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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

10
Mar10

Quer que o casamento dure? Não vivam juntos antes de dar o nó

olhar para o mundo

Viver juntos antes do casamento encurta o tempo de casados

 

 As pessoas que vivem juntas antes de se casarem têm menos probabilidades de permanecerem casadas, concluiu um novo estudo. Mas as suas hipóteses melhoram se já estiverem noivas quando forem viver juntas.


A probabilidade de um casamento durar uma década ou mais diminui seis pontos percentuais se o casal tiver coabitado primeiro, assegura a investigação.

O estudo que incluiu homens e mulheres dos 15 aos 44 anos foi feito pelo Centro Nacional de Estatísticas da Saúde, utilizando dados do Censo da Família conduzido em 2002. Os autores consideram coabitação como pessoas que vivem com um parceiro sexual do sexo oposto.

"Na perspectiva de muitos jovens adultos, casarem sem antes terem vivido juntos é insensato", diz Pamela J. Smock, investigadora do Centro de Estudos Populacionais da Universidade de Michigan, em Ann Arbor. "Só porque alguns estudos académicos mostraram que viver junto pode, de certa forma, aumentar as hipóteses de divórcio não quer dizer que os jovens adultos acreditem nisso."

Os autores descobriram que a proporção de mulheres com trinta e muitos anos que nunca coabitaram duplicou em 15 anos, para 61%.

Metade das pessoas que coabitam casam-se no espaço de três anos, concluiu o estudo. Se ambos os parceiros são licenciados, as hipóteses de virem a casar-se aumentam e a união pode durar pelo menos dez anos.

"Os números sugerem que a coabitação ainda é um caminho na direcção do casamento para muitos licenciados, embora possa ser um fim em si mesmo para muitas mulheres com menos habilitações", afirma Kelly A. Musick, professora de Análise Política e Gestão da Universidade de Cornell.

As pessoas que se casam depois dos 26 anos ou têm um filho oito ou mais meses depois do casamento têm mais probabilidades de permanecerem casadas por mais de uma década.

"Como resultado da crescente prevalência da coabitação, o número de filhos nascidos de pais não casados que coabitam também aumentou."

No início da última década, a grande maioria de nascimentos de mães solteiras era de mulheres que viviam com o pai da criança. Apenas duas décadas antes, somente um terço dos bebés eram de casais a viver juntos.

O estudo concluiu que globalmente 62% das mulheres dos 25 aos 44 anos eram casadas e 8% viviam com o companheiro. Entre os homens, os números eram de 59% de casados e 10% daqueles que viviam com as companheiras.

Em média, um em cada cinco casamentos dissolver-se-á no espaço de cinco anos. Um em três durará pelo menos dez anos. Estes números variam de acordo com a raça, a etnia e o sexo. A probabilidade de homens e mulheres negros permanecerem casados durante dez anos ou mais é de 50%. A probabilidade entre os homens hispânicos é mais alta, 75%. Entre as mulheres hispânicas, as probabilidades de que o seu casamento dure pelo menos 20 anos são de 50%.

O estudo concluiu que cerca de 28% dos homens e das mulheres coabitam antes do seu primeiro casamento e que cerca de 7% vivem juntos sem nunca se casarem. Cerca de 23% das mulheres e 18% dos homens casados contraem matrimónio sem nunca terem vivido juntos anteriormente.

As mulheres que não viviam com ambos os pais biológicos ou adoptivos aos 14 anos têm menos probabilidades de se casarem e mais hipóteses de viverem em coabitação do que aquelas que crescem com ambos os pais.

A percentagem das pessoas que nunca se casam varia notoriamente conforme a raça ou a etnia: 63% das mulheres brancas, 39% das mulheres negras e 58% das mulheres hispânicas. Entre os homens no mesmo grupo etário, as diferenças são menos acentuadas. Cinquenta e três por cento dos homens brancos, 42% dos homens negros e 50% dos homens hispânicos são casados ou eram casados na altura do estudo.

Quando chegam aos 40 anos, a maioria dos homens e das mulheres brancos e hispânicos continua casada, mas apenas 44% das mulheres negras se encontram na mesma situação.
 

 

06
Mar10

Bebé sul-coreano morre à fome enquanto os pais criam uma criança virtual

olhar para o mundo

Casal deixa morrer filho enquanto jogava online

 

Um casal de sul-coreanos deixou morrer à fome o seu bebé prematuro enquanto criava uma filha virtual num jogo online.

 

 O casal alimentava o bebé apenas de 12 em 12 horas, interrompendo por escassos momentos o jogo Prius Online, que jogavam num cibercafé, indicou a agência noticiosa Yonhap, citada pela BBC.


Um agente policial explicou à Yonhap que o casal tinha “perdido a capacidade de viver uma vida normal desde que tinham perdido os empregos”, passando todo o tempo agarrados ao jogo em questão, como forma de fugirem à realidade.

O pai, de 41 anos, e a mãe, de 25, foram detidos na cidade de Suweon, a sul de Seul, no início da semana de hoje, cinco meses depois de terem reportado a morte da filha, relata a BBC.

A autópsia revelou que a morte do bebé foi causada por um longo período de malnutrição.

O casal estava obcecado com a educação de uma criança virtual, chamada Anima, no popular jogo de desempenho de papéis Prius Online, indicou hoje a polícia. À medida que vai havendo interacção com a criança virtual, ela vai desenvolvendo as suas emoções.

 

Via Público

30
Nov09

Como invadir a Casa Branca e contar tudo no Facebook

olhar para o mundo

Eles conseguiram entrar numa festa na casa branca

 

 Um casal do Estado de Virgínia, Tareq e Michaele, escaparam à segurança e aos serviços secretos daCasa Branca e conseguiram penetrar na residência oficial do presidente dos EUA para participar num jantar oferecido pelo casal Obama. O casal de intrusos, que pretende participar numreality show da TV americana, não estava na lista de convidados, mas mesmo assim conseguiram passar por tudo e todos e participar no jantar de gala que estava a ser oferecido ao primeiro-ministro indiano. 

Depois de tudo isso, o casal colocou no seu perfil do Facebook as fotos que tirou durante o jantar. Numa dela, aparecem ao pé do sorridente vice-presidente dos EUA, Joe Biden
Agora, os serviços secretos americanos abriram uma investigação para perceber como é que foi possível tal fito.
O porta-voz da casa Branca, Ed Donovan, assegurou que a segurança de Barack Obama nunca esteve em perigo porque o casal teve que passar pelo detector de armas e metais da Casa Branca para lá entrar.

 

Via ionline

25
Set09

O estranho caso da mulher que engravidou já estando grávida - vídeo

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 Julia Grovenburg e o marido sabiam que iam ter um filho, mas quando, esta semana, foram à sua primeira consulta no médico, o que descobriram deixou-os - e aos médicos - espantados.

 

O casal norte-americano vai ter dois bebés, mas não são gémeos. Um está claramente mais desenvolvido do que outro, isto porque um foi concebido num dia e o segundo duas semanas e meia depois. Os médicos suspeitam que este seja um caso raro de superfetação, ou seja, um caso em que uma mulher engravida já estando grávida.
"Sentimo-nos abençoados por nos acontecer algo tão raro e até agora estão os dois perfeitamente saudáveis", disse Julia aos media.
Apesar de tudo, os médicos não excluem a hipótese de serem gémeos. "É difícil dizer ao certo às vezes, porque uma mulher pode estar grávida de gémeos, que são marcadamente diferentes em termos de tamanho desde a concepção", explicou Patrcik O'Brien, o obstreta de Julia.
As dúvidas só serão dissipadas quando os bebés nascerem, e se puder testar se são ou não gémeos.

 

 

Via Ionline

10
Set09

Pela sua saúde, não partilhe a cama!

olhar para o mundo

Partilhar a cama é mau para a saude!

 

É um facto histórico: não fomos feitos para partilhar a cama. Pelo menos segundo o médico Neil Stanley, do laboratório do estudo do sono, da Universidade de Surrey. O especialista defendeu, durante o Festival Britânico de Ciência, que dormir em conjunto aumenta as discussões entre o casal (causadas muitas vezes pelo ressonar ou pela disputa do cobertor), aumenta a probabilidade de se sofrer de distúrbios do sono e faz com que as pessoas percam horas preciosas de descanso.

Segundo um estudo do investigador, os casais sofrem 50% ou mais de problemas relacionados com o sono se partilharem a cama. Neil Stanley defende ainda que foi estabelecida uma relação entre dormir mal e a depressão, doenças cardíacas, distúrbios pulmonares, acidentes de trânsito e até o divórcio. 

 

Via Ionline

15
Ago09

Sexo na Igreja ....

olhar para o mundo

 Sexo na igreja dá multa

 

Em flagrante. Um casal nigeriano foi apanhado pelo padre da igreja local a ter relações sexuais. Os dois amantes - Tolu Akintepe de 30 anos, e a mulher Bunmi de 28 - foram penalizados com uma multa de 120 euros por escolherem um local tão "impróprio" e arriscarem ter relações na igreja da Nigéria.

O casal justificou a ousadia dizendo que pretendiam "apenas apimentar o casamento", segundo afirma o jornal belga HLN.

Além de multados, os dois amantes foram ainda obrigados a limpar a igreja pelo padre, que moveu uma acção contra os dois por profanação do altar.

 

Via Ionline

 

14
Jun09

As mil e uma noites de sexo ....

olhar para o mundo

Entre biberões e fraldas para mudar, correrias constantes, carreiras competitivas e dificuldades financeiras em tempos de crise, na vida a dois há, repetidamente, um elo mais fraco: a vida sexual. E se um dia, para contrariar a monotonia instalada, a sua companheira lhe fizesse a seguinte proposta: "Querido, o que achas se nos próximos 12 meses fizermos sexo todos os dias?".

A ideia parece tentadora. Afinal, qual é o homem que nunca sonhou em ter um festim sexual todas as noites, sem as habituais desculpas do cansaço ou das dores de cabeça? Por isso mesmo, Brad Muller aceitou prontamente o desafio lançado pela esposa, Charla, como prenda do seu 40º aniversário. Embora sem grandes pormenores mais íntimos, a experiência acabou publicada no livro "365 Nights" ("365 Noites"). A ideia repete-se na televisão, em casa de Lynette e Tom da série "Donas de Casa Desesperadas", e já há outros casais norte-americanos a tentarem a proeza.

É o caso de Annie e Douglas Brown, que publicaram há um ano o livro "Just Do It", onde relatam de forma bem menos discreta a sua maratona sexual de 101 dias. Sem desculpas - nem mesmo por causa de constipações ou viagens de trabalho - o casal cumpriu à regra o acordo estipulado para salvar um casamento mergulhado na monotonia. As suas descrições fazem qualquer leitor sentir-se parte integrante da vida íntima do casal: desde fins-de-semana românticos, brinquedos sexuais para apimentar o clima de sedução e encontros furtivos em pensões baratas, foi o vale tudo para estimular uma vida sexual há muito cinzenta.

Mas enganem-se os que pensam que esta a ideia é um mar de rosas. Numa entrevista a um jornal norte-americano, Douglas Brown confessou que muitas vezes se sentia "a cumprir uma responsabilidade a que não podia falhar, como se fosse uma reunião de trabalho". No caso dos Muller, Charla chega mesmo a dizer que, por volta do décimo mês, "era como uma cruz que tinha de carregar em segredo". Findas as maratonas sexuais auto-impostas, ambos os casais dizem que o saldo foi positivo, mas a vontade de voltar à acção só regressou um bom tempo depois.

Fica a pergunta: Afinal sexo combinado é, ou não é, uma ideia fabulosa? Não. Quem o diz é o sexólogo português Francisco Allen Gomes, que garante: "Não há ninguém cujo imaginário erótico englobe relações sexuais agendadas. Mais do que um disparate, é uma impossibilidade". Até mesmo fisicamente "há limitações", uma vez que "com o avançar da idade é difícil os homens entusiasmarem-se com a perspectiva de sexo todos os dias".

Opinião partilhada por Julio Machado Vaz, que desfaz o mito: "Não é porque estão mais tempo na cama ou no tapete em frente à lareira que os casais passam a entender-se melhor". Resumindo, "mais quantidade não significa mais qualidade" e ambos os especialistas em sexo relembram que a vida conjugal " é cada vez mais difícil devido aos nossos ritmos de vida", instalando-se "verdadeiros desertos" entre marido e mulher.

Um bicho papão chamado rotina

A chegada de um filho marca, em muitos casos, a primeira quebra sexual na vida conjugal. "A mulher passa a ter um estatuto muito mais forte do que o social, o profissional ou o conjugal. Passa a ser primeiro um corpo de mãe e não de amante", explica Allen Gomes, cujos jovens casais que lhe pedem ajuda muitas vezes já nem têm qualquer contacto físico: "Associada à diminuição da actividade sexual, estão também coisas tão simples como os carinhos porque as pessoas têm medo de dar mensagens erradas. Ele quer abraçá-la, mas receia que ela pense que ele quer mais alguma coisa. Ela tem vontade de o beijar, mas não quer dar azo a que as coisas evoluam para algo mais íntimo".

A falta de comunicação é um dos maiores problemas. Por isso mesmo, os dois sexólogos resumem os conselhos não a maratonas sexuais agendadas, mas sim a uma única palavra: dialogar. "Façam-no espontaneamente, por exemplo, no trânsito ou num passeio, sem a ansiedade e os mecanismos de defesa impostos pela expressão: temos de ter uma conversa", propõe Allen Gomes.

Já Júlio Machado Vaz fala da "importância de continuar a namorar" e lembra que na vida conjugal "o erotismo está no romantismo e não no sexo puro e duro". "Felizmente o sexo é muito mais do que o coito. Aquilo que nós deprimentemente chamamos de preliminares é de extrema intimidade. Um beijo apaixonado faz a diferença".

Tal como um dia o cantor Sting descreveu, fazer amor pode durar um dia inteiro, desde a hora em que se dá um beijo de bom dia, a sair para jantar e ir ao cinema, até ao momento em que os dois corpos se encontram, por fim, debaixo dos lençóis. Os dois sexólogos portugueses concordam. E recomendam.



Via Expresso

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