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Um olhar sobre o Mundo

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12
Jun09

10 regras para escapar às dívidas no seu cartão de crédito

olhar para o mundo

Como utilizar bem oseu cartão de crédito

 

O número de portugueses com cartão de crédito continua a aumentar: um em cada três adultos tem pelo menos um na carteira. São muitos os benefícios de usar o plástico nas compras, desde o peso que se liberta por não carregar moedas até à facilidade de transacção em qualquer parte do mundo, não esquecendo a possibilidade de aceder a um crédito sem ter de falar com o gestor de conta. Mas nem tudo são rosas: o abuso do cartão pode ser uma catástrofe. As taxas de juro aplicadas são das mais elevadas da banca. Para que continue a fazer as suas compras descansado, o i diz-lhe quais são as dez principais regras no uso dos cartões de crédito.

1. A melhor dívida é a que não existe

A taxa anual efectiva dos cartões de crédito dos maiores bancos portugueses é em média de 20%, o que é mais de seis vezes superior à taxa actual dos créditos à habitação. Porém, é possível usar o crédito do cartão sem pagar juros, basta que pague a dívida no chamado período de crédito gratuito, que pode ir até 50 dias. Para a maioria, a melhor opção é mesmo optar pelo pagamento automático da totalidade do crédito. "Quem paga o crédito a 100% e fiscaliza os seus gastos não deverá ter problemas", avisa a directora do Observatório do Endividamento dos Consumidores, Catarina Frade. Se precisar de se endividar, escolha primeiro o crédito pessoal ou ao consumo, porque o valor das taxas de juro é metade do praticado nos cartões de crédito.

2. Não caia na ratoeira do mínimo

Uma taxa elevada é mau para si, mas é bom para os bancos, por isso é natural que eles incentivem o uso do crédito além do período gratuito. As instituições financeiras apenas exigem que pague um determinado valor mínimo, uma percentagem entre 3% e 5% do limite de crédito. Aliás, quando se opta pelo pagamento por débito directo, alguns bancos registam por defeito que o pagamento mensal é pelo valor mínimo. Ora, seguindo pelo valor mínimo entra-se numa bola de neve. Se no final do mês tiver um saldo de 2000 euros e só amortizar mensalmente 5% da dívida, deixando o restante a capitalizar a uma taxa anual de 20%, então demorará mais de 30 anos a pagar as compras.

3. Não se afunde mais

"Quem já tem problemas de crédito deve evitar usar o cartão de crédito", avisa Catarina Frade. A investigadora salienta que este "é o crédito mais caro que existe". Se tem dificuldade de controlo, pegue num saco de plástico, ponha todos os cartões de crédito lá dentro, encha-o de água e coloque-o no congelador. Da próxima vez que se sentir tentado, o tempo de descongelamento deverá ser suficiente para esfriar os seus desejos.

4. O melhor cartão não tem anuidade

Se consegue pagar a dívida do cartão no período sem juros, então o que mais o deve preocupar é o pagamento da anuidade, a comissão anual da utilização. Embora não seja prática corrente, há cartões sem anuidade. Normalmente oferecem-lhe a primeira anuidade, mas em média custa 40 euros nos anos seguintes. Cerca de um terço dos portugueses não paga a dívida no período de crédito gratuito, segundo o Crédito Agrícola e o BCP. Porém, "os que usam o crédito fazem-no conscientemente", explica Paulo Raposo, da MasterCard Portugal. Nesse caso, a maior preocupação deve ser encontrar um cartão com um juro baixo.

5. Seja fiel: basta um cartão de crédito 

Os americanos têm oito, os ingleses cinco, os alemães e os japoneses dois. Mas os portugueses têm em média um cartão. Porém, os números estão a crescer. "A média do número de cartões de crédito por pessoa é de 1,47", lê-se no Barómetro sobre Comportamento Financeiro de Particulares em Portugal, produzido pela Marktest para a Mastercard. Não precisa de um segundo cartão: pagará mais anuidades e perderá a conta às suas contas. O cartão que lhe enche as medidas não tem de ser do seu banco do dia-a-dia. Muitos bancos fazem parcerias com instituições comerciais.

 

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Via ionline

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