Domingo, 08.08.10

O que todas as mulheres deviam saber sobre as imagens das revistas: Nem a maior das dietasou as inúmeras operações de estética serão capazes do toque de um mago chamado"Photoshop".

As adolescentes são facilmente manipuláveis e moldáveis. Não é por acaso que é em tenra idade que começam a ser recrutadas para as agências de modelos, sob o sonho da beleza e fama fáceis e em programas que as fazem sonhar alto de mais, com uma vida que tem muito pouco deglamour, aquilo que maior parte delas não imagina.

Até nós, mulheres adultas e à partida de cabeça bem organizada e estruturada, somos desde miúdas bombardeadas pelas imagens fantásticas das modelos magras, com um corpo perfeito, sem rugas e celulite. Garanto-vos, eu própria tenho cuidado com a minha imagem e até sou algo "fanática" com os cuidados que tenho com o meu corpo, mas desde o momento em que me apercebi que não havia uma única imagem que não fosse altamente retocada pelas mãos milagrosas, não de Deus, mas de um programa chamado "Photoshop", apercebi-me e concluí de vez que NADA, nem NINGUÉM é realmente aquilo que aparenta ser nas mais prestigiadas revistas de moda, socialite e mesmo saúde e bem-estar

 

Para ler, ver e digerir

 

Jean Kilbourne , escritora, cineasta, argumentista é reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho sobre a forma como o sexo feminino é tratado em publicidade. Além de falar do corpo da mulher como objecto de desejo e manipulação, Kilbourne também critica ferozmente a promoção do álcool e do tabaco e as aparentes imagens de felicidade que estes produtos prometem.

Todos os seus filmes, palestras, aparições públicas e presenças em programas de televisão - como o sobejamente conhecido "Oprah Winfrey Show" que passa diariamente no canal SIC Mulher - foram vistos por milhões de pessoas.

Se eventualmente ainda não teve oportunidade de ver nenhum, deixo-lhe alguns excertos do último "Killing Us Softly - 4", um filme que nos dá um novo olhar sobre a realidade distorcida dos actuais ideais de beleza femininos e a forma como estes estão a destruir a verdadeira feminilidade.


O sexismo, os distúrbios alimentares, os estereótipos redutores da realidade, a perceção da beleza e a sexualidade, são tudo temas abordados, uma vez mais pela autora, que põe a nu a forma como a publicidade trata o sexo feminino como objeto, e trabalha a beleza manipulada em programas de edição de imagem.

Pior  é ver como as falsas aparências põem em risco a saúde física, mental e verdadeira auto-estima das mulheres em todo o mundo. Há décadas que as mulheres lutam contra falsos esteriótipos apresentados pelas modelos das capas de revista que, na sua maioria, estão muito longe de ser a perfeição que aparentam. Isto sem falar nos milhões que movimentam em todo o mundo.

Curriculum Vitae - Jean Kilbourne

 

Nomeada pela "The New York Times Magazine" como uma das mais famosas oradoras do país, Kilbourne é lincenciada em inglês, pela Universidade de Wellesley e doutorada em educação pela Universidade de Boston. Após a licenciatura ganhou uma bolsa por Wellesley, que lhe permitiu passar três anos na Europa e trabalhar para a British Broadcasting Corporation em Londres.

É membro honorário do Centro para as Mulheres Wellesley desde 1984. É ainda autora do livro premiado "Can't Buy My Love: Como a publicidade muda a maneira de pensarmos e sentimos", e co-autora de "So Sexy So Soon: The New Sexualized Childhood", e "O que os pais podem fazer para proteger seus filhos". Os filmes premiados com base nas suas palestras incluem "Killing Us Softly" (que já vai na quarta edição), "Spin the Bottle" e "Slim Hopes".

 

 

 

Via A vida de Saltos Altos



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Sábado, 03.07.10

O facebook começa a cansar

 

Um em cada cinco adolescentes está farto do Facebook, revela um inquérito feito pelo site de jogos roiworld.com a 600 adolescentes entre os 13 e os 17 anos de idade. Esta faixa etária começa a demonstrar sinais de fadiga, e diz já não utilizar o serviço ou estar a perder o interesse.
Do grupo que decidiu abandonar o Facebook, 45% diz ter perdido o interesse, 16% desiste porque os pais também têm conta, 14% diz que há demasiados adultos na rede e 13% estão preocupados com a privacidade da sua informação pessoal.
Apesar destes dados o inquérito revela que o Facebook ainda é a rede social mais popular entre os adolescentes - 78% tem um perfil criado e 69% acede regularmente ao serviço. O YouTube vem em segundo com 64%, seguindo-se o Myspace e o Twitter, com 41% e 20% respectivamente. 
O estudo também demonstrou que os jogos no Facebook são uma das principais razões pela qual os adolescentes se mantêm nesta rede social – jogam durante metade do tempo que passam nesta rede social. 43% afirma já ter gasto dinheiro com estes jogos, seja na compra de moeda virtual, ou num dos mais variados produtos ou serviços que é possível adquirir hoje em dia.

 

Consulte o estudo completo aqui

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 10:00 | link do post | comentar

Quarta-feira, 07.04.10

A morte e as pulseiras do sexo

 

As raparigas foram violadas e mortas na noite de sexta-feira, 2 de Abril, em Manaus, a capital do estado brasileiro de Amazonas.

O corpo de uma das jovens foi encontrado numa rua do bairro de Valparaíso, na zona este de Manaus, com duas pulseiras partidas ao seu lado.

Na madrugada seguinte, no sul da cidade brasileira, outra adolescente de 14 anos era encontrada sem vida no quarto de um motel. Ao seu lado estavam seis pulseiras partidas, as mesmas que o seu pai a proibira de usar.

E não lhe faltavam motivos. No estado do Paraná, no outro extremo do país, um juíz proibiu a venda e uso de "pulseiras do sexo" por parte de menores, depois de uma rapariga de 13 anos ter sido violada por vários rapazes, aparantemente também por causa das pulseiras.

As pulseiras coloridas de silicone, que podem ser compradas no Brasil por cerca de 2 reais (80 cêntimos), estão a ganhar a desconfiança de pais e professores. Aparentemente, a cada cor corresponde um jogo erótico, mas nem todos os adolescentes têm conhecimento destes significados e usam as pulseiras sem qualquer conotação ou objectivo sexual.

 

Saiba a que jogos eróticos corresponde cada uma das cores das pulseiras:

 

Amarela - Abraçar
Rosa - Mostrar o peito
Laranja - Morder com carinho
Roxa - Beijar com língua
Vermelha - Dança erótica
Verde - Beijar o pescoço
Branca - Rapariga decide
Azul - Rapariga faz sexo oral
Rosa-claro - Rapaz faz sexo oral
Preta - Sexo
Dourada - Todos de cima

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 20:53 | link do post | comentar

Sexta-feira, 26.03.10

sexting

 

No Iowa, Jorge Canal faz parte do registo de criminosos sexuais porque, aos 18 anos, foi condenado por distribuir material obsceno depois de ter enviado, por telemóvel, uma fotografia do seu pénis a uma amiga de 14 anos a pedido dela.

Na Florida, Phillip Alpert, então com 18 anos, foi acusado de distribuir pornografia infantil e colocado no registo de criminosos sexuais porque, depois de uma discussão, enviou por e-mail uma fotografia da sua namorada nua de 16 anos para dezenas de pessoas, incluindo os pais dela.

Na maior parte dos estados, os adolescentes que enviam ou recebem fotografias sexualmente explícitas por telemóvel ou computador - prática conhecida como "sexting" - arriscavam, até agora, ser acusados de posse de pornografia infantil e passarem a constar no registo de criminosos sexuais durante décadas.

Porém, existe o consenso crescente entre advogados e legisladores que as leis da pornografia infantil são um instrumento demasiado inflexível para lidar com uma cibercultura adolescente em que todos os tipos de imagens sexuais circulam em sites como o MySpace ou o Facebook.

No ano passado, Nebrasca, Utah e Vermont alteraram as suas leis de modo a reduzir a punição aos adolescentes que tomem parte em tais actividades e, este ano, segundo o National Council of State Legislatures, outros 14 estados estão a considerar uma legislação que trate os jovens que praticam o sexting de maneira diferente em relação aos pornógrafos e predadores sexuais adultos.

Já este mês, um tribunal federal de apelo reconheceu pela primeira vez, em relação a um caso de sexting, que o promotor de justiça foi longe de mais na sua tentativa de impor padrões morais adultos. O parecer bloqueou a acção de um promotor de justiça que ameaçava acusar de pornografia infantil raparigas por aparecerem escassamente vestidas em fotografias enviadas para os telemóveis de colegas.

"Existe muita confusão sobre como regular telemóveis, sexo e adolescentes de 16 anos", diz Amy Adler, professora de direito na Universidade de Nova Iorque. "Estamos num momento de viragem cultural, não só por causa da tecnologia mas também pelo que está a acontecer em termos da representação da sexualidade adolescente, como podemos ver na série 'Gossip Girl'".

Há o risco real de que fotografias sexualmente explícitas, destinadas a serem partilhadas apenas com um amigo ou parceiro, acabem por ser colocadas na Internet e nas mãos de predadores sexuais.

No ano passado, uma rapariga de 14 anos de New Jersey foi detida e acusada de posse e distribuição de pornografia infantil depois de colocar dezenas de fotografias sexualmente explícitas onde figurava no MySpace.

O mesmo aconteceu com o caso de Canal, julgado no ano passado pelo Supremo Tribunal do Iowa. Canal tinha 18 anos quando enviou a fotografia do seu pénis erecto a uma colega de 14 anos, juntamente com outra foto do seu rosto, com o texto "amo-te" escrito na mensagem. A rapariga, identificada apenas pelas suas iniciais, pensava ter apagado a imagem mas os pais encontraram-na e passaram-na à polícia.

Tais casos, dizem os advogados, não cabem nos contornos das leis de pornografia infantil.

"A lei da pornografia infantil destina-se a proteger as crianças dos pedófilos", afirma Adler. "Embora o sexting seja insensato, não é, na realidade, o que o Supremo Tribunal tinha em mente quando delineou a lei da pornografia infantil. Não faz sentido que, em muitas das situações de sexting, o pornógrafo e a vítima sejam a mesma pessoa."

Numa medida prática, os jovens raramente são, se chegam a ser, detidos ao abrigo da lei da pornografia infantil pela prática do sexting.

Alguns dos 14 estados estão a considerar a criação de legislação que torne o sexting num delito menor, enquanto outros pensam vir a tratar o assunto como o fazem com outros delitos juvenis, como faltar à escola ou fugir de casa.

"Muitas jurisdições estão a criar um delito separado para estas situações", revela Mary Leary, professora de direito na Universidade Católica. "Estão a transferir os casos para o tribunal de família ou juvenil. Quanto mais escolhas estiverem disponíveis ao promotor de justiça, incluindo desviar o caso do sistema juvenil de justiça, melhor."

Ela e muitos outros acreditam que algumas punições criminais deviam ficar-se pelos livros de direito. Há ainda quem seja a favor da descriminalização.

"Na generalidade, isto devia ser uma questão de educação", afirma Witold Walczak, director jurídico da União das Liberdades Civis Americanas da Pensilvânia. "Ninguém contesta que o sexting pode ter consequências muito más, e nenhum pai quer ver o seus filhos a enviar imagens de nus. Mas se existem milhares de miúdos que o fazem, vamos criminalizá-los a todos?"

Uma sondagem recente concluiu que cerca de um em cada cinco adolescentes confessou já ter praticado sexting. Outra sondagem concluiu que quase metade dos rapazes em liceus mistos já viram uma fotografia de uma colega nua.

Existem dois cenários básicos. Num deles, um adolescente partilha uma fotografia de nu, geralmente com o parceiro romântico. No outro cenário, o parceiro ou, mais frequentemente, o ex-parceiro, distribui a imagem.

A nova lei no Nebrasca faz a distinção: não sancionando os jovens com menos de 18 anos que enviam a sua própria fotografia para um destinatário que dê o seu consentimento e que tenha, pelo menos, 15 anos. Por outro lado, um adolescente que passe a fotografia aos amigos pode enfrentar a acusação de pornografia infantil e cinco anos de prisão.

O caso de Tunkhannock, Pensilvânia, que produziu a decisão de dia 17, ilustra quão complicados podem ser estes casos. As fotografias foram descobertas pelas autoridades escolares, que confiscaram os telemóveis dos alunos e entregaram-nos ao promotor de justiça.

Walczak, o advogado das raparigas, planeia interpor um processo em separado acusando a escola de, ao procurar material nos telemóveis confiscados, ter violado a privacidade dos alunos.

O promotor de justiça disse aos pais dos alunos envolvidos - quer os que constavam das imagens quer os que tinham as imagens nos telemóveis - que os seus filhos poderiam ser acusados de pornografia infantil a não ser que participassem num programa pós-escolar.

O programa, dividido por sexo, envolvia testes de droga aleatórios, liberdade condicional e aulas em que as raparigas iriam "adquirir o conhecimento do que significa ser uma rapariga na sociedade actual", onde, entre outras coisas, teriam de escrever composições sobre como o que fizeram estava errado.

Apenas três, entre mais de uma dezena de famílias, recusou juntar-se ao programa - as de duas raparigas, de 12 e 13 anos, que foram fotografadas de soutien numa festa, e de uma terceira rapariga fotografada quando saía do duche com uma toalha enrolada por baixo dos seios. Os pais dizem que as fotos não são pornográficas, uma questão que nenhum tribunal considerou ainda. E não existe qualquer prova de que alguma das três raparigas tenha apoiado ou motivado a circulação das fotografias.

Os pais foram a tribunal, alegando que a acusação iria retaliar devido à recusa em juntarem-se ao programa.

"Necessitamos de leis que lidem com o sexting de uma forma mais holística, baseando-se nos factos de cada situação em particular", considera Weins, que escreveu um artigo sobre o assunto. "E não é assim que deviam funcionar as leis da pornografia infantil."

 

Via ionline



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Domingo, 07.03.10

Mãe, o meu namorado pode dormir cá em casa

 

 O tempo dos pais não é igual ao tempo dos filhos. Há três gerações, o namoro era fiscalizado no sofá da sala; há menos tempo ainda, o amor acontecia dentro de um carro, às escondidas dos adultos. Hoje os miúdos pedem aos papás para os namorados dormirem em casa. Perante o dilema, há dois grupos de pais. Os que estão preparados. E os que não estão. Ana Maria, mãe divorciada de 44 anos, sabia que esse momento iria chegar: "E chegou até mais tarde do eu esperava." Muito antes de o namorado de Sofia "fazer parte da família", mãe e filha conversaram muitas vezes sobre os assuntos do coração. 


Comunicar com os filhos é a primeira regra para os pais não serem apanhados desprevenidos, avisam os especialistas. "Falar desde cedo sobre as questões da sexualidade, afectos e cuidados a ter é uma preparação básica para esse momento", diz Maria João Moura, psicóloga da adolescência. A pergunta de Sofia chegou aos 18 anos, portanto, como mais uma etapa na vida da adolescente. E conhecer o rapaz foi um trunfo para a publicitária. O namorado aparecia para almoçar e jantar e, um dia, ficou até mais tarde: "Foi aí que surgiu o pedido, mas a minha filha já sabia que eu iria aceitar." Desde essa noite, na casa de Ana Maria, há lugar para mais uma escova de dentes e no frigorífico há também os iogurtes preferidos do namorado da filha. 

Houve fases em que Sérgio passou demasiado tempo em casa da namorada e fases em que o lugar da mãe no sofá da sala esteve seriamente ameaçado. As fronteiras foram redefinidas e agora há tempo para tudo: fins-de-semana para a filha passar com o namorado; fins-de-semana para a mãe passar com a filha e até saídas a três - a mãe, a filha e o namorado da filha.

Catarina, 18 anos, não fez nenhum pedido. Aos poucos foi mostrando à mãe que a mudança estava prestes a acontecer. Rute abriu a porta da sua casa aos amigos da filha. Catarina pedia para o namorado passar a noite quando ficava tarde: "O rapaz ficava no quarto dela e a minha filha comigo", conta a mãe de 53 anos. Uma noite, Rute acordou e a filha não dormia ao lado dela. Foi ao quarto ao lado e os dois dormiam juntos: "Foi o choque da minha vida!"A zanga saltou cá para fora no mesmo segundo: "Catarina!", gritou a mãe. Os adolescentes acordaram em sobressalto: "Nem sequer pediste a minha permissão", ralhou Rute. 

Catarina desfez-se em desculpas e, na manhã seguinte, foi a vez de a mãe também se desculpar: "Deveria ter esperado pelo dia seguinte para termos uma conversa." Mas, o arrependimento esconde mais razões. A mamã confrontou-se com uma imagem sua que desconhecia: "Eu, que sempre fui liberal, tive uma reacção intempestiva", confidencia Rute, assegurando que hoje "lida melhor" com o hóspede e as dormidas acontecem sempre com a sua autorização.

À distância de cinco anos, Rosarinho Correia, funcionária de um ginásio em Lisboa, nem se lembra "muito bem" do dia em que Carlota pediu para o namorado dormir "lá em casa". O namoro da filha durava há três anos e esse momento surgiu quando a adolescente completou 19 anos. "Muito antes disso, já o rapaz era da família", conta a mãe de 43 anos. Conhecer quem é que vai partilhar o mesmo tecto é condição para deixar qualquer mamã tranquila, mas não resolve todos os problemas: "Há sempre um desconforto, que tem a ver com a invasão do nosso espaço." A "estranheza" de encontrar o namorado da filha a tomar o pequeno-almoço na cozinha é um sentimento que nunca desapareceu: "O único pedido que fiz à minha filha foi que o convidasse nas noites em que estava a trabalhar." 

Gabriela Paiva, empresária de 56 anos, não teve de abrir a porta aos namorados das filhas. "Vou dormir em casa dele, mas não digas nada ao pai", pediram Mariana e Inês quando completaram 18 anos. A mãe não fez perguntas: "Senti-me privilegiada por me contarem." Gabriela é mãe de quatro filhos, logo passou quatro vezes pela mesma situação. 

Com os rapazes, foi diferente: "Nunca me disseram nada, mas sabia que dormiam em casa das namoradas. A única recomendação que fiz foi para terem os cuidados necessários." No caso das raparigas, as conversas sobre sexualidade começaram mais cedo: "Antes de tomarem a decisão, já tínhamos tido muitas conversas." Foi o suficiente para as filhas saberem que a mãe não iria julgá-las. E bastou para a mãe perceber que as filhas "sabiam o que estavam a fazer".

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 12.02.10

A internet, o sexo e as infidelidades

 

 Segundo um inquérito levado a cabo online com 12 mil adolescentes de todo o mundo, é mais fácil que aconteça traição quando os jovens estão na internet do que na vida real.

No inquérito, mais de 30% dos adolescentes - com idades entre os 13 e os 18 anos - admitiram manter mais do que uma relação virtual.

No estudo levado a cabo pela Habbo Hotel US, o maior site de encontros virtuais para jovens, metade dos questionados disseram que as regras do namoro se aplicam nos dois universos; contudo, três quartos do grupo revelaram que "é mais fácil namorar online, especialmente se ainda não existir conhecimento no mundo real".

Via Ionline



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Quinta-feira, 17.12.09

Sexting

 

 Um em cada seis adolescentes já o fizeram, e "sexting" é uma das palavras que a maioria dosjovens norte-americanos conhece actualmente. De acordo com um novo estudo"Adolescentes e Sexting", organizado pelo "The Pew Internet & American Life Project", ofenómeno é a razão para o aumento das contas de telemóvel. Mas do que se trata afinal?Sexting designa o fenómeno de enviar fotografias em que o dono do telemóvel está nu ouseminu a outras pessoas. 15% dos inquiridos assume ter recebido mensagens deste tipo e, num país onde 58% dos adolescentes com 12 anos e 83% dos jovens com 17 têm telemóveis, não admira que as imagens circulem pelos ecrãs de muitíssimos iPhone.

"Os adolescentes explicaram-nos que este tipo de imagens de carácter sexual tornaram-se recorrentes nas relações. Estas imagens são partilhadas como parte de uma relação sexual, ou mesmo como substitutas dessa mesma relação. E também entre amigos, como entretenimentoou piada" explicaram os investigadores. 



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