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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

28
Mai10

Jogar Pacman no Google

olhar para o mundo

Sexta-feira passada, a Google alterou o logo na sua homepage para celebrar os 30 anos do jogo arcade PAC-MAN, como costuma fazer com outras efemérides.

 

Jogar Pacman No Google

 

A empresa norte-americana alterou a estrutura do jogo para que Pacman andasse em torno das letras da Google. Ao carregar em "Inserir Moeda", que substitui o habitual botão "Sinto-me com sorte", o utilizador podia jogar PAC-MAN tal como veio ao mundo há 30 anos, com os mesmos bugs, gráficos e sons originais.

 

100 milhões de euros e cinco milhões de horas de jogo O blogue RescueTime fez as contas e determinou que o PAC-MAN na Google custou quase 100 milhões de euros em produtividade, com cerca de cinco milhões de horas de jogo em todo o mundo.

 

Este custo foi determinado vendo o tempo gasto na página da Google no dia em que o PAC-MAN esteve na página inicial em oposição ao normal - 48 segundos contra os habituais 11 - e multiplicando pelo número de visitas que a Google recebeu nesse dia: mais de 500 milhões de utilizadores.

 

No entanto, estes números são apenas uma estimativa. A RescueTime partiu do princípio de que o utilizador habitual da Google ganha €20 à hora, um salário bastante superior à média.

 

Para além disso, não se pode determinar que todos os utilizadores que acederam ao motor de busca nesse dia jogaram PAC-MAN.

 

Se não teve a oportunidade de jogar PAC-MAN, a Google guardou o jogo em http://google.com/pacman .

 

Para além disso, pode ainda fazer o download do jogo aqui .

 

Via Expresso

27
Mai10

Orgasmos pagos ao minuto

olhar para o mundo

Orgasmos pagos ao minuto

 

Também aqui o cliché é válido: umas fazem-no por dinheiro, outras juram que é só por prazer. Mas todas têm vidas duplas. Há as que têm carreiras de sucesso, maridos e até filhos. Nas horas vagas, despem-se de preconceitos, sentam-se ao computador e atendem chamadas eróticas. É um part-time rentável, feito a partir de casa e com horários flexíveis. Mas exigente, porque ser operadora de linhas eróticas requer habilidade, talento e uma boa dose de paciência.

Anita Durante meses a fio, foi uma actividade clandestina. Anita tinha 24 anos, um marido e um bebé quando se candidatou a um anúncio na internet para operadora de linhas eróticas. Passados três dias, foi contactada pelo Club Chili, a única empresa portuguesa que tem funcionárias a trabalhar a partir de casa. Apresentadas as condições, tudo indicava que a carreira poderia ser aliciante: "Não tinha horário fixo, o trabalho era feito a partir de casa e não tinha de usar a webcam e mostrar-me aos clientes." Além do mais, o dinheiro dava jeito para pagar as propinas da universidade. 

Um ano depois, Anita - o nome é profissional - não tem mãos a medir com o trabalho. Tem de gerir escrupulosamente os horários para conseguir cuidar da casa, do marido, do filho, fazer os trabalhos da faculdade e ainda arranjar tempo para se ligar à internet e atender os clientes da linha erótica. Nos primeiros meses não contou ao marido que era uma chiligirl e recebia as chamadas quando ele não estava em casa. E ainda hoje, garante, "ninguém, mas mesmo ninguém" sonha, sequer, que tem uma vida dupla. Até porque o marido não acha graça à ideia: "Mas tem de se render às evidências, é assim que ganho dinheiro para pagar as despesas." 

Anita ganha 25 cêntimos por cada minuto de conversação. Quanto mais falar, mais ganha e, todos os dias, liga-se à internet durante pelo menos quatro horas. Num dia bom, consegue "uma hora de conversação". Feitas as contas, tira uma média de 300 euros por mês. Agora, porque o início da carreira "foi um desastre completo". A maior dificuldade nas primeiras chamadas - " que foram terríveis" - foi vencer a timidez. De tão óbvio que era, optou por explicar aos clientes "que não estava à vontade". Uns deixaram de ligar. Outros "até gostaram".

E ainda hoje, Anita admite que se sente "constrangida com algumas coisas". É que, explica, "há homens com fetiches muito estranhos". Homens que "na vida real não conseguem assumir determinadas fantasias com as companheiras". O cliente mais fiel - chega a usar a linha erótica três vezes na mesma semana - gosta de "ser chicoteado". Por isso, a chiligirl já aprendeu que deve tratá-lo por "escravo". Mais do que uma voz sensual, uma operadora das linhas eróticas precisa de pensar rápido, "porque do outro lado da linha aparece de tudo". Há que saber insistir na conversa, prolongá-la e levar o cliente a "esturrar mais dinheiro". Estimulá-lo, mas não deixar "que ele chegue depressa ao ponto". O principal truque é ouvir primeiro, para saber de que tipo de homem se trata. Um tímido, por exemplo, exige uma abordagem mais cuidadosa. "É preciso virar a conversa e, em vez de lhe dizer como sou, peço-lhe para se descrever. Dizem quase sempre que são morenos e têm 1,80 metros", conta. Depois, há que saber engolir sapos. Quando são mal-educados, Anita tenta "levar a coisa com naturalidade". E sujeita-se. "Porque um cliente é sempre um cliente e está a pagar", confessa. E, para todos os efeitos, uma chiligirl "não pode deixar-se levar por este tipo de susceptibilidades". 

Acima de tudo, atender chamadas eróticas é "fingir muito". Anita é a primeira a reconhecer que fabrica ilusões. Muitas vezes, atende clientes enquanto passa a ferro, arruma a casa ou pinta as unhas. "Mas, para eles, estou sempre na cama. É a arte de saber fingir", garante. E se há alguns homens que sabem que a verdade é esta, outros "não têm noção de que é um mundo de ilusão". Um ano de experiência dá-lhe uma certeza: "Os homens são facilmente manipuláveis, especialmente quando estão carentes." 

Ao Club Chili chegam clientes de todos os tipos. Muitos ligam do trabalho. Outros só querem conversar. "Alguém que os ouça" - geralmente os mais velhos. E é assim que as operadoras das linhas eróticas se transformam, muitas vezes, em "confidentes, quase psicólogas". Outros apegam-se de tal maneira à voz sensual que encontram do outro lado da linha, que "insistem e insistem e insistem" em marcar um encontro com a operadora. Fora de questão: as regras são estabelecidas logo no início. "Não dou o meu número de telefone e não saio com clientes", garante Anita. O que não significa que não se tenha já interessado por determinados clientes: "Mas passa depressa. Isto é só um emprego e encaro-o com toda a frieza necessária", garante. 

Sofia Nem todas as operadoras de linhas eróticas são iguais. Sofia é a mais recente colaboradora do Club Chili e garante que aceitou o emprego não porque precisa de dinheiro, mas porque gosta "realmente" do que faz. Só começou há três semanas, mas já conseguiu fidelizar clientes. Na semana passada, conseguiu que um fizesse três carregamentos de telemóvel seguidos. "É muito jovem e tem uma namorada nova. Contou-me que ela ainda o está a manter à fome. Então liga, porque acha que usar a linha erótica não é trair", conta. 

Sofia é a única call-girl que se autopromove fora do site do Club Chile (www.clubchili.com). Quando decidiu tornar-se chiligirl, criou um blogue para aliciar clientes e que é actualizado diariamente com fotografias (em que só não mostra a cara) e contos eróticos "reais". Além disso, usa o Messenger para conversar com eles. Apesar de não ganhar dinheiro com isso, a ferramenta serve "para fidelizar e é uma espécie de continuação da linha erótica". 

Sofia - é assim que assina o blogue, apesar de não confirmar se o nome é verdadeiro - tem um curso superior, garante que já trabalhou "em várias áreas", é pintora, dá formação e recusa-se, terminantemente, a falar da vida privada. Até a idade se recusa a revelar - diz só que tem "cerca de 30 anos". E mesmo no blogue (http://sofia-ligame.blogspot.com) deixa uma série de avisos: "Sou uma menina da linha erótica, com tudo o que isso acarreta. Não ligo a webcam, não dou o meu número de telefone privado, não marco encontros e não falo muito da minha vida privada... de resto, faço tudo :)." Além da publicidade que faz por sua conta e risco, há outra característica que a distingue: gosta mesmo do que faz. Tanto que até mantém conversas eróticas ao telefone com alguns homens "há quase dez anos", embora nunca se tenham encontrado pessoalmente. 

Há "muito tempo" até chegou a ter uma experiência "curta" noutra linha erótica. Durou o suficiente para perceber que fazia sucesso. "Facilmente compreendi que, sem esforço, a minha voz produzia um certo efeito", conta. Depois, manteve alguns clientes, que lhe faziam "uma espécie de pagamento", o que era "limitador", porque implicava ceder "alguns dados" pessoais. 

Ao telefone, Sofia está "sempre" de corpo e alma. "Entusiasmo-me sempre. É impossível não deixar que isso aconteça. Estou sozinha, adoro tocar-me, vibro com uma voz, a respiração do outro lado do telefone a ter prazer em estar ali comigo", admite. Por isso, diz que não precisa de recorrer a grandes truques. "Quem me liga percebe rapidamente que não estou a fazer o jantar enquanto falo." 

A maioria dos clientes tem entre os 25 e os 40 anos. Tanto ligam casados como solteiros. Em comum têm uma vida profissional preenchida. "São informados, curiosos e já estão habituados ao contacto com o sexo virtual." Alguns, garante, "têm cargos de direcção, são pessoas muito influentes e há muitas profissões liberais". E mais: "Todos são queridos, todos são românticos, todos são sensíveis", confidencia a chiligirl. 

"A sexualidade é algo tão nosso, tão íntimo e saudável e os homens são tão sexuais por natureza! Acho isso óptimo. Todos deveríamos aceitar isto e vivê-lo da melhor forma, homens e mulheres." Apesar de tanto amor à camisola, Sofia diz que não quer atender "demasiadas" chamadas, porque isso poderia "interferir com a qualidade" do serviço que presta. E acrescenta que não sabe quanto vai ganhar este mês. Porque o dinheiro, jura, não é importante. "Gosto mesmo disto", resume.

 

Via ionline

27
Mai10

Marcha do Orgulho pela parentalidade

olhar para o mundo

Adopção, mas não só. Aliás, nem sequer será mais importante do que os outros itens que a Marcha do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgender do Porto quer ver discutidos na sociedade e que constam do "Manifesto" ontem apresentado em frente ao Tribunal de Menores. Um manifesto que está na Internet e que será levado pela cidade no dia 10 de Julho, a partir das 16 horas.

"Queremos uma sociedade que reconheça a diversidade de modelos familiares com iguais oportunidades perante a lei", lê-se no documento. Paula Antunes faz questão de explicar. "É todo o tipo de parentalidade" que está em causa, "não é só a adopção". E fala dela própria. Vive há sete anos com Sofia e a filha dela. Que nasceu de um anterior relacionamento heterossexual de Sofia. A miúda, 13 anos, decidiu assumir na escola que era enteada de Paula. Valeu-lhe a aprovação dos colegas e a escolha do tema da homossexualidade num debate entre escolas do Porto.

"Não se trata só de situações hipotéticas. Há milhares de crianças portuguesas que têm pais homossexuais, sejam fruto de relacionamentos anteriores, seja da inseminação artificial feita noutro país". É o caso dos filhos de Fabíola. Aqui não podia. Daí outro ponto do manifesto. "Queremos que os processos de procriação medicamente assistida possam ser uma possibilidade para todas as mulheres que a desejem, independentemente da sua orientação sexual e de viverem ou não uma relação de casal".

Ora, com a lei acabada de promulgar retirando o exclusivo do casamento aos heterossexuais, a constituição de família fica riscada. No limite, "primeiro temos de adoptar (como candidato individual) e só depois podemos casar", resume João Paulo, activista da PortugalGay. A parentalidade foi eleita como a questão central do manifesto deste ano. Mas não a única. "Continua a haver imensa coisa em jogo. A única conseguida até agora foi o casamento", explica Catarina Castanheira. A sexualidade na terceira idade, a luta pela identidade do género, até em documentos oficiais de pessoas que mudem de sexo, a defesa de uma educação sexual efectiva nas escolas e da aceitação de pedidos de asilo de pessoas perseguidas por homofobia são alguns dos temas em cima da mesa.

 

Via JN

27
Mai10

Música Portuguesa do dia : Menina Bonita - Ezspecial

olhar para o mundo

Letra
Quando eu te vejo 
Sinto saudade 
Dos teus dias quentes 
E de tempestade. 

Para conseguir 
Fazer-te feliz 
Fico longe contigo. 

Segunda, passa o dia a correr 
Chego a Terça-feira sem a conseguir ver 
Quarta, há tanto para dizer 
Acordo e ainda posso ver o dia nascer 
Quinta, paro para pensar, 
Como seria se vivesse noutro lugar? 
Menina bonita, é sexta 
e vamos, vamos lá 

Não vai levar muito 
Para seres capaz 
De veres em mim 
Mais do que um rapaz 
Espero que não seja tarde demais 
Levar-te comigo... 

Segunda, passa o dia a correr 
Chego a Terça-feira sem a conseguir ver 
Quarta, há tanto para dizer 
Acordo e ainda posso ver o dia nascer 
Quinta, paro para pensar 
Como seria se vivesse noutro lugar 
Menina bonita, é sexta 


Só quero ficar 
Todo o meu tempo, 
Não estragar 
Esse momento 
Quando passas perto, 
Tão perto de mim... 

Segunda, passa o dia a correr 
Chego a Terça-feira sem a conseguir ver 
Quarta, há tanto para dizer 
Acordo e ainda posso ver o dia nascer 
Quinta, paro para pensar 
Como seria se vivesse noutro lugar 
Menina bonita, é sexta 
e vamos, vamos lá 

Segunda passa o dia a correr 
Chego a Terça-feira sem a conseguir ver 
Quarta há tanto para dizer 
Acordo e ainda posso ver o dia nascer 
Quinta, paro para pensar 
Como seria se vivesse noutro lugar 
Menina bonita, é sexta... 

Quando eu te vejo 
Sinto saudade 
Dos teus dias quentes...

26
Mai10

Dom Duarte Fornica?

olhar para o mundo

D. Duarte em entrevista: "Tornar obrigatório o ensino da educação sexual resume-se a dizer:forniquem à vontade, divirtam-se...". Algumas considerações sobre o acto de "fornicar".

 

Nunca imaginaria o Duque de Bragança, que reivindica ser o Príncipe Real de Portugal, a usar a palavra "fornicar". A menos que se estivesse a referir a um stand de automóveis em Fornos de Algodres: O Fornicar. Não que ache a palavra menos nobre e por isso vedado o uso aos que dizem representar o restos da Nobreza. Mas que diabo, soa mal. "Fornicar!"

Não me escandalizaria o uso de um termo similar, mas a figura pachorrenta e simpática que D. Duarte aparenta não se coaduna muito com o uso da expressão "fornicar". Talvez um truca-trucatreka trekaou ainda dar uma real...admitindo até o uso de uma mão marota a demonstrar gestualmente a malícia do pensamento e a depravação da garotada na prática desavergonhada e desinibida do coito. Mas "fornicar", "ensino""à vontade" tudo junto é que não. Péssima escolha.

Até porque as famílias reais não têm muito a ensinar aos Estados Republicanos nestas coisas da educação sexual. Basta recuarmos um pouco e ver que o "fornicanço" generalizado, por vezes incestuoso e bastante precoce era prática comum no seio de mui nobres casas. Muitos casavam sem saber a tabuada dos 3 e aos 15 anos de idade já iam no 4º filho. Uma educação sexual baseada na óptica do utilizador.

O Duque de Bragança até se pode considerar a Real excepção Europeia que confirma a regra, pois casou tarde e teve o primeiro de 4 filhos já com cara de avô simpático. Resta saber com que idade começou Dom Duarte a fazer o amor, e esperar sinceramente que não tenha sido apenas depois de se casar.

O termo "fornicar" serve apenas apenas para os fedelhos da plebe que frequentam aulas de educação sexual obrigatórias em vez das de religião e moral como desejaria D. Duarte: "desencorajam-se as aulas de educação moral e estamos a dizer que a moral não tem importância, que só a sexualidade livre é fundamental para a felicidade dos portugueses".

A moral é importante, mas convém alguém dizer aos adolescentes, principalmente na época em que vivemos, da tal "livre sexualidade", que usar um preservativo não é pecado e não será certamente imoral. Só mesmo na cabeça de quem age entre caçadas, tacadas, tainadas e touradas como se Portugal vivesse no passado é que uma aula de educação sexual pode ser responsável por transformar um grupo de crianças num bando de "fornicadores implacavéis".

 

Via 100 Reféns

26
Mai10

Praias nudistas em Portugal

olhar para o mundo

Praias de nudismo em Portugal

 

Desde os 16 anos que Rui Martins não gasta dinheiro em fatos- -de-banho. Foi com essa idade que o presidente da Federação Portuguesa de Naturismo (FPN) se quis despir pela primeira vez na praia. "O meu pai, armado em mirone, levou-me à praia das Furnas quando acampámos em Vila Nova de Mil Fontes", conta Rui, que agora tem 50 anos. "Estava toda a gente nua", recorda. "A partir desse dia passei a frequentar a praia [onde o nudismo é tolerado] e nunca mais vesti calções de banho. O meu pai ficou escandalizado."

Se sempre sonhou com um bronzeado uniforme e com o dia em que não tem de esperar que o fato de banho seque, estas praias são para si. Conheça os melhores sítios onde o nudismo ainda não foi oficializado, mas poderá despir-se de preconceitos e besuntar-se de creme.

PRAIA DO BARRANCO Esta será a próxima praia oficialmente naturista em Portugal. A FPN está só à espera da aprovação do projecto. No concelho de Vila do Bispo, mais para os lados de Sagres, a praia do Barranco é uma pequena baía com pouca gente, rodeada de dunas e muito procurada por mergulhadores e artistas que querem sossego. Tem todas as condições pouco habituais nas praias naturistas: estacionamento, casa-de-banho, bar e nadador-salvador. 

PRAIA DA URSA É quase preciso tirar um curso de alpinismo para conseguir ter acesso à praia da Ursa. Depois de passar a Azóia, perto de Sintra, siga até ao Cabo da Roca e encontrará o pequeno desvio para a praia. Chama-se Ursa por causa da enorme rocha no mar, que se assemelha a um urso fêmea, dizem os locais. Depois do cansaço da descida, vai querer mesmo tirar toda a roupa que tem colada ao corpo. A praia é frequentada por nudistas atléticos - de outra forma não conseguiriam lá chegar. Dois conselhos: tenha cuidado com o mar agitado e leve muita água e comida. 

PRAIA DO ZAVIAL A praia era o segredo dos hippies alemães que a frequentavam nos anos 80. Perto de Sagres, o acesso é feito por uma estrada construída por Ernesto Mochacho, dono do único restaurante da praia. A zona de nudistas fica do lado esquerdo, junto às rochas onde se apanham mexilhões. No Verão tem nadador-salvador e é muito frequentada por surfistas. 

ILHA DA ARMONA Na Fuzeta apanhe o barco para a Ilha da Armona e, chegando à praia, caminhe 15 minutos para a direita (para oeste). No areal extenso terá dificuldade em escolher um sítio para estender a toalha: todos parecem bons e a praia tem pouca gente. É o sítio ideal para levar as crianças, já que a água é limpa, morna e sem ondas. 

PRAIA DO TONEL Ninguém o vai chatear se fizer nudismo, porque na verdade poucos a conhecem. Atenção: não a confunda com a praia com o mesmo nome em Sagres, onde não é habitual ver pessoas sem roupa. Na estrada que vai da Zambujeira do Mar até ao Cabo Sardão, vire para a Herdade do Touril. Atrás do turismo rural encontrará uma das praias mais bonitas e selvagens da Costa Alentejana. Prepare-se para uma descida acentuada agarrado a uma corda. Leve pouca carga - e pouca roupa. 

PRAIA DA FIGUEIRA Deixe o carro no parque de estacionamento desordenado junto à placa da praia na pequena povoação da Figueira, perto de Sagres. Prepare-se para caminhar 500 metros por um trilho cheio de vegetação. Vai chegar a uma praia deserta, que não seria um cenário despropositado para a série "Lost". No cimo da falésia vêem-se ruínas de uma fortificação do séc. XVI. O seu telemóvel não terá rede, mas não vai sentir saudades da civilização.

PRAIA DO MALHÃO Perto de Vila Nova de Milfontes, o Malhão é uma alternativa à praia das Furnas. Na estrada que liga a ilha do Pessegueiro a Milfontes, vire na saída a seguir ao parque de campismo. Deixe o carro no terceiro parque de estacionamento - se é isso o que chamamos a uma clareira de terra batida - e procure um trilho seguro para a praia. Cuidado com o mar, tem muitas correntes.

E agora as oficiais
Meco
É a Meca dos praticantes de nudismo. Quem se quer despir tem de caminhar a custo na areia grossa até uma placa a sul que assinala a zona. É comum ver famílias sem fato-de-banho a cobrirem-se de argila da falésia. Faz bem à pele, dizem.


Praia 19 
A menos que queira ter uma experiência promíscua nas dunas, não aconselhamos esta praia. É conhecida como uma praia gay, mas virou local de práticas sexuais em público. É o sítio na Costa da Caparica com mais exibicionistas e tarados.


Homem nu 
Para aqui chegar tem de apanhar o comboio para a praia do Barril (2 euros). No cemitério de âncoras dos tempos da pesca do atum, vire à direita e, uns metros à frente, chegará à zona de naturismo: água morna e pouca gente.


Adegas
É a única praia com direito a nadador-salvador – cortesia da Câmara de Aljezur em Agosto. No parque de estacionamento da praia de Odeceixe encontra um trilho que o leva até esta praia.
O nadador-salvador é a única pessoa com fato-de-banho.


Nus
É também conhecida como a praia do Salto, em Porto Côvo. O acesso é complicado e o melhor é usar as escadas da praia ao lado (da Cerca Nova). Tem luxos como um duche de água doce que escorre da falésia.


Alteirinhos
Colada à Zambujeira do Mar, é a única praia oficial no concelho de Odemira. Era conhecida como a praia dos hippies.

26
Mai10

Música Portuguesa do dia : Segredos - EzSpecial e Paulo Gonzo

olhar para o mundo

Letra
Eu procuro um amor
Que ainda não encontrei
Diferente de todos que amei

Nos seu olhos quero descobrir 
Uma razão para viver
E as feridas desta vida 
Eu quero esquecer

Pode ser que eu a encontre
Numa fila de cinema
Numa esquina
Ou numa mesa de um bar


Procuro um amor que seja bom para mim
Vou procurar 
Eu vou até ao fim
E eu vou trata-la bem
Para que ela não tenha medo
quando começar 
A conhecer os meus segredos


Eu procuro um amor
Uma razão para viver
E as feridas desta vida
Eu quero esquecer

Pode ser que eu gagueije
Sem saber o que falar
Mas disfarço... e não saio sem ela de lá


Procuro um amor que seja bom para mim
Vou procurar 
Eu vou até ao fim
E eu vou trata-la bem
Para que ela não tenha medo
Quando começar 
A conhecer os meus segredos


Procuro um amor que seja bom para mim
Vou procurar 
Eu vou até ao fim
E eu vou trata-la bem
Para que ela não tenha medo
Quando começar 
A conhecer os meus segredos

26
Mai10

Sócrates a fazer o ridículo... como faz a maioria dos portugueses quando tenta falar espanhol

olhar para o mundo

Era para ser uma simples entrevista no programa televisivo “Desaynos de TVE”, mas as declarações de José Sócrates estão a espalhar-se pela internet. Não propriamente pelo conteúdo, mas sim pelo castelhano do primeiro-ministro que o próprio classifica de “portunhol”.
A entrevista de Sócrates anda a fazer furor sobretudo nas redes sociais. Durante o fim-de-semana, uma das brincadeiras do Twitter pôs vários utilizadores portugueses a tuitarem em portunhol. Dos “lienkes” aos “simelhanti”, as palavras foram sendo escritas numa mistura entre o português e o espanhol. Uma iniciativa que começou no Facebook, com o grupo Rosé Siocratiés.
No programa, a entrevistadora agradece a José Sócrates ter falado em espanhol. O primeiro-ministro lá diz que não, que o seu espanhol é muito pobre, mas remata com a frase: “É um prazer poder falar portunhol na televisão espanhola”.
Veja o vídeo.

25
Mai10

Por isso é que é das divorciadas que eles gostam!

olhar para o mundo

Mulheres casadas preferem dormir a fazer sexo

 

Mulheres casadas preferem dormir a fazer sexo, diz pesquisa

Nos Estados Unidos, 63% delas preferem dormir, ver filmes ou ler a transar com o marido

 

 

Se você é daqueles (ou daquelas) que não pensam em se casar porque acham que a vida sexual vai acabar, parabéns, você está totalmente certo. Pelo menos é o que ocorre nos Estados Unidos, onde uma pesquisa do site iVillage, envolvendo duas mil mulheres casadas entre 18 e 49 anos, detectou que 63% delas preferem dormir, ver filmes ou ler a transar com o marido.

Quer mais? E ainda por cima 77% das entrevistadas disseram estar de razoavelmente a muito satisfeita com sua vida sexual (os homens não foram consultados, mas a comparação teria sido muito interessante). O estudo, disponível no site, mostrou alguns outros pontos interessantes:

- 23% das mulheres declararam fazer sexo de uma a três vezes ao mês. 21% fazem mais de 10 vezes, sendo que a faixa entre 18 e 29 anos supera é a que mais pratica o divertido suadouro.

- 47% disse que sua vida sexual é previsível, enquanto somente 19% afirmou que é bem surpreendente.

- Ainda em matéria de variar ou não o coito (e essa é ótima para se aprender alguma coisa), a previsibilidade está no local da transa para 70%, nas posições praticadas para 67%, na hora do dia para 58%, na duração para 52%, nas preliminares para 46% e, pasme, no dia da semana para 23% das moças. Como era múltipla resposta, dá para se ter pena daquela que se só faz às quintas-feiras, às 22:15, com duração de 23 minutos, no quarto e só com "papai e mamãe".

- Apesar de tudo isso, 51% tentou algo novo e aventureiro na cama no último ano, sendo que a faixa etária mais nova é a que mais vai até onde nenhum homem jamais esteve.

- 45% das meninas de 18 a 29 anos de idades estão muito felizes com sua vida sexual, já as mulheres entre 40 e 49 são as que estão mais insatisfeitas. O interessante é que aquelas que têm filhos estão mais felizes que as que ainda não são mães.

- Enquanto no Brasil os gels comestíveis são os top de vendas das sex shops, lá o lubrificante entra como parte integrante da transa para 41% das mulheres, com o vibrador em segundo lugar (25%).

- Amor, companheirismo, respeito, amizade, tudo é muito importante em uma relação, mas a pesquisa mostrou que 47% das entrevistadas se casou com o cara que lhe proporcionou o melhor sexo da sua vida e 18% com o único cara que transou, mas...

- ... 53% fantasia com outros homens quando estão transando com o marido (e 10 % já pulou a cerca). Viu o que dá fazer sempre a mesma coisa?.

 

Via Gazetaweb

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