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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

27
Jan10

Estacionar na baixa de Lisboa vai ser mais caro

olhar para o mundo

Estacionar na baixa de Lisboa vai ser mais caro

 

Estacionar nas zonas a cargo da Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL) vai sair mais caro. O novo tarifário deverá entrar em vigor até Abril e dividirá a capital em três áreas distintas, nas quais haverá diferenciação de preço e do tempo máximo de paragem permitido.

 

 Segundo o presidente do conselho de administração da EMEL, esta alteração traduzir-se-á num aumento do custo do estacionamento em cerca de 40 por cento da cidade e numa "ligeira redução" nas restantes áreas.


"Estamos a preparar tudo para apresentar a proposta à Câmara de Lisboa o mais rapidamente possível", disse o responsável da EMEL em entrevista ao PÚBLICO, explicando que a intenção é que o novo tarifário vigore já "em Março" ou "no máximo a partir de dia 1 de Abril". 

Em princípio, nas zonas com maior rotação, vai ser mais caro estacionar e o limite de tempo de permanência descerá de quatro horas para duas.

A proposta ainda não está fechada, e o presidente da EMEL considera prematuro adiantar quais serão os limites de cada uma das três zonas ou os preços em vigor em cada uma delas. Como princípio pode dizer-se que as tarifas mais baixas serão praticadas na periferia da cidade, as intermédias em áreas centrais - como a Avenida da Liberdade e da República - e as tarifas mais elevadas aplicar-se-ão no coração de Lisboa, por exemplo na Baixa. 

Selo para casa e trabalho

Mas há mais novidades para 2010. Em discussão com a autarquia está a criação de um dístico que garanta aos residentes a possibilidade de estacionarem, sem limite de tempo e sem tarifa acrescida, não só na zona do seu domicílio mas também na zona de Lisboa em que trabalham. 

A ideia é reforçar uma espécie de discriminação positiva de quem mora na cidade e a principal dificuldade está, segundo António Júlio de Almeida, em encontrar "um preço de equilíbrio". Isto porque, segundo o mesmo responsável, a EMEL quer "privilegiar" os residentes, sem com isso "promover o trânsito na cidade". 

António Júlio de Almeida sublinha que Lisboa "é uma das poucas cidades" em que são atribuídos até quatro dísticos por fogo, uma realidade que vai, aliás, ser avaliada por causa da escassez da oferta e do facto de haver "zonas em que o número de residentes supera o número de carros". 

Este ano, a empresa propõe também "reduzir a uma mancha muito curta" as chamadas "zonas cinzentas", isto é, aquelas que lhe estão atribuídas mas que efectivamente não fiscaliza, continuando assim o "esforço muito grande" realizado em 2009.

Ganhar 4000 lugares

Na prática, segundo o líder da EMEL, isto significa um ganho de 4000 lugares, nas áreas da Lapa e Campo de Ourique, Campolide, Quinta de Luz, Bairro dos Actores, Praça do Chile e Alvalade, e na zona entre a Avenida da Liberdade e o Príncipe Real. 

Diversificar os meios de pagamento ao dispor dos seus clientes é outro dos objectivos da EMEL, que vai apostar naquilo que designa como parquímetros individuais. Estes dispositivos electrónicos, com um custo de 32 euros, serão transportados pelos utilizadores, que os activam com um cartão pré-carregado de cada vez que pararem o carro numa zona de estacionamento de duração limitada. 

António Júlio de Almeida adianta que o carregamento dos aparelhos poderá ser feito nos parques de estacionamento e lojas da empresa, decorrendo neste momento negociações com quiosques e os CTT para alargar a rede de vendas. O responsável destaca que se trata de um sistema "muito cómodo e prático", que elimina a necessidade de as pessoas se deslocarem aos parquímetros. 

Os parquímetros individuais deverão estar em funcionamento "dia 1 de Fevereiro", sendo certo que os interessados na aquisição destes dispositivos já constituem "uma lista de espera com algum relevo", com cerca de duas centenas de nomes, sobretudo de empresas. Os interessados podem fazer uma pré-inscrição no site da empresa.

 

Via Público

26
Jan10

Quando se fala de fetiches, o carro ganha

olhar para o mundo

sexo no carro

 

Em 2007, a seguradora britânica Yes Insurance resolveu fazer uma pesquisa um pouco diferente. Após entrevistar 4 mil motoristas, descobriu que o Volvo Estate é o carro preferido quando se trata de conforto e espaço para o sexo. Não é pra menos: os bancos da perua têm oito opções de posição, além de um portamalas espaçoso. 


A pesquisa da seguradora também apurou que 68% dos entrevistados já transaram no carro. Desses, cerca de 6% já causaram algum dano ao automóvel durante a aventura. Mas pouquíssimos acionaram o seguro para conserto. "E para explicar, como faz?", pergunta o estudante Daniel* de 22 anos. Pouco depois de tirar a habilitação, ele usou o carro do pai para dar uns amassos na namorada. 

"Paramos numa rua deserta e o clima rolou. Eu pulei para o banco e reclinei um pouco, para ficar em cima dela". Até aí, Daniel estava realizando um antigo desejo e estava contente. Mas no meio da transa, tomou um susto. "O banco cedeu. Eu acho que foi bobeira minha, eu deveria ter reclinado o banco por completo". Depois disso, nenhum dos dois conseguiu continuar. Foram embora, com um banco no chão. E para explicar ao pai? "Disse que não sabia o que havia acontecido. Que minha namorada estava sentada e, de repente, caiu!". 

Na internet rolam verdadeiros manuais do sexo automotivo. E tem desde papai-e-mamãe a noventa graus até contorcionismos de fazer inveja ao Kama Sutra. As posições incluem todos os bancos do carro e até mesmo o capô - se você tiver em um lugar deserto o bastante para tamanha proeza. 

Mas é preciso ter cuidado. Além do perigo do flagra, não se pode esquecer que o carro é uma arma. Não entendeu? Roberto* adorou quando recebeu uma sessão de sexo oral da namorada, a caminho de um restaurante. "Foi na Marginal Pinheiros. Foi tão bom que quase bati o carro", conta ele aos risos. 

 

Via Oba Oba

26
Jan10

Cova da Moura na Internet

olhar para o mundo

Cova da Moura na Internet

 

bairro da Cova da Moura, na Amadora, vai lançar oficialmente na quinta-feira a sua página na Internet, destinada a divulgar uma imagem positiva e renovada da zona, uma das mais estigmatizadas da Grande Lisboa.

Notícias sobre as actividades desenvolvidas, agenda de festas e espectáculos, informações sobre o bairro, músicas, vídeos, fotografias, um chat e um fórum são alguns dos conteúdos da plataforma web, desenvolvida pela Associação de Solidariedade Social do Alto da Cova da Moura e pela Associação Moinho de Juventude.

A iniciativa insere-se no projecto governamental de requalificação física e social "Bairros Críticos", tendo sido definida como uma das medidas de construção de dinamização "Nova Cova da Moura", procurando revelar, segundo informação da Associação de Solidariedade Social, um bairro "com nova imagem, seguro e tranquilo".

Neste contexto, trata-se de uma ferramenta aprovada pela comissão de acompanhamento do "Bairros Críticos", constituído por 27 parceiros institucionais e privados, entre sete ministérios, autarquias, organizações locais, organismos públicos e a população.

Lançado em 2006, o projecto lançado pelo Governo socialista prevê um investimento de mais de 100 milhões em obras de reestruturação, que deveriam ter arrancado até ao final de 2009, na Cova da Moura, onde se estima haver cerca de 7 000 habitantes.

A Câmara da Amadora participará com 45 milhões de euros.

Via ionline

26
Jan10

Música Portuguesa do dia:Canto dos torna viagem - três cantos

olhar para o mundo

 

 Letra

 

Foi no sulco da viagem
Já sem armas nem bagagem
Nem os brazões da equipagem
Foi ao voltar

Pátria moratória
No coração da história
Que consumiste a glória
Num jantar

Foi como se Portugal
P?ra bem e p?ra seu mal
Andasse em busca dum final
P?ra começar

Ávida violência
Reverso da inocência
Sal da inconsciência
Que há no mar

Império tão pequenino
De portulano caprino
Bolsos de sina e de sino
Em cada mão

Pátria imaginária
De concistência vária
Afirmação diária
Do teu não

As malas do portugueses
São como os olhos das rezes
Que se mastigam três vezes
Em cada chão


Cândida ignorância
Grande desimportância
Os frutos da errância
Já lá estão

Melodia 2 (solistas, depois coro adulto misto)

Ai Senhora dos Navegantes me valei
De África, do sal e do mar só eu sobrei
Foi p?ra me encontrar que amanhã já me perdi
Longe vai o tempo que eu já não estou
aqui

Ai Senhora dos Talvez-Muitos-Mais- Sinais
Socorrei estes desperdícios coloniais
Foi na noite fria que o dia me cegou
Inda agora fui, inda agora cá não estou

Ai Senhora dos Esquecidos me lembrai
O caminho que p?ra lá vem e p?ra cá vai
Etecetera e tal, portugal é nós no mar
Inda agora vim e estou longe de chegar

Ai Senhora dos Meus Iguais que eu subtraí
Foi pataca mim e não foi pataca a ti
Se é tão grande a alma na palma do meu ser
Algum dia eu vou finalmente acontecer

Melodia 3 (coro infantil + JMB)

Porque não tentar outro ponto de vista
A história dos outros quem a contará
Se qualquer colónia sem colonialista
São os que já estavam lá

Tentemos então ver a coisa ao contrário
Do ponto de vista de quem não chegou
Pois se eu fosse um preto chamado Zé Mário
Eu não era quem eu sou

Os navegadores chegaram cá a casa
E foi tudo novo p?ra eles e p?ra mim
A cruz e a espada e os olhos em brasa
Porque me trataste assim?

Não é culpa nossa se quem p?ra cá veio
Não se incomodou ao saber do horror
A história não olha a quem fica no meio
E o que foi é de quem fôr

26
Jan10

Síndrome de Tourette. A doença que provoca tiques e obriga a dizer palavrões

olhar para o mundo

 

Síndrome de Tourette

 

 Aos quatro anos, um tique cola-se à mente de Hugo com a teimosia de uma pastilha elástica: alheio aos gritos à sua volta, só consegue parar de pressionar com força os indicadores contra as têmporas quando cai, roxo, no chão. Passa dias inteiros a bater com as costas nos assentos, a baloiçar-se para cá e para lá, em movimentos autistas que cansam até quem olha. Aos seis, enquanto caminha pelas ruas, "chichi" e "cocó" são duas palavras que lhe explodem da boca, repentinas, incontroláveis, fora de contexto. Pelo meio, tosse como os cães, canta como os galos, grunhe como os porcos. Os pais, ao lado, sabem que não vale a pena recriminá-lo e não sabem o que dizer a quem olha de boca aberta, mais chocado que curioso. Aos oito, a casa torna-se palco de uma festa de aniversário: Hugo passa o dia a correr para o espelho da casa de banho para "cumprir os rituais" - afundar os dedos na garganta, até tocar num ponto que só ele conhece. "Sentia que tinha de ouvir um barulhinho cá dentro", conta.


Hugo fazia tudo isso sem poder atribuir um nome aos seus sintomas. Só aos 26, por intermédio da Associação Raríssimas - Associação de Doenças Raras -, o diagnóstico certo chegou: síndrome de Gilles de La Tourette. E associado à síndrome transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). A combinação é pesada e explosiva: doença neurológica rara, ainda sem cura, caracterizada por tiques abruptos e involuntários, misturada com obsessões incontroláveis e persistentes.

Mas Hugo e os pais sentem-se aliviados: por fim conseguem nomear a doença que descontrolava a família e levava, inclusivamente, os vizinhos a chamarem a polícia. "Tudo parecia mais simples. Já podíamos explicar que o nosso filho agia assim porque tinha uma doença rara", diz a mãe, Celeste Pires.

Até chegar o diagnóstico, Hugo e os pais passaram anos em médicos, psicólogos, pedopsiquiatras, bruxos e curandeiros. Dos consultórios, o habitual era saírem com um diagnóstico errado ou com uma receita de uma valente dose de calmantes. Alguns sugeriam que devia ser "coisa de espíritos" e os pais, exaustos, já só queriam ter alguma coisa em que acreditar. Em seis meses gastaram mil contos (5 mil euros) numa bruxa no Alentejo. Sem resultados. 

Hugo continuava a bater em si próprio, a fazer caretas, a grunhir, a dizer "chichi" e "cocó" no meio das frases e a vocalizar coisas sem sentido. Na escola era o "Hugolóide". "Ninguém acreditava que não conseguia controlar aqueles gestos repentinos", lembra Hugo, circunspecto, ombros curvados, corpo cheio de vergonha a reclamar que não olhem para ele. Não conseguiu terminar o 9.o ano e tentou trabalhar num supermercado. Como saía constantemente do lugar para ir à casa de banho e enterrar os dedos na garganta, foi despedido passados dois meses. E as coisas pioraram.

Hugo entrou em depressão, afundou- -se no álcool. O irmão mais velho "recusava-se a sair com ele com medo que os amigos o envergonhassem", queixava- -se de que já não conseguia dormir porque o irmão grunhia ou fazia barulhos ainda mais estranhos pela noite dentro. A mãe tinha medo de o acordar: "Pensei tantas vezes que quanto mais ele dormisse mais descansados ficávamos todos..." O pai, certa vez, enervou-se e bateu-lhe no meio de uma crise. "Nada o fazia parar", confessa o pai, Domingos, rosto pesado de vergonha e culpa.

Estavam decididos: era impossível continuar assim, o melhor era Hugo ser internado. E foi. Até ao dia em que os pais chegaram à clínica e sentiram: "Se não o tiramos daqui agora, ele vai morrer." Hoje, aos 30 anos, Hugo toma seis medicamentos e já consegue passar meses sem manifestações visíveis da síndrome. 

Palavrões no cinema M. nunca soube o que é dar banho ou pegar ao colo na filha de três anos e meio. "Já a magoei uma vez e à minha mulher também, porque a síndrome não dorme durante a noite e às vezes surge um ou outro espasmo mais violento." Aos três anos começou a ter os primeiros movimentos espásmicos dos membros, ainda não muito brutos. Os professores do colégio pensavam que seriam "manifestações de sobredotado, diziam que esperasse, que iam passar". Até que as manifestações se intensificaram e "se tornaram impeditivas de certas actividades". M. começou a isolar-se: fugia dos jogos da cabra-cega com os colegas e lia Kafka nos intervalos. "Sentia-me posto de parte por ter tiques que ninguém sabia o que eram, nem sequer eu", recorda, com a frieza e a naturalidade de quem hoje é capaz de brincar com a doença. "Percebo que as pessoas riam. Até a mim me dá vontade de rir quando vejo alguém com esta patologia." 

Aos 13 conheceu finalmente o diagnóstico: síndrome de Tourette. Tal como Hugo, sentiu-se feliz. "As pessoas já me podiam pôr um carimbo." 

Aos 34 anos, licenciado em Física Quântica em Londres e ex-assistente na universidade, sente-se condenado a uma reforma por invalidez. "Imagine o que é alguém com estes tiques ir bater às portas à procura de emprego. Impossível!" Há dois anos, a última empresa para a qual trabalhou convidou-o "a meter baixa". Tinha, à data, praticamente todas as manifestações da síndrome: dos tiques motores às palavras obscenas. "Conviver com isto em permanência, de manhã à noite, deixa uma pessoa desesperada. Os meus colegas ficavam assustados e eu não podia condená-los." 

M. fala da doença com a naturalidade de quem não se lembra de viver de outra maneira. E garante que o pior é a "dimensão social de uma doença que não se consegue esconder". Na escola, de cada vez que chegava um professor substituto, já sabia que dali viria um processo disciplinar. Os tumultos e as zaragatas provocados pela reacções dos outros aos seus tiques chegaram ao cinema. Acabou com a polícia à porta do Mundial, em Lisboa, com uma espectadora furiosa que se queixava de ter sido ofendida: M. não tinha conseguido parar de gritar asneiras e as piores obscenidades na sala. 

Alto, de fato, cabeça rapada e olhos claros, M. é um daqueles homens que dificilmente passam despercebidos. Diz estar numa "fase calma" da doença, mas, enquanto fala, os tiques e os impulsos continuam lá: limpa a garganta, funga como se estivesse constipado, levanta os ombros, agita os braços, atira a perna como se fosse dar um chuto no vazio. Ao fim do dia, o cocktail explosivo de 15 medicamentos - que inclui psicotrópicos e neurolépticos - não atenua as dores que se apoderam do corpo. Sente-se exausto, como se tivesse corrido mil maratonas. E nem sequer saiu do sofá.

 

Via ionline

25
Jan10

Emmanuelle Chriqui é a mulher mais desejada

olhar para o mundo

A mulher mais desejada do mundo, Emmanuelle Chiqui

 

A actriz Emmanuelle Chriqui lidera a sondagem anual sobre quais as 99 mulheres mais desejadas no mundo, realizada pelo site Askmen. A actriz, de 32 anos, é conhecida pelo seu trabalho nas séries televisivas “The O.C.” e “Entourage”. 

As qualidades que os homens procuram numa esposa ou noiva são a base para a votação nesta sondagem.
O responsável editorial da Askmen, James Bassil, vê duas causas para o resultado da votação: a actriz canadiana desempenha o papel de noiva doce e perfeita em Entourage e não aparece com muita frequência nos meios de comunicação.  
O segundo lugar da sondagem é ocupado pela modelo americana Marisa Miller e o terceiro pela actriz britânica Kate Beckinsale.

 

Via ionline

25
Jan10

120 mil euros para ter 20 namoradas de plástico

olhar para o mundo

 Um engenheiro japonês de 45 anos, Ta-Bo, montou um harém, não de mulheres mas de bonecas insufláveis. Estes brinquedos sexuais, que têm muita popularidade no país do sol nascente, custaram-lhe cerca de 120 mil euros. Ta-Bo, que não revela o apelido nem dá a cara aos jornalistas, diz que as bonecas são de alta qualidade. 

“Uma mulher a sério dá muitas dores de cabeça. Zangam-se, têm TPM, reclamam, traem. As bonecas pertencem-me totalmente”, justifica-se o engenheiro. Ta-Bo afirma que vive com elas como se fossem namoradas a sério. Cada boneca tem um nome, que Ta-Bo decorou, e mudam de roupa todos os dias. 
Ta-Bo diz ainda que perdeu a virgindade aos 30 anos com uma mulher real, mas que agora só quer as insufláveis. 
Veja o vídeo da Reuters sobre este harém de plástico:
 

 

 

Via ionline

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