Domingo, 24 de Janeiro de 2010

 

 

PETA, organização internacional protectora dos animais, escolheu a famosa actriz porno Sasha Grey para o seu novo anúncio. A actriz aparece nua num cartaz que espera chamar a atenção para a necessidade de castração dos animais domésticos. No poster surge a frase “Muito sexo pode ser mau. Os teus cães ou gatos foram castrados ou esterilizados?” ("Too much sex can be a bad thing. Have your cats and dogs spayed or neutered?").
A actriz porno de 21 anos junta-se assim a uma longa lista de personalidades controversas que deram o seu rosto pelas campanhas da PETA, como é o caso de Pamela Anderson ou Joanna Krupa.  
Veja o vídeo com o making of do cartaz e com declarações de Sasha Grey:

Sasha Grey Promotes Animal Birth Control 
Read More.
 
Via Ionline



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Letra

 

The Call

Regina Spektor

 

 

It started out as a feeling,

which then grew into a hope,

which then turned into a quiet thought,

which then turned into a quiet word,

and then that word grew louder and louder

'til it was a battle cry:

I'll come back when you call me,

no need to say goodbye

 

Just because everything's changing

doesn't mean it's never been this way before

All you can do is try to know who your friends are

as you head off to the war.

Pick a star on the dark horizon

and follow the light.

 

You'll come back when it's over,

no need to say goodbye (x2)

 

Now we're back to the beginning

It's just a feeling and no one knows yet,

but just because they can't feel it too

doesn't mean that you have to forget

Let your memories grow stronger and stronger

'til they're before your eyes

 

You'll come back when they call you,

no need to say goodbye (x2)



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O tunel da luz 

Via HenriCartoon



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Sábado, 23 de Janeiro de 2010

Sexo na rua

 

 Gostam do risco. A adrenalina de serem apanhados em flagrante leva-os a procurar os lugares mais improváveis para fazer sexo. O limite pertence à imaginação de cada um: há quem o faça no cinema, em vestiários de lojas, parques de estacionamento ou transportes públicos. 

Flávia (nome fictício) e o namorado já perderam a conta à quantidade de vezes que praticaram sexo em público. "Muitas vezes nem se trata de estarmos na rua, proporciona-se", explica esta bancária de 35 anos. "Para mim é mais uma questão de fugir à rotina, o sexo não tem de ser sempre em casa, na cama ou num sofá. E mesmo em casa podemos apimentar a coisa abrindo, por exemplo, as janelas." Foi o que aconteceu em 2006, quando vivia em Campolide, Lisboa. "Tínhamos um vizinho que estava sempre de binóculos. Numa noite tive a sensação de que ele estava a observar a nossa casa e resolvemos provocá-lo". 

Há dois anos, Flávia quase foi apanhada em flagrante num farol da linha de Cascais. "Era de noite, estava a vestir-me quando comecei a ouvir vozes. De repente, surgiram dois pescadores que tinham estado nas rochas do pontão. Não viram nada, mas devem ter ouvido", conta, entre risos. Quando lhe perguntámos qual a situação mais extravagante por que passou, a resposta é imediata: o vestiário de uma loja. "Fizemos duas vezes e, na segunda, acho que fomos topados pelas funcionárias", recorda. A relação sexual não durou mais de 15 minutos, mas foi interrompida pela voz de uma das funcionárias que comentava com a outra: "Eu não vou lá bater". 

Flávia fala abertamente sobre o tema e assume sem reservas que sempre foi "muito sexual". O facto de estar num local público nunca condicionou a vontade. Pelo contrário. "Sou Touro, e tenho Vénus como planeta regente. Sou assim."

Muitos dos amantes do sexo em público são também voyeuristas e exibicionistas. Entre estes, há uma cultura específica com o nome de dogging, que na prática traduz as aventuras sexuais de casais e singles (alguém sozinho no momento, não necessariamente solteiro) com várias pessoas a assistir. O fenómeno nasceu em Inglaterra mas rapidamente se alastrou a outros países da Europa. Em Portugal, a comunidade dogger não tem a expressão de países como o Brasil ou Nova Zelândia, mas há quem organize encontros clandestinos, combinados previamente na internet, onde abundam fóruns e blogues dedicados ao tema. 

A explicação mais popular para o dogging refere-se ao álibi de quem sai à rua para passear o cão e esconder as aventuras ao ar livre. Apesar de Portugal não figurar ainda no portal outdoorlovemap.com, onde os amantes desta fantasia revelam os melhores locais para fazer sexo ao ar livre, na comunidade nacional há inúmeros sítios assinalados. Normalmente, são parques de estacionamento conhecidos pela movimentação nocturna de casais de namorados. Não os confundamos, contudo, com os doggers: nem todos os frequentadores destes locais estão dispostos a exibirem-se para os voyeurs. Há quem queira simplesmente passar um bom momento a dois, longe dos olhares indiscretos. 

Para não serem confundidos, ou perturbar outros casais, os doggers têm sinais que lhes permitem ser identificados entre si. Quando chegam a um parque de estacionamento, depois de combinarem o encontro pela internet, os participantes anunciam a sua presença ligando os quatro piscas. "Se alguém responder com o mesmo sinal, significa que está disposto a alinhar no jogo", explica um dogger português. Os códigos variam: há casais que deixam os mínimos ligados ou a janela aberta, dando a entender que esperam alguém. Em Inglaterra, por exemplo, os exibicionistas estacionam o carro e acendem a luz interior do veículo. 

Depois de fazerem o reconhecimento, os carros são estacionados lado-a-lado e o jogo começa. Na maior parte dos casos, dogging consiste em estimular e explorar o voyeurismo de quem assiste e o lado exibicionista de quem se expõe. Para os casais que decidem partilhar a sua performance sexual em público, a excitação está exactamente do lado de fora, em quem observa. "O jogo de sedução é diferente e muito excitante", explica um dogger. Por outro lado, diz outro adepto desta fantasia, "o facto de serem quase sempre desconhecidos garante a privacidade e protecção de identidade necessária neste tipo de aventuras".

O contacto físico não é obrigatório: um olhar entre os vidros embaciados pode ser suficiente para apimentar uma relação sexual. Mas há casos de singles, quase sempre homens, que são convidados a participar. Por uma questão de segurança, os participantes evitam revelar na net os locais onde estas sessões acontecem. E é também frequente os utilizadores publicarem mensagens sobre mirones indesejados que povoam estes locais. O "dogging e carparking", lê-se no fórum, "embora sejam actividades praticadas em locais públicos, são sempre momentos privados de casais e singles que decidem partilhar a sua performance sexual perante outro". E, se o facto de estar perante desconhecidos funciona como um estimulante, também aumenta o risco. "Estar envolvido com o outro, concentrados no que estamos a fazer e a assistir, muitas vezes totalmente nus, torna-nos vulneráveis a muitos perigos", escreve um casal. 

No cinema Jorge (nome fictício), outro amante do sexo em público, nunca fez carparking mas confessa que a ideia é "excitante". Mais do que ter gente a observar, este jovem de 26 anos admite que o risco é um afrodisíaco de peso forma como vive o sexo. Há mais de três anos que tem uma relação estável e concretizou recentemente uma fantasia há muito esperada: fazer sexo no cinema. "Tínhamos bilhetes para a sessão da meia-noite, num centro comercial conhecido de Lisboa", conta. Sentaram-se numa das filas de trás e resolveram arriscar. "Não estavam mais de 20 pessoas, correu bem. O filme era chato."

Via Ionline



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Jornalistas ou meninos da mamã

 

 Num cenário de catástrofe como o que se vive actualmente no Haiti, atingido por um terramoto de 7,1 na escala de Richter há dez dias, os jornalistas misturam-se com sobreviventes e equipas de resgate, fazendo o possível por mostrar ao mundo a dimensão do drama. Mas nem todos os repórteres têm a noção daquilo que vão encontrar - como mostra o "El Mundo" num artigo publicado ontem.

 

Antes de serem expulsos pelas tropas americanas do aeroporto da capital haitiana - onde funcionava uma espécie de base de operações dos jornalistas - , alguns repórteres protagonizaram momentos dignos de um filme de Woody Allen.

 

Desde profissionais que chegaram à zona mais devastada do mundo arrastando um trolley a jornalistas que rompem em lágrimas mal puseram pé em Port-au-Prince, ao verem-se rodeados de pretos, passando até por repórteres que apenas saíam do hotel na companhia do Ministro dos Negócios Estrangeiros - para se assegurarem de que conseguiam trabalhar com toda a segurança. Há de tudo um pouco, dentro do mais bizarro, relata o "El Mundo".

Via Ionline



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Crel cortada por tempo indeterminado

 

 circulação na A9 (CREL) entre Queluz e Pontinha continua interdita em ambos os sentidos, devido a um deslizamento de terras, não havendo ainda previsão de reabertura, segundo aProtecção Civil e a GNR.

Fonte do Comando-Geral da GNR disse à Agência Lusa que os trabalhos para repor a normalidade da situação foram iniciados hoje pelas 07:40.

Aquele troço foi interditado devido ao perigo de queda para a via de postes de alta tensão, em consequência do deslizamento de terras, afirmou a mesma fonte.

À Lusa, porta-voz da Brisa, Franco Caruso, disse que o corte da via (na sequência do deslizamento ocorrido na sexta-feira) se mantém, não tendo havido ainda uma evolução significativa. "Estamos ainda no terreno a monitorizar e a controlar a situação", indicou Franco Caruso, esclarecendo que os trabalhos em curso se destinam à remoção dos postes e cabos de alta tensão da EDP.

Segundo a mesma fonte, o deslizamento de terra "ainda não está estabilizado", não tendo por isso sido ainda iniciado o trabalho de remoção de terras: "É uma massa de terra muito grande. Pensamos iniciar esse trabalho em breve, mas ainda não foi possível". "É um corte por tempo indeterminado", garantiu a mesma fonte à TSF.

Fonte da EDP disse à Lusa que os postes não foram removidos mais cedo por não haver condições de segurança no pavimento. "Estivemos durante a noite no local e continuamos", acrescentou a porta-voz da EDP, Maria Antónia Fonseca, segundo a qual o deslizamento de terras arrastou os postes, mas estes "não estão a cair para a estrada". "Estão para o lado contrário. O pavimento da estrada é que está a abater, daí a dificuldade em colocar as gruas", referiu.

A situação deixou na sexta-feira sem luz alguns habitantes da zona durante 10 minutos, de acordo com a mesma fonte.

Via Ionline



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Letra

 

 

No one laughs at God in a hospital

No one laughs at God in a war

No one’s laughing at God

When they’re starving or freezing or so very poor

 

No one laughs at God

When the doctor calls after some routine tests

No one’s laughing at God

When it’s gotten real late

And their kid’s not back from the party yet

 

No one laughs at God

When their airplane start to uncontrollably shake

No one’s laughing at God

When they see the one they love, hand in hand with someone else

And they hope that they’re mistaken

 

No one laughs at God

When the cops knock on their door

And they say we got some bad news, sir

No one’s laughing at God

When there’s a famine or fire or flood

 

*Chorus*

But God can be funny

At a cocktail party when listening to a good God-themed joke, or

Or when the crazies say He hates us

And they get so red in the head you think they’re ‘bout to choke

God can be funny,

When told he’ll give you money if you just pray the right way

And when presented like a genie who does magic like Houdini

Or grants wishes like Jiminy Cricket and Santa Claus

God can be so hilarious

Ha ha

Ha ha

 

No one laughs at God in a hospital

No one laughs at God in a war

No one’s laughing at God

When they’ve lost all they’ve got

And they don’t know what for

 

No one laughs at God on the day they realize

That the last sight they’ll ever see is a pair of hateful eyes

No one’s laughing at God when they’re saying their goodbyes

But God can be funny

At a cocktail party when listening to a good God-themed joke, or

Or when the crazies say He hates us

And they get so red in the head you think they’re ‘bout to choke

God can be funny,

When told he’ll give you money if you just pray the right way

And when presented like a genie who does magic like Houdini

Or grants wishes like Jiminy Cricket and Santa Claus

God can be so hilarious

 

No one laughs at God in a hospital

No one laughs at God in a war

No one laughs at God in a hospital

No one laughs at God in a war

No one laughing at God in hospital

No one’s laughing at God in a war

No one’s laughing at

God when they’re starving or freezing or so very

poor

 

No one’s laughing at God

No one’s laughing at God

No one’s laughing at God

We’re all laughing with God

 



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A lei da paridade

 

 A Lei da Paridade vai ser alargada à titularidade de cargos de gestão e decisão na função pública, e nos conselhos de administração das empresas tuteladas pelo Estado. Ao que o i apurou, o grupo parlamentar do Partido Socialista prepara-se para apresentar um projecto-lei que estabelece como limite mínimo a existência de 33% de mulheres - um terço - em cargos de chefia na administração central (directores-gerais ou equivalentes) e nos conselhos de administração das empresas públicas. 


"Tenho dialogado com o grupo parlamentar e com o governo. Vamos avançar muito em breve com um projecto-lei nesse sentido. No seu fundamento está a promoção da paridade não apenas nos órgãos de decisão política mas também de gestão nas empresas e na administração central", adianta ao i a deputada socialista Maria Manuela Augusto. Evocando a evidência sociológica, o PS tem como objectivo "forçar a mudança de mentalidades", criando um equilíbrio de género que promova "uma dinâmica social de partilha na decisão". Trinta e três por cento é o mínimo exigível. "Estamos a falar de pelo menos um terço de mulheres, mas não queremos medir a paridade a régua e esquadro", realça.

Em 77 das principais empresas do Estado, ou com capital público, há 94 mulheres em cargos de administração, de acordo com o levantamento feito pelo i a partir dos dados da Direcção-Geral do Tesouro. As gestoras representam perto de um quarto (24%) do total dos 388 administradores nestas empresas. No entanto, em 77 empresas só há oito lideradas por mulheres. Por outro lado, o cenário é muito diferente consoante o sector. Nos 30 hospitais-empresa, por exemplo, é comum a presença de mulheres no conselho de administração, até porque as enfermeiras-chefe estão representadas neste órgão. O sector portuário é o campeão das gestoras femininas com dois dos principais portos nacionais, Lisboa e Sines, liderados por mulheres. Porém, analisando as principais empresas públicas, da Caixa Geral de Depósitos, à TAP, passando pela CP e Águas de Portugal, quase não há gestoras no topo - uma realidade que não deve mudar com este projecto-lei. "A paridade será avaliada na globalidade do sector Estado e não caso a caso. Para nós, o relevante é o sinal político, o principio geral plasmado na lei", esclarece a deputada. 

Espanha é referência Para a presidente do departamento nacional das mulheres socialistas, e membro da direcção da bancada parlamentar, esta lei vai de encontro às melhores práticas de vários países europeus, como Espanha, alguns países nórdicos e França. Mas, ao contrário do que sucede actualmente em Paris - o debate aqueceu quando, esta semana, Nicolas Sarkozy propôs quotas de 40% nos cargos de chefia das empresas cotadas - as companhias listadas no PSI-20 escapam ao âmbito desta lei. "Para já, não vamos por aí porque ainda não é esse o nosso tempo", assegura a deputada. "Acreditamos que o caminho se faz caminhando. E é o Estado que tem em primeiro lugar de dar o exemplo." 

 

Já João Talone, presidente do Instituto Português de Corporate Governance, é contra "qualquer discriminação, positiva ou negativa" e diz que o tema não está a ser debatido no sector privado.

Manuela Augusto confia que a lei apresentada pelo PS seja aprovada por todos os partidos de esquerda e por outras bancadas, caso haja liberdade de voto - mas antecipa críticas: "Há quem diga que as quotas passam um atestado de menoridade às mulheres. Acredito precisamente no contrário: é a ausência das mulheres nas estruturas de decisão que é um sinal de menoridade." E para quem vier acenar com a questão do mérito, também já há resposta: "Isso significa que até aqui, a exclusão das mulheres significava que não tínhamos mérito? As mulheres estão disponíveis e sempre estiveram disponíveis para assumir as suas responsabilidades."

 

Via ionline



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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

As quarentonas e a sensualidade

 

 Há cada vez mais quarentonas ou mesmo cinquentonas a procurar aparecer em ensaios sensuaisno Brasil. Como explica a revista brasileira Veja, “além de melhorar a imagem que têm de si mesmas - por vezes, com uma ajudinha do Photoshop -, as modelos amadoras querem reaquecer a relação amorosa”. 

A revista Veja dá o exemplo de várias mulheres com mais de 40 anos que foram capa de revista. A empresária Telma Moreira, de 50 anos, é um dos exemplos. Estava separada há mais de um ano até que decidiu ser fotografada com pouca roupa. O objectivo era aumentar a auto-estima: "É algo bom de se fazer quando a gente se sente caidinha”.
Rose Henriques, de 47 anos, quis marcar os 25 anos de casamento com um ensaio sensual e assim fazer uma surpresa ao marido. "A revista está no guarda-roupa, e ele olha de vez em quando. É claro que reacende a relação", diz a carioca.
"Muitas me procuram para salvar o casamento. Elas se abrem, contam o que estão passando. É quase uma sessão de análise", afirma a fotógrafa Patrícia Prado à Veja. A fotógrafa explica ainda que as mulheres maduras costumam ser mais discretas perante as câmaras do que as mais novas.

 

Via ionline



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O Sá Pinto e a sua falta de paciência

 

Via Henricartoon 



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10 bares quentes e bons para o Inverno

 

01 Marrakesh

Só o nome já traz a promessa de um calor vindo de terras longínquas. Dentro deste restaurante e lounge bar situado no Porto, a primeira impressão confirma-se. Enormes almofadas brancas e mesas baixas convidam a sentar e a aninhar neste espaço que parece ter sido inspirado nas mil e uma noites. Enquanto as velas, a música oriental e as shishas compõem o resto do ambiente, os chás e as tagines confortam o estômago. 

02 Mezzanine do Bairro Alto Hotel
Por cima da animação do bar do hotel, respiram-se ambientes mais serenos. Trocam-se os deliciosos cocktails por uma chávena de chá e as batidas do DJ de serviço pelo prazer do silêncio. Na mezzanine há sofás confortáveis onde se pode passar uma tarde inteira a preguiçar, a ler jornais, livros e revistas ou a ver televisão com vista para a Praça Luís de Camões. A lareira é a companheira perfeita para os dias de Inverno na capital.

03 Metro e Meio 
Deve o seu nome à altura da porta de entrada, que obriga todos os visitantes de estatura média a baixarem-se para entrar; um entrave que nunca o foi e se tornou a imagem de marca deste espaço de Lisboa. Há mais de 30 anos que assim: a mesma medida, o mesmo piano, o mesmo conceito. Lá dentro, o bar (que também é restaurante durante o dia) está dividido em vários espaços, uma espécie de labirinto cheio de recantos. É só escolher uma poltrona e arranjar a posição mais confortável para uma longa noite de tertúlia. 

04 Galeria Bar Santa Clara 
Em Coimbra conhecem-no pela esplanada, com vista para o Mondego e para a cidade. Mas no Inverno, o bar da galeria Santa Clara é igualmente acolhedor. Não tem lareira, é verdade, mas quase. É uma salamandra que aquece os visitantes nas noites mais frias de Inverno, numa das salas maiores. Nas outras, mais intimistas, o ambiente é ideal para encontros a dois (secretos ou não). Ou, quiçá, para reuniões conspirativas, alimentadas pelos bolos caseiros e os excelentes cocktails.

05 Casa Azul
Quem põe os olhos nesta típica casa algarvia à entrada de Cacela Velha fica de imediato com vontade de entrar e ficar. E se a casa convida, a vista deslumbra: de um lado a ria, do outro o mar, mais ao longe Espanha. Nos dias em que o sol resolve aparecer, sabe bem desfrutar da esplanada no terraço, para os outros, em que o frio marca presença, o lugar ideal para estar é na sala com lareira. Para ser perfeito só mesmo com a companhia dos sabores da Casa Azul. Prove o peixe fresco grelhado, a tagine de frango e as deliciosas sobremesas.

06 Praia da Luz
Ai, o Inverno. E a praia no Inverno... o mar revolto, a areia molhada, o vento gelado e a zumbir nas rochas. O cenário não é agradável e indica tudo menos conforto. A não ser que... a não ser que estejamos dentro do Bar Esplanada Praia da Luz, no Porto, uma das mais conhecidas da Foz e que consegue conciliar, de forma perfeita, uma vista sobre o mar revolto e um ambiente aconchegante, sobretudo se envolver uma manta sobre os joelhos, um chocolate quente nas mãos e um sofá na sala panorâmica junto à lareira.

07 Casa do Livro
Quando uma livraria se transforma num bar que faz questão de manter o espírito da casa, o resultado só podia ser bom. É o que acontece na Casa do Livro, que fica na Baixa do Porto e consegue juntar cocktails e vinhos a livros que estão por todo o lado, espalhados nas várias salas do bar ou guardados em armários. Decorado com um gosto clássico chique, de cadeirões retorcidos, espelhos dourados e até um piano, a Casa do Livro conta ainda com uma programação habitual que inclui concertos, DJ convidados e até peças de teatro. 

08 Casa do Cerro 
Bares de Inverno no Algarve? Sim, eles existem. Como este Casa do Cerro, um espaço de inspiração marroquina, que foge a tudo que se espera de um bar algarvio. No bom sentido. Cores quentes, ambiente tranquilo e uma esplanada que no Inverno é fechada e aquecida. Os cocktails da casa valem um desvio do conceito norte-africano, mas se se quiser manter fiel às raízes do bar, escolha um dos chás da carta. E desfrute esparramado no primeiro pufe que encontrar livre.

09 Colares Velho
Em tempos foi uma taberna e uma mercearia, até se transformar, nos últimos 30 anos, num dos restaurantes mais conceituados e clássicos da zona de Sintra. Desde o ano passado com nova gerência, o Colares Velho é mais do que um restaurante. É também um salão de chá com duas salas intimistas e confortáveis, uma delas equipada com lareira e perfeita para saborear um café ou um chá acompanhado de um scone ou de uma fatia de cheesecake caseiro.

10 Foxtrot
No Foxtrot não se dança foxtrot nem qualquer outro estilo, mas pode comer--se um bife fora de horas, beber um whisky ou um cocktail, ver futebol num ecrã gigante, jogar snooker ou até gamão. E claro, pode não se fazer absolutamente nada a não ser ficar numa das poltronas a conversar e a ouvir música. Aberto inicialmente por Luís Pinto Coelho, proprietário do mítico Pavilhão Chinês, o Foxtrot é uma réplica lisboeta do tradicional pub inglês e está cheio de recantos confortáveis. No Inverno, a sala mais concorrida - e há quatro diferentes - só podia ser mesmo a da lareira.

 

Via ionline



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Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010
Moura dos Santos
 
Filho de um coronel da força aérea, Manuel Moura dos Santos viveu quatro anos numa base militar, mas não cumpriu o seu sonho: ser piloto de aviões. Em vez disso, conquistou prémios ao lado de Jorge Palma, Ala dos Namorados ou Rio Grande, de quem foi agente. Hoje, conhecemo-lo como o júri implacável do "Ídolos". O i entrevistou-o no seu quartel-general - o escritório da agência MS Management, em Belém.

Quem o vê no "Ídolos" fica com a sensação de que está ali a fazer um frete.

Não é um frete, fazer televisão é uma coisa muito difícil. Nunca sabemos qual é o momento em que estamos bem ou mal. E nos últimos tempos não tenho estado muito descontraído.

Porquê?

O programa já se arrasta há muito tempo, as pessoas estão cansadas, e às vezes descarrega-se lá para dentro. Cá fora, as coisas também não estão fáceis: antes de deixarem de comprar batatas e arroz, as pessoas deixam de comprar discos e ir a espectáculos. E um gajo é humano, reflecte-se em tudo. Bem sei que o público não tem nada a ver com isso, mas sou um tipo muito genuíno e quando estou mal disposto não disfarço.

Sente-se enquadrado naquela confusão de miúdos e famílias aos berros?

Abstraio-me de tudo isso. Há uma parede entre mim e o público. Estou focado no que se passa à frente.

Não foi bem o que aconteceu recentemente, com a polémica dos Anjos [Moura dos Santos criticou os músicos e foi vaiado].

Não gosto de ser interrompido quando falo, é apenas isso. O resto passa-me ao lado, aquela gritaria, os apoios. Só estou no plateau quando tenho mesmo de estar. Ao mínimo intervalo saio.

Que sentiu quando soube que os Anjos iam estar no programa seguinte?

Houve ali uma coincidência infeliz. A SIC já tinha decidido convidá-los antes. Até foram eles que se ofereceram. De vez em quando, o programa tem de meter umas coisas destas. Tem a ver com audiências e com o facto de a TVI ter duas novelas ao mesmo tempo. Era algo que a produtora já tinha previsto.

Não foi uma decisão inédita?

Não. No Natal foram lá os Shouts. Também acontece lá fora. E já estava no meu contrato que eu ia faltar nessa semana. Era um compromisso pessoal que eu já tinha há imenso tempo. Foram coincidências infelizes.

Essa até foi bastante feliz.

Não foi nem deixa de ser. Estou-me nas tintas se as pessoas pensam que eu fugi. Além disso, para quem quiser saber, eu estava com o João Gil de férias na neve. Não era segredo para ninguém, o Gil até fez o diário da viagem no Facebook. Mas percebo que a produção não tenha retirado o convite aos Anjos porque isso ia causar ainda mais polémica.

Provavelmente a produção até lamentou a sua ausência. O tema era quente, prometia audiências.

Se tivesse estado lá, as coisas teriam sido normais. Eu cumprimentava-os, se eles retribuíssem muito bem, se não muito bem na mesma. Nada me move contra os Anjos.

Alguma vez foi maltratado na rua por discordarem da sua opinião?

Não, nunca. Nem nas redes sociais em que estou. Na rua, as pessoas são simpáticas. Por exemplo, entre a segunda e a terceira edição passaram quatro anos. Nesse período, abordavam-me para dizer que tinham saudades. Perguntavam-me quando voltaria.

No fundo, a postura do júri agrada o público, aguça-lhe a curiosidade.

Aceito que haja um certo voyeurismo em ver alguém numa situação difícil, não é que eu concorde, mas está na natureza humana. E este tipo de programas também joga um bocado com aquilo que as pessoas são. Quem inventa estes conteúdos, sabe exactamente o alvo e como chegar a ele.

Não sente que exagera?

Nenhum júri está ali para mandar o concorrente aprender. Há talentos que são inatos, como cantar, pintar ou escrever. E uma coisa é ter alguma dureza e ser directo nas apreciações, outra é insultar. E eu nunca insultei ninguém. Posso não gostar e dizer "eh pá, dedica-te à pesca". Admito que isso não seja o português mais coloquial.

Ou classificar um estilo de "azeitola".

Por exemplo. Mas, no norte, essa é uma palavra comum, tal como morcão. O azeiteiro cá em baixo é o foleiro.

Como vê a mediatização do programa? Dá a sensação de que não é a sua praia, recusa-se a alimentar polémicas nos jornais.

Não é o meu lugar, de facto. A minha mais valia televisiva, a existir, é aquilo que eu digo e como digo. Todo o folclore à volta do programa irrita-me imenso. Um dia estava aqui e recebi uma chamada de um jornal, com quem não falo, e perguntaram-me qualquer coisa sobre o Luís Jardim. Apenas disse para não me chatearem com parvoíces. No dia seguinte estava na capa desse jornal: "Moura dos Santos chama parvo a Luís Jardim". Aquilo é só má fé. Resultado: pedi à minha advogada para tratar do assunto. Não tenho paciência para estas merdas. E é isso que os irrita, estar-me nas tintas, não falar, não alimentar.

Acredita que um programa como o "Ídolos" pode lançar uma carreira, como acontece lá fora?

Eu gostaria que fosse feita uma tentativa séria de estabelecer uma ligação entre o programa e a indústria, mas as experiências do passado mostram-nos o contrário, que isto é um puro entretenimento e que a transposição do que se passa ali para a indústria é reduzida. Eu percebo que não há dinheiro. Na América, têm singles a sair no dia seguinte à gala. Aquilo é imediato, há uma equipa enorme que já está a gastar dinheiro com cinco concorrentes, sabendo que apenas um vai ganhar.

E nesta edição do "Ídolos"?

Gosto muito dos miúdos e acho que em termos de popularidade esta edição bateu por uma grande margem as outras: a adesão do público, as audiências. Acredito que desta vez o vencedor e alguns dos finalistas terão mais facilidade. De qualquer maneira, há ideias da Freemantle [a produtora] e da SIC para não deixar morrer estes miúdos na praia.

Os exemplos mais recentes não são muito animadores.

O Nuno Norte continua comigo, com um percurso dificílimo. Teve uma fase mais completa quando estava na Filarmónica Gil, agora a solo está a gravar um projecto de Rock chamado "Lama". Não explodiu.

Enquanto manager, considera-se um caça talentos?

Tenho alguns miúdos em quem estou a apostar, mas não sou caça-talentos.

Há muita cobiça de artistas por parte dos managers?

Nunca em circunstância alguma abordei um artista que já tivesse agente. Formou-se em economia, mas acabou a trabalhar na música. Como?

No verão de 1989, tive uma esplanada em Belém, que era frequentada pelo Rui Veloso, amigo do meu irmão. Quando o negócio acabou fui convidado para trabalhar com o Rui na área comercial e financeira. Nunca cheguei a acabar o curso, fiquei no quinto ano, com umas cadeiras por fazer. É um percurso um tanto invulgar. Queria ser piloto aviador, como o meu pai que é coronel da força aérea no resguardo, e vivi no meio militar durante imenso tempo: quatro anos na base aérea nos Açores e na de Tancos.

Como chegou ao Jorge Palma?

Nunca mais me esqueço: estávamos num concerto dos Rio Grande em São Pedro do Sul. O Palma, com aquele ar desengonçado do gajo e já bem disposto, dizia: "Já sei que vais ser o meu manager." Foi a Marta, manager dos Xutos, a querer que eu pegasse nele.

É fácil trabalhar com ele?

Tivemos uma relação inicial bastante conturbada. Eu vinha de artistas muito focados e o Jorge era o feeling puro. Tinha aquela faceta extraordinária do "está tudo bem, isto ensaia-se em 10 minutos". E eu habituado ao Veloso, que ensaiava um mês para uma digressão. Ao longo dos anos, com muitas conversas, foram-se limando várias arestas e o respeito mútuo foi conquistado. Mas chegamos a ter um trato: eu dizia-lhe 'sempre que chegar a um concerto e tu não estiveres em condições, venho-me logo embora'. E ao princípio, meu amigo, aquilo era uma carga de trabalho. Vinha quase sempre embora.


Via ionline



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Amor e uma autocaravana

 

Carlos e Isilda Lopes têm uma vista diferente todos os dias. Às vezes preferem acordar e espreguiçar-se em frente ao Mediterrâneo. Outras gostam de estar perto da civilização e estacionam a autocaravana perto do mais concorrido centro comercial de Lisboa, o Colombo. Já Teófilo Ramos pode deixar o despertador tocar até dez minutos antes das aulas começarem. A sua carrinha está estacionada quase em frente à escola e, ao contrário dos colegas, não tem de gastar dinheiro todos os meses com o aluguer de uma casa.

Inês Sousa orgulhava-se de ter a melhor vista de Lisboa: estacionada em frente ao Tejo, ia para o trabalho de bicicleta até engravidar e comprar uma casa mais espaçosa no Porto.

Há quem prefira a liberdade da vida sobre rodas às paredes de um apartamento. Laurinda é um bom exemplo disso. Apesar de ter casa numa das zonas mais cobiçadas de Lisboa, a Avenida de Roma, não troca a sua autocaravana por nada. Na companhia do seu periquito Quicas, tem a mesma rotina que tinha em casa: cozinha, toma banho, lava a loiça e até fala com os amigos na internet.

A única preocupação constante de todos os que optam por este estilo de vida é encher semanalmente o depósito da água e despejar a casa-de-banho numa estação apropriada. "Infelizmente há poucos sítios em Portugal onde isso se possa fazer", diz Isilda Lopes que já percorreu a Europa na sua autocaravana. "França é o melhor país para viajar assim. Há condições excepcionais e áreas próprias de paragem."

Em Lisboa são poucos os sítios onde as carrinhas e autocaravanas são bem-vindas e cada vez mais são afixados sinais de proibição de estacionamento. "Costumava ficar ao pé da Torre de Belém e do Padrão dos Descobrimentos, mas depois proibiram", conta Maria, de 49 anos, que há dois anos vive numa autocaravana. A sua empresa vai abrir uma filial em Madrid e Maria terá de vender a autocaravana. "É uma cidade mais perigosa e por isso prefiro vendê-la aqui", diz. "Estou a pedir 30 mil euros por ela."

Uma autocaravana por estrear custa em média 60 mil euros, mas há quem opte por uma carrinha comercial a menos de metade do preço e a transforme numa casa. É o caso de João Lourenço, que só não tem uma casa-de-banho.

 

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Letra

 

Uma flor 
Uma pequena flor 
Que eu colhi 
Só a pensar
Em ti (x2)

Eu bem sei 
Que fui longe demais

Também sei
Que eu não farei jamais

Uma flor 
Uma pequena flor 
Que eu colhi 
Só, só a pensar
Em ti 

Eu bem sei 
Que fui longe demais

Também sei

Que eu não farei jamais 



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O poder de uma farda
 
 

 

Desde que identificados, os advogados não têm de passar pelo detector de metais. É o que está escrito num aviso, à entrada do tribunal de Cascais. "Estou tramado." É a primeira expressão que me passa pela cabeça. Só tenho uma toga preta debaixo do braço, uma mala de couro e algum paleio de improvisação memorizado, caso a experiência dê para o torto. Estive tentado a voltar para trás. Respiro fundo e avanço. Assim que o segurança vê a farda manda-me passar. Surpresa das surpresas, não tenho de mostrar qualquer documento. Ainda atrapalhado com tanta rapidez, acabo por passar à mesma debaixo da máquina, que se farta de apitar. Ruborizo mas nem assim sou incomodado. "Passe, não faz mal", diz-me o funcionário, antes de seguir em paz até às salas de audiência. Percebo que da teoria à prática a distância é respeitável naquele tribunal.

Na manhã seguinte, faço uma variante à experiência. Decido meter a toga dentro da mala de couro para perceber se as regras de segurança seriam, ou não, mais apertadas sobre o anónimo cidadão. "Ponha o telemóvel e as chaves neste cesto, indicou-me o mesmo segurança do dia anterior, antes de fazer menção para eu passar pela máquina. Pede-me também para abrir a mala. É então que decido improvisar: 'Aí dentro trago a minha toga'." A reacção não podia ser mais amistosa: "Ah! É advogado! Não precisa de ir pelo detector de metais." Nem sequer tenho de abrir o fecho da mala.

Na sala de audiências

A manhã não é das mais animadas. O primeiro andar está deserto. Só no rés-do-chão, na vara criminal, é que se pode falar em algo parecido com agitação. Uns poucos advogados fazem conversa de circunstância com os clientes enquanto aguardam pela chamada do oficial de justiça. Ao ver a minha toga enrolada, Manuel aproveita para se queixar da justiça: i.e., o atraso do seu julgamento e a balda da advogada: "Disse-me que o carro avariou." O seu caso não será muito diferente do de milhares que ocupam a maioria do tempo de juízes, advogados e procuradores do Ministério Público deste país. Manuel e o sobrinho são acusados pelo falecido irmão, vítima de uma doença prolongada, de o terem agredido. O ex-emigrante nega tudo e diz que o irmão foi manipulado por um casal que quis ficar com os seus cheques do Rendimento Social de Inserção. E que terá assistido à discussão. A história tem os condimentos de uma novela mexicana e, na sala de audiências, a juíza tapa o rosto para esconder um sorriso quando Manuel define o falecido irmão como "fraquinho da cabeça".

Os episódios a raiar o non-sense sucedem-se. A advogada do sobrinho de Manuel pede à juíza para ouvir três testemunhas abonatórias. Mas elas tinham assistido aos depoimentos desde o início. "A doutora não sabe que só poderia chamá-las se elas tivessem ficado lá fora? Se fossem depor, iriam dizer o mesmo que o Manuel e o Carlos", ironiza a juíza. Atrapalhada, a advogada desculpa-se que estava de costas e não se apercebera da presença das pessoas na sala.

Antes de terminar, a juíza anuncia que terá de haver uma próxima sessão no final do mês, porque o tribunal "se esqueceu" de convocar as duas testemunhas da acusação. A declaração causa alvoroço entre os dois homens, que protestam contra aquele "erro" do tribunal. "Já lhes pedi desculpas. Os senhores nunca cometem erros no trabalho? Exijo mais respeito pois estão num tribunal", diz a juíza sem esconder a irritação.

O julgamento acaba num clima de tensão que se estende para fora da sala. Os dois homens estão inconsoláveis. Quando se vão embora, dirijo-me ao oficial de justiça que me confunde com um estudante de Direito (a toga estava dentro da pasta). "Apercebeu-se da gaffe da advogada? Se ela tivesse pedido à juíza para ouvir as testemunhas na próxima sessão tudo teria corrido bem. Provavelmente a juíza não saberia que elas já teriam assistido ao julgamento". Quanto ao "esquecimento" do tribunal em avisar as outras testemunhas, ele não se escuda em argumentos rebuscados: "Falta gente por aqui. Só há dois juízes e dois procuradores".

O à-vontade com que falam comigo nos serviços administrativos destoa do dia para a noite com a rigidez de muitos funcionários durante outras reportagens, feitas sem camuflagem e com o cartão de jornalista à vista. No final da manhã, já tratava o simpático funcionário judicial pelo primeiro nome. Imagino que mais uns dias passados em Cascais e estaríamos a combinar uma bica no restaurante da esquina.

 

Via Expresso



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Crianças vão ter multibnco nas escolas públicas

 

Ter dez anos já não é motivo para não andar com um cartão multibanco na carteira. É precisamente isso que vai acontecer no próximo ano lectivo, quando milhares de alunos do ensino básico vão ter acesso a um cartão pré-pago, que vai funcionar numa rede limitada. A novidade vem no cartão electrónico que será entregue aos alunos em Setembro e vai substituir os actuais cartões de identificação escolar, nas escolas com 2.o e 3.o ciclos do ensino básico e secundário. 


O projecto, que vai custar 18 milhões de euros aos cofres do Estado e foi adjudicado à tecnológica portuguesa Novabase em parceria com a Caixa Geral de Depósitos, já devia ter avançado no ano 2009/2010. No entanto, acabou por ser adiado e está previsto apenas para 2010/2011. 

A medida consta do Plano Tecnológico da Educação e visa a totalidade das 1200 escolas públicas com 2.o e 3.o ciclos, onde estão matriculados cerca de 750 mil alunos. Mais de metade destas escolas já tem um sistema de controlo de acessos e pagamentos, que poderá coexistir com a nova solução da Novabase. O Ministério da Educação contempla a possibilidade de escolha entre manter o sistema anterior e introduzir o novo. 

A ideia por trás destes cartões é controlar os acessos e eliminar a circulação de dinheiro nas escolas, aumentando a segurança. Numa primeira fase, o Ministério da Educação prevê que seja limitada "a utilização do cartão enquanto meio de pagamento aos postos de venda internos da escola". A seguir pretende "expandir esta utilização do cartão a pontos de venda externos às escolas, por exemplo museus, bibliotecas, livrarias, papelarias, transportes e pavilhões desportivos", explica o caderno de encargos do cartão. 

Nestes casos, a expansão "terá de considerar a limitação da utilização do cartão a determinados estabelecimentos e/ou sectores de actividade". O mais importante de tudo: apesar de ser um cartão multibanco, isto é, compatível com a norma EMV (Europay, Mastercard e Visa), não será possível levantar dinheiro com o mesmo. Desta forma garante-se o objectivo de eliminar o dinheiro nas escolas e promover a segurança dos alunos. 

Visto que abrange adolescentes desde o 5.o ano (com menos de 14 anos não se pode ter uma conta bancária), terão de ser os pais a autorizar o cartão, assim como a deter uma palavra-passe exclusiva para controlar o saldo, movimentos e limites do cartão. O mesmo poderá ser carregado através de transferência bancária, pagamento de serviços, homebanking, nas máquinas ATM da rede multibanco ou directamente na secretaria da escola. 

O que já existe Os cartões electrónicos que são actualmente usados em 772 escolas públicas do 5.o ao 12.o ano não têm componente EMV. São carregados como um porta-moedas electrónico, por exemplo na papelaria da escola, ou com um pagamento de serviços no multibanco. No entanto, só podem ser utilizados dentro do recinto escolar pelo proprietário, o que automaticamente diminui o risco de assaltos e até o tráfico de senhas de almoço - foram comunicados casos em que os beneficiários da acção escolar vendiam as senhas a outros alunos para obter dinheiro.

No caso do novo cartão, a ambição é muito maior: criar uma rede fechada, controlada pelos pais e pelo Ministério da Educação, onde estes cartões multibanco podem ser usados sem recurso a dinheiro. Mais, os pais terão acesso a um site na internet onde poderão visualizar todos os movimentos do cartão, bem como os horários de entrada e saída dos filhos. Este site estará integrado no Portal da Escola. 

problemas O projecto prevê que seja criada "uma única conta bancária 'mãe', pertencente ao Ministério da Educação, que agregará o valor global dos carregamentos realizados e respectivos saldos de cartões". Embora seja enquadrada uma conta bancária por escola, "vinculada aos terminais de pagamento automático a instalar", alguns responsáveis indicaram ao o receio de que as escolas venham a ter problemas de tesouraria. É que a centralização implica que todos os pagamentos sejam transferidos da conta do ministério para a das escolas. Contudo, não clarifica com que prazos, ficando o receio de que a escola tenha de antecipar os pagamentos aos fornecedores (cantina, papelaria e outros serviços). 

polémicas O concurso para o cartão gerou protestos por parte das empresas que já estão no mercado dos cartões de aluno. É que a componente financeira acabou por levar a Novabase e a Caixa Geral de Depósitos a concorrerem sozinhas e a ganharem a adjudicação, em Julho de 2009. Tanto a Micro I/O, que tinha ganho os projectos-piloto, como a JPM & Abreu, que detém cerca de 35% do mercado de cartões electrónicos, desistiram de entregar propostas ao concurso. 

"A JPM & Abreu consultou o caderno de encargos relativo ao concurso do cartão electrónico e decidiu não concorrer", explica ao i Marco Trindade, director do departamento de serviços administrativos e financeiros da empresa. O responsável afirma que "cerca de 90% é dirigido a entidades bancárias em articulação com a SIBS e que o concurso se resume ao fornecimento de um cartão com funções bancárias, não contemplando o software de gestão em uso nas escolas", que a empresa produz. 

Pedro Fonseca, director-geral da Micro I/O, partilha da opinião. "Sempre recusámos parcerias quando implicavam a utilização do cartão fora da escola", sublinha, manifestando "surpresa" pela divergência entre os concursos para as escolas-piloto, que a Micro I/O ganhou, e o caderno de encargos final. Por outro lado, a empresa abordou algumas instituições bancárias para saber se havia disponibilidade para avançar com uma proposta e foi recusada. O problema estaria nos montantes elevados das penalizações que o caderno de encargos prevê para várias situações. Por exemplo, os erros na personalização dos cartões podem dar origem a uma penalização que pode ir até 4500 euros. O incumprimento do prazo máximo para entrega de novo cartão (em caso de extravio ou modificação) é de dois dias. A partir daí, a empresa pagará 450 euros por cartão, por dia. 

Ambas as empresas esperam uma clarificação para perceber até que ponto o seu negócio será afectado. A Quinta Sinfonia, também especialista neste sector, não comentou o projecto.



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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010

Scarlett Johansson leiloa encontro na net

 

 O vencedor do leilão, que termina na próxima sexta-feira, vai estar na companhia da actriz. O dinheiro arrecadado será doado a uma ONG que presta auxílio humanitário no Haiti.

De acordo com a revista “US Weekly”, Scarlett Johansson está a leiloar um encontro com ela, após a estreia de sua peça de teatro “A View from the Bridge”, a 24 de Janeiro, com o propósito de angariar fundos para ajudar o Haiti. O leilão, que se realiza no eBay, começou na segunda-feira, dia 18, com o valor de 530 dólares, e termina na próxima sexta-feira.

O vencedor do leilão ganha quatro ingressos para a estreia da peça, poderá tirar fotografias com a actriz, receberá autógrafos e passará uns minutos na companhia da actriz norte-americana.

O dinheiro arrecadado vai ser doado de forma integral à ONG Oxfam America, uma das organizações que está a prestar auxílio humanitário no Haiti.

 

Via DN



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Fraudes online a pedir dinheiro para o Hiti

 

A Cruz Vermelha Portuguesa alerta para o facto de já ter registado situações de websites e emails fraudulentos que estão a utilizar o emblema e o nome da Cruz Vermelha para solicitar donativos de apoio às vítimas do sismo no Haiti.

Indica ainda que as pessoas interessadas em efectuar donativos para as operações humanitárias no Haiti deverão fazê-lo apenas através dos websites oficiais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

As suspeitas de emails e websites fraudulentos deverão ser encaminhadas para fraudissues@ifrc.org.

Já no passado dia 13 o FBI pediu aos utilizadores da internet para se manterem em alerta quanto à  possibilidade de fraudes nas doações pela web para as operações humanitárias no Haiti.

 

Via DN



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Porque deveria eu viver para agradar aos outros?! Não. Lamento, mas comigo não funciona assim. Sou gorda, gosto de cozinhar, comer, "jiboiar" e rir. Rir muito.

A vida de saltos altos - Sim, sou gorda e odeio saltos altos. So what?
 
 

Ainda me perguntam, "Oh Helena, mas não  gostarias de te ver bonita?" Mas eu sou bonita. Para ser franca, até acho que tenho uma cara bem bonita e o que reforça ainda mais essa minha beleza facial são, sem dúvida nenhuma, as minhas bochechas gordinhas. Sim. Gosto muito da minha cara se querem saber.

Chef na cozinha e...

 

Então agora tinha de emagrecer só para cumprir um padrão de elegância?! Não obrigada! Adoro comer! Adoro cozinhar. Ainda ontem fiz aquele cheesecake que ficou mesmo delicioso e que o meu marido e o meu filho adoraram. Dá-me imenso prazer cozinhar todo o tipo de coisas. Assados, refogados, salteados e todos os "ados" possíveis. Tal como adoro fazer empadões de galinha e, principalmente, bolos e tartes.

...gata com ar de jibóia no sofá

 

Depois adoro estatelar-me no sofá aos fins de semana. Ler Agatha Christie ou, se estiver para aí virada, os meus queridos Neruda e Florbela.

Às vezes o meu filho Ruben, para se meter comigo, usa uma frase bem engraçada quando estou estendida no sofá. "Mãe estás a 'jiboiar'?" E eu, a sorrir, não o deixo sem resposta. "Sim filho, adoro 'jiboiar'!".

Ler dá-me tanto prazer quanto cozinhar. E ainda me perguntam porque não vou ao ginásio?! Como é possível trocar duas horas de leitura por uma passadeira mecânica e uma multidão de "armários ambulantes" a cheirar a suor e a chulé?! Tenham dó! Enfim, ele há coisas no mundo, que realmente não entendo.

Saltos altos?! Estão a gozar ou quê?!

 

Estranho é também o facto de muitas mulheres preferirem andar a sofrer de dores de pés, só para andarem com os "tão sexys" saltos altos! Para quê? Para quem? É tão confortável andar de ténis ou com sapatos rasos casuais que não entendo como se pode trocar o sofrimento pelo conforto por uma questão de... vaidade?!

Cuido de mim. E bem, acreditem

 

Se me cuido? Sim. Não fumo. Raramente bebo álcool, visito o médico regularmente e faço as respectivas análises de rotina.

Vou ao cabeleireiro quando o cabelo está a ficar muito grande. Faço depilação uma vez por mês. Sou eu a responsável pela minha manicura e pedicura. Apenas corto as unhas e as cutículas.

Vou às compras para comprar o que realmente preciso. Como bem demais (o que às vezes é um descuido), procuro fazer coisas que me façam rir muito. Que é coisa que adoro: Rir!

Durmo o essencial e estou de bem com a vida. Por isso posso dizer à boca cheia: Sim eu cuido-me. E bem!

E então?

 

Mas há muito que já percebi que o "cuidar" para muitas outras mulheres tem um outro significado, completamente diferente. Ok, então para essas a resposta é: Sim, sou gorda, não me cuido e odeio saltos altos. So what?!

 

Via Expresso



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Solar Impulse

 

O "Solar Impulse" é o primeiro avião tripulado que voa com energia solar como combustível. Desde 2003 que uma equipa de 70 colaboradores trabalha neste projecto inovador que permite fazer o impossível, como explica André Borschberg, engenheiro e piloto de caças e um dos pilotos desta aeronave: "Pensávamos que era impossível voar dia e noite e, naturalmente, à noite é mais difícil por isso durante o dia subimos para armazenar energia com a altitude e ao anoitecer começamos a descer e usamos a energia armazenada nas baterias."

Leve como... um carro

Esta aeronave pesa o equivalente a um automóvel. As asas são comparáveis às do Airbus A380, medem cerca de 63 metros e estão revestidas por 12 mil células fotovoltaicas, que transformam a energia solar em fonte de alimentação do avião. Os materiais utilizados no Solar Impulse são plásticos ultraleves e até mesmo as baterias de lítio, que representam um quarto do peso do avião, são consideravelmente mais leves do que as convencionais.

Apesar de ultraleve, viajar no Solar Impulse é como dar uma volta de motorizada. "Claro que este avião não vai voar à mesma velocidade que faz um jacto supersónico, mas tem uma tremenda vantagem, a de não consumir uma única gota de combustível fóssil e de não provocar um único micrograma de poluição", reforça Mário Branco, Director de Comunicação e Relações Internacionais da Solvay.

Até ao momento o Solar Impulse voou apenas em ambiente virtual mas já está em condições de dar os primeiros passos nos céus. Em todo o caso, só em 2011 é que esta aeronave se vai estrear oficialmente numa volta ao mundo em 25 dias. "São 24 mil quilómetros, a 70 quilómetros por hora e com paragens. Cada piloto fará no máximo quatro a cinco dias ininterruptos de voo e terá que atravessar os oceanos", explica Mário Branco.

Para já não há objectivos comerciais e a circum-navegação contará apenas com um tripulante de cada vez. O Solar Impulse é um projecto tecnológico inovador que utiliza energias alternativas para reduzir o impacto ambiental causado pelas energias fosseis, uma realidade que levou a Comissão Europeia a considerar este projecto um símbolo para o desenvolvimento sustentável.

 

Via Expresso



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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

Quer ter prazer?..ensine o seu parceiro

 

O jantar romântico não funcionou. A lingerie vermelha não adiantou. E nem aquela dança maravilhosa que você aprendeu na novela das oito com a indiana Maya deu certo? Não se desespere! Se nada está funcionando para que seu parceiro te deixe subindo pelas paredes de tanto tesão, que tal mudar de estratégia? Fomos atrás de dicas infalíveis que farão com que suas noites nunca mais sejam iguais! Nada de arroz com feijão ou pão com manteiga, a ordem agora é inovar o cardápio! As dicas são do livro O Guia das garotas para administrar os homens, de Jane Matthews.


1- Mostre que ele precisa esquentar o seu motor primeiro. Ele precisa demonstrar o que sente, para que você entre no clima. E aprender que o caminho para dentro da sua calcinha passa pelos seus ouvidos, tomando o cuidado – com a ajuda de vinho, rosas e atmosfera romântica – de fazer com que você se sinta amada
  
2- Comece as aulas de estudos cinematográficos. Pergunte quais filmes ele acha eróticos e diga quais você acha sensuais. Depois, enquanto estiver assistindo a uma das escolhas dele, pergunte por que é tão excitante. Faça a mesma coisa quando assistirem ao seu filme sensual, diga exatamente por que uma cena ou um desempenho são tão eróticos para você.
3- Sugira que vocês dois façam um curso de massagem. A lição de casa deve ser divertida para os dois, ok!
 
4- Fale que ele é muito sensual. Exatamente como você, ele quer ser desejado. Ao saber que você o deseja, ele vai te querer ainda mais

5- Tenha um orgasmo. Lembre-se de que, para ele, o que importa é o objetivo. Fazer você chegar ao orgasmo é um gol de placa que decide a partida.
6- Transforme tudo em brincadeira. Faça que as preliminares se pareça menos com uma tarefa: fantasie-se, pegue alguns brinquedinhos, experimente sabores e aromas novos, faça alguma cena de filme favorita
 
7- Mostre para ele coisas que te excitam. Fotografias, filmes, imagens, sabores, arte, música e sensações que considera eróticos. Ele logo vai descobrir que, se prestar atenção, será capaz de um trabalho prático excelente.
8- Mostre para ele exatamente onde gosta de ser tocada. Ele vai estar tão certo de que já morreu e chegou no céu, que nunca vai pensar que aquilo está sendo uma aula
 
9- Cada um precisa ter a sua vez. Permita que ele seja egoísta e alcance o orgasmo, depois, ele poderá lhe dar a atenção que você merece
 
10- Divirtam-se com faz-de-conta. Um de cada vez vai escolher uma cena excitante predileta do cinema, depois, apagar as luzes e ação! Representando! Não importa se a sua representação não for muito convincente, mesmo assim vai receber o prêmio por dar origem a um ótimo desempenho.
11- Sexo oral. A maioria dos homens adoram! Portanto, vá em frente!
12- Eles adoram variedade. Então, ao invés de fazer sexo apenas na cama, invista em lugares em que, o perigo de serem pegos, dê um toque de emoção ao que vão fazer, como perto de uma árvore, ou de uma duna, ou do capô do carro… Use a criatividade!
13- Deixe que ele dê uma rapidinha. Você pode não estar com vontade, mas é um jeito lindo de mostrar que pensa nas necessidades sexuais dele e um sexo rápido e furiosos pode ser excitante, quando vir o tesão que ele sente por você.
14- Faça uma lista do que é bom para você. Entregue para ele com um convite para um fim de semana em um hotel, onde ele vai poder experimentar tudo. Diga para fazer a própria lista e levar você a algum lugar para estudarem um pouquinho
 
15- É para acordar? Use um jeito diferente. Sem dúvida, começar o dia com um orgasmo grandioso é bem melhor do que um café da manhã.

 

Via 45 Graus



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As teias do magalhães

 

Via Expresso



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Letra

 

Todos temos Amália na voz

António Variações

 

Fiz dos teus cabelos a minha bandeira

Fiz do teu corpo o meu estandarte

Fiz da tua alma a minha fogueira

E fiz, do teu perfil, as formas de arte

 

Fiz das tuas lágrimas a despedida

Fiz dos teus braços a minha dança

Deo o teu sentido à minha vida

E o grito dei-o ao nascer de uma criança

 

Todos nós temos Amália na voz

E temos na sua voz

A voz de todos nós

 

Dei o teu nome à minha terra

Dei o teu nome à minha arte

A tua vida à primvera

A tua voz à eternidade

 

Todos nós temos Amália na voz

E temos na sua voz

A voz de todos nós

 

A tua voz ao meu destino

O teu olhar ao horizonte

Dei o teu canto à marcha do meu hino

A tu voz à minha fonte

 

Todos nós temos Amália na voz

E temos na sua voz

A voz de todos nós

 

Dei o teu nome à minha terra

Dei o teu nome à minha arte

A tua vida à primvera

A tua voz à eternidade



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Nasceu o direito a copiar

 

Os alunos da Universidade de Sevilha já podem copiar nos exames. Isto porque a Universidade reconheceu o seu "direito" a fazê-lo, pelo que os professores já não poderão chumbar, expulsar ou suspender os alunos que forem apanhados a copiar.

Mas não se indignem os que não copiam e se sentem insultados pela medida. Sempre que um aluno da Universidade for apanhado a olhar para o teste do lado, o professor não deverá dizer nada. Em vez disso, deverá anexar ao exame uma nota a informar que o aluno parecia estar a copiar durante a execução do exame, para que uma comissão composta por três professores e três alunos decida se houve ou não cópia.

Na prática, os alunos não podem copiar, simplesmente podem olhar para os testes dos colegas sem sofrerem punições por isso. Ainda assim, professores consultados pelo "El Mundo" classificam a permissividade das novas regras (incluídas nas Normas Reguladoras da Avaliação e Qualificação das Assinaturas, aprovadas em Setembro pelo Conselho da Universidade) como uma "barbaridade".

 

Via ionline



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Casos há em que, indiscutivelmente, o "superior interesse da criança" dita que os casais homossexuais devem poder adoptar.

 

Dois grupos com posições irredutíveis polarizam a discussão sobre o direito de casais homossexuais serem candidatos à adopção. Os que são contra, invocando o derradeiro argumento do "superior interesse da criança", recusam alargar a receptividade que eventualmente mostram quanto à extensão dos demais direitos aos casais homossexuais. Também os que são a favor não esquecem o "interesse superior da criança", mas desvalorizam a necessidade de uma figura paterna e outra materna. A discussão é complexa e sempre surgem outras alegadas justificações para os casais homossexuais não poderem adoptar (associação entre a homossexualidade e o abuso sexual de menores, transmissão da orientação sexual dos pais aos filhos e discriminação pela sociedade das crianças de pais homossexuais), mas que são rebatíveis pelos factos - as duas primeiras - ou reaccionárias - a terceira. A derradeira barreira será sempre a necessidade de um pai e uma mãe, pois a generalidade da população aceita mal que se possa definir uma infância feliz de outro modo - posição que não pode ser descrita como "homófoba". Devemos porém distinguir duas situações. No caso da adopção de crianças que não são filhos biológicos de nenhum dos membros do casal, faz sentido discutir a importância da figura materna e paterna. Mas no caso da adopção de filhos biológicos de um dos elementos do casal, esta discussão perde importância, ao ponto de se tornar irrelevante. Isto, claro, se o "superior interesse da criança" for para levar a sério. Não se trata de uma excentricidade ou de uma questão de pormenor. Na Alemanha, Dinamarca, Islândia e Noruega , de momento, a adopção por casais homossexuais aplica-se apenas aos filhos biológicos de um dos membros do casal.

O "superior interesse da criança" é uma fórmula muito curiosa e pergunto-me se os que a usam para criticar a adopção por casais homossexuais mediram já as implicações do seu argumento. Quando uma pessoa com um filho biológico enviúva e depois assume uma relação homossexual, como invocar esse "superior interesse" para negar ao parceiro o direito a adoptar o filho do companheiro, se essa for a vontade deste, sendo certo que o grau de protecção da criança só poderia aumentar? Se este cenário parecer demasiado improvável, consideremos outro, mais recorrente: como justificar que não se dê a protecção legal devida ao filho biológico de um dos membros do casal homossexual gerado já no contexto de uma relação homossexual (por exemplo, com recurso a esperma de um dador)? Convém recordar que só uma sociedade distópica teria meios para impedir esta forma de gerar vida, embora não se imagine sequer como. Pois bem, se estamos perante uma inevitabilidade, não decorre daqui que o "superior interesse da criança" nos obriga a ceder o direito à adopção a casais homossexuais? Independentemente do que se possa pensar sobre estes modos de gerar vida, nenhum de nós tem o direito de impedir um progenitor que cumpra os seus deveres fundamentais de querer partilhar a responsabilidade na educação do seu filho com quem bem entender, se essa pessoa for também capaz de assegurar os seus deveres fundamentais (o que é avaliado em qualquer candidatura). Assim sendo, numa sociedade que preze a liberdade e o bem-estar das crianças, "debater" a adopção por casais homossexuais quando estão envolvidos filhos biológicos de um dos elementos pode dar uma boa e longa conversa de café mas o debate político só será bom se for curto.

Numa entrada futura escreverei sobre a adopção por casais homossexuais de crianças que estão em centros de acolhimento ou em instituições da Segurança Social.

Via Expresso



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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010

A margarida... não, não é esta!

 

O Correio da Manhã ameaçou e cumpriu: deu espaço de escrita à Margarida, conhecida por ser presidente do clube das virgens. Quem teve oportunidade de espreitar o blogue da dita, tinha duas certezas: que era obrigatória a passagem pela edição, e que o dia-a-dia da moça é tão emocionante como a vida sexual de duas lagartixas mortas. Vamos lá dissecar o dito diário da moça:

2.ª FEIRA

Início da semana e a melancolia a atacar. Apeteceu-me falar com os meus amigos virtuais, sentei-me em frente à janela mágica e entrei no mundo irreal, muitos e-mails recebidos com promessas de amor, pedidos de casamento ou um simples 'Queres beber café?' Respondo: 'Não bebo café!' Dá para perceber a típica frase mas será que não há outra mais original e convincente? Outra janela que se abre e outra pergunta típica… 'Tens web?... estou todo nu, 18,5 cm de pénis. Queres ver?' Estou sem pica, vou sair do mundo solitário só meu e da minha tela. Botão off do computador.

Em suma, sobre segunda não tenho nada a dizer. Ando a dizer a um país inteiro que sou virgem, faço uma produção erótico-coiso em lingerie, vou para a net para "conversar" com pessoas que, obviamente, só querem encetar diálogos filosóficos comigo, mas fico muito chocada com as abordagens. Então os gajos que se dão ao trabalho de mandar um mail à última Coca-Cola no deserto não são eruditos e originais? E têm a ousadia de me oferecer nudez? Off, computador, off.

3.ª FEIRA

Em plena Avenida da Liberdade num dia de chuva. Um rapaz alto, de fato e gravata, moreno de um imenso olhar verde caminhava na minha direcção. Não conseguia tirar os meus olhos dos dele, por isso não reparei na enorme poça de água na estrada. Uma camioneta passou a toda a velocidade e a água tomou a direcção do meu corpo! Fiquei literalmente encharcada, podia fazer uma dança na chuva se fosse preciso, pior foi a vergonha. Ele sorriu-me num gesto de cumplicidade e seguiu o seu caminho… Fiquei molhada mas feliz. Aquele sorriso valeu a pena.

Oh, filhinha, uma camioneta? És virgem mas não deves ser parva. O gajo bom vinha na tua direcção (certamente a atravessar a rua, que tu não chamas a atenção de um ladrão nem que estejas coberta de jóias) e tu ficaste molhada. Pronto. Não havia camionetas. Isso é coisa da tua cabeça.

4.ª FEIRA

Energia em alta, saí de casa armadilhada para não me deixar derrubar nem pela chuva nem pelo frio. Fui à sessão de autógrafos do meu amigo Rui Costa que, juntamente com o seu colega António Murteira, lançou o livro ‘ Xutos e Pontapés, 30 anos da maior banda de rock nacional’. Um dia feliz…

Fui sair e tenho amigos. Reais. E que escrevem coisas.   

6.ª FEIRA

Fim-de-semana a aproximar-se, o meu amigo do Equador deu sinal de vida depois daquela noite animada em Madrid em que dançámos ao ritmo quente da música espanhola. Pergunta-me quando volto a Espanha. Estará com saudades? Seja como for, como diz uma amiga minha: 'A fila anda…' Tenho um convite de um amigo virtual para conhecer o seu centro de massagens. Oferece-me uma à escolha, pode ser de relaxamento, terapêutica, parcial, desportiva e a quatro mãos. Bem, se com duas mãos deve ser bom, a quatro, então… qual vou escolher?

5.ª Feira foi demasiado seca e não consegui arranjar nada para pôr aqui. Mas sexta, upa upa. DOIS gajos que me querem comer. Que eu sou virgem mas sei andar no roço, e também não sou parva: se há um gajo que me quer oferecer massagens, eu vou. Não o conheço de lado nenhum e é bem provável que ele me vá fazer a massagem com duas mãos e a perna extra, mas caramba, uma massagem é uma massagem. Então à borla...

 

Preocupa-me é o dia em que a Margarida deixar de ser virgem. Crónica dessa semana:

2.ª FEIRA:

Fodi.

3.ª FEIRA:

Despediram-me do Correio da Manhã.

 
Via Bad Girls

 



publicado por olhar para o mundo às 19:19 | link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 

 
Deixo aqui um e-mail da Sofia a pedir ajuda:
 
Ontem assisti a uma vergonha de espectáculo, um tipo a espancar estes 3 cachorros e não consegui ficar indiferente. Pontapeava-os na cabeça de uma forma estúpida e não foi preciso nada para o convencer a dar-me os cães, aliás acho que lhe fiz um favor...
Enfim, são 3 irmãos, 2 fêmeas e 1 macho, o Timon, a Míuda e a Lola. Devem ter cerca de 5 meses cada um e foram levado para o hotel hoje, em Setúbal. Já os desparasitei interna e externamente e serão entregues para adopção esterilizados.
 

 
Preciso da máxima divulgação possível porque quanto mais adultos, infelizmente já sabemos que mais difícil se torna a sua adopção e se soubere de alguém que queira ajudar nas despesas, também era óptimo.
 
80€ de hotel
 
Esterilização dos 3, 48€ + 72€ + 72€
 
Desparasitações, interna e externa...
 
Sofia Róis
Directora de Operações
Núcleo Lisboa/Sintra

ana.rois@animaisderua.org

 

Via Vila Forte



publicado por olhar para o mundo às 16:32 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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