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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Um olhar sobre o Mundo

04
Jun09

Ele ia mesmo para a forca .. não?

olhar para o mundo

Salvem-me... não quero casar!

 

O dia 23 de Maio ficará registado na família de Wu, um homem de Taiwan com 35 anos, como a data em que a sua vida deu duas grandes voltas.

 

Primeiro, o casamento. Houve festa num restaurante de Taipé com cerca de 100 convidados e bebida com fartura. O problema foi o noivo ter exagerado.

 

Depois, já em casa, começou a ficar com o rosto negro, tendo sido hospitalizado de imediato e ainda recebeu tratamento, mas não resistiu, relata o jornal Liberty Times.

 

Por enquanto desconhece-se se Wu era portador de alguma doença em particular que pudesse agravar-se com a bebida.

 

«Toda a gente estava a divertir-se. Não sabemos o que aconteceu depois», referiu Linda Chien, a organizadora do casamento.

 

Via Sol

20
Mai09

Roupa usada por mulheres jovens na origem de cancro da pele

olhar para o mundo

Roupa associada ao cancro de pele

 

Cerca de mil daqueles dez mil novos casos anuais são de melanoma, o tipo de cancro de pele mais perigoso e mortal, estima a associação.

 

Os números são similares aos de países da Europa Ocidental como Espanha, França ou Itália, para as pessoas de pele branca, mas indicam uma «incidência discretamente maior» de melanoma nas mulheres jovens, disse à Lusa o secretário-geral da associação.

 

«Há um aumento do número de casos no tronco e membros superiores das mulheres, consequência provável do tipo de tecido e design dos têxteis», disse Osvaldo Correia.

 

A moda das camisolas ou vestidos de alças, decotados ou curtos, está assim a aumentar o risco de cancro em zonas de corpo antes protegidas da exposição solar excessiva.

 

«Observa-se ainda uma redução progressiva do número de casos de melanomas nas pernas nas mulheres jovens com relação provável com o uso quase generalizado de calças desde há cerca de três décadas», apontou aquele responsável.

 

Os casos de cancros da pele têm aumentado na maioria dos países e isso relaciona-se, segundo Osvaldo Correia, com a «exagerada e inadequada» exposição ao sol e, mais recentemente, aos solários.

 

«A pele é frequentemente sujeita a choques térmicos, por vezes traduzidos em queimaduras solares, e durante várias horas», acrescentou.

 

Outra razão para o aumento da doença é a exposição solar em demasia fora do período habitual do Verão, quando a pele não está preparada para receber doses de ultravioleta intensas, como acontece em férias de Natal, Carnaval ou Páscoa, que cada vez mais pessoas passam em climas tropicais.

 

A exposição ao sol, segundo os especialistas, deve ser lenta e progressiva, começando por períodos de 15 a 20 minutos, e evitando sempre os horários críticos, em particular entre as 12 e as 16 horas.

 

Osvaldo Correia lembrou que a acumulação progressiva de exageros de exposição, ao longo da vida, e sobretudo em idades jovens, traduz-se no aparecimento de maior números de sinais de risco (nevos atípicos) e aumenta a possibilidade de cancro da pele, incluindo melanoma.

 

O médico recusa que os exageros na exposição solar resultem da ignorância: «Hoje não se pode falar de falta de informação sobre os cuidados a ter com o sol ou os solários. Tem a ver com comportamentos culturais e o exemplo dos mais velhos».

 

No Verão de 2008, inquéritos realizados em Portugal a cerca de mil pessoas à entrada das praias revelaram que 16 por cento dos inquiridos já tinham sofrido queimaduras solares nesse ano e que 68 por cento já se tinham 'queimado ao sol' no passado.

 

«Verificámos que 53 por cento das crianças com menos de 11 anos, 64 por cento dos 11 aos 15 anos e 74 por cento dos 16 aos 24 anos já tinham tido queimadura solar ao longo da vida», contou Osvaldo Correia.

 

O dermatologista considera que estes relatos fazem adivinhar um aumento da incidência do cancro de pele nos próximos anos.

 

Segundo o mesmo inquérito, só 35 por cento usava chapéu na praia, essencial para proteger o couro cabeludo, a cara e as orelhas.

 

Relativamente ao uso do protector solar, apesar de 82 por cento dizer que o colocava na praia, apenas 50 por cento já o tinha posto em casa.

 

A maioria dos protectores demora cerca de meia hora a começar a ser eficaz e deve ser renovado sempre que há contacto com a água ou se a pessoa transpirar.

 

Mas o ideal é usar uma t-shirt de tecido não poroso, de preferência larga.

 

«Para malhas mais finas ou porosas deve dar-se preferência às cores mais escuras que, apesar de se tornarem mais quentes, não permitem a passagem dos ultravioleta de forma tão intensa», aconselhou o especialista.

 

Via Sol

17
Mai09

Grávida de 66 anos lança polémica sobre fertilização

olhar para o mundo

Elizabeth Adeney, grávida aos 66 anos

 

Uma empresária britânica que engravidou aos 66 anos está prestes a tornar-se a mulher mais velha do país a dar à luz e considera que não tem de defender sua posição. Elizabeth Adeney está grávida de oito meses depois de ter feito um tratamento de fertilização in vitro na Ucrânia, avança o Sunday Mirror


 Elizabeth Adeney a firmou ao jornal britânico que a sua idade não é importante, afirmando que o que importa é o que sente «por dentro». Adeney declarou que se sente tão jovem quanto aos 39 anos e que é mais saudável do que algumas das suas funcionárias mais jovens.


«Não me interessa se vou ser a mãe mais velha do país», disse ao jornal, antes de revelar que pretende ter o filho numa clínica em Cambridge. A maior parte das clínicas britânicas não oferece tratamento de fertilização artificial para mulheres acima de 50 anos.


Adeney, que é dona de uma empresa que fabrica produtos plásticos, vai completar 67 anos em Julho. «Tenho jovens na minha fábrica e estou em melhor forma do que metade delas». «Não tenho que defender o que fiz. É entre mim e meu bebé e mais ninguém».


O médico italiano Severino Antinori, que ajudou a britânica Patrícia Rashbrook, de 62 anos, a engravidar e a dar à luz há três anos, afirmou que ficou chocado com a gravidez de Adeney.


«Respeito a escolha médica, mas acho que engravidar depois dos 63 anos é arriscado, porque não se pode garantir que a criança vai ter uma mãe para cuidar dela, ou uma família», disse o pioneiro do tratamento de fertilização in vitro para mulheres mais velhas ao jornal Sunday Times.


Mas outros médicos discordam, afirmando que a esperança de vida aumentou, e que uma mulher saudável aos 66 anos de idade pode esperar viver mais 20 ou 30 anos.


Usar o óvulo de uma doadora mais jovem reduz os riscos de aborto ou anomalias na criança, disse à BBC a médica Gillian Lockwood, do Royal College of Obstetricians and Gynaecology.


Para Lockwood seria «injusto» discriminar apenas com base na idade. «Não impedimos que mulheres muito mais jovens, com graves problemas de saúde, engravidem... Mesmo que apresentem riscos muito maiores», concluiu.

 

Via Sol

 

Podiamos aqui dizer muitas coisas, eu fico-me pela seguinte frase:

«Não impedimos que mulheres muito mais jovens, com graves problemas de saúde, engravidem... Mesmo que apresentem riscos muito maiores»

29
Mar09

Portugal Insólito:Aldeia não tem saneamento mas tem Wireless

olhar para o mundo

 

A iniciativa partiu da Junta de Freguesia local, que decidiu oferecer aos seus habitantes acesso à Internet sem fios.

Segundo explicou ao jornal O Interior o presidente da Junta, Lourenço Caramelo, defende que desta forma «a aldeia fica mais moderna e é uma forma de ficarmos mais próximos de tudo».

O autarca afirma também que este era um pedido frequente dos habitantes de Ruivós, que «não paravam de me perguntar quando é que a Internet ia entrar em funcionamento».

Lourenço Caramelo adianta mesmo que esta inovação não é para ele, na medida em que sublinha que não percebe «nada e nem quero aprender a mexer nos computadores».

Com menos de uma centena de habitantes, Ruivós passa assim a estar mais perto do resto do mundo, apesar de ainda ter dificuldades em apanhar sinal de telemóvel e não haver saneamento básico, pois «cada casa tem a sua própria fossa», sublinha o presidente da junta.

Situação que poderá continuar por mais alguns meses, acredita Lourenço Caramelo.

 

Via Sol

26
Mar09

The Husband Project

olhar para o mundo
Com medo de chegar solteira aos 30 anos, Alex Humphreys criou 'The Husband Project' ('O Projecto Marido'). Trata-se de uma ideia ligada à arte conceptual, que será apresentada na Faculdade de Arte e Design de Leeds, na Inglaterra. Nos próximos três meses, Alex Humphreys terá de procurar, encontrar e casar com o ‘homem dos seus sonhos’, e a certidão de casamento será incluída da parte documental do seu trabalho.
 
«Não quero acordar para a vida quando tiver 30 anos e pensar: ‘Oh meu Deus, estou sozinha!’. É melhor dizer que procuro um relacionamento sério, e não algo superficial», revelou, ao The Sunday Times. Os candidatos deverão ter sentido de humor e ser, pelo menos, tão altos quanto a própria Alex Humphreys.
 

Entretanto responderam ao anúncio mais de 150 supostos pretendentes, dos quais foram seleccionados 10. A estudante já começou a encontrar-se pessoalmente com os interessados e pode até ir a Chicago, nos Estados Unidos, para conversar com um dos finalistas. 

 

Via Sol

Candidatos?

 

 

19
Mar09

Velhos aos 27 anos!

olhar para o mundo

As conclusões do estudo da Universidade da Virgínia foram publicadas no jornal científico Neurobiology of Aging, citado pela BBC, e permitem planear novas estratégias para evitar a perda das capacidades intelectuais.

A solução é agir cada vez mais cedo, uma vez que se sabe agora que o pico da performance cerebral acontece logo aos 22 anos, e que aos 27 já se nota o início do declínio intelectual.

Especificamente, é aos 27 anos que os indivíduos começam a ter menos capacidade de visualizar espaços e menor velocidade de raciocínio.

Não é nenhuma tendência dramática, note-se, mas significa que a 'ginástica mental' deve ser praticada cada vez mais cedo para manter o cérebro ao melhor nível por muitos anos.

O estudo, dirigido pelo neurologista Timothy Salthouse, contou com 2 mil voluntários entre os 18 e os 60 anos, que foram testados com puzzles, exercícios de memória e outros desafios.

Em nove dos 12 testes realizados, os melhores resultados foram alcançados pelas pessoas de 22 anos. A partir dos 27, os resultados começaram a piorar, sobretudo nos puzzles.

Nos exercícios de memorização, foi só aos 37 que se notou um declínio das performances.

Já nos testes de vocabulário e de cultura geral, o saber continua a aumentar até aos 60 anos.

Segundo vários cientistas citados pela BBC, o estudo ajuda os especialistas do combate a doenças como o Alzheimer a detectar sintomas muito mais cedo e a delinear estratégias para evitar ou retardar os efeitos de várias patologias.

SOL com agências

 

Via Sol

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