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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

09
Jan11

Sexo, Como sentir-se realizada na cama?

olhar para o mundo

Como sentir-se realizada na cama?

 

Como ser uma boa mãe, uma boa profissional e ainda se sentir realizada na cama? Esse é o dilema que persegue muitas mulheres. A sex personal trainer Rita Rostirolla se dedica a ajudá-las a resolver essa equação. A gaúcha, de Guaporé, autora do livro Na Cama com Rita Rostirolla - Segredos de uma sex personal trainer, presta consultoria há 15 anos. Ela esteve na Capital esta semana, onde ministrou um workshop para as interessadas no assunto. 

Segundo a consultora comportamental, realização sexual também é uma questão de saúde e influencia diretamente na qualidade de vida das mulheres. Ela defende que, para mudar essa realidade, deve-se apostar na autovalorização da mulher.

Enquete: você se sente realizado(a) sexulamente?


— Toda mulher pode ser uma diva, basta ela se tratar como uma. Por vezes, ela quer ser tratada como tal mas ela mesma não se trata assim, se contentando com migalhas, vestindo-se mal, não cuidando do corpo, aceitando a maneira como seu parceiro a trata e por aí vai — alerta.

— Erroneamente, as mulheres pensam que, para usar um lingerie sexy, precisam ter um padrão de beleza, certa idade ou tipo físico. Uma mulher que se valoriza sabe que não é a lingerie, o peso ou falta de silicone que irá impedi-la de ter momentos picantes com seu parceiro. Ela tem atitude. Isso, por si só, é muito sexy. Consequentemente, a cama vira um parque de diversões — afirma.

Para Rita, o sexo se torna desinteressante para a mulher quando fatores externos à relação ou a insatisfação com o parceiro começam a deixá-la preocupada e dispersa.

— Diferente do homem que precisa gozar para relaxar, ela precisa relaxar para gozar. Então, se ela está cansada ou indignada com algum comportamento do parceiro, o sexo acaba deixando de ser interessante e, muitas vezes, ela o vê como uma obrigação — explica.

Isso ocorre pois, muitas vezes, ela acredita que deve desempenhar apenas "o papel para o qual foi educada", sem reivindicar o seu espaço ou lutar por seus sonhos.

— Muitas mulheres, passam a vida toda escondidas atrás de uma imagem, justificando-se e perdendo inúmeras oportunidades na vida. Isso ocorre não só no campo dos relacionamentos, elas acabam perdendo, inclusive, oportunidades de emprego porque não se valorizam — afirma.

Para a personal, trabalhar a autoestima ainda é um dos maiores desafios das mulheres moderna. E para que ela atinja esse objetivo, o segredo é desvincular autoestima de estética.

— Sensualidade não tem nada a ver com estética e sim com atitude. Independente da minha estética, tenho que me gostar, me amar. Mas, claro, se não me sinto bem com algo em mim, devo procurar alguém que me ajude a mudar isso. Porém, não posso passar a vida toda usando isso como desculpa para minhas frustrações — revela.

Dificuldades para chegar ao orgasmo

Rita destaca que um dos maiores fatores de frustração das mulheres é a dificuldade para atingir o orgasmo, que muitas vezes acaba sendo fingido para satisfazer o parceiro. Segundo ela, as causas são muitas, desde problemas fisiológicos, como depressão ou flutuação hormonal ou fatores emocionais, como estar passando por algum estresse no trabalho. Em outras situações, a educação familiar é uma herança complicada de ser administrada.

— Ela aprendeu que nada podia, que tudo era errado, feio e sujo com relação ao sexo. Mesmo na fase adulta, com uma vida sexualmente ativa, é plenamente aceitável que ela tenha dificuldades para atingir o orgasmo porque não consegue se soltar — diz.

Além disso, há diferenças comportamentais na cama entre homens e mulheres e elas saem em desvantagem.

— Eles se excitam facilmente através do visual e com algum estímulo já chegam a ejaculação. As mulheres, no entanto, não são visuais e precisam muito das preliminares para atingirem o orgasmo. Não é a toa que os especialistas dizem que somos como fogão à lenha e os homens como fogão à gás. Precisamos começar nosso fogo antes. E isso muitas vezes cabe ao parceiro ajudar também, mas temos que ter esse discernimento e não nos compararmos a eles — ensina.

Mudanças na cama

— A mulher moderna está preocupada com sua sexualidade e não em simplesmente "agradar" seu parceiro. Logo que iniciei meu trabalho, mulheres casadas eram a grande maioria das minhas clientes, e o que elas buscavam geralmente era uma forma de ser mais sexy para seus parceiros. Hoje isso mudou e muito. Agora ela está mais preocupada em usufruir da sua sexualidade, se livrar de tabus e preconceitos. Elas estão atrás do seu prazer e não em dar prazer — revela.

Uma das primeiras medidas para superar as dificuldades que cercam a sua vida sexual seria combater o desinteresse pelo sexo.

— Ela deve entrar no quarto, deixar os problemas do lado de fora e relaxar. Com relação à repressão, que também ajuda a perder o interesse pelo sexo, uma dica é deixar o pudor do lado de fora. Numa relação onde há amor e respeito, no quarto vale tudo. Outra dica é estimular a parte mais erógena do corpo: a mente. Pense em coisas sensuais, planeje, ouse — ensina.

Rita lista algumas dicas para que as mulheres se sintam mais confiantes em sua própria vida sexual:

:: Não se baseie na sua estética para se valorizar. Afinal, com o passar dos anos, essa casca cai. Mas isso não significa que você não precisa mais ter cuidados especiais.

:: Pratique algum exercício físico, que além de ser saudável e melhorar seu condicionamento físico, facilitará sua vida sexual. Ele fará você se sentir bem melhor, pois libera serotonima, substância que proporciona bem-estar.

:: Tenha mais atitude. Não espere uma oportunidade para fazer algo novo ou diferente. Crie a oportunidade.

:: Dance. Dançar trabalha sua autoestima e ainda explora naturalmente sua sensualidade. Experimente dançar sozinha em casa por alguns minutos, é uma terapia.

:: Melhore sua postura e use mais seu olhar, pois eles são valiosas armas de sedução. Endireite sua coluna, cabeça erguida, porém com o queixo levemente inclinado para baixo. Isso aumenta o seu olhar. Treine na frente do espelho e tente aplicar quando caminhar pela rua. É infalível! Todos reparam em você, homens e mulheres.

 

Via ZeroHora

09
Jan11

Valsa da meia-noite na Alunos do Apolo

olhar para o mundo

Valsa da meia noite e muito mais

 

A par do concerto de Ano Novo, a valsa vienense é famosa mundialmente. Em Janeiro arranca a temporada dos mais belos bailes. Por cá, na escola Alunos de Apolo, em Gaia, formámos par para aprender os passos da valsa. Está aberta a pista.

«A valsa foi das primeiras danças a juntar homem e mulher a menos de cinco centímetros», diz José António Gomes. Dançarino há 20 anos, o professor do Clube de Danças de Salão de Gaia - Alunos de Apolo prepara-se para mais uma aula dedicada à valsa: vienense e inglesa. Através da sua história vais facilmente identificar o que as distingue, além do país de origem.

Johan Strauss foi quem celebrizou a valsa vienense, inspirada nas danças camponesas tradicionais austríacas e desenvolvida depois por outros compositores. Era uma dança em quadrilha, famosa nas cortes. Já Isabel I é a responsável pelo nascimento da valsa inglesa. Numa festa de aniversário da rainha de Inglaterra, a Áustria quis presenteá-la com a sua dança típica. A monarca gostou tanto que quis aprender os passos, mas como eram muito rápidos pediu à orquestra para tocar um pouco mais devagar. Assim surgiu a valsa inglesa!

 

A diferença está precisamente no ritmo. «A valsa vienense é mais rápida, logo permite menos variações de passos. Quanto à inglesa, é mais lenta, pelo que aumenta as variantes dos movimentos corporais», explica o professor.

Está na altura de passarmos da teoria à prática. Alinhados, os pares adoptam a postura correcta: costas direitas, cotovelos ao nível dos ombros, pernas ligeiramente flectidas, cabeça levantada e pescoço esticado. «A postura não é necessária para que os passos saiam perfeitos. Mais do que a posição do corpo, é preciso interiorizar a dança, imaginá-la à sua época e contexto», diz.

A valsa inglesa rege-se por três tempos e o primeiro é o mais forte:«Um... dois, três», exemplifica José. O passo base da valsa chama-se Closed Change e consiste em três fases: o primeiro passo marca a direcção; o segundo é lateral ao primeiro; e o terceiro junta os pés e troca de peso ou de perna. Se o primeiro pé a avançar for o direito, temos um Right Closed Change. Se começarmos com o pé esquerdo, então já estamos a fazer um Left Closed Changed.

Só se considera um passo de dança quando a troca de peso acontece. Concretizado o passo, a figura que fazemos no chão é um rectângulo e se fizermos com os dois pés então já desenhamos um 'oito''.

 

Para o Marco, de 12 anos, a dança fá-lo sentir-se «maior». Já a sensação para Raquel, de 11, é de «espaço». Formam par há dois anos e contam inúmeros títulos: campeões nacionais de danças latinas, vencedores do ranking 2010 e da Taça de Portugal e vice-campeões nas mesmas categorias nas danças clássicas (onde se inclui a valsa).

Aceleramos o ritmo e a valsa vienense custa mais a entrar nos pés. Mais novos que o par anterior, a Nélia e o André concordam: «A valsa vienense é mais difícil». O professor pára a música para dar um conselho: «Não vale a pena correr, respirem». A música recomeça e os pares retomam os rodopios pelo salão, desta vez com mais leveza.

O Fábio e a Vânia, a Daniela e o Celso são um pouco mais velhos que os demais colegas e preferem o samba, o jive e a rumba, mas todos têm em comum o gosto pela dança e a maioria ambiciona tornar-se profissional. Pelo que vimos, vão no bom caminho... Um, dois, três...

ALUNOS DE APOLO GAIA

R. DA BÉLGICA, 2318 A 
CANIDELO
VILA NOVA DE GAIA

TEL. 919 839 237/ 918 534 203

WWW.APOLOGAIA.COM

 

 

Via Sol

09
Jan11

Música do Mundo: Fergie - Big Girls Don't Cry

olhar para o mundo

 

 

Letra

 

La, ra, ra, ra
The smell of your skin
Lingers on me now
You're probably
On your flight
Back to your hometown
I need some shelter
Of my own protection baby
Be with myself in center
Clarity, peace, serenity

I hope you know
I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We got some straightening out to do
And I'm gonna miss you
Like a child
Misses their blanket
But I've gotta
To get a move
On with my life
It's time to be
A big girl now
And big girls don't cry
Don't cry
Don't cry
Don't cry

The path that I'm walking
I must go alone
I must take the baby steps
'Til I'm full grown
Full grown
Fairy tales don't always
Have a happy ending, do they?
And I foresee
The dark ahead if I stay

I hope you know
I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We got some straightening
Out to do
And I'm gonna miss you
Like a child misses their blanket
But I've gotta
Get a move on with my life
It's time to be a big girl now
And big girls don't cry

Like a little school mate
In the school yard
We'll play jacks and uno cards
I'll be your best friend
And you'll be my valentine
Yes, you can hold my hand
If you want to
'Cause I wanna hold yours too
We'll be playmates and lovers
And share our secret worlds
But it's time for me
To go home
It's getting late
Dark outside
I need to be
With myself in center
Clarity, peace, serenity

I hope you know
I hope you know
That this
Has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We got
Some straightening
Out to do
And I'm gonna miss you
Like a child misses their blanket
But I've gotta
To get a move
On with my life
It's time to be
A big girl now
And big girls don't cry
Don't cry
Don't cry
Don't cry

La, ra, ra
Ra, ra, ra

 

 

09
Jan11

Sete sinais de que seu casamento vai bem, obrigada!

olhar para o mundo

Por que continuamos casadas?

 

Vocês fazem amor duas vezes por mês. Não acredite que o sexo é o elemento de sustensação de uma relação. Esse discurso é falido e ultrapassado. A boa convivência se baseia na reeducação alimentar, pilates e voluntariado social.

 

Dificilmente chegam a um consenso sobre  o argumento mais pífio sem antes passar por uma discussão azucrinante. As discussões são saudáveis e levam ao desenvolvimento do senso crítico e fuga do lugar do comum. Não tema, está no caminho certo.

 

Há uma antipatia mútua e pouco coibida entre ele e seus parentes. Espressar a opinião sobre uma tia inconveniente diante da mesma é demonstração de personalidade sincera e audaciosa. Ninguém quer um bananão do lado.

 

Excesso de trabalho, horas no computador, insistentes ligações ao celular não são álibis de uma traição. Se o seu marido não encontra tempo para a família é culpa das novas tecnologias que o transformou num escravo do mundo moderno.

 

Converter-se em uma mulher desleixada. Usar caçolão da vovó, deixar a perna cabeluda (pra não falar de outras partes) e o  cabelo seboso. É um protesto contra a ditadura da beleza. O homem deveria se orgulhar daquela que transgride a futilidade, supera a pressão de ser gostosa e e se liberta dos grilhões da vaidade.

 

Adoção de um programa de tolerância zero aos clichês domésticos como toalha molhada em cima da cama, cabelo no ralo e zapear freneticamente. É um controle de qualidade que se faz em qualquer empresa seja ela comercial ou matrimonial. Não confundir com falta de paciência.

 

Ler blogs sobre casamentos naufragados. Aqui há uma infinidade de razões para justificar essa atitude, menos a de que você está insatisfeita e infeliz. Vejamos algumas:

 

É uma maneira de se sentir bem com você mesma ao ver a desgraça alheia.

Engrossa a fila dos iconoclastas.

Casar é bom, mas rir dele é melhor ainda.

 

Via Porque continuamos casadas

09
Jan11

Hacer el amor en lugares públicos

olhar para o mundo

Hacer el amor en lugares públicos

 

Da un giro a tus costumbres sexuales
¿Cuál es el mejor lugar para hacer el amor? La cama, por supuesto. Pero de vez en cuando no hay nada mejor que tentar a tupareja a salir de la rutina. Hacer el amor en lugares públicos es una fantasía muy común y realizada. El riesgo de que te descubran y saber que estás haciendo algo que no está bien mezclan la sensación de miedo con la excitación y aumentan el placer. Si tienes ganas de enriquecer tu vida sexual y de hacerla más abierta, prueba con pequeños juegos eróticos, pero evita llevarlos a cabo en hora punta. 

Hacer el amor al aire libre
La playa, el parque de al lado de casa, el mar, el bosque... Deja que tu imaginación juegue, sobre todo, en cuanto al lenguaje corporal: siente el frescor de la brisa en tu piel, el roce de la hierba fresca, ¡la llamada de la naturaleza! Vuestros cuerpos enlazados crean una osmosis perfecta y estar al aire libre bajo las estrellas o bajo un cielo azul inmaculado es sencillamente embriagador.
Sigue este consejo para disfrutar al máximo de vuestro paréntesis picantón: no te olvides del mantel o la toalla para que la arena o las espigas no te incomoden. Te llevarás un gran recuerdo además de grandes risas y un inmenso placer. Haz el amor al aire libre, te dará libertad, te desinhibirás, desafiarás todos los elementos y escucharás cómo habla tu cuerpo. Es el ambiente ideal para los arrumacos. 

Hacer el amor medio a escondidas
El hueco de la escalera o el ascensor son los grandes clásicos masculinos para alcanzar el séptimo cielo. En el caso del ascensor, deberás comprobar que haya un botón de stop, a menos que seáis más rápidos que el viento. 
La piscina pública, un parking mal iluminado, el coche, la oficina, el probador enrebajas con una cola interminable, los baños de un restaurante chic o del tren (sacudidas garantizadas), el cine... La lista es larga. El arte de hacer el amor en público reside en no ser pillados intentando llamar la atención y viviendo experiencias sexuales lo más estimulantes posibles. La complicidad con la parejaes esencial para estos jueguecitos de los que seguro que ambos os acordaréis. La cuestión está en ser o no ser vistos. 
Consumar la relación a veces resulta delicado en algunos lugares demasiado indiscretos, por eso también puedes optar por la alternativa de la masturbación. Acariciaos mutuamente para volverle loco, hazle una felación debajo de la mesa o por debajo del mantel intentando ser lo más discretos posibles. ¡Empieza con una explosión de deseo y acaba con un recuerdo apasionado!

Reglas que no hay que olvidar
-Está muy bien juguetear y divertirse en público, pero nunca sobrepases el límite de la seguridad: el preservativo es indispensable si no conoces a la otra persona o si no has superado el test del VIH. 
-Luego no digas que no te hemos avisado: infórmate acerca de si hacer el amor en lugares públicos está penado en tú país. En Francia, por ejemplo, el artículo 222-232 del Código Penal condena el exhibicionismo con penas de cárcel y 15.000 € de multa. Esto da que pensar antes de juguetear en según qué lugares. Por favor, dis-cre-ción.

 

Via enfemenino.com

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