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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Um olhar sobre o Mundo

12
Set09

Férias em Setembro. Fácil, barato e livre de multidões

olhar para o mundo

Férias em Setembro, barats e sem multidões

 

 Se é daquelas pessoas que preferem tirar férias em Julho e Agosto, então este texto é para si. Não sabe o que anda a perder: férias descansadas, sem multidões, preços mais baixos e pouco trânsito. Não acredita? Então continue a ler. O i foi à procura de pessoas que escolhem Setembro para fazer uma pausa e pelo caminho encontrou promoções para o último mês do Verão. Se está de férias no preciso instante em que folheia o jornal, este texto também é para si. Quem sabe não encontra novas possibilidades e lugares para ir? Por outro lado, pode sempre abanar a cabeça em jeito de concordância e comparar as suas experiências com as destes turistas que conhecem os segredo das melhores férias.

 

New York, New York Andreia Xavier tem 29 anos e é assistente de produção. Gosta de ter férias em Setembro - Agosto, nem pensar: "Odeio multidões além disso, é tudo caríssimo." 

 

Mas os preços não são tudo e a verdade é que nesta altura a vida é mais calma: "As praias têm menos gente, os restaurantes e esplanadas também. Nota- -se uma melhoria no serviço: em Agosto é impossível ir a um restaurante à beira da praia, os empregados andam a mil à hora, não dão atenção suficiente a ninguém. Agora o ambiente é melhor e até há mesas! É tudo muito mais tranquilo, não há filas para a praia, nem o stresse do trânsito do regresso das férias!"

 

Andreia vai entrar de férias dia 18, com uma viagem a Nova Iorque, numa promoção da US Airways, pesquisada com afinco no início do Verão: "Em Agosto o preço do voo para duas pessoas passava dos dois mil euros. Em Setembro pagámos 1100 euros pelos dois. Ao todo, com a estadia, ficou em 1600 euros." 

 

Sevilha, olé! Este é o primeiro ano em que Nuno Teixeira, um bancário de 28 anos, vai de férias em Setembro, mas as expectativas são as melhores: "Acho que nesta altura há mais sossego, mais atenção nos restaurantes e nos hotéis. Como há menos gente, os empregados não têm de se dividir tanto, proporcionando um atendimento mais personalizado. Não há multidões, não há trânsito, é muito melhor. "

 

Foi também com alguma satisfação e sensação de dever cumprido que percebeu que nesta altura os preços são bastante mais baixos, até no país vizinho: "Por cinco dias em Espanha - três em Sevilha e dois em Cádis - eu e a minha mulher pagámos 250 euros por estadia em dois hotéis, ambos de quatro estrelas e com pequeno almoço incluído, bem como dois bilhetes para o parque de diversões Isla Mágica. Em Julho, por exemplo, os mesmos hotéis pediam 190 euros por noite em Sevilha e 200 em Cádis. Em Setembro conseguimos por 69 euros por noite. É uma grande diferença."

 

Setembro, claro "Começou por ser uma cedência aos colegas que têm miúdos na escola e que por razões familiares preferem coordenar as férias em Agosto. Para nós, como não fazia diferença, acabavam por ficar apenas os dias de Setembro. A primeira vez foi em 2006 e desde então não falha." 

 

Pilar Luz, uma arquitecta de 33 anos, é fã inveterada desta altura do ano e explica porquê: "Em Agosto, as cidades ficam supercalmas, sem trânsito, posso ir a um restaurante da moda sem ter de fazer reserva ou ficar à espera; os dias de trabalho são mais calmos e dá para aproveitar para organizar coisas para as quais não há tempo noutras alturas. Tem também um sabor especial por poder aproveitar o Verão até ao fim enquanto o resto do pessoal já está de volta à rotina."

 

Pilar escolheu Biarritz e Madeira como destino de férias, a preços bem mais baixos: "O preço de alojamento em Biarritz desceu cerca de 15% na primeira semana de Setembro e nas semanas seguintes desceria ainda mais. A viagem para a Madeira custou 210 e em Agosto teria ficado por volta de 400 Euros, a não ser que se consiga planear e comprar com alguns meses de antecedência, o que nem sempre é possível."

 

Algarve, sempre Para Cláudio Delicado, jornalista, 28 anos, "trabalhar em Agosto é uma maravilha, porque há menos trânsito, não se paga portagem na ponte, está tudo mais relaxado e o telefone toca muito menos vezes". Como se não bastasse, "férias em Setembro são bastante mais baratas, além de, regra geral ainda estar um tempo óptimo".

 

Este ano, Cláudio vai de férias de 14 a 25 de Setembro e os primeiros dias vão ser passados em Tavira: "A estadia de uma semana no Algarve ficou por 300 euros para duas pessoas num aldeamento que custa cerca de 600 euros em Agosto e cerca de 450 a 500 em Julho. Já para não falar de algo que não tem preço: haver muito menos gente nestes locais." 

 

Além da temporada no Sul do país, está também pensada uma viagem a Itália e, apesar de não ter ainda bilhete de avião, não está preocupado: "A partir de Setembro, em especial de dia 15, há descontos muito bons, quer em voos, quer em hotéis."

 

5 promoções de Setembro

 

Costa Vicentina

Monte Novo, Odeceixe

Rume à costa alentejana, mesmo a chegar ao Algarve e ligue a José Gomes Almeida (917 762 466), o dono da casa. Quarto duplo, com pequeno-almoço: €100 fim-de-semana, €90 durante a semana.

www.casasbrancas.pt

 

Varadero

Hotel Playa Caleta

Cuba tem praias e cultura e salsa e mojitos e daiquiris e música e calor. Quer melhor argumento? Por 636 euros por pessoa, já com taxas incluídas e transfers, passe sete noites quentes em Cuba.

www.topatlantico.com

 

Hotel Memmo Baleeira, Sagres

Sítio da Baleeira, Sagres 

Este hotel de design tem uma promoção especial para Setembro: 100 euros por noite, por pessoa, com direito a pequeno-almoço buffet e uso ilimitado do memmo spa. Do que é que está à espera?

www.memmohotels.com

 

Praias do mar Vermelho, Egipto

Hotel Serenity Makadi Heights 

Por 830 euros (por pessoa com tudo incluído) pode finalmente ir ao Egipto, mas só de 15 de Setembro a 31 de Outubro. Durante seis dias nade no mar Vermelho e deite--se ao sol em África.

www.abreu.pt

 

Ilha do Sal, Cabo Verde

Hotel Belorizonte (4 estrelas)

Por 632 euros por pessoa (taxas e transfers incluídos) vai a Cabo-Verde, apanha sol e dança uma morna. Com um hotel mais modesto, de três estrelas, pode viajar com 532 euros. Mas só até Outubro.

www.netviagens.sapo.pt

 

 

Via Ionline

 

07
Set09

Topless em Portugal

olhar para o mundo

Topless com menos adeptas em portugal

 

 O direito ao tronco nu em locais públicos foi exigido recentemente por mulheres norte-americanas, devidamente despidas. Em Portugal, não há estudos nem polémicas e não há queixas. Mas nas praias há quem note menos adeptas do topless.

Enquanto o nudismo tem enquadramento legal nas praias portuguesas, o tronco nu das mulheres só tem consequências quando há queixas.

A Polícia Marítima (PM) explica que só intervém se existir uma queixa "alegando que a pessoa praticante de topless assume uma atitude de carácter exibicionista perante o queixoso".

 "No entanto, a prática de topless está de tal forma generalizada nas praias que não há registos [recentes] de queixas apresentadas em seu resultado", acrescenta a PM.

Para a socióloga Ana Cristina Santos, o vazio legal é "elucidativo e ilustra a falta de centralidade do tema, que não é considerado problemático".

Mas em alguns países gera controvérsia. No início do mês, a BBC noticiou reacções de feministas à proibição de topless nas praias artificiais de Paris.

O grupo Les Tumultueuses (As tumultuosas) distribuiu panfletos em manifestações com o slogan "Meu corpo, se eu quiser, quando eu quiser, assim como é".

A jornalista Regan Kramer, do grupo Les Chiennes de Garde (Cadelas de Guarda), considera que o topless está "demodé" devido às preocupações com a exposição ao sol, porque a sida foi um "balde de água fria na revolução sexual em geral" e porque a publicidade explora o "porno-chic".

"Fazer topless gradualmente tornou-se numa obrigação e, no fim, a perspectiva feminista passou de festejar uma liberdade recém-adquirida a rejeitar a pressão sem fim de exibir o 'corpo perfeito'", analisa.

O recente inquérito Les femmes et la nudité (as mulheres e a nudez), feito a mil francesas, referia que 31 por cento das mulheres entre os 18 e os 35 diziam-se desconfortáveis ao ver topless na praia e 20 por cento das mulheres com mais de 35 anos eram da mesma opinião.

Um dos autores do estudo lembrava, por outro lado, que as mulheres com mais de 50 anos são de uma geração que "favorece um liberalismo cultural".

Ana Cristina Santos lembra que em Portugal é "muito recente o debate da cidadania sexual, reprodutiva e íntima" mas o topless nunca foi um tema controverso e há uma "naturalização da prática".

Raquel, 35 anos, é filha de pais naturistas e mãe de duas filhas que usam todas as partes do fato de banho. Mas ela é adepta do topless "desde sempre".

Amamentar durante dois anos alterou-lhe o corpo, mas a certeza de que se sente bem fê-la continuar, ao contrário das amigas, que já não o praticam. "Sinto-me bem e se tenho as mamas descaídas, azar", diz, pragmática.

Dois nomes portugueses surgem numa petição do movimento sueco Bara Brost (Peitos à mostra), que tal como o movimento norte-americano Go Topless, defende o direito ao tronco nu feminino em locais públicos, do qual já usufruem os homens.

Uma das signatárias, Cláudia Borralho, 29 anos, explica que o movimento surgiu após a expulsão de uma piscina de duas raparigas que faziam topless.

"Os seios femininos são imediatamente associados à sexualidade. As mulheres que criaram esse movimento sabem que o direito a expor livremente as partes do corpo que os homens expõem são parte da conquista pela igualdade de género. A provocação está nos olhos de quem as observa como provocadoras e isso sim é perverso", argumenta.

Esta professora nota que, "estranhamente, as gerações mais novas têm aderido pouco ao topless" e entre o seu círculo de amigas "contam-se pelos dedos as que o fazem".

"A geração da minha mãe e da minha tia parece bem mais descomplexada no que toca aos limites da nudez e creio que este retrocesso não sucede só em Portugal", acredita.

 

Via DN

 

12
Jul09

Vai de férias para Lisboa? Leia o manual de sobrevivência

olhar para o mundo

Manual de sobrevivência para Lisboa

 

Primeiro, foram os óculos escuros: "bons e baratos", diz-me o vendedor de rua, de aspecto asiático. O sol de Julho está impiedoso, mas bastaria um olhar (des)atento para perceber que não preciso: acabei de comprar uns numa loja chinesa. E trago-os no rosto. Não são bons, mas são baratos. E servem perfeitamente o meu propósito: passar incógnito e vestir a pele de um turista em Lisboa. Antes de me virar as costas, o homem ainda investe num último negócio. "Haxixe? Good stuff, from Morroco. Do you want?" Bem-vindo a Lisboa.


É o grande lugar comum dos portugueses: se nos perguntam que tipo de povo somos, saltam-nos à boca frases feitas como "país de brandos costumes", ou "povo hospitaleiro". Os adjectivos são muitos, principalmente quando somos nós a enunciá-los. Mas será que correspondem à realidade? Encontrámos algumas respostas nos fóruns online sobre turismo, onde abundam dicas para quem quer visitar o nosso país. Portugal tem óptimos predicados para umas férias bem passadas. Mas tem também o outro lado, que leva os estrangeiros a fazerem fila à porta da esquadra de turismo, nos restauradores. O i seguiu o roteiro dos cuidados a ter em Lisboa.

Chico-espertos 10h30. Aeroporto da Portela. A esta hora não há muito movimento, por isso apanho o primeiro táxi da longa fila de tédio que consome os motoristas. Calha-me um homem diligente, que sai do carro assim que me vê, para abrir a bagageira. Tenho apenas uma pequena mochila às costas, insuflada por duas almofadas no interior. "Posso levá-la lá dentro?", pergunto num inglês trapalhão. "Pode levar onde quiser, mas aqui é melhor", responde em português, enquanto pisca o olho ao suplemento de €1,60 que se prepara para cobrar. "Hotel Roma, please."

O incidente da bagagem fica ultrapassado na rotunda do relógio, logo à saída. O motorista é simpático e esforçado. Não aprendeu inglês, mas consegue manter um diálogo. "O táxi é uma boa escola", brinca, enquanto acelera em direcção ao Areeiro, onde supostamente deveríamos virar à direita. Supostamente, porque não foi isso que aconteceu. Resultado: a corrida fica quase em 10 euros. E não ficámos à porta do hotel. "É só atravessar esta avenida, fica do outro lado", indica-nos. "Se quiser posso ir dar a volta lá à frente, mas fica-lhe mais caro." 

O dia de turista em Lisboa ainda mal começou, e é cedo para tirar conclusões. "O metro?", responde-me uma mulher, na casa dos 30, perante a minha desorientação, em plena Avenida de Roma. "Eu vou para a Baixa, se quiser venha comigo", convida-me, simpática, em inglês. Pode ter sido sorte de principiante, mas fiquei com a agradável sensação de que a hospitalidade apregoada aos sete ventos não é apenas um adjectivo vazio. Pelo caminho arrisquei uma conversa de circunstância: expliquei que era um Sérvio de férias em Portugal e que... "Sérvio?", interrompeu-me, com alguma condescendência. "Sim, Sérvio. Não faz parte da fauna da UE, eu sei. E sim, tivemos umas chatices com os americanos, mas isso já foi há mais de dez anos..."

 

 

Ler resto da noticia no ionline

18
Jun09

O que procura?.. o sexo. Fácil e sem compromisso.

olhar para o mundo

 As mulheres brasileiras e o sexo nas férias

 

Os predicados do Brasil são mais que muitos e podiam ser enumerados por ordem alfabética sem saltar letras. Fiquemo-nos pelos mais óbvios: o clima, a beleza natural do país, as praias paradisíacas, ou a folia do carnaval. Mas se perguntarmos a um grupo de homens que se prepara para umas férias em terras brasileiras o que os levou a escolher aquele destino, a resposta é unânime: o sexo. Fácil e sem compromisso. 

Depois de seis meses a viver no Brasil, "Jorge" chegou a Portugal com a sensação de quem está deslocado. "Sinto que pertenço a Fortaleza, é como se fosse a minha cidade." A convicção era tal que, poucos dias depois da chegada, este advogado de 32 anos correu para um concerto do brasileiro Netinho, no Montijo. Resultado? Uma enorme desilusão. "Uma rapariga passou por mim e eu dei-lhe a mão. Virou-se e disse-me em voz alta: "Estás-te a passar?". Era portuguesa.

Quem beija mais? Os seis meses de vida brasileira já lá vão - está cá há mais de quatro anos - mas o país da Copacabana, das caipirinhas e do samba ficou-lhe no imaginário. Desde que regressou, Jorge já foi ao Brasil cinco vezes. "Sempre com amigos", conta. E quase sempre na altura do Carnaval. As férias não são baratas - "cada um gasta uma média de dois mil euros" - mas o investimento compensa: "É uma semana de diversão em que praticamente não vamos à cama, só praia, copos e miúdas."

Numa das noites de folia, os cinco amigos fizeram até um concurso para ver quem conseguia beijar mais mulheres. Houve quem chegasse às vinte. "Muitas vezes, trocam-se beijos sem sequer ouvir a voz das mulheres. É tudo muito liberal, posso andar aos beijos com várias pessoas, chegar ao fim da noite e ir embora com uma mulher que nem beijei", garante.

A mesma opinião tem "Pedro", que também viveu no Brasil. A disponibilidade da mulher brasileira ajuda, sobretudo quando se tratam de estrangeiros generosos e com hormonas em excesso. "Basta ir a um shopping que há flirt em quase toda a parte. Um dos meus amigos, um engenheiro português, foi comprar prendas para a família. Antes de ir embora, ficou com o número de telefone da lojista", recorda. O caso não teve grandes desenvolvimentos, mas é frequente os turistas, sobretudo italianos, arranjarem "namoradas" com quem vivem romances de férias. Nalguns casos, o amor de praia não fica enterrado na areia: depois de regressarem, alguns enviam dinheiro e bilhetes de avião para as receberem no seu país de origem. 

"Chamam-se pirguetes, são raparigas que só querem estrangeiros", conta. Não são prostitutas, apesar de muitas acompanharem um turista durante a estadia, receberem presentes, jantares em restaurantes finos e dormidas em hotéis de luxo.

"É uma forma de alimentar a fantasia de poder vir a mudar a sua realidade", explica Alfredo Hervías y Mendizábal. Para o escritor espanhol radicado no Brasil há três anos, é a discrição e facilidade em ter sexo que leva muitos portugueses a atravessar o Atlântico. "Não é sexo pago, mas há muita malandrice", afirma. No Brasil a prostituição abunda, mas "tem pouco a ver com o conceito de prostituição europeu: muitas vêm no gringo [nome dado ao turista ] uma oportunidade de sair do Brasil, para outras é um troféu". No fundo, "há muita gente a sobreviver do sexo". 

 

Ver resto da noticia aqui

 

Via Ionline

02
Mai09

Até as freiras tem direito a férias

olhar para o mundo

Dois padres resolveram fazer férias no Algarve.

No entanto decidiram que estas deveriam ser mesmo férias e portanto
nada deveria identificá-los como membros do clero.

Logo que o avião aterrou dirigiram-se a uma loja de surfistas e
compraram o último grito em calções, sandálias, t-shirts, óculos de
sol etc.


Na manhã seguinte, foram até à praia vestidos como verdadeiros turistas.
Estavam sentados nas suas cadeiras de praia a tomar uma caipirinha
enquanto aproveitavam o calor do sol, quando uma loura em topless, de
fazer qualquer um perder a cabeça, se dirigiu na sua direcção.

Os dois padres não conseguiram evitar segui-la com o olhar

Quando a jovem passou por eles, sorriu e individualmente cumprimentou-os

- "Bom dia Senhor Padre" ... "Bom dia Senhor Padre", com um ligeiro
aceno de cabeça e continuando no seu caminho.

Ficaram os dois siderados, como era possível que ela os reconhecesse
como padres?

No dia seguinte dirigiram-se de novo à loja de surfistas e compraram
roupas ainda mais berrantes.

De novo os dois padres se dirigiram para a praia para gozar o sol, as
vistas e uma caipirinha.

Eis senão quando, a mesma loura de fazer perder a cabeça, desta vez
numa tanguinha ultra reveladora, se aproximou deles e os cumprimentou;

- "Bom dia Senhor Padre" ... " Bom dia Senhor Padre", após o que se
dispunha seguir o seu caminho.

O padre mais velho não se conteve e chamou-a:

- "Um momento menina"...

- "Sim?" respondeu ela, com um sorriso nos lábios bem definidos e sensuais.

- "Nós de facto somos padres e temos orgulho em sê-lo, mas como
conseguiu descobrir isso?"

- "Senhor Padre, sou eu...!!! A Irmã Amélia!!!"

 

Via Trabalhos de Larose

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