Sábado, 04.12.10

Os segredos da sedução

 

Toda a gente diz que a arte da sedução, tal como a bolsa de Tóquio, está em queda. Que agora já nem sequer há tempo para isso. Nem material que valha a pena atacar. Que os menores de 23 anos (e sabe-se lá se não mesmo os menores de 49) acham que se resume a um SMS de paixão directamente proporcional à ausência de vogais.

Mas a verdade é que eles andam aí. Os sedutores e sedutoras. Nem sequer tem que ser uma Nicole Kidman. Não, são os que andam aí ao pé de nós. A nossa melhor amiga. O carteiro. A prima Joana, que é horrorosa mas que tem admiradores a cair-lhe na caixa do correio como a nós cartas do banco. A gente olha e olha e não consegue descobrir onde está o segredo. Parece que têm íman incorporado A gente quer copiar mas connosco, não se sabe porquê, não funciona. Elas falam das férias na Carrapateira e batem a pestana e o gajo cai. A gente fala nas férias na Carrapateira e bate igualmente a pestana e o gajo desata a perseguir o empregado dos petit-fours. Porquê?

Decidimos tomar uma atitude e seguir a máxima: se não sabe, pergunte.Fizemos entrevistas exaustivas a algumas cobaias cuidadosamente selecionadas, que responderam prestimosamente na condição de se manterem anónimas (não se sabe porquê, talvez porque uma sedutora ainda tem laivos de bruxaria?) e aqui vos apresentamos os segredos de toda essa gente que anda por aí a arrancar corações como quem arranca a azeitona do vermute.

Passo-a-passo do ataque

Entrámos logo a matar: imagine que eu não dou uma para a caixa com os homens e quero ser sedutora. Que conselhos é que me daria? Há sempre desmancha-prazeres. "Nenhuns. Quando não se dá uma para a caixa com homens não adianta fazer nada a não ser esperar que apareça algum que ache graça a uma tipa que não dá uma para a caixa com os homens..." Eh...Pois... E se eu não quiser esperar?

Sair de casa é o primeiro passo, foi logo o primeiro conselho. Olha, obrigadinha. Mas admitamos que já estou em pleno bar numa sexta feira à noite farta de bater a pestana a torto e a direito à espera de um gajo que ache graça a uma tipa que (como é que era?) e nada. E então? Primeiro conselho: "Ser sedutor é uma característica, por isso dificilmente se pode ensinar alguém a sê-lo. Ou se é ou não se é." Ai que bom. Mal abri a loja vou já fechá-la.

Passo a outra cobaia: "Sê tu própria e naturalmente seduzirás alguém." Ah sim? Então por que é que até agora a coisa tem corrido tão mal? "O segredo está em gostares de ti própria, penso. É cliché, mas é verdade."

Fim da psicanálise. Conselhos concretos, não há? "Ter cabelo comprido e se possível louro. Eles são muito básicos e não resistem a uma loura." Estou a ficar um bocado desanimada com a perspectiva de obrigar as minhas sobrancelhas a enlourarem, mas enfim."Usar óculos escuros porque dá um ar misterioso, não rir histericamente em público, não parecer mais inteligente do que eles, desprezá-los: não telefonar no dia seguinte, nunca dar o primeiro passo, dizer que se vai ‘sair com uns amigos', mostrar um ar blasé mas também não demasiado blasé, porque senão a caça pode fugir."

Ai meu Deus. A caça? Não ser mais inteligente? Loira? Mas afinal estamos em que século? "Cavernas", respondeu-me logo uma. "Eles ainda não sairam das cavernas."

Mas não há ninguém que me diga qualquer coisa que não inclua prantar-me dez horas no cabeleireiro e sair um clone da Marisa Cruz (com sorte)?"Primeiro tens de gostar deles. Dos homens. Eles não significa eles todos. Tens de gostar do género masculino."

Estou a ver. De facto, eu é mais espinafres. Mas subitamente, começa a fazer sentido. "Não é evidente que a maioria das mulheres gostem do género masculino. A maioria quer um namorado ou um marido, mas não tem paciência para as coisas tipicamente masculinas. Gostar do género é gostar do que eles são: voz grossa, pêlos, músculos."

Pois. Cavernícolas. "O passo indispensável: olhá-los nos olhos. A maioria das pessoas baixa os olhos - apaga a magia - e termina ali o que poderia ser o começo de qualquer coisa muito divertida. Se sentires impacto, sorri. Com os olhos. Deixa que ele veja, porque o jogo da sedução é acima de tudo linguagem não verbal. É necessária empatia e química. Por outro lado, não se consegue seduzir sempre que se quer. Acontece."

Ó meu Deus, obrigada! Uma profissional! Adeus loirice! Adeus Marisa Cruz! Afinal tudo está dependente de meus magníficos olhos! (Pena não serem azuis...)

A primeira estocada

Agora que estou devidamente endoutrinada, aproxima-se o primeiro passo.Que emoção. Imaginem que vejo o loiro e o loiro já me viu, e mercê do meu olhar magnético e da minha subtil adoração de pêlos e músculos, consegui que não fujisse atrás do senhor dos petit-fours. E agora?

"Sobretudo, há que perceber que género de pessoa é a ‘vítima'. É do tipo que aprecia uma graça? - se bem que a experiência me diz que não há um homem que não aprecie uma mulher com humor - é do tipo que aprecia o mistério? É do tipo que aprecia a mulher discreta? Dependendo dele, eu assumo o papel e depois é só lançar charme."

Assumir o papel? Então e se ele for do estilo de apreciar pegas de caras e eu for vegetariana? Isto é mais complicado do que eu estava à espera.

"Acima de tudo, não começar a imaginar que bom seria ter um marido assim e se os filhos vão sair ao pai ou à mãe. Não compliques, não penses, não hesites. Pensa só no agora." Não sei se consigo. Não pensar é muito complicado, já dizia o Fernando Pessoa.

"Ele voltou a reparar em ti? Olha-te?" Não! Ameaça voltar-se e perguir o homem dos petit-fours! "Aproxima-te mais ainda." Mais só se lhe saltar para o colo... "Diverte-te". Não sei se consigo. "Diverte-o", Porquê? Não sou o Circo Chen...

"O olhar nos olhos é fatal mas geralmente dá asneira: ou se atrai um homem igualmente forte com quem se choca ou um xoninhas que precisa de uma rocha a quem se agarrar." Ai. Então? Já não sei se hei-de olhar para o loiro ou para o canapé de caviar. "Queres um conselho?" Sim, mas depressa que vem lá o carrinho dos doces. "Des-sexualiza a sedução. Queres mais sedutora que o sorriso do bebé para a mãe?" Descaio-me e faço beicinho. O loiro imaginário lança-me olhar horrorizado e foge entre a multidão.

Antes de escolher outro alvo, vamos ouvir o resto da dissertação que eu interrompi. Dizíamos então que a sedução não é necessariamente sexual. "Não te esqueças que fazemos isso diariamente com os nossos pais, amigos, chefes, com o homem do talho, o desconhecido ao telefone. É uma questão de sobrevivência social, afectiva, profissional, política. A sedução é apenas uma competência social que se adquire." Pois, então porque é que toda a gente me ama, os meus amigos são dedicados, o meu chefe me adora, o homem do talho escolhe para mim os melhores bifes mesmo sendo eu vegetariana, e o loiro me foge?

Aprender com Sherezade

Vamos voltar atrás. Tragam-me lá o loiro outra vez. Tragam também a cobaia experiente de há bocado, lembram-se, a dos espinaferes? O que ela diz é o seguinte: "Quando te sentes atraída, o jogo deve ser muito subtil. Não entres no território dele. A sensação de ameaça é tremendamente assustadora para eles." Ai coitadinhos. "Tu não queres casar, ter filhos, arruinar a conta bancárai dele." Só se não puder. "Tu estás ali a dizer com o olhar que ele é o homem mais atraente do mundo". Se conseguir esquecer-me do george Clooney e do Brad Pitt e daquele, como é que ele se chama, o do ‘Titanic'. "Mas não vais entrar no território dele. Estás ali e ele vai poder conquistar-te e tu brincando foges. Nada pode ser sério. Deve-se despertar o instinto de caçador dele, dar espaço ao sonho e à imaginação."

Pronto, despertei a imaginação. E agora? "Tu dás o teu telefone. Mas dizes que amanhã não estás em casa. Tu não lhe telefonas. Vais-te embora logo que a coisa comece a tornar-se interessante. Aprende com Sherezade, a mais sedutora de todas as mulheres: parava a história na parte mais interessante."

Não sei porquê, mas no que toca à Sherezade acho que devia ter mais a ver com os véus. Quanto a nós, a técnica, pelo menos, já cá canta: "Quando começares a sentir que estás tão interessada nele que vais começar a fazer disparates, imagina que tens outro de quem gostas e a quem estás a trair." Eu, a trair o George Clooney? Era lá capaz... "Garanto-te que ele vai sentir essa incerteza e isso é mesmo muito sedutor. O pai da Jackie O dizia-lhe que o segredo para ser sedutora era: porta-te sempre como quem tem um segredo." Ai Meu Deus. Parece que a minha avó regressou do Além de braço dado com o Senhor O. Avancemos uma casa, de qualquer maneira, para ver no que dá.

Ser ou não ser loira

Se calhar é qualquer coisa no meu aspecto. Já lá dizia Alexandre Frota que "quem gosta de beleza interior é decorador." Afinal, para ser sedutora é preciso ser bela? "Não. É preciso ser loira." Pronto. Voltamos à vaca fria. "Eles querem todos um troféu para exibir aos amigos, porque odeiam serem passados para trás. Só escolhem uma mulher feia quando são muito inseguros, porque preferem uma feia a não terem ninguém, ou então quando gostam verdadeiramente dela, mas para isso é preciso que a conheçam desde os três anos."

Estou a ficar cada vez mais deprimida. Mas vem lá pior. "Uma relação assemelha-se muito a uma ida às compras. Quando entras numa loja, eliminas logo o que nunca te iria interessar e deixas em mente aquilo que talvez sim. Geralmente, se já tiveste muita roupa já sabes o que te ica bem e o que não te favorece, o que te aperta debaixo dos braços e o que te faz parecer mal. A vantagem está em escolher qualquer coisa que te favoreça, que seja uma mais valia, e que eventualmente dê para conjugar com outras..."

Ai eu não acredito nisto. É melhor passar a outra área. Quem se deve evitar seduzir? "Uma mulher deve saber reconhecer aquilo a que eu chamo ‘homem com cara de quem bate nas mulheres'. São homens que, não sendo homossexuais, não gostam de mulheres. Também devem evitar os mulherengos, os viciados em shots hormonais ou que precisam intensamente de atenção."

E um melga. "Um melga não percebe porque é que não seduz, porque não está atento à linguagem não-verbal, ao desviar do olhar, ao sorriso amarelo, à impaciência... O engatatão que tenta caçar quem quer que seja, é um desesperado, e ninguém quer um tipo que quer qualquer pessoa. Também se deve evitar os indisponíveis, os carentes, os que estão à procura de uma mãezinha, o nosso melhor amigo e definitivamente, os que têm mau hálito."

E o retrato-robot do sedutor? "Confiança. Atitude. Uma voz firme e pausada. Um convite para jantar. Um ‘não tenho pressa' quando lhe perguntei se não era tarde. O olhar directo. Não ter de lhe explicar tudo. A inteligência. A cultura."

E que é dele?

Pensávam que nos estávamos a esquecer deles? Pois não esquecemos. Deixámos para o fim os heróis da fita. Sim, são eles, em pessoa, os sedutores-homens. Pormenor: tivemos muito mais sedutoras confessas do que sedutores. Por que será? Porque eles odeiam falar sobre isso? Porque são supersticiosos? Porque não entregam as armas? Em todo o caso, ainda encontrámos algumas cobaias masculinas que nos contaram alguns truques.

"Em primeiro lugar, não acredito que existam truques de sedução. Acho que é nos pequenos gestos que está a verdadeira essência."

Pois, mas mais detalhado, se faz favor. "Na maior parte das vezes, uma mulher desinibida deixa um homem pronto a fazer xixi pelas pernas abaixo. Eu pessoalmente gosto, mas a maioria dos homens prefere ser ele a apalpar terreno."

E não só. Pois, mas o que é que acontece quando eles não se mexem de onde estão? "A pedido de muitas famílias, aqui ficam algumas dicas aos candidatos a sedutores: observar a presa com um olhar fixo mas desinteressado (onde é que nós já ouvimos isto). As primeiras palavras são fundamentais. Convém levar uma primeira frase ensaiada, mas com o tempo pode viver-se da imaginação. Mais fácil será pedir  um amigo comum que os apresente, embora retire um certo charme À coisa. No caso da troca de números de telefone, esperar pelo menos três dias até fazer a chamada."

Ahhhh! Socorro! Npor favor, não façam isto em casa! Estão a ver por que é que os sexos não se entendem? Porque nós ao segundo dia já lhes perdemos o respeito todo e já estamos a achar que eles não têm tomates, e eles acham que três dias é um prazo perfeitamente aceitável para marcar um reles número de telefone!

Enfim. E mais tácticas? "Como dizer o grande Mister Mourinho (já cá faltava) temos de pensar sempre em nós próprios mas adequar a estratégia ao adversário. Jogar contra o real Madrid não será o mesmo que atacar o Carcavelinhos..."

Há quem discorde: "O verdadeiro sedutor não transforma o ritual num safari! O sedutor usa de sinceridade exagerada para atingir os fins. Ataca, mas com um fim honesto.". Ai se a minha avozinha e o senhor O estivessem aqui para ouvir isto... Nota: se alguém estiver interessada, esqueça. O rapaz é casado e bem casado.

Futebol e poesia

Ser bonita ajuda? "Claro. Mas para mim o verdadeiramente importante é que beba um gin tonic enquanto fala apaixonadamente da filmografia do Tim Burton; que tenha uma voz tão sexy como o corpo da Beyoncé; e que me convide para jantar e prepare uma lasagna de camarão. Com direito a sobremesa..."

Eh... Só isso? E porque é que a maioria dos homens não faz ideia de como se seduz uma mulher? É porque se sentem ridículos, porque estão genuinamente a leste ou porque não precisam?

"Porque partem do pressuposto errado de que o objectivo do jogo é levá-la para a cama. O homem precisa de seduzir porque está na sua natureza, mas está cansado das exigências das mulheres que são funsamentadas pelos anos de repressão que viveram."

Eh lá. E que dizm os outros? "A maior parte dos homens fala de carros, futebol ou trabalho, as mulheres querem que os homens lhes recitem poesia, escrevam linhas apaixonadas e lhes falem de mundos e sonhos paralelos. Há por aí muitos homens que não têm noção nenhuma disto, mas estes arranjam uma cachopa de aldeia e casam cedo, ou morrem solteiros gastando fortunas em call-girls."

Conclusão? Como dizia uma cobaia feminina, "eu acho que a sedução mais eficaz aparece sempre como uma surpresa. É quando uma pessoa é apanhada desprevenida que as histórias de amor acontecem. E aí, não tem nada  a ver com ser loira ou morena, esperta ou burra, alta ou baixa. É um susto, um ataque de coração. Acontece. Cada vez acho mais que temos é que estar na altura certa no lugar certo."

E se nesse dia pudermos estar sem borbulhas, melhor.

 

Via Activa



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Sexta-feira, 03.12.10

Homem com calcinhas

 

Entre as fantasias do universo masculino, talvez o mais estranho aos olhos da mulher é quando o parceiro quer ser como... ela.

 

Mas o fetiche existe e, muitas vezes, não se trata de desvio na orientação sexual. Segundo a terapeuta sexual Sylvia Maria Marzano, o que eles querem é colocar o lado feminino para fora, com o uso de lingerie ou roupas femininas. Ou ainda pode ser que façam isso apenas por curiosidade ou pelo fetiche mesmo.

 

O homem que tem esses hábitos “femininos” não é necessariamente gay. “O homossexual não quer ser mulher! Ele é um homem que gosta de outro homem. Precisamos não confundir com travesti, que veste roupas de mulheres mas têm prazer também no pênis. Um homem com orientação homoerótica só gosta de homens”, explica.

 

Sylvia é também diretora do Instituto Isexp, de São Paulo, e diz que esse desejo não deve ser necessariamente rotulado como desvio. “Para sabermos o que ocorre com cada homem que se veste de mulher precisaremos saber das circunstâncias em que isso ocorre”, explica. Segundo ela, o “travestismo” é um desvio, assim como o “cross dresser”, e nem sempre quer dizer homossexualidade. “Há uma grande discussão a esse respeito e ainda não temos uma certeza”.

Para ela, se o casal não sofre com a atitude, se ela faz parte do processo de erotização do casal, não há necessidade de procurarem ajuda profissional. “Agora, se esse comportamento estiver fazendo com que a parceria não esteja equilibrada, com um ou os dois sentindo-se culpados ou com mal-estar, é necessário que procurem ajuda, que poderá ser médico ou psicólogo”. A coisa pode virar doença se avançar para uma parafilia, ou seja, quando a pessoa que só chega ao orgasmo após prazer intenso desencadeado sempre por uma situação (seguido de mal estar).

A dica de Sylvia é que se o homem se sentir angustiado, deve procurar a terapia sexual. “Juntos, ele e terapeuta podem descobrir que conteúdos o fazem agir dessa maneira e o que faz com que ele sinta-se infeliz”.

Por Sabrina Passos (MBPress)

 

Via Vila dois



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O Androide é para meninos

 

Um estudo realizado pela Nielsen conclui que as mulheres preferem o iPhone ao Android, ao contrário dos homens que gostam mais do sistema operativo da Google.

 

A companhia de estudos de mercado revela que, na União Europeia, 32,6% dos homens com intenção de comprar um smartphone vai adquirir um com o software Android e só 22,8% das mulheres manifesta a mesma intenção. Na hora de comprar um telemóvel inteligente, o iPhone está na lista de compras de 30,9% das mulheres e 28,6% dos homens.

 

O Blackberry consegue praticamente o empate: 12,5% das mulheres e 12,8% dos homens optará por este aparelho na hora de escolher um novo telemóvel.

 

Via Ionline



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Quinta-feira, 02.12.10

E A NASA pariu uma bactéria da California

 

A janela com que procuramos vida no Universo acabou de aumentar depois de uma equipa de cientistas encontrar pela primeira vez uma bactéria que se alimenta de arsénio. A descoberta é publicada hoje na edição online da revista Science e amanhã na edição impressa, e é o mistério que a NASA revela na sua conferência de imprensa.

 

Toda a vida que se conhece é construída com base em seis elementos: o carbono, o oxigénio, o hidrogénio, o azoto, o enxofre e o fósforo. São estes átomos que fazem as moléculas de ADN, as proteínas, as gorduras que compõem as células dos animais, das plantas, dos fungos e das bactérias. 

Quando se olha para fora do planeta Terra para encontrar vida, os cientistas têm o hábito de procurar por ambientes que podem disponibilizar estes elementos. “A vida como a conhecemos necessita de alguns elementos e exclui outros”, disse Arial Anbar, um dos autores do artigo, da NASA. “Mas serão estas as únicas opções? Quão diferente é que a vida pode ser?”, questionou o cientista, citado num comunicado de imprensa. 

A descoberta feita por Felisa Wolfe-Simon, primeira autora do artigo, que trabalha no Instituto de Astrobiologia da NASA, responde esta pergunta. O artigo começa por explicar que existem seres vivos que conseguem substituir átomos específicos de moléculas raras por outros que têm propriedades semelhantes. Como por exemplo, alguns artrópodes que têm cobre em vez de ferro no seu sangue.

A cientista tentou verificar esta possibilidade com um dos seis elementos principais – o fósforo. Este átomo, que compõe a estrutura do ADN e é importantíssimo para a composição de proteínas e gorduras, poderia ser substituído pelo arsénio, um átomo maior, altamente venenoso, mas que está exactamente abaixo do fósforo na coluna da Tabela Periódica, o que indica que tem muitas propriedades semelhantes.

“Nós pusemos não só a hipótese que sistemas bioquímicos análogos aos que conhecemos hoje poderiam utilizar arsénio com a função biológica equivalente ao fosfato”, explicou em comunicado Wolfe-Simon, “mas também que estes organismo tivessem evoluído no início da Terra e pudessem persistir até hoje em ambientes invulgares.”

Para isso, a astrobióloga foi até ao lago Mono na Califórnia, rico em arsénio, para retirar amostras de sedimentos com populações de bactérias. No laboratório, colocou estas amostras numa cultura rica em arsénio e sem nenhum fósforo. Ao final de algum tempo verificou que tinha bactérias a crescer.

A estirpe que cresceu chama-se GFAJ-1 e pertence à família das bactérias Halomonadaceae. Apesar de crescer melhor em ambientes com fósforo, a equipa fez vários testes e encontrou provas que o arsénio foi incorporado no ADN e nas proteínas.

“Este organismo tem uma capacidade dupla. Pode crescer tanto com fósforo como com arsénio. Isso torna-o muito peculiar; no entanto [esta bactéria] está longe de ser uma verdadeira forma de vida alienígena que deriva de uma árvore diferente da vida”, explicou Paul Davies, um dos autores do artigo e físico teórico, grande interessado em astrobiologia, director do BEYOND Centro para os Conceitos Fundamentais de Ciência, da Universidade do Arizona, acrescentando que esta descoberta pode ser a ponta de um iceberg de diferentes tipos de vida que até agora a comunidade científica não prestou atenção.

Segundo Felisa Wolfe-Simon, o mais importante é que estes resultados voltam a lembrar a flexibilidade da vida. “Esta história não é sobre o arsénio ou sobre o lago Mono”, explicou. “Se existem seres aqui na Terra que podem fazer algo tão surpreendente, o que é que a vida ainda pode mostrar que nós não vimos?”

 

Via Público



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Casal de terapeutas sexuais dormiu com mais de 5000 pessoas

 

Um casal britânico, juntos há 20 anos, diz ter feito sexo com 5485 pessoas. Sarah Moore e Geoff Daniels estudaram terapia de sexo e afirmam que trabalham há 19 anos como "parceiros substitutos", ajudando casais a ultrapassar problemas sexuais.
Geoff já dormiu com 2162 mulheres e ajudou 49 a perder a virgindade. Já Sarah fez sexo com 3323 homens, incluindo 52 virgens, segundo o jornal The Sun.
O casal, porém, põe de parte a ideia de se tratar de prostituição. "Não somos pagos simplesmente para ter sexo com alguém por si só; não podemos ser comparados a prostitutos", afirmam, acrescentado que já ajudaram casais no Reino Unido, EUA, França e Austrália.

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 01.12.10

É aos 40 que a mulher atinge a plenitude sexual

 

A insegurança em relação ao próprio corpo e o desejo constante de mudanças é comum em mulheres de todas as idades. Mas qual é a influência desta preocupação quando o assunto é a vida sexual?
Para as mulheres que tem mais de 40 anos, nenhuma. Na verdade, elas se preocupam, mas este detalhe fica de lado e elas consideram que seu desempenho sexual está melhor nesta fase da vida. Estas informações foram divulgadas, depois de uma pesquisa encomendada pela revista Top Sante. O estudo realizado com mais de duas mil mulheres com idade acima dos 40 mostra que, embora 80% demonstrem menos confiança em relação a seus corpos, mais de 60% prefere o atual desempenho sexual do que o que tinha aos 20 anos de idade.
O resultado é surpreendente? Calma, elas explicam. Para a maioria das entrevistadas, o fato de não cuidar mais dos filhos e de cada um ter sua própria vida, gera um sentimento de liberdade que possibilita experimentar novas experiências. Para o editor da Revista Top Sante, "A aventura sexual verdadeira começa quando as mulheres já têm maturidade suficiente para desfrutar do próprio corpo e certamente isto acontece aos 40".

 

Via ParanáONLINE

 



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A nasa descobriu vida extraterrestre?

 

NASA agendou para dia 2, quinta-feira, uma conferência de imprensa sobre Astrobiologia
Na palestra, vão discursar nomes ligados à evolução das espécies ou à possibilidade de vida em Marte, o que lança a especulação sobre que descoberta ligada à astrobiologia terá sido feita. 
Na sexta-feira, a NASA divulgou a descoberta de vestígios de oxigéniodióxido de carbono emReia, a maior das luas de Saturno, pela sonda Cassini.
A conferência vai ser transmitida em directo através do site da NASA.



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Terça-feira, 30.11.10

Eu traí a minha mulher

 

"Estava casado há sete anos quando aconteceu", conta Miguel O., 34 anos, professor universitário. "Envolvi-me com uma colega. Nem sequer estava apaixonado, mas também não estava apaixonado pela Lúcia, a minha mulher. Estava farto da monotonia em que o meu casamento se tornara."

Como era um principiante nas lides da traição, foi apanhado ao final de escassos dois meses. "A Lúcia reparou em algumas ‘confusões' nas minhas desculpas e, sim, fez a cena típica de ir ver as mensagens do meu telemóvel, os emails no computador e procurar facturas nos bolsos." O casamento acabou logo a seguir. "Ela confrontou-me, e eu assumi. Não tive outra hipótese."

O que se seguiu foi ainda pior de enfrentar: "Foi o escândalo total, porque ela não se limitou a confrontar-me, contou a toda a gente: à família dela, à minha família, aos amigos. Fui crucificado. A única pessoa que me ofereceu um sofá para dormir foi o meu irmão. Todos à volta faziam questão de lembrar como eu fora filho da p.... Foi a vingança da minha mulher."

Miguel sentia-se o último dos homens. "Todos olhavam para mim com desprezo: venho de uma família muito católica e fui educado a pensar que um homem adulto tem um bom casamento e é responsável por mantê-lo." A pressão familiar foi um inferno: "A minha mãe ia tendo um ataque quando percebeu que o filho mais velho, o mais responsável, tinha enganado a mulher. Mas a Lúcia - que sempre foi uma mulher doce e até um pouco apática - estava irredutível neste ponto."

Hoje, passado um ano, Miguel tem a certeza de que foi melhor assim: o casamento nunca teria dado certo. "Acho que os homens e as mulheres traem porque não estão bem na relação. Foi o que aconteceu comigo. A seguir, nem mantive aquela ‘aventura' ou como lhe queiram chamar. Não era nada de especial. Acho que gostava da atenção."

Os ‘traidores' são uma espécie pouco original: segundo um estudo recente da Universidade do Nevada, 40% dos homens já tiveram um caso fora do casamento. Os números não mudaram assim tanto desde o famoso Relatório Kinsey, em 1950, que apontava 50% de traidores entre os norte-americanos casados.

"Sentia-me um electrodoméstico..."

Miguel é o caso do ‘traidor' clássico que trai mais ou menos porque sim, por desfastio, e que é apanhado pela mulher com a maior das facilidades. Mas há quem veja um ‘caso' como um aviso de que é melhor mudar de vida.

Foi o caso de Luís S., gestor, 38 anos. "Fui casado durante quinze anos e nunca traí a minha mulher. Não me acho um traidor por natureza. Acho, sim, que preciso de atenção. E isso foi algo que perdi quando nasceram os meus filhos."

Estamos mesmo a ouvir a troça das mulheres: ‘Ai coitadinho!' Mas a falta de atenção é uma queixa que se repete no mundo masculino: "Senti-me como um electrodoméstico na minha própria casa. Servia para ir às compras, mudar lâmpadas, pagar compras e pouco mais. O mundo da minha mulher passou a girar em redor daquelas crianças."

As consequências foram previsíveis. " O sexo foi-se tornando cada vez mais raro. Não é algo que nos apercebamos logo de início. Mas há um dia em que pensamos ‘faz três semanas que não durmo com a minha mulher'. Sei que ela estava de facto cansada. Mas uma parte de mim não aceitava isso."

"Já não amava a minha mulher"

O que é que faz alguém que não tem atenção no casamento? As nossas avós não se cansaram de nos repetir: procura atenção lá fora! Luís pensou a mesma coisa. "Mas em momento algum considerei divorciar-me. A minha mulher e os meus dois filhos eram intocáveis. Os meus amigos juravam que umas ‘aventuras' fora do casamento não faziam mal algum. Um deles disse-me: ‘Como achas que sou casado há 30 anos?'"
Era inevitável: teve o seu primeiro caso. "Durou três meses, e era apenas sexual. Acabou porque ela teve que se ausentar do País e eu nem pensei mais nisso." O segundo caso foi semelhante. "Eu achava que conseguia manter tudo sob controlo, até porque o meu trabalho exigia que passasse muitas horas fora de casa."

Não há duas sem três, já sabemos. Mas o terceiro caso estragou tudo. "Porque me apaixonei. Tão simples e tão complicado como isso." Pois... é o que acontece aos homens que pensam ter tudo sob controlo... "Tomei consciência de que não podia viver sem ela. Logo, não amava a minha mulher. Tinha um profundo carinho por ela, mas já não podia continuar naquela relação."

Não adiou aquilo que precisava de ser feito. E pediu o divórcio. "A minha mulher desconfiou que havia outra pessoa, mas nunca teve a certeza. E eu achei que era desnecessário entrar em pormenores. Acima de tudo, preocupava-me que os meus filhos estivessem bem."

"Sou um admirador do vosso género"

Há quem traia por aborrecimento, por carência, porque o casamento acabou, e há quem seja... pois: um traidor em série. Sabem aqueles sedutores a que nenhuma mulher resiste, e que lhes pagam da mesma moeda? Também encontrámos um deles. "Bem, o anonimato conta para estas coisas, mas sei que, quando as vossas leitoras lerem o meu testemunho, vão pensar ‘aquele porco'!", afirma, convictamente, Pedro C., publicitário. "Depois, pensei: será que me sinto um porco? E se responder honestamente, vão pensar ‘lá está ele a limpar a imagem, o porco'! Não posso dizer que me sinta o melhor dos homens." Mas como isso não é desculpa, cá vai a história.

Tem 36 anos e é casado há oito. Antes de se casar, namorou dez anos, com muitos ‘intervalos' pelo meio, provocados - ele assim o admite - pela sua ‘dificuldade em repelir o sexo oposto'. "Sempre fui louco pela Mónica, mas gosto de mulheres. Sou um admirador sincero do vosso género. Gosto da forma como se mexem. Da forma como cheiram. Das formas do vosso corpo e dos pequenos detalhes, como o pulso ou o dedo pequeno do pé. E há tantas mulheres genuinamente interessantes e sedutoras que andar por cá é como estar sempre a ver montras cheias de doces e não lhes poder tocar."

Pronto, chega. A gente já percebeu por que é que ele não consegue ser fiel. "Durante os anos de juventude, diremos assim, tinha mais dificuldade em controlar os impulsos de entrar na loja de doces. Por isso, durante os dez anos de namoro com a Mónica, cometi muitos ‘deslizes'. Ela soube de muitos deles, o que era normal, andávamos na mesma escola e tínhamos amigos comuns. Ela descobria, acabávamos, e passados uns meses eu estava novamente a pedir-lhe que voltasse. Chegou uma altura em que disse a mim mesmo: ‘É tempo de parares com isto, estás a estragar a tua vida, porque a Mónica é mesmo a mulher que queres e com as outras já sabes que é muito bom aquele frisson inicial, mas depois acordas na manhã seguinte e só pensas como é que sais dali o mais depressa possível.'"

"A minha mulher nunca soube de nada"

Dessa vez, fez um esforço para atinar. E conseguiu. Entrou na linha. "Decidimos casar-nos. E eu sempre atinado. Nos primeiros dois anos as coisas correram bem. Eu resistia. Tentava não olhar para as montras."

Adivinhem lá: resistiu até que lhe apareceu à frente a Sónia. "Eu e a Mónica andávamos com problemas. Trabalhava que nem um louco e sempre que chegava a casa havia discussão por causa das horas. E eis que me apareceu a Sónia, sem stresses, superatraente, divertida e que me dava uma pica descomunal. E lá me deixei ir. O sexo era do melhor."

Aquilo durou uns nove meses. "Nunca enganei a Sónia, dizendo-lhe que ia ficar com ela, mas de repente já queria deixar o namorado! É pá, este filme é que não, pensei. Entretanto, a Mónica tinha engravidado, e acabei tudo com a Sónia. Hoje, a minha filha tem dois anos e desde então tenho-me mantido na linha. A Mónica nunca sonhou da minha aventura com a Sónia."

Como é que sabe que a Mónica nunca desconfiou? "Porque a conheço há dezoito anos e, se ela tivesse sequer sonhado, as minhas camisas tinham voado todas pela janela. Mas também era praticamente impossível. A Mónica não se dá com a malta do meu trabalho." Contar-lhe é que nunca lhe passou pela cabeça. "Em que é que ia ajudar? Ela tinha uma depressão, a minha filha sofria por arrasto e instalava-se o caos. Sei que não me portei bem, mas, bolas, não sou o super-homem. Agora, estou a fazer os possíveis por andar na linha. Não tenho é a ilusão de pensar que nunca vai voltar a acontecer. Como já disse, sou demasiado fã de mulheres."

Perdoamos aos homens, não às mulheres

Os homens traem por razões diferentes das mulheres? "As razões são as mesmas: encontrar alguém que corresponda à nossa necessidade de nos realizarmos emocionalmente", explica o psicólogo clínico Joaquim Quintino Aires. "Mas a forma é diferente: a mulher constrói uma relação, o homem requer apenas uma satisfação mais imediata. Detesto dizer o que lhe vou dizer: nós somos muito mais primários." [risos]

O mais estranho é que são eles próprios a apresentar isso como argumento: desculpem lá, somos mesmo assim, é a biologia... "Pois, mas a biologia na mulher actua da mesma maneira", nota o psicólogo. "A cultura é que ainda não está do lado delas. Apesar de estarmos no século XXI, ainda continua-
mos a desculpar e mesmo a apreciar as traições masculinas e a condenar as femininas."

Como vimos nos testemunhos, há casos e casos, e nem todas as traições são iguais... "Claro. Quando entramos num casamento e depois nos apaixonamos por outra pessoa, podemos antecipar o fim do casamento. Quando traímos como um complemento ao casamento, mas não queremos sair dele, então foi por imaturidade que entrámos naquele casamento."

Mas nem todos os homens são gulosos incapazes de resistir aos doces, como Pedro C.: há homens com uma competência relacional evoluída, caso do Luís S. "Já trabalhei em consulta com homens que me procuraram precisamente porque se sentiam atraídos por outra mulher, mas que ainda não tinham feito nada em relação a isso, porque estavam muito confusos", conta Quintino Aires. "Sentiam-se muito atraídos pela segunda, mas o compromisso com a primeira era tão forte que não conseguiam desfazer um casamento que muitas vezes já não fazia sentido algum."

Não é angustiante que as mulheres ainda vivam obcecadas com o fantasma da traição? "É verdade. E fazem um raciocínio perigosíssimo para a própria mulher: ‘Ai as outras mulheres é que se metem com ele!' Como se o homem não tivesse responsabilidade no assunto, quando ele é que é o responsável, porque ele é que assumiu um compromisso com ela!"

E, agora, a grande questão: imaginemos que apanho o meu marido num caso com outra. Perdoo-lhe? "As mulheres perdoam muito", nota Quintino Aires. "Aliás, perdoam de mais. Em 20 anos de prática clínica, trabalhei apenas em dois casos em que a mulher disse ‘vou fazer só mais uma tentativa, mas, se não der, ficamos por aqui'. Na esmagadora maioria dos casos, elas desculpam-no, dizem: ‘Ah, a outra meteu-se com ele, mas ele não resistiu, mas agora queremos voltar ao que era dantes...'"

Com os homens é exactamente ao contrário: "É muito difícil para um homem confrontado com uma traição querer retomar o casamento, porque vê isso como um ataque à sua masculinidade."

 

Via Activa



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Cérebro feminino é mais activo que o masculino

 

Já se dizia que o cérebro dos homens entra em repouso com mais facilidade que o das mulheres, mas agora há uma explicação científica para isso: a actividade do cérebro é mais intensa nas mulheres do que nos homens. É por isso que eles conseguem ficar sem pensar durante um período maior de tempo.

A descoberta surgiu por acaso, quando Adriana Mendrek, investigadora canadiana do departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal e do Centro de Investigação Fernand-Seguin, estudava várias pessoas no âmbito de uma investigação sobre esquizofrenia, comparando a sua actividade cerebral. Na análise, foram estudadas 42 pessoas não afectadas por esta doença, dos 25 aos 45 anos, realizando uma tarefa com uma figura em 3D enquanto a sua actividade cerebral era medida por ressonância magnética. A medida desta actividade foi registada quando os sujeitos, de ambos os sexos, descansavam. A partir daí a equipa de Mendrek verificou que enquanto as mulheres reflectiam sobre aquilo que tinham acabado de fazer e pensavam naquilo que iriam realizar depois, os homens se limitavam a descansar. A investigadora defende que as mulheres gerem mais tarefas e têm mais preocupações, mesmo na sociedade actual, facto que pode estar ligado a uma actividade cerebral mais intensa. Resta saber quais são as medidas da actividade cerebral que definem uma ligação entre os papéis das hormonas e da pressão social nas mulheres, em comparação com os homens.



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Segunda-feira, 29.11.10

 

Morreu Leslie nielsen

O ator canadiano Leslie Nielsen, protagonista da comédia Aeroplano, morreu domingo num hospital da Florida aos 84 anos, anunciou o seu sobrinho Doug Nielsen.

O estado de saúde de Leslie Nielsen, hospitalizado há 12 dias por problemas pulmonares, começou a agravar-se nas últimas 48 horas, indicou Doug Nielsen a uma rádio de Manitoba, CKNW.

Domingo à tarde, "com os seus amigos e a sua mulher Barbaree ao seu lado, ele adormeceu e morreu", disse.

Nielsen ficou conhecido pela sua participação em várias séries de televisão norte-americanas de sucesso como "Peyton Place", "Dr Kildare", "Le Fugitif", "Kojak" ou "M.A.S.H.".

 

Posteriormente tornou-se uma celebridade a nível mundial graças à sua participação em filmes de culto na área da comédia como Aeroplano (1980), Onde Pára a Polícia (1988), Onde Pára a Polícia 2 1/2: O Cheiro do Medo (1991) e Onde Pára a Polícia 33 1/3 (1994).

 

Via Ionline



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Domingo, 28.11.10

Dama na sociedade, prostituta na cama

 

Depois de Julia Roberts, em "Uma Linda Mulher", Giovanna Antonelli, a Capitu de "Laços de Família", e Camila Pitanga - a ousada Bebel em "Paraíso Tropical", agora é a vez de Alinne Moraes retratar a vida de uma prostituta. A atriz estará na série "Amor em quatro atos", que entra no ar em janeiro de 2011, e vai deixar o seu cliente, interpretado por Vladmir Bricha, mais do que apaixonado.

 

Assim como na ficção, o final feliz também aconteceu com Bruna Surfistinha, que conheceu o seu atual marido, Pedro, justamente na noite.

 

Não é difícil encontrar homens por aí que se rendem aos encantos das prostitutas. O Vila Dois contou o caso de Estêvão Romane, que viveu um intenso amor em Nova York até descobrir que a namorada era uma garota de programa. A história foi até parar nas livrarias e recebeu o título "Eu amei Victoria Blue".

 

Muitos homens acreditam na máxima de que a mulher ideal é "princesa na vida social e prostituta na cama". Mas parece que esse conceito está caindo por terra. É o que explica Arlete Gavranic, psicóloga e sexóloga.

Durante os anos 30 e 40, a mulher não era só submissa, ela também concordava com a palavra do homem. E não conseguia expor a sua sexualidade com medo de ser recriminada pela sociedade preconceituosa. "Ela tinha medo de ser enxergada como uma mulher vulgar ou ser ‘taxada’ como uma mulher da vida e reprimia os seus desejos", diz.

Mas de lá até hoje muita coisa mudou. Parte dessas transformações se deve ao desenvolvimento da pílula. Segundo a sexóloga, o anticoncepcional oficializou não só a possibilidade do sexo sem riscos, também representou uma maneira de a mulher experimentar mais o sexo e conhecer o que realmente gosta na cama.

"Antes disso, elas usavam a tabelinha, e de forma errada, por sinal. O método foi inventado entre os judeus como uma forma de saber quando se está no período fértil para engravidar, e não o contrário. A tabelinha dá mais chances de erros do que acertos para evitar a contracepção, pois todas nós sabemos que ciclo e hormônios têm mudanças por conta de várias alterações, principalmente emocionais", detalha.

Ao mesmo tempo em que essa nova mulher descobre o prazer e permite ser mais "egoísta" na cama, ou seja, busca o prazer pessoal, ela também se preocupa como seu desempenho, e ainda em agradar ao parceiro. A sexóloga ressalta que a mulher de hoje não sofre com a repressão sexual, entretanto convive com alguns conflitos, um deles é atingir ao orgasmo.

"Quando chegam aos consultórios dos ginecologistas não tem as suas questões respondidas, porque grande parte desses profissionais não é capacitado para responder as suas dúvidas", aponta. Mesmo assim, por elas terem mais parceiros ao longo da vida - "ao invés de ser a escolhida, agora ela também escolhe" - e também por descobrir melhor o próprio corpo, a qualidade do sexo entre os casais melhorou, segundo a sexóloga.

 

Os homens, por sua vez, têm dificuldades em lidar com essas mulheres mais resolvidas e seguras sexualmente. E ainda convivem com as próprias questões sexuais que vão desde a disfunção erétilaté a ejaculação precoce, que, segundo a sexóloga, são cada vez mais freqüentes no mundinho masculino. "Hoje em dia, elas deixaram os pudores e tabus de lado, eles começam a lidar com essa nova mulher", que fala abertamente sobre sexo e não esconde mais o que quer.

Por Juliana Lopes

 

Via Vila dois



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A dieta perfeita

 

Uma pesquisa por "dieta" na secção de livros da Amazon dá 1668 resultados em português/espanhol e 58 920 se quiser inspirar-se na sabedoria inglesa. Se fizer uma ronda pelas pessoas mais próximas talvez ainda apareçam mais algumas dicas - ultimamente a "dieta dez" é das mais faladas, mas seja qual for a eleita a conversa tende a terminar com um "acredita, resulta". Investigadores da Universidade de Copenhaga põem esta semana um ponto final na corrida ao regime perfeito para perder peso. A recomendação tem muito pouco de esotérico e na ementa que dão como exemplo talvez só seja preciso substituir a "cavala em tomatada", decerto mais convidativa na Dinamarca de Thomas Larsen, especialista em nutrição e autor do estudo publicado no "New England Journal of Medicine". 

As chamadas "dietas hype", diz ao i o investigador, vão continuar a surgir todos os dias. "Umas vão ser boas, outras más." Mas os resultados obtidos com 772 famílias europeias, que participaram no estudo Diogenes, permitem um conselho robusto e intemporal. Muitas proteínas e alimentos com baixo índice glicémico contribuem para o peso certo, sem ter de passar fome ou contar calorias. O desafio é tão simples como deixar de comer pão branco e aderir à massa integral e, segundo os investigadores, poderá comer até lhe apetecer. Apesar de a amostra ser a maior de sempre, os resultados reflectem apenas seis meses. Era algo já relativamente consensual, explica Larsen, que as dietas que apostavam mais nas proteínas do que nos hidratos de carbono têm mais sucesso. A principal novidade é a importância de alimentos com baixo índice glicémico na fase da manutenção, para muitos a mais difícil.

O estudo O objectivo do estudo desenvolvido pelo grupo de Thomas Larsen era comparar as diferentes recomendações europeias no combate à obesidade com as novidades científicas na área da regulação do apetite. A ideia de envolver famílias tinha dois objectivos: perceber qual o regime que funciona melhor nos adultos (938 no total) e ver qual o impacto nas crianças (827). 

Aos adultos foi pedido que seguissem um regime de 800 calorias diárias (o valor normal está entre as 1000 e as 1500). Passadas oito semanas, tinham perdido em média 11 quilos e seguiu-se a fase mais importante: perceber que dieta prolongaria melhor os resultados, tendo pela frente um período de seis meses. O artigo na revista médica mostra que o regime rico em proteínas e baixo índice glicémico (um bom auxiliar pode ser adicionar nos favoritos a tabela de composição de alimentos do Instituto Nacional de Alimentos Dr. Ricardo Jorge) conseguiu não só ser mais eficaz como teve menos desistentes. No final dos seis meses, todos os participantes ganharam em média meio quilo, mas os que se mantiveram em regimes ricos em hidratos de carbono tiveram os piores resultados: recuperaram em média o triplo do peso. Nas crianças, os resultados foram ainda mais visíveis. No início do estudo, 45% tinha excesso de peso. Nas famílias em que se seguiu a dieta perfeita houve um decréscimo de 15% nos casos de excesso de peso.

 

Via Ionline



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Sábado, 27.11.10

Um em cada sete homens tem falta de apetite para os jogos de adultos. A culpa não é só da testosterona. Viagem a uma realidade camuflada, mas com janelas por onde espreitar. Confira o MANUAL DO DESEJO masculino e oiça o TESTEMUNHO de Bruno, 65 anos

 

 

Preliminar: este artigo é para homens. Deles se diz que só pensam em sexo. Dietas, dores de cabeça é mais com as mulheres, embora sejam elas - a amiga, a parceira, a médica - que os ouvem desinteressadamente e dão dicas. "Não me apetece. E depois?" é coisa que não se partilha nos balneários nem se confessa ao melhor amigo. Agora, o prato principal: a diminuição do desejo sexual (entusiasmo, ou tusa, na gíria), que incita um homem à exploração e à ação (a tal performance).

Na última década, a falta de desejo no masculino tem sido alvo de estudos, no mundo inteiro, e é ténue a fronteira que separa a normalidade da disfunção. Vozes sonantes da Sexologia, como a de Irwin Goldstein, editor do Journal of Sexual Medicine, advertem que a escassez de apetite não é doença. Aquele investigador americano lembra que, estatisticamente, há sempre homens nos dois extremos da curva normal: "A minoria que tem apetite a mais e a outra, que tem desejo a menos." Os homens que falaram para esta reportagem, a maioria sob anonimato, consideram-se "dentro da norma", e apenas num caso houve recurso a ajuda médica, a conselho da mulher. Mas todos admitiram que o tema ainda é tabu.

Agora, os indicadores científicos: inicialmente, as estimativas apontavam para 2% a 10% de homens com Perturbação do Desejo Sexual Hipo Ativo (PDSH). Só que, recentemente, a fasquia tem vindo a aumentar também em Portugal. Atestam-no os médicos, que recebem mais queixas. E os investigadores, cujos estudos revelam que a PDSH é a disfunção sexual mais prevalecente no masculino (15,5 por cento). A que se deve a perda de libido, ou apatia sexual, como lhe chamam os urologistas em Espanha (onde aquele valor é idêntico)? A palavra aos cavalheiros.

"O meu manifesto de não querer fazer é explícito mas discreto." António, 41 anos, um empresário casado e pai de dois filhos, com residência em Évora, conta pelos dedos as vezes que o "não me apetece" ganhou. Por estar cansado. Ou "chateado e distante", a seguir a uma discussão conjugal. "Se já estou na cama, simplesmente não alimento nem reajo a estímulos, deixo-me estar." Desculpas também se usam, e não são as dores de cabeça. Na versão masculina, o "já vou" é a solução mais à mão e António conhece-a: "Simplesmente não me deito logo, leio ou trabalho em qualquer coisa." Nada de anormal, pelo contrário: é um ato de gestão da vida conjugal. Quando o outro está sempre ao alcance, o desafio é maior. António confirma-o: "Para ter sentido, a relação sexual tem de ser desejada por ambos e espontânea. Só devem ser provocadas as condições que facilitem a proximidade [estar sem os filhos e outras interrupções, do trabalho ao telemóvel].

"ESTAR 'OFF'

Quem disse que um homem não finge? A arte da camuflagem também consta do universo de um macho. "Já me aconteceu resguardar-me ou defender-me para perceber em que filme ia entrar. É uma forma de averiguar até que ponto a parceira está mesmo disposta a entrar no elenco." Aos 49 anos, o escritor Fernando Esteves Pinto desmente o mito do "sexo não, somos casados". Admite que o desinteresse ou indisponibilidade sexual não é um drama, até porque a experiência lhe diz que "as desculpas só complicam e levantam suspeitas sobre o parceiro". O problema da iniciativa sexual no casal, assegura, tem muito a ver com o tédio e a preguiça. Mas não lhe ocorre declinar o convite da mulher: "Funciono sem grande expressão de desejo e contribuo com um desempenho maquinal."

Se dúvidas houvesse, não faltariam estudos para validar a regra: um homem está sempre pronto, é-lhe fisiológico. Cientistas alemães, da Universidade de Hamburg-Eppendorf, verificaram que, contrariamente às parceiras de longa data, os homens casados manifestavam-se predispostos ao sexo regular, em qualquer estágio do relacionamento. Mas uma sondagem do Instituto de Opinião Pública francês, com mais de mil adultos, revelou outra versão da verdade sobre os casais gauleses: um em cada seis homens (nas mulheres, mais de uma em cada três) usou desculpas para não picar o ponto. "Os homens nunca falam destas coisas entre si", avança Miguel, um gestor desportivo divorciado. Aos 47 anos, a sua dieta perfeita é "dia sim, dia não", e nem o cansaço extremo o inibe. "O sexo relaxa-me." Com a mesma precisão, menciona as perdas de apetite, possíveis em três situações: "Estar com o pensamento noutra pessoa, por falta de energia - que o meu tempo de recuperação já não é o que era - e ausência de química."

Química é um termo que simplifica muito, sobretudo quando há que dar tampa. "Já recusei envolver-me com uma pessoa por falta de química." Assim fala Paulo, um alfacinha solteiro com 30 anos, que trabalha em telecomunicações. E é neste terreno que a falta de vontade se sobrepõe, ocasionalmente, à lógica das hormonas: "Quando alguma coisa no relacionamento me deixa pensativo, ou se me sinto intimidado quando ela tem mais desejo e eu receio não conseguir satisfazê-la."

'TU QUERES? EU TAMBÉM NÃO

'Num livro publicado há seis anos, o psiquiatra Francisco Allen Gomes, 67 anos, dedicou um capítulo ao aborrecimento sexual, tendo-se ficado a saber que "não se faz quando se quer, mas quando se pode", o que legitima o sexo sem desejo e o seu contrário. Fundador da Sociedade Portuguesa de Sexologia (SPS), Allen Gomes vai mais longe, afirmando que a falta de desejo é a disfunção-metáfora de um mundo que banalizou o sexo. Menos radical, o psicólogo Nuno Amado, 32 anos, assegura tratar-se de um sintoma ocasional. A exceção aplica-se "quando há uma depressão não identificada ou uma relação decadente". Já o stresse é a "desculpa de banda larga" para adiar o contacto, tanto por falta de paciência para satisfazer o desejo, como para evitar entrar em competição com uma mulher emancipada - que já teve outros parceiros.Aqui, talvez seja o momento de desmontar a máxima "Eles só pensam com uma cabeça", fazendo referência aos resultados preliminares das pesquisas do português SexLab, a funcionar há ano e meio. "Em média, nos nossos estudos, as mulheres afirmaram ter mais prazer subjetivo [ou bem-estar] do que os homens, o que não deixa de ser um enigma", considera Pedro Nobre, presidente da SPS e coordenador daquelas pesquisas. Psicólogo da Universidade de Aveiro, o especialista avança uma hipótese: as mulheres da amostra podem talvez pertencer a "um nicho minoritário, sexualmente liberal, com exigências por vezes excessivas". Este e outros inibidores psicossociais do desejo masculino - como a falta de tempo, as responsabilidades laborais e familiares, e o ritmo exagerado da sociedade moderna - contribuem, segundo Pedro Nobre, para a diminuição da vontade deles. Tais oscilações existem, igualmente, nos homossexuais. Duarte, 42 anos, é casado com outro homem e reconhece o cenário: "Tenho falta de apetite sexual e isso prende-se com o facto de eu ser uma pessoa de fases e nem sempre conseguir satisfazer o desejo do meu marido, ou não ter vontade, apesar de estar com uma ereção."

'HOMENS-ILHAS'

O urologista Nuno Monteiro Pereira, 50 anos e diretor da iSEX, Associação para o Estudo Avançado da Sexualidade Humana, tem acompanhado um crescente número de queixas na sua clínica. Uma pesquisa nacional que coordenou, em 2006, designada Episex, indicou uma prevalência de 15,5% na falta de desejo masculino, semelhante à de Espanha, onde o número de consultas pelo mesmo motivo cresceu 23%, em apenas cinco anos. "Sabemos que existe, mas cientificamente não sabemos porquê", diz o especialista. Mas a experiência clínica leva-o a especular acerca das causas: "Se for antes dos 28 anos, deve-se ao abuso de drogas recreativas, como o ecstasy, que destrói o sistema límbico [ligado aos instintos]. Se ocorrer acima dos 40 anos, será pelos efeitos secundários de medicamentos [antidepressivos, por exemplo]."

A baixa de testosterona - a hormona do desejo - é normal a partir da meia-idade, mas pode acontecer também pelo que se designa, diz Nuno Monteiro Pereira, de Síndrome Robinson Crusoe: quanto mais tempo se estiver sem atividade sexual, mais diminui a testosterona. "Trata-se de um mecanismo adaptativo para não sofrer, como sucede aos que estão sem parceira durante um ou dois anos." No balanço de causas encontra-se, ainda, "a péssima maneira como o novo homem encara a postura da mulher", por não conseguir aceitar a liberdade e autonomia dela, e medo de ser comparado com outros.

Os que procuram ajuda, geralmente pela porta da Medicina Familiar, fazem-no, quase sempre, por insistência da companheira. José Murta Cadima, 55 anos, clínico geral especializado em Sexologia, em Leiria, destaca as doenças como a diabetes e a hipertensão enquanto inimigos do desejo, pelos efeitos secundários da medicação, que comprometem a libido. Quando não é este o motivo, o caso fia mais fino no lar: "Elas costumam esperar que eles as procurem, sobretudo fora do meio urbano, mas, quando aqui vêm, chegam a questionar a orientação sexual do marido, quando este se vê apenas como um viciado em trabalho." Não admitem que lhes falta a vontade nem as questões conjugais mal resolvidas. Mas o corpo nunca mente: "Os níveis de testosterona, serotonina e dopamina baixam e o desejo vai-se."

'TRAGÉDIA Y'

A crónica incapacidade de lidar com os progressos do sexo oposto parece estar a fazer mossa no mito do macho alfa. Murta Cadima, de novo: "Eles ainda estão muito atrasados. Acompanhei alguns jovens com falta de desejo e disfunção erétil, que se sentiam inibidos, sem domínio sobre as namoradas, que tiram melhores notas, fazem o Erasmus e escolhas várias." Os mais velhos não estão melhor: muitos não passam sem o comprimido (Viagra, Cialis...), a arma de eleição para enfrentar o ambiente de caça nos bares, porque um homem não falha. Em alternativa, fogem.

"Fazem-se desentendidos, não atendem chamadas, optam por gratificar-se sem tanto esforço com cibersexo, evitando os rituais de sedução com destino incerto." Quem o afirma é o psicólogo Nuno Nodin, 37 anos, a concluir um doutoramento sobre sexualidade masculina e uso da internet. Também ele se refere ao novo homem, com um toque de ironia: "O interesse sexual é, para ele, uma entre outras comodidades que dão prazer, como o ginásio, os jogos e as saídas com amigos. Mas não deixa de ser uma masculinidade mais frágil."

Por enquanto, uma larga maioria lida bem com as variações da libido, quase sempre pontuais. Afirma-o o urologista Manuel Ferreira Coelho, 42 anos: "Os homens só não estão sempre prontos porque não podem - por exemplo, após uma cirurgia da próstata ou devido a problemas orgânicos [depois dos 50 anos]." Foi o caso de Bruno, 65 anos, gestor industrial reformado, durante um período em que tomou medicação que comprometia a ereção e o desejo. Apesar de ter voltado ao que era, "foi um período frustrante, até parecia que não gostava da minha mulher". Com aliança no dedo há 42 anos, não se inibe de afirmar que, "jovem ou menos jovem, um homem não é uma máquina que se programa como o gravador de vídeo". Praticante regular, mas sem dias certos, Bruno prefere a espontaneidade das pausas ao caráter obrigatório: "Quando há vontade, completamos o ato. Quando não há, paciência."

ANTIAFRODISÍACOS

As leis do desejo são imprevisíveis. E quem melhor do que o pintor, compositor e músico Manuel João Vieira, 48 anos, para dissertar sobre fastio? O homem que encarnou a personagem Orgasmo Carlos, e criou o álbum Romance Hardcore, dispara: "Às vezes há coisas tão simples como mudar de parceira e volta-se logo à normalidade sexual, apesar das questões morais." Importante mesmo é ter cuidado com certas armadilhas que, contrariamente às maleitas físicas, não terão remédio: "Eu, quando bebia, sabia que, depois de duas garrafas de uísque e um bagaço, a cabeça de baixo não fazia o que a de cima achava que podia fazer." Adverte os mais jovens para se conterem nas drogas e nas pílulas milagrosas: é que "não há bela sem senão..."

Por fim, um recado às senhoras. Francisco, 38 anos, um alfacinha solteiro e descomprometido, mostra como se pode arruinar uma hora de ponta: "O meu desinteresse caiu por completo quando, num primeiro dating, ela me disse em plena discoteca que contava às amigas tudo o que fazia na cama." A nega valeu-lhe boatos sobre a sua orientação sexual - a rapariga não encontrava outro motivo para Francisco não querer estar com ela. Ele lança o repto: "Porque é que um homem tem de aceitar uma rejeição com um sorriso e, se for ao contrário, o mesmo não se passa?"

De volta a Manuel João Vieira, também fundador dos Ena Pá 2000 e eterno candidato à Presidência da República, para um conselho útil aos homens da nação: "Alimentem a bravata, não se deixem deprimir e, já agora, digam às vossas parceiras para não se rirem de vocês quando estiverem a pôr um preservativo."  Uma nota derradeira, para sobremesa ou digestivo. Perdoem, cavalheiros, o atrevimento de entrar em território só vosso. Mas alguma vez tinha de ser, e não há melhor propósito do que esta reportagem: "Primeiro, os senhores."

 

Via Visão



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O facebook e os virus

 

Bastaram três semanas para que a BitDefender, uma multinacional romena, tenha chegado à conclusão de que 20% dos utilizadores do Facebook, a maior rede social do mundo, partilham aplicações com conteúdo malicioso. A maioria das vezes sem o saberem. 

Desde o início do mês, foram passados a pente fino os perfis de 14 mil utilizadores e analisados mais de 20 milhões de objectos partilhados em murais - como links, imagens e vídeos. As conclusões mostram que o Facebook está longe de ser inofensivo, sobretudo porque os próprios utilizadores não estão atentos à segurança e, na maior parte dos casos, não sabem que estão a partilhar conteúdo malicioso com os seus amigos. 

Quase 60% desse conteúdo, revela a BitDefender, assume a forma de aplicações. As mais populares, identificadas em 21,5% dos casos, são as que encaminham para funcionalidades que o Facebook nem sequer permite - como a possibilidade de o utilizador saber quem visitou o seu perfil. Há as que oferecem falsos itens para jogos como o Farmville (15,4%) ou as que permitem alterar o fundo do perfil ou a colocação de botões como "não gosto", através de extensões (11,2%). Outras aplicações, aparentemente menos populares, fazem-se passar por novas versões de jogos famosos (7,1%), prometem prémios como telemóveis (5,4%) ou sugerem métodos idóneos para ver filmes, gratuitamente e online (1,3%).

Na maior parte dos casos, estas aplicações não são mais do que esquemas publicitários - em que são apresentados, por exemplo, questionários ao mesmo tempo em que são exibidos anúncios - etentam redireccionar para outros sites

Cinco por cento apanham vírus Além destes ataques, conseguidos através de falsas aplicações, a BitDefender diz que 16% do malware encontrado no Facebook atrai os utilizadores para a visualização de filmes considerados "chocantes". Além disso, concluiu a multinacional romena, 5% dos utilizadores do Facebook são infectados pelo vírus Koobface - um anagrama da palavra Facebook e um software malicioso que tenta detectar os nomes dos utilizadores e respectivas palavras-passe nos computadores que consegue infectar. 

"Muitos utilizadores não têm consciência de que os conteúdos que publicam no seu mural são muito perigosos para os seus contactos e para eles próprios, por estarem infectados", explicou ontem a directora de marketing da BitDefender para Portugal, Espanha e América Latina, Jocelyn Otero. 

A empresa recolheu, ao longo de três semanas, 20 milhões de itens partilhados por utilizadores de 20 países - uma amostra pequena para o universo de 500 milhões de utilizadores activos daquela que é a maior rede social do mundo. Os 14 mil utilizadores analisados usaram uma aplicação aplicação para o Facebook, a Safego - que permite analisar os níveis de segurança do utilizador e que consegue identificar a informação pessoal que é visível a estranhos.

 

Via Ionline



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Bruce lee

 

Bruce Lee é como Elvis Presley: não é preciso ter vivido no tempo dele para saber quem é ou o que fez. Atravessa gerações sem T-shirt, de braços em posição de combate e abdominais definidos. Se hoje fosse vivo, o mestre das artes marciais completaria 70 anos e com certeza, continuaria a dar que falar. 

Lee Jun Fan, Sai Feng, Lee Siu Long ou Li Xiao Long, ou, simplesmente, Bruce Lee, nasceu em São Francisco, na Califórnia. O quarto filho de cinco irmãos regressou para Hong Kong com apenas 3 meses, onde passou a infância e a adolescência. 

As artes marciais fizeram desde logo parte da sua vida. Aprendeu várias modalidades como o Tai Chie, mais tarde, o Wing Chun. Em 1959 Lee envolveu-se num combate mítico com um filho dasTríades - uma temida organização criminosa. Foi aí que, Lee Hoi Chuen, o pai de Bruce, decidiu que o filho devia mudar de ambiente e rumar aos Estados Unidos.

Em 61 entrou na Universidade de Washington onde se formaria em filosofia. Durante a vida académica conheceu a mulher com quem se viria a casar e ter dois filhos, Linda Emery. 

Fundou uma modalidade e uma escola de artes marciais mas foi na televisão e no cinema que Lee ganhou visibilidade além-fronteiras. Tudo começou entre 1966 e 1967 quando interpretou "Kato", parceiro de um herói na série televisiva "O Besouro Verde". 

Foi em 1971, com "O Dragão Chinês" de Raymond Chow, que alcançou o sucesso no continente asiático. O mesmo aconteceu com a sequela "A Fúria do Dragão", que ultrapassou recordes de bilheteira do filme anterior. No ano seguinte saiu "O Voo do Dragão", fita escrita, dirigida e protagonizada por Lee. Neste filme o lutador fica frente a frente a Chuck Norris, num combate que ficou para a história.

"Operação Dragão" (1973) foi o último filme de Bruce que alargou a sua fama à Europa e aos Estados Unidos. O actor morreu pouco depois da estreia. Bruce Lee, 33 anos, terá sido vítima de um edema cerebral, apesar de nunca terem ficado esclarecidas as causas da sua morte. Um dos seus filhos, Brandon Lee teve um destino igualmente trágico. Com 28 anos o actor morreu em plena rodagem do filme "O Corvo", alvejado por um arma que estava carregada por engano.

Do famoso lutador fizeram-se documentários, entrevistas e escreveram-se livros. Bruce acreditava que a luta era uma forma do homem se entender e expressar através do corpo.

Se o lutador é amplamente conhecido pelos talentos físicos, poucos devem saber que também tinha um lado intelectual. Além de ser licenciado em filosofia, também estudou teatro e psicologia.


Possível filmografia que Bruce Lee não fez:

O Momento da Verdade (1984)

Na verdade o papel de Mr. Miyagi foi feito para Bruce Lee. Ele é o mestre ideal para dar os melhores ensinamentos. Desde apanhar moscas com pauzinhos a limpar vidros de carros com movimentos circulares. Sem esquecer: "Esfrega para a direita, esfrega para a esquerda"

Clube de Combate (1999)

Quem viu este filme sabe que Brad Pitt fica estupidamente fantástico entre gotas de suor e manchas de sangue. Mas o Bruce teria estado à altura do desafio. Num filme em que é necessário andar metade do tempo sem T-shirt, ele seria a primeiríssima escolha. Conhecido pelos seus abdominais de ferro, faria frente a qualquer Pitt.

O Tigre e o Dragão (2000)

Pontapés, golpes e saltos que desafiam a gravidade são para Bruce. Era só ensiná-lo a manusear objectos cortantes e tomaria o lugar de Chow Yun-fat enquanto um chinês pisca o olho.

O Último Samurai (2003)

Antes de tudo temos de admitir: o Tom Cruise não tem altura nem estofo para entrar na pele de um Samurai – não desprezando as aptidões de interpretação do senhor que nem são nada más. Quem, melhor que Bruce Lee poderia interpretar um homem em busca do seu herói interior? Uma história de luta, acção e honra de guerreiro, com certeza que teria contado com o grande Lee.

Million Dollar Baby – Sonhos Vencidos (2004)

Não fosse o Bruce ter morrido em tão tenra idade, teria tomado o papel de Eastwood neste filme. Tinha todos os requisitos: o mestre das artes marciais tem ar de durão mas, lá fundo, é um coração mole.

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 24.11.10

Como se manifesta o desejo sexual?

 

Homens e mulheres são despertados de formas diferentes para o desejo sexual. No homem, o desejo vem automaticamente por meio de um olhar mais atento sobre a mulher que ele deseja. Na mulher, o desejo vem da necessidade de uma aproximação que a faça se sentir desejada, que a estimule, excite, para sentir segurança nas atividades sexuais. O desejo surge espontaneamente com o envolvimento entre duas pessoas, sendo que estas devem estar em sintonia e ter chances de criar situações agradáveis. 

Prazer é uma emoção e um sentimento que se expressa individualmente; para a mulher, há uma forma particular de sentir e manifestar o prazer. O desejo sexual é como um apetite. Uma experiência que impulsiona qualquer pessoa a buscar ou tornar-se receptiva ao encontro sexual. Contudo, nem sempre essa experiência faz parte da vida de homens e mulheres, pois é comum o interesse por sexo diminuir devido a certos fatores considerados inibidores. 

Alguns problemas orgânicos como anemia, deficiência cardíaca ou hipotiroidismo podem gerar uma baixa no desejo sexual, como também o uso de determinadas medicações: anti-hipertensivos, tranquilizantes, drogas à base de estrogênio (para os homens). Neste aspecto, envolve cerca de 15% das causas do desejo sexual hipoativo. 

Na maioria das vezes, fatores de ordem psicológica são os mais frequentes, tais como: dificuldades no relacionamento com o(a) parceiro(a), ansiedades de desempenho sexual, baixa auto-estima, ressentimentos e mágoas, frustrações profissionais, sentimentos de não realização pessoal, entre outros. Às vezes a diminuição ou mesmo a ausência de desejo pode ser um sintoma de depressão, ou pode estar associada a problemas de adaptação psicológica a alguma doença. 

Outra fonte de inibição diz respeito à dificuldade em concentrar-se nas sensações eróticas durante o ato sexual. A pessoa tende a se perder em pensamentos, divagando em outros assuntos. Assim, a atividade sexual tende a tornar-se sem graça e desagradável, podendo ser evitada; qualquer um perde o interesse por algo que não seja atraente. Isso também ocorre em situações em que o(a) parceiro(a) apresenta pouca habilidade no contato, tanto no sentido emocional quanto fisicamente. Por exemplo: achar que a penetração é a melhor parte do sexo, esquecendo-se de que a exploração das zonas erógenas é um importante ingrediente; ou ainda preocupar-se em ter uma performance exuberante a ponto de transformar o ato sexual em uma videocassetada, ou em um show. 

Seja qual for o fator inibidor, a primeira providência é abrir um espaço para discutir com o(a) parceiro(a) a respeito do problema. O diálogo é fundamental, pois auxiliará na compreensão dos fatores inibidores, além de favorecer a uma maior intimidade. Se não for suficiente, uma terapia sexual poderá ser a solução. 

Eliane Marçal, psicóloga clínica e hipnoterapeuta

 

Via Bonde



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Terça-feira, 23.11.10

Um comprimido por dia para prevenir a Sida

 

Um comprimido que se toma uma vez por dia pode proteger da infecção por HIV homens que fazem sexo com outros homens. O primeiro estudo que demonstra a viabilidade desta estratégia foi publicado hoje online na revista “New England Journal of Medicine”.

 

O ensaio clínico verificou uma redução de 43,8 por cento de novas infecções pelo vírus da sida entre os homens que tomavam um comprimido que contém dois antirretrovirais no mercado (emtricitabina e tenofovir, vendidos sob o nome comercial Turvada). 

Quer isto dizer que, dos 1248 participantes que receberam um comprimido sem efeitos clínicos (um placebo), 64 ficaram infectados com HIV durante o estudo, enquanto apenas 36 dos que tomaram Truvada adquiriram a infecção. 

Mas a aderência ao regime médico é muito importante. As pessoas que tomaram o medicamento de forma regular e consistente (tomaram-no 90 por cento das vezes em que deviam fazê-lo) viram o risco de contrair a infecção reduzir-se em 72,8 por cento. 

O estudo forneceu “a primeira prova” de que os comprimidos usados para controlar o HIV nas pessoas infectadas podem também ajudar a evitar novas infecções, disse Robert Grant, da Universidade da Califórnia em São Francisco, o líder da equipa que publicou agora o trabalho.

A ideia por trás deste ensaio clínico é nova: até agora, só muito excepcionalmente se usam os medicamentos antirretrovirais antes de saber que se alguém é seropositivo. Se um profissional de saúde entra em contacto com seringas com sangue infectado, por exemplo. Ou, no caso dos bebés de mães seropositivas, os bebés são tratados logo após o parto, para evitar a transmissão do vírus. 

O que se pretende testar é a ideia de tomar um medicamento agora usado para controlar a doença de forma preventiva, para tentar evitar a transmissão do vírus, como mais uma barreira à entrada do vírus do organismo – juntando-se ao preservativo e a outros cuidados. Os Centros para o Controlo e Prevenção das Doenças dos Estados Unidos emitiram aconselharam a que a profilaxia de pré-exposição “nunca seja encarada como a primeira linha de defesa contra o HIV”. 

Participaram no estudo 2499 homens (e transexuais, que nasceram como homens mas hoje são mulheres) que fazem sexo com homens, provenientes do Peru, do Equador, do Brasil, dos Estados Unidos, da África do Sul e Tailândia. A todos foi aconselhado usar preservativos, reduzir o número de parceiros sexuais, fazer análises frequentemente e receber tratamento para outras doenças sexualmente transmissíveis que aumentam as possibilidades de contrair HIV:

Este ensaio, conhecido como iPrEx (Iniciativa de Profilaxia de Pré-Exposição) é apenas um de cinco grandes estudos que pretende apurar a eficácia do uso de medicamentos orais para limitar as infecções por HIV – que se estima serem 7000 em todo o mundo, todos os dias. 

Os activistas da luta contra a sida e da investigação de novas formas de tratar a sida e a infecção pelo HIV receberam a notícia destes resultados com entusiasmo – sugerindo mesmo que a demonstração de que esta abordagem da prevenção funciona pode vir a mudar a prevenção de novas infecções pelo vírus, pelo menos em alguns grupos de pessoas. 

Mas, como sublinha Nelson Michael, da Divisão de Retrovirulogia do Instituto de Investigação do Exército Walter Reed, que assina um comentário ao trabalho também divulgado online pela “New England Journal of Medicine”, estes resultados também nos colocam “verdadeiros desafios”. 

Antes de mais, resta saber se esta abordagem funcionará também noutros grupos de risco para a transmissão desta doença viral, como as mulheres da África subsariana, cujos maridos e parceiros sexuais não usam preservativos, e os utilizadores de drogas injectáveis – cuja via de infecção é diferente. Mas há outros estudos em curso para estas categorias.

 

Via Público



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Segunda-feira, 22.11.10

Porquê as mulheres traem?

 

Vamos admitir a fraqueza no gênero feminino, afinal é um defeito da espécie animal. As mulheres também traem, porém, os motivos que nos levam a cometer tal fato são bem diferentes dos motivos masculinos.
Desde os primórdios da humanidade, fomos projetadas para sermos o sexo frágil. Enquanto o Homo sapiens das cavernas saia para caçar, sua parceira ficava com a prole se incumbindo da defesa dos filhos. Desenvolvemos instintos diferentes. Por natureza, tendemos a ser mais caseiras, mais amorosas e de certa forma, até mais conformadas.
Por sua vez, o lado masculino da humanidade, tende a ter um desejo nato pela liberdade, vontade de explorar o desconhecido, necessidade de se afirmar como macho dominante. Razões lógicas que nos levam a nos comportar como nos comportamos automaticamente quando não nos policiamos ou quando o meio no qual fomos criados favorece isso.
Verdade é que até mesmo a mais devassa das mulheres, no fundo do seu âmago, ainda projeta a imagem de um príncipe encantado concebida na infância, porque a sociedade moderna cria meninas para serem mães, esposas e meninos para serem garanhões (existem exceções). Por culpa da criação, muitas vezes pessoas adquirem problemas que carregam consigo por toda a vida. É difícil ver um pai estimulando seu filho a brincar de boneca (porque na maioria das cabeças bitoladas, ele viraria homossexual, quando o que poderia ocorrer é exatamente o contrário. Mulheres gostam de crianças e sabem cuidar dos seus bebês porque brincam de boneca, homens têm dificuldade em cuidar dos filhos e dividir tarefas com suas esposas porque foram afastados dessas atividades quando pequenos como se isso fosse repulsivo para eles, como se executá-las indicasse uma fraqueza, uma rachadura na rocha da moral e na virilidade masculina. A sociedade tende a subestimar as atividades femininas, quando na verdade são tão importantes quanto às dos homens e nada existiria se não fosse o conjunto. A mulher é mais facilmente aceita executando tarefas masculinas, do que o macho executando tarefas de fêmeas. Uma idéia errada concebida ao longo de muitos anos. Quanto elas tomam um espaço deles, isto é visto como um avanço, um demonstrativo de força. Quando eles tomam o espaço delas, isto é visto pela sociedade como um exemplo de fraqueza, retrocesso. Por isso ainda o preconceito é tão grande contra os homossexuais), estimulando o mulequinho a ser monogâmico, dizendo a ele que mulheres e meninas merecem respeito e que casar, ser fiel e constituir família, é um dos objetivos mais bonitos que um ser humano pode ter na vida (porque afinal, quem é sozinho não tem nada. Todos ficarão velhos, e a beleza se vai. Quando ela for, não gostaríamos da cama gelada e vazia a noite). (Não estou generalizando, nem todas as pessoas educam seus filhos dessa forma, ou são assim, estamos analisando o comportamento de uma parcela da sociedade) Se garotos fossem estimulados a ver a figura da mulher como companheira, ser igual, diferente apenas por detalhes físicos, se eles não fossem educados pela sociedade e muitas vezes pela família a ver mulher como um pedaço de carne, casamentos durariam mais no futuro, haveria mais respeito, mais amor, menos traição e mais felicidade. Não digo que todos os problemas relacionados a relacionamentos fossem resolvidos, mas uma parcela bem grande deles poderia encontrar a solução.
O que quis dizer com tudo isso, é que A e B tem desejos e prospecções diferentes, quando um não busca entender e compreender o outro, quando as partes em acordo não cedem para o bem comum, as pessoas tendem a usar válvulas de escape para os problemas... Uma fuga da realidade ainda que momentânea. A traição é um exemplo.
Chegamos ao ponto, tudo o que disse acima é para fundamentar com argumentos os motivos da traição feminina. Traímos não por apenas por sexo ou instinto como a maioria dos homens (não podemos negar que isso também acontece), traímos por falta de amor, falta de afeto, falta de carinho, distanciamento. Para o homem quase sempre a questão prática conta mais. Com o passar dos anos, eles acabam achando que apenas cumprir suas obrigações sexuais com uma penetrada de 30 segundos é o suficiente! Certamente eu afirmo para os marmanjos de plantão, não é!!!!!! Mulher gosta de carinho, afeto, abraços, beijos, carícias, amor! Mulher não quer apenas ser “comida”, quer ser amada. E por instinto natural de evolução, dia após dia o homem vai esquecendo a capacidade de amar sua companheira. Por mais que dentro do peito dele o coração ferva por ela, ele não fala, não demonstra, não a toca como antes, não designa tempo para ela. Muitas vezes, ao invés de falar, a mulher por cultura, sente muita vergonha, se cala e sofre quieta, se distancia mais do parceiro e os dois por final acabam a nem se quer ter relações. Quando isso acontece, a dona Maria vai procurar o João buscando suprir o afeto. E por mais que não encontre amor nos braços de outro, tem carinho, o que já não há na sua casa. 
O tempo desgasta todas as coisas, é preciso buscar a cada dia alimentar o amor, o afeto, a cumplicidade. É necessário empenho das duas partes para conseguir manter uma relação sincera, e nem assim se estará livre da tentação.

 

Via Vila dois



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Sexta-feira, 19.11.10

8 vantagens de se ter bom sexo

 

Que o sexo te faz bem, isso você já notou. O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. “O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias”, afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO.

Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso, o Minha Vida estimula você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo. Confira:

1. Alivia as crises de enxaquecas

Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. “Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor”, afirma.

2. Melhora o aspecto da pele

Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos. Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque.

3. Alivia as cólicas da TPM

O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. “Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior”, diz o ginecologista.

4. Melhora o sono

O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior.

5. Diminui o estresse

O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology.

6. Diminui os riscos de infarto

Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual. Saiba Mais

 

Queima calorias

Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B? 8. Aumenta a imunidade Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.

 

Via Portal Midia



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Quinta-feira, 18.11.10

 

Sexo, para elas é no primeiro encontro

 

Todas as entrevistadas atualmente são casadas ou mantêm relacionamento estável.

 

A pesquisa identificou comportamento semelhante entre mulheres nas faixas dos 20, 30 e 40, com pequena mudança em relação as que se encontram nos 50. As principais mudanças só são identificadas quando se comparam esses grupos às entrevistadas de 60 anos.

 

Confira os principais itens da pesquisa:

 

Quase metade das entrevistadas afirmaram ter tido um relacionamento de apenas uma noite. E a experiência faz parte da vida de mulheres de todas as idades: de 20, 30 e 40 anos;

 

Mulheres na chamada terceira idade também arriscam transas no primeiro encontro: 23% das entrevistadas passaram pela experiência e mais da metade delas não se arrependeu;

 

Da experiência do sexo casual, 16% das mulheres na faixa dos 20 anos contraíram algum tipo de doença sexualmente transmissível. O percentual é de 10% das entrevistadas de 30 anos e de 8% nas de 40;

 

75% das pesquisadas no grupo dos 40 anos disse não se arrepender da experiência de sexo casual, seguido pelas entrevistadas de 60 anos, cujo índice é de 65%;

 

As mulheres mais jovens, de cerca de 20 anos, são as que mais afirmam se arrepender dos relacionamentos sexuais de apenas uma noite. Dessas, 44% afirmaram que desejaria nunca ter tido tais experiências;

 

Quase um quarto delas (23%) fizeram aborto entre os 20 e 29 anos. E apenas 9% com idade superior a 60. No entanto, fica em 17%, 22% e 20%, respectivamente, nos grupos entre 30 e 39 anos, 40 e 49 anos e 50 e 59 anos;

 

56% afirmaram que não se arrepende da decisão de praticar aborto, mas o restante disse sofrer até hoje pela atitude tomada anos atrás;

 

Muitas mulheres afirmam ter começado a sentir culpa dos relacionamentos casuais depois que conheceram seus atuais maridos ou namorados ou seus filhos atingiram a adolescência. Elas afirmam que não se sentem 'modelos' de comportamento para seus filhos.

 

Via ExpressoMT



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Quarta-feira, 17.11.10

Homens também fingem o orgasmo

 

Se você achava que fingir orgasmo era uma exclusividade feminina, agora você pode tirar esse item da lista. Segundo uma nova pesquisa, os homens podem fingir o orgasmo também.

 

O estudo foi realizado por psicólogos da Universidade de Kansas, e pediu a 180 homens e 101 mulheres em idade universitária que respondessem perguntas sobre sua vida sexual. Cada participante teve de dizer se já fingiu ter um orgasmo. Para não deixar de fora aqueles que poderiam ter vergonha de admitir o fato, os participantes também responderam se haviam feito “algo semelhante” a fingir o orgasmo.

Os resultados mostraram que 25% dos homens e metade das mulheres já haviam fingido um orgasmo durante a atividade sexual. A maior motivação para fingir? Querer que o sexo acabasse sem ferir os sentimentos do seu parceiro.

Que a mulher fingia, não era novidade. Estudos anteriores já haviam mostrado consistentemente que entre metade e dois terços das mulheres fingem orgasmo em algum ponto da vida. Mas como é mais difícil para os homens falsificar uma ejaculação do que é para as mulheres fingir alguns gemidos, poucos pesquisadores se interessaram em estudar o lado masculino.

De todos os participantes do estudo, quase 100% tinham experimentado algum tipo de estimulação sexual com parceiros, seja manual ou oral. Pouco menos de 70% das mulheres e 85% dos homens já tinham feito sexo (interação pênis-vaginal).

A relação sexual acabou por ser um importante fator preditor para saber se alguém tinha fingido o orgasmo. Cerca de 10% dos homens e 19% das mulheres que haviam interagido sexualmente, mas não tinha feito sexo pênis-vaginal fingiram orgasmo, em comparação com 28% dos homens e 67% das mulheres que tinham tido relações sexuais pênis-vaginais.

As pessoas que fingiram tenderam a ser mais experientes sexualmente, e eram mais propensas a ter orgasmo em algum momento, seja através da masturbação ou sexo. O sexo pênis-vaginal também foi o tipo mais provável de sexo para provocar a qualidade do orgasmo. Daqueles que especificaram o tipo de sexo durante o qual fingiram um orgasmo, 86% dos homens e 82% das mulheres relataram o sexo pênis-vaginal.

A razão pode ser que as pessoas esperam o orgasmo durante o sexo. Vários homens no estudo relataram fingir um orgasmo porque não tinham outra forma de terminar uma relação sexual sem constrangimento. Terminar sem um orgasmo parecia ruim.

Para os homens, o motivo mais comum para fingir é que o orgasmo era improvável ou demoraria muito, e eles queriam que o sexo acabasse. Já as mulheres relataram que fingiam para evitar consequências negativas, como ferir os sentimentos do seu parceiro. Metade dos homens relatou a mesma motivação.

Segundo os pesquisadores, um dos grandes motivos para os participantes fingirem o orgasmo é a pressão. Ter um orgasmo durante a relação sexual, com a mulher tendo primeiro, é como um “script” a ser seguido por quem faz sexo.

Em alguns casos, as pessoas são tão apegadas a esse “script”, do que têm que acontecer durante o sexo, que deixam passar a oportunidade de ter um orgasmo de verdade a fim de fingir o orgasmo no “momento certo”. Por exemplo, 20% das mulheres fingiram orgasmo porque seus parceiros pareciam estar prestes a ter um.

Algumas das mulheres relataram que realmente poderiam ter um orgasmo, mas escolheram fingir um orgasmo no momento “certo” – antes ou durante o orgasmo do homem – ao invés de ter um orgasmo real no momento “errado”.

Esses roteiros sexuais colocam uma pressão indevida sobre ambos os sexos. Os pesquisadores afirmam que quando o sexo é uma performance, e tem metas de desempenho – ereção, relação sexual, orgasmo – é problemático. Segundo eles, o sucesso sexual deve ser redefinido como “qualquer coisa que faz você se sentir bem consigo mesmo e com o seu parceiro” e como “algo que melhora o seu relacionamento”. Se esse for o objetivo do sexo, as pessoas poderão comprovar que ele será uma experiência totalmente diferente.

 

Via HypeScience



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Terça-feira, 16.11.10

condoms

 

Sexo é bom, é a avaliação de vários. E muito sexo?! De forma repetida e ao ponto de você não conseguir pensar em outra coisa! Aí, pode ser compulsão sexual, uma doença.

Tentar esconder feridas emocionais pode ser uma das causas desse mal. Para resolvê-lo, um dos pontos essenciais é recuperar a auto-estima do paciente e ajudá-lo a ver outras formas de satisfação, explica o psicólogo clínico Alexandro Ferreira da Silva.

 

O que é a compulsão sexual?
Compulsão sexual é caracterizada por um grande número de fantasias sexuais que ocupam a mente do indivíduo, deixando-o inquieto e impedindo-o de fazer outras coisas de maneira dedicada, concentrada e coerente. Normalmente, tais indivíduos não ficam só na fantasia, e a doença os leva a comportamentos sexuais exagerados e, às vezes, perigosos.

Como se detecta que a doença existe?
Para determinar um diagnóstico de compulsão sexual, considera-se comportamentos que causam sofrimento e prejuízo clínico significativo manifestado nos últimos 12 meses por três ou mais de uma série de aspectos, tais como fracasso em se controlar, gasto de muita energia na busca pelo sexo e prejuízo em atividades sociais e ocupacionais.

Mas é preciso ter cuidado em definir a existência da compulsão. Em sexo, não há regras definidas de certo ou errado nem de muito ou pouco. Há pessoas que necessitam de sexo mais do que outras e não podem ser rotuladas de viciadas.

 

De toda forma, há algum índice a respeito do número de atos sexuais para ajudar no diagnóstico?
As pesquisas científicas sobre sexualidade costumam referir-se à quantidade de atividade sexual com o termo escape sexual. Este é um conceito para referir à iniciativa e efetivação de uma atividade sexual com orgasmo durante algum tempo estabelecido.

O sexólogo Alfred Kinsey, que desenvolveu esse conceito, relatou que o EST semanal mediano foi de 2,14 para homens entre a adolescência e a idade de 30 anos, e de 1,99 para todos os homens em geral. No Brasil, essa média é de 3, segundo pesquisa do laboratório Pfizer. Analisando esses e outros dados, considera-se que um EST semanal de 7 ou mais poderia ser usado para definir comportamento hipersexual nos homens.

 

Como um profissional de psicologia pode ajudar o compulsivo sexual?
Normalmente, quando a pessoa chega ao consultório de profissional de psicologia, sua auto-estima está muito baixa por se consideram pervertidas e/ou fracas. A perda do controle do próprio comportamento, considerado por alguns até mesmo como destrutivo, provoca conseqüências negativas que pioram caso uma ajuda não seja procurada o quanto antes.

A idéia é fazer com que a pessoa aprenda a lidar com a sua dependência, se dando conta de que existem outras formas de se relacionar consigo e com o meio, estimulando a busca de um espaço onde ela reconheça a importância de desenvolver uma sexualidade saudável e a dignidade pessoal, gerando relacionamentos de satisfação.

É importante ressaltar que a compulsão sexual não tem a ver, necessariamente, com o prazer sexual em si, mas sim com a sexualização do comportamento, como estratégia para lidar com as feridas emocionais. No fundo, o objetivo psíquico de qualquer compulsão é o evitar o sofrimento, reprimir lembranças dolorosas ou baixar a ansiedade.

 

Via Parou tudo



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Nuas para combater o analfabetismo

 

"Estão mesmo nuas. Não estava nada à espera." A reacção é dos participantes de uma sessão de leitura de contos infantis, poesia e ficção científica quando se deparam com uma fila de mulheres sem roupa a declamar. É que quando pensamos numa sessão de leitura nunca a visualizamos tão arejada. O que nos vem à cabeça é uma biblioteca enorme, com um silêncio sepulcral e pessoas com óculos na ponta do nariz e voz de rádio. Nada mais longe da realidade. Quem vai assistir a uma sessão das Naked Girls Reading (Raparigas Nuas a Ler) encontra um grupo de raparigas de livros na mão, saltos altos e mais nada. Mesmo mais nada. Roupa? Nem vê-la. 

"Quem nos vem ver adora. Não sabem muito bem o que esperar, mas recebem um espectáculo à altura do que pagam [cerca de 20 euros], o que é gratificante. Eles ficam entusiasmados com a literatura e com mais vontade de ler", explica-nos por email a fundadora do grupo, Michelle L''Amour. Será este o melhor remédio para quem não tem paciência para ler?

Burlesco

O objectivo do clube era muito simples: "Criar um salão para estimular as pessoas em muitos níveis, com mulheres bonitas, literatura bonita e uma atmosfera bonita", diz Michelle ao i. A ideia da stripper do burlesco e do escritor e fotógrafo Frank Vivid tornou-se realidade há um ano e meio, em Chicago, nos EUA.

A primeira sessão foi no "Studio L''amour", de Michelle, mas o clube literário já chegou ao Canadá e está espalhado por várias cidades norte-americanas, como Los Angeles, Nova Iorque ou Dallas. "Estamos a tentar chegar ao Reino Unido, mas há alguns problemas legais." Provavelmente por estarem nuas num local público, acrescentamos nós.

No menu literário das cinco meninas - além de Michelle, fazem parte do clube veterinárias, designers e bibliotecárias - estão livros como "O Estranho Caso do Dr. Jekyll e Mr. Hyde", de Robert Louis Stevenson, "Diário de Anne Frank", "Lolita", de Vladimir Nabokov, "Onze Minutos", de Paulo Coelho e os livros de D. H. Lawrence e Anaïs Nin. As sessões são abertas ao público, mas têm o limite de 120 pessoas. Coisa pouca. Mas se por acaso está a pensar em inscrever-se para ser uma das jovens a ler sem roupa, não é fácil. "Nem toda a gente pode ler. Temos ensaios e muitas reuniões antes da sessão. Mas as mulheres adoram. Durante a sessão sentem-se livres e mágicas. É uma óptima experiência partilhar algo de que gostamos de forma apaixonada com uma audiência atenta", explica Michelle. 

Mas a dúvida persiste. Quem vai a uma sessão destas liga alguma coisa à literatura? "Acho que as pessoas estão atentas às duas coisas. A minha reacção preferida no público é quando as pessoas ficam espantadas por estarmos mesmo nuas. Rimo-nos imenso. É que está no título." O fenómeno já foi baptizado de genial e a "Time Out" nova-iorquina profetizou que a moda ia pegar. Michelle deixa o aviso: "Sabemos que os italianos gostam. Se calhar um dia destes ainda vamos a Portugal."

 

Via Ionline



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Segunda-feira, 15.11.10

Dicas para fazer um strip tease para o seu namorado

 

Se você quer aproveitar o dia dos namorados para fazer uma surpresinha diferente, a sugestão pode ser fazer um strip-tease. A prática, que habita o imaginário dos homens (e porque não, das mulheres), foi bem demonstrada num filme estrelado por Demi Moore, mas você não precisa ser estrela de Hollywood para fazer.

A sexóloga Carla Cecarello, consultora da Rede Mel, que vende produtos sensuais e eróticos, diz que a explicação para tamanho sucesso da prática está na própria tradução da palavra da língua inglesa: tirar e excitar, despir e provocar.

"A finalidade do strip-tease é seduzir o parceiro por meio da dança e da expressão corporal", define. Sabendo isso, que é básico, é preciso atenção a alguns detalhes. "Para que você se sinta bem, trabalhe sua autoestima, pois você precisa se gostar muito e estar bem à vontade com seu corpo", indica.

 

Para isso, comece erotizando o seu dia-a-dia, para que seu companheiro vá se acostumando com a ideia. "Prepare-se desde a hora em que se levantar para sentir-se a mulher mais bonita do mundo. Neste dia, você vai falar usando o seu corpo", lembra Carla. "Esteja então ‘vestida de mulher’, com um belo vestido, cinta-liga, meias 7/8, sapatos de salto alto e uma linda lingerie sensual", sugere.

Se você é marinheira de primeira viagem, quanto mais peças de roupa estiver usando, melhor. Escolha, de preferência, um vestido que saia por baixo e com o qual tenha facilidade para executar os movimentos. Vale também apenas um robe, sob o lingerie. Mas se você gosta de bijuterias, atenção. "Procure não usar nada que a atrapalhe no momento como brincos compridos, anéis, pulseiras que possam enroscar e atrapalhar a espontaneidade do momento", sugere a professora Lilian Moretto, que dá aulas sobre sensualidade. Vale apenas salto alto, claro, e uma macia echarpe ou lenço, para que você possa brincar com ele.

Lembre-se de que o importante não é a peça de roupa que você tira, mas a forma como se despe, e é aí que entra a sedução do strip-tease. "Você ainda pode fazer uso de luvas, para deixar a brincadeira ainda mais excitante", aposta Carla. Pode usar o cabelo preso ou solto e a maquiagem deve realçar os olhos e a boca - mas nada muito exagerado.

Escolha uma música sensual, prepare o ambiente com velas, pétalas de rosa, use o perfume que está acostumada no ambiente ou na roupa - e não no próprio corpo -, para que o parceiro possa sentir o seu cheiro. "O seu perfume é o melhor afrodisíaco que existe", diz Lilian. A sugestão dela e de Carla é que você desperte os cinco sentidos do seu amor - e aí vale tudo. Para a audição, Lilian sugere colocar no som músicas como "Represent, Cuba", do Orishas, ou "Piece of Me", de Britney Spears.

Carla diz que o grande segredo do strip-tease é o que está por baixo da roupa e será desvendado lentamente. Mas, o lugar e clima são tão importantes quanto seu desempenho - e até para sua segurança. "Próximo do lugar onde ele vai sentar, monte uma bandeja com frutas, para interagir com ele no meio da dança, evitando que o show fique monótono", sugere. Você pode também jogar pétalas de rosas, na cama, em uma cadeira ou no sofá. A iluminação do ambiente é um ponto fundamental também. "Use luz de velas ou meia-luz e não deixe o ambiente muito escuro, porque é importante que ele veja a sua fisionomia. Enquanto dança, atraia o olhar dele para você, por meio de toques das mãos no seu corpo". Lilian completa a dica: "Nunca se esqueça de manter o mistério, faça que vai mostrar e esconda novamente e, ao tirar cada peça, tire bem devagar, olhando para a peça e nos olhos dele, estimulando a visão".

Para o primeiro strip-tease, a dica de Carla é escolher uma data especial, como o aniversário de casamento ou o aniversário dele - ou o Dia dos Namorados, claro. "Prepare um jantar romântico a dois e comece ouvindo música com ele. Convide-o para dançar e, quando tocar a música escolhida, inicie o strip-tease como se ele fizesse parte dessa brincadeira". Para não pegá-lo de surpresa e se decepcionar com a reação, uma ideia é mandar uma mensagem, no celular ou e-mail, dando a dica do que pretende fazer à noite.

 

Se você precisa controlar o nervosismo inicial, a sugestão de Lilian é encarar o strip-tease como um momento de muita sedução e amor. "Dance muito durante o dia em frente ao espelho, curta o seu corpo, veja o quanto é linda e sensual. Dessa forma estará mais confiante no momento de dançar para o seu amor".

Por Sabrina Passos (MBPress)

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Domingo, 14.11.10

O email do Facebook

 

Project Titan deverá arrancar na próxima segunda-feira. A informação foi avançada, esta sexta-feira, pela TechCrunch, que define o serviço de e-mail do Facebook como o rival que vai destruir oGmail.

Muitos dos utilizadores da rede social utilizam-na preferivelmente ao e-mail considerado comum. O site Business Insider considera que, se o “@facebook.com” resultar numa plataforma de correio electrónico mais fácil que as já existentes, tendo em conta que a página principal da rede social é já a primeira página de browser e ponto de partida para toda a navegação, a nova competência do Facebook pode destronar o Gmail, YahooHotmail como os serviços preferenciais de e-mail.

Em termos financeiros, poderá significar uma queda abrupta nas receitas da Yahoo e da AOL, que geram um número muito grande de visitas diárias reflectidas na quantidade de publicidade colocada no site. Se os utilizadores deixarem os serviços de correio electrónico destes dois servidores, as empresas que neles publicitam podem ter de pensar duas vezes antes de o fazer.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 10:57 | link do post | comentar

Sábado, 13.11.10

Elas e as posições sexuais

 

Antes de começar, vale o recado. Não há certo e errado quando o assunto é sexo.

 

Não existe melhor ou pior posição sexual, já que todo mundo é diferente, tem gostos diferentes e se atrai, consequentemente, por coisas diferentes. Mas há algumas situações que, no geral, podem sim ser encaradas de outra maneira pelos parceiros, pensando na satisfação da mulher. Não adianta, por exemplo, imitar cena de filme pornô - muita coisa só funciona na ficção mesmo e tentar copiar pode levar à decepção.

 

Outra coisa que pode confundir a cabeça dos homens é quanto ao peso do próprio corpo sobre a mulher. Recado para os moços de plantão: a maioria delas gosta e quer sentir tudo bem de perto, curte o atrito, então nada de se preocupar com isso. Homens precisam cuidar apenas para equilibrar tudo de maneira que não sufoque a parceira, claro.

Ser passivo e deixar a mulher realizar todo o serviço sozinha é reclamação de 11 em 10 mulheres quando o assunto são os deslizes deles. "Sexo é para ser feito a dois, né? Quando o homem se acha o dono da situação e vê a mulher como submissa, tende a imaginar que ela vai dar conta do recado sem ele fazer muito esforço. Tem muito homem por aí assim", reclama Soraia, de 37 anos. "É claro que, às vezes, a gente gosta de encarnar uma ‘dominatrix’, mas sempre, fica complicado", completa amiga dela, Maria Elis, de 33.

Além disso, a mulher, no geral, gosta do homem que toma iniciativa, puxa, levanta, vira, "domina" mesmo. Quando ele não faz nada disso, algumas mulheres se sentem menos desejadas. "Já pensou se o cara não se mexe, não sugere posições? Aí não é sexo. É outra coisa", alfineta Roberta, de 25. "Eu nem imagino como é transar com alguém que não tem pegada. Mulher adora mesmo essa dominação combinada".

 

Mas pegada não significa ter carteirinha do Cirque Du Soleil. Ser malabarista na cama é pra poucos, nem vale inventar. E como nem todo mundo consegue se contorcer como gostaria, surge mais um deslize dos homens. "Tive um namorado que sempre queria complicar, inventar moda que era fisicamente impossível. A gente perdia o clima quase sempre", lamente Marilda, 29. Nessa hora, outro probleminha comum surge, na opinião das mulheres. "Muitos ficam insistindo em alguma coisa que já mostramos não gostar. Aí desanima e não tem jeito de segurar o tesão". E você, o que colocaria na listinha de reclamações?

 

Por Sabrina Passos (MBPress)

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:02 | link do post | comentar

Sexta-feira, 12.11.10

o Sexo e o amor

 

Eles estavam casados havia cerca de 10 anos. Do relacionamento que começou regado a muito desejo e paixão, só restaram a amizade e a ternura. Nessa história fictícia, qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Que levante a mão quem nunca passou por uma situação similar ou conhece alguém com essa mesma história. Parece que todo casal está fadado a uma longa amizade após anos de relação. E nada mais. Será mesmo?
Apesar da perspectiva dramática e nada animadora, esse enredo pode até ter um final feliz. Pelo menos é o que garante o médico psiquiatra - e agora ator, ele interpreta a si mesmo na novela “Passione”, da TV Globo - Flávio Gikovate, em seu livro “Sexo”, recém-lançado pela MG Editores.
Segundo o especialista, são poucas as pessoas realmente satisfeitas com sua vida sexual. Isso acontece porque as expectativas são muito altas e, na maioria das vezes, fora da realidade. Entre os culpados, estão os filmes pornográficos que, explica Gikovate, exibem muitas situações irreais - por exemplo, mulheres que atingem o orgasmo somente com a penetração, ou seja, sem estimulação clitoriana.
O psiquiatra ressalta que o sexo é um fenômeno isolado do amor, ou seja, ambos não fazem parte do mesmo instinto e devem ser tratados de forma separada. Assim, é possível, segundo ele, amar alguém e não sentir desejo por essa pessoa e, da mesma forma, sentir atração sexual por alguém que não se ama.
Se o problema fosse só o ato sexual em si, em teoria, o problema poderia ser resolvido facilmente. Mas antes de o sexo acontecer, existe um sentimento essencial que dá início a todo o processo: o desejo. Gikovate explica que é comum que o desejo diminua quando os parceiros se casam, porque o cotidiano impõe muitos outros ingredientes negativos. “O sexo compete com o cansaço, com a TV, com os cuidados necessários para o bom encaminhamento dos filhos e com as preocupações com o dinheiro”, ele diz. “Além disso, a conveniência de ter o parceiro todas as noites na cama nos leva, por preguiça, a deixar o sexo para amanhã.”
Se não bastassem todas essas distrações, Gikovate cita, em seu novo livro, uma frase de Platão que complica um pouco mais a história: “Não se pode desejar o que se possui”.
Encontros no motel - Para superar tantas adversidades e reverter essa situação, só mesmo mudando o foco e trabalhando o lado psicológico. O psiquiatra sugere como remédio o bom e velho diálogo, acompanhado de algumas pitadas de iniciativa. “Cabe pensar, por exemplo, em encontros num motel, no uso de roupas mais sensuais por parte das mulheres, fantasias, e assim por diante. “O mais importante é que esses expedientes sejam feitos em parceria e não cada um por seu lado”, diz. Mas se nada disso funcionar ou nenhuma das partes tiver a iniciativa de mudar, o risco é outro, literalmente. Em muitos casamentos, a falta de desejo pelo parceiro pode acarretar consequências graves, como o fim do relacionamento ou o despertar do desejo por outra pessoa.
Bonzinho X Cafajeste - “Onde existem regras e proibições, sempre surgem os anseios relacionados à transgressão dessas mesmas regras”, explica Gikovate, em relação aos recorrentes casos de infidelidade tanto de homens quanto de mulheres. Entre elas, inclusive, é comum que se apaixonem justamente pelos “cafajestes”, como Gikovate descreve em seu livro. O motivo? Segundo o médico, esse tipo de homem é sexualmente mais interessante. “No sexo do desejo, prevalecem os cafajestes. No sexo romântico, prevalece a excitação”, destaca. “Se eu estou casado há 20 anos com a mesma mulher, evidentemente não morro de desejo por ela. O desejo virtual vai se desgastando no convívio, mas o prazer e a troca de carícias não se esgotam da mesma maneira”, observa.
O especialista ainda explica que, no amor, o sexo não é protagonista. Já no mundo da conquista, o sexo é sempre o personagem principal. “O cafajeste é o que tem mais cara-de-pau, fala mentiras, promete casamento e, com essa ousadia, mexe com a vaidade feminina”, destaca Gikovate. Para ele, nessas condições as mulheres se sentem tão estimuladas que acabam cedendo. “E os bobões que querem ser sinceros, aqueles que não mentem, se tornam irrelevantes. Mas isso também vai mudar, porque no mundo virtual, os cafajestes não se sobressaem”.
Independentemente de como a história pode vir a terminar, de maneira geral, Gikovate defende a ideia da pessoa sexualmente livre. “Corresponde à alegria íntima derivada do exercício da coerência, de sermos capazes de agir em concordância com o que pensamos”, conclui.

 

Via A Tribuna



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As portuguesas do calendário da Ryanair

 

Ryanair lançou hoje o seu novo calendário de beneficiência para 2011, onde, para cada mês do ano, pode ver uma das hospedeiras da companhia em biquíni. A portuguesa Vera aparece no mês de Agosto e Cristiana é a cara de Dezembro.

O objectivo é angariar 100 mil euros para uma instituição de caridade alemã.

“A tripulação de cabina da Ryanair está satisfeita, por uma vez mais, se despir-se para a caridade,” disse o CEO da empresa, Michael O’Leary, que acrescentou ainda que a decisão de doar os ganhos deste ano a uma instituição alemã se deve ao facto de 30% das receitas do calendário de 2010 terem vindo do mesmo país.

O calendário custa 10 euros e pode ser adquirido a bordo de qualquer voo da companhia ou no site da Ryanair.

 

 

 

Via Ionline

 

 



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Quarta-feira, 10.11.10

Sexo por amor ou casual?

 

Segundo um novo estudo, as razões para uma pessoa fazer sexo podem influenciar sua satisfação com a relação. Os pesquisadores descobriram que a satisfação sexual, geralmente pensada em termos de orgasmos e tempo gasto na cama, não depende só do sexo em si.

A maioria das pesquisas sobre a função e satisfação sexual se concentra na excitação e no orgasmo. Mas, segundo os cientistas, as pessoas fazem sexo por razões diversas, não apenas para o prazer físico.

No estudo recente, os pesquisadores descobriram que tanto homens quanto mulheres ficam mais satisfeitos quando fazem sexo por amor e compromisso. Tudo indica que os mercenários não são muitos felizes, já que sexo para conquistar bens materiais ou para progredir socialmente foi associado a uma experiência menos satisfatória.

544 homens e mulheres, estudantes universitários, em sua maioria heterossexuais, participaram de pesquisas sobre motivações e satisfação sexual. Os homens que tiveram relações sexuais para aumentar a auto-estima ficaram menos satisfeitos, como os homens que fizeram sexo para obter bens, favores ou outros recursos.

A mesma coisa ocorreu com as mulheres. As que tiveram relações sexuais para adquirir auto-estima ou aumento de recursos estavam menos satisfeitas. Sexo como uma experiência nova e excitante também foi associado com uma menor satisfação.

As mulheres apresentaram um maior número de associações do que os homens. Por exemplo, as mulheres que tiveram relações sexuais para expressar algo ao seu parceiro, como agradecimento ou pedido de desculpas, ficaram mais satisfeitas. A conexão entre amor, compromisso e satisfação foi menos intensa para as mulheres do que para os homens, embora ainda estivesse presente.

Os resultados não são muito claros. Os pesquisadores não sabem ao certo porque mais fatores influenciam a satisfação das mulheres do que dos homens. Uma possibilidade é que elas desempenham o papel de “porteiro sexual” em muitos relacionamentos – ou seja, elas decidem se o casal vai fazer sexo ou não, então suas motivações são mais propensas a resultar em sexo.

Segundo os pesquisadores, o sexo é ligado a muitas variáveis, relacionadas ao indivíduo, as relações e a cultura de uma forma mais ampla. Para entender o sexo, é importante pelo menos tentar compreender essas relações complexas.

O próximo passo da pesquisa é analisar a forma como esses motivos influenciam na disfunção sexual. Por exemplo, uma pessoa que faz sexo por amor, e não por prazer físico, pode ficar menos preocupada se não tiver orgasmo regularmente. Os pesquisadores também esperam expandir a pesquisa para além de estudantes universitários, para a população em geral.

 

Via HypeScience



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Segunda-feira, 08.11.10
Como convence-las a ir para a cama
Os melhores argumentos para as convencer a ir consigo para a cama
Vladimir Maluf

 

Duas coisas são indiscutíveis: a primeira é que sexo é bom, e homens e mulheres adoram. A segunda, não menos importante, é que, para você, não há motivos para perder uma boa transa. Mas as mulheres sempre puxam o freio de mão. Por isso, perguntamos aos homens quais são os melhores argumentos para conseguir esticar a noitada. 

Convite inocente

Para Rodrigo*, o velho truque de convidá-la para ir à sua casa é o mais eficaz. “Eu não gosto de ficar insistindo não. O melhor é levar para casa, sem demonstrar segundas intenções, e deixar rolar. Só dela estar na sua casa já é meio caminho andado”. 

Alan*, de 34 anos, também acredita que estar com ela em casa é o maior trunfo. “Para ela não ter escolha, busque-a em casa e diga que esqueceu a carteira em casa. Que vocês precisam passar lá para pegar. Depois que ela estiver sentada no seu sofá, é com você...”, afirma. 

Bom humor

Para José*, 23 anos, a melhor coisa é usar o bom humor. “Não faço muito o perfil Don Juan. Sou o tipo cômico”. Como toda brincadeira tem um fundo de verdade, ele vai brincando. “Vale até dizer que faz bem para a pele, queima calorias, pois é uma atividade física”, brinca. 

Thiago* também é adepto do bom humor e foi bem cara de pau. “Uma vez, tinha tomado umas cervejas e cheguei em uma mulher num bar e disse: ‘quer tomar alguma coisa, tipo, um banho?’. Ela caiu na risada, começamos a beber juntos e, depois, tomamos banho mesmo”, conta. 

Sem frases de efeito

Quem não acredita muito em frases de efeito é Bruno*, 29 anos. “O negócio é ter a pegada, saber onde colocar as mãos, onde dar bons beijos. Se a mulher ficar molinha, não resiste. Você nem precisa falar nada”. 

Não insisitir muito é o truque de Gabriel, 28 anos. “Se ela disser não, o negócio é não insistir. Senão ela fica querendo te 'cozinhar'”. Para ele, o segredo está na expressão facial. “Faça uma leve cara de desprezo e diga que tudo bem, mas acha esse negócio de ficar controlando as vontades muito ultrapassado, coisa de menininha”. 

Programe o próximo encontro

O maior medo da mulher ao transar de primeira é não receber uma ligação nunca mais. Por isso, a tática de Lucas*, 32 anos, é deixar claro que haverá, sim, um novo encontro. “Faça planos para o futuro: um encontro semana que vem, uma possível viagem no próximo feriado, faça aqueles comentários do tipo: ‘você vai adorar meus amigos quando os conhecer...”.

A expressão em latim Carpe Diem, que significa “aproveite o dia”, é a filosofia de Luciano*, 27 anos. “Diga a ela que não vale a pena perder uma oportunidade de ter uma noite maravilhosa, que nunca se sabe o dia de amanhã. Para que deixar para depois, se somos maduros, adultos e não devemos nada a ninguém?”

 

Via Estilo



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