Sábado, 5 de Fevereiro de 2011

A partir de 1 de Janeiro de 2011  têm de pedir as facturas ou recibos para as despesas de saúde, educação, lares, etc, em nome e com
o numero de contribuinte da pessoa que faz a despesa ou utiliza o serviço, quer seja o sujeito passivo ou membro do agregado familiar, (descendentes ou ascendentes).

Assim, quem tem filhos, mesmo os recém-nascidos, deverá requerer o seu número de contribuinte para que possa deduzir as despesas, já que as facturas têm de vir em seu nome e com o respectivo NIF. Na declaração de rendimentos anual é também obrigatório o NIF de cada membro do agregado.

Rematando, não podemos continuar a ter facturas de farmácias, médicos, educação, etc., com o nome do destinatário e o NIF em branco, para posterior colocação destes dados. Tem que fazer parte do preenchimento correcto da factura ou recibo pela entidade que os emite, até porque serão objecto de controlo cruzado pelos serviços de fiscalização da DGCI.

 

Obrigado In-perfeita


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O sexo regular eleva os níveis dos hormônios oxitocina, endorfina e a dehidroepiandrosterona (DHEA), responsáveis, respectivamente, pela redução das dores na cabeça, costas e pescoço, e por estimular o sistema imunológico, reparar tecidos lesados, melhorar a memória e atuar como antidepressivo.

 

“Na hora do sexo a produção de oxitocina, também conhecida como o hormônio do amor, se eleva e a substância atua como analgésica provocando desaparecimento da dor de cabeça”, explica o ginecologista Luiz Sobral Vieira, do Hospital Meridional.

A liberação da endorfina, substância que possui o mesmo efeito da morfina, um analgésico e adjuvante do relaxamento, age no corpo como um calmante natural e ajudam na cura da enxaqueca, dores nas costas e pescoço causadas pelo estresse.

O DHEA, que também passa por aumento de dosagem quando o sexo é praticado, age para resguardar alterações do sistema imunológico, reduzindo a propensão para uma depressão. Com mais quantidade no organismo, crescem os níveis de imunoglobulinas A e anticorpos de proteção contra gripes e infecções, além de proporcionar a reparação de tecidos lesados e melhorar a memória.

Atento a todos esses benefícios, o médico reforça a necessidade de uma vida sexual com a devida prevenção para evitar as Doenças Sexualmente Transmissíveis e uma gravidez não planejada. “Além disso, o respeito mútuo é fundamental”, acrescenta Luiz Sobral.

 

Analgésico

O ato sexual libera endorfina no organismo, substância que possui o mesmo efeito da morfina, um analgésico e adjuvante do relaxamento, com ação calmante para o corpo e, ainda, ajuda na cura da enxaqueca, dores nas costas e pescoço causadas pelo estresse. A oxitocina, também com um efeito analgésico, faz desaparecer a dor de cabeça e outras queixas dolorosas.

• Antidepressivo
O sexo aumenta os níveis do DHEA que age também para resguardar alterações do sistema imunológico, reduzindo a propensão para uma depressão. Além de, aumentar a quantidade de imunoglobulinas A e anticorpos de proteção contra gripes e infecções, proporcionar a reparação de tecidos lesados e melhora a memória.

 

Melhora a circulação sanguínea
Aumenta o número de pulsações por minuto, o que melhora a circulação sanguínea. As células recebem mais oxigênio, facilitando a eliminação de substâncias nocivas ao organismo. O sexo permite levar mais sangue ao cérebro e aos outros órgãos contribuindo, assim, ajuda no combate a hipertensão arterial e na saúde geral do corpo.

• Queima calorias e fortalece os músculos
Praticar sexo durante 30 minutos queima 150 calorias e contribue para a diminuição do colesterol E ainda as contrações musculares durante o orgasmo dão mais elasticidade aos músculos urogenitais de mulheres e homens, importantes para uma próstata saudável e para evitar problemas de incontinência urinária na mulher.

• Melhora o aspecto da pele
O sexo estimula a segregação de estrogênio, que tem um efeito positivo sobre o aspecto da pele e cabelo. A transpiração mais elevada do que o normal, que se verifica durante o sexo, contribui para eliminar sujeira dos poros, limpando a pele.

• Melhora o olfato
A prolactina, hormônio liberado durante o sexo, tem um efeito positivo sobre o olfato

Pessoal, é importante lembrar que para ter saúde e qualidade de vida  o sexo precisa ser feito com consciência e de forma segura.

 

Desfrute do prazer a dois e seja mais feliz!

 

Via Espirito esportivo



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Letra

 

Baby, look at me, and tell me what you see.

You ain't seen the best of me yet.

Give me time I'll make you forget the rest.

I got more in me, and you can set it free.

I can catch the moon in my hand. Don't you know who I am?

Remember my name [FAME]



I'm gonna live forever. I'm gonna learn how to fly. [HIGH]

I feel it comin' together. People will see me and cry. [FAME]

I'm gonna make it to heaven. Light up the sky like a flame. [FLAME]

I'm gonna live forever. Baby, Remember my name.



[REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER]



Baby, hold me tight, 'cause you can make it right.

You can shoot me straight to the top.

Give me love and take all I got to give.

Baby, I'll be tough. Too much is not enough.

I can ride your heart till it breaks. Ooh, I got what it takes. [FAME]



I'm gonna live forever. I'm gonna learn how to fly. [HIGH]

I feel it comin' together. People will see me and cry. [FAME]

I'm gonna make it to heaven. Light up the sky like a flame. [FLAME]

I'm gonna live forever. Baby, Remember my name.



[REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER]



FAME!...

 

 



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Vaticano organiza conferência sobre sida em

 

Vaticano vai organizar uma conferência internacional em maio sobre a prevenção da sida e os cuidados a ter com os doentes infetados com o vírus da imunodeficiência humana (VIH).

O Concelho Pontífice dos Trabalhadores de Cuidados de Saúde do Vaticano fez o anúncio na quinta-feira, adiantando que está a preparar orientações para médicos católicos, enfermeiros e outros profissionais que também tratam pacientes com sida.

O papa Bento XVI fez manchetes no final do ano passado quando afirmou que algumas pessoas, como as/os prostitutas/os que usam preservativos para prevenir a transmissão do VIH, podem estar a dar um primeiro sinal para uma sexualidade mais moral, porque está preocupado com a saúde de outra pessoa.

Os comentários instalaram a confusão sobre se o papa estaria a justificar o uso do preservativo, marcando a rutura com a doutrina católica, que se opõe ao uso de contracetivos. O Vaticano insistiu sempre que não se tratava de uma rutura.

Jean-Marie Mpendawatu Mate Musivi, subsecretário do departamento de saúde do Vaticano, disse aos jornalistas que a posição do Vaticano sobre este assunto será explicada na conferência de 28 de maio, para a qual foram convidados responsáveis da agência da ONU contra a sida (UNAIDS) e de outras organizações.

"Há um problema de compreensão, é preciso explicar bem as coisas e o que o papa disse mesmo", afirmou.

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011

Sexo matinal é bom para a saúde

 

Se você anda de mau humor e não sabe como melhorá-lo, a solução é simples: ao acordar, continue na cama e pratique sexo matinal. De acordo com uma pesquisa da educadora sexual Debby Herbenick, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, o ato faz se sentir mais feliz ao longo do dia e ainda pode fortalecer o sistema imunológico.

 

A cientista disse ao jornal Daily Mail que as relações sexuais no período da manhã liberam oxitocina, que tornam os casais mais amorosos e ligados. Também elevam os níveis de IgA, um anticorpo que protege contra infecções.

Os benefícios não param por aí. Já ouviu dizer que transar deixa a pele, as unhas e o cabelo mais vistosos? Pois é a mais pura verdade. Isso porque aumenta as taxas do hormônio estrogênio.

 

Nem sempre é fácil encontrar tempo para uma praticar sexo ao despertar. Filhos e afazeres domésticos podem atrapalhar. Mas o empenho vale a pena, certo?

 

Via Terra



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Morreu Maria Schneider

 

A história de um affaire sexual entre dois desconhecidos num apartamento parisiense, com momentos de nudez frontal e várias cenas de sexo explícito (entre as quais a célebre "cena da manteiga", alegadamente improvisada durante a rodagem por iniciativa de Brando), causou escândalo e foi vista por não pouca gente como um filme "pornográfico". Em Portugal, o filme foi proibido pela censura e apenas se estreou após o 25 de Abril, criando longas filas à porta do cinema São Jorge. 

Não por acaso, Último Tango em Paris data do mesmo ano do fenómeno Garganta Funda, que parecia reflectir a nova liberdade artística e social que pontuava a década. No entanto, tal como Linda Lovelace, a vedeta de Garganta Funda, Maria Schneider, que se assumiria bissexual em 1974, foi tanto emblema como vítima dessa década de excessos, incapaz de construir uma carreira para lá do papel-charneira que a lançara. 

Apesar de ter já participado em alguns filmes, estreando-se em 1970 em Madly, de Roger Kahane, ao lado de Alain Delon e Mireille Darc, Schneider (que assumiu o apelido da mãe, Marie-Christine Schneider, e não do pai, o actor Daniel Gélin) trabalhara essencialmente como modelo. Tinha apenas 19 anos quando rodou Último Tango em Paris, substituindo Dominique Sanda, para quem Bertolucci concebera o filme mas que engravidara entretanto. 

Mais tarde, a actriz renegaria o filme, considerando-o o grande erro da sua vida. Em várias entrevistas, afirmaria que Bertolucci, "um bandido e um chulo", se aproveitara dela e de Brando. O jornal The Guardian cita-a dizendo que "nunca se deve tirar a rou- pa para um homem de meia-idade que diz que está a filmar arte"; o realizador italiano responderia que ela era demasiado jovem para ter a noção do que realmente se passara no plateau. Daí para a frente, Schneider recusar-se-ia a filmar cenas de nu, perturbada por não ser vista como uma actriz séria, mas apenas como um símbolo sexual. 

Na sequência do seu abandono das rodagens de Calígula, de Tinto Brass, em 1976, para dar entrada num hospital psiquiátrico, por problemas com droga e uma tentativa de suicídio, qualquer embalo que a sua carreira tivesse ganho com a sua participação em Profissão: Repórter (1975), de Michelangelo Antonioni, foi totalmente perdido. Ao longo dos anos seguintes, Maria Schneider continuou a trabalhar irregularmente em papéis pequenos e produções maioritariamente europeias, a mais notória das quais Noites Bravas (1992) de Cyril Collard. O seu último filme foi Cliente (2008), de Josiane Balasko.


Via Público



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Letra

 

Entrei numa casa fria
De portadas entreabertas
Espretei a ver se te via
As ruas estavam desertas

 

Os amores já terminados
São ausência, fazem mal
Não me esqueço do recado
Nem de um gesto ocasional

 

Ao notares que estou mais velho
Passa por mim devagar
Quando / e se te olhares a um espelho
Também tu irás notar

 

Lembra-te de mim...

 

Os rostos p´ra quem os viu
Já não são como dantes
Percorro as margens de um rio
Há já séculos, há instantes

 

Vivo de vagas memórias
Onde te espero encontrar
São derrotas, são vitórias
Quero agora descansar... *

 

 



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as novas tabelas do IRS

 

O Governo já publicou as novas retenções de IRS que vão entrar em vigor a partir do próximo dia 15 de Fevereiro.

"Estas tabelas pretendem reflectir a actualização das taxas de retenção na fonte das categorias de rendimentos A  (rendimentos do trabalho dependente) e H (pensões)", refere o documento divulgado pelo Ministério das Finanças.

Segundo o mesmo, as novas tabelas de retenção já vão incluir os cortes sobre os rendimentos e as novas medidas de austeridade como os limites das deduções à colecta do IRS em saúde, educação e empréstimo à habitação aos contribuintes com rendimentos colectáveis no sétimo e oitavo escalão (acima dos 66.045 euros).

Nos primeiros seis escalões fica tudo praticamente na mesma.


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Como encontrar el Punto G

 

Muchas parejas persiguen este punto con la idea de que es la única forma de llegar a disfrutar del sexo. Al no encontrarlo se sienten frustrados y no tienen en cuenta que en la búsqueda esta el resultado.

 

Es inevitable relacionar al Punto G con la obtención del Everest sexual, pero es imposible dibujar un mapa preciso y adaptable a todas las mujeres, cada una es un mundo diferente.

La búsqueda del punto G es además de una exploración que tiene el fin de llegar a la cumbre del placer sexual, una excusa perfecta para muchas parejas que en el intervalo aprovechan para recorrer sus cuerpos y conocerse aún más, logrando una conexión imperturbable en su relación.

No todas las mujeres tienen su punto G en el mismo lugar, y la única forma de encontrarlo es buscándolo. Existen algunas técnicas para hacer mas fácil esa búsqueda: una es  explorar la vagina con los dedos indice y medio puestos en forma de “J”, comenzando por la pared frontal (la mas cercana al hueso de la pelvis) y moviendo el dedo en círculos.

Es importante para el éxito de la búsqueda, que la mujer vaya indicando a su pareja, lo que va  sintiendo sin pretender que lo adivine. La zona en cuestión tiene una textura áspera o estriada (que se diferencia de la superficie suave y lisa del resto de la vagina), y al ser estimulada aumenta de volumen.

Muchas mujeres intentan repetidamente encontrar el punto que las lleve al éxtasis sexual, y aun no lo han encontrado. Esto no quiere decir que no lo tengan, por el contrario, seguramente que no han sabido buscarlo correctamente.

Para ello, es casi fundamental la posición en la que la mujer se ubica, el ángulo de los movimientos hace que el punto G esté más al alcance de sus perseguidores. En algunos casos puede encontrarse con mayor facilidad si la mujer esta acostada boca abajo, y en otros es necesario que casi se toque el pecho con las rodillas para lograr el angulo adecuado.

Otra alternativa es utilizar el método “del reloj”. La técnica consiste en tomar el frente de la vagina como el cuadrante de un reloj y empezar la exploracion por las 12, que es donde se localiza el punto G en la mayoria de las mujeres. En otros casos se encuentra a las once, la una o las cuatro este punto que, en cuestiones sexuales, es el que mas cerca está del cielo

 

Via Sitios Argentina



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Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2011

Já passaram alguns anos. Mas há um momento específico que ficará para sempre gravado na memória de Diana Cruz. Num certo verão, quando chegou à praia onde toda a vida passara férias, à medida que caminhava em direção ao mar, ouviu à sua passagem: "Olha, agora esta é fufa!"

Hoje, ao lembrar-se desse sussurro sem a violência que foi ouvir aquilo, dito daquela maneira, no momento em que acabara de se apaixonar, pode até recordar a cena e dizer a frase como se nada fosse. Mas quando as palavras lhe saem da boca passa-lhe subitamente um brilho cortante pelos olhos claros.

"O que me custou mais", diz Diana enquanto vai dando pequeninos golos no chá de jasmim, "foi perceber como era difícil eu própria aceitar. O confronto com os outros foi terrível." Faz uma pausa e enumera: os amigos que deixaram de a convidar, os comentários de uns, a comiseração de outros que a olhavam como se estivesse doente, a irmã que deixou de lhe falar...

"Mas o confronto mais duro foi comigo própria. Estava convencida de que era uma pessoa absolutamente liberal. De repente, percebi que tinha imensos preconceitos e dava muita importância ao olhar dos outros. Não me julgava tão fraca. E isso entristeceu-me."

Paixão avassaladora

 

O que aconteceu a Diana, quase à beira dos 40, foi isto: "Reparava nela quando nos cruzávamos no corredor. Nessa altura, ainda estava casada. Lembro-me de a ver no supermercado e de ter ficado a pensar. Talvez fosse o ar, uma certa androginia que me atraía inexplicavelmente. Um dia aconteceu. Ao princípio, achei que seria uma experiência, só por curiosidade. Na minha cabeça, uma relação com uma mulher não era uma equação, estava totalmente fora do meu universo. Mas depois apaixonei-me. E foi tão avassalador que não tive hipótese de fugir."

Poderíamos dizer que o mundo desabou, mas não foi exatamente esse o caso. Porque o mundo não desaba assim, apenas recomeça de um modo diferente: "As pessoas perguntavam-me: 'O que é que te aconteceu? Sempre gostaste de mulheres e tinhas medo de assumir?' Exigiam-me definições, ninguém gosta da ambiguidade. E eu também me interrogava: 'Será que andei estes anos todos a fugir?' Depois percebi que não. Os homens não deixaram de me interessar. Tenho a nostalgia da masculinidade, ainda hoje quando chego a um sítio a minha atenção vai para os homens. Mas também passei a ter mais consciência da presença das mulheres. Não sei se voltarei a ter uma relação assim com outra mulher, mas também não sei se conseguirei voltar a estar com um homem com a displicência e a naturalidade com que estava. Nesta relação fui a sítios emocionais a que nunca tinha ido e se passarmos ao plano físico posso dizer, sem vacilar, que foi a minha relação mais libertadora e mais plena. Não me arrependo um segundo."

Ainda é cedo, Diana acabou de largar os filhos na escola, os seus gémeos de 7 anos. Daqui a pouco terá de ir trabalhar. É publicitária, anda atordoada de trabalho e, esta manhã, ao sentar-se à mesa com uma estranha para lhe contar uma parte da sua vida, tão íntima, dá-se conta da dimensão do desabafo: "O que me custa mais é pensar que a minha felicidade pode custar o sofrimento dos meus filhos. Ainda são pequenos, não percebem, pensam que é uma amiga como tantas outras, mas e depois? Gostava de pensar que um dia terei a coragem de ter uma vida em família com esta mulher. Mas ainda há um longo caminho a percorrer..."

Ser ou não ser, eis a questão

 

Luís Antunes diz ao telefone que o seu testemunho talvez possa interessar: "Toda a vida me senti homossexual. Mas há dois anos apaixonei-me por uma mulher e casei", explicou. Aparece ao encontro depois de ter passado a noite inteira no hospital. É enfermeiro, tem 26 anos. "Eu próprio fique muito surpreendido quando percebi que era bissexual." Porquê a surpresa? "Desde pequeno, toda a aproximação amorosa foi com rapazes: os jogos, os contactos, os primeiros beijos..." Aos 16 anos, o primeiro namoro. E um dia, à hora do jantar, com a família toda reunida, disse: "Tenho uma coisa para vos contar." Pensou que seria simples, que iriam aceitar, "fui muito ingénuo", recorda. "O meu pai negou, as minhas irmãs reagiram mal, a minha mãe não disse nada, mas acabou por fazer um grande esforço para aceitar. Sempre pensou que tinha sido uma falha na educação."

Quando o namoro acabou, já na Faculdade, Luís percebeu que começava a sentir-se atraído por uma das suas amigas do curso. Parecia-lhe que ela sentia o mesmo, e aquilo perturbou-o. "Não sabia se conseguiria relacionar-me a nível sexual." Contou-lhe: "Não me sentia bem em avançar sem dizer nada. Durante umas semanas, isso baralhou tudo. Depois confessei-lhe que estava apaixonado e começámos a sair juntos." Ao princípio foi difícil. A dúvida se seria ou não capaz de corresponder como homem na intimidade com uma mulher mantinha-se. Depois foi acontecendo e acabou por não ser tão linear. "Eu já tinha feito um percurso com um homem e construído toda a minha identidade sexual nesse percurso e na idade adulta fui confrontado com a heterossexualidade. O corpo feminino era-me estranho e tive de redescobrir a minha sexualidade como se fosse a primeira vez."

Também estranhou a visibilidade que agora este namoro podia ter. Sem segredos nem proibições: "Ao princípio, até andar na rua de mão dada me fazia confusão. Não estava habituado a poder ter demonstrações de afeto no espaço público e a namorar às claras sem constrangimentos. Ao comparar as duas situações, percebi quão injusto é para um casal homossexual não poder relacionar-se do mesmo modo. Achei chocante. Se tivesse continuado com aquele namoro, ter-me-ia casado com ele, agora é permitido." E, antes de se ir embora, diz sem hesitar: "Não procurei a normalidade. Aconteceu normalmente. Não passei de homo a hetero. Simplesmente encontrei o meu lugar da bissexualidade."

"Só há poucos anos é que a bissexualidade começou a ser encarada como uma orientação sexual e não como uma zona de transição", explica Joana Almeida, psicóloga na ILGA. "Por isso mesmo, sofria de dupla discriminação entre homo e heterossexuais, por ser considerada uma forma de não se conseguir assumir o lado homossexual. O mais difícil de aceitar é a indefinição. Ninguém gosta da ambiguidade." Também Pedro Frazão, psicólogo clínico, especializado em questões de género, concorda que, entre todas as orientações sexuais, a bissexualidade é a mais difícil de definir. "Na comunidade académica e científica era entendida como uma imaturidade. A partir do Relatório Kinsey publicados entre 1948 e 1953, a nossa sexualidade começou a ser observada como um mapa que se vai construindo e delineando ao logo da vida, sobretudo no percurso das mulheres", afirma o psicólogo. "É um dado que a sexualidade feminina é mais complexa, e nas mulheres a orientação sexual decorre com maior fluidez do que nos homens."

É in ser 'bi'?

 

Podemos interrogar se a bissexualidade está na moda como tendência entre a população mais jovem, por exemplo, que, livre de preconceitos, é seduzida pela ideia da experiência? "Penso que não", diz Pedro Frazão. "O que acontece é que, em Portugal, a discussão sobre as questões de género têm vindo a conquistar cada vez mais espaço na discussão política. Neste sentido, todas as questões relacionadas com a orientação sexual ganharam visibilidade, o que permite às pessoas sentirem-se mais livres para assumirem as suas escolhas. Não é uma questão de moda."

"A androgenia é uma tendência. A bissexualidade está na moda e vende", diz Alexandra Santos, 24 anos, voluntária na rede ex aequo, a associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros (LGBT). Ela trabalha no Projeto Educação da rede e percorre as escolas do país a debater identidade de género: "A orientação sexual é um tema que se discute muito durante a adolescência, e a bissexualidade tem o apelo de ser interessante: sugere mente aberta, capacidade de experimentar... Mas, para além deste aspeto mais superficial, muita gente tem dúvidas sobre a sua identidade, e a bissexualidade é a caixinha da confusão. Mas não basta ter uma experiência homossexual para se ser 'bi'."

Apesar da tendência e da confusão, Alexandra Santos, assistente social, sabe o que sente. Afirma sem vacilar: "Não traio, não sou promíscua, tenho relações duradouras. Gosto de homens e de mulheres em igual percentagem." Soube que a atraíam ambos os sexos quando entrou na Faculdade e começou a perceber "que aqueles sentimentos giros que sentia pelas minhas amigas não eram só amizade". Aí, sim, a confusão instalou-se. Nada tinha ainda acontecido e já ela desesperava. "Ai, ai, o que vai ser da minha vida? Porque todos desejamos a normalidade. Assusta muito perceber que nem sempre é assim", conta Alexandra, agora descontraidamente sentada num café do Chiado. "Depois de me questionar se não seria só uma fase, fiz uma viagem à Bélgica para participar num programa entre jovens europeus, conheci uma rapariga e percebemos que tínhamos muita coisa em comum. Principalmente a nossa fé. Quando voltei, continuámos a falar no Messenger e combinámos encontrarmo-nos. Namorámos alguns meses entre cá e lá e depois terminou."

Foi nessa altura que se aproximou da rede ex aequo. Queria encontrar outras pessoas que sentissem coisas semelhantes e perceber que identidade era aquela. A questão do pecado preocupava-a. Um dia ouviu esta frase de uma crente: "Deus manifesta-se em cada um de nós quando estamos bem e fazemos bem aos outros." Sentiu que poderia ter essa força e arriscou clarificar. Em casa, começou a espalhar discretamente as revistas distribuídas pela rede LGBT até a mãe perguntar: "Aquelas revistas que trazes cá para casa são o quê?" Alexandra falou na ex aequo e explicou o projeto: "E o teu pai sabe disso?" Nessa noite, ao jantar, com as três irmãs e o pai já sentados à mesa, a mãe voltou à carga: "Tu és alguma dessas coisas?" Ela disse: "Tanto poderia casar com um homem como com uma mulher." A mãe ainda tentou dar um ar de normalidade: "Se fosses homossexual, eu aceitava." O pai disse logo que não aceitava e uma das irmãs perguntou-lhe: "O que é que te deu para dizeres uma coisa dessas aos pais?" Alexandra encolheu os ombros: "Porque é verdade."

Hoje acredita que para a sua família seria menos complicado se ela fosse homossexual. Pelo menos, seria uma coisa só. Agora aquilo assim... "Como é que se consegue gostar de homens e de mulheres ao mesmo tempo? Lá está, a questão da promiscuidade. Mas eu sou monogâmica e não tenho namorados e namoradas em simultâneo." Tenta explicar que cada sexo tem as suas diferenças, e ela gosta dessas diferenças. "Sinto-me atraída por pessoas e não por géneros", diz Alexandra. Depois dá conta da frase e desata a rir: "Este é o verdadeiro cliché dos 'cotonetes', não é?"

Pedro Frazão, o psicólogo, esclarece: "Esse é precisamente o discurso da bissexualidade. Interessa é o que se sente por determinada pessoa, independentemente do sexo. Como há uma maior abertura em relação à homossexualidade, essa abertura reflete-se, naturalmente, nos jovens, e observo que cada vez os discursos são menos estanques em relação aos rótulos identitários. Nestas faixas etárias tem-se, naturalmente, menor dificuldade em definir atrações e experiências e há uma noção cada vez mais clara de que todos os percursos são diferentes."

Os pomossexuais. "Já ouviu falar em pomossexualidade?", pergunta Ruben. Espreitamos a Wikipédia: "Pomossexual é um neologismo que descreve pessoas que evitam rótulos restritos como hetero, homo ou bissexual."

Ruben Santos, Raquel Bravo, Marta Cardoso: 19, 17 e 20 anos, respetivamente. São estudantes associativos e muito empenhados em causas cívicas. Ruben e Marta conheceram-se na Associação do Liceu Padre António Vieira. Raquel é animadora de teatro comunitário e amiga de Marta. Os três afirmam perentoriamente que não gostam de definições: "Os rótulos são muito limitadores. Acredito que, ao longo da vida, qualquer pessoa pode sentir emoções pelo sexo de que é suposto gostar e pelo que é suposto não gostar. Não conheço ninguém da minha idade que não sinta essa atração", conta Marta, referindo o seu interesse por raparigas e a maneira como gosta de viver cada uma das suas relações. Por agora está menos interessada no género masculino. Mas, aos 18 anos, ainda nada precisa de ser definitivo.

Também Raquel Bravo tem dificuldade em usar claramente uma palavra que a classifique: "Sei o que não sou", diz, tentando clarificar. "Não sou hetero, nem homo. Durante cinco anos tive um namoro fortíssimo com um rapaz que morreu e depois a minha relação com os homens mudou. Era como se estivesse a traí-lo. Quando entrei no meio artístico, tive as minhas primeiras relações lésbicas", conta Raquel descontraidamente: "Não quero casos. Quero definitivamente estar com alguém que seja minha e eu dela. Não sei se será um homem ou uma mulher, também não me preocupa. Gostar é simplesmente gostar."

Ruben Santos, o rapaz que também não sabe se é ou não homossexual, tem a teoria de que todas as pessoas, se pudessem, seriam 'bi' e acredita que só não são por uma questão de educação. "Como é que uma pessoa pode dizer sim ou sopas se não experimentou?", interroga. "Se temos várias opções, porquê aceitar uma só?" Excluir, logo à partida, a possibilidade de atração por pessoas do mesmo sexo pode ser uma construção. "Para um rapaz, custa muito aceitar. Cheguei a ter nojo de mim. Fazia-me confusão a ideia de uma relação estável ou de envelhecer ao lado de um homem. Agora, embora ainda sinta algum medo desse quotidiano, já não penso tanto nisso."

Marta, que em breve irá para a universidade e tem ideias muito próprias sobre o amor, conta que nunca se sentiu excluída ou posta de lado quando está com uma rapariga. Os amigos todos sabem e aceitam. Afirma que na sua geração é normal nos liceus os casais homo andarem abraçados: "Ninguém liga. Nem os professores."

Ruben, apesar das dúvidas, por agora não lhe interessa pensar em escolhas. Neste momento, namora com um rapaz. Mas sabe que quer ter filhos seus. E não é só isso: "Gosto do masculino e do feminino. De proteger e de me sentir protegido quando me deito num abraço", reflete.

"A bissexualidade é a zona invisível", diz Joana, a terapeuta. "A ânsia de sabermos o que somos, de nos definirmos, tem a ver com a eterna necessidade de tentarmos perceber porque nos apaixonamos por A ou por B. Nunca sabemos porque nos apaixonamos, e mesmo para a ciência continua a ser um grande mistério."

(Nota - Diana Cruz, Luís Antunes e Marta Cardoso são nomes fictícios.)

Publicado na Revista Única de 29 de Janeiro de 2011

 

Via Expresso



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Viver em Cabo verde

 

A capacidade de fazer muito com pouco está bem personificada em Elias. Na lata rectangular vertical de azeite que transformou em panela, já negra de muitas idas ao lume, vai pondo pequeníssimas porções de batata inglesa, cebola, cenoura, pimentão, coentros, salsa.

Como se de mestre cozinheiro se tratasse, acrescenta peixe que lhe deram no mercado, cem escudos de azeite comprado, um pouco de calda de tomate, um dente de alho, sal e um pouco de água para refogar. Mais tarde há-de juntar-lhe arroz. No areal da baía do Mindelo, à sombra de uma espinheira, vista deslumbrante sobre a vizinha ilha de Santo Antão, paredes meias com o luxuoso complexo turístico Ponto d’Água, ganha forma o arroz malandro que há-de ser para Elias a única refeição certa do dia.

Ar de menino dócil, ninguém diria que este “badio”, como chamam aos naturais de Santiago, era na mais tenra infância, vivida na Cidade da Praia, conhecido pelo nominho de “Arnold”, de Arnold Schwarzneger, pelo seu carácter brigão. É pelo menos o que conta Elias. A briga é agora pelo sustento diário. “À noite posso tomar uma sandes ou se não tiver dinheiro, vou deitar assim.”

As quantidades mínimas de ingredientes do almoço foram-lhes oferecidas, a ele e ao amigo Hernâni, pelas vendedoras de verduras. “Para nós dão”, explica. Afinal, Elias, 17 anos, é para elas um parceiro: vende na rua sacos de repolho, tomate, pepino, abóbora, pimentão, batata doce, mandioca ou feijão verde. Cada um a cem escudos cabo-verdianos, 80 para elas, 20 para ele. É com esse dinheiro, e com os 200 escudos que recebe quando lava algum carro, que paga o azeite e o arroz. E come por vezes um prato de cachupa e uma caneca de café que lhe custam 150.

Reunidos os ingredientes, há que procurar lenha. Acaba por conseguir pedaços desperdiçados de barrotes das obras de distribuição de água e saneamento que uma empresa italiana está a fazer na cidade com financiamento da União Europeia. E avança com a preparação do almoço. Para ele e para Hernâni, 19 anos mas ainda mais ar de criança, filho do Monte Sossego, a trabalhar no mar “desde pequenotinho”, como explica Elias, traduzindo o falar crioulo do companheiro. 

Rede familiar

O espírito de iniciativa dos cabo-verdianos é igualmente bem visível no popular mercado de Sucupira, na Cidade da Praia. O caso de Isilda, que estava de novo ontem no grande mercado popular da capital, mostra-o bem. 

As couves e o repolho que tem à venda são daqui mesmo, de Santiago, e o sal que a 50 escudos o saco de litro mandou-o vir da ilha a que deu nome. O resto do que tem espalhado sobre a bancada metálica e as caixas de madeira - abóbora, batata doce e cebola terra – vem, tal como o carvão, que ontem não tinha para vender, de barco da mais fértil Ilha de Maio, onde nasceu há 49 anos e ano após ano volta. Foi-lhe mandado por familiares e amigos, que também ganham com este circuito informal de distribuição. 

Isilda Oliveira explica que o negócio da maior parte dos cabo-verdianos que vieram de outras ilhas e vendem no Sucupira “é mais roupa”. Produtos da terra, garante, só os de Santiago e ela. Essa foi a forma que arranjou de aproveitar o potencial agrícola que não tinha escoamento na sua ilha e de com ele abrir perspectivas para si e para os seis filhos que deu ao mundo. Foi por isso que se mudou em 1986, partindo, como há gerações os cabo-verdianos fazem, para outras ilhas ou para fora do país. “Lá é bom para agricultura, mas produtos não tem saída. Cá a vida é melhor. Aqui em Santiago dá mais.” Na capital viviam, segundo estimativas oficiais de 2008, quase um terço do meio milhão de pessoas que constituíam a população cabo-verdiana.

 

Via Publico



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O conselho municipal da Nova Iorque aprovou na quarta-feira a proibição de fumar nos parques, praias e outros lugares públicos ao ar livre da cidade, uma votação imediatamente saudada pelo presidente da câmara, Michael Bloomberg.

A proibição abrange 1.700 parques e 22 quilómetros de praias da cidade, além de zonas pedonais como Times Square e a área de Brighton Beach, em Brooklyn (sudeste).

O documento foi adoptado por 36 votos conta 12 e, depois de ser assinado pelo presidente da câmara, entrará em vigor dentro de três meses.

 

Via Sol



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Letra
Teimoso subi 
Ao cimo de mim 
E no alto rasgei 
As voltas que dei 

Sombra de mil sóis em glória 
Cobrem todo o vale ao fundo 
Dorme meu pequeno mundo 

Como um barco vazio 
P'las margens do rio 
Desce o denso véu lilás 
Desce em silêncio e paz 
Manso e macio 

Deixa que te leve 
assim tão leve 
Leve e que te beije meu anjo triste 
Deixo-te o meu canto canção tão breve 
Brando como tu amor pediste 

Não fales calei 
Assim fiquei 
Sombra de mil sóis cansados 
Crescendo como dedos finos 
A embalar nossos destinos 

Deixa que te leve 
assim tão leve 
Leve e que te beije meu anjo triste 
Deixo-te o meu canto canção tão breve 
Brando como tu amor pediste 

(Solo) 

Deixa que te leve 
assim tão leve 
Leve e que te beije meu anjo triste 
Deixo-te o meu canto canção tão breve 
Brando como tu amor pediste

 

 



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Durante o Euro2012, os ucranianos estarão proibidos de usar as varandas para estender roupa, guardar objetos ou andarem de roupa interior. Grupo de ativistas expressou a sua indignação em... topless.

 


 

Para promover a beleza de Kiev durante o campeonato de futebol Euro2012 , o Governo ucraniano aprovou uma lei que proíbe os cidadãos de irem à varanda de casa em lingerie e de ali estenderem suas roupas ou guardarem grandes objetos. Em resposta, um grupo de ativistas fez um protesto em topless.

 

As ativistas do grupo FEMEN , uma Organização Não Governamental que defende reformas políticas que ocidentalizem a Ucrânia, enfrentarem os cinco graus negativos e subiram a uma varanda de Kiev nuas da cintura para cima.

Alegando que "as varandas nossas varandas são os nossos castelos", as ativistas marcaram a sua posição: "Queremos poder andar nas varandas em lingerie à vontade".

 

 

Via Expresso

 

Será que elas não tem frio?



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Punto G

 

Las paredes de la vagina, contienen multitud de puntos erógenos. Entre ellos, se encuentra el punto G. Fue el médico Grafenberg quien le dio su nombre en 1944.

 

¡No, el punto G no es ningún mito! Descubre como disfrutar con esta zona erógena, origen de fuertes orgasmos femeninos...

 

Una zona de placer intenso
Las paredes de la vagina, contienen multitud de puntos erógenos. Entre ellos, se encuentra el punto G. Fue el médico Grafenberg quien le dio su nombre en 1944.
Si el punto G es más o menos sensible según las mujeres, su potencial erótico tiene que trabajarse. Una vez localizado, y estimulado, el punto G permite acceder a un placer más intenso, más voluptuoso y más largo que un orgasmo clitoridiano.

 

Descubrir el  G
Se sitúa en la pared anterior de la vagina, detrás del hueso del pubis: en general “a mitad de camino” entre la entrada y el fondo de la vagina, a unos 4cm de la entrada. Pero como cada mujer es única, se puede encontrar justo a la entrada o al fondo. 
Para guiar a tu pareja para que proporcione placer, resulta útil que sepas donde se encuentra esta zona erógena. Puedes ir a su encuentro introduciendo un dedo en tu vagina. A unos 4cm encontraras una zona menos lisa, más bien rugosa. Al frotar esta zona un cierto tiempo, sentirás ganas de orinar y la piel se hincha y endurece debido al flujo de sangre. Según las mujeres, esta estimulación puede resultar agradable de forma espontánea o conseguirse con el paso del tiempo.

 

Estimular el punto G sola o a dos
- El punto G es más sensible si antes se estimula el clítoris. Sola o con tu pareja, repite el ejercicio precedente o guía su mano y su dedo. El punto G debe ser excitado de forma más prolongada y más intensa que el clítoris, en movimientos de vaivén o movimientos circulares. 
- Si utilizas un sex toy, elígelo con extremos curvados, o los que ofrecen una doble estimulación, del punto G y del clítoris. 
- Existen posturas favorables para alcanzar el orgasmo gracias al punto G. Por detrás, el hombre puede alcanzar fácilmente la parte anterior de la vagina. Si te pones encima, acostada sobre tu pareja, puedes dirigir el movimiento y la dirección del pene: para ello échate ligeramente hacia atrás..
- Para terminar, el clásico misionero pero con las piernas hacia arriba con los talones sobre los hombros de tu pareja, también es una excelente forma de alcanzar el orgasmo gracias al punto G.

 

Se paciente
Ya sabes, la sensibilidad del punto G varia mucho en función de las mujeres, pero representa para toda un fuerte potencial erótico. 
Al sentir una sensación extraña, que se asemeja a las ganas de orinar, es frecuente que las mujeres paren el movimiento durante la excitación... y se quedan a dos pasos del orgasmo. Toma tus precauciones antes, y se paciente. Si el placer no es inmediato, ¡no debería tardar en llegar!

 

Via EnFemenino.com



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Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2011

 

 

Recomendações sobre sexo na gravidez

 

O sexo na gravidez é "geralmente seguro, com poucas complicações".

Esta é a mensagem que consta de uma nova cartilha elaborada para médicos, publicada hoje pelo Jornal da Associação Médica do Canadá.

O objetivo da cartilha é dar aos médicos as informações científicas mais recentes para o aconselhamento seguro às pacientes sobre sexo na gravidez.

 

Riscos do sexo na gravidez


Os riscos do sexo durante a gravidez, embora "incomuns", segundo a cartilha, incluem trabalho de parto prematuro, doença inflamatória pélvica, hemorragia na placenta prévia (quando a placenta cobre parte do colo do útero) e coágulos sanguíneos.

Embora as evidências sejam limitadas e até contraditórias entre os diversos estudos científicos sobre o assunto, o documento desaconselha o ato sexual para mulheres em risco de parto prematuro.

Nas mulheres com baixo risco inicial de parto prematuro, a relação sexual frequente mostrou-se associada com um maior risco de parto prematuro apenas nas mulheres com infecções do trato genital.

Nas mulheres com maior risco - esperando mais de um bebê, com incompetência cervical ou com um histórico de trabalho de parto prematuro - as evidências encontradas até agora são muito limitadas para fundamentar as recomendações.

"Em grupos com maior risco de parto pré-termo, não há evidências que sugiram um benefício claro de restrições da atividade sexual. No entanto, esta é uma intervenção simples que não causa dano e pode ser uma recomendação razoável até que surjam melhores evidências," afirma o documento endereçado aos médicos.

Em casos raros, alguns tipos de atividade sexual que empurram ar para dentro da vagina podem resultar em um coágulo de sangue do útero, que geralmente é fatal, com riscos para o bebê e para a mãe.

 

Disposição e conforto


"Sexo na gravidez é normal," escrevem os autores. "Existem muito poucas contra-indicações comprovadas e riscos do intercurso em gestações de baixo risco e, portanto, estas pacientes devem ser tranquilizadas," diz o documento.

"Em gestações complicadas por placenta prévia ou com um maior risco de parto prematuro, as evidências são suficientes para embasar a recomendação de abstinência, mas é uma recomendação benigna razoável dadas as consequências teoricamente catastróficas," escrevem os especialistas, ligados à Universidade de Toronto.

Eles afirmam que não há nenhuma evidência para a teoria de que o sexo na gravidez possa induzir o parto, e que não se conhecem resultados negativos para as mulheres com gravidezes de baixo risco.

Os autores concluem que o nível de conforto e a disposição para se engajar na atividade sexual por parte da mulher devem ser os principais guias tanto para o sexo durante a gravidez quanto para o período pós-parto.

 

Via Diário da saúde



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Completamente transparente

 

Via Henricartoon



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Contra a iliteracia cientifica

 

Consumidores em Portugal vão tomar uma “overdose” de “medicamentos” homeopáticos em público

"Ativistas de direitos do consumidor em Portugal anunciaram hoje a sua intenção de tomar uma “overdose” homeopática no próximo mês em parceria com um protesto global contra estes remédios alternativos.

Os manifestantes vão consumir dezenas de comprimidos homeopáticos na manhã de 5 de Fevereiro de 2011, às 10:23, no Jardim do Príncipe Real em Lisboa, com o objetivo de sensibilizar o público para a ineficácia dos “remédios” homeopáticos. Pretendemos também questionar a opção do Infarmed de permitir que estes produtos sejam classificados como medicamentos nas farmácias, o que os legitima aos olhos dos clientes."

 

 

Via Dias que voam



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Letra

 

Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

 



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A história do Coelho

 

Durante grande parte da sua história, o coelho-europeu, ou coelho-comum, viveu apenas na Península Ibérica e no Sul de França. Hoje está espalhado por quase todos os cantos da Terra, tanto a sua forma selvagem como a doméstica. Mas onde e quando começou a domesticação do coelho? Duas hipóteses têm sido avançadas: tudo terá começado com os romanos na Península Ibérica, há cerca de dois mil anos, ou então terá sido há 1400 anos numa região que actualmente integra o Sul de França e os monges tiveram um papel principal. A equipa de Nuno Ferrand de Almeida, coordenador do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (Cibio) da Universidade do Porto, acaba de dar a resposta: foi nos mosteiros da Provença.

O coelho-europeu, ou Oryctolagus cuniculus, o nome científico da espécie, surgiu na Península Ibérica há cerca de dois milhões de anos e é caçado pelos humanos como alimento há milhares de anos. Tem duas subespécies, que no pico da última glaciação, há 20 mil anos, ficaram confinadas a dois refúgios: enquanto a Oryctolagus cuniculus cuniculushabitava em França e no Nordeste da Península Ibérica, a Oryctolagus cuniculus algirus vivia no Sudoeste da Península Ibérica, incluindo o Sul de Portugal. 

O primeiro registo que nos chegou da abundância do coelho no Sul da Península Ibérica é dos fenícios, quando vieram até às suas costas há três mil anos, para trocas comerciais. "Viram milhares de coelhos, que confundiram com o damão-do-cabo, que era abundante nas costas das cidades fenícias", conta Nuno Ferrand de Almeida. "Esse registo poderá estar na origem do nome Espanha, que quererá dizer "terra de coelhos": a designação de "i-shephan-im", ou terra de damões-do-cabo, que na verdade eram os coelhos, seria depois latinizada para dar Hispânia, e mais tarde Espanha."

Quando voltavam para sua terra, no Médio Oriente, os fenícios levavam com eles o coelho e espalharam-no pela bacia do Mediterrâneo, por exemplo pelas ilhas Baleares e pelo Norte de África. 

Mais tarde vieram os romanos, que se instalaram durante séculos na Península Ibérica, e também levaram o coelho para outras paragens na Europa. "A primeira tentativa de controlar a reprodução do coelho terá ocorrido na Península Ibérica, um século antes de Cristo", conta o biólogo Miguel Carneiro, também do Cibio, e autor principal do artigo com esta descoberta, publicado este mês na edição online da revista britânica Molecular Biology and Evolution

A partir da ocupação romana passa a haver múltiplas referências aos coelhos. "Uma das mais célebres é a de Plínio, o Velho, na sua História Natural, no primeiro século da nossa era, onde já se refere o hábito de consumir fetos dos coelhos, bem como o facto de produzirem imensos prejuízos na agricultura. Também durante Adriano, um dos mais célebres imperadores romanos - imortalizado por Marguerite Yourcenar em Memórias de Adriano -, circulavam na península moedas com coelhos cunhados na sua face", acrescenta Ferrand de Almeida. "A partir dessa altura há referências permanentes a estruturas belíssimas chamadas "leporaria", que eram cercados feitos de pedras onde os coelhos eram mantidos para serem usados na caça e na alimentação. Há muitos vestígios arqueológicos dessas estruturas. Esta seria uma das hipóteses para a domesticação do coelho ter ocorrido na Península Ibérica."

 

Carne que não é carne

No entanto, outros registos históricos sugeriam que a domesticação tinha ocorrido mais tarde, por volta do ano 600, nos mosteiros da Provença. A fundamentar esta suposição encontra-se uma decisão do papa Gregório I, que tinha sido monge beneditino, em que considera que os fetos e as crias recém-nascidas de coelho não eram carne, pelo que podiam comer-se durante o jejum da Quaresma. E assim a criação de coelhos difundiu-se nos mosteiros da Provença. "Há muitíssimos documentos históricos que atestam a frequente troca de coelhos entre abadias, e mesmo com países como a Inglaterra. Este processo poderia ter levado à domesticação do coelho e seria uma hipótese de domesticação realizada fora da península, proveniente das populações selvagens do Sul de França", refere Ferrand de Almeida. Tenham sido os romanos ou os monges da Provença, os sinais claros da domesticação do coelho só surgiram muito mais tarde, a partir de meados do século XV. Em iluminuras e pinturas, começaram a aparecer os primeiros coelhos com cores diferentes, desde brancos a avermelhados, em vez da cor parda dos selvagens. 

Um dos quadros mais célebres que representa um coelho branco é de Ticiano, Madona e Menino com Santa Catarina, também conhecido como A Virgem do Coelho, de cerca de 1530, que está no Museu do Louvre. "Esses mutantes de cor poderão corresponder a um processo de domesticação já terminado. E a partir daí o coelho doméstico difundiu-se por todo o mundo e teve um sucesso enorme", explica Ferrand de Almeida. 

No século XVI, há registos de coelhos de vários tamanhos e cores em França, Itália, Flandres ou Inglaterra, o que sugere que a sua domesticação estava já concluída nessa altura.

 

Ler o resto do artigo no Público



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Google anunciou hoje uma parceria com 17 dos museus de arte mais importantes do mundo que permitirá descobrir e visualizar virtualmente mais de mil obras em alta resolução e 17 com super resolução com um nível de detalhe extremo.

Neste projeto (http://googleartproject.com/) estão envolvidos museus espalhados por onze cidades de nove países, entre eles o National Gallery de Londres, o MoMA de Nova Iorque, oHermitage de São Petersburgo ou o Museu Van Gogh, em Amesterdão.

Entre as 17 pinturas disponíveis on-line em super resolução no Google Art project contam-se obras como "Noite Estrelada" de Vicent van Gogh, patente no MoMa, "Regresso do filho pródigo", de Rembrandt, no Hermitage de São Petersburgo, e "No woman, no cry", de Chris Ofili, exposto na Tate Britain, entre outras.

Obras primas no google

 

A estas juntam-se mais de mil obras de arte em alta resolução de 486 artistas dispersas pelos 17 museus.

Através do recurso à tecnologia 360.º do Street View para interiores é possível aos utilizadores visitarem virtualmente galerias dos museus envolvidos no projeto.

Esta parceria permite que qualquer utilizador em qualquer parte do mundo possa conhecer, através de um clique, a história e os artistas que estão por detrás das obras expostas.

Em comunicado enviado à Lusa, fonte ligada a este web site explica que cada um dos museus colaborou de "forma exaustiva" com o Google, disponibilizando a sua experiência e orientando todas as etapas do projeto: desde a seleção das coleções que deviam integrar que o projeto ao aconselhamento sobre qual o melhor ângulo para as fotografias, passando pela informação que deveria acompanhar a obra de arte.

Além da visita virtual a cada um dos museus e da análise às obras em super resolução, este projeto permite aos utilizadores guardarem perspetivas específicas de qualquer das obras e iniciarem a sua própria coleção. É possível ainda comentar cada pintura e partilhar a coleção com amigos e familiares.

Com a função visita virtual ao museu, os utilizadores podem circular virtualmente pelas galerias eselecionar as obras que mais lhes interessam. O painel de informação permite aos utilizadores acederem a mais detalhes sobre a obra de arte, encontrarem outros trabalhos do mesmo artista ou visualizarem vídeos relacionados no YouTube.

Um pequeno veículo equipado com a tecnologia do Street View registou imagens de 360º no interior de inúmeras galerias que, uma vez ligadas, permitem a qualquer utilizador uma navegação fluida por mais de 385 salas dos diversos museus.

A função super resolução permite ao utilizador estudar os ínfimos detalhes da obra, que não são visíveis à vista desarmada.

Os museus envolvidos neste projeto são Altes Nationalgalerie, Berlim, Frick collection, Nova Iorque, Galeria degli Uffizi, Florença, Freer Gallery - Smithsonian, Washington, Galería Tretyakov, São Petersburgo, Gemäldegalerie, Berlim, MoMA, Museum of Modern Art, Nova Iorque, Museu Hermitage, São Petersburgo, Museu Kampa, Praga, Museu Rainha Sofia, Madrid, Museu Thyssen-Bornemisza, Madrid, Museu Van Gogh, Ámesterdão, National Gallery, Londres, Palacio de Versalhes, Rijksmuseum, Amesterdão, Tate Britain, Londres, Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque.

 

Via Ionline

 



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Como hacer um streptesase

 

 

 

 

¿Qué mejor que un striptease para excitar a tu pareja y disparar su líbido? Aquí tienes nuestros consejos y otras técnicas para ser una experta en el arte del striptease con toda sensualidad.

Un baile erótico
Practicado en los clubs de noche, el striptease proviene del inglés strip (desvestir) y tease(excitar). ¡Es un espectáculo de baile erótico, en el que la mujer (¡o el hombre!) se desviste lentamente, retirando una por una sus prendas al ritmo de una música sensual. Cuanto más ropa lleve la bailarina, más durará el striptease. Porque el striptease es un preámbulo excelente para los mimos, y no hay que ser profesional para practicarlo: tú también puedes "encender" a tu hombre en la intimidad.

Las reglas de oro

> La preparación
-
Ensaya delante del espejo, trabaja tu contoneo y tu sensualidad con tus gestos.
- Siéntete como nueva: debes mostrarte como en tu mejor momento, por lo que debes estar perfecta de los pies a la cabeza. Una pequeña exfoliación te dejará la piel suave y satinada. Evidentemente, la depilación es obligatoria (axilas, piernas e ingles). A continuación, hidrata tu cuerpo con una leche nutritiva, o mejor aún, con un aceite brillante.
Ponte ropa interior atractiva: opta por un conjunto bonito de lencería de encaje o de seda, preferentemente negro o rojo. Por supuesto, es indispensable la parte inferior y un liguero a juego, los hombres se vuelven locos.
Opta por algo muy sexy y fácil de quitar: falda con cremallera, escarpines y blusa (indispensable para desbotonar con languidez). Las más fantasiosas también pueden optar por un look más original para la ocasión, en función a las fantasías de su hombre: bata de enfermera, uniforme de colegiala, de azafata...
Escoge una música de ambiente: el ritmo debe ser lento, los acordes sensuales. Un ineludible: You can leave your hat de Joe Cocker, la canción con la que Kim Basinger hizo su famoso striptease en la película Nueve semanas y media.
Tamiza la luz: crea una atmósfera sexy y disimula tus pequeños defectos.
Instala a tu espectador en un sillón: puedes esposarlo para amenizar el espectáculo.

> La técnica
- Durante el baile, mira a los ojos de tu espectador. No debes perderle la mirada. Aprovecha para lanzarle miradas ardientes al ritmo de la música. Atención, nada de encender la pista de baile, tus movimientos deben ser lentos y precisos.
Juega con tus manos, acaricia las partes de tu cuerpo sobre las que quieras centrar su atención.
- Tras bailar un minuto, empieza a desnudarte. Siempre se empieza quitando la parte de arriba. Quítate la camisa, muy lentamente, desabrochando un botón tras otro, para jugar sobre la frustración y prolongar el placer. Luego, deslízala sobre el suelo.
Juega con la ropa que te quitas: pasa tu cinturón alrededor de su cuello, tírale el sujetador rojo...
- A medida que te vayas desnudando, acércate a tu espectador y despierta su deseo rozándolo. Pero ten cuidado, ¡él no puede tocarte a ti!
- No dudes en utilizar accesorios para la puesta en escena: una silla (para posturas sugestivas), un sombrero, un fular... ¡Da rienda suelta a tu imaginación!

Para perfeccionarte
¿Todavía no te sientes cómoda? ¿Te gustaría sorprender a tu pareja para su cumpleaños? Debes saber que ahora se dan clases de striptease. Los clubes modernos proponen lecciones de pole dance (alrededor de una barra de hierro) y delap dance (con una silla).

 

 

Via EnFemenino.com



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Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

 

sexo, chocolate ou dinheiro

 

Entre sexo e chocolate... as mulheres preferem sexo. A conclusão é de um estudo norte-americano, que revelou ainda que o sexo feminino está cada vez mais preocupado com a sua aparência.


Foram dadas duas opções às mulheres inquiridas: sexo todas as semanas durante cinco anos ou chocolate grátis todas as semanas durante o mesmo período. 73% preferiu sexo e apenas 27% optou pelo chocolate. Uma diferença considerável, mas que se acentua ainda mais quando em vez de sexo a opção é dinheiro. 

Entre ter uma quantia fixa de mil dólares (cerca de 725 euros) em dinheiro ou chocolate grátis todas as semanas, 91% das mulheres optou pelo dinheiro e apenas 9% pelo chocolate, de acordo com o estudo realizado pela Saatchi Wellness, publicado na revista «Advertising Age».

Deste estudo podem retirar-se pistas sobre que presentes oferecer (ou não) no Dia de São Valentim. Mas é também um sinal para a indústria dos produtos de beleza, uma vez que, de acordo com o estudo, as mulheres preferem gastar parte desse dinheiro extra em cuidados de beleza.

Mulher preocupa-se mais com a aparência

A Saatchi Wellness acredita que o seu estudo, que acompanhou durante um ano mil mulheres nos Estados Unidos, anuncia a existência de uma mulher mais preocupada consigo própria. Uma das conclusões é que as mulheres estão cansadas de poupar em coisas relacionadas com a sua aparência.

A investigação revela que 36% das mulheres considera a sua aparência uma grande prioridade, contra apenas 15% que diz que a aparência não é uma prioridade. Além disso, 40% das mulheres admite que tem mais cuidados com a pele. Um número muito superior aos 16% de um inquérito semelhante realizado em 2009. 

A percentagem de mulheres que afirmou estar a comprar mais produtos anti-envelhecimento também mais do que quadruplicou, passando de 5% em 2009 para 22% em 2010. 

Também os cabeleireiros parecem ter o negócio facilitado. Em 2009, 31% das mulheres disse que deixou de pintar o cabelo no cabeleireiro e passou a fazê-lo em casa. Em 2010, esta percentagem diminuiu para 13%.

A preocupação da mulher com a aparência tem, de acordo com o estudo, vindo a subir substancialmente. Talvez por isso acabe por ficar para trás... o chocolate.

 

Via TVI



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Os homens também chora, ou, quando as vitimas são eles

Quem me conhece sabe que sou acérrima defensora dos direitos do Homem e que me indigno sempre que leio ou vejo mais uma notícia sobre a violência dos homens contra as mulheres. No outro dia falava sobre isso com um amigo meu e prometi-lhe escrever sobre o outro lado do espelho, mostrando que eles também sofrem.

 

Se por uma lado é desprezível que, em pleno século XXI, as mulheres continuem a ser vítimas de violência doméstica, hediondo é também o facto de, cada vez mais, se assistir à violência da mulher contra o homem, muitas vezes - se não na maior parte delas - através da pressão psicológica, manipulação e intrépidos joguetes familiares.

Do alto da sua masculinidade, eles ainda têm vergonha em afirmar que são violentados, alvo de perseguição e que esta violência não se mede em equimoses, mas em nódoas negras emocionais, que ferem o corpo, mas sobretudo a alma. E quando existem filhos, estes servem de desculpa para uma violência que não é física mas é psicologicamente atroz.

Palavra de homem

 

Quis falar com alguém para que as palavras não fossem apenas estatística e com o João troquei sentimentos e desabafos de uma vítima no masculino. Divorciado, com 40 anos e pai de dois filhos, de 4 e 6 anos.

Do testemunho fica algum pudor e até vergonha em falar a verdade mas, acima de tudo, a força de quem leva a vida em frente e desabafa: "Uma mulher consegue levar um homem à loucura na pressão incansável que faz sobre a sua família, a sua mãe, os seus amigos, as suas ações mais inofensivas. Em maior ou menor escala, praticamente todas o fazem. A constante insatisfação de uma mulher face ao que considera ser o homem ideal, incinera autoestimas dos seus companheiros diariamente. E, naturalmente, pode levar a questões muito mais graves".

É violência quando homem ou mulher privam o cônjuge de estar com filhos


Apesar da revolta diz que sempre esteve na linha da frente, no que respeita à defesa das mulheres, mas cansado de viver com o inimigo desabafou: "Se mudares o género verás que o crime é o mesmo e existe na mesma proporção, só que tem menos estatística por duas simples razões: os homens ainda têm vergonha de o denunciar; os homens perdem em tribunal se a mulher disser que é tudo mentira. Pior, se uma mulher for colocada perante um juiz e disser que é vítima destes crimes, o homem é culpado até prova do contrário. Se for o homem a denunciar, a mulher é inocente até prova do contrário. Como vês a violência contra os homens também toma várias formas, tanto pode ser física, como psicológica, emocional, verbal, económica e sexual. O objectivo da pessoa que agride é sempre o de controlar a vítima, isolá-la, torná-la frágil e insegura. O agressor é frequentemente a mulher, a companheira ou a namorada, mas também pode ser a ex-mulher, a ex-companheira, ex-namorada, mãe, irmã e filha".

 

"A coragem vê-se em quem defende minorias, não maiorias"


Perante este testemunho senti a obrigação de mostrá-lo aos homens, não para desculpá-los mas para lhes mostrar que a violência existe e que não devem temer denunciá-la, porque sempre que se calam tornam-se coniventes com uma situação inaceitável, quer seja no masculino quer no feminino.

"É violência quando homem ou mulher privam o cônjuge de estar com filhos. Após a separação é uma prática criminosa hedionda e nojenta aceite como algo normal entre as mulheres. Nunca vi ou tive conhecimento de uma amiga que tentasse demover outra de privar o marido de ver os filhos após a separação. Pelo contrário. Que espécie de ser joga com o que de mais sagrado há para um progenitor? Desculpa o desabafo, mas cada vez tenho menos esperança de ver uma mulher a escrever sem medo sobre o que as mulheres são capazes de fazer (e fazem) aos homens dentro e fora das quatro paredes. Não desprezo e jamais desprezaria a violência contra mulheres. Desprezo sim as análises que continuam a dar o enfoque nessa tónica, simplesmente porque há menos dados públicos do contrário. A coragem vê-se em quem defende minorias, não maiorias".

Tomei a liberdade de escrever. Não podia deixar um amigo silenciado na dor, se antes lhe tinha pedido para se colocar na linha da frente. A violência contra os homens existe, assim como contra as mulheres, como tal deve ser denunciada, as vítimas protegidas e os transgressores condenados.

 

Relembre a reportagem - Violência doméstica: Quando as vítimas são eles

 

Via A Vida de Saltos Altos



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Letra
Às vezes é no meio do silêncio
Que descubro o amor em teu olhar
É uma pedra
Ou um grito
Que nasce em qualquer lugar

Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal aquilo que sou
Sou um grito
Ou sou uma pedra
De um lugar onde não estou

Às vezes sou também
O tempo que tarda em passar
E aquilo em que ninguém quer acreditar

Às vezes sou também
Um sim alegre
Ou um triste não
E troco a minha vida por um dia de ilusão
E troco a minha vida por um dia de ilusão

Às vezes é no meio do silêncio
Que descubro as palavras por dizer
É uma pedra
Ou um grito
De um amor por acontecer

Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história d'aquilo que sou

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:03 | link do post | comentar

Primeiro político gay a casar é do  PSD

 

Foi dos presidentes mais controversos da JSD. Durante o seu mandato, Jorge Nuno de Sá bateu-se por temas tradicionalmente associados à esquerda, como a despenalização do aborto, a criação de salas de chuto nas cadeias ou a prescrição médica da canábis. Mas quando deixou aquela estrutura partidária - que assumiu entre 2002 e 2005 -, o seu protagonismo político caiu a pique. Ocupou um cargo invisível na Câmara Municipal de Lisboa, ao lado do vereador Sérgio Lipari Pinto, e sofreu uma derrota, em 2008, quando se candidatou à presidência da mesa da "jota". Em Novembro do ano passado, saltou novamente para as páginas dos jornais, ao ser o único conselheiro do PSD a não apoiar a candidatura de Cavaco Silva a Belém. No sábado passado, aos 33 anos, Jorge Nuno de Sá voltou a ser notícia, ao tornar-se o primeiro político português homossexual a casar.

No PSD, a notícia não foi uma surpresa. Há muito que a orientação sexual do ex-líder da jota não era sequer tema de conversa de corredor. "O mais surpreendente acabou mesmo por ser o casamento", disse ao i fonte do partido. Oficialmente, poucos são os que aceitam falar sobre o assunto. José Eduardo Martins, deputado que votou a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, não quis comentar, limitando-se a desejar felicidades ao colega de partido. "Para mim é um casamento como qualquer outro, a quem desejo as maiores venturas e felicidades". Também o actual líder da JSD, Duarte Mendes, se escusou a comentar o caso, adiantando tratar-se "de um assunto do foro pessoal". "Devemos respeitar as opções de cada um, e como tal o meu único desejo é que seja feliz."

Jorge Nuno de Sá nasceu em Viana do Castelo há 33 anos. Na capital do Alto Minho, uma região tradicionalmente mais conservadora que os centros urbanos de Lisboa e Porto, a notícia não foi recebida com o mesmo desinteresse manifestado no seio do PSD. Ainda assim, o conservadorismo local não terá sido suficiente para impedir a decisão do ex-líder da JSD, cuja carreira política foi desde sempre marcada por uma certa rebeldia. 

Fim do serviço militar Embora a decisão de não apoiar a candidatura de Cavaco Silva a Belém tenha merecido maior atenção dos média, esta não foi a única vez que Jorge Nuno de Sá esteve em desacordo com o actual Presidente da República. O célebre episódio do cartaz de Santana Lopes, que nas legislativas de 2005 se viu obrigado a retirar a imagem de Cavaco Silva, justificou a indisciplina partidária de Jorge Nuno de Sá. Mas não só: também a polémica das escutas entre Belém e São Bento, nas legislativas em que Manuela Ferreira Leite saiu derrotada, pesou no afrontamento das linhas orientadoras do partido.

Apesar de tudo, a postura de Nuno de Sá recolhe vários elogios dentro do partido. "Foi um líder que actuou sempre próximo das bases, muito trabalhador, mas por vezes sem capacidade de marcar a agenda política", recorda um dirigente do PSD. Há quem lhe atribua os louros do fim do serviço militar obrigatório, uma causa pela qual sempre se bateu. "Parte do mérito é dele", acrescenta a mesma fonte. 

Durante o seu mandato como deputado, eleito pelo círculo político de Viana do Castelo (primeiro ao lado de Durão Barroso, e depois com Santana Lopes) Jorge Nuno de Sá apresentou diversas iniciativas na Assembleia da República ligadas a temas como educação sexual, programas de voluntariado e questões relacionadas com a terra que o viu nascer. Mas foi a sua postura relativa à interrupção voluntária da gravidez - deu a cara na campanha pela despenalização - e às salas de chuto nas cadeias que o deixou em rota de colisão com o partido. Foi acusado de andar afastado da realidade dos jovens portugueses e, em 2005, quando tentava a sua reeleição, perdeu a eleição para Daniel Fangueiro.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar

El poder de un beso

 

Los besos no son sólo el elemento perfecto para unos preliminares de infarto o una muestra de cariño y afecto entre las personas. Cuando besamos a alguien, sobre todo si lo hacemos de forma apasionada, estamos poniendo en marcha alrededor de treinta músculos faciales distintos, lo que hace que nuestro pulso se acelere de 70 a 140 pulsaciones por minuto. Lo mejor de todo esto es que con un beso apasionado se pueden llegar a consumir hasta 12 calorías.

También tiene un efecto en nuestro físico, concretamenteen las pequeñas arrugas de la cara. La movilización de todos esos músculos provoca que dichas arrugas disminuyan, mejorando nuestro aspecto y estimulando la regeneración de la piel de esa zona. Los besos movilizan secreciones hormonales que funcionan como analgésicos y fortalecen nuestro organismo, lo que se traduce como tener menos probabilidades de caer enfermos y vivir más felices por tener alguien a nuestro lado.

El poder de los besos llega hasta el colesterol según los últimos estudios científicos realizados. Según parece, un beso actúa sobre nuestro organismo disminuyendo los niveles de estrés y de tensiones, dos de los elementos responsables del colesterol alto y los problemas cardiovasculares.

Según el Kamasutra, el labio superior de la mujer es una de las zonas más erógenas de su cuerpo y aconseja al hombre que lo estimule a través de pequeños mordiscos, técnica sexual que también aparece en el Shiatsu, que dice que el masaje de esta zona libera energía sexual y estimula el deseo.

No sólo funcionan los besos apasionados, los más puros y castos también repercuten positivamente en nuestra salud, hasta el beso infantil favorece los sistemas de protección de nuestro cuerpo hacia el estrés. Además los besos liberan endorfinas en el torrente sanguíneo y nos crean una sensación de bienestar y placer.

No sólo estarás demostrando a la otra persona que la quieres, la deseas o la amas, sino que además estarás fortaleciendo tu sistema inmunológico, reduciendo tus niveles de estrés y alargando tu vida.

 

Via Sexualidad



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