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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

14
Mar11

Os fetiches segundo eles

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A PROFESSORA

Os fetiches..a professora

 

É um dos fetiches mais conhecidos e admirados pelos homens, pelo simples motivo de que ver uma garota "fantasiada" de professora lhes passa uma imagem de dominação e respeito que certos tipos de machos gostam de lidar, embora não represente de fato uma submissão explícita. Na maioria das vezes, até mesmo pela simples questão de que "pegar" sua professora (gostosa) da faculdade não seja lá tão fácil quanto pegar a coleguinha de classe. 

 

A AMIGUINHA

 

Claro, aqui não estão incluídas todas as amigas de um homem, e por incrível que pareça, não são apenas as "simpáticas" que são deixadas de lado, nem todas as amigas "gatas" estão na lista também. Sempre existe aquela garota que a gente chama de amiga, vai junto ao cinema, desabafa de vez em quando e no fim das contas acaba pensando demais, inclusive nas horas mais "íntimas". Apesar de não ser uma regra para todos os momentos, se um homem não pensa em "traçar" uma boa amiga dele (sem trocadilhos), com certeza já pensou alguma vez. 

 

A EMPREGADA

 

"Tara" preferida de homens que gostam de ver a mulher totalmente submissa a eles. Ter autoridade nela e ter a sensação (por mais falsa que seja) de que ela está fazendo de tudo para lhe agradar é o que alimenta a parte mais sádica de alguns machos. Nunca cheguei a pensar se seria ou não um dos meus favoritos, mas certamente é um fetiche muito usado entre grande parte da galera que faz um "lanchinho". Má idéia é que não seria! 

 

A COLEGIAL

 

Não conheço nenhum cara que nunca tenha comentado como seria bom ver a gostosinha da festa, da faculdade ou até mesmo do grupinho de amizades com aquela mini-saia, tipo "garotas nipônicas" de desenho animado japonês (obviamente) e caracterizadas como se fossem "colegiais inocentes". É algo que simplesmente mexe com qualquer homem normal e não é difícil imaginar por que a testosterona sobe tanto... Nenêmm!! 

 

A ENFERMEIRA

 

É para os homens mais ou menos o que um "bombeiro" (pausa para o momento broxante) é para as mulheres. A enfermeira é aquele fetiche clássico do "Deixa que eu cuido de você" unido ao uniforme estilizado mesclado à cinta-liga (e ao corpo de uma bela mulher) que coloca a maioria dos cuecas em ponto de bala... 

 

A QUIEITINHA

 

É incrível como o gosto do homem para fetiches e taras não têm limite e nem as quietinhas estão fora da lista de um boa parte deles. Porém, a preferência neste caso se dá com certos limites, um deles é que se a garota é quietinha e timida demais, que pelo menos ela seja "pegável". Nesses termos o fetiche conta a partir da idéia de que ela pode ser na cama, alguém totalmente diferente do que é no dia a dia. Claro, pode não ser... Mas o fetiche é algo que já parte da idéia de realizar algo que nem sempre condiz com a realidade. Apenas com o intituito da satisfação.

 

Via 180 Graus

14
Mar11

Protesto Geração à Rasca dá origem a fórum das gerações

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Protesto Geração à Rasca dá origem a fórum das gerações

 

A página na rede social Facebook sobre o protesto de ontem da "geração à rasca", que levou milhares às ruas em várias cidades do país, desapareceu para dar origem a uma outra designada Fórum das Gerações-12/3 e o Futuro.

 

Depois de cerca de 300 mil pessoas terem participado, só em Lisboa e no Porto, do protesto de ontem, os jovens que estiveram na origem da manifestação acharam que era hora de começar a debater ideias e apresentar propostas concretas, resume uma das organizadoras, Inês Gregório.

“Trezentas mil pessoas é muito potencial humano e interventivo”, sublinha. Aos emails dos organizadores chegaram muitas mensagens de pessoas que foram à manifestação e perguntam:“E agora?”. Inês Gregório, licenciada em História de Arte, nota que “demonstrar descontentamento é muito importante, mas tem que ser consequente”. 

Há quem reclame novas manifestações, mas os jovens que estiveram na origem do protesto propõem que a fase seguinte seja “criar fóruns de debate para apresentar propostas concretas”. Em tempo de rescaldo da manifestação estão marcadas duas reuniões na terça e quarta-feira, em Lisboa e no Porto, para passar a esta fase seguinte. O objectivo final é sabido: “Queremos melhores condições no trabalho, o reconhecimento da capacidade de quem trabalha”.

O debate vai começar, no início, nas redes sociais, mas a ideia é sair da Internet e englobar muitas das pessoas de todas as gerações que compareceram ao protesto e cujo “capital de ideias, experiências laborais e políticas não pode ser desperdiçado”.

Na página já havia vários tópicos de discussão abertos. Num deles, empreendedorismo, lia-se que se aceitam propostas para a criação de pequenas e médias empresas, com vista à criação de novos postos de trabalho; em reforma das instituições políticas, sugere-se a ideia de dar a possibilidade a movimentos cívicos de concorrer a actos eleitorais.

 

Via Público

14
Mar11

Ministros dos 27 discutem proibição de cultivo de transgénicos

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Ministros dos 27 discutem proibição de cultivo de transgénicos
 
Os ministros do Ambiente da União Europeia vão discutir, segunda-feira, em Bruxelas, uma proposta de limite ou proibição do cultivo de organismos geneticamente modificados (OGM), que não recolhe a unanimidade entre os Estados-membros.

Em causa está uma proposta da Comissão Europeia para reformar o regime de autorização de produtos transgénicos, que dá uma maior liberdade aos Estados-membros para decidirem uma eventual proibição de cultivo de OGM no seu território.

A medida não se afigura, no entanto, consensual, merecendo a oposição de países como Espanha - o país europeu com maior superfície de cultivo de transgénicos -, França e Alemanha, que constituem uma «minoria de bloqueio» suficiente para inviabilizar a aprovação da proposta de Bruxelas.

Nesta reunião, na qual participará a ministra portuguesa Dulce Pássaro, os 27 vão ainda procurar alcançar um acordo relativamente à proposta de revisão da lei comunitária sobre resíduos de equipamentos eléctricos e eletrónicos, em negociação já desde 2009.

 

Via Sol

14
Mar11

Los celos y el sexo

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Los celos y el sexo

3 de diciembre de 2009.- Mercedes Milá dijo en su día que Gran Hermano es un experimento sociológico. Ya, igual se le fue la mano, sin embargo es disculpable. Todos los que trabajamos en este negocio en ocasiones nos sentimos obligados a justificarnos. Claro, no tienes la conciencia muy tranquila y te tiras el rollo. A veces cuela. El caso es que, sin ánimo de contradecir a tan excelsa profesional de los platós, a mí Gran Hermano me recuerda poderosamente a un documental de la 2 o de National Geographic. En los últimos días estas imágenes han batido récords de audiencia y no sólo en la televisión. También en internet, puesto que la avalancha de internautas provocó que se bloqueara el servidor de Telecinco. Supongo que a estas alturas quién más quién menos ya habrá visto la secuencia de los hechos: dos hembras de la especie humana peleándose y perdiendo los papeles (una más que la otra, todo sea dicho) por intentar ganarse el amor y el aprecio de un espécimen de macho alfa, que contempla la escena impasible tumbado a la bartola. Hay que decir que el individuo y una de las contrincantes se han pasado medio concurso zumbando por todos los rincones de la casa, con el consiguiente disgusto de la madre de ella (claro). La 'otra' le ponía ojitos al fornicador constantemente y, como era de esperar, se armó la de Dios es Cristo. El combate acabó con el lanzamiento de un vaso de agua, motivo que provocó la expulsión de la agresora.

Mercedes Milá dijo en su día que Gran Hermano es un experimento sociológico. Ya, igual se le fue la mano, sin embargo es disculpable. Todos los que trabajamos en este negocio en ocasiones nos sentimos obligados a justificarnos. Claro, no tienes la conciencia muy tranquila y te tiras el rollo. A veces cuela. El caso es que, sin ánimo de contradecir a tan excelsa profesional de los platós, a mí Gran Hermano me recuerda poderosamente a un documental de la 2 o de National Geographic. En los últimos días estas imágenes han batido récords de audiencia y no sólo en la televisión. También en internet, puesto que la avalancha de internautas provocó que se bloqueara el servidor de Telecinco. Supongo que a estas alturas quién más quién menos ya habrá visto la secuencia de los hechos: dos hembras de la especie humana peleándose y perdiendo los papeles (una más que la otra, todo sea dicho) por intentar ganarse el amor y el aprecio de un espécimen de macho alfa, que contempla la escena impasible tumbado a la bartola. Hay que decir que el individuo y una de las contrincantes se han pasado medio concurso zumbando por todos los rincones de la casa, con el consiguiente disgusto de la madre de ella (claro). La 'otra' le ponía ojitos al fornicador constantemente y, como era de esperar, se armó la de Dios es Cristo. El combate acabó con el lanzamiento de un vaso de agua, motivo que provocó la expulsión de la agresora.

Sí, como podéis ver, y siento romper algún corazón, estoy enganchado. Sin ánimo de perderme en (más) disquisiciones filosóficas sobre el popular 'reality show', el hecho en sí pone de manifiesto cómo actúan los celos y la de tonterías que podemos llegar a hacer para conservar el amor, la estima o la atracción de otra persona. ¿Realmente te puedes llegar a enganchar sexualmente de una persona como para reaccionar de esa manera ante la perspectiva de que te quiten el caramelo de la boca? Pues parece ser que sí. Porque, si yo no lo he entendido mal, estamos hablando de sexo puro y duro, aunque algunos se empeñen en llamarlo amor.

Muchos de nosotros (no me gusta usar el 'todos', pero la cosa debe andar ajustada) hemos sufrido en nuestras carnes situaciones similares. Y no me refiero a montar el pollo en público o agredir a un 'rival' (eso sí, sin decirle absolutamente nada a la persona celada). Estoy hablando de engancharse sexualmente a una persona con la que la convivencia es imposible. Una persona con la que ves que no tienes nada en común, cuyas opiniones o forma de pensar te horripilan, que no te trata como tú crees merecer… pero con quien el sexo es fantástico y maravilloso. Una verdadera paradoja. ¿Somos masoquistas por naturaleza? Porque cuando sucede a la inversa, es decir, cuando estás con alguien encantador, le quieres un montón pero el sexo no funciona, lo habitual es cortar por lo sano. ¿Nos va la marcha? ¿Somos así de contradictorios?

Me cuentan mis corresponsales en el mundo de la noche, del cual llevo un tiempo bastante retirado, que en según que locales de ocio y esparcimiento no es extraño contemplar rifirrafes motivados por el clásico "¿por qué miras a mi piba?" o "Isra, mátalo". También me cuentan que hay verdaderas lobas que no se cortan un pelo a la hora de echarle los tejos a algún chico, ante las mismas narices de su pareja, y viceversa. Igual queda un poco presuntuoso, pero en mi pasada etapa televisiva como personaje de pantalla (aunque era serie B) viví algún que otro episodio parecido. Una noche, en concreto, mientras me dirigía a la barra a repostar, una mano anónima introdujo un papelito con un número de teléfono anotado. Otro día os contaré si llamé.

Lo cierto es que algunas personas utilizan los celos para 'dinamizar' su relación de pareja. Vamos, el típico truco consistente en poner celosa a tu pareja, poniéndole ojitos o loando la anatomía de alguien. Se trata de una táctica extremadamente peligrosa y que puede tener consecuencias funestas. ¿Alguno de vosotros lo ha probado?

 

Via Cama Redonda

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