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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

18
Jan11

Testemunhos: “Eu sou bissexual"

olhar para o mundo

Testemunho, eu ou bissexual

Será possível sentir atracção por homens e mulheres ao mesmo tempo ou é a bissexualidade apenas um designação para encobrir a homossexualidade? Falámos com duas mulheres e um homem que abriram o jogo explicaram como é sentir desejo por ambos os sexos.

A bissexualidade sempre existiu ao longo da História, sendo assumida como natural entre os gregos e os romanos. Sarah Bernhardt, David Bowie, Marlon Brando, William S. Burroughs, Lord Byron, Emily Dickinson e Marlene Dietrich são alguns bissexuais famosos. Mas, apesar disso, sempre surgiu a dúvida: existe mesmo a capacidade de sentir atracção por ambos os sexos ou é esta uma falsa questão e na realidade tudo se resume a comportamentos hetero ou homossexuais? Nós fomos falar com quem se assume como "bi" e partilhamos consigo as suas histórias.

"Foi uma espécie de revelação"

"Posso me sentir atraída por um homem ou uma mulher. Para mim é a mesma coisa. O que conta é a pessoa."

Lena, 30 anos, designer de moda, descreve assim a sua orientação sexual, assumida desde que teve a sua primeira experiência sexual com uma mulher. "No meu caso ocorreu como uma artimanha para seduzir o sexo oposto. Toda a minha adolescência foi virada para os homens. A ideia surgiu já era casada, tinha 19 anos, tratava-se de encontrar alguém para termos sexo a três, o que nunca aconteceu. Porém, foi então que comecei a ver as mulheres de uma forma diferente, mais sexual."

 

Foram precisos mais uns anos e um divórcio para Lena passar da teoria à prática, sempre com o objectivo de criar mais interesse junto do namorado da época, ou não fosse esta uma das fantasias mais comuns do sexo masculino. "Este meu namorado tinha numa prima heterossexual, mas que manifestou interesse em experimentar relações com uma mulher e eu achei graça. Fomos apresentadas, envolvemo-nos e foi completamente inesperado, como uma espécie de revelação. Deixei de ver este tipo de experiência como um acto isolado e tive a certeza que ia acontecer o resto da minha vida. O prazer é completamente diferença, mas não subscrevo a ideia que conhecemos melhor o outro corpo. As pessoas são diferentes e vivem a sexualidade de forma distinta, independentemente do sexo, e não posso ver no corpo da outra mulher um espelho do meu."

 

"Sou infiel aos homens com mulheres"

Depois desta primeira experiência, o namoro acabou. "Envolvi-me muito com esta rapariga, talvez por ter sido a primeira. E depois ela trocou-me por outro. E isso é a grande dilema das mulheres e dos homens bissexuais: é que rivalizam com todo o espectro dos seres humanos", salienta Lena.

 

Lena sempre teve relações duradouras com homens, à excepção de um relacionamento de três meses com uma rapariga, mas que não funcionou: "também não funcionaria se fosse um homem porque ela era muito controladora, sendo que pode voltar a acontecer, porque tem mais a ver com ser a pessoa certa do que ser uma mulher ou um homem." Por isso mesmo, Lena gosta mais de falar de plurissexualidade do que de bissexualidade. "Acho que todos nós temos várias sexualidades, que devolvemos ou não consoante os factores sociais e ambientais que nos rodeiam ou por uma questão de coragem ou decisão pessoal. A sexualidade é muito pessoal e devemos explorá-la no grau em que o desejamos."

Actualmente, continua a estar com pessoas de ambos os sexos, mas a namorar com o sexo oposto. "Os homens são um vício, estão na minha carga genética. O problema é que, quando estou numa relação com um homem, continuo a sentir atracção por mulheres. Fica sempre um resto de desejo por concretizar. Normalmente, acabo por ceder e sou-lhes infiel com raparigas. E se ele fica à partida muito agradados com a ideia de uma mulher ser "bi", a partir do momento em que há envolvimento emocional, ainda não conheci nenhum que achasse engraçado, o que também é explicável porque os homens são finitos em termos sexuais e as mulheres não!"

 

Lena optou por não esconder a sua orientação sexual: "todos os meus amigos e colegas de trabalho sabem, não tenho tabus de qualquer espécie. Quando tive uma relação com uma mulher assumi-o da mesma forma como com um homem."

 

"Foi com ela que tive o primeiro orgasmo"

Marta, 33 anos, arquitecta, teve a sua primeira experiência sexual com uma colega da escola, quando tinha 15 anos."Uma noite ela ficou a dormir em minha casa, começámos a brincar aos beijinhos e quando demos por nós estávamos a trocar carícias. A verdade é que foi com essa amiga que comecei a explorar o meu corpo, o que se reflectiu inclusive na forma como depois me relacionei sexualmente com homens, porque já conhecia muito bem o meu corpo." Marta sempre teve consciência de que não era lésbica: "Apesar da minha sexualidade se ter iniciado com uma mulher, sempre me interessei por rapazes e quando tive o meu primeiro namoro o desejo estava lá." Apesar de apenas ter tido namorados, as relações com mulheres sempre estiveram presentes desde então na sua vida, de forma mais ou menos esporádica. "Com estas "amigas" acabo por partilhar uma série de interesses e, de vez em quando, quando nos apetece, também nos envolvemos sexualmente. Por isso mesmo, para mim a bissexualidade existe como orientação sexual distinta. Não sou hetero porque me sinto atraída por mulheres, nem homossexual, porque gosto de homens. Tem de existir uma palavra para me definir e até ao momento essa é a melhor."

"O que importa é a pessoa"

"A questão para mim não é o sexo. É a beleza, o interesse que a pessoa desperta, seja homem ou mulher." Filipe, 23 anos, estudante, assume-se como bissexual desde a adolescência. "Perdi a virgindade com uma rapariga, mas uns meses depois envolvi-me com um amigo do meu irmão, mais velho do que eu, e que achava muito atraente.Desde então, existiram fases em que me sinto mais atraído por mulheres e outras em que os homens predominam." Filipe sempre lidou com a sua orientação sexual de forma natural: "Nunca achei que houvesse alguma coisa errada comigo, mas também aprendi que é mais fácil ser visto como heterossexual. Poupa-me algumas dores de cabeça e por isso guardo as minhas experiências ‘homo' só para mim." Nos planos futuros, Filipe planeia apaixonar-se e construir uma relação sólida, mas não sabe com quem. "Depende da pessoa por quem me apaixonar", diz com um sorriso.

 

"A bissexualidade existe"

A bissexualidade é definida como uma orientação sexual que pressupõem a atracção sexual e emocional por pessoas de ambos os sexos. Mas será real? Para Fernando Mesquita, psicólogo, não há dúvidas de que podemos falar de hetero, homo e bi: "Não podemos considerar que tudo é preto e branco. Porque é que não pode existir o cinzento? Daí fazer sentido falar de bissexuais, pessoas que podem viver esse desejo por fases ou em simultâneo."

 

A sua experiência clínica permite-lhe concluir que, de início, há uma grande confusão: "a pessoa começa a questionar se é ou não homossexual, até porque muitas nem sequer conhecem esse meio-termo. Quando conhece a noção de bissexualidade, enquadram-se nessa orientação sexual. A partir daí, tanto podem escolher uma pessoa do mesmo sexo como do oposto para terem relações mais sólidas, sendo que, no caso dos homens, existe uma questão a considerar: é que com outro homem não pode ter filhos, o que os pode levar a tentar sublimar a parte homo e a investir numa relação com o sexo oposto."

 

"É mais fácil para as mulheres"

Em comum, os bissexuais têm o facto de, mais do que o género, valorizarem a relação e a pessoa. Mas há diferenças quando se fala de homens e mulheres: "no caso delas, a fantasia tão comum entre os homens de estar com duas mulheres e a carga erótica que é atribuída a esse tipo de jogos, pode facilitar esse tipo de experiências. É mais fácil para as mulheres. Por exemplo, quase todos os filmes pornográfico têm uma cena entre duas mulheres, mas não entre dois homens. Por outro lado, há uma certa curiosidade, até porque já se tornou público que era bom, chegando algumas a dizer que não o fazem porque têm medo de não voltar. No caso dos homens, mais facilmente são apelidados de homossexuais."

Mas no fundo trata-se de completar diversas necessidades: "um homem quando está com uma mulher tem por tradição de assumir um papel dominante, enquanto se estiver com outro homem pode abandonar esse papel; já as mulheres sentem que a relação é muito mais afectuosa, assente sobretudo em carinho, quando estão com outra mulher".

 

 

Estará na moda?

"Cada vez mais há variantes da sexualidade, como é o caso do poliamor, uma relação entre três ou quatro pessoas, que vivem juntas. Vai sempre haver conjugalidade entre homem e mulher e procriação, mas hoje há uma maior abertura para outras formas de sexualidade. Por isso não acho que seja a bissexualidade que esteja na moda, mas sim a sexualidade em novas formas", esclarece Fernando Mesquita.

 

 

Os números mentem?

Na sociedade ocidental, o primeiro estudo que chamou a importância para o relevo que a bissexualidade tinha nos comportamentos individuais foi o Relatórios Kinsey, publicado em 1948 e 1953. Kinsey chegou à conclusão que um sector significativo da população americana possuía tendências bissexuais, mostrando que esta orientação sexual é, possivelmente, muito mais comum do que se pensa. O relatório media a atracção e o comportamento sexual numa escala de 0 a 7, sendo que 0 era exclusivamente heterossexual e 7 exclusivamente homossexual. Ora, muitas pessoas ficaram na escala entre 1-5, sendo que 46% da população masculina teria tido experiências sexuais quer com homens como com mulheres, ao longo das suas vidas.

Já em 2002, um estudo do National Center for Health Statistics chegou à conclusão que 1,8% dos homens entre os 18 e os 44 se consideravam bissexuais, 2,3% homossexuais e 3,9 como "outra coisa". O mesmo estudo apurou, quanto às mulheres, respectivamente 2,8, 1,3 e 3,8. The Janus Report on Sexual Behavior, de 1993, mostra que 5% dos homens e 3% das mulheres se considera bissexual e 4% de homens e 2% de mulheres se considera homossexual.

 

 

Prazer a dobrar?

Tudo parece indicar... que sim. Diversos estudos procederam à comparação entre bissexuais, homossexuais e heterossexuais e concluíram que os primeiros apresentam taxas mais elevadas de actividade sexual, alem de terem mais fantasias. Por outro lado, tem menos casamentos e relações felizes.

 

Será este o futuro?

Segundo Umberto Veronesi, um cientista italiano a espécie humana está a evoluir para a bissexualidade"como resultado da evolução natural das espécies, sendo que o homem está a perder as suas características e tende-se a transforma-se numa figura sexualmente ambígua, enquanto a mulher se está a tornar-se mais masculina. Desta forma, a sociedade evolui para um modelo único. Na opinião do cientista, o sexo no futuro será apenas um gesto de demonstração de afecto e não terá fins reprodutivos. A comprová-lo, aponta o facto de, desde o pós-guerra, a vitalidade dos espermatozóides ter registado uma diminuição de 50% .

 

Apenas uma fase?

De acordo com um estudo publicado no jornal do American Psychological Association, a bissexualidade entre mulheres não é apenas uma fase. Neste estudo foram seguidas 79 mulheres que se definiam como não heterossexuais durante dez anos, tendo-se chegado à conclusão que as experiências com outras mulheres não se restringem à adolescência, mas continuam a ocorrer ao longo dos anos. Desta forma, a bissexualidade é uma orientação sexual e não um estádio temporário.

 

Via Activa

18
Jan11

Tudo para ter uma menina

olhar para o mundo

Canberra, Austrália - Um casal australiano, que tem três filhos meninos, está travando uma batalha judicial em seu país para obter o direito de escolher o sexo do próximo filho e dar à luz uma menina. Antes de recorrer à Justiça, eles já chegaram ao extremo de abortar uma gravidez de gêmeos, depois de descobrir que os fetos eram do sexo masculino.

O homem e mulher australianos, que não foram identificados pela imprensa e por autoridades locais, decidiram entrar na Justiça porque as leis do estado de Victoria, onde moram, proíbem a escolha do sexo da criança em inseminações artificiais.

Antes de recorrer ao Tribunal Civil e Administrativo de Victoria, eles tiveram pedido rejeitado em painel independente ligado ao Ministério da Saúde da Austrália, que decide sobre questões médicas.

LEI PROÍBE ESCOLHA DE SEXO

A exemplo do Brasil, a legislação local só permite a escolha do sexo do bebê em caso de riscos graves associados à transmissão de doenças genéticas que ocorrem num determinado sexo. A saída encontrada pelo casal, então, foi argumentar que a mãe, na faixa dos 30 anos, ficou obcecada com o desejo de ter uma menina, e que ter uma filha se tornou necessário para a manutenção de sua saúde psicológica.

Em entrevista ao jornal australiano ‘The Herald Sun’, o casal falou sobre a decisão de abortar os gêmeos: “Foi traumático, mas não podemos continuar tendo um número ilimitado de filhos até conseguir gerar uma menina”.

Menina morreu logo após parto 

O casal chegou a ter uma filha menina, mas ela morreu pouco depois do parto, o que fez a mãe ficar ainda mais desesperada para ter uma filha.

O diretor do instituto australiano Ética Genética, Bob Phelps, não se sensibilizou e criticou os pais, por acreditar que a decisão deles pode influenciar outros casais: “Sinto muito que eles perderam sua filha mas, no interesse da sociedade como um todo, acho que eles deveriam procurar assistência psicológica e procurar outro meio de trazer uma menina à sua família. Eles parecem bons pais e poderiam oferecer um lar a uma criança que precisa”.

 

Via O dia Online

18
Jan11

The Legendary Tigerman & Convidados nos Coliseus de Lisboa e Porto

olhar para o mundo

Não foi só no aclamado Femina (2009) que Paulo Furtado colaborou com outros músicos, nacionais e estrangeiros, mais ou menos conhecidos. Quem for aos Coliseus, para a semana (dia 21 no Porto, no dia seguinte em Lisboa), terá o privilégio de passar em revista algumas dessas parcerias, numa noite que se adivinha única e recheada de surpresas. Dead Combo, Nell Assassin, DJ Ride, Rita Redshoes, Lisa Kekaula, Mick Collins e Jim Diamond são alguns dos convidados.

Mick (que produziu os dois primeiros álbuns dos White Stripes) e Jim – vocalista dos Dirtbombs e dos Gories – participaram no disco Black Rusty Pussyboat, cujas músicas foram feitas 10 minutos antes da entrada em estúdio, inspiradas por uma garrafa de Macieira. Todo o relato deste feliz encontro, pela voz do Legendary Tigerman, no vídeo abaixo.

 

 

 

 

 

Via BodySpace.net

18
Jan11

A bíblia é um livro chato

olhar para o mundo

A bíblia é um livro chato

 

A liberdade de expressão há-de ter sempre um limite: a religião. É assim quando alguém diz umas verdades sobre o Corão e é assim quando alguém diz umas verdades sobre a Bíblia. Claro que Saramago não foi alvo de uma fatwa e, em princípio, não precisará de um batalhão de guarda-costas, como Rushdie. Mas a História prova-nos que a Igreja Católica evoluiu à força. Não deixou de queimar gente na fogueira por vontade própria ou por ser moralmente superior ao Islão, mas sim porque foi posta no seu lugar, quando perdeu poder com o (re)nascimento dos Estados laicos - coisa que ainda não aconteceu no mundo muçulmano. Não, não me convencem. Se a Igreja ainda tivesse uma fracção do poder que tinha há 200 anos, Saramago não se safava apenas com umas bocas imbecis a sugerirem que entregue o passaporte português.

(Sabiam que a inquisição espanhola durou até 1834? Já rolavam comboios em Inglaterra e nos EUA nessa altura...)

Vamos então à Bíblia: Saramago disse que estava cheio de episódios cruéis e cenas de carnificina. Factualmente, não mentiu e só quem não leu pode dizer o contrário. Eu li.

(Aliás, ter lido a Bíblia foi um dos mais importantes passos que dei na direcção do meu ateísmo. E estou convencido de que muitos dos que se intitulam orgulhosamente católicos só o fazem porque nunca se deram ao trabalho de a ler. Os inquéritos mostram que nove em cada dez portugueses nunca o fizeram, o que para um país com - supostamente - mais de 90% de católicos me parece pouco.)

O Velho Testamento apresenta-nos um deus odioso, macabro, que exige sacrifícios de animais a torto e a direito, que chacina multidões e primogénitos com um estalar de dedos, que se impõe pelo medo e pelo terror. E não me venham com a eterna desculpa das parábolas e das metáforas. Tretas. Com argumentos desses, é possível ver bondade até nos discursos do Hitler.

A Bíblia não é sagrada, é mundana. Uma boa parte (precisamente a parte de que os padres evitam falar) não passa de um chatíssimo manual de costumes, com descrições detalhadas sobre o modo de degolar cabras no altar e de como verter o sangue em ânforas. E não há mal nenhum nisso. Tudo foi escrito com propósitos políticos e sociais fundamentais para a época, com a religião em pano de fundo. Nada de estranhar, num tempo anterior à eclosão da ciência. De estranhar é gente inteligente e do século XXI continuar a socorrer-se desses textos para nortear a sua vida.

Mais interessante é a fé cega de tanta gente em algo escrito por homens comuns. Sim, a Bíblia foi escrita por homens como os outros, com a diferença de espalharem aos quatro ventos que deus falava com eles.

Mas alguém me explica, por favor, porque é que os que acreditam de olhos fechados nesses tipos são os mesmos que gozam com a Alexandra Solnado, quando a mulher publica um livro a relatar os seus diálogos com Jesus? Que justificação há para crer que uns falam com deus e que outros são esquizofrénicos?

A fé não é motivo para orgulhos. Ter fé no que está na Bíblia e chamar malucos aos que hoje dizem ouvir a voz de deus é ter dois pesos e duas medidas sobre assuntos exactamente iguais. E, se querem que vos diga, até preferia que acreditassem mais nas palavras da Alexandra Solnado. Pelo menos o deus dela não faz mal a ninguém.

 

Via Visão

18
Jan11

Sexo, hacer el amor la primera vez

olhar para o mundo

Sexo, a primeira vez

 

Temor a revelar la intimidad, miedo al dolor o simplemente no saber cómo hacerlo. Hacer el amor por primera vez puede ser una fuente de angustias. Descubre nuestros consejos para un comienzo dulce.

 

¿A qué edad?
La diferencia de edad de la primera relación sexual entre chicos y chicas ha disminuido. Sin embargo, a diferencia de lo que se cree, los jóvenes no son cada vez más precoces. En España, la media se sitúa entre 17 y 18 años. Sin mirar a las estadísticas, lo esencial es no precipitarse y esperar al buen momento. Para que tu primera vez vaya bien, es imprescindible que quieras hacerlo. No te presiones, el estrés no te ayudará a relajarte. Tus músculos se contraerán y la penetración

 

¿Cómo actuar?
Hay relación sexual cuando hay penetración. El sexo en erección se anida en la vagina lubricada y efectúa movimientos de ida y venida para alcanzar la eyaculación. Parece técnico pero no te inquietes, ¡todo es muy natural!

¿Qué son los preliminares?
Sobre todo, no te saltes la etapa de los preliminares. Estas caricias os harán descubrir la sensualidad del cuerpo del otro y aumentará la complicidad entre los dos. Sumergíos al corazón de las sensaciones todavía desconocidas para determinar qué es lo que os da placer. Las caricias íntimas, besos suaves omasajes eróticos favorecen la excitación sexual que necesitas para pasar al acto. El sexo masculino está en erección y tu vagina se lubrica de forma natural. Una lubricación insuficiente provoca una penetración dolorosa. En ese caso, no dudes en humidificar tu vagina con la ayuda de saliva o de un lubricador.

 

¿En qué posición?
¡Dejad las acrobacias para más adelante! No dudes en decir a tu pareja que reduzca el ritmo si sientes dolor. Tomaos vuestro tiempo. Para la primera vez, el misionero (tú tumbada boca arriba, él encima) es una buena opción. En esta posición, la penetración se hace de manera natural, ya que su pene se encuentra en la dirección de tu vagina. 
La segunda opción es tú sentada a horcajadas sobre él. De esta manera podrás guiar su sexo como quieras en tu vagina y podrás controlar en movimiento.

 

¿Qué es el himen?
Perder la virginidad supone la ruptura del himen, una membrana que recubre parcialmente el orificio vulvar de la vagina. Es posible introducir un dedo o utilizar tampones antes de la primera relación, ya que el himen tiene una ligera abertura. Durante la penetración, el himen se desgarra y puede provocar una pequeña hemorragia o dolor. También es posible sangrar un poco la segunda vez. La práctica de un deporte con regularidad, principalmente la danza o la equitación, ceden el himen. En estos casos, la primera penetración se realiza con más suavidad.

 

¿Decepcionada con tu primera vez?
Es poco frecuente que alcances el séptimo cielo durante tu primera relación. Entran en juego mucho factores: miedo a hacerlo mal, estrés, etc. El sexo es como todo: hay que practicar para ser bueno. Como la vagina no es una zona dotada de múltiples captadores de placer, lleva su tiempo. Está en ti dejar atrás ese mal sabor de boca. Te darás cuenta de que cada vez es mejor y que la penetración no es la única fuente de placer.

 

Precauciones
No porque sea tu primera vez puedes olvidarte de protegerte. Siempre conpreservativo para evitar cualquier enfermedad de transmisión sexual. No dudes en hablarlo con tu pareja. También puedes pensar métodos anticonceptivos. Coge cita con tu médico de cabecera quien, después de un chequeo completo, sabrá prescribirte la píldora anticonceptiva que más te convenga.

 

Via EmFemenino

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