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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

13
Set09

A primeira vez, das prostitutas aos leilões de virgindade

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A primeira vez

 

 Nem é preciso explicar. Quando falamos da "primeira vez", falamos da nossa primeira experiência sexual, da perda de virgindade. Mais do que um acto físico, este é um acto simbólico, que marca a passagem para a idade adulta. Ritual iniciático que ainda hoje muitas tribos assinalam com a pompa e circunstância que a aceleração e o consumo da nossa sociedade ocidental retiraram ao evento...

Se do primeiro amor se diz que nunca se esquece, o mesmo sucede com a nossa primeira vez. Boa ou má, é sempre marcante - à semelhança da ideia de que não há segunda oportunidade para criar uma boa primeira impressão.

Falar da "primeira vez" não é apenas falar de sexo - é falar de intimidade. Ouvimos pessoas de várias gerações para perceber como evoluíu este ritual. Procurando obter um retrato-tipo de uma família, quisemos conversar com "um avô, um pai e um filho". Escolhemos um homem e uma mulher para cada idade: 80, 40 e 20 anos. Surpreendemo-nos com a abertura dos "avós" e com o "tradicionalismo" dos netos. Dos jovens com quem falámos, a média de idades da iniciação mantinha-se nuns surpreendentes 18 anos - mais tarde que a geração dos seus "pais" - e num dos casos, para esperar pela namorada.

Dos avós, que se iniciavam geralmente com prostitutas, levados pela mão do pai; das avós, que iam virgens para o casamento, sob pena de serem 'devolvidas', para quem o sexo não tinha que dar prazer, era um dever conjugal. Das amantes, que eram permitidas, embora não abertamente, enquanto as legítimas se confortavam, repetindo em voz alta "É de mim que ele gosta".

E que dizer dos actuais "leilões de virgindade", que se multiplicaram como um autêntico rastilho? O que leva uma norte-americana de 22 anos como Natalie Dylan a leiloar a sua virgindade - e mais de dez mil homens a responderem ao pedido, com licitações de 2,6 milhões de euros? O que leva um homem a (ainda) querer uma virgem? O que leva um Clube das Virgens a ser criado em Portugal no ano de 2009 por uma jovem de 26 anos? Só pode ser porque a tradição ainda é o que era - e a primeira vez continuar a ser importante.

Via Expresso

29
Ago09

Fotocópias de bilhete de identidade, todo o cuidado é pouco

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Entre as linhas paralelas deve escrever-se "entregue na loja xxxx" ou "entregue no serviço público yyyy", dependendo da situação

 

 

 

Por uma vez, um aviso a circular na Internet não é produto de uma mente criativa com demasiado tempo livre. Segundo uma fonte oficial da PSP, apesar de não existir um "alerta policial", cruzar uma fotocópia de um Bilhete de Identidade é "uma medida de prevenção que pode ser utilizada pelo comum cidadão". E é absolutamente legal.

Há cópias de BI utlizadas para abrir contas num banco, contrair empréstimos ou adquirir cartões de crédito. O prejuízo é sempre do dono do BI.

 

Via Expresso

24
Ago09

Como curar o vírus da sida

olhar para o mundo

 

19:55 Terça-feira, 11 de Ago de 2009
 

Numa altura em que o vírus da sida está na ordem do dia, seja devido à descoberta de novos meios de prevenção ou à sua total descodificação, alguns parecem ainda acreditar em formas alternativas de cura.

- "Têm cá alguém infectado com o vírus da sida?"

O profeta anuiu.

- "Gladysa", chamou, "chega aqui!"

A rapariga surgiu do meio da multidão que nos observava e dirigiu-se até nós.

- "Está cá há 3 semanas e está curada".

- "Como é que sabem que está curada?" perguntei.

- "Eu sei que está", afirmou categoricamente, "mas vamos mandá-la ao hospital na próxima semana, para confirmar".

Numa altura em que o virus da sida está na ordem do dia, seja devido à descoberta de novos meios de prevenção ou à sua total descodificação , alguns parecem ainda acreditar em formas alternativas de cura.

São inúmeros os prayers camps que se espalham pelos arredores de Accra. Face ao elevado custo dos serviços de saúde, que os torna inacessíveis a grande parte da população, estas comunidades constituem a última alternativa de pessoas que padecem das mais variadas enfermidades.

Entregam-se a um auto-intitulado profeta e aos seus assistentes, acreditando piamente que a oração as curará dos seus males.

Se rezar basta, porque é que tantos cientistas dedicam as suas vidas a tentar descobrir a solução para aquele que é, talvez, o pior vírus que alguma vez atacou a humanidade?

Via Tou cá c'uma Gana

09
Ago09

Homens: como a forma como ele conduz mostra como é no sexo!

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Diz-me como conduzes, digo-te como és no sexo! Se ainda não descobriu, temos uma notícia bombástica: a forma como ele conduz revela muito sobre a forma como ele ama. Então repare.

O Apressadinho

Apita ao da frente, apita ao de trás, apita ao do lado, e se há coisa que lhe transtorna a cabeça é ter alguém à frente. Como normalmente toda  a gente que vai na estrada tem alguém à frente, o seu percurso é um constante rol de ultrapassagens e angústias. Se lhe calhou um assim, nem pense em entrar na cama, a não ser que queira o tipo de carro, desculpe, de homem, que só pensa em si próprio, chega lá em 5 minutos, e depois ainda passa a vida a achar que é o Casanova.

O Nervoso

Estaria na categoria do apressadinho se não tivesse tanto medo de possibilidades que na maioria das vezes não acontecem: matar o polícia, atropelar um cão, meter a marcha-atrás em vez da 5ª, e galgar a faixa da esquerda enquanto está a mudar de CD. Farta-se de travar e vai aos repelões. Não espere um Marquês de Sade: nunca vai fazer nada muito original com medo de lhe desagradar, e passará o tempo todo enervadíssimo a perguntar: "Então, foi bom não foi?"

 

Via Brincos de Cereja

 

06
Ago09

aos 50 a Sharon Stone mostra os seios, continua a despertar instintos!

olhar para o mundo

 

Sharon Stone mostra os seios

"Eu tenho 50 anos. E então!", avisa a actriz norte-americana, com os seios à mostra na capa da revista francesa 'Paris Match', que sai amanhã para as bancas.

Numa entrevista exclusiva ao escritor Marc Levy com fotos de Alix Malka, disponível apenas uma parte no site da publicação, Sharon Stone afirma que "a meia-idade não é o fim da vida. Se alguém ficou chocado com estas fotos, é uma reflexão de sua própria visão sobre a idade e cabe a si perguntar-se por que é resignado". E garante: "Estas fotos não representam nada de surpreendente para mim, a minha vida não mudou aos 50 anos, eu nunca mudei".

A actriz diz que "fazer as fotos foi apenas uma diversão" com um fotógrafo que "viu quem eu sou". Sharon recusa viver em função do olhar dos outros e que esta seja uma provocação. "Acho mais chocante ver adolescentes semi-nuas nas páginas de revistas - o que não faltam por aí - do que olhar para uma mulher de 50 anos".

É a primeira vez que a loura provocante de 'Instinto Fatal' - o filme que lhe trouxe a fama em 1992, com o célebre cruzar de pernas (ver vídeo no fim do texto) -, posa semi-nua para uma revista não especializada.

Sharon Stone, mãe de um filho adoptivo de 9 anos, pôs a nu as suas curvas em 1990 na 'Playboy'.

 

Via Expresso

26
Jul09

Casamentos sem sexo..a chama apaga-se mesmo?

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Casamento sem sexo

 

As suas palavras são roucas, como se se recusassem a sair cá para fora. Uma lágrima teima em repousar no canto do olho, não seca nem chega a descer pela face. Sara, chamemos-lhe assim, raras vezes falou do segredo com que se habituou a viver há mais de oito anos. Esta é uma história verídica, feita de silêncios, que obrigam a que os nomes sejam fictícios. Sara e Jorge são um casal perfeitamente normal. Casados, dois filhos, carreiras de sucesso, boa casa, saudáveis, bonitos - uma vida feliz. Mas este casal, como tantos outros, tem afinal na intimidade um pormenor que os distingue. "Não fazemos amor há mais de seis meses. Não sei bem porquê, simplesmente não nos apetece", confessa Sara. Uma situação que não se reduz aos últimos tempos. Na verdade, há vários anos que Sara e Jorge se entendem em todos os aspectos menos na cama. "Repare, nós damo-nos bem, gostamos um do outro, não estamos zangados ou à beira do divórcio. Só que não temos apetite para o sexo."

A que se deve esta situação que se arrasta há tanto tempo? Sara dá as respostas convencionais: o trabalho, os filhos, a falta de tempo, o cansaço apagam o desejo. "E depois é uma bola de neve: quanto menos se faz, menos apetece fazer. Acho que perdi o jeito, estou gorda e feia, sei lá... E ele também não me procura, por isso deixo-me estar assim", conta. "Quando me deito na cama, a minha principal preocupação é evitar qualquer contacto físico. Um pequeno toque com o pé, uma mão nas costas, qualquer coisa destas pode ser lida como uma sedução, e isso é tudo o que eu menos quero." Mas, bem vistas as coisas, o problema parece ser mais fundo. "A verdade é que o sexo nunca foi fantástico entre nós. Desde sempre, mesmo enquanto namorávamos, parece que não encaixávamos bem, nunca foi uma loucura." Ambos tiveram vidas sexuais com outros parceiros, pelo menos Sara ficara plenamente satisfeita nas suas anteriores relações. "E ele também, acho eu", adivinha. Adivinha, porque na verdade foram poucas as vezes que ambos se sentaram para falar sobre este assunto. Nunca procuraram ajuda nem nunca se empenharam verdadeiramente em mudar a situação. "Prefiro não falar do assunto. Habituei-me a viver assim. Acho que não preciso de sexo, e ele pelos vistos também não." As coisas deterioraram-se de tal forma que, nos últimos tempos, só têm relações duas ou três vezes por ano.

Um número baixo quando comparado com a esmagadora maioria dos portugueses, que, embora não façam sexo todos os dias, fazem-no várias vezes por semana. Quem o revela é o estudo "Episex dos Portugueses", coordenado por Nuno Monteiro Pereira, feito para avaliar as disfunções sexuais dos cidadãos nacionais residentes em Portugal Continental. Nesse estudo fica-se a saber que cerca de 50% dos portugueses praticam sexo pelo menos duas vezes por semana, enquanto 27% o fazem três ou quatro vezes no mesmo período.

 

Ver resto do artigo no Expresso

11
Jul09

Vender a mãe... nua!

olhar para o mundo

Vender a mãe, ...nua

 

Um jovem neozelandês tentou leiloar na Internet fotos da mãe em lingerie. A falta de dinheiro e uma discussão entre ambos foram os motivos apresentados por Michael, de 18 anos, para tal atitude.

"Cinco fotos da minha mãe nua". Foi este o título dado pelo jovem ao material que pôs em leilão no site "TradeMe" . Devido ao conteúdo "inadequado" das imagens, o site retirou o leilão mas o jovem voltou à carga e fez uma segunda tentativa, com as fotos da mãe em lingerie e poses provocantes.

Ao todo as imagens receberam onze mil acessos antes de voltarem a ser retiradas do ar.

A mãe do adolescente, identificada como Jennifer, 44 anos, revelou ao jornal "New Zealend Herald " que, no início, ficou "chocada e irritada", mas depois até acabou por "se divertir com a situação".

Segundo o jovem, o dinheiro conseguido com a venda das fotos iria ajudar o orçamento doméstico. "Não somos ricos", explica Michael. "Só queria um dinheiro extra".

 

Via expresso

22
Jun09

Caçadores de infedilidades

olhar para o mundo

Caçadores de infedilidades

 

Nem todos foram fadados para serem detectives privados. Senão haveria homens de gabardina e escritórios fumarentos em cada esquina e a cidade seria a preto-e-branco, como nos filmes noir dos anos 40. Espiar a própria mulher, mesmo que as suspeitas de infidelidade cresçam até se tornarem tão óbvias que só apetece dizer 'dah, acorda para a vida!' não deve ser fácil, supomos.

Basta imaginar as perguntas existenciais que faz um marido desconfiado a partir do momento em que ele decide sair de casa, de óculos escuros e chapéu de feltro - Ok, estamos no século XXI, pode ser um boné de basebol - e meter-se num táxi, atrás do carro da esposa, que pela terceira vez numa semana combinou um copo com as colegas do trabalho nas docas: "E se ela me descobre?", "E se afinal vai ter mesmo com a Tareca e a Nuxa?"; "E se o acelerado do taxista bate nas traseiras do Renault, escondo-me no banco de trás enquanto eles discutem sobre quem tem a culpa?" E se ela estacionar, não perto das docas mas entrar numa garagem de um prédio das avenidas novas? O que prova isso? "Pode andar simplesmente numa consulta nocturna de astrologia", defender-se-ia o marido, perante o olhar de tédio do taxista.

Rebobinando. Em 2009, há métodos mais fáceis, e não menos infalíveis, para descobrir a (tão temível) verdade. Foi por isso que nos pusemos a pesquisar na Internet. E foi por isso que, depois de uns cliques no Google, comprámos um kit, o Checkmate, que até tem o nome da jogada final, e decisiva, de um jogo de xadrez. Teoricamente, com umas gotas e uns pozinhos é possível tirar as teimas, sem ser preciso ser um Kasparov. Faz lembrar o CSI, mas sem o glamour da série. Aqui não há batas brancas, nem detectives (voltamos a eles) com palavras sábias, que em dois intervalos e em 50 minutos descobrem o culpado através dos vestígios de ADN.

Depois de aberto o pack, que nos foi enviado pelo correio, faltava o mais difícil: convencer alguém a usá-lo para saber se resultava. Ou seja, uma cobaia. O trabalho não podia ser mais espinhoso. As nossas 'fontes' fugiram, não a sete mas a oito pés, mesmo com a garantia de que lhes alterávamos a identidade. "Mas porque me escolheu a mim? O meu casamento está de pedra e cal", a resposta não poderia ser mais clássica. Mesmo depois de alguém nos garantir que 'Carlos' (sim, não era o nome verdadeiro) há muito que desconfiava que a mulher andava a 'pular a cerca', (expressão duvidosa made in Brasil). Ao fim de dezenas de telefonemas e e-mails, lá emprestámos um dos frascos a um amigo de um conhecido que nos havia sido aconselhado por um ex-colega. Confusos? Também nós.

A experiência não poderia ser mais desastrosa. Uma semana depois, via e-mail, o tal amigo do conhecido, etc, etc, confessou-nos que à última hora não teve coragem para deitar as gotas numa peça de roupa interior, onde supostamente poderia ser detectado o sémen do amante. Nem com as nossas palavras de compreensão, e incentivo, o tal contacto não nos voltou a contactar, pelo menos até ao fecho da edição. Se ele estiver a ler isto, deve estar a encolher-se todo, ou então a rir-se às bandeiras despregadas, pois lá conseguiu enganar à grande um jornalista.

Esgotados os argumentos, decidimos enveredar pela jogada clássica. Contactámos a empresa que vende o produto em Portugal - e se vendem, pois segundo o seu representante, cerca de 300 pessoas por mês, bastante mais homens do que mulheres, compram o kit da infidelidade - e pedimos para nos fornecerem os contactos de alguns clientes para nos relatarem as suas 'investigações'. Mais um tiro bem longe do alvo. Grande parte dos tais clientes compra o Checkmate por telefone, muitas vezes através de um número não identificado, e pedem para lhes enviarem a encomenda para anónimos apartados. Aqueles que enviam os pedidos por e-mail pedem a todos os santinhos e mais alguns o máximo de sigilo. O argumento do "não publicaremos os nomes verdadeiros" revela-se tão certeiro como um remate do Nuno Gomes à baliza.

Veja o resto da noticia aqui

Via Expresso

20
Jun09

Sexo em estudo

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O laboratorio do sexo

 

É uma experiência inédita no país e marca o início da actividade do SexLab, que veio colocar Portugal no grupo restrito de países com uma Unidade Laboratorial de Investigação em Sexualidade Humana .

O projecto trabalha directamente com as respostas subjectivas e físicas de 100 voluntários de ambos os sexos, dos 18 aos 50 anos, dispostos a ajudar os investigadores a entender o papel das crenças sexuais, do relacionamento e de outras variáveis como a auto-estima, a inibição e a excitação na resposta sexual a diferentes estímulos.

Assim, enquanto os voluntários vêem os excertos, sozinhos, confortavelmente sentados num sofá, com garantia de anonimato, a equipa de cinco investigadores liderada por Pedro Nobre processa, na sala ao lado, as respostas recolhidas por aparelhos colocados nos órgãos genitais dos participantes.

"Uma das marcas inovadoras deste trabalho é a valorização de estímulos eróticos de natureza relacional, em pé de igualdade com material sexualmente explícito usado quase em exclusividade noutros projectos", explica Pedro Nobre.

No SexLab, a resposta sexual é, ainda, combinada com outros parâmetros fisiológicos como o ritmo cardíaco e a respiração, e com as respostas aos questionários sobre a percepção que cada um teve da sua própria reacção aos diferentes estímulos.

É o cruzamento desta informação que ajuda os investigadores a testar teorias e variáveis sobre sexo, como a hipótese da resposta fisiológica nas mulheres poder ser até mais rápida do que a dos homens.


Leia a reportagem publicada na Única sobre o SexLab .

Via Expresso

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