Quinta-feira, 11.02.10

No sexo elas fingem.. eles inventam

 

 Eles dizem que a vontade nunca falta e quando vêem um rabo de saias vangloriam-se com o que fariam. Elas exageram na cama, e fazem os amantes pensar que têm prazer, quando na realidadeesperam que os jogos sexuais acabem o quanto antes. Conclusão: em matéria de sexo, todos mentem. "Os homens são fantasmas, mas as mulheres não são claras, de todo, sobre este assunto. É evidente que as pessoas continuam a mentir quando falam de sexo", defende o sexólogo Vincent Bataller, na apresentação dos resultados do relatório sobre hábitos de saúde sexual na população espanhola.

Os cientistas fizeram inquéritos a mais de três mil pessoas, com idades compreendidas entre os 25 e os 70 anos. 

De acordo com o estudo, a falta de desejo sexual converteu-se no principal problema e afecta 52% da população. "É um problema mais comum nas grandes cidades", conclui.

Via Ionline



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Terça-feira, 09.02.10

 

Esqueça o Viagra ou o pau de Cabinda. O segredo para mais e melhor sexo está no Sol. Mas só para os homens! As mulheres ficam mais uma vez a perder. Esta foi a conclusão a que investigadores australianos chegaram. O estudo sugere que a exposição ao Sol pode aumentar a libido masculina. E explica porquê: a vitamina D produzida pela exposição ao Sol eleva a concentração de testosterona no sangue. E daí aumentar a líbido e o desejo de mais sexo.

Boa parte da vitamina D é sintetizada pela pele ao ser exposta à luz solar e o restante é proveniente dos alimentos. Ora, quanto maior for a exposição solar, maior será a absorção de vitamina D.

O estudo, divulgado na revista Clinical Endocinology, foi feito a 2.288 homens e constatou que os homens tinham uma concentração menor tanto da vitamina como da hormona durante o Inverno e uma concentração maior no auge do Verão.

Winfried Marz e os seus colegas responsáveis no estudo afirmam agora que os cientistas devem agora verificar se os suplementos de vitamina D têm também o mesmo efeito sobre a testerona. Ou se essas vantagens vêm apenas do Sol.

Perante este estudo os andrologistas para os problemas que a exposição excessiva ao Sol podem ter, nomeadamente, na pele e os seus efeitos cancerígenos. Uma coisa é certa. Qualquer remédio tem sempre um efeito secundário.

Via Expresso



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A cerveja faz bem aos ossosSegundo um estudo norte-americano publicado pela revista especializada "Journal of the Science of Food and Agriculture", a cerveja é uma fonte importante de silício, componente da dieta que contribui para melhorar a densidade óssea.

O estudo do Departamento de Ciência dos Alimentos da Universidade da Califórnia analisou cem marcas de cervejas comerciais e verificou que elas tinham uma quantidade de silício entre 6,4 miligramas por litro e 56,5 miligramas por litro.

Mas atenção: alguns nutricionistas advertem que os possíveis benefícios da cerveja podem ser cancelados pelo consumo excessivo de álcool, já que a ingestão de mais de duas doses de álcool por dia aumenta o risco de fractura dos ossos.

Segundo os cientistas da Universidade da Califórnia, o silício é encontrado no grão da cevada utilizado para a fabricação do malte da cerveja e também no lúpulo. O estudo indicou que as cervejas com as maiores quantidades de silício são as cervejas de fermentação a temperaturas mais altas claras e as com baixa fermentação ou fermentação a frio. As cervejas escuras e as feitas com trigo têm uma menor quantidade de silício.

Por outro lado, é de salientar que o estudo foi coordenado por Charles Bamforth, professor de ciências da cerveja na Universidade da Califórnia, num posto académico patrocinado pela fabricante de cervejas Anheuser-Busch.

Via Expresso



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Segunda-feira, 18.01.10

O amor à primeira vista não existe

 

 A atracção pelo outro é sobretudo química. O aspecto físico e o cheiro podem desencadear uma reacção imediata que nos faz apaixonar por alguém. 

Mas na escolha do parceiro para uma relação estável são as referências culturais e sociais que fazem a diferença, dizem os especialistas.

Foi amor à primeira vista." A expressão tantas vezes usada está afinal errada, garantem os especialistas. À primeira vista só mesmo paixão pode acontecer. E a explicação é tudo menos romântica: é química. "As hormonas que possuímos podem levar uma pessoa a encontrar alguém cujo odor, imagem e voz desencadeiam de imediato uma resposta química que corresponda à paixão - a fase anterior à da ligação profunda que é o amor ", defende Paulo Ribeiro Claro, da Sociedade Portuguesa de Química. Mas geralmente o que acontece com a maioria das pessoas é uma atracção inicial que é puramente sexual.

Aliás, o desejo, a paixão e o amor são todos explicados por uma alquimia complexa que envolve hormonas sexuais e neurotransmissores que influenciam o nosso cérebro e nos fazem passar pelos vários estados do relacionamento amoroso: desejo, paixão e ligação, em que os sentidos também têm uma palavra a dizer.

"Qualquer um dos cinco sentidos tem a capacidade de receber estímulos sexuais, fornecendo ao homem um conjunto de informações preciosas e extremamente úteis quando este está no início, ou em pleno relacionamento com outra pessoa", fundamenta o psicólogo Tiago Lopes Lino.

Na primeira fase, existe uma atracção sexual muito forte. "É o início, quando a pessoa se deixa levar pela emoção, quando não surgem obstáculos emocionais ou mentais. É a fase do desejo sexual", explica o psicólogo clínico Fernando Mesquita, associando esta etapa do relacionamento ao aumento de produção de hormonas como a testosterona no homem e estrogénio nas mulheres.

É nesta altura que a visão e o olfacto adquirem um papel fundamental: "o ser humano tem a possibilidade de apreciar e julgar outra pessoa, e a partir daí sentir-se ou não atraído sexualmente por ela", diz Tiago Lino. "Hoje já é mais ou menos consensual na comunidade científica que a espécie humana também tem a capacidade de distinguir os genes dos parceiros através do cheiro", afirma o químico Paulo Ribeiro Claro, referindo-se às substâncias que todos os animais libertam e que funcionam como uma marca singular: as feromonas. "O nome deriva do grego fero, transportar, e de hormona, associado a excitar. Numa tradução livre, as feromonas são odores 'transportadores de excitação'."  Tiago Lino diz que é a reacção do nosso corpo  aos sinais químicos libertados por outra pessoa, que nos faz "desejá-la ou sentir repulsão por ela".

 

Via DN



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Quarta-feira, 06.01.10

O ponto G não existe?

 

A localização do ponto G continua a ser um mistério para muitos. Agora, um grupo de investigadores do King’s College, em Londres, chegou à conclusão que o ponto G simplesmente não existe. Para os cientistas, aquela suposta zona erógena é uma invenção cultural, alimentada por revistas femininas e terapeutas sexuais.

O estudo, publicado no The Journal of Sexual Medicine envolveu 1800 mulheres, com idades entre os 23 e os 83 anos, todas gémeas. Os investigadores preferiam analisar gémeas, pensando que a resposta seria parecida. No entanto, as respostas eram diferentes: enquanto algumas mulheres afirmam ter ponto G, as suas irmãs garantem que não têm. Para os cientistas, isto sugere que o ponto G é apenas um mito. “É irresponsável alegar a existência de algo que nunca se provou existir”, explicaTim Spector, um dos autores do estudo. O estudioso diz que as mulheres podem alegar ter encontrado o ponto erógeno, “mas a verdade é que não pode ser comprovado”. Este estudo pode ajudar os casais que enfrentam problemas sexuais pelo facto de não encontrarem o ponto G, explicam os investigadores.

 

Via Ionline



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Domingo, 03.01.10

Infidelidades...a culpa é da Química

 

 A infidelidade tem justificações químicas, e a culpa é de certas substâncias que o próprio organismo produz, como as hormonas e os neuroquímicos. Segundo Madalena Pinto, professora na Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto e autora do livro ‘Química do Amor e do Sexo’, este não é o único factor para o adultério, mas tem sem dúvida "culpa no cartório".


Na obra editada, Madalena Pinto, citada pela Lusa, escreve que "homens com menor tendência para o casamento ou com maior tendência para o adultério, ou ainda com maior propensão para o divórcio, demonstram frequentemente um nível médio e alto de testosterona".

Em entrevista à Lusa, a docente universitária revela que são vários os comportamentos que têm razões químicas. E dá um exemplo: "Existem componentes, como as hormonas e os neuroquímicos, que justificam, por exemplo, que após o sexo o homem queira dormir e a mulher prefira ser mimada."

Madalena Pinto investigou a forma como o organismo produz moléculas e como estas estão associadas a fenómenos emocionais e garante que "a culpa é da química". Por isso, a professora sugere aos conselheiros matrimoniais que frequentem de um curso de Química Orgânica.

 

Via Correio da Manhã

 



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Sábado, 02.01.10

Jeans é melhor que sexo?.. as britanicas dizem que sim

 

Um estudo mostra que 29,1% das mulheres britânicas acreditam que se voltassem a caber num velho par de calças de ganga, sentiram mais prazer do que se tivessem sexo, avançou hoje a BBC.

Na sondagem online organizada por uma marca multinacional de cereais, 2,2 mil entrevistadas foramincitadas a comparar a sensação de constatar uma perda de peso a outras felizes acontecimentos da vida. Além do resultado acima referido, 28,9% pensam que caber numas calças velhas seria melhor do que ser promovida e 11,1% disseram que seria melhor do que ser pedida em casamento.

A maioria das entrevistadas confessou ainda que guarda no fundo do armário uma calça velha que sonham voltar a vestir.

Via ionline

Há muita gente por aí com os aprceiros errados 



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Terça-feira, 24.11.09

Excesso d elimpeza pode ser mau

 

 Os pais devem permitir que os filhos se sujem, porque o excesso de limpeza pode ser prejudicial para a capacidade da pele se recuperar depois de ter ferimentos.

Um grupo de investigadores norte-americanos defende que as bactérias que vivem normalmente na pele activam um mecanismo que ajuda a prevenir inflamações em caso de ter uma ferida. A tese de que muitas das alergias actuais são provocadas pelo excesso de limpeza da pele ganha força com esta investigação.
A equipe de investigadores de Richard Gallo, professor da School of Medicine da University of California, em San Diego, identificou um mecanismo segundo o qual uma bactéria presente naturalmente na pele inibe a inflamação após um ferimento. “Estes germes são bons para nós”, explicou Gallo, acrescentando que esta descoberta pode ajudar a criar novas abordagens terapêuticas para doenças inflamatórias da pele.

 

Via ionline



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Terça-feira, 17.11.09

Encontrado o novo Viagra feminino

 

Inicialmente era apenas um medicamento antidepressivo, mas um estudo da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte (Estados Unidos) e da Universidade de Ottawa (Canadá) revela que a flibanserina também desperta o desejo sexual nas mulheres com pouca libido.

“A flibanserin era um antidepressivo. Contudo, verificou-se que aumenta a libido em animais de laboratório e seres humanos. Então, fizemos vários ensaios clínicos e as mulheres que participaram no estudo porque tinham pouco desejo sexual confirmaram sentir melhorias e ter experiências sexuais satisfatórias”, explicou John M. Thorp Jr., líder do estudo. Na experiência, participaram 1976 mulheres com mais de 18 anos e em idade fértil, que tomaram flibanserina aleatoriamente durante 24 semanas.

Segundo os investigadores, o medicamento é um fármaco semelhante ao Viagra, mas para mulheres cujo principal problema sexual é a diminuição do desejo. Para já, ainda só está disponível para ensaios clínicos, mas os investigadores acreditam que poderá ser um tratamento eficaz, sem os inconvenientes efeitos secundários da actual terapia de reposição hormonal.

Via ionline



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Quinta-feira, 24.09.09

 Tinha 17 anos quando se casou no final dos anos 50. Chama-se Antónia, vive nas Terras de Basto. Pediram-lhe para recordar a noite de núpcias. E ela contou: “Na noite do casamento, quando me deitei ele disse-me: ‘Então porque não te vens deitar? Não te faço mal… Sabes como é… se me casei foi para ter relações contigo’… E eu: ‘Não, que eu não quero!’ E ele: ‘Não é assim, tu não queres… tem de ser.’ Depois aconteceu.” Antónia sobreviveu. “Não morri, graças a Deus.”


Berta, filha de Antónia, tem 42 anos, casou-se nos anos 80. Era virgem e sentia vergonha do sexo. “Ele disse-me: ‘Não faz mal, depois eu explico-te. Tu não tenhas medo. Porque vai correr tudo bem. Tens de te pôr apta, porque tu sabes como é, eu não te faço mal.’”

Carla, neta de Antónia, filha de Berta, tem 25 anos. Teve a primeira relação sexual aos 18, antes de casar-se. “Qualquer pessoa tem direito a sentir prazer e a ter a sua própria sexualidade, acho que uma pessoa que tem namorado não tem de estar virgem.” Agora que é casada gostava de experimentar o swing (troca de casais). “Era uma coisa de que eu gostava.”

As três mulheres da mesma família fazem parte das 60 pessoas entrevistadas por investigadores do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa num projecto inédito em Portugal, explica a socióloga Sofia Aboim. O estudo tem o financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia e da Comissão para a Igualdade e Cidadania. E é apresentado hoje num seminário, em Lisboa.

Abarca três gerações de 20 famílias. “Tentámos perceber o que é que mudou em Portugal através das narrativas de vida de homens e mulheres, avós, pais e netos.” E comparando com estudos semelhantes feitos nos EUA ou em Inglaterra, diz, a distância geracional “é enorme”. Na área da sexualidade, a investigadora fala mesmo de uma “mudança radical”.

Regresse-se à noite de núpcias: “O discurso da avó e da mãe sobre a sexualidade é o discurso da vergonha. Mesmo quando esconde uma verdade que não era relatada [Belmira, por exemplo, acabou por contar que, na verdade, estava grávida quando se casou], revela algo que é real: que existia uma opressão muito grande da sexualidade feminina.”

E entre os homens? De novo uma família entrevistada: Tiago nasceu em 1922, teve a sua primeira relação sexual com uma prostituta. O filho, Raúl, nasceu em 1949. Aos 17 anos foi com os amigos a uma casa de prostituição e começou a sua vida sexual da mesma forma que o pai. Já o seu filho, Victor, nasceu em 1983. Começou a namorar aos 15 anos e foi com a namorada que perdeu a virgindade.

Ao contrário do pai e do avô, Victor defende que homens e mulheres devem dormir com quem acharem por bem, “desde que não façam mal a ninguém”. Depois, contradiz-se: “não é possível olhar com amor” para as raparigas que dormem com vários rapazes. O que mostram relatos como este? Que o recurso à prostituição era institucionalizado e hoje quase não existe. Mas também que, havendo um discurso de paridade sexual, “é sistemática a diferenciação que os rapazes fazem entre as raparigas fáceis e as não fáceis”, diz Aboim. “É um discurso que só emerge se aprofundamos as entrevistas, que é herdado dos avós, mas muito mais matizado.”

Em suma, ao contrário do que se passou a outros níveis, “no campo da sexualidade, a mudança foi mais ambígua”, remata. “Há imensa sensibilização para a igualdade de género, mas depois há questões mais profundas que não têm a ver com o conseguirmos levar mais os homens para a cozinha. Há, de facto, concepções de diferenciação e de poder: uma rapariga simplesmente não pode ter o mesmo comportamento que um rapaz.”

 

Via Publico



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Segunda-feira, 14.09.09

 Que razões levam as mulheres a fazer sexo? Amor? Paixão? Atracção? Desejo de prazer? Porque é bom? O livro "Why Woman Have Sex" revela que tudo isso é verdade, mas há mais motivos. Cindy Meston e David Buss, autores desse livro e professores de psicologia da Universidade do Texas, fizeram um estudo junto de mais de mil mulheres e concluíram que há razões mais estranhas e espantosas que levam as mulheres a terem relações sexuais com um homem. 


Para travar uma dor de cabeça, melhorar a performance sexual, obter favores e presentes, por mero aborrecimento, ou como moeda de troca para obrigar os homens a fazer as tarefas domésticas - estas são algumas das respostas mais curiosas dadas pelas mulheres inquiridas. Vestir o avental, lavar a louça, passar a ferro e aspirar a casa pode convencer uma mulher a dormir com um homem. E houve ainda quem invocasse razões espirituais. Uma mulher respondeu que fazia amor para "sentir-se mais próxima de Deus".

Os motivos sentimentais lideram a lista. Já o desejo de procriar só aparece na 55.ª posição da lista de respostas. De resto, há motivos para todos os gostos: mundanos ("Sentia-me atraída pela pessoa), românticos ("Queria demonstrar o meu amor"), altruístas ("Queria agradar o meu parceiro"), piedosos ("Dormi com vários rapazes porque tinha pena deles"), vingativos ("Queria vingar-me por o meu parceiro me ter traído") e interesseiros (uma em cada dez mulheres admitiu fazer sexo "em troca de presentes"). 

O estudo conduzido pelos psicólogos americanos começou por sondar 444 voluntários - homens e mulheres entre os 17 e os 52 anos - sobre as razões que achavam válidas para alguém desejar ter relações sexuais. Na fase seguinte, 1549 estudantes de psicologia hierarquizaram as 237 razões seleccionadas, associando valores de um a cinco a cada uma delas. Os autores concluíram que o estudo mostra que "enquanto os homens encontram muitas mulheres sexualmente atraentes, as mulheres não encontram muitos homem que as atraiam do ponto de vista sexual". O que mais as atrai é um corpo simétrico, um homem alto, com uma voz profunda, "que cheire bem". Baixos níveis de testosterona também podem ajudar - sugerem que as probabilidades de se envolverem com outras mulheres são menores. 

Seis em cada dez estudantes da amostra revelaram que dormem regularmente com um colega do sexo masculino que não é o namorado. Uma delas, que estava numa universidade diferente da do namorado, explicou: "A vida é demasiado curta para esperar quatro anos para ter sexo outra vez."

 

Via ionline



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Quarta-feira, 09.09.09

Mulheres inglesas compram sapatos que não lhes servem

 

Sabem que não lhes servem, que as vão magoar, mas mesmo assim não resistem a um par de sapatos em saldos. Segundo um estudo da organização inglesa, "Society of Chiropodists and Podiatrists", a paixão pela moda leva 37% das britânicas a comprar sapatos do tamanho errado. O estudo revela ainda que cerca de 80% das mulheres entrevistadas sofrem de problemas nos pés, como inchaço no dedo grande do pé (15%), calos (24%), calcanhares secos e gretados (39%) e unhas encravadas (19%). "Nem todos os problemas dos pés podem ser evitados, mas a maioria é resultado de sapatos inadequados ou de baixa qualidade", defende a podóloga Lorraine Jones.

A especialista da "Society of Chiropodists and Podiatrists" não é contra as modas, pelo contrário. "Não quer dizer que não possamos usar sapatos que estão na moda ou saltos altos, mas é preciso dar um descanso aos nossos pés e ver um especialista se algo está errado."

Via ionline

Ok.... há muita gente que não sabe o que fazer ao dinheiro.... 

 



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Terça-feira, 08.09.09

 Mulheres fazem sexo para combater o tédio

 

Depois de entrevistar cerca de 1000 mulheres, os autores do livro, Cindy Meston e David Buss, conseguiram apontar 200 razões que as levam a fazer sexo. Para combater o tédio e «porque ele me pagou o jantar» são algumas das razões.

Aproximadamente 84% das inquiridas admitiram ter sexo em troca de tarefas domésticas ou simplesmente para ter uma vida tranquila.

Outras fazem-no para curar a dor de cabeça, como desculpa para evitar saídas para jantar ou até para provocar ciúmes no parceiro através da traição.

Via Destak

 



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Sexta-feira, 07.08.09

Falemos de coito vaginal

 

"Estamos a falar de coito vaginal", começa por dizer Rui Miguel Costa, 41 anos, investigador no departamento de Stuart Brody, um especialista britânico em estudos sexuais na Universidade de West of Scotland, em Paisley. "Sexo", o termo lato, deve por isso ficar fora da conversa sobre o estudo publicado na revista científica "Archives of Sexual Behavior".


O trabalho conclui que, na altura de pensar no bem que a vida sexual faz à mente, o melhor contributo é o "coito vaginal sem preservativo". 

A troca de secreções entre os dois sexos, por conterem agentes antidepressivos, e uma maior intimidade, são alguns dos argumentos apresentados. Já um dos potenciais da investigação pode ser ajudar a explicar a elevada incidência de problemas mentais entre homossexuais, como têm vindo a demonstrar estudos recentes.

"Tem havido alguma controvérsia, mas parece que as reacções negativas da sociedade não explicam inteiramente os problemas mentais que os homossexuais têm", diz Rui Miguel Costa. A polémica não fica por aqui. Afinal, proteger-se de doenças sexualmente transmissíveis (DTS) significa não desfrutar totalmente dos benefícios do sexo na saúde? Segundo este estudo, sim.

"É preciso perceber que o preservativo tem desvantagens, como qualquer medicamento ou tratamento, onde são explícitas as contra-indicações. Depois, são as pessoas que escolhem se é o método mais adequado. Em relação às DTS, o preservativo protege, mas é preciso ter noção de qual é o risco e não entrar em pânico", salienta o investigador. "As DTS transmitem-se pelo coito vaginal mas o VIH - que em rigor não é uma DST - tem uma probabilidade baixíssima de se transmitir por esta via em pessoas com tecido genital saudável: as vias do sexo anal e perfurações cutâneas com materiais infectados são as verdadeiramente perigosas para a transmissão do VIH", adianta. 

Dói-me a cabeça Em causa estão os chamados mecanismos de defesa "imaturos", que se traduzem numa maior vulnerabilidade à doença mental. Rui Miguel Costa explica que o uso preservativo é um dos factores associados à diminuição das protecções naturais. Já o orgasmo feminino, por exemplo, tem o efeito contrário. 

Na sexualidade, os handicaps acabam por isso por estar todos relacionados. "Resultam de uma maneira de lidar com o stress em que a realidade é distorcida", diz o investigador. 

"As pessoas com este tipo de problema mergulham numa fantasia para evitar a realidade, convertem o problema psicológico em problemas físicos como dores de estômago ou dores de cabeça. Muitas vezes deslocam os seus sentimentos para coisas menos conflituosas, como a comida", resume. O impacto é igual em homens e mulheres. "Provavelmente a prevalência é semelhante à das doenças mentais", explica o investigador. 
Para Rui Miguel Costa, a solução passa por menos ignorância e terapia ou educação sexual mais informada. "Se as pessoas não querem ter coito vaginal por motivos de consciência, não há nada a fazer. Mas devem ser encorajadas a ter o melhor coito vaginal possível".

Masturbação inimiga Se por enquanto são mais as perguntas do que as respostas, há alguns dados importantes a reter. De todos os comportamentos sexuais, apenas o coito vaginal está associado a bons indicadores de saúde física e mental. O tempo que se dedica aos preliminares merece outras considerações: se substituem a penetração vaginal (mesmo que incluam sexo anal e oral) diminuem a satisfação sexual. Já a masturbação pode ser prejudicial, explica Rui Miguel Costa. Um estudo com 2000 pessoas mostrou que quanto maior é a frequência, menor é a satisfação. Está melhor quem "mesmo tendo coito vaginal menos vezes, nunca se masturba", diz.

 

Comentário de Nuno Monteiro Pereira, urologista e professor de Sexologia

Parece-me um trabalho polémico. Este tipo de discurso tem de estar muito bem sustentado cientificamente, uma vez que contraria o que vem sendo admitido nesta área. Não significa que esteja errado, mas tem de ser analisado com cuidado. No caso do IVH, é verdade que o coito vaginal não é a principal via de transmissão, mas quem é que garante que as mucosas são saudáveis? A mucosa vaginal não é um epitélio impermeável, e desde que haja vírus, existe uma hipótese de contágio. Por mais benefícios que não usar preservativo possa ter - e é verdade que são conhecidas partículas benéficas como as anti-inflamatórias - os riscos parecem-me demasiado grandes para desaconselhar em algum caso o seu uso.

A espécie humana está construída para que o método de eleição da sexualidade seja o coito vaginal, é natural que esta via esteja naturalmente melhor estruturada. Mas a homossexualidade não é uma escolha.

Em relação à masturbação, cabe-me dizer que também são conhecidos efeitos benéficos. Para um homem ou mulher sem parceiro, pode aliviar a tensão sexual. E isso faz certamente bem à mente.

 

Via ionline



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