Sexta-feira, 26.11.10


Reparações caseiras pagas com sexo

Depois das universitárias que se prostituem para pagar os estudos, chegou agora a vez de brincar ao "Querido mudei a casa... E dei cabo do mestre de obras". Os anúncios de reparações pagascom sexo já chegaram a Portugal.

Sempre gostei de fazer trocadilhos de sentido duvidoso sobre os míticos "servicinhos" dos canalizadores, eletricistas, mecânicos e afins. Digamos que "desentupir os canos" ou "dar um jeitinho à bomba de óleo" são reparações que facilmente podem transportar as mentes mais brejeiras para a laracha em momentos de descompressão. A minha - e digo-o sem vergonha de admitir que de vez em quando gosto de uma boa piadola de baixo nível entre um prato de caracóis e umas imperiais - vai lá parar muitas vezes.

 

Mas do trocadilho à realidade, parece que afinal o caminho não é assim tão longo. Abro o jornal e sou surpreendida com o título: "Arranjos em casa pagos com sexo". Sem tirar, nem pôr (bom, neste caso talvez seja mesmo o contrário, mas isso fica ao cargo da imaginação de cada um...). "Homem faz pequenos trabalhos domésticos em troca de grandes mimos", lê-se num site de anúncios francês, ctiado pelo jornal "Le Parisien". Eu, que raramente me choco com estas coisas, não consigo deixar de pensar: "Ó cristo, o mundo está perdido".

 

Consta que "aproveitando o vazio legal, alguns homens propõem-se a realizar reparações ao domicílio a troco de sexo". Embora o meu primeiro pensamento tenha sido "os homens conseguem mesmo ser uns sabujos", percebi que afinal elas também não ficam atrás. Para haver negócio é preciso haver interssadas nos serviços e pelos visto há clientes... e não são poucas, garantem os entrevistados. Em Portugal, como nunca queremos ficar atrás, é óbvio que depois da notícia sair surgiram anúncios semelhantes em sites de classificados nacionais, com técnicos de manutenção dispostos a dar uso à ferramenta.

 

Haja imaginação, mas numa sociedade onde - convenhamos - o flirt e a abordagem sexual é cada vez mais liberal, serei só eu a achar que isto vai um bocadinho longe demais? Depois das meninas universitárias que se prostituem para pagar os estudos, parece que chegou agora a vez de brincar ao "Querido mudei a casa... e dei cabo do mestre de obras no fim para pagar a surpresa". Estaremos perante a prostituição dos tempos modernos? Haja dó...

 

Via A vida de saltos altos



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Sexta-feira, 22.10.10

Totalmente nuas, de pernas cruzadas e em ambiente burlesco. É assim que o atrevido grupo literário Naked Girls Reading tem conquistado fãs entre os EUA e o Canadá, provando que aleitura não tem de ser uma coisa chata.

 

 

Quantas vezes entre o mundo dos saltos rasos que me rodeia ouvi a frase: "Não tenho paciência para ler. Odeio livros!". Para quem, como eu, ler é atividade sagrada nos tempos livres, esta falta de apreço pela leitura é um verdadeiro sacrilégio. Contudo, meus queridos amigos que acham os livros chatos, deixo-vos uma pergunta: e se uma mulher, totalmente nua, vos lesse um livro, continuavam a achar a leitura algo aborrecido?

 

Michele L'Amour é a autora da iniciativa literária sem roupa
Michele L'Amour é a autora da iniciativa literária sem roupa
Naked Girls Reading

Nos Estados Unidos e Canadá a ideia provocante ganhou forma (eu diria mesmo "formas") com o grupo literário Naked Girls Reading (Mulheres Nuas a Ler). Muito resumidamente, estas senhoras despem-se de preconceitos e sentam-se em frente à plateia - de pernas cruzadas! - para ler, desde os grandes clássicos a livros de terror e suspense. Para terem noção da variedade literária destas senhoras, pelas suas sessões já passaram trechos de obras tão distintas como o célebre "Diário de Anne Frank", "Lolita", de Vladimir Nabokov, e até mesmo "Onze Minutos", de Paulo Coelho.

E assim se criam novos hábitos de leitura

 

Criadas em parceria pela showgirl Michelle L'Amour e o pelo escritor e fotógrafo Frank Vivid, as Naked Girls Reading apresentam-se sempre num cenário burlesco, envoltas em glamour e boa disposição. Desenganem-se as mentes mais rebuscadas: a pornografia, essa ali não tem lugar.

Procuradas tanto por público masculino como também por feminino, as meninas da leitura sem roupa já passaram por mais de dez cidades entre os Estados Unidos e o Canadá. Numa altura em que a Internet ganha terreno e os hábitos de leitura estão cada vez mais baixos, este estímulo é de louvar. Contudo, fica-me uma pergunta na cabeça: será que nestas sessões alguém consegue realmente prestar atenção à história?

 

Ver os vídeos aqui

 

Via A Vida de saltos Altos



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