Segunda-feira, 6 de Setembro de 2010

Letra
Vamos descendo para o Sul
a onde o sol é bem mais quente
temos a alma cheia de sonhos
temos o mundo pela frente

Vamos descendo para o sul
e nesta estrada vamos indo
olha o Tejo como é tão belo
parece que ele está sorrindo

Vamos descendo pró Sul
a terra que sonhei
depois dos campos dourados
está o sítio que eu te contei

Vamos descendo para o Sul

Vamos descendo para o Sul
e já estamos no Alentejo
se eu fosse um homem
homem do campo teria vacas pra criar

Vamos fazendo esta viagem
contando as nossas paixões
temos o vinho e as guitarras
para aquecer os corações

Vamos descendo pró Sul
a terra que sonhei
depois dos campos dourados
está o sítio que eu te contei

Vamos descendo pró Sul
na esperança de encontrar
depois dos campos dourados
está a terra que quero amar

Vamos descendo para o Sul

Vamos descendo para o Sul
Vamos descendo para o Sul
Vamos descendo para o Sul

temos o vinho e as guitarras
para aquecer os corações
vamos descendo para o Sul 
a terra que eu sonhei



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"Seis anos foi o que demorou só o julgamento, normalmente a fase dos recursos demora muito mais", argumenta o Bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, lembrando que alguns dos crimes foram cometidos nos anos 90.

 

 

O Bastonário da Ordem dos Advogados (OA), Marinho Pinto, considera que a manter-se o ritmo das decisões judiciais no processo da Casa Pia, cujo julgamento demorou seis anos, os crimes vão acabar por prescrever.

"Não se pode dizer que correu bem um processo em que uma das suas fases demora seis anos. Quando [o julgamento] demora seis anos, é terrível, a manter-se este ritmo, eu digo muito claramente que o processo vai acabar por prescrição", disse Marinho Pinto, ontem à noite, numa tertúlia no Casino da Figueira da Foz.

Intervindo na tertúlia "125 minutos com...", Marinho Pinto lembrou que alguns dos crimes foram cometidos nos anos 90 e "começam já a prescrever em 2016, daqui por seis anos".

"Seis anos foi o que demorou só o julgamento, normalmente a fase dos recursos demora muito mais", argumentou.

Segundo o Bastonário da OA, há julgamentos que duram um dia e cujos recursos para os tribunais da Relação "demoram, às vezes, nove, dez meses, um ano, dois ou três anos".

"Eu estou à espera de um acórdão da Relação há três anos", exemplificou.

 

"Prudência" com estatísticas de Noronha do Nascimento

 

 

Instado pela jornalista Fátima Campos Ferreira, anfitriã da tertúlia, a comentar afirmações do presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Noronha do Nascimento, segundo as quais aquela instância superior decide recursos em três ou quatro meses, Marinho Pinto negou que assim seja.

"O Dr. Noronha do Nascimento tem umas estatísticas muito especiais que eu não quero comentar aqui. Quero só dizer que é uma grande mentira, resultante da soma de pequenas verdades", sublinhou.

Para Marinho Pinto as "estatísticas" de Noronha do Nascimento têm de ser interpretadas "com muita prudência e muita cautela".

"Ele acaba de dizer que o Supremo Tribunal de Justiça decide em três meses ou quatro. Isso não é verdade, há lá processos que estão há bastante mais meses", argumentou o Bastonário.

Por outro lado, Marinho Pinto disse ser necessário levar em conta que, nos dias de hoje, "praticamente não há um recurso para o Supremo Tribunal de Justiça em matéria cível".

"Mesmo em matéria criminal, aqueles que a lei permite que vão para o Supremo, o Supremo manda para as Relações", disse.

Via Expresso



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Domingo, 5 de Setembro de 2010

Mulheres falam de sexo na televisão

 

A linguagem pode ser terna mas também crua, dizendo com todas as letras aquilo que há a dizer sobre sexo. Cinco mulheres, de várias faixas etárias falam da sua intimidade no projecto As Mulheres e o Sexo, que a produtora Stopline está a desenvolver para televisão e novas tecnologias.

As crónicas de Ana Maria Anes, 37 anos, no jornal O Independente, que deram origem ao livro 7 Anos de Mau Sexo, são o ponto de partida desde projecto, protagonizado por cinco mulheres sem experiência na representação. Joana Lobo Anta, Mia Nacamae, Adriana Queiroz, Rute Palma e Bruna Bastos seguem as coordenadas do guião, mas nem sequer tiveram de decorar os textos palavra a palavra.

"Elas são a voz de qualquer mulher. São mulheres como outras quaisquer", diz Pedro Varela, que fez a adaptação dos textos e é o director artístico de As Mulheres e o Sexo. O homem também lá está. "Está sempre latente", diz Ana Maria Anes, entusiasmada por ver as suas crónicas ganharem vida.

O corpo, o orgasmo, o sexo oral, o beijo são alguns dos tópicos de uma mesma temática - o sexo - que serão abordados em pequenos contos de cerca de cinco minutos. Deverá ser a SIC, apurou o Diário de Notícias, a estação que os vai emitir. Mas a Internet e o telemóvel também são meios onde estas histórias deverão ser vistas. Na calha está ainda a versão masculina do projecto, Os Homens e o Sexo.

Ana Maria Anes prepara entretanto o lançamento de um novo livro, intitulado O Livro dos Silêncios. "Vai falar da vida e de uma série de sentimentos. Não neces- sariamente sobre sexo", diz.

 

Via DN



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Letra

Já sei namorar
Já sei beijar de língua
Agora, só me resta sonhar
Já sei onde ir
Já sei onde ficar
Agora, só me falta sair

 

Não tenho paciência
pra televisão
Eu não sou audiência
para a solidão
Eu sou de ninguém
Eu sou de todo mundo
E todo mundo me quer bem
Eu sou de ninguém
Eu sou de todo mundo
E todo mundo é meu também

 

Já sei namorar
Já sei chutar a bola
Agora, só me falta ganhar
Não tenho juiz
Se você quer a vida em jogo
Eu quero é ser feliz

 

Não tenho paciência
pra televisão
Eu não sou audiência
para a solidão
Eu sou de ninguém
Eu sou de todo mundo
E todo mundo me quer bem
Eu sou de ninguém
Eu sou de todo mundo
E todo mundo é meu também

 

Tô te querendo como ninguém
Tô te querendo como Deus quiser
Tô te querendo como eu te quero
Tô te querendo como se quer (x2)

 

 

 

 



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Pixelejo

 

Ao longe, os azulejos de Tiago Tejo enganariam o mais astuto dos caçadores de relíquias de fachadas. Tendo em conta que cada azulejo arrancado de um prédio antigo chega a valer 60 euros, os painéis espalhados por Lisboa pelo estudante de 24 anos enriqueceriam até um ladrão de meia tigela. Isto, claro, se não fossem feitos de papel.

Na verdade, Tiago criou uma peça muito mais barata - o pixelejo -, que segundo o próprio, resulta do "cruzamento entre a antiga arte do azulejo e o pixel [a unidade da imagem digital]". Tiago tem dificuldade em precisar a altura em que decidiu desenhar uma réplica de um azulejo de Rafael Bordallo Pinheiro no seu computador. "Foi há coisa de um ano ou dois, quando desisti da minha primeira licenciatura, fiz o Interrail e tinha de me entreter com qualquer coisa." Do tédio de estar em casa sem fazer nada - na altura ainda não frequentava o curso de História de Arte, em Lisboa - nasceu o pixelejo, a nova forma de arte urbana "apreciada por miúdos e velhos". 

"Comecei a reunir informação sobre azulejos antigos e juntei isso à pixel art forma de arte digital], que já me interessava desde a infância, com os jogos de computador." Fazer um pixelejo chega a demorar dois dias, ou melhor, duas noites, porque é de madrugada que Tiago consegue trabalhar. "Pinto os quadradinhos no computador consoante o padrão de azulejo que quero fazer, imprimo-os, corto e colo onde quiser."

As colagens são sempre feitas durante a noite, porque, relembra Tiago "isto é ilegal". Mesmo assim, garante ter sempre a preocupação de "não estragar coisas já existentes e melhorar coisas feias, como por exemplo as caixas de electricidade". "Há prédios velhos em que falha o padrão de azulejo e muitas vezes ponho um diferente, só para chocar mais", conta. "Vale tudo desde que não estrague nada."

Em Lisboa, onde a maior parte dos seus pixelejos estão espalhados, é difícil acompanhá-lo numa missão diurna. "Só se for numa fábrica abandonada", diz. Depois de investigar a zona do Parque das Nações, Tiago convida-nos para uma colagem na antiga fábrica da Air Liquide, em Chelas. No edifício repleto de lixo e ocupado por toxicodependentes, um deles avisa a fotógrafa do i: "A senhora deve ser ou muito corajosa ou muito louca para estar aqui com essa máquina." Perigo à parte, a missão é rápida. Tiago imprimiu os desenhos na noite anterior e preparou o balde de cola em casa. Em menos de uma hora, ergue-se um painel de 54 pixelejos numa parede com alguns rabiscos. "Ponho cola na parede e depois em cima, como num cartaz político", explica. 

Muitos amigos de Tiago têm as casas decoradas com estes azulejos de papel. Mas só amigos, porque Tiago não vende. No Facebook, há cada vez mais interessados no Pixelejo e a página até tem uma base de dados de fotografias.

Segundo o site do projecto SOS Azulejo existem 102 casos de furto de azulejos em Portugal desde 1984. Esta pode ser uma maneira barata, embora efémera, de substituí-los.

 

Via ionline



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Sábado, 4 de Setembro de 2010

Romance e sexo

 

Mulheres querem romance e sexo. No namoro, essa combinação acontece naturalmente.

Contudo, após o casamento, só o sexo tende a ficar em evidência. Essa é uma queixa constante das mulheres nas rodas de bate-papo com as amigas e nos consultórios.

Enquanto elas esperam preliminares, como tato ou um gesto sensual excitante, eles (sem qualquer rodeio) dão a famosa passada de mão nos genitais, seios ou bumbum – atitude que leva a mulher a se esquivar da intimidade. Algumas brincadeiras usadas como start sexual são avaliadas por elas como “broxantes” ou sem graça.

Diante da reação negativa, eles ficam sem saber o que elas desejam, e acreditam que sempre foi assim, desde o namoro, sem reclamações.

Será que era assim mesmo?

O ritual para o encontro durante o namoro já vem carregado de intenções, desejos, fantasias e muita sedução. As palavras “gostar”, “amar” e “desejar” estão sempre no vocabulário dos enamorados. Atitudes comedidas, elogios, palavras e gestos de carinho fazem parte da atração. Sentar juntinho, cochichos ao ouvido, mãos unidas e longos beijos compõem a cena romântica.

E o sexo? Ah, esse fica para o final como fechamento de uma intimidade que foi se desenrolando desde o primeiro olhar. O prazer sexual é a explosão de toda essa energia afetiva e sexual, construída em cada encontro.

Com a convivência, o cenário se modifica e a mulher tem seus pensamentos voltados para o trabalho, tarefas da casa, filhos, cursos, etc. Isso acontece na maior parte do tempo, inclusive durante as relações amorosas. O homem é diferente, ele consegue separar tudo isso e o momento sexual é privilegiado.

Com o passar do tempo, aproximadamente dois anos, as carícias ficam escassas e o sexo mais rápido, os beijos são curtos e o que antes eram simples pedidos passam a ser ouvidos como cobranças. O sofá, que antes parecia imenso por ocuparem um único assento, passa a ser usado em suas extremidades.

A mulher espera ser seduzida "mais uma vez". Ela projeta no parceiro, a partir de sua fértil imaginação, idéias que são fruto de uma mistura entre romance e sexo arrebatador. Enquanto ele espera ser provocado sexualmente, ela deseja ser conquistada novamente e isso reforça sua libido e a motivação para o sexo.

Diante desse conflito, uma boa estratégia é lembrar e reproduzir atitudes positivas do namoro que movimentavam a relação afetivo/sexual e incrementar com uma pitada de surpresa e criatividade.

Seis dicas bacanas para os homens:

1. Elogie a mulher, a mãe, a profissional – ela precisa sentir-se valorizada por você e não por outro homem;

2. Acolha, mas seja firme num momento de sua indecisão – ela precisa sentir que seu homem tem poder para enfrentar os momentos difíceis da vida;

3. Trate com respeito e carinho, sem infantilizar a relação ou fazê-la se sentir uma idiota;

4. Não use joguinhos para provocar ciúmes, isso é coisa de adolescente – ela espera um homem com autoconfiança, que atrai outros olhares, mas saiba o que deseja em sua vida: “ela”. Não quer um babaca.

5. Interaja de forma inteligente, não imponha suas vontades. Usar o bom senso e ter convicção em suas idéias é uma forma de sedução. Atitudes de machão ou de angelical afetuoso são tipos que não provocam excitação;

6. Durante a transa, mostre que sabe o que está fazendo – isso é “pegada” – sem inibir a espontaneidade dela.

O sucesso para continuar sendo o tesão e o amor da vida dela é o conjunto de suas atitudes, mas você não precisa ser 100% em cada uma dessas características, use a imaginação para viver bem!

 

Via 180 graus



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Onze pedreiras, quais 'crateras lunares', espalham-se pelo Parque Natural da Arrábida. Veja as fotos.

Carla Tomás (texto) e Luiz Carvalho (fotos) (www.expresso.pt)

Pedreiras ocupam na Arrábida uma área equivalente a cerca de 300 campos de futebol (323 hectares, segundo o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade) e podem permanecer nesta área protegida por tempo indefinido.

 

Setúbal, Sesimbra,Palmela

2010

 



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Letra
How many roads must a man walk down
Before you call him a man
Yes, and how many seas must a white dove sail
Before she sleeps in the sand

Yes, and how many times must the cannon balls fly
Before they're forever banned
The answer, my friend, is blowin', is blowin'
The answer is blowin' in the wind

Yes, and how many times must a man look up
Before he can see the sky
Yes, and how many ears must one man have
Before he can hear people cry

Yes, and how many deaths will it take till he knows
That too many people have died
The answer, my friend, is blowin', is blowin'
The answer is blowin' in the wind

Yes, and how many years can a mountain exist
Before it's washed to the sea
Yes, and how many years can some people exist
Before they're allowed to be free

Yes, and how many times can a man turn his head
Pretending he just doesn't see
The answer, my friend, is blowin', is blowin'
The answer is blowin' in the wind

The answer, my friend, is blowin', is blowin'
The answer is blowin' in the wind



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O adeus de Torres, o Bom Gigante

 

Da cabeça do 'bom gigante' saíram muitas bolas, às quais Eusébio respondia com golos doBenfica. E o altruísmo de José Torres no relvado tinha correspondência na boa disposição fora dele. (Veja vídeo SIC no final do texto)

 

 

Estádio de Wembley, 27 de junho de 1966. De cabeça, o 'bom gigante' desfeiteou o mítico guardião soviético Lev Yashin, e deu a Portugal o 3.º lugar no Mundial de futebol. Longe dos tempos de glória, José Torres morreu hoje, aos 71 anos.

O seu 1,91 metros de altura e a bondade, reconhecida pelos companheiros, valeram-lhe a alcunha de 'bom gigante', numa carreira que durou 23 anos, que o tornou uma figura incontornável do "glorioso" Benfica da década de 60 e dos 'magriços' do Mundial de 1966.

Gorada a hipótese da presença na final, em Wembley, José Torres marcou o golo que consolou Portugal quando o encontro estava empatado 1-1, ainda com as lágrimas de Eusébio bem presentes na memória, após o afastamento da final, às mãos da anfitriã Inglaterra.

Melhor marcador em 1962/63

 

José Torres chegou ao Benfica com 20 anos, depois de se ter iniciado no futebol no clube da cidade onde nasceu, Torres Novas, a 8 de setembro de 1938. Na Luz, enfrentou a forte concorrência de José Águas, titular indiscutível do ataque 'encarnado', mas acabou por conseguir "saltar mais alto" e foi o melhor marcador da época de 1962/63, com 26 golos.

Da cabeça do 'bom gigante' saíram muitas bolas, às quais Eusébio respondia com remates para o fundo das redes. E o seu altruísmo no relvado tinha correspondência na boa disposição fora dele.

"Sonhava de noite para fazer dia", lembra José Augusto, seu habitual companheiro de quarto, cúmplice nas partidas arquitetadas para pregar aos colegas de equipa.

Fora dos títulos europeus

 

Apesar de já integrar o plantel do Benfica, José Torres não jogou nas competições europeias nas épocas de 1960/61 e 1961/1962, nas quais o Benfica se sagrou campeão europeu. Nas épocas de 1963, 1965 e 1968 teve um papel importante na presença dos 'encarnados' nas finais europeias, mas não conseguiu fazer a festa.

Para a história, fica também uma frase. "Deixem-me sonhar", disse José Torres quando poucos acreditavam no apuramento para o Mundial de 1986. Carlos Manuel fez a vontade ao então selecionador, com o famoso pontapé de Estugarda, que colocou Portugal no Mundial do México.

Ironia, ou não, o sonho acabou por se transformar no pesadelo de Saltillo, devido às convulsões no seio da equipa nacional que marcaram a presença lusa.

14 golos por Portugal

 

José Torres estreou-se na seleção portuguesa em 1963, numa derrota frente à Bulgária (0-1), e despediu-se 10 anos depois, precisamente frente à mesma equipa, que marcou também a despedida de Eusébio e Simões.

Ao serviço da equipa nacional apontou 14 golos, três dos quais na fase final do Mundial de Inglaterra em 1966, onde alinhou nos seis jogos da competição, na qual a seleção conseguiu a sua melhor classificação de sempre, o 3.º lugar.

O 'bom gigante' deixou o Benfica em 1971, rumo ao Vitória de Setúbal, onde esteve até 1975, ano em que rumou ao Estoril-Praia, clube no qual terminou a carreira, em 1980, então com 42 anos, com um saldo total de 217 golos em 384 jogos.

Fim de vida atribulado

 

Como treinador, função que chegou a acumular com a de jogador ainda no Estoril, orientou o Estrela da Amadora, o Varzim e o Boavista.

Apaixonado pela columbofilia (nos últimos tempos era Chalana quem ajudava a cuidar dos seus pombos), José Torres enfrentou um drama pessoal nos últimos anos de vida devido à doença de Alzheimer, à qual se juntaram problemas financeiros. Alvo de homenagens e festas de angariação de fundos, o 'bom gigante' viveu o fim de vida praticamente na miséria.

 

Via Expresso



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Sexta-feira, 3 de Setembro de 2010

Orgasmo sem mistérios

 

Se antes as mulheres mal sabiam o que era orgasmo mesmo depois de anos de casamento, hoje em dia ele se tornou uma obsessão para muitas delas.

Sem tabus, elas exploram mais o corpo e vão atrás de manuais, guias, livros, cursos e até cirurgia íntima em busca de atingir o máximo de prazer na hora H. "O orgasmo é algo muito particular, que promove sensações diferentes em cada mulher e difíceis de descrever, por isso a curiosidade em se falar sobre o assunto", aponta a sexóloga Carla Cecarello.

Não existe uma fórmula mágica. "Orgasmo é individual e a receita está na pessoa, na sua entrega, na cumplicidade, tendo como resultado uma excitação crescente até o máximo do prazer sexual". Se antes eram os homens os mais preocupados com o desempenho na cama, agora elas é que vão em busca de respostas e "treinamentos", para agradar ao parceiro, e conseqüentemente, também serem beneficiadas. Mas isso não significa que muitas delas consigam de fato ter mais prazer. Um estudo publicado recentemente no jornal da Associação Britânica de Cirurgiões Urológicos pela Clínica Urológica de Nova Jersey (Estados Unidos) afirmou que não atingir o orgasmo é a principal queixa delas, mulheres entre 18 e 30 anos. Mais ansiosas na busca pelo orgasmo, o sexo deixa de ser natural e passa a ser mais uma performance.

O orgasmo deve ser sempre muito intenso?
As sensações do orgasmo são variáveis de pessoa para pessoa. O orgasmo é o resultado de uma excitação crescente, tendo como resultado o clímax, onde está inserido entrega, sentimento e sensações, estas sofrem influência de fatores intrínsecos (emoções, sentimentos, orgasmos anteriores registrados na memória) e extrínsecos (ambiente, tempo e parceria sexual).

Todo ser humano é preparado biologicamente para o orgasmo?
O nosso corpo está apto para o sexo e consequentemente para o orgasmo. Na dificuldade ou ausência do orgasmo, é necessário a busca de tratamento por um especialista - terapeuta sexual - para investigar as possíveis causas, físicas ou psicológicas.

O orgasmo clitoriano é verdadeiro?
O orgasmo não depende da penetração para acontecer. Ele é um só e não separado em vaginal, clitoriano e peniano, mas uma sensação do corpo inteiro. O que muda são os pontos estimulados para a excitação. Não há comprovação científica que ateste a existência do Ponto G masculino ou feminino, mas sim regiões que ao serem estimuladas favorecem o orgasmo. Para as mulheres, o canal vaginal possui uma plataforma orgástica, região mais sensível ao toque logo nos primeiros centímetros, que participa efetivamente na elevação da excitação.

Se as preliminares são longas, os orgasmos serão intensos?
Elas ajudam a chegar lá, mas não vão indicar a intensidade do orgasmo e sim da excitação, da entrega total ao momento erótico e de suas emoções.

Mulheres demoraram mais para chegar lá?
De forma geral sim, porque na sua resposta sexual, elas têm mudanças anatômicas na sua genitália para que possa ser penetrada sem dor. Muitas vezes, em um encontro casual, a mulher pode ter um orgasmo dentro de poucos minutos, pelo fator fantasia do momento.

Orgasmo e ejaculação são a mesma coisa?
O orgasmo e a ejaculação são respostas fisiológicas diferentes no homem. O orgasmo é uma resposta sensorial, enquanto que a ejaculação é a eliminação do esperma. No homem, geralmente eles acontecem simultaneamente. Ainda não foi comprovado nada sobre a ejaculação feminina. Em alguns casos há mulheres que se lubrificam mais do que as outras, pela atuação de glândulas no canal vaginal. Mas estas glândulas não são como a próstata e o canal seminal masculino que podem armazenar um liquido para depois jorrá-lo em determinado momento. Na mulher, estas glândulas assim que produzem o liquido para lubrificação, o solta, e isso é feito durante toda a relação.

 

 

Via 180 Graus



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Letra

Escurinha, tu tem que ser minha de qualquer maneira
Te dou meu boteco, te dou meu barraco
Que eu tenho no morro de Mangueira
Comigo não há embaraço
Vem que eu te faço meu amor
A rainha da escola de samba
Que o teu nego é diretor

Quatro paredes de barro, telhado de zinco
Assoalho no chão, só tu escurinha
É quem está faltando no meu barracão
Deixa disso bobinha
Só nessa vidinha levando a pior
Lá no morro eu te ponho no samba
Te ensino a ser bamba, te faço a maior
Escurinha, vem cá!



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Ping

 

A Apple anunciou ontem uma nova rede social baseada em música. Ping chega com iTunes 10

 

O que é que os seus amigos andam a ouvir? A Apple responde à pergunta com o PingSteve Jobs, o líder da empresa, diz que esta será uma rede onde "o Twitter encontra o Facebook e o iTunes", mas no fundo é mais uma mistura de last.fmFacebook. O Ping virá incluído no iTunes 10, a versão do media player lançada ontem, onde o CD desaparece do logótipo "porque a venda de músicas digitais ultrapassa já as vendas em CD", justifica Jobs na conferência transmitida a partir de S. Francisco, nos EUA. 

Os 160 milhões de utilizadores do iTunes (contando apenas os que têm cartões de crédito registados) são agora convidados a criar um perfil e partilhar os seus estados, vídeos e fotografias, mesmo que não estejam directamente ligados com música. O serviço mostra-lhe também um top com as dez músicas mais ouvidas pelo seu círculo de amigos, bem como uma lista de concertos, muito semelhante aos eventos do Facebook, onde pode dizer ao mundo que vai assistir a um espectáculo.

Jobs anunciou também a renovação completa da linha de iPods. O iPod Shuffle - o mais pequeno de sempre - volta à forma quadrangular e o nano ganha um ecrã multitoque. A maior modificação chega ao iPod Touch, que agora é mais fino e ganha as funcionalidades do último iPhone: uma câmara HD atrás e o "Retina display", bem como uma câmara frontal para fazer chamadas de vídeo entre iPods e iPhones em locais que tenham rede wireless. O iPad irá receber funcionalidades multitarefa em Novembro com o iOS 4.2, o sistema operativo dos dispositivos móveis Apple. 

A nova geração da Apple TV foi também ontem anunciada. Os filmes e séries passam a ser alugados, mas não estão disponíveis em Portugal devido aos direitos de utilização. Marco Dinis Santos

 

Via ionline



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Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010

Consta que dois minutos de sexo é "pouco", sete é "aceitável", dez é a duração "adequada" e treze é "desejável". Mais do que isso já "é demais", dizem os especialistas. (Vídeo no fim do texto)

Antes de qualquer dissertação sobre o tema, digo-vos já: Isto é tudo muito relativo! Depois da eterna discussão sobre a importância do tamanho no que diz respeito à "hora H", veio hoje parar-me à mão um estudo publicado este verão sobre a questão da duração.

 

Dizem os senhores pesquisadores da "Society for Sex Therapy and Research", nos Estados Unidos, que dez minutos é a duração ideal para uma relação sexual. Consta que dois minutos é "muito pouco", sete minutos é "aceitável", dez minutos é "adequado" e treze é "desejável". Mais do que isso já é - diria eu em bom português - uma maçada!

Quando leio estudos destes, pergunto-me frequentemente se as pessoas que os fizeram terão uma vida sexual satisfatória ou não... é que só quem não tem mais nada que fazer (e sim, refiro-me ao que estão a pensar) é que gasta tempo e dinheiro a investigar algo que não tem, nem nunca terá, uma fórmula perfeita.

Ora pensem comigo: Quantos de nós já ficámos com um sorrisinho de orelha a orelha depois de uma famosa (espero que não levem a mal o termo, mas acho que aqui podemos chamar as coisas pelos nomes) "rapidinha"? E quantos de nós também já não nos deleitámos com longuíssimos momentos de prazer, num género de jogos sem fronteiras sexuais que duram e duram? Haverá algum que seja melhor que o outro? Eu diria que não. Cada momento é um momento.

 

"Sexo é muito mais do que o coito"

 

Lembro-me de uma vez ter falado com o sexólogo Júlio Machado Vaz sobre isto e ele me ter dito o seguinte: "Felizmente o sexo é muito mais do que o coito. Aquilo que nós deprimentemente chamamos de preliminares é de extrema intimidade e faz parte do sexo. Um beijo apaixonado faz milagres". E para que ninguém tenha dúvidas, explicou-me que nas centenas de casais que já acompanhou a conclusão é geral: "Quantidade não significa qualidade".

Médicos e investigadores à parte, quem a sabe toda é mesmo o cantor Sting que em tempos disse numa entrevista: "Fazer amor pode durar um dia inteiro, desde a hora em que se dá um beijo de bom dia, a sair para jantar e ir ao cinema, até ao momento em que os dois corpos se encontram, por fim, debaixo dos lençóis". Eu não diria melhor.


Via a Vida de Saltos altos



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Letra
Não encontrei a letra desta música



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O mistério dos nomes portugueses dos filmes

 

A canção "Ponha aqui o seu pezinho, devagar, devagarinho" pode servir de inspiração para um filme de vampiros? A Castello Lopes acha que sim. Não sabemos se a ideia terá nascido de um trautear em desespero de causa numa sala cheia. O certo é que o filme "Vampire Sucks" - que estreia a 30 de Setembro - foi traduzido para "Ponha Aqui o seu Dentinho". 

Este é um sério candidato a título mais original do ano e foi com isso em mente que nos propusemos a resolver um mistério que atormenta os cinéfilos: quem é que traduz os títulos dos filmes para português e como funciona este processo? 

Regras a cumprir Primeiro, é preciso saber que os títulos que vê nos cinemas têm de ser aprovados pela Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC), que tem como regra número um: tudo em português. Mas há excepções. "Podem ser utilizados títulos em inglês ou outra língua estrangeira, desde que se refiram a nomes de personagens, localidades, temas musicais ou bandas, ou de difícil tradução ou atribuição de título em português", esclarece-nos por email Eliana Pereira, assistente técnica do IGAC. Ao que nós acrescentamos, depois de falarmos com várias distribuidoras, de muito, muito difícil tradução. 

André Taxa, director de marketing da Columbia TriStar Warner, simplifica a questão. "Existem duas condicionantes impostas pela IGAC: ao contrário de outros países da Europa, em Portugal não são aceites títulos exclusivamente em língua original, salvo casos em que estes sejam nomes próprios das personagens (como o ''Salt''), marcas, locais, etc. Não são aceites ainda títulos repetidos de filmes já existentes (excepto remakes)."

Segundo ponto importante para entender a escolha de um título português é que os tradutores não são para aqui chamados. "A questão dos títulos locais não é um problema de competências de tradução, é de capacidade de escolher um título forte e apelativo, e que posicione o filme com o tom certo para o público a que se dirige", explica ao i Pedro Espadinha, do departamento de marketing da Columbia TriStar Warner. Por essa razão, nenhum tradutor levantou o braço e disse: a tradução de ''The Expendables" é dispensáveis e não "Os Mercenários", como está nas salas. São decisões dos departamentos comerciais e de marketing que normalmente englobam cerca de 4 a 10 pessoas. 

Mas muitas vezes, as distribuidoras vêem-se a braços com verdadeiros dilemas de tradução. "A expressão ''Vampire Sucks'' tem uma piada que não é possível traduzir. Por um lado sucks significa ''chupar'', mas também ''não presta''. Optamos por manter o espírito do filme de comédia", diz Sandra de Almeida, do departamento de marketing da Castello Lopes Multimedia. 

A escolha da linguagem é uma das formas de situar o filme correctamente para o seu target, como nos explica Nuno Gonçalves, administrador da ZON Lusomundo Audiovisuais. "''Na Senda dos Condenados'' é direccionado para um público mais velho, não é para jovens. Optamos por não traduzir literalmente ''Fifty Dead Men Walking'' (Cinquenta homens mortos a caminhar) porque seria comprido de mais." Outro título que iria fazer história era "''Tá bem, Abelha!". "No caso do filme ''Bee Movie'', que era uma abelhinha chata, achamos um nome engraçado e tipicamente português, o ''Tá bem, abelha''. Mas a produtora norte-americana não concordou. Internacionalmente era ''A História de Uma Abelha'' e assim ficou. Era um título ao estilo National Geographic, mas são eles que têm a palavra final." 

Nas traduções dos títulos há até liberdade para dar mais informação do que o original, como no caso "The Back-up Plan", "Plano B... ebé" ou "The Box" para "Presente de Morte". "Damos mais informação para ir buscar o público deste filme. No caso ''The Box'', não vale a pena os fãs das comédias românticas da Cameron Diaz irem ao cinema à espera de vê-la alegre e divertida, porque é completamente diferente", diz Nuno Gonçalves. 

Outro recurso utilizado é manter o título original e acrescentar um subtítulo em português. A Ecofilmes recorre a esta estratégia várias vezes. "Normalmente o título em inglês já é reconhecido e as produtoras preferem que se mantenha o original, como é o caso de ''Thirst - Este é o Meu Sangue...''", diz o director comercial da Ecofilmes, Jorge Dias. Um dos títulos mais falados da distribuidora não foi um destes casos. Os críticos cairam em cima de "Um Homem Singular" porque não concordavam com a tradução de "A Single Man". "Tentamos ser fiéis ao original, a intenção de escolher singular em vez de sozinho é para dar mais informações sobre a personagem."

Os departamentos estão habituados a críticas, mas como nos respondeu Pedro Espadinha acerca do título "Miúdos e Graúdos", original "Grown Ups": "Nestes casos em que há críticas aos títulos de filmes, gostamos também de devolver a sugestão de novo título a quem critica. Que título daria ao ''Grown Ups''? ''Crescidos'' acha que é um bom título, com apelo comercial e que reflecte que se trata de uma comédia familiar? É uma área que gera discussão naturalmente, o que para nós até é positivo, porque mostra também a importância e interesse que os filmes têm para as pessoas."

 

Via ionline



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Quarta-feira, 1 de Setembro de 2010

A dança dos pénis rasgados

Lembra-se da "tarraxinha e do "creu"? Comparadas com o "daggering" são verdadeiras brincadeiras de meninos. Venha daí conhecer a dança que anda a 'fraturar' pénis na Jamaica.

Se é homem e gosta de danças que incluam o dito "roça roça", este post é dedicado a si. Já ouviu falar do "daggering"? Aquela dança que anda a deixar os pénis dos jamaicanos literalmente rasgados? Isso mesmo, rasgados. Se não quer que lhe aconteça o mesmo venha daí descobrir o que isto é antes de ser apanhado desprevenido numa qualquer noite de loucura, algures num bar duvidoso.

 

Fui alertada para a questão do "daggering" por um homem que, ao ler a descrição das mazelas, me confessou estar a começar a ficar mal-disposto. Pus-me a ler na Web e encontrei uma notícia do jornal "Daily Caribean" que relatava o seguinte cenário: desde o ano passado, aos hospitais jamaicanos chegam todos os meses pelo menos 4 a 5 homens com pénis 'fraturados', na sequência da dança que é já apelidada de "sexo seco". O aumento gradual de casos levou mesmo o Governo da Jamaica a proibir que este género de música seja passado na televisão e na rádio.

 

A moda do "sexo seco"

Lembra-se da "tarraxinha e do "creu"? Pois bem, comparado com o "daggering" são verdadeiras brincadeiras de meninos. Em bares e festas privadas a moda pegou, com homens e mulheres a simularem movimentos sexuais enquanto dançam. Na grande maioria das vezes, a dança é violenta e as mulheres adotam uma posição submissa (humilhantemente submissa, diria eu). A própria expressão "daggering" revela muito: "dagger" significa punhal e, diria eu novamente, é mesmo à punhalada que o pénis intervém nesta dança.

Além dos choques e quedas aparatosas, uma das lesões cada vez mais comuns é o tecido do pénis ereto romper-se com o embate violento no osso pélvico da parceira. Até a mim - que não tenho o dito cujo - me dói só de pensar no rasgão.

 

Dançar, mas com glamour

Gosto de dançar e quem lê este blogue com regularidade já o sabe. Sou adepta do glamour do tango e, de vez em quando, cai-me a anca para a sensualidade do chorinho. Contudo, confesso que aqueles bares cada vez mais em voga onde dá a sensação que se pode sair de lá grávida, sem saber quem é o pai, não fazem o meu género. Isto do "daggering", muito menos. Ao ver as imagens só me ocorre uma pergunta: e que tal arranjarem uma quartinho, hein?

Nunca me considerei uma conservadora, mas parafraseando a eterna frase da minha avó Laura: "Isto é um verdadeiro p....o, senhor Alfredo!". Espero que a moda não pegue em Portugal.

 

 

 


 

Via A Vida de saltos Altos



publicado por olhar para o mundo às 21:00 | link do post | comentar

 

Festa das vindimas de Palmela

 

A Festa das Vindimas, em Palmela, surgiu nos anos 60 do século passado, com o objectivo de promover o vinho da Região Demarcada da península de Setúbal. Além dos espectáculos de apresentação e eleição da Rainha das Vindimas, no Cine Teatro S. João, o programa da festa inclui os já tradicionais cortejo dos camponeses, o cortejo alegórico das Vindimas e bênção do 1º Mosto.

 

Mais informação e cartaz de espectáculos aqui:http://www.festadasvindimas.org/



publicado por olhar para o mundo às 17:26 | link do post | comentar

Letra
Sentimento ingénuo, deixa a bomba rebentar
Quanto mais pensares assim, mais eu vou desconfiar
Deixo o tempo passar, tento chamar-te a atenção
Deixei de acreditar, depois de uma explicação

O lado eterno da imaginação
A ingenuidade é pura ilusão
Nunca mais eu sei de cor

(...)

Decadência, espero nunca ter de lá voltar
Quanto mais o tempo passa, mais eu me vou afastar
Longe vão os tempos, em que eu nunca mais tentei
consegui ser o melhor, foi aquilo que eu sonhei

O sentimento é imaginação
Poemas, versos são pura ilusão
Não te deixes enganar

(...)

O sentimento é imaginação
Poemas, versos são pura ilusão
Não te deixes enganar

Enquanto eu espero, pelo que há-de vir
O pensamento, está longe de partir
A sorte chega, não vou procurar
A voz é marcha, para quem pensa em ditar

Aquilo que eu não sei

O sentimento é imaginação
Promessas feitas, são pura ilusão
Nunca mais eu vou ficar

Aqui

Nunca mais eu vou ficar

Aqui
Aqui

Nunca mais eu vou ficar



publicado por olhar para o mundo às 12:00 | link do post | comentar

Pishing no Facebook

 

Facebook é o quarto site mais afectado com ataques de phishing logo a seguir ao PayPaleBayHSBC, segundo o relatório da empresa de segurança BitDefender para a primeira metade de 2010.

Segundo a empresa, assistiu-se a um aumento considerável de “malware” (software malicioso), com oMundial de Futebol e com as inundações da Guatemala, uma vez que, estes foram os principais alvos para lançar os ataques.

O Trojan.AutorunINF.Gen (11%) foi considerado o vírus mais activo, neste primeiro semestre, já que se espalha rapidamente e de forma muito eficaz através dos discos e dispositivos de armazenamento removíveis, executando ficheiros maliciosos.

De acordo com os mesmos dados, o  spam, (mensagens não solicitadas “enganosas”) também sofreu um aumento, representando cerca de 86% de todas as ameaças, devido sobretudo ao spamfarmacêutico que aumentou de 51% para 66%.

Rússia e a China estão no topo da lista dos países que albergam mais software malicioso com 22% e 31% respectivamente.

relatório concluiu ainda que o Facebook - a superar os 400 milhões de utilizadores – irá ser alvo de mais ataques, já que a maioria dos autores de malware irá seguramente centrar-se nasplataformas de redes sociais para lançar as suas novas criações.

 

Via Ionline



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