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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

13
Mar11

Sexo Casual

olhar para o mundo

Como lidar com o sexo casual

 

Conheci Lucas, um gatíssimo instrutor de mergulho, nas minhas férias no Caribe. Ele tinha olhos lindos e alegava ser capaz de prender a respiração durante vários minutos sem voltar à superfície para tomar ar - o que comprovou depois na cama. Eu me sentia bem quando o deixei na manhã seguinte. Exatamente porque não estava obcecada em ser a "namorada perfeita" e, focando no prazer dele, fiz sexo oral pela primeira vez. Nunca mais o vi.

Olhando para trás, recontando todos os drinques que tomei, fiquei surpresa ao perceber como uma noite de sexo sem compromisso lembrava um porre: ambos me deixam intoxicada, maliciosa e de pernas bambas. E não são experiências que eu gostaria de repetir toda noite. Cientistas comparam a liberação de dopamina de quando nos apaixonamos com a de usar cocaína. Para mim, a explosão de oxitocina pós-orgasmo do sexo casual é como uma noite de bebedeira. E não só porque alguns homens já vêm com advertências do tipo "Se beber, não dirija".

Algumas amigas não transam sem expectativa de bis por causa da culpa que sentiriam depois. Outras parecem imunes ao efeito colateral. É o debate Sex and the City: você fica no grupo das devoradoras de homens que vivem amores efêmeros, como Samantha, ou no das que-amam-todos-os-homens-com-quem-dormem, como Charlotte?Muitas mulheres escolhem o meio do caminho. "Essa decisão tem muito a ver com seu desejo no momento: ter um relacionamento ou aproveitar ao máximo sua sexualidade", diz o terapeuta sexual Ian Kerner, autor de She Comes First: The Thinking Man’s Guide to Pleasuring a Woman (inédito no Brasil).

 

Em um estudo recente da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, um quinto dos entrevistados disse que sua última relação havia sido casual. A felicidade emocional dessa parcela não era menor que a de quem fez sexo com amor.

A verdade é que muitas mulheres gostam de rala e rola sem compromisso, mas têm vergonha de admitir. "Durante o último ano do meu relacionamento, o sexo era péssimo", conta Emma, 27 anos. Depois que terminou, ela arrumou três passatempos, um deles um jovem músico. "Ele era bem mais novo do que eu e ainda morava com os pais, então não tinha nenhum potencial de virar meu namorado. Mas eu pensava que passar uma noite com ele era melhor do que transar com um cara com quem eu pudesse me sentir envolvida depois. Fizemos sexo a noite inteira e ele não parava de repetir que meu corpo era lindo", diz.

Já é senso comum que você deve saber seu limite para o álcool. A mesma lógica se aplica aqui. "Ter um homem nu na sua cama não é um atalho para uma conversa", alerta a minha amiga Sarah, que já fez test-drive de muitos caras. "Minha tática era me perguntar antes: vou me importar se ele não ligar no dia seguinte? Se a resposta fosse ‘Sim’, escapava."

Nesse estágio inicial, não deve haver (na teoria) investimento emocional, pois vocês mal se conhecem. Mas, como Sarah diz, quando alguém está dentro de você, pode parecer mais íntimo do que de fato é. O truque: prever quando a noite vai deixá-la com ressaca emocional.

Antigamente, se eu encontrasse alguém interessante, mas que não era o homem, dormiria com ele só para ter a experiência sexual. Mas o que me levava ao êxtase cinco anos atrás me deixa com um gosto amargo na boca hoje. Assim como fazemos com a bebida, é preciso saber a hora de deixar uma festa. Estou atingindo o estágio em que é melhor ir pegar meu casaco na chapelaria.

 

Kerner afirma que "se o que você procura é estar em um relacionamento amoroso, sexo casual pode reforçar a sensação de solidão. E cuidado ao fazer sexo com ex-namorados ou para superar um fora. Pode fazê-la sentir falta do sexo que estava tendo com alguém que amava".

Minha amiga Katie, 32 anos, ficou catando migalhas depois que levou um tchau do amado. "Fui para casa com um cara que conheci numa festa", conta. "Ele nem era muito atraente, mas fiquei machucada quando não ligou. Rejeitada de novo?" Tal reação é comum. Nós, mulheres, liberamos oxitocina, substância que faz com que a gente se ligue afetivamente a um parceiro mais facilmente que eles. "Há um pico da substância durante o orgasmo, o que aumenta a sensação de intimidade", diz Kerner.

Às vezes, homens também são perseguidos pelo fantasma de uma noite de sexo casual. Nunca vou esquecer o dia em que saí com um advogado e acordei com ele olhando para mim. "Bom dia, linda. Estava vendo você dormir. Quer almoçar com meus pais?" Saí correndo.

O lado bom dessa história é que nossa atitude está sempre mudando. O advogado? Péssima experiência. Mas meus dois últimos romances começaram assim. Prova de que não importa se você é abstêmia ou o tipo de mulher que dança até o chão. É a única pessoa que pode decidir como sua vida sexual deve ser.

 

Minhas superlições

1. Tenha cuidado - se você está emocionalmente vulnerável, agora pode não ser uma boa hora.

2. Se ele abusar da sua hospitalidade, sinta-se livre para vestir pantufas e apresentá-lo ao Teddy, seu ursinho de pelúcia.

3. Terem trocado fluidos corporais não significa que você pode pular as boas maneiras. Sempre pergunte antes de pegar a escova de dentes dele emprestada.

4. Não beba demais. Qual a graça de fazer sexo para refrescar a mente se você não se lembrar de nada no dia seguinte?

5. Essa é a sua chance de colocar em prática uma nova fantasia. E se ele cair na risada? Você não tem planos de vê-lo de novo, certo?

 

 

Via Cosmopolitan

 

13
Mar11

A geração à rasca saiu do armário

olhar para o mundo

A geração à rasca saiu do armário

 

1.A manifestação da Geração à rasca foi um estrondoso êxito. O número avançado pela organização (200 mil) porventura é excessivo -não obstante, a multidão que encheu a Avenida da Liberdade mostra que o descontentamento grassa na sociedade portuguesa. No geral, cremos que há quatro notas a salientar:

 

1.1.A juventude portuguesa está disposta a intervir civicamente. Esta manifestação nasceu espontaneamente, através do facebook, sem ligações partidárias - e logrou obter um amplo impato mediático que amplificou a mensagem. O que poderá significar que os jovens preocupam-se com o seu futuro e o destino do país, mas não se reconhecem nas estruturas partidárias. A participação da juventude na manifestação de ontem deve, pois, convidar as juventudes partidárias à reflexão sobre a sua forma de funcionamento e papel na sociedade;

 

1.2.A manifestação contra a precariedade foi aproveitada para contestar as medidas de austeridade do Governo. E criticar a classe política em geral. Só assim se justifica a presença de cidadãos de várias idades (para quem a precariedade laboral não é a principal preocupação) que estavam mais frenéticos nos protestos que os próprios organizadores do evento. Verificou-se, assim um efeito boleia : a manifestação da Geração à Rasca foi aproveitada para expressar o descontentamento popular, congregando os vários focos de contestação social. Nessa medida, podemos qualifica-la como uma manifestação sui generis: serviu para contestar a vida política nacional em termos globais. Pequeno problema: a mensagem principal (luta contra a precariedade laboral e jovens sem futuro) perdeu força política.

 

1.3.O não aproveitamento da manifestação para efeitos político-partidários. Os partidos políticos (oficialmente, pelo menos) não estiveram representados nem pretenderam colonizar a manifestação. E muito bem: deixar a sociedade civil respirar - expressando-se livremente, sem condicionamentos - é uma condição vital para o fortalecimento da nossa democracia. Curioso - (e sintomático) é constatar que os partidos políticos perderam capacidade de mobilização: manifestações da sociedade civil, desligadas de conotações partidárias, mobilizam mais do que as máquinas dos partidos. E registam maior projeção mediática . A adesão significativa à manifestação de ontem significará o fim do ciclo José Sócrates? Creio que não. A manifestação de ontem - na óptica do Governo - mói, mas não mata. Porquê? Porquanto, a contestação não se dirigiu especificamente ao Governo atual ou a a uma medida específica adotada pelo atual executivo - pelo contrário, visou criticar toda a classe política que assumiu responsabilidades na condução do nosso país. E, nesse sentido, só mediatamente atinge o Governo - sendo muito diferente do episódio, por exemplo, da ponte Vasco da Gama que ditou o fim do cavaquismo;

 

1.4. A interrogação sobre se a Geração à Rasca foi um movimento criado para organizar - apenas!- uma manifestação ou dará continuidade à sua intervenção cívica com propostas e sugestões, contribuindo para a reflexão política informada. Se seguir o primeiro caminho, a sua intervenção, embora meritória, será despicienda - a manifestação será esquecida rapidamente e a sua mensagem será levada pelo vento. Tão depressa como surgiu. Perante a mobilização popular de ontem, a Geração à Rasca tem a responsabilidade de optar pela segunda via, apresentando medidas e constituindo um exemplo de intervenção política d sociedade civil. Como? Aproveitando as redes sociais para divulgar um manifesto, um blogue de discussão de ideias, conferências, fóruns - são diversas as possibilidades ao dispor. Assim o Movimento Geração à Rasca as saiba aproveitar - com a mesma inteligência, perspicácia, habilidade e eficácia com que organizaram a manifestação de ontem.

 

Via Expresso

13
Mar11

ONU alerta para elevada mortalidade de abelhas

olhar para o mundo

ONU alerta para elevada mortalidade de abelhas, com consequências na produção alimentar

 

As abelhas estão a ser dizimadas em várias regiões do mundo devido aos efeitos da poluição e ao uso de pesticidas, podendo ter graves consequências na produção alimentar, alerta umrelatório das Nações Unidas hoje publicado.

O fenómeno da elevada mortalidade das abelhas é sobretudo visível nos países industrializados do hemisfério norte do planeta, refere o documento do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA), citado pelas agências internacionais de notícias.

Entre os fatores que explicam a redução do número destes insetos estão o uso de pesticidas, a poluição atmosférica, a redução do número de plantas com flor e de apicultores na Europa.

 

Via Ionline

13
Mar11

Fetichismo y ropa interior

olhar para o mundo
Robando.

Atención. Psicosis en el vestuario masculino de mi gimnasio. No por el manido tema del tamaño genital de los que allí nos damos cita. Ya sabéis, el llamado 'síndrome del vestuario'. No. Se trata de algo más surrealista: entre nosotros hay un ladrón de calzoncillos. Antes de continuar, me vais a permitir que introduzca un pequeño dato, para contextualizar más que nada.

 

A mí, mi madre me enseñó a recoger la ropa y no dejarla tirada por el suelo cuando me desvisto o me cambio. Por lo visto, algunas madres más abnegadas que la mía acostumbraban a ir recogiéndolo todo al paso de sus retoños, por lo que sus criaturas, una vez convertidas en hombres hechos y derechos, siguen desconociendo tan sencilla operación, señal inequívoca de pulcritud en aras de la convivencia con el resto de los seres humanos. Total, que son unos cerdos y algunos, en cuanto entran al vestuario después de sudar la gota gorda, se quitan la ropa como una stripper con convulsiones, dejando allí su montoncito de ropa esparcida, como si hubiera ocurrido un accidente y se los hubieran tenido que llevar de urgencias. Y no, simplemente se van a la ducha. No hace falta haber estudiado criminología para deducir que es en ese momento cuando probablemente actúa nuestro ladrón fetichista, al que el espectáculo de gayumbos, pantalones de deporte y camisetas de lycra sudadas tiradas por ahí se le debe representar como el mismo paraíso. Una tentación irrefrenable que culmina con el consabido hurto de tan personal prenda de vestir. Seguiré informando sobre el desarrollo de la historia, si me entero. Total, es un gimnasio muy grande, va mucha gente y he cazado la historia simplemente poniendo la oreja en un grupito de sorprendidos y desconcertados clientes, dos de ellos víctimas del robo. Ya. Parezco Jessica Fletcher. Sí, la vieja de 'Se ha escrito un crimen'. Pero no pienso mover ni un dedo para resolver el caso. Ya se apañarán. O que sean más ordenados, hombre.


La Disneylandia de un misofílico


Un misofílico anda suelto. Y no es el único. Al fin y al cabo estamos hablando de una de las parafilias más habituales, sobre todo en Japón. Consiste en excitarse sexualmente con olores fuertes procedentes, sobre todo, de ropa usada, especialmente la interior. Los que seáis un poco maniáticos o escrupulosos, tranquilos, no pienso abundar en detalles. No tengo intención de cortaros la digestión del actimel, el croissant o lo que sea que desayunéis. No sé, siempre me he hecho a la idea de que muchos leéis esto en ratos tontos durante la jornada laboral matutina. Simplemente diré que en el país del sol naciente este fetichismo ha alcanzado cotas de fenómeno social. De hecho, muchos jóvenes, sobre todo ellas, consiguen redondear sus ingresos mensuales poniendo a la venta su ropa interior usada. Para evitar desmanes, los japoneses, pueblo ordenado donde los haya, han creado un tipo de comercio llamado 'burusera' en el cual se pueden adquirir prendas usadas, con o sin foto de la antigua propietaria, envasadas en una bolsa de plástico. Hasta hace pocos años, existían máquinas expendedoras de braguitas usadas. Las autoridades niponas consideraron que la cosa ya se estaba yendo de madre y en la actualidad este trueque de dinero por braguitas y otras prendas usadas sólo se da en ámbito de las tiendas 'burusera', de las que ya hemos hablado, o en anuncios de contactos. Sí, están fatal. Y que me perdone si hay algún misofílico en la sala, pero esto de institucionalizar algo tan privado como una parafilia, le quita la gracia al asunto.

 

Aunque tampoco es bueno caer en la delincuencia, como el roba-calzoncillos de mi gimnasio. A lo mejor termina como este ciudadano japonés, al que la policía detuvo por haber robado 440 pares izquierdos de zapato de mujer. No se sabe por qué desdeñaba los zapatos del pie derecho.

Quizás nos encontramos ante un nuevo fetichismo, más sofisticado.

 

Via Cama Redonda

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