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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

23
Abr10

O google, a censura e a blogofera

olhar para o mundo

O google e a censura na blogofera

 

Está disponível online para quem queira ver e é uma resposta clara às organizações que têm pedido mais transparência: a Google criou um mapa com os pedidos de informação sobre uti- lizadores e de remoção de conteúdos feitos por dezenas de governos. Este mapa revela os pedidos feitos entre 1 de Julho e 31 de Dezembro de 2009. 

"Somos novos nisto e ainda estamos a aprender qual é a melhor maneira de reunir e apresentar esta informação", escreve a Google na página onde o mapa foi disponibilizado. "Vamos continuar a melhorar esta ferramenta e a afinar os tipos de dados que apresentamos", promete a empresa.

Portugal é um dos países que aparecem no mapa. Embora não tenha solicitado a remoção de conteúdos, o governo de Sócrates fez 45 pedidos de informação sobre utilizadores. De que tipo? Não sabemos. De uma forma geral, explica a Google em comunicado, "a maioria destes pedidos são válidos e a informação em causa é necessária para investigações criminais legítimas". No entanto, muitas vezes também configura uma tentativa de censura. A guerra que a Google tem travado com a China não é alheia a esta iniciativa. Aliás, a empresa usa o mapa para dar um beliscão na controvérsia. A China aparece no mapa, mas em vez de ter números tem um ponto de interrogação à frente, com a seguinte nota: "Os responsáveis chineses consideram que as ordens de censura são segredos de Estado, por isso não podemos revelar essa informação neste momento." 

Noutros países também há dados interessantes. Por exemplo, a Google recebeu mais pedidos de informação sobre consumidores privados no Brasil que nos EUA. Porém, no que toca ao pedido de remoção de conteúdos - o que muitas vezes está relacionado com conteúdos ilegais, de pornografia, xenofobia, racismo - a Alemanha é campeã absoluta, com 188 pedidos. A Google explicita a percentagem que foi efectivamente retirada, identifica o serviço em causa (Blogger, YouTube...) e indica em que casos houve ordem do tribunal. 

"Pensamos que maior transparência e responsabilidade irão conduzir a menos censura e maior responsabilidade na vigilância governamental", remata a Google.

 

Via ionline

19
Mar10

Vírus informáticos à solta

olhar para o mundo

Virus informáticas andam por aí.

 

Dois telemóveis comprados na loja online da Vodafone trouxeram um extra que não estava previsto: um código malicioso pré-instalado cuja missão é roubar dados do cartão. No primeiro caso, reportado na semana passada, a Vodafone Espanha classificou o incidente como “isolado”. O problema é que o segundo telemóvel infectado foi comprado por um especialista em segurança informática, que o testou antes de começar a utilizar. Resultado: ambos os telemóveis vieram da loja infectados com o mesmo “malware”. Ontem ainda não havia explicação oficial para o sucedido. Mas o que realmente interessa é perceber que os códigos maliciosos, dos vírus aos programas para roubar passwords, vêm agora nos pacotes mais insuspeitos.

Cuidado com o motor de busca

A primeira coisa que a maioria dos cibernautas faz quando quer procurar alguma coisa é ir aoGoogle. No entanto, o maior motor de busca da internet não é responsável pela idoneidade dos links que apresenta nas páginas de resultados. Javier Ildefonso, director de marketing da especialista em segurança Symantec, dá o exemplo: “Na primeira página de resultados orgânicos [não patrocinados] de uma busca por ‘entrevista a tiger woods’ encontram-se vários links infectados”, cerca de 30% do total. 
O responsável, que ontem apresentou em Lisboa a mais recente versão do software de protecçãoNorton 360, admitiu mesmo que os motores de busca são hoje uma das principais portas de entrada dos vírus e outros códigos maliciosos nos computadores pessoais. É que o site pode não parecer perigoso e levar o utilizador a clicar onde não deve. Ou então apresentar uma página de “downloads”, até de software antivírus, que não são mais que programas falsos. Programas como o Norton e oMcAfee avisam com uma bola verde ou vermelha se o site é fiável ou não.

Vírus em Aeroportos

 O alerta já tinha sido dado há dois anos, quando um estudo revelou que muitas redes sem fios nos aeroportos norte-americanos eram vulneráveis. Ontem Javier Ildefonso voltou a frisar este perigo, referindo os casos de infecção que aconteceram no aeroporto de Chicago. Se ligar o portátil e lhe aparecer uma rede com o apetecível nome “Free Wi-Fi”, acredite: o mais provável é que seja uma armadilha.

Via Ionline

14
Mar10

Internet, Sexo e Paz: Bem-vindos à ultima página!

olhar para o mundo

Sexo.. a palavra que faz girar a internet

 

Esta informação não é novidade para ninguém: as palavras "Sexo" e "Pornografia" ocupam lugares cimeiros na procura de informações na Internet, a par com motores de busca como o Google e o Yahoo e as redes sociais como o Hi5 e o Facebook. A novidade surge quando é notícia de que a Internet é candidata a Prémio Nobel da Paz, isto é, no meu mundo de Saltos Altos, no mínimo sui generis. Ou talvez não... vejamos.

Vamos tentar fazer uma correlação entre estes três conceitos:

Comecemos por perceber a relação directa entre a Internet e o Sexo.

A candidatura da Internet como Prémio Nobel da Paz teve origem num manifesto lançado por um grupo de cientistas e artistas que indica que a Internet é uma ferramenta que promove claramente a abertura (o sexo também), a aceitação (o sexo também) e a interacção de pessoas de uma forma rápida e eficaz. O sexo também!

Permitam-me acrescentar:

A internet permite aceder a uma quantidade de informação, rapidamente, muitas vezes potencialmente inacessível e às vezes confidencial. O sexo também.

A Internet abriu portas para um novo mundo, desconhecido por muitos, e torna acessível a qualquer comum dos mortais lugares até então não explorados. O sexo também.

A Internet é uma forma de divertimento, a um custo relativamente baixo. O sexo também.

A Internet permite que muitas pessoas evoluam do ponto de vista académico, pessoal e até profissional. O sexo também.

A Internet pode ser utilizada em qualquer lugar, mas estudos recentes indicam que o lugar mais utilizado para aceder à internet é em casa, maioritariamente no quarto e na sala. O sexo também.

Pronto! Já podiam ter dito! Agora já entendi! Mas se o sexo e a Internet têm tanta coisa em comum, e se a Internet promove a paz (é o que dizem os cientistas e os artistas e eu não duvido de cargos que terminam em "istas", como juristas ou pianistas)... então porque não nomear o Sexo para Prémio Nobel da Paz? Hum?

Antes de virem já responder que nomear o sexo para Prémio Nobel da Paz é uma ideia absolutamente absurda, deixo-vos a pensar com uma pergunta:

Quando discutem lá em casa com a vossa mulher/marido, o que é que promove mais a paz a seguir? Ir a correr para a Internet ou terem uma noite de sexo escaldante?

Ah pois é...

Solange Cosme, in A vida de Saltos altos

11
Mar10

Cyber-bullying: Google e Facebook debaixo de fogo

olhar para o mundo

 Um vídeo no YouTube de uma criança deficiente a ser espancada pelos colegas e as página de tributo a duas crianças mortas invadidas por comentários obscenos e imagens pornográficas no Facebook. Aconteceu em Itália e na Austrália.

Se o primeiro caso resultou na condenação por um tribunal de Milão, a 24 de Fevereiro, de três executivos da Google a uma pena suspensa de seis meses de prisão, o segundo suscitou a ira dos pais das crianças que em carta dirigida ao fundador da popular rede social, Mark Zuckerberg, lamentaram que uma iniciativa que poderia atenuar a sua dor lhe tenha provocado tamanho sofrimento.

Mais não será preciso para relançar o debate em torno da liberdade de expressão na Internet. Até que ponto estes sites deverão (ou poderão) controlar os vídeos, fotografias e comentários publicados por milhões de utilizadores?

Em Maio de 2009, segundo o blogue oficial do YouTube , eram submetidas neste site 20 horas de vídeo por minuto. O Facebook, por seu lado, garante que já terá ultrapassado os 400 milhões de utilizadoresregistados.

Internet ferida de morte


Para o jornalista Jeff Jarvis, autor do influente blogue BuzzMachine , o que o tribunal italiano pretende é que os sites validem antecipadamente tudo o que publicam. O resultado prático, argumenta, é que "nenhum sitepermitirá a publicação porque o risco é muito grande". "Isso mata a Internet", remata.

Também o vice-presidente da Google, Matt Sucherman, num artigo publicado no blogue oficial da empresa norte-americana defendeu que a sentença do tribunal de Milão "ataca o princípio da liberdade sobre o qual a Internet foi construída".

A ideia de que a Internet deve ser policiada não é nova mas está a ganhar terreno nos Estados Unidos e na Europa.

No velho continente, a necessidade de proteger os direitos de autor combatendo a pirataria, já motivou iniciativas legislativas em França e no Reino Unido que na prática atribuem aos os fornecedores de acesso à Net o ingrato papel de polícia (ou censor) da rede. Uma tendência que está a deixar alguns observadores muito preocupados como John Morris, do Centro para a Democracia e Tecnologia em Washington.

Responsabilidade partilhada


Em resposta à carta que os pais das crianças australianas enviaram para o fundador do Facebook, a porta-voz da popular rede social, Debbie Frost, respondeu nos seguintes termos: "O Facebook é intensamente auto-regulado e os utilizadores podem e devem reportar conteúdos que considerem questionáveis ou ofensivos".

Uma resposta que pouco terá servido de consolo aos pais e que coloca os sites que vivem do conteúdo submetido pelos seus utilizadores na mira da opinião pública. À medida que o tempo passa e os episódios de abusos de liberdade de expressão acontecem, sites como o YouTube (propriedade da Google) e o Facebook estão a perder a imagem de paladinos da liberdade.

"Vivemos numa sociedade onde se espera que as empresas assumam as suas responsabilidades", afirma Karen North da Universidade do Sul da Califórnia. Acontece que, acrescenta a especialista em comunidades online, "os internautas são convidados a publicar conteúdos, mas também a partilhar as responsabilidades".

"Na Internet todos somos responsáveis por monitorizar os conteúdos que nos surgem no ecrã, para que os valores da sociedade se mantenham intactos", defendeu Karen North.

 

Via Expresso

18
Fev10

Sempre sonhou com uma viagem no transiberiano? agora pode-o fazer ... online!!!!

olhar para o mundo

Transiberiano já está online

 

A viagem de comboio mais famosa do mundo já está online. A Google Rússia criou um site a partir do qual pode fazer a viagem virtual de nove mil quilómetros entre Moscovo e Vladivostok.

O vídeo cobre os seis dias de viagem do Transiberiano num lugar à janela enquanto a viagem de se desenrola em tempo real. Pode escolher se quer acompanhar as paisagens russas com o ruído das rodas nos carris, canções populares da Rússia ou ainda da leitura de clássicos russos como o "Guerra e Paz" de Tolstoi.

"Nós queríamos mostrar a beleza do nosso país. O Transiberiano é o cartão-de-visita único da Rússia. A ideia é trazer a viagem a pessoas que possam ter já pensado em fazê-la, mas que nunca a chegaram a marcar", explicou ao Guardian Alla Zabrovskaya, porta-voz da Google Rússia.

Veja como começa a viagem:

 

 

Via Ionline

10
Fev10

adeus Gmail, olá Google Buzz

olhar para o mundo

 Depois da especulação dos últimos dias, a Google oficializou esta tarde os rumores: o Gmail será transformado numa rede social, o Google Buzz.

Na sede do gigante americano, em Mountain View, na Califórnia, estava o vice-presidente daGoogle para gestão de produtos, Bradley Horowits.

"É um mundo absolutamente novo dentro do Gmail", declarou Horowitz, passando a explicar as características principais em que assenta a mudança do serviço de e-mail. O site Mashable publicou um artigo onde descodifica o serviço.

A criação da rede social segue a inspiração do conceito "buzz", que não tem tradução directa em português, mas está relacionado com algo que está a ser falado, que é tema de conversa.

Aliás, uma das características inovadoras desta rede social é que os utilizadores serão alertados para qualquer "buzz" de uma pessoa que não estão seguir, mas que está ligada aos seus amigos.

Nos próximos dias (a entrada em vigor do serviço não acontece em simultâneo em todo o mundo), assim que os utilizadores entrarem na sua conta de email, verão a indicação "buzz" mesmo por baixo de "caixa de entrada" (ou inbox).

Ao clicarem, tal como acontece no Facebook, verão um campo onde podem ser partilhadasopiniões, fotografias, vídeos e links. Para cada entrada, haverá diferentes níveis de privacidade. Os utilizadores serão alertados do "buzz" que criam com cada post.

Uma das características mais inovadoras é que o Google buzz saberá onde está o utilizados, sempre que este o usar de forma móvel (através do site Google Mobile, o Buzz.Google.com ou o Google Maps).

Os post podem mesmo ser publicados com a identificação do local geográfico onde foram escritos.

Seleccionando a opção "nearby" (por perto, em português), o utilizador será informado dos seus amigos geograficamente próximos.

As reacções da concorrência foram imediatas. A Microsoft diz em comunicado que "as pessoas ocupadas não querem mais uma rede social, querem agregação" tal como a "que os clientes da Hotmail [detida pela Microsoft] já beneficiam".

Por sua vez, a Yahoo! não se referiu ao Buzz, mas sublinhou as carecteristicas do seu serviço Yahoo! Updates "que permite às pessoas ver e partilhar updates de fotografias, mudanças de estado,opiniões [no original, buzzed] sobre uma nova história ou a crítica de um restaurante". Traduzindo: um serviço muito semelhante ao que a Google começa a oferecer.

O serviço começou hoje a ficar disponível nos Estados Unidos e chegará, progressivamente, ao resto do mundo ainda durante esta semana.

 

Veja aqui como funciona o Google Buzz e depois o que foi comentado em directo durante a conferência de imprensa

 

 

Via Ionline

06
Jan10

iPhone ou Nexus One? Faça a sua escolha

olhar para o mundo

Iphone ou nexus one?

 

Agora que o Nexus One da Google foi revelado,a questão que se coloca é: estará ao nível dos outros smartphones actualmente disponíveis no mercado, nomeadamente o iPhone e o Motorola Droid? Valerá a pena mudar de telefone e escolher um Nexus One?

O siteBillShrink criou um gráfico que compara os aparelhos. Embora algumas diferenças sejam óbvias, como o facto de o iPhone não ter a opção de multi-tarefas e o Android ter menos aplicações, na maior parte das comparações, os valores são semelhantes.
O Nexus One tem uma bateria com maior autonomia, um cartão à partida com menos capacidade – 4GB – mas com capacidade de se estender até aos 32 GB. Todos os aparelhos têm WiFi, GPS e umaApp Store. Mas para melhor perceber as diferenças entre os diferentes telemóveis, aqui fica a tabela comparativa.

04
Dez09

Google limita acesso gratuito a notícias

olhar para o mundo

Google limita acesso Às noticias

 

 O serviço " Google News " vai passar a ter um limite de notícias online gratuitas, revelou hoje a gigante da Internet. Os internautas que clicarem mais de cinco vezes em artigos de uma publicação online serão automaticamente reencaminhados para a mesma, de forma a fazerem um registo na página ou assinarem a subscrição.

A mudança vai apenas ser aplicada a sites que tenham conteúdos pagos, como por exemplo, o " Wall Street Journal ". Este jornal pertence à News Corporation , empresa de comunicação social que acabou por ser a grande influência na decisão da Google: acusando o site de buscas de lucrar com as suas notícias online, a News Corp, de Rupert Murdoch, anunciou estar a ponderar remover os seus artigos dos resultados de busca da Google, transferindo-as para o motor " Bing ", da Microsoft.

A Google acabou por ceder e anunciou hoje que deverá adaptar o sistema "First Click Free" (Primeiro Clique Grátis), de forma a incentivar os internautas a registarem-se ou pagarem as subscrições nos sites noticiosos. Desta forma, os grupos noticiosos também poderão mais facilmente concentrar as atenções em potenciais assinantes que acedam regularmente aos seus conteúdos.

Via expresso

21
Nov09

Google apresenta o sistema operativo Chrome

olhar para o mundo

Sistema operativo da google,chrome OS

 

A Google apresentou uma versão funcional do sistema operativo que anunciou em Julho. O Chrome OS já tinha sido descrito como um sistema para um novo paradigma de utilização do computador pessoal – e está pensado para quem está permanentemente ligado à Internet.

 

O aspecto do Chrome OS é visualmente muito semelhante ao browser com o mesmo nome que a empresa lançou há pouco mais de um ano. A ideia é que o utilizador use aplicações online – como o GMail e os Google Docs (que incluem processadores de texto e folhas de cálculo) – para todo o tipo de tarefas.


A interface de navegação é praticamente igual à do browser Chrome, com uma série de separadores no topo a permitir o acesso a aplicações Web e a sites. Há ainda um menu de aplicações semelhante ao de algumas versões de Linux que estão a ser usadas emnetbooks, os pequenos computadores baratos que se tornaram muito populares.

Há muito que a Google está a trabalhar para mudar o paradigma de computação pessoal e tenta impulsionar a transição para o chamado “cloud computing”, onde as ferramentas e os ficheiros do utilizador não ficam guardados no disco rígido dos computadores, mas sim na “nuvem” de servidores da Internet.

No Chrome OS, os documentos criados pelo utilizador são automaticamente guardados na “nuvem” e nada fica armazenado no computador. Por exemplo, ao usar o editor de texto simples do Chrome OS (que se chama Notepad, tal como o do Windows), o documento criado é automaticamente guardado no espaço dos Google Docs.

Numa vídeo-demonstração para jornalistas, o vice-presidente de produtos da Google, Sundar Pichai, abriu um documento Excel, da Microsoft. O Chrome OS abriu o documento usando o Windows Live, um serviço online da Microsoft que permite lidar com este tipo de ficheiros. “A Microsoft criou uma killer app para o Chrome”, gracejou Pichai (killer app é o jargão inglês para designar uma aplicação capaz de determinar o sucesso de um produto).

Ao aceder a um ficheiro online – um documento PDF, por exemplo – o sistema abre-o na aplicação online capaz de lidar com esse ficheiro. E, para a maioria dos ficheiros, a Google já disponibiliza uma aplicação na Web.

A informação criada pelo utilizador num computador equipado com o Chrome OS – sejam definições pessoais para o uso das aplicações ou documentos – é constantemente sincronizada com os dados na “nuvem”. O computador servirá apenas como cache, armazenando a informação temporariamente, de forma a permitir um acesso mais rápido, explicaram os responsáveis.

Tal como a empresa já tinha prometido, o código-fonte do Chrome OS – que é baseado em Linux – foi hoje disponibilizado online para acesso de qualquer pessoa. Em teoria, isto torna possível (embora seja tecnicamente muito complexo) que um utilizador instale o sistema num computador.

A empresa reafirmou a meta de colocar o Chrome OS no mercado em meados do próximo ano, pré-instalado em netbooks.

 

Via Público

17
Nov09

Google Wave, o faz tudo da google

olhar para o mundo

Google wave

 

Google Wave está a desencadear uma onda de entusiasmo entre os fãs das novas tecnologias. Alguns dos 100 mil acessos à versão experimental, que a Google colocou em Setembro à disposição de um grupo restrito de utilizadores, a que o Expresso teve acesso, chegaram ser leiloados no eBay acima dos 100 dólares. E durante alguns dias monopolizou, no início de Outubro, as discussões na rede social Twitter .

Mas até que ponto o Wave se mostra útil para quem já o testou? Um aluno do ensino secundário norte-americano conta em resposta a um inquérito do blogue Lifehacker, que até agora "os estudantes trocam por e-mail os apontamentos e a seguir cada um tem de compilar e verificar toda a informação". No futuro, "todas as contribuições poderão convergir num único documento, editado por todos mas que cada um poderá consultar sempre que precise".

À mesma pergunta, um repórter do "The Arizona Republic" garantiu que seria "muito útil para apoiar a investigação e escrever artigos em parceria com outros jornalistas".

FUNCIONALIDADES
  • O Google Wave organiza as mensagens de forma dinâmica e centralizada

  • É uma rede social que oferece controlo mais rigoroso dos participantes numa 'conversa'

  • Permite recapitular todas as contribuições de uma 'conversa' pela ordem de ocorrência

  • Além de texto, permite partilhar conteúdos multimédia (vídeos, fotos, música e mapas)
Muito mais do que email

Se num primeiro momento a Google garantia que se o correio electrónico tivesse sido inventado hoje seria igual ao Wave, Kasia Chmielinski, membro da equipa de desenvolvimento, disse agora ao Expresso que "é muito mais do que uma aplicação de e-mail".

"É um local onde as pessoas podem comunicar e trabalhar em grupo, podendo usar texto formatado, fotos, vídeos, mapas e até conteúdos de outros sítios na Web. Na aplicação podemos criar um wave (onda em inglês mas que em português significará conversa ou debate) e adicionar os participantes, sendo que qualquer um pode editar tudo o que está a ser dito em tempo real", explica Kasia Chmielinski.

Toda a conversa num único sítio

A estrutura do ecrã inicial da aplicação assemelha-se a um tradicional programa de correio electrónico como, por exemplo, o Outlook da Microsoft. À esquerda em cima, o menu navegação e por baixo a janela com os contactos. Ao centro surgem listadas as 'conversas' e à direita o seu conteúdo. Mas as semelhanças com o popular sistema de gestão de correio electrónico ficam por aqui.

O Wave propõe-se concentrar num único espaço a conversa interminável que tomou de assalto o actual ecossistema da Web 2.0 , a rede colaborativa onde todos podem ter o seu púlpito. Mas tem muito pouco que ver com uma cadeia de e-mails onde o que é dito fica cristalizado à medida que o tempo passa. Aqui, uma afirmação proferida no início de uma 'conversa' pode ser alterada ou comentada por qualquer interlocutor em qualquer altura.

À primeira vista, o Wave vale sobretudo pela capacidade de organizar e sistematizar estes diálogos mais ou menos intermináveis. A conversação decorre em tempo real, sendo possível, por exemplo, ver o que outra pessoa está a escrever no exacto momento em que o faz.

A aplicação permite ainda recapitular uma conversa, relendo cada contribuição no momento em que foi feita.

Ainda sem data de lançamento para a primeira versão, a Google revelou no início de Novembro que qualquer empresa poderá hospedar e gerir sistemas de comunicação baseados no Wave. Entretanto, alguns grandes actores do mercado de software profissional, como a SAP e Novell, já estão a desenvolver ferramentas que tiram partido do Google Wave.

Via Expresso

 

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