Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010

Porquê as mulheres traem?

 

Vamos admitir a fraqueza no gênero feminino, afinal é um defeito da espécie animal. As mulheres também traem, porém, os motivos que nos levam a cometer tal fato são bem diferentes dos motivos masculinos.
Desde os primórdios da humanidade, fomos projetadas para sermos o sexo frágil. Enquanto o Homo sapiens das cavernas saia para caçar, sua parceira ficava com a prole se incumbindo da defesa dos filhos. Desenvolvemos instintos diferentes. Por natureza, tendemos a ser mais caseiras, mais amorosas e de certa forma, até mais conformadas.
Por sua vez, o lado masculino da humanidade, tende a ter um desejo nato pela liberdade, vontade de explorar o desconhecido, necessidade de se afirmar como macho dominante. Razões lógicas que nos levam a nos comportar como nos comportamos automaticamente quando não nos policiamos ou quando o meio no qual fomos criados favorece isso.
Verdade é que até mesmo a mais devassa das mulheres, no fundo do seu âmago, ainda projeta a imagem de um príncipe encantado concebida na infância, porque a sociedade moderna cria meninas para serem mães, esposas e meninos para serem garanhões (existem exceções). Por culpa da criação, muitas vezes pessoas adquirem problemas que carregam consigo por toda a vida. É difícil ver um pai estimulando seu filho a brincar de boneca (porque na maioria das cabeças bitoladas, ele viraria homossexual, quando o que poderia ocorrer é exatamente o contrário. Mulheres gostam de crianças e sabem cuidar dos seus bebês porque brincam de boneca, homens têm dificuldade em cuidar dos filhos e dividir tarefas com suas esposas porque foram afastados dessas atividades quando pequenos como se isso fosse repulsivo para eles, como se executá-las indicasse uma fraqueza, uma rachadura na rocha da moral e na virilidade masculina. A sociedade tende a subestimar as atividades femininas, quando na verdade são tão importantes quanto às dos homens e nada existiria se não fosse o conjunto. A mulher é mais facilmente aceita executando tarefas masculinas, do que o macho executando tarefas de fêmeas. Uma idéia errada concebida ao longo de muitos anos. Quanto elas tomam um espaço deles, isto é visto como um avanço, um demonstrativo de força. Quando eles tomam o espaço delas, isto é visto pela sociedade como um exemplo de fraqueza, retrocesso. Por isso ainda o preconceito é tão grande contra os homossexuais), estimulando o mulequinho a ser monogâmico, dizendo a ele que mulheres e meninas merecem respeito e que casar, ser fiel e constituir família, é um dos objetivos mais bonitos que um ser humano pode ter na vida (porque afinal, quem é sozinho não tem nada. Todos ficarão velhos, e a beleza se vai. Quando ela for, não gostaríamos da cama gelada e vazia a noite). (Não estou generalizando, nem todas as pessoas educam seus filhos dessa forma, ou são assim, estamos analisando o comportamento de uma parcela da sociedade) Se garotos fossem estimulados a ver a figura da mulher como companheira, ser igual, diferente apenas por detalhes físicos, se eles não fossem educados pela sociedade e muitas vezes pela família a ver mulher como um pedaço de carne, casamentos durariam mais no futuro, haveria mais respeito, mais amor, menos traição e mais felicidade. Não digo que todos os problemas relacionados a relacionamentos fossem resolvidos, mas uma parcela bem grande deles poderia encontrar a solução.
O que quis dizer com tudo isso, é que A e B tem desejos e prospecções diferentes, quando um não busca entender e compreender o outro, quando as partes em acordo não cedem para o bem comum, as pessoas tendem a usar válvulas de escape para os problemas... Uma fuga da realidade ainda que momentânea. A traição é um exemplo.
Chegamos ao ponto, tudo o que disse acima é para fundamentar com argumentos os motivos da traição feminina. Traímos não por apenas por sexo ou instinto como a maioria dos homens (não podemos negar que isso também acontece), traímos por falta de amor, falta de afeto, falta de carinho, distanciamento. Para o homem quase sempre a questão prática conta mais. Com o passar dos anos, eles acabam achando que apenas cumprir suas obrigações sexuais com uma penetrada de 30 segundos é o suficiente! Certamente eu afirmo para os marmanjos de plantão, não é!!!!!! Mulher gosta de carinho, afeto, abraços, beijos, carícias, amor! Mulher não quer apenas ser “comida”, quer ser amada. E por instinto natural de evolução, dia após dia o homem vai esquecendo a capacidade de amar sua companheira. Por mais que dentro do peito dele o coração ferva por ela, ele não fala, não demonstra, não a toca como antes, não designa tempo para ela. Muitas vezes, ao invés de falar, a mulher por cultura, sente muita vergonha, se cala e sofre quieta, se distancia mais do parceiro e os dois por final acabam a nem se quer ter relações. Quando isso acontece, a dona Maria vai procurar o João buscando suprir o afeto. E por mais que não encontre amor nos braços de outro, tem carinho, o que já não há na sua casa. 
O tempo desgasta todas as coisas, é preciso buscar a cada dia alimentar o amor, o afeto, a cumplicidade. É necessário empenho das duas partes para conseguir manter uma relação sincera, e nem assim se estará livre da tentação.

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 22:50 | link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 

Letra

 

No teu poema 
existe um verso em branco e sem medida, 
um corpo que respira, um céu aberto, 
janela debruçada para a vida. 
No teu poema existe a dor calada lá no fundo, 
o passo da coragem em casa escura 
e, aberta, uma varanda para o mundo. 
Existe a noite, 
o riso e a voz refeita à luz do dia, 
a festa da Senhora da Agonia 
e o cansaço 
do corpo que adormece em cama fria. 
Existe um rio, 
a sina de quem nasce fraco ou forte, 
o risco, a raiva e a luta de quem cai 
ou que resiste, 
que vence ou adormece antes da morte. 
No teu poema 
existe o grito e o eco da metralha, 
a dor que sei de cor mas não recito 
e os sonhos inquietos de quem falha. 
No teu poema 
existe um cantochão alentejano, 
a rua e o pregão de uma varina 
e um barco assoprado a todo o pano. 
Existe um rio 
a sina de quem nasce fraco ou forte, 
o risco, a raiva e a luta de quem cai 
ou que resiste, 
que vence ou adormece antes da morte. 
No teu poema 
existe a esperança acesa atrás do muro, 
existe tudo o mais que ainda escapa 
e um verso em branco à espera de futuro. 

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:03 | link do post | comentar

Ópera:

 

O compositor Alexandre Delgado criou uma "versão completamente fiel à original" da ópera “Hansel e Gretel”, que estreia na terça-feira no Teatro Camões, em Lisboa.

Em declarações à agência Lusa, o compositor disse ser apenas o responsável pelos textos que são cantados e que estes “mantêm a estrutura e a rima do princípio ao fim”.

Autor de óperas como “A Rainha Louca” e “O Doido e a Morte”, esta não é a primeira vez que Alexandre Delgado faz uma versão para a ópera de Engelbert Humperdinck baseada na obra dos irmãos Grimm.

Em 2003 foi o responsável pela versão portuguesa de “A Casinha de Chocolate”, que estreou no Teatro da Trindade, em Lisboa, numa encenação de Paulo Duarte que contou com interpretação de Catarina Molder.

Fazer uma versão de ópera “é como fazer uma obra de relojoeiro”, disse Alexandre Delgado, sublinhando tratar-se de um trabalho que requer “uma aprendizagem na forma como se lida com a rima da língua portuguesa”.

E ainda que esse trabalho seja facilitado com os dicionários de rimas, a tarefa “exige saber e muito cuidado para que não haja erros de prosódia [estes ocorrem quando há uma transposição do acento tónico de uma sílaba para outra]”, sublinhou.

Para Alexandre Delgado, “Hansel e Gretel” - que sobe agora ao palco do Teatro Camões numa nova produção do Teatro Nacional de São Carlos - é uma “obra-prima de Humperdinck que possibilitou às pessoas regressarem aos contos de fadas, ainda que com uma linguagem wagneriana e adaptada ao conto dos irmãos Grimm".

“Era uma falha enorme não termos ‘Hansel e Gretel’ cantada em português, porque esta é uma ópera que ganha muita força quando cantada em português”, frisou.

O compositor defende a necessidade de se encenar mais óperas em português, considerando que só há a ganhar com isso.

“Dantes eu era muito refratário em relação a isso, mas depois de ter assistido na Komische Oper de Berlim a tudo quando era repertório de ópera cantado em alemã apercebi-me do quanto tínhamos a ganhar com óperas cantadas em português”, disse.

É o caso de “A Flauta Mágica”, “O Morcego” ou operetas de outros compositores como Offenbach.

Com direção musical de Moritz Gnann, encenação e cenografia de André Heller-Lopes, figurinos de Bernardo Monteiro, vídeo de André Godinho, coreografia de Diniz Sanchez, “Hansel e Gretel” tem desenho de luz de José Álvaro Campos e Rita Álvares Pereira como cenógrafa executiva.

Raquel Luís interpretará Hansel, Ana Franco será Gretel, João Oliveira fará de pai e Marco Alves dos Santos de bruxa. O espetáculo conta com a participação da Orquestra Sinfónica Portuguesa e do Coro Jovens Vozes de Lisboa.

Além das récitas dos dias 23, 24, 26 e 30 de novembro e 02 de dezembro, às 15:00, “Hansel e Gretel” subirá também ao palco do Teatro Camões nos dias 27 de novembro, às 21:00, e nos dias 28 de novembro, 04 e 05 de dezembro, às 16:00.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:02 | link do post | comentar

Domingo, 21 de Novembro de 2010

Bares de Lisboa com assinatura

 

Luís Pinto Coelho criou e decorou quatro espaços emblemáticos da capital. Só ficou com o Pavilhão Chinês, mas quer abrir mais um

 

 

Luís Pinto Coelho, de 77 anos, ainda costuma trazer peças para decorar o Pavilhão Chinês, bar que abriu no lugar de uma mercearia com esse nome em 1986. "Tem alguma coisa velha em casa que lhe possa comprar?", pergunta ao i num tom irónico, depois de pendurar uma caneca no tecto, perto do balcão, talvez o único sítio disponível no bar cheio de tralha. Foi assim, a perguntar a amigos e conhecidos, que conseguiu muitas das peças que lá estão. Outras, como a colecção de figuras de Zé Povinho e de Action Men, chapéus militares, aviões e até um guarda do Palácio de Buckingham em tamanho quase real, arranjou-as em antiquários e feiras de velharias. O antigo decorador e gestor hoteleiro não gosta de dar entrevistas. "Não sou daqueles que gostam de se promover", responde sem muita paciência. Nem precisa. 

Os quatro bares que inaugurou e decorou em Lisboa - Procópio, A Paródia, Fox Trot e Pavilhão Chinês - continuam cheios sem que nunca tenha sido preciso fazer publicidade. "O segredo é o bom serviço", diz António Pinto, de 56 anos, um dos actuais sócios do Pavilhão Chinês e funcionário do bar desde a inauguração. "Noutras casas é tudo à balda."

Há um ano e meio, Luís Pinto Coelho ainda era visto com frequência no Pavilhão Chinês, o último bar que criou em Lisboa e o único que não vendeu. Foi nessa altura que, nas palavras de António, "cedeu uma posição" a três funcionários agora encarregues do negócio. Embora ainda seja proprietário do bar, só lá vai de vez em quando e passa a maior parte do tempo na sua casa em Sintra.

"Trabalho com ele há 34 anos", continua António. "Comecei a ajudá-lo [no bar A Paródia] quando morava em Campo de Ourique e depois fui para o Fox Trot [o terceiro a ser inaugurado, em 1978]." Segundo António, criar e decorar outros bares sempre "foi uma coisa dele"."Havia uma altura em que achava que era bom vender e partia para outra."

O Procópio foi o primeiro espaço em Lisboa fundado por Pinto Coelho, em 1972, e depressa começou a ser frequentado por figuras como Mário Soares, Sá Carneiro ou Raul Solnado. "Durante os tempos escaldantes da revolução, era por aquelas noites que no Procópio tudo acontecia", lê-se no livro lançado em 2007 para comemorar 35 anos do bar. "Jornalistas infiltrados faziam fila à espera de chegarem ao telefone para informarem o director de tudo o que ali se cochichava." Alice Pinto Coelho, ex-mulher de Luís e mãe dos seus três filhos (duas raparigas e um rapaz), gosta de recordar esses tempos ao balcão do bar perto do Jardim das Amoreiras. Quando se separaram, pouco depois de abrirem o bar, foi ela quem ficou com o espaço, enquanto o ex-marido já tinha a cabeça n''A Paródia.

Inaugurada em Campo de Ourique a 27 de Abril de 1974, começou como loja de antiguidades onde Pinto Coelho recebia os amigos. Um ano depois, era transformada no bar "A Paródia" - com nome e decoração inspirados pela revista de sátira de Rafael Bordalo Pinheiro. Além dos quadros com ilustrações, as paredes do bar estão cheias de caixas de fósforos. "Era aí que os clientes costumavam deixar moedas para usarem quando cá voltassem e não tivessem dinheiro", explica Filipa Carlos, de 34 anos, a actual proprietária. "Quando arrastamos os móveis e descobrimos moedas de escudos ainda costumamos pô-las dentro das caixas."

Ao i, Pinto Coelho disse estar a "pensar abrir outro bar em Lisboa com o António [Pinto, seu sócio no Pavilhão Chinês] no próximo ano". A julgar pelos seus bares anteriores podemos adivinhar alguns pormenores: é preciso tocar à campainha para entrar, estará cheio de antiguidades e a cerveja nunca custa menos de 3 euros.

 

Procópio

Foi o primeiro bar criado por Luís Pinto Coelho, em 1972. Poucos anos depois de o  inaugurar, deixava-o nas mãos da ex-mulher, Alice Pinto Coelho (em destaque na foto), que ainda hoje é proprietária e costuma estar ao balcão de uísque na mão, como se estivesse em casa.

Onde: Alto de S. Francisco, 21- A (Jardim das Amoreiras). Quando: de 2.ª a 6.ª das 18h às 3h; sáb. das 21h às 3h

Fox Trot

Abriu em 1978, mas só os móveis e os empregados são dessa altura. A clientela é cada vez mais jovem e todas as noites há uma bebida em saldo, a 4 euros, geralmente acabada em “oska”. Tem um jardim interior, wireless e salas onde se pode fumar. A melhor nesta altura é a da lareira. Onde: Tv. de Sta. Teresa, 28. Quando: Todos os dias, das 18h às 3h; 6.ª e sáb. até às 4h

A Paródia

De todos os bares fundados por Luís Pinto Coelho é o único onde os empregados não estão fardados. Os actuais proprietários são simpáticos e dão boas sugestões de cocktails – aliás, além das bebidas clássicas, a lista está sempre a ser renovada. Numa das salas apertadas, onde outrora existia uma tela onde eram exibidos filmes de Charlie Chaplin, existe um piano, onde quem sabe tocar se pode exibir. Foi inaugurado dois dias depois da Revolução de 1974 como loja de antiguidades. Muitas delas ainda sobrevivem nas paredes.

Onde: Rua do Patrocínio, 26-B; Quando: Todos os dias, das 22h às 2h

Pavilhão Chinês

Vale mais como museu do que como bar. Apesar das mesas de snooker e da lista de mais de cem cocktails e chás, o que chama mesmo a atenção é a quantidade de tralha nas paredes. Há brinquedos, chapéus, canecas, uma colecção de Action Men e toda a parafernália que se possa imaginar. O bar abriu em 1986 no espaço de uma antiga mercearia. É o único que ainda pertence a Luís Pinto Coelho, embora já tenha cedido parte do negócio a três funcionários. Não espere simpatia no atendimento.

Onde: Rua Dom Pedro V, 89. Quando: 2.ª a sáb. das 18h às 2h; domingo  das 21h às 2h

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 14:51 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Estoy llorando en mi habitacion 
todo se nubla a mi alrededor 
ella se fue con un niño rico 
en un Ford-fiesta blanco 
y un jersey amarillo 
Por el parque les veo pasar 
cuando se besan la paso fatal 
voy a vengarme de ese marica 
voy a llenarle el cuello 
de polvos pica-pica 

Sufre mamon 
devuelveme a mi chica 
o te retorceras 
entre polvos pica-pica... 

Le he quemado su jersey 
se ha comprado el pijo seis 
voy a destrozarle el coche 
lo tengo preparado 
voy a ir esta noche 

No te reiras nunca mas de mi 
lo siento nene vas a morir 
tu me quitaste lo que mas queria 
y volvera conmigo 
volvera algun dia.... 

Sufre mamon...

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:00 | link do post | comentar

O partido socialista da Catalunha lançou um vídeo para incentivar a massa mais jovem a votar. Sob o mote "Votar é um prazer", compara este gesto ao ato sexual, com a mulher a ter um orgasmo ao colocar o voto na urna.

Mas esta campanha já foi alvo de várias críticas, mesmo dentro do partido. A líder do partido popular da Catalunha, Alicia Sanchez-Camacho, diz que este ataca a dignidade da mulher.

Bibiana Aido, ministra para a igualdade, pertencente ao partido socialista, afirma "se fosse verdade a participação eleitoral ia subir de bom grado, mas estamos a lidar com publicidade enganosa".

Mas para o líder do partido socialista catalão, o vídeo pode ser positivo: "Se encorajar as pessoas a votar, é uma coisa boa".

Veja o vídeo da polémica campanha que quer passar a mensagem de que "votar é um prazer":

 

 

 

 



publicado por olhar para o mundo às 10:00 | link do post | comentar

Sábado, 20 de Novembro de 2010

As mulheres valorizam o erotismo táctil

Enquanto homens agem por instinto, mulheres querem o envolvimento

 

Vamos insistir muito neste ponto, porque a arte de conviver é entender que homens e mulheres são diferentes. Homens e mulheres são diferentes antes, durante e depois do sexo também. Enquanto homens agem por instinto, mulheres querem o envolvimento.

Eles se excitam com mais facilidade e rapidez e quase sempre chegam ao orgasmo. Já as mulheres precisam ser mais trabalhadas. Elas necessitam sentir-se bem com o companheiro e com o corpo e de palavras carinhosas ao pé do ouvido. As zonas erógenas femininas são espalhadas pelo corpo e não concentradas apenas nos órgãos genitais. A nuca, os ombros, os seios e as nádegas costumam ser zonas erógenas na mulher, e dar uma passadinha por ali seria de bom tom, ainda que o clitóris seja o campeão de audiência. 

O homem apresenta um erotismo, como diríamos, mais simples e concentrado, fácil de achar, brincar e atingir resultados imediatos. A mulher valoriza um erotismo tátil.

 

Via Hora



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar | ver comentários (1)

 

You are my waking dream
You're all that's real to me
You are the magic in the world I see

 

You are in the prayer I say and
You brought me to my knees

 

You are the faith that make me belive
Dreams on fire
Higher 'n' higher

 

Passion's burning
Ride on the path
Once for forever yours
In me
All your heart
Dreams on fire
Higher 'n' higher

 

You are my ocean waves
You are my thought each day
You are the laughter from childhood games
You are the spark of dawn
You are where I belong
You are the ache I feel in every song

 

Dreams on fire
Higher n higher
Passion's burning
Ride on the path
Once for forever yours
In me
All your heart
Dreams on fire
Higher 'n' higher



publicado por olhar para o mundo às 12:17 | link do post | comentar

Mickey. Um lado mais negro do rato mais famoso do mundo

 

Os olhos de Warren Spector iluminam--se quando lhe é passado para as mãos o comando da Wii. Vai apresentar o jogo que esteve a criar nos últimos anos. Fã do universo Disney desde criança, Spector foi o escolhido para pensar a remodelação de um dos ícones mais conhecidos do planeta: o Rato Mickey. "A primeira coisa que pensei depois de me convidarem foi ''tenho de manter a calma, tenho de manter a calma'', mas na verdade era apenas um fã", contou ao i, no final de Outubro, aquando da apresentação do jogo, em Paris.

Depois de décadas com a imagem cristalizada, a Walt Disney decidiu finalmente mexer no maior símbolo da empresa. A decisão é arriscada. É que, apesar do ar inocente, o Mickey e os amigos representam uma receita anual de mais de 5 mil milhões de euros. Qualquer pequena alteração pode afectar esta fonte de rendimento e destruir o património histórico de uma personagem já com 82 anos.

O meio escolhido para dar nova vida à personagem foi um jogo para a consola da Nintendo intitulado Epic Mickey. A intenção inicial era que o Mickey pudesse ser verdadeiramente mau se o jogador escolhesse, mas depois de alguns focus groups, Spector chegou à conclusão que era demasiado radical. No entanto, permaneceu a ideia de fazer um Mickey com mais malícia, mostrando um lado mais malcomportado. "A intenção era ter a certeza de que respeitávamos o Mickey", esclarece Andrea Tartaglia, vice-presidente da Disney para o marketing na Europa. "O resultado final é muito bom. O Mickey está como deve estar."

Em Epic Mickey, o rato mais famoso do mundo tem de explorar um mundo negro alternativo, para onde são enviadas personagens e diversões da Disney que foram substituídas ou esquecidas. E aí inicia um caminho de escolhas, em que pode transformar inimigos em amigos ou fazê-los desaparecer. "Quis que ele fosse capaz de ser malandro - quando estão a jogar com o Mickey podem portar-se mal ou ser um pouco egoístas", explica. "Adoro-o. Acho que é o melhor Mickey de sempre."

Spector é uma personalidade conhecida no mundo dos videojogos, responsável por títulos de sucesso como Deus Ex e System Shock. No entanto, Epic Mickey é um jogo especial para ele. "Quase chorei", admitiu depois de ter apresentado um vídeo sobre a história do Mickey. Tal como em jogos anteriores de Spector, o conceito de escolha é absolutamente central. O jogador pode decidir que tipo de herói quer ser e que Mickey quer criar. As escolhas têm efeitos directos no jogo, incluindo o final e os extras.

Apesar de a Disney e a Nintendo garantirem que é um jogo para todas as idades, não há como fugir ao carácter infantil da personagem. Ainda assim, o ambiente negro e melancólico dos cenários, bem como a constante possibilidade de escolha, pode apelar a um target mais adulto. Além disso, a Wii é bastante mais direccionada à família do que outras consolas. "Porque não pode ser para toda a gente?", questiona Spector. "Ninguém olha para UP, Incredibles ou Ratatouille e diz que são para crianças." 

Deixar uma personagem congelada é o caminho mais rápido para a tornar irrelevante. E, se é verdade que deverá haver pouca gente que não conheça o Mickey, ele tornou-se mais o símbolo de uma empresa do que propriamente uma personagem apelativa aos novos públicos mais exigentes. A escolha sobre as atitudes a tomar por Mickey ao longo do jogo é a forma de a Disney perguntar aos jogadores que tipo de herói querem que o rato seja.

"Penso muito sobre o que [Walt Disney] pensaria", afirma Spector. "Pôr coisas na cabeça do Walt é sempre perigoso, mas acho que ele ficaria contente por mantermos as suas personagens vivas e relevantes numa nova era." 

Epic Mickey estará à venda na Europa a partir da próxima quinta-feira, dia 25.

 

 

 

Via Ionline

 



publicado por olhar para o mundo às 10:00 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 19 de Novembro de 2010

8 vantagens de se ter bom sexo

 

Que o sexo te faz bem, isso você já notou. O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. “O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias”, afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO.

Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso, o Minha Vida estimula você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo. Confira:

1. Alivia as crises de enxaquecas

Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. “Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor”, afirma.

2. Melhora o aspecto da pele

Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos. Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque.

3. Alivia as cólicas da TPM

O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. “Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior”, diz o ginecologista.

4. Melhora o sono

O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior.

5. Diminui o estresse

O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology.

6. Diminui os riscos de infarto

Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual. Saiba Mais

 

Queima calorias

Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B? 8. Aumenta a imunidade Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.

 

Via Portal Midia



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Infelizmente não encontrei a letra desta música

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:00 | link do post | comentar

Francesinha, a verdadeira história

 

Há uma história da francesinha que ninguém conhece, mas que esta sexta feira vai ser revelada no primeiro percurso pedonal de reconstituição do percurso do prato, no Porto: a sua relação próxima com a figura feminina.

O percurso, orientado por Graça Lacerda, irá conduzir os curiosos pela história deste petisco portuense, porque “Comer uma francesinha” é mais do que saborear um prato, é “um convívio à moda do Porto”.

A guia do original roteiro contou hoje à Lusa quais são as origens da francesinha.

De acordo com mentora do percurso, o criador do prato, Daniel David Silva, era “bastante mulherengo”. Depois de um périplo internacional, aterrou no Porto e descobriu que as mulheres eram demasiado discretas para o que estava habituado, andando muito tapadas e sendo muito reservadas.

A desilusão com as mulheres portuenses levou-o, segundo Graça Lacerda, a querer criar um prato “apurado”.

“Ele dizia que a mulher mais picante que conhecia era a francesa. Quis dar um toque picante ao prato e chamou-lhe francesinha”, disse.

O petisco, que nos anos 50 era uma comida fora de horas - um lanche reforçado ou uma merenda depois de uma sessão de cinema tardia - estava conotado com o universo masculino.

“Ainda sou do tempo em que a francesinha era vista como um prato para rapazes solteiros. As raparigas que comiam francesinha eram mal vistas”, recordou.

Os tempos mudaram e com ele os preconceitos relativos à francesinha e até a sua própria “fisionomia”: um petisco que era pouco mais do que uma tosta mista com molho tornou-se num parto mais do que sustentado, para responder à evolução da sociedade.

“Hoje em dia, já não temos tempo para o lanche e as sessões de cinema proliferam. A francesinha passou a ser um prato de almoço ou jantar, ao qual se juntou a batata frita”, explicou Graça Lacerda, que se tornou especialista na matéria depois de longas pesquisas.

Documentação, imagem, cartazes, livros de receitas, entrevistas a pessoas, entre as quais o atual dono do restaurante “A Regaleira” - que conheceu pessoalmente o inventor do prato que é o rosto do Porto - tudo serviu para reconstruir os passos da francesinha.

“Não temos bibliografia, mas temos testemunhos vivos”, disse, reconhecendo que há vantagens e desvantagens derivadas da subjetividade dos relatos e das opiniões diferentes.

Esta sexta feira, 60 pessoas vão percorrer um percurso que tem seis etapas: “Receita típica do Porto no Século XX”, “E tudo começou na Rua do Bonjardim…”, “Onde comer as melhores francesinhas?”, “Pão, queijo, recheio e molho”, “Para si, uma boa francesinha é…” e “Qual será o segredo da francesinha?”.

O passeio gastronómico tem início perto das 15:00 na Biblioteca de Assuntos Portuenses e termina no Restaurante “Jardim da Irene” e no Café “Universidade”, cerca das 17:00.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:02 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18 de Novembro de 2010

 

Sexo, para elas é no primeiro encontro

 

Todas as entrevistadas atualmente são casadas ou mantêm relacionamento estável.

 

A pesquisa identificou comportamento semelhante entre mulheres nas faixas dos 20, 30 e 40, com pequena mudança em relação as que se encontram nos 50. As principais mudanças só são identificadas quando se comparam esses grupos às entrevistadas de 60 anos.

 

Confira os principais itens da pesquisa:

 

Quase metade das entrevistadas afirmaram ter tido um relacionamento de apenas uma noite. E a experiência faz parte da vida de mulheres de todas as idades: de 20, 30 e 40 anos;

 

Mulheres na chamada terceira idade também arriscam transas no primeiro encontro: 23% das entrevistadas passaram pela experiência e mais da metade delas não se arrependeu;

 

Da experiência do sexo casual, 16% das mulheres na faixa dos 20 anos contraíram algum tipo de doença sexualmente transmissível. O percentual é de 10% das entrevistadas de 30 anos e de 8% nas de 40;

 

75% das pesquisadas no grupo dos 40 anos disse não se arrepender da experiência de sexo casual, seguido pelas entrevistadas de 60 anos, cujo índice é de 65%;

 

As mulheres mais jovens, de cerca de 20 anos, são as que mais afirmam se arrepender dos relacionamentos sexuais de apenas uma noite. Dessas, 44% afirmaram que desejaria nunca ter tido tais experiências;

 

Quase um quarto delas (23%) fizeram aborto entre os 20 e 29 anos. E apenas 9% com idade superior a 60. No entanto, fica em 17%, 22% e 20%, respectivamente, nos grupos entre 30 e 39 anos, 40 e 49 anos e 50 e 59 anos;

 

56% afirmaram que não se arrepende da decisão de praticar aborto, mas o restante disse sofrer até hoje pela atitude tomada anos atrás;

 

Muitas mulheres afirmam ter começado a sentir culpa dos relacionamentos casuais depois que conheceram seus atuais maridos ou namorados ou seus filhos atingiram a adolescência. Elas afirmam que não se sentem 'modelos' de comportamento para seus filhos.

 

Via ExpressoMT



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 

Letra

 

Esse perfume me persegue... quente, forte e subtil
Passeia por mim livremente... como se fosse gentil
Oh ah ah... ah ah... ah ah...
Ah ah... ah ah... ah ah...

Se me aparece de repente... inspiro-o profundamente
Para desvendá-lo, para decifrá-lo, queria agarrá-lo...

Queria agarrá-lo, metê-lo no meu frasco, fechá-lo bem p'ra não fugir... 
P'ra não fugir... p'ra não fugir...
P'ra não fugir... p'ra não fugir... oh ah ah ah...

Mas ele insiste, ele insiste... brinca comigo devagar
Leva-me à minha memória... convida-me a divagar

Oohhh... oohhh... oohhh... ah ah...

Queria agarrá-lo, metê-lo no meu frasco, fechá-lo bem p'ra não fugir... 
P'ra não fugir... p'ra não fugir...
P'ra não fugir... p'ra não fugir...

Queria agarrá-lo, metê-lo no meu frasco, fechá-lo bem p'ra não fugir...

 



publicado por olhar para o mundo às 12:02 | link do post | comentar

Publicidade enganosa

 

A empresa espanhola que comercializa as pulseiras Power Balance no país, foi multada em 15 mil euros pela Junta de Andaluzia, por “publicidade enganosa”. O objecto que promete melhorar o equilíbrio, força e flexibilidade, foi alvo de queixa pelo grupo de consumidores “Facua , que acusa o produto de “fraudulento, por prometer propriedades milagrosas que não lhe assistem”.
A venda de pulseiras já rendeu mais de 10 milhões de euros à empresa Power Balance Espanha, com mais de 300 mil unidades vendidas no país.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:00 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010

Homens também fingem o orgasmo

 

Se você achava que fingir orgasmo era uma exclusividade feminina, agora você pode tirar esse item da lista. Segundo uma nova pesquisa, os homens podem fingir o orgasmo também.

 

O estudo foi realizado por psicólogos da Universidade de Kansas, e pediu a 180 homens e 101 mulheres em idade universitária que respondessem perguntas sobre sua vida sexual. Cada participante teve de dizer se já fingiu ter um orgasmo. Para não deixar de fora aqueles que poderiam ter vergonha de admitir o fato, os participantes também responderam se haviam feito “algo semelhante” a fingir o orgasmo.

Os resultados mostraram que 25% dos homens e metade das mulheres já haviam fingido um orgasmo durante a atividade sexual. A maior motivação para fingir? Querer que o sexo acabasse sem ferir os sentimentos do seu parceiro.

Que a mulher fingia, não era novidade. Estudos anteriores já haviam mostrado consistentemente que entre metade e dois terços das mulheres fingem orgasmo em algum ponto da vida. Mas como é mais difícil para os homens falsificar uma ejaculação do que é para as mulheres fingir alguns gemidos, poucos pesquisadores se interessaram em estudar o lado masculino.

De todos os participantes do estudo, quase 100% tinham experimentado algum tipo de estimulação sexual com parceiros, seja manual ou oral. Pouco menos de 70% das mulheres e 85% dos homens já tinham feito sexo (interação pênis-vaginal).

A relação sexual acabou por ser um importante fator preditor para saber se alguém tinha fingido o orgasmo. Cerca de 10% dos homens e 19% das mulheres que haviam interagido sexualmente, mas não tinha feito sexo pênis-vaginal fingiram orgasmo, em comparação com 28% dos homens e 67% das mulheres que tinham tido relações sexuais pênis-vaginais.

As pessoas que fingiram tenderam a ser mais experientes sexualmente, e eram mais propensas a ter orgasmo em algum momento, seja através da masturbação ou sexo. O sexo pênis-vaginal também foi o tipo mais provável de sexo para provocar a qualidade do orgasmo. Daqueles que especificaram o tipo de sexo durante o qual fingiram um orgasmo, 86% dos homens e 82% das mulheres relataram o sexo pênis-vaginal.

A razão pode ser que as pessoas esperam o orgasmo durante o sexo. Vários homens no estudo relataram fingir um orgasmo porque não tinham outra forma de terminar uma relação sexual sem constrangimento. Terminar sem um orgasmo parecia ruim.

Para os homens, o motivo mais comum para fingir é que o orgasmo era improvável ou demoraria muito, e eles queriam que o sexo acabasse. Já as mulheres relataram que fingiam para evitar consequências negativas, como ferir os sentimentos do seu parceiro. Metade dos homens relatou a mesma motivação.

Segundo os pesquisadores, um dos grandes motivos para os participantes fingirem o orgasmo é a pressão. Ter um orgasmo durante a relação sexual, com a mulher tendo primeiro, é como um “script” a ser seguido por quem faz sexo.

Em alguns casos, as pessoas são tão apegadas a esse “script”, do que têm que acontecer durante o sexo, que deixam passar a oportunidade de ter um orgasmo de verdade a fim de fingir o orgasmo no “momento certo”. Por exemplo, 20% das mulheres fingiram orgasmo porque seus parceiros pareciam estar prestes a ter um.

Algumas das mulheres relataram que realmente poderiam ter um orgasmo, mas escolheram fingir um orgasmo no momento “certo” – antes ou durante o orgasmo do homem – ao invés de ter um orgasmo real no momento “errado”.

Esses roteiros sexuais colocam uma pressão indevida sobre ambos os sexos. Os pesquisadores afirmam que quando o sexo é uma performance, e tem metas de desempenho – ereção, relação sexual, orgasmo – é problemático. Segundo eles, o sucesso sexual deve ser redefinido como “qualquer coisa que faz você se sentir bem consigo mesmo e com o seu parceiro” e como “algo que melhora o seu relacionamento”. Se esse for o objetivo do sexo, as pessoas poderão comprovar que ele será uma experiência totalmente diferente.

 

Via HypeScience



publicado por olhar para o mundo às 20:55 | link do post | comentar

Drogas, quem nunca pecou....

 

Se é daqueles que acha que a sociedade dos nossos dias se resume a uma cambada de viciados em tabaco, álcool e drogas, temos uma boa notícia: o mal não é desta geração, nem da anterior. Mesmo longínquos anos A.C. toda a gente recorria a inebriantes. Fosse por razões sociais, medicinais ou rituais, os nossos antepassados usavam-nas sem vergonhas nem reservas. As drogas não nasceram emWoodstock e têm muito que se lhe diga.

"High Society" - que traduzido para português seria qualquer coisa como sociedade pedrada - é a exposição que reúne quadros, imagens, objectos e artefactos relacionados com o consumo de droga. O trabalho, disponível na Welcome Collection faz-se acompanhar pelo livro "High Society: Mind-Altering Drugs in History and Culture"do escritor e historiador Mike Jay. Interessado em temas relacionados com a sociedade, a ciência e as drogas, Jay afirma que "todas as sociedades são ''pedradas'', todas têm os seus tóxicos, vícios e hábitos. O que aconteceu com a globalização é que cada sociedade descobriu os tóxicos das outras". 

Tabacoópio ou canábis: todas têm uma história. Quando Colombo descobriu a América, procurava especiarias mas encontrou uma planta diferente: a do tabaco. Foi ele que o trouxe para a Europa. O ópio, por sua vez, começou por ser utilizado pelos ingleses que descobriram a droga nas suas colónias, na Índia. Este produto retirado das papoilas tornou-se um verdadeiro vício para os chineses. Foi por causa desta comercialização de droga que se deram as "Guerras do Ópio", dois grandes conflitos entre britânicos e chineses. Quanto à canábis está ligada a Napoleão e à chegada ao Egipto.

O objecto mais antigo desta exposição é um cachimbo que data de 1500 A.C.. Além disso, contam-se cerca de 200 artefactos, entre desenhos ou quadros inspirados no tema, documentários ou até um gráfico gigante que apresenta o percurso do tráfico de drogas. Uma secção especial está reservada a confissões de pessoas que pretendam partilhar as suas experiências.

"As opiniões das pessoas sobre as drogas são muito polarizadas, queremos mostrar que nem tudo é bom ou mau. As drogas abrangem uma série de substâncias que têm histórias fascinantes e contextos culturais" explica Caroline Fisher, uma das curadoras da exposição.

Um caleidoscópio dá vida a este frente-a-frente. Seguem-se várias imagens rotuladas pela sociedade como boas ou más. Um cachimbo de tabaco, um kit para injectar drogas, uma cerveja chinesa ou um vinho do Marks & Spencer convivem lado a lado.

A exposição apresenta ainda várias personalidades do passado que estiveram ligadas às drogas. Por exemplo, há quem diga que para escrever "Alice no País das Maravilhas" Lewis Carroll teve uma ajudinha do ópio, droga também apreciada pelo nosso conterrâneo Fernando Pessoa.

"É provável que não haja um início para esta história", explica Mike Jay. "Todos os animais gostam de comer fruta fermentada e ficam embriagados. É provável que tenhamos começado a consumir mesmo antes de sermos humanos."

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 16:16 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Dois lírios sobre a mesa
Uma janela aberta sobre o mar
Trago em mim a certeza
De quem espera p´lo teu voltar

Um cheirinho a café
Fotografias caídas pelo chão
E no ar uma canção
Traz-me uma recordação

Tenho tanto por dizer
Tanto por te contar
Que a vida não chega
Tenho o céu e tenho o mar
E tanto para te dar
Que a vida não chega

Tenho um poema escrito
Guardado num lugar perto do mar
Tenho o olhar no infinito
E suspiro devagar 

Tenho tanto por dizer
Tanto por te contar
Que a vida não chega
Tenho o céu e tenho o mar
E tanto para te dar
Que a vida não chega


O tempo aqui parou
Desde que te foste embora
Só a saudade ficou
já não aguento tanta demora

Tenho tanto por dizer
Tanto por te contar
Que a vida não chega
Tenho o céu e tenho o mar
E tanto para te dar
Que a vida não chega

Tenho tanto por dizer
Tanto por te contar
Que a vida não chega
Tenho o céu e tenho o mar
E sei que vou te amar
Para a eternidade…

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:02 | link do post | comentar

A situação não é para brincadeiras. O Pai Natal também está falido e tornou-se mendigo.

Ainda assim o Natal não deixa de ser uma época especial em que nos lembramos de quem mais amamos e é por isso que, mesmo com as dificuldades que se avizinham, não podemos deixar de o passar em harmonia com todos aqueles que nos são mais queridos.

Nem o Pai Natal vai conseguir fugir à crise
Nem o Pai Natal vai conseguir fugir à crise

Se o Pai Natal está na miséria, vamos ajudá-lo.

Cinco sugestões para poupar (e muito) na quadra


1º Junte-se com os seus e peça a cada um que traga alguma coisa que se coma;

2º Não gaste um cêntimo com as decorações. Procure na arrecadação os enfeites de Natal dos outros anos e volte a utilizá-los;

3º Certamente que tem algumas velas novas nas gavetas. Ou então acenda as que já foram usadas. Não vai precisar de comprar mais apenas por uma noite;

4º Não vá para aquelas filas intermináveis dos hipermercados na época de Natal. Procure a mercearia lá do bairro ou da terra da sua mãe e compre exclusivamente o essencial;

5º PRENDAS? Poupar aqui é o mais fácil: Estabelece desde de logo um lema para toda a família respeitar. Por exemplo: "Dar as prendas mais originais sem gastar dinheiro";

Seis exemplos de prendas de borla...


1º Não tem lá para casa uma colecção de CDs que já não ouve? Então despache-os e ofereça-a ao primo, tio ou outro membro da família que sempre os cobiçou. Aproveite e junte esta mensagem original: "Disseste-me uma vez que adoravas esta colecção, é com todo o carinho que me lembrei de ti";

2º Porque não recorda o croché e o põe em prática umas semaninhas antes do Natal, fazendo uns cachecóis para as suas primas? E depois diga com aquele ar feliz e contente: "Fui eu que fiz";

3º Se houver crianças, porque é que não combina com as outras mães e fazem-nas trocar brinquedos entre si? O que era do outro, o seu filho ia adorar certamente. As crianças gostam e cobiçam sempre aquilo que é do outro e que não têm. (Os adultos também, mas isso é outra história);

 

4º Se há quem tenha cães, ofereçe um cartão, criado por si, com contactos úteis de hotéis e outros serviços de norte a sul do país para os amiguinhos de quatro patas;

 

5º Se for um cibernauta habitual, versátil a navegar e a descobrir coisas naInternet, pode sempre criar uma prenda muito especial: Dedicar umblogue a alguém muito querido. Com fotos, vídeos e mensagens únicas. Depois de o oferecer, pode sugerir que a pessoa continue a alimentar esse blogue;

 

6º Se for versátil com tecnologia e edição de imagem surpreenda toda a família com um vídeo feito por si. Uma produção que contenha fotos e vídeos antigos, que todos vão adorar recordar. Faça cópias em CD ou DVD e ofereça a todos os membros da família.

..mais um, mas imaterial


Você gostaria tanto de oferecer uns bilhetes para uma peça de teatro à sua mãe ou avó mas, infelizmente, o teatro nem sempre é acessível a todas as carteiras, principalmente no período de crise que atravessamos.

É por isso que aqui lhe deixo outra alternativa. Esta certamente que toda a família vai adorar ter na noite da consoada.

Junte alguns elementos da família e preparem vocês mesmo diversos números para apresentarem uns aos outros, como se de uma peça de teatro se tratasse. Vai ver que os vizinhos ainda lhe batem à porta para querer assistir.

Como fazer então esse show de variedades?

- Uns podem cantar;

- Outros podem dançar;

- Há sempre aqueles que sabem contar anedotas (atenção, só são válidas as de bom gosto e sem brejeirices);

- Outros pode muito bem declamar poemas ao som músicas bonitas que um outro elemento da família toque;

- Depois não se esqueça que há ainda a possibilidade de alguém poder preparar um número especial com o cão ou o gato da casa. Já pensou como era divertido?

Seria um espectáculo digno de uma noite em família em que você mesmo poderia brilhar, mostrando os seus dotes e incentivando os seus cunhados, irmãos, primos e tios a fazerem o mesmo. Pense nisso;

A melhor prendas de todas


Nos dias que correm há certamente uma prenda que todos nós gostaríamos de receber das pessoas que amamos:Um voucher de tempo. Sim, leu bem: o tempo é actualmente é um dos bens mais preciosos do mundo, já que praticamente ninguém o tem.

Faça da seguinte maneira: Escreva num cartão elaborado por si a frase:  "Voucher de 24 horas do meu tempo só para ti".  Com disponibilidade e marcação prévia. Verá que a pessoa que o receber vai ficar imensamente feliz. Mas lembre-se: essas 24 horas são para passar realmente dedicadas a quem as ofereceu, sem telemóveis, computadores ou o que quer que seja que roube um segundo dessa prenda que deu quem ama.

Recuperar o (verdadeiro) espírito natalício


Já viu agora quantas soluções existem para passar um Natal sem gastar praticamente um cêntimo?

Lembre-se que poupar dinheiro é a melhor atitude que podemos ter para este Natal, mesmo que estejamos bem empregados e tenhamos um bom subsídio de Natal.  Até porque 2011 vai ser bem penoso e convém começar já a poupar.

Posto isto, embora ainda seja um bocadinho cedo, resta-me deixar este vídeo e desejar a todos um FELIZ NATAL!

Santa Claus Singing Jingle Bells, His Favorite Christmas Song

 


 

Via A vida de saltos altos



publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar

Terça-feira, 16 de Novembro de 2010

Uma em cada dez crianças que nasce nos Açores é filha de pais adolescentes, uma média que contribui para que Portugal ocupe o segundo lugar de gravidez na adolescência na Europa.

 

Para inverter este quadro, a câmara de Angra do Heroísmo, na Terceira, promoveu hoje uma acção de sensibilização sobre gravidez na adolescência, que reuniu cerca de meia centena de alunos do ensino secundário.

Na sessão, Irene Pires, enfermeira reformada do Hospital de Angra do Heroísmo, considerou "preocupante" o quadro de gravidezes precoces no arquipélago, que representam 10,2 por cento do total de crianças que nascem nos Açores, salientando que o número tende a aumentar.

"Cada vez mais [os jovens] têm experiências sexuais mais cedo e, por isso, também gravidezes indesejadas", afirmou, defendendo que "a gravidez na adolescência é um problema social que envolve os adolescentes, a família e a própria sociedade".

Para a antiga técnica de saúde, os jovens deviam requerer consultas de planeamento familiar nos centros de saúde da zona onde residem, recordando que "ainda são gratuitas", "tal como a pílula e os preservativos".

Irene Pires salientou que os jovens têm informação suficiente à sua disposição, mas "negligenciam os riscos", frisando, porém, que os pais são os "grandes responsáveis", porque "pensam que os adolescentes sabem tudo, mas não sabem".

"O sexo ainda é tabu em muitos casos e muitos pais também não têm conhecimento para falar nisso", acrescentou.

Nesta acção de sensibilização, a oradora convidada falou sobre as causas da gravidez na adolescência, os perigos, a prevenção e o papel dos pais na adolescência, alertando para a importância de um acompanhamento médico durante toda a gravidez, sobretudo na adolescência.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 21:54 | link do post | comentar

condoms

 

Sexo é bom, é a avaliação de vários. E muito sexo?! De forma repetida e ao ponto de você não conseguir pensar em outra coisa! Aí, pode ser compulsão sexual, uma doença.

Tentar esconder feridas emocionais pode ser uma das causas desse mal. Para resolvê-lo, um dos pontos essenciais é recuperar a auto-estima do paciente e ajudá-lo a ver outras formas de satisfação, explica o psicólogo clínico Alexandro Ferreira da Silva.

 

O que é a compulsão sexual?
Compulsão sexual é caracterizada por um grande número de fantasias sexuais que ocupam a mente do indivíduo, deixando-o inquieto e impedindo-o de fazer outras coisas de maneira dedicada, concentrada e coerente. Normalmente, tais indivíduos não ficam só na fantasia, e a doença os leva a comportamentos sexuais exagerados e, às vezes, perigosos.

Como se detecta que a doença existe?
Para determinar um diagnóstico de compulsão sexual, considera-se comportamentos que causam sofrimento e prejuízo clínico significativo manifestado nos últimos 12 meses por três ou mais de uma série de aspectos, tais como fracasso em se controlar, gasto de muita energia na busca pelo sexo e prejuízo em atividades sociais e ocupacionais.

Mas é preciso ter cuidado em definir a existência da compulsão. Em sexo, não há regras definidas de certo ou errado nem de muito ou pouco. Há pessoas que necessitam de sexo mais do que outras e não podem ser rotuladas de viciadas.

 

De toda forma, há algum índice a respeito do número de atos sexuais para ajudar no diagnóstico?
As pesquisas científicas sobre sexualidade costumam referir-se à quantidade de atividade sexual com o termo escape sexual. Este é um conceito para referir à iniciativa e efetivação de uma atividade sexual com orgasmo durante algum tempo estabelecido.

O sexólogo Alfred Kinsey, que desenvolveu esse conceito, relatou que o EST semanal mediano foi de 2,14 para homens entre a adolescência e a idade de 30 anos, e de 1,99 para todos os homens em geral. No Brasil, essa média é de 3, segundo pesquisa do laboratório Pfizer. Analisando esses e outros dados, considera-se que um EST semanal de 7 ou mais poderia ser usado para definir comportamento hipersexual nos homens.

 

Como um profissional de psicologia pode ajudar o compulsivo sexual?
Normalmente, quando a pessoa chega ao consultório de profissional de psicologia, sua auto-estima está muito baixa por se consideram pervertidas e/ou fracas. A perda do controle do próprio comportamento, considerado por alguns até mesmo como destrutivo, provoca conseqüências negativas que pioram caso uma ajuda não seja procurada o quanto antes.

A idéia é fazer com que a pessoa aprenda a lidar com a sua dependência, se dando conta de que existem outras formas de se relacionar consigo e com o meio, estimulando a busca de um espaço onde ela reconheça a importância de desenvolver uma sexualidade saudável e a dignidade pessoal, gerando relacionamentos de satisfação.

É importante ressaltar que a compulsão sexual não tem a ver, necessariamente, com o prazer sexual em si, mas sim com a sexualização do comportamento, como estratégia para lidar com as feridas emocionais. No fundo, o objetivo psíquico de qualquer compulsão é o evitar o sofrimento, reprimir lembranças dolorosas ou baixar a ansiedade.

 

Via Parou tudo



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Nuas para combater o analfabetismo

 

"Estão mesmo nuas. Não estava nada à espera." A reacção é dos participantes de uma sessão de leitura de contos infantis, poesia e ficção científica quando se deparam com uma fila de mulheres sem roupa a declamar. É que quando pensamos numa sessão de leitura nunca a visualizamos tão arejada. O que nos vem à cabeça é uma biblioteca enorme, com um silêncio sepulcral e pessoas com óculos na ponta do nariz e voz de rádio. Nada mais longe da realidade. Quem vai assistir a uma sessão das Naked Girls Reading (Raparigas Nuas a Ler) encontra um grupo de raparigas de livros na mão, saltos altos e mais nada. Mesmo mais nada. Roupa? Nem vê-la. 

"Quem nos vem ver adora. Não sabem muito bem o que esperar, mas recebem um espectáculo à altura do que pagam [cerca de 20 euros], o que é gratificante. Eles ficam entusiasmados com a literatura e com mais vontade de ler", explica-nos por email a fundadora do grupo, Michelle L''Amour. Será este o melhor remédio para quem não tem paciência para ler?

Burlesco

O objectivo do clube era muito simples: "Criar um salão para estimular as pessoas em muitos níveis, com mulheres bonitas, literatura bonita e uma atmosfera bonita", diz Michelle ao i. A ideia da stripper do burlesco e do escritor e fotógrafo Frank Vivid tornou-se realidade há um ano e meio, em Chicago, nos EUA.

A primeira sessão foi no "Studio L''amour", de Michelle, mas o clube literário já chegou ao Canadá e está espalhado por várias cidades norte-americanas, como Los Angeles, Nova Iorque ou Dallas. "Estamos a tentar chegar ao Reino Unido, mas há alguns problemas legais." Provavelmente por estarem nuas num local público, acrescentamos nós.

No menu literário das cinco meninas - além de Michelle, fazem parte do clube veterinárias, designers e bibliotecárias - estão livros como "O Estranho Caso do Dr. Jekyll e Mr. Hyde", de Robert Louis Stevenson, "Diário de Anne Frank", "Lolita", de Vladimir Nabokov, "Onze Minutos", de Paulo Coelho e os livros de D. H. Lawrence e Anaïs Nin. As sessões são abertas ao público, mas têm o limite de 120 pessoas. Coisa pouca. Mas se por acaso está a pensar em inscrever-se para ser uma das jovens a ler sem roupa, não é fácil. "Nem toda a gente pode ler. Temos ensaios e muitas reuniões antes da sessão. Mas as mulheres adoram. Durante a sessão sentem-se livres e mágicas. É uma óptima experiência partilhar algo de que gostamos de forma apaixonada com uma audiência atenta", explica Michelle. 

Mas a dúvida persiste. Quem vai a uma sessão destas liga alguma coisa à literatura? "Acho que as pessoas estão atentas às duas coisas. A minha reacção preferida no público é quando as pessoas ficam espantadas por estarmos mesmo nuas. Rimo-nos imenso. É que está no título." O fenómeno já foi baptizado de genial e a "Time Out" nova-iorquina profetizou que a moda ia pegar. Michelle deixa o aviso: "Sabemos que os italianos gostam. Se calhar um dia destes ainda vamos a Portugal."

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 17:30 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

São voltas e voltas sem parar
Em sonhos nocturnos
Em sonhos de encantar
Muitos enredos histórias reais
Que envolvem mas acordam sem avisar.

Fico à toa mas onde é que eu estou
Já de madrugada 
E o silêncio reinou
De olhos abertos só vejo sombras 
Já sinto o regressar de novo ao sono...

Então agora o que é que eu faço
Com o meu sonho inacabado
Vou deixá-lo ou abandona-lo
Ao meu imaginário
Ao meu desejo de desejo.
E digo sim ao meu desejo
Aquela doce sensação
De estar noutro lugar 
Onde o tempo que passa 
Já não importa.

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:00 | link do post | comentar

O Cavaco e a fraude do século

 

Cavaco Silva disse, na apresentação da sua recandidatura, que não vai haver um único cartaz/outdoor seu na próxima campanha.

Cartaz de Cavaco nas próximas eleições presidenciais:

Custou-nos 4 mil milhões....

 

Recebido por mail



publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar

Segunda-feira, 15 de Novembro de 2010

Dicas para fazer um strip tease para o seu namorado

 

Se você quer aproveitar o dia dos namorados para fazer uma surpresinha diferente, a sugestão pode ser fazer um strip-tease. A prática, que habita o imaginário dos homens (e porque não, das mulheres), foi bem demonstrada num filme estrelado por Demi Moore, mas você não precisa ser estrela de Hollywood para fazer.

A sexóloga Carla Cecarello, consultora da Rede Mel, que vende produtos sensuais e eróticos, diz que a explicação para tamanho sucesso da prática está na própria tradução da palavra da língua inglesa: tirar e excitar, despir e provocar.

"A finalidade do strip-tease é seduzir o parceiro por meio da dança e da expressão corporal", define. Sabendo isso, que é básico, é preciso atenção a alguns detalhes. "Para que você se sinta bem, trabalhe sua autoestima, pois você precisa se gostar muito e estar bem à vontade com seu corpo", indica.

 

Para isso, comece erotizando o seu dia-a-dia, para que seu companheiro vá se acostumando com a ideia. "Prepare-se desde a hora em que se levantar para sentir-se a mulher mais bonita do mundo. Neste dia, você vai falar usando o seu corpo", lembra Carla. "Esteja então ‘vestida de mulher’, com um belo vestido, cinta-liga, meias 7/8, sapatos de salto alto e uma linda lingerie sensual", sugere.

Se você é marinheira de primeira viagem, quanto mais peças de roupa estiver usando, melhor. Escolha, de preferência, um vestido que saia por baixo e com o qual tenha facilidade para executar os movimentos. Vale também apenas um robe, sob o lingerie. Mas se você gosta de bijuterias, atenção. "Procure não usar nada que a atrapalhe no momento como brincos compridos, anéis, pulseiras que possam enroscar e atrapalhar a espontaneidade do momento", sugere a professora Lilian Moretto, que dá aulas sobre sensualidade. Vale apenas salto alto, claro, e uma macia echarpe ou lenço, para que você possa brincar com ele.

Lembre-se de que o importante não é a peça de roupa que você tira, mas a forma como se despe, e é aí que entra a sedução do strip-tease. "Você ainda pode fazer uso de luvas, para deixar a brincadeira ainda mais excitante", aposta Carla. Pode usar o cabelo preso ou solto e a maquiagem deve realçar os olhos e a boca - mas nada muito exagerado.

Escolha uma música sensual, prepare o ambiente com velas, pétalas de rosa, use o perfume que está acostumada no ambiente ou na roupa - e não no próprio corpo -, para que o parceiro possa sentir o seu cheiro. "O seu perfume é o melhor afrodisíaco que existe", diz Lilian. A sugestão dela e de Carla é que você desperte os cinco sentidos do seu amor - e aí vale tudo. Para a audição, Lilian sugere colocar no som músicas como "Represent, Cuba", do Orishas, ou "Piece of Me", de Britney Spears.

Carla diz que o grande segredo do strip-tease é o que está por baixo da roupa e será desvendado lentamente. Mas, o lugar e clima são tão importantes quanto seu desempenho - e até para sua segurança. "Próximo do lugar onde ele vai sentar, monte uma bandeja com frutas, para interagir com ele no meio da dança, evitando que o show fique monótono", sugere. Você pode também jogar pétalas de rosas, na cama, em uma cadeira ou no sofá. A iluminação do ambiente é um ponto fundamental também. "Use luz de velas ou meia-luz e não deixe o ambiente muito escuro, porque é importante que ele veja a sua fisionomia. Enquanto dança, atraia o olhar dele para você, por meio de toques das mãos no seu corpo". Lilian completa a dica: "Nunca se esqueça de manter o mistério, faça que vai mostrar e esconda novamente e, ao tirar cada peça, tire bem devagar, olhando para a peça e nos olhos dele, estimulando a visão".

Para o primeiro strip-tease, a dica de Carla é escolher uma data especial, como o aniversário de casamento ou o aniversário dele - ou o Dia dos Namorados, claro. "Prepare um jantar romântico a dois e comece ouvindo música com ele. Convide-o para dançar e, quando tocar a música escolhida, inicie o strip-tease como se ele fizesse parte dessa brincadeira". Para não pegá-lo de surpresa e se decepcionar com a reação, uma ideia é mandar uma mensagem, no celular ou e-mail, dando a dica do que pretende fazer à noite.

 

Se você precisa controlar o nervosismo inicial, a sugestão de Lilian é encarar o strip-tease como um momento de muita sedução e amor. "Dance muito durante o dia em frente ao espelho, curta o seu corpo, veja o quanto é linda e sensual. Dessa forma estará mais confiante no momento de dançar para o seu amor".

Por Sabrina Passos (MBPress)

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Só mais uma volta
Só mais uma volta a mim
Só mais uma volta desta ninguém vai cair


Só mais uma vez que vês que ninguém está aqui
Queres só mais uma volta desta ninguém vai cair

 

Tempo frio afasta o tempo que nos afastou
Primavera lança o laço que nos amarrou
Tempo quente dá vontade de não resistir
Queres só mais uma volta desta ninguém vai cair

 

Ainda te sinto a seguir o rasto que deixo a correr
ainda penso em ti… pensa em mim, mas só mais uma vez.

 

Diz-me ao que queres jogar que eu vou querer também
diz-me quanto queres de mim para te sentires bem
não te vejo bem ao longe não sei distinguir
Queres só mais uma volta e desta ninguém vai cair

 

Ainda te sinto a seguir o rasto que deixo a correr
ainda penso em ti… pensa em mim, mas só mais uma vez.

 

diz-me quanto tens de honesto quanto tens de bom
diz-me quantas provas queres diz-me quanto sou
Já não sinto nada dentro não sei perceber…
Vai só mais uma volta, desta ninguém vai dizer.

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:00 | link do post | comentar

Conhecer a Batalha de Aljubarrota

 

É possível visitar o campo onde há 625 anos se travou a Batalha de Aljubarrota: no Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota conhecemos o terreno onde se deu a vitória que consolidou a independência de Portugal e impulsionou o país para os Descobrimentos.

Estávamos feitos. Eram 40 mil homens contra sete mil nossos. O poderoso exército castelhano preparava-se para pôr os pontos nos ii depois de termos violado o Tratado de Salvaterra de Magos.

Segundo este acordo, com a morte do rei D. Fernando em 1383, a Coroa de Portugal deveria passar para o espanhol D. Juan I, já que este casara com a única filha legítima do 'Inconsciente' rei português.

 

Mas para a patriótica população lisboeta, que por nada aceitaria que a capital passasse para Toledo, as coisas não podiam ficar assim e proclamaram D. João, Mestre de Avis, meio-irmão do falecido D. Fernando, «regedor, governador e defensor do reino», como atestam documentos da época. Título a que as Cortes de Coimbra retiraram os eufemismos ao elegerem-no, em 1385, como Rei de Portugal.

 

À rebeldia lusa, o rei de Castela e Leão respondeu com uma invasão a partir da vila de Almeida, na Guarda, chegando com o seu batalhão até Leiria. O que aí sucedeu ficou conhecido como um dos momentos mais decisivos da História de Portugal: a Batalha de Aljubarrota.

A imprevisível vitória da humilde milícia portuguesa sobre a superior (numérica e militarmente) cavalariça castelhana foi de tal modo sublime e inspiradora que a vemos ganhar contornos épicos numa curta-metragem com a participação de Ana Padrão e Gonçalo Waddington, a que assistimos.

Estamos no auditório do Centro de Interpretação de Aljubarrota (CIBA), em Porto de Mós, criado há dois anos pela Fundação Aljubarrota. Iniciativa de António Champalimaud, esta instituição permitiu a valorização de seis campos de batalhas ocorridas durante a Guerra da Independência (1383 a 1432) e a Guerra da Restauração (1640 a 1668). Entre eles encontra-se o Campo Militar de S. Jorge, correspondente à Batalha de Aljubarrota, possível de visitar através do CIBA.

Testemunha viva de uma das mais impressionantes batalhas campais da Idade Média, é no próprio campo que encontramos a resposta para a curiosa vitória portuguesa. Foram as características naturais da paisagem que permitiram que D. Nuno Álvares Pereira aplicasse a 'táctica do quadrado', não só encurralando os castelhanos como fazendo-os tropeçar em fossos camuflados.

Para explicar a vitória em detalhe, o CIBA tem um núcleo onde vemos documentadas as campanhas arqueológicas que colocaram a descoberto o sistema defensivo de inspiração anglo-saxónica, ossos de alguns combatentes, as principais fontes iconográficas e documentais e réplicas do armamento utilizado.

Para os mais novos há ainda o Exploratorium, um laboratório de brincadeiras para pais e filhos descobrirem a Idade Média e, junto ao Parque das Merendas, um parque com jogos e engenhos em madeira prontos a serem accionados. Do escolar ao científico, o serviço educativo organiza visitas guiadas para todos os tipos de público.

aisha.rahim@sol.pt

CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DA BATALHA DE ALJUBARROTA

AV. D. NUNO ÁLVARES PEREIRA, 45
CALVARIA DE CIMA - PORTO DE MÓS

TEL. 244 482 087

WWW.FUNDACAO-ALJUBARROTA.PT

 

Via Sol

 



publicado por olhar para o mundo às 08:00 | link do post | comentar

Domingo, 14 de Novembro de 2010

 

Procuram-se abraços

 

 

Campanha “Procuram-se Abraços”

 

Idealizada como uma acção de marketing social, ao serviço do objectivo da captação de novas famílias que estejam disponíveis para acolher crianças em situação de risco, a campanha “Procuram-se Abraços” consiste num programa de relações públicas e num plano apropriado de meios publicitários.

A campanha “Procuram-se Abraços” da Mundos de Vida pretende, assim, por ao serviço de uma causa social, os instrumentos de marketing disponíveis no sector empresarial, potenciado por um conjunto de boas vontades de personalidades e instituições que, generosamente, se associaram ao objectivo central da campanha.

É neste quadro que se destaca o papel dos padrinhos da campanha “Procuram-se Abraços”, os apresentadores de TV, Jorge Gabriel e Sónia Araújo que ao aceitarem esta importante função, lhe conferiu, necessariamente, uma maior visibilidade, conseguindo-se, desta forma, chegar a uma população muito mais vasta. Para o sucesso da campanha destacam-se, também, as parcerias e apoio das autarquias e da comunicação social dos concelhos abrangidos pelo Serviço de Acolhimento Familiar de Crianças e Jovens da Mundos de Vida, nomeadamente, os concelhos de V. N. de Famalicão, Guimarães, Barcelos, Esposende, Vizela, Santo Tirso, Trofa, Maia, Vila do Conde e Póvoa de Varzim.

O plano de meios conta com a colocação de outdoors, de muppis e a distribuição em grande escala de desdobráveis através da rede de escolas, dos centros de saúde, das farmácias, dos correios, das estações de caminhos-de-ferro e de outros estabelecimentos comerciais.

Mais informações, podem ser obtidas através do endereçofamilia@mundosdevida.pt, do telefone da campanha ou do número 252 49 90 10 e, directamente, nos serviços, na rua Quinta da Serra, 101, em Lousado (V. N. de Famalicão).


Retirado de Mundos de vida



publicado por olhar para o mundo às 23:07 | link do post | comentar

As raparigas e a primeira vez

 

Os rapazes têm mais relações sexuais do que as raparigas, mas elas  protegem-se menos do que eles nos primeiros atos. Uma investigação desenvolvida na Universidade do Arizona mostra que as raparigas pensam menos nos preservativos na hora da primeira relação sexual. Dentro dos vários grupos étnicos, os afro-americanos foram os que se revelaram menos cautelosos.

 

O estudo mostra também que, em relação à década de 70, os jovens iniciam a sua vida sexual mais tarde, mas alerta para a descida da idade com contraem doenças sexualmente transmissíveis.

 

Os resultados desta pesquisa foram apresentados na Reunião Anual de Saúde Pública Americana e revelaram ainda que se registou um aumento de jovens entre 15 e 19 anos que sofrem de doenças sexualmente transmissíveis.

 

A grande conclusão é que os jovens recebem educação sexual acabam por adotar um comportamento mais cauteloso do que aqueles que nunca receberam informação adequada sobre o tema.

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Twenty-five years and my life is still 
Trying to get up that great big hill of hope 
For a destination 
And I realized quickly when I knew I should 
That the world was made up of this brotherhood of man 
For whatever that means 
And so I cry sometimes 
When I'm lying in bed 
Just to get it all out 
What's in my head 
And I am feeling a little peculiar 
And so I wake in the morning 
And I step outside 
And I take a deep breath and I get real high 
And I scream at the top of my lungs 
What's going on? 
And I say, hey hey hey hey 
I said hey, what's going on? 
ooh, ooh ooh 
and I try, oh my god do I try 
I try all the time, in this institution 
And I pray, oh my god do I pray 
I pray every single day 
For a revolution 
And so I cry sometimes 
When I'm lying in bed 
Just to get it all out 
What's in my head 
And I am feeling a little peculiar 
And so I wake in the morning 
And I step outside 
And I take a deep breath and I get real high 
And I scream at the top of my lungs 
What's going on? 
And I say, hey hey hey hey 
I said hey, what's going on? 
Twenty-five years and my life is still 
Trying to get up that great big hill of hope 
For a destination.

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:01 | link do post | comentar

mais sobre mim
posts recentes

DEOLINDA - Novo disco ac...

Orq. Gulbenkian & Orq. Ge...

UHF no Cineteatro Munici...

Bar ACERT - Café-Concerto...

Tsunamiz - I Don't Buy It

Biruta - DATAS em JULHO -...

Itinerário do Sal - ópera...

Junho traz concerto de Pe...

Sarah Nery edita EP homón...

Candeio apresentam novo s...

arquivos

Fevereiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Setembro 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Julho 2014

Junho 2014

Março 2014

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

tags

todas as tags

Related Posts with Thumbnails
blogs SAPO
subscrever feeds
comentários recentes
Moro no Porto gosta de saber se há este tipo de cu...
Olá Boa tarde eu ultimamente não sinto prazer sexu...
Gente me ajudem nao sei oq fazer eu tenho meu mari...
joga na minha conta entaomano
Eu es tou dwsssssssssvzjxjshavsvvdvdvsvwhsjdjdkddd...
Quero fazer uma pergunta referente ao tema e é pro...
fala comigo
Essa papelaria em Queijas da muito jeito chamasse ...
ai mano to nessa como faz???
Gostaria de saber oque fazer quando a criança nega...
Posts mais comentados