelmente o melhor que já fizeram, é um disco para celebrar, que não esquece as baladas rock, como a que encerra o alinhamento, ao melhor estilo dos Scorpions.

"Chama-se `The best is yet to come´, e agora que vamos acabar até ganha outro sentido, não é?", pergunta Matthias Jabs.

Quando tudo terminar, o quinteto liderado por Klaus Meine ficará com um currículo com mais de cem milhões de discos vendidos em todo o mundo, uma discografia que inclui, por exemplo, um álbum acústico gravado em Lisboa, e muitas recordações.

"Eu lembro-me do dia em que ensaiei para entrar na banda, do primeiro concerto, das pessoas que conhecemos, de todas as religiões e raças. Foi uma vida fantástica e muito rica. A memória mais forte será, afinal de tudo, o último concerto de todos", adianta.

Depois disso, Matthias Jabs sabe o que vai fazer.

"Depois do último concerto, onde quer que seja, não vou apanhar o avião para ir para as Bahamas. Não quero andar de avião, quero evitar os aeroportos, deixem-me em paz. Vou passar a andar de carro e vou continuar a fazer música, nem que seja a tocar guitarra em casa", garantiu.

Via Ionline

 



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Sexta-feira, 20.11.09

 Sexo na varanda

 

Um casal alemão, de 21 e 32 anos, foi multado por um tribunal de Leipzig, na Alemanha, por fazerem sexo, diversas vezes, na varanda. Os pombinhos apanharam uma multa de 2100 euros e por pouco não foram presos, depois de os vizinhos se sentirem incomodados.

 

O jornal alemão «Bild» diz que o casal foi apanhado por cinco vezes pelos vizinhos, que se mostraram indignados com a indecência do casal.

Os dois garantem que não sabiam que estavam a ser observados, mas os vizinhos garantiram à polícia que o casal mantinha relações, logo pela manhã e andavam nus pela varanda.

 

Via IOL



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Terça-feira, 06.10.09

 Leica, made in Portugal

 

Todos os mitos guardam segredos e a Leica não é excepção. A marca nasceu em 1920 e, com a ajuda de Cartier-Bresson, tornou--se mítica poucos anos depois. Mas a Alemanha deixou de ser o país de fabrico por excelência quando, nos anos 70, foi preciso encontrar mão-de-obra barata.


Nessa altura, Portugal bateu a Irlanda e a Tunísia como berço da nova fábrica. Muitos funcionários então contratados nunca mais deixaram a fábrica e hoje metade dos mil técnicos Leica têm morada em Famalicão. "As pessoas acham que a grande capacidade de execução está na Alemanha", explicou ao o fotógrafo Pedro Letria. A suposição não podia estar mais errada. É em Portugal que se produzem as peças e se montam as máquinas quase na totalidade. Mas a experiência de usar a etiqueta "made in Portugal" na série R não resultou: depois de perdas de 30% nos EUA e Japão, a Leitz (empresa que produz as Leicas) preferiu colar-se à etiqueta regular alemã. Letria explica: "Não é que desvalorize dizer 'made in Portugal', mas valoriza dizer 'made in Germany'."

A era digital foi um tiro certeiro na mítica Leica, mas o renascer do mito vai contar com a preciosa ajuda portuguesa. Na sexta-feira marca-se um mês do lançamento da M9, a nova Leica que Letria diz "que vai conseguir convencer os consumidores". Os preços exorbitantes afastam as carteiras comuns, mas o novo modelo oferece o melhor do digital e o melhor da Leica. "Com uma Leica, quando se faz clique está a ver-se o momento captado, o fotógrafo sabe que captou o que realmente queria."

Mais de 30 anos depois, a Leitz também conseguiu captar o que queria. No website, classifica os seus técnicos como "seres humanos maravilhosos", ainda que não refira que estes são, na sua maioria, portugueses. Se o segredo português fosse quebrado existiria o mito? Talvez não. Mas a reinvenção desse mito está em mãos nacionais: em poucas semanas, a fábrica do Norte já tem quase 20 mil peças Leica encomendadas.

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 07:55 | link do post | comentar

Terça-feira, 28.07.09

Sexo sem limites nos bordeis alemães.

 

Um novo tipo de bordel, em que os clientes podem ter sexo à vontade por um único preço, é uma mais recentes atracções da Alemanha, onde os bordéis são legais, mas está a causar muita polémica.

Há um bordel com o slogan: "sexo com todas as mulheres, quando e como você quiser". Outros prometem "serviços ilimitados", incluindo sexo em grupo, por 70 euros.
Políticos e activistas dos direitos humanos acusam os estabelecimentos de atentar contra a dignidade humana.
Numa mega operação realizada no domingo, cerca de 700 polícias inspeccionaram casas do género em quatro cidades alemãs, prendendo 10 pessoas. Já havia suspeitas de que os estabelecimentos empregavam prostitutas estrangeiras sem permissão de trabalho e que não prestam contribuição ao Estado.

Pode estar por dias o fim dos bordéis com sexo ilimitado e a preço único na Alemanha. E alguns políticos mais conservadores querem mesmo proibir todos os tipos de bordel.

 

Via ionline

 



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Quinta-feira, 23.07.09

Preso por sexo desprotegido

O Tribunal de Wuerzburg na Baviera, Alemanha, condenou hoje a oito anos de prisão, um seropositivo que teve relações sexuais desprotegidas com três mulheres, sem lhes dizer que tinha contraído o HIV. Contudo, nenhuma das mulheres ficou infectada.

O juiz confirmou  também o crime de grave abuso sexual de menor, visto uma das vítimas ter na altura apenas 13 anos.

Em 2007, o homem foi condenado a cinco anos e seis meses de prisão por delito idêntico cometido sobre seis mulheres. Esta pena foi incluída na pena agora aplicada.

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 15:27 | link do post | comentar

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