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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Um olhar sobre o Mundo

04
Nov09

Música Portuguesa do dia:Canção simples - Tiago Bettencourt & Mantha

olhar para o mundo



Letra

 

Há qualquer coisa de leve na tua mão,
Qualquer coisa que aquece o coração
Há qualquer coisa quente quando estás,
Qualquer coisa que prende e nos desfaz

Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol

A forma dos teus braços sobre os meus,
O tempo dos meus olhos sobre os teus
Desço nos teus ombros para provar
Tudo o que pediste para levar

Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais…

Tens os raios fortes a queimar
Todo o gelo frio que construí
Entras no meu sangue devagar
E eu a transbordar dentro de ti

Tens os raios brancos como um rio,
Sou quem sai do escuro para te ver,
Tens os raios puros no luar,
Sou quem grita fundo para te ter

Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais…

Quero ver as cores que tu vês
Para saber a dança que tu és
Quero ser do vento que te faz
Quero ser do espaço onde estás

Deixa ser tão leve a tua mão,
Para ser tão simples a canção
Deixa ser das flores o respirar
Para ser mais fácil te encontrar

Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais…

Vem quebrar o medo, vem
Saber se há depois
E sentir que somos dois,
Mas que juntos somos mais

Quero ser razão para seres maior
Quero te oferecer o meu melhor
Quero ser razão para seres maior
Quero te oferecer o meu melhor

Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol

04
Nov09

Jogadores Anónimos: das bancas de jogo à ruína, aos hospitais e ao cemitério

olhar para o mundo

O jogo em Portugal

 

As slot machines, os jogos na Internet e os jogos de cartas em estabelecimentos não licenciados são os três tipos de actividades lúdicas mais viciantes em Portugal. Um estudo recentemente divulgado pela Santa Casa refere que este tipo de apostas a dinheiro é responsável pela dependência de cerca de 40 mil pessoas. Um outro levantamento de uma socióloga do ISCTE trata estas dependências como uma patologia de graves consequências para a saúde física e psicológica, responsável pelo aumento de depressões e suicídios.

 

Dados viciados é o nome da tese desenvolvida em 2005 pela socióloga Vanessa de la Blétière, a qual, ao longo de uma série de entrevistas a pessoas viciadas em jogos de casino acaba por descrever o percurso de jogadores que começaram a apostar apenas por prazer e para passarem um pouco do seu tempo livre e que acabaram a perder os próprios negócios. No final, o seu objectivo de vida era encontrar um local onde pudessem continuar a apostar.


A confirmação das narrativas viciantes de Vanessa de la Blétière surge agora através do estudo da Santa Casa, coordenado por Henrique Lopes, da Universidade Católica Portuguesa. Neste documento concluiu-se, por exemplo, que o risco de dependência nas slot machines atinge quase os 500 por cento. A percentagem, partindo do mesmo universo de 1824 entrevistas, sobe para quase 800 por cento quando se abordam os jogos de mesa, e alcança os cerca de 900 por cento no caso das apostas da Bwin.

Vanessa de la Blétière, que trabalha agora num centro de estudos sobre mudança socioeconómica, acrescenta ainda que as doenças (depressões que muitas vezes conduzem ao suicídio) contraídas pelos viciados no jogo podem ser não só uma consequência por perderem dinheiro, mas também o resultado da vergonha que vão sentir por terem de assumir na sociedade um problema que não é compreendido e, por isso, desvalorizado.

Essa mesma incompreensão e desvalorização (do vício do jogo) terá estado na origem, em 1999, de um grupo denominado Jogadores Anónimos. "Simplesmente sentiram a necessidade de se refugiar da sociedade e poder falar de algo que permanece longe de uma explicação e compreensão por parte da sociedade portuguesa", defende a socióloga.

"Hoje não jogo. Amanhã veremos" é o lema adoptado por este grupo onde, de acordo com os depoimentos, a chave do êxito passa por modificar todos os hábitos adquiridos. Vanessa de la Blétière diz que entre os Jogadores Anónimos há um ponto de partida que passa por não pensar no futuro mas apenas no presente, situação essa que ajuda a que não haja desistências e que serve igualmente para auxiliar a preencher os tempos mortos e que antes eram gastos a jogar.

"Não me deixem entrar"

O vício do jogo origina situações estranhas. Muitos dos dependentes, quando se apercebem que a sua situação económica está a entrar numa fase negativa e sem retorno, assinam declarações a autorizar os responsáveis das salas de jogo a não lhes franquear o acesso.

"Por vezes há situações muito complicadas", diz um empregado do Casino Estoril contactado pelo PÚBLICO e recordando que pessoas que pedem para não os deixarem jogar querem, depois, entrar à força nas salas e revogar o que anteriormente assinaram mediante a exibição dos próprios documentos de identificação. Vanessa de la Blétière, que no seu estudo também identifica situações deste género, escreve ainda que muitos dos jogadores que assinam documentos a interditar a sua entrada, evitam passar em frente aos locais de jogo referindo-se aos mesmos com expressões diversas como: "É uma coisa que eu nem me aproximo" ou "tenho nojo".

O estudo diz ainda que, por norma, os jogadores dependentes são pessoas solitárias, mas que, ainda assim, entre eles (frequentadores habituais dos mesmos espaços) se estabelece uma estranha convivência. "Quanto é que perdeu aquele?" ou "o que é que está a dar" são apenas duas das frases mais escutadas nos casinos por onde a socióloga fez alguns levantamentos.

A socióloga refere que na área de jogo, quando se trata de apostar, o dinheiro parece não ter valor, mas que, fora dela, quando se vai, por exemplo, a uma loja, qualquer produto pode ser regateado por se achar que o mesmo já é caro de mais. "Era capaz de regatear o preço dos melões ou de outra coisa qualquer", refere um dos entrevistados.

 

Via Público

03
Nov09

Música Portuguesa do dia:Lados errados - toranja

olhar para o mundo



Letra

 

Largaram-me a mil metros do chão
Largaram-me porque me agarrei
numa alucinação de vida
que me enchia o coração
e que agora vejo perdida
num cair que já não sei

Largaram-me a mil metros do chão
Reparo o sol que se afasta no ar
Rasgo caminho onde o vento dormia
Adormeço sentidos no meu furacão
enquanto sol anuncia o dia
sinto o meu corpo, desamparado, deslizar...

Perdi-te do lado errado do coração
Eras tu o meu chão...

Enquanto caía a terra rachou
e eu via a queda ainda mais funda
Ao meu lado passava tudo o que passei
comigo a miragem que nada mudou
do voo rasante que nem começou
do tempo apressado que nem reparei


Sinto os meus gestos flutuar, devagar
no último segredo antes do ódio
À minha frente um filme de aves sem voz
e quando as ouvi resolvi gostar
Quando as senti fiquei a amar
ter tentado subir ao cimo de nós

Amei-te do lado errado do coração
Eras tu o meu chão...

Não sei ao que chamam lados do coração
Mas és tu o meu chão...
és tu o meu chão...

03
Nov09

Dez motivos para ir ao cinema em 2010

olhar para o mundo

Alice no país das maravilhas, no cinema em 2010

 

Uma sensação de “eu conheço isto de algum lado” percorre-nos ao estudar as listas de filmes prontos a estrear em 2010. Hollywood parece ter encontrado uma fórmula para o sucesso e perdeu a vergonha de a usar. Temos remakes de filmes e séries dos anos 80, há adaptações de videojogos ao cinema e mais um ou outro herói da Marvel que passa dos quadradinhos para a fita de celulóide. As maiores surpresas vêm de realizadores que decidiram pegar em clássicos infantis e transformá-los em clássicos do cinema. Porque na infância ainda não há lugar para a nostalgia, filmes como “Alice no País das Maravilhas” de Tim Burton, ou “Sítio das Coisas Selvagens”, de Spike Jonze, podem ser as coisas mais originais do ano que vem.

“O Fantástico Senhor Raposo”, de Wes Anderson

Wes Anderson pegou num clássico da literatura infantil e deu-lhe vida com miniaturas que contam a história, um original de Roald Dahl, o mesmo autor de “Charlie e a Fábrica de Chocolate”,  através da técnica de stop motion. Conta com um elenco de luxo, do qual apenas vamos escutar as vozes: os destacáveis George Clooney e Meryl Streep partilham os créditos finais com os repetentes Bill Murray e Jason Schwartzman na história de uma raposa (a bem dizer, um raposo) a quem a vida dá uma volta depois do nascimento do primeiro filho. É o filme que abre o Estoril Film Festival, na próxima quinta-feira, dia 5 de Novembro. Estreia prevista para Portugal: 28 de Janeiro

“Anticristo”, de Lars von Trier

Lars von Trier continua empenhado em escarafunchar o lado mais sombrio da espécie humana. Em “Anticristo”, filme com reacções muito divididas em Cannes, conta a história de um casal que se refugia numa cabana nos bosques para tentar esquecer a morte do filho. Com um elenco de apenas dois actores, Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg, von Trier explora o luto e a dor de um casal num drama psicológico que acaba por se transformar num filme de terror. Estreia prevista para Portugal: 21 de Janeiro

“Clash of The Titans”, de Louis Leterrier

Quem já fez zapping pelos canais de cinema a um domingo à tarde, deve ter reparado num filme antigo, nuns efeitos especiais medonhos e um lote de actores que parecíamos reconhecer de algum lado. “Clash of The Titans”, o original de 1981, foi um êxito de bilheteira que triunfou graças aos defeitos – que então eram qualidades – anunciados antes. O remake, que estreia em 2010, pretende dar uma cara nova a este clássico que não sobreviveu ao teste do tempo. Liam Neeson e Ralph Fiennes lideram o elenco de um filme baseado na mitologia grega. Sem data de estreia para Portugal

“Tron Legacy”, de Joseph Kosinski

Quando “Tron” estreou, em 1982, os computadores eram ainda máquinas exóticas que existiam sobretudo nos laboratórios das universidades. Talvez por isso fosse tão verosímil escrever um filme sobre gente que vive dentro dessas máquinas. “Tron Legacy”, uma das grandes apostas da Disney para o ano que vem, pode impressionar pelos efeitos especiais, mas vai encontrar do lado de cá um público mais céptico. O filme pega no filho do protagonista da fita original e mete-o ao volante de veículos futuristas no ciberespaço. Uma sequela a piscar o olho aos saudosistas do ZX Spectrum. Sem data de estreia para Portugal

“Eclipse”, de David Slade
Estamos a viver uma moda dos vampiros, e a notícia de que está prevista uma estreia em 2010 de um novo filme da saga Twilight prova de que esta moda vai demorar a passar. “Eclipse” é a terceira versão cinematográfica do terceiro volume da saga de vampiros adolescentes criada pela escritora Stephenie Meyer. Desta feita, a protagonista tem de escolher entre um vampiro e um lobisomem, naquele que é asseguradamente um dos grandes êxitos de bilheteira do ano que aí vem. Com Robert Pattinson, Kristen Stewart e Taylor Nautler. Sem data de estreia para Portugal

“Robin dos Bosques”, de Ridley Scott

Robin dos Bosques é um herói dos contos tradicionais ingleses. Tão popular que já se fizeram sobre ele canções, séries, canecas e um filme com Kevin Costner e banda sonora de Bryan Adams.O realizador Ridley Scott (“Blade Runner”, “Gladiador”) achou que o que faltava mesmo era mais um filme sobre o melhor arqueiro de Nottinghamshire. Juntou-se novamente a Russel Crowe e reabilitou Robin dos Bosques para mais uma aventura em que os ricos são roubados para benefício dos mais desfavorecidos. Sem data de estreia para Portugal

“Um Caso Sério”, de Joel e Ethan Coen

Um novo filme dos irmãos Coen (“Fargo”, “Este País Não é Para Velhos”) é sempre notícia. Uma boa notícia, sobretudo, se for mais uma comédia ao seu estilo – humor negro ou cinzento escuro, personagens memoráveis e diálogos preciosos, como vimos em “O Grande Lebowski” e, mais recentemente, “Destruir Depois de Ler”. “Um Caso Sério” é um remake de uma comédia de 1967, com um elenco de quase-anónimos: Larry Gopnik (o homem sério que dá nome ao filme) vê a vida dar uma volta depois de a mulher o deixar por este não se conseguir livrar do irmão que foi viver lá para casa. Estreia prevista para Portugal: 4 de Fevereiro

“Alice  no País das Maravilhas”, de Tim Burton

Toda a gente quer ver o clássico conto de Lewis Carroll contado pelo olhar de Tim Burton. O realizador de “Eduardo Mãos de Tesoura” e “Charlie e a Fábrica de Chocolate” atirou-se a um marco da literatura infantil, “Alice no País das Maravilhas”, história que já sofreu todas as adaptações possíveis – cinema, teatro, desenhos animados, musicais, etc. Esta nova versão promete ser mais adulta (Alice tem 19 anos) e conta com os desempenhos de Johnny Depp e Helena Bonham Carter, parceiros de Burton nesta coisa de pintar de negro as histórias de encantar. Estreia prevista em Portugal para 4 de Março de 2010.

“The Imaginarium of Doctor Parnassus”, de Terry Gilliam

A história de uma companhia de teatro itinerante que fez um pacto com o Diabo tinha como protagonista o actor Heath Ledger. Por altura da sua morte, em Janeiro de 2008, um terço das cenas tinham sido rodadas. Depois de interrompidas as gravações, foram encontrados não um, mas três substitutos para o malogrado actor: Jude Law, Johnny Depp e Colin Farrell chegaram-se à frente para fazer de Tony um homem que viaja por um mundo de sonhos depois de passar por um espelho. Esta ficção fantástica é dirigida pelo Monty Python Terry Gilliam e foi um dos filmes mais aplaudidos do último Festival de Cannes.

Estreia prevista para Portugal: 4 de Fevereiro

“O Sítio das Coisas Selvagens”, de Spike Jonze

Mais uma estreia na animação de uma realizador reputado, mais uma adaptação ao cinema de um livro para crianças. “O Sítio das Coisas Selvagens” foi um conto infantil de Maurice Sendak antes de ser um dos filmes mais aguardados de 2009 – a estreia acabou por ser atirada para 2010, o que justifica a inclusão nesta lista. Numa mistura de animação com imagens reais, o novo filme do realizador de “Inadaptado” e “Queres Ser John Malkovich?” narra as desventuras de Max, um garoto que foge de casa e encontra uma ilha habitada por criaturas fantásticas. Sem data de estreia para Portugal

02
Nov09

QUER SER INFIEL?, JÁ HÁ UM SITE ONDE O PODEM AJUDAR.....

olhar para o mundo

 Quer ser infiel?, já há um site onde o podem ajudar.....

 

 O site gleeden.com apresenta-se como um “jardim de felicidade” e já são 1500 os portugueses inscritos neste portal dedicado às pessoas casadas que querem ser infiéis, mas de uma forma discreta. 

No site, que ainda não foi lançado oficialmente, os interessados poderão encontrar parceiros disponíveis para uma aventura extraconjugal.
Dos 1500 portugueses já inscritos, 65% são homens e 35% são mulheres. O facto de o site não ser gratuito não parece ser impeditivo para os interessados numa relação fora do casamento. 
Por enquanto, o portal aceita apenas inscrições, cobrando taxas distintas aos utilizadores, com o objectivo de garantir a sua privacidade. Só começará a funcionar em Dezembro.

 

Via ionline

02
Nov09

Música Portuguesa do dia:Mal por mal - Deolinda

olhar para o mundo

 

 

Letra

 

Mal por mal

Deolinda

Já sou quem tu queres que eu seja,
Tenho emprego e uma vida normal.
Mas quando acordo e não sei
Quem eu sou, quem me tornei
Eu começo a bater mal. 
O teu bem faz-me tão mal!

Já me enquadro na tua estrutura.
Não ofendo a tua moral.
Mas quando me impões o meu bem
Eu ainda sinto aquém.
O teu bem faz-me tão mal, 
O teu bem faz-me tão mal!

Sei que esperas que não desiluda,
Que por bem siga o teu ideal.
Mas não quero seguir ninguém
Por mais que me queiras bem.
O teu bem faz-me tão mal, 
O teu bem faz-me tão mal!

Sei que me vais virar do avesso
Se eu te disser foi em mim que apostei.
Não, não é nada que me rale
Mesmo que me faças mal.
Do avesso eu te direi:
O teu mal faz-me tão bem

02
Nov09

Orsi Feher: a última contratação do Atlético de Madrid

olhar para o mundo

Orsi Feher

 

Quique Flores, ex-treinador do Benfica, voltou a Espanha para treinar o Atlético de Madrid, mas não foi sozinho.

Como companhia, Quique levou a namorada, a modelo e apresentadora de televisão Orsi Feher, irmã de Miklos Feher, antigo jogador do Benfica.

Orsi não esperou muito para começar a trabalhar: a modelo acaba de posar para a revista masculinaFHM.España.

Orsi tem 29 anos e conheceu Quique em Portugal, na altura em que o técnico espanhol treinava oBenfica. A modelo confessou à imprensa espanhola que pondera mudar a residência para Espanha, para estar mais perto do namorado. 

Via Ionline

01
Nov09

A arte do sexo sem penetração

olhar para o mundo

 Caricias, a arte do sexo sem penetração

Como sentir-se mais sensual, insinuante e ainda mais excitante, mas não ter relações sexuais com penetração? Você acredita que a resposta para esse enigma sexual é a relação sexual sem penetração?

Muitas pessoas ainda não conhecem que essa outra alternativa pode beneficiar suas vidas sexuais de diversas maneiras. Mesmo que você entre em abstinência, pratique sexo seguro ou queira apimentar as coisas, as trocas sexuais envolvidas são muito bem exploradas.

O sexo sem penetração é utilizado para qualquer tipo de relação que não envolva sexo oral ou tradicional. Tem sido utilizado como uma gratificação sexual pelos defensores do sexo seguro há anos. É ideal também para minimizar a propagação de doenças sexualmente transmissíveis (DST), o risco de gravidez indesejada, embora o método não seja completamente seguro – depende de quanta roupa você estiver usando. Dependendo de quantas camadas de roupa estará entre você e seu amado (a), talvez terá de usar uma camisinha enquanto prática o método.

Amantes de todas as idades e de qualquer tipo de relacionamento estão empenhados em fazer sexo sem penetração por diversas razões:

  • Querem dar um tempo na relação sexual com penetração;
  • Não estão com energia ou desejo de ir até o fim;
  • Querem variar na atividade sexual;
  • Algum dos parceiros está com infecção;
  • Ela está menstruada;
  • Quando usar métodos contraceptivos ou preventivos não é acessível – repetindo, se não usar nenhum método é necessário usar algumas camadas de roupas.

O sexo sem penetração é para qualquer um que procura formas simples de expressar os desejos sexuais e excitação. O melhor de tudo é a elevação da paixão de forma positiva e a melhora no relacionamento.

O casal aprecia a relação sem sexo quando existe foco total no corpo. Com isso, eles aprendem mais a respeito do próprio corpo e as zonas erógenas. O sexo também passa a ser mais lento e prazeroso. Como o sexo penetrativo não é necessariamente uma meta a ser alcançada, casais fazem com prazer aquilo que perderam ao longo do tempo. Para o homem também é um alívio, pois sempre existe a pressão da performance masculina. E para as mulheres também, que estão sempre esperando o orgasmo quando fazem sexo com penetração. Algumas mulheres, de fato, ficam mais orgásticas quando focam nas maneiras de ter um orgasmo sem sexo.

Esse método também ajuda o casal criar mais conexão um com outro, e para quem está começando uma relação pode ser uma boa maneira de criar confiança no parceiro. Para os casais antigos, transar sem chegar nas vias de fato pode ajudar a resgatar momentos do passado, e ajudar na excitação do sexo proibido.

Esses benefícios deixam o casal mais despreocupado, ainda mais nesses tempos que o sexo se tornou algo frenético. Algumas dicas para apimentar o sexo sem penetração é a conversa erótica que pode ser por telefone, SMS etc; contos sensuais; fantasiar-se; massagem erótica; beijo; sexo virtual; strip-tease; brinquedos eróticos; masturbação mútua, entre outros. É só usar a criatividade.

Via Hscience

 

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