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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Um olhar sobre o Mundo

28
Set09

Porque é que as mulheres têm sexo?

olhar para o mundo

Porque é que as mulheres tem sexo?

 

 Antonio Banderas, Brad Pitt e George Clooney dizem-lhe... alguma coisa? Se sim, saiba que a empatia encontra explicação na Biologia. Quando se trata de escolher um parceiro sexual, as qualidades genéticas têm um peso importante para as mulheres, que inconscientemente começam logo a imaginar uma prole cheia de saúde (daí também gostarem de homens com casas grandes). Mas esta é só uma das mais de duas centenas respostas encontradas pela psicóloga clínica Cindy Meston e pelo psicólogo evolucionário David Buss para a pergunta: "What Turns Women On?".

Para escrever o livro "Why Women Have Sex", os autores entrevistaram 1006 mulheres em todo o mundo e conseguiram isolar 237 motivações femininas para o sexo. "Para se promoverem, por dinheiro, por droga, para negociar, por vingança, para recuperar um parceiro que as enganou. Para se sentirem bem. Para fazerem os parceiros sentirem-se mal", explica Meston num artigo do The Guardian.

As razões vão das altruístas às realmente más, contam os autores, que, à volta do mundo, encontraram quem tivesse por motivação transmitir doenças contagiosas.

Já gostar muito de um homem tipo Clooney e acabar casada com um espécime diferente também pode ser considerado um "negócio". Segundo os autores, estes homens tendem a ser infiéis, uma vez que têm uma "agenda genética" diferente das mulheres - querem engravidar o máximo possível de mulheres saudáveis. Trocam-se assim as mais-valias genéticas por exclusividade.

A análise concluiu ainda que uma das motivações mais comuns para o sexo é o prazer físico. As mulheres utilizam depois as relações para expressar amor, conquistá-lo e tentar mantê-lo.

O sexo como moeda de troca é também bastante comum, atestam os autores. "O peso da economia nas motivações sexuais surpreendeu-me. Não só na prostituição. A economia no sexo entra até nas relações normais. As mulheres têm sexo para que o homem corte a relva ou vá meter o lixo à rua. Troca-se sexo pelo jantar", diz David Buss.

Sexo para curar dores de cabeça ou menstruação é também uma terapêutica habitual.

Meston resume: "As mulheres usam o sexo em todas as fases de uma relação".

Via ionline

28
Set09

Música Portuguesa do dia:Nos desenhos animados - Os azeitonas

olhar para o mundo

 



Letra

 

Nos Desenhos Animados

Os Azeitonas

Composição: Miguel AJ

Eu quero a sorte de um cartoon
Nas manhãs da RTP1
És o meu Tom Sawyer
E o meu Huckleberry Finn
E vens de mascarilha e espadachim
Lá em cima, onde há planetas sem fim
Tu és o meu super-herói
Sem tirar o chapéu de Cowboy
Com o teu galeão e uma garrafa de rum
Eu era tua e de mais nenhum
Um por todos e todos por um

Nos desenhos animados
Eu já conheço o fim
O bem abre caminho 
A golpes de espadachim
E o príncipe encantado
Volta semrpe para mim

Eu sou a Jane e tu Tarzan
A Julieta do meu Dartagnan
Se o teu cavalo falasse
Tinha tanto para contar
Há fantasmas debaixo dos meus lençois
Dos tesouros que escondemos dos espanhóis

Nos desenhos animados
Eu já conheço o fim
O bem abre caminho 
A golpes de espadachim
E o príncipe encantado
Volta semrpe para mim

Quando chegar o final
Já podemos mudar de canal
Nos desenhos animados
É raro chover
E nunca, quase nunca acaba mal.
BY THE POWER OF GREYSKULL.

27
Set09

As vingativas e os orgasmos divinos

olhar para o mundo

Terapia

 

 Com tanta terapia e tanto saber e tanto programa de TV à meia-noite com doutoras a falar de sexo, era suposto estar a chegar o momento em que as motivações e contradições da sexualidade feminina e masculina só se separariam por um único factor: o homem é incapaz de fingir um orgasmo. Posto isto chateia e cria mesmo um certo incómodo saber que temos sido levados de má-fé ao sermos agora informados por um estudo científico publicado a semana passada que afinal as mulheres, entre as dezenas motivações para terem sexo, o fazem apenas por estarem 'aborrecidas' ou para fazer com que 'ele vá pôr o lixo lá fora' e mesmo - esta é aviltante! - 'curar uma dor de cabeça'. Ora qualquer um de nós foi educado precisamente segundo a aceitação piedosa de que as mulheres usavam a desculpa da enxaqueca para evitar o sexo. Agora já somos o placebo?

A investigação de Cindy Meston e David Buss vem revelar este lado negro, mundano pouco romântico e comezinho das motivações que levam uma mulher a decidir ter sexo e que vão desde questões tácticas para evitar a infidelidade do parceiro, ou aumento de autoconfiança ou à expectativa de presentes. Peço às feministas que se acalmem e comprem o livro. Estamos a falar de 237 razões, sendo que nas primeiras 25, cerca de 20 coincidem - com uma ordem diferente - com as do homens, destacando-se, no primeiro lugar a atracção física, seguida do desejo de ter prazer. Mas se a maioria são razões 'egoístas', o sexo para procriação aparece num modesto 55º lugar. Uma característica mais feminina - e rapazes, vamo-nos fingir espantados - é a associação do sexo à ideia de vingança. Há mesmo quem diga no estudo querer ter relações para transmitir doenças a uma pessoa o que, esperemos seja um caso excepcional ou teremos que refazer a história das epidemias na humanidade.

Mas uma das razões que algumas mulheres apresentaram e que surpreendeu os responsáveis pela investigação foi terem dito que faziam sexo para estarem mais próximas de Deus.

Ora, acredite-se, a igreja católica polaca está precisamente deliciada a divulgar este aspecto divino do sexo. Caramba: após dois mil anos de má publicidade, de autoflagelações e mortificações chega um pouco tarde a esta 'alegria" da fornicação. Um franciscano polaco lançou o "Kama Sutra Católico" que ensina muito mais que a posição do missionário e garante que "todo o acto - tipo de carícia e posição sexual - com o objectivo de excitação agrada a Deus (...) eles podem, mesmo usar estimulação manual e oral".

O franciscano polaco Ksawery Knotz - cuja experiência no sector advém de ouvir falar mas que alega "que um cardiologista também nunca teve um ataque cardíaco" - é tudo menos um frade lascivo e podemos mesmo dizer que está a actuar de modo muito eficaz e nos interesses do Concílio do Vaticano II e não é por acaso que o livro vai ser publicado em diversos países.

É que os seus conselhos marotos, com tiques tantra e orgasmos divinos após o homem ter estimulado a mulher no centro de prazer, só se aplicam a casados e visam reforçar os dogmas papais dado que excluem sexo extraconjugal,gay ou qualquer tipo de contracepção entre as brincadeiras do casal. O sexo, diz, é uma forma de se aproximar de Deus. Desde que tenha havido cerimónia na igreja e aliança no dedo, nunca se use um anticoncepcional e seja o que Deus quiser: menino ou menina.

Enfim dirão uns que este "Kama Sutra para Católicos" é apenas a bênção ao cunnilingus matrimonial. Mas repare-se que pode ser também a análise ponderada do supracitado estudo Meston e Buss: estando a mulher aborrecida, dá-se-lhe um livrinho para alcançar orgasmos divinos à espera que haja um descuido e surja um filho para o rebanho do Senhor com o ganho de ter mandado o homem pôr o lixo lá fora.

 

Via Expresso

 


 

Kama Sutra para Católicos O sítio do frade Knotz tem uma zona em inglês. Os conselhos são idênticos a qualquer guia sexual soft com a diferença de terem sido escritos por um alguém que nunca praticou e o apoio da igreja católica polaca. Clique para aceder ao sítio do frade Knotz

 

Estudo "Why Women Have Sex: Understanding Sexual Motivation - From Adventure to Revenge (And Everything in Between)" by Cindy M. Meston, David M. Buss, Henry Holt & Company Publisher, 29 Set. 2009

27
Set09

os segredos das cenas sensuais do cinema

olhar para o mundo

 cenas sensuais .. tudo a fingir

 

"Mexe-te mais!", "Não gemas tanto", "Agora mais devagar", "Um bocadinho mais depressa". A sucessão de indicações quase milimétricas do realizador José Fonseca e Costa, levaram Rogério Samora à beira de um ataque de riso. O actor estava a fazer uma cena de sexo com Filomena Cautela num celeiro e, como o som não estava a ser gravado, o realizador quis deixar bem claro como queria a cena de "Viúva Rica Solteira Não Fica". "Estava mortinho por me rir e com vontade de dizer: 'Cala-te Zé'", conta o actor para quem este tipo de cenas não é das mais difíceis. "Quando aceitamos um trabalho já sabemos ao que vamos. É tudo ensaiado e debatido. Mas para ficarem perfeitas, as cenas demoram muito tempo."

O sexo no cinema é o momento alto do voyeurismo dos espectadores e um sucesso de bilheteira. Parece o culminar perfeito daquela história de amor ou traição. Mas toda a sensualidade que transparece esconde os constrangimentos dos actores.
Que o diga a actriz São José Correia, que chorou na primeira cena de sexo que fez, em 2004, na curta-metragem de Adelino Tavares "I'll See You in My Dreams". "Estava muito envergonhada. Nua, a simular sexo, tinha frio e o cobertor onde estava deitada era daqueles da tropa, que picam. À medida que a câmara se ia aproximando do meu rosto, os gemidos tinham de ir aumentando. Ao fim do segundo take, estava a chorar. Foi a primeira vez que desisti de uma cena", confessa. Desde então, a actriz nunca mais chorou, mas nem por isso se sente mais confortável. "A única maneira é pensar que não sou eu." 

É TUDO A FINGIR
Podemos ficar ruídos de inveja quando vemos cenas perfeitas de amor e prazer, ou sonhar com aqueles momentos escaldantes dos nossos actores preferidos, mas se estivéssemos no plateau, mudávamos de opinião. 
O momento privado a dois é, na realidade, acompanhado por várias pessoas, que, ao contrário dos actores estão vestidos e carregam uma parafernália de tecnologia. Apesar de ser tudo ensaiado antes de gravarem as cenas, podem demorar horas para conseguirem todos os ângulos. Quanto à nudez, ela não é assim tão real. Cuecas cor de pele, toalhas para evitar o contacto e o famoso tapa sexo, inventado pelos brasileiros. "É uma coisa muito simples. Uns colãs de nylon, cortados em forma de cuecas. Depois deixa-se um triângulo e cola-se, com aquela cola de bigodes, à frente e atrás no meio do rabinho. Assim se estiveres em cima de alguém, os órgãos não estão em contacto directo", explica São José Correia. Até para ter uma respiração ofegante os actores recorrem a outros meios: correr e pular antes de ouvir acção. 
Só os beijos parecem não ter técnica. Pelo menos segundo os actores portugueses, o beijo técnico é um mito. Inventado por Hollywood, consistia em nunca introduzir a língua na boca do colega, o que nem assim evitava embaraços. Um dos beijos mais memoráveis da história foi na realidade um fiasco. Em "Tudo o Vento Levou", quando a apaixonada Scarlett (Vivien Leigh) beija finalmente Rhett descobre que Clark Gable, o da vida real, tinha mau hálito. 
Para evitar este tipo de contratempos, Rogério Samora faz questão de lavar os dentes sempre antes dessas cenas. "São cuidados higiénicos muito simples, que todas as pessoas com quem trabalhei fazem."


O PAPEL DO REALIZADOR
 "O Crime do Padre Amaro" ficou no imaginário português pelas cenas de sexo, bastante convincentes, entre Jorge Corrula e Soraia Chaves. A estreia de Carlos Coelho da Silva no cinema ficou marcada pela cena de sexo na sacristia. Foram poucos takes, com cerca de dez minutos cada, e o mínimo de pessoas no plateau. "É uma coreografia bem ensaiada, decidida por mim, mas depois era com os actores. Não os interrompia a meio. Esperava pelo corta, para dar indicações." O papel do realizador é tornar a cena mais real possível, diz Carlos Coelho da Silva, por isso a transpiração tem que lá estar, nem que seja com a ajuda de óleos, e as peças de roupa a proteger são normalmente erros a evitar.

26
Set09

Não me apetece... outra vez. Quando a morte do sexo dita o fim da relação

olhar para o mundo

A morte do sexo

 

Parecem um casal normal. Quem vê Maria e André (nomes fictícios) na rua - cúmplices e de mãos dadas - não imagina que, desde que se casaram, em 2007, quase não têm sexo. Ela recorda que, quando namoravam, o sexo existia. "E era óptimo." Ele diz que não consegue "arranjar explicação". Ela admite que não sente vontade. "E das poucas vezes que ele tenta, tento desviar-me de forma subtil", confessa. Ele defende-se e prefere acreditar que é "uma fase". "Uma fase que dura dois anos?", pergunta ela. E silêncio. Desde o início do ano, Maria e André só tiveram sexo duas vezes. No mês passado, resolveram procurar a ajuda de um sexólogo. 

O argumento desta história é familiar a muitos casais. Ao final do dia, depois do trabalho, a luz do quarto é perfeita, a cama confortável, os protagonistas estão a postos e conhecem o guião. Mas, na hora do filme, há qualquer coisa que não funciona. Sucedem-se as desculpas habituais. "Talvez amanhã", "Deixamos para depois", "Estou cansado". Um quer, o outro não. O que quer fica ofendido. O que não quer sente-se pressionado. O que quer sempre deixa de tentar. "E quando voltam a ter sexo a pressão é grande, é rápido e fica longe de ser bom", explica a sexóloga Marta Craw-ford - que recebe pedidos de ajuda de casais que já não têm sexo há muitos meses e até anos. "A dada altura, nenhum dos dois está para fretes e cada um trata de si. Desaprende-se de começar a fazer amor e as pessoas tornam-se estranhas", conta. 

Porque morre o sexo? O cansaço, o stresse e as preocupações profissionais estão no topo da lista de queixas dos casais que perderam o desejo sexual. E são os piores inimigos de uma relação. "A prioridade das pessoas, hoje, é o trabalho. O sexo e o tempo a dois vem em último lugar", explica a sexóloga. Por isso, a esmagadora maioria dos casais só tem sexo aos fins-de-semana. "Dizem--me frequentemente que depois de um dia de trabalho, só lhes apetece ver as séries da Fox e comer bolachas", conta. 

Os filhos também podem acabar com a vida sexual. "Especialmente quando os pais caem no erro de os deixar dormir com eles até serem crescidos, o que mata os momentos de intimidade a dois", refere o psicólogo Fernando Mesquita. "O casal esquece-se que antes de serem pais são um casal", acrescenta Marta. Quadros clínicos depressivos e factores orgânicos e hormonais - como a falta de testosterona - são outras razões que acabam com o desejo sexual. Nestes casos, o acompanhamento médico é imprescindível e pode ser necessária medicação. 

A lista não acaba aqui. A gravidez também mexe com a intimidade. "Muitos casais ainda acreditam que ter sexo durante a gravidez é nocivo", garante Marta Crawford. Mas, a menos que exista indicação médica em contrário, o sexo pode e deve continuar até ao parto. "Embora haja posições, como a de missionário, que se tornam mais desconfortáveis", reconhece a sexóloga. Na gravidez, é frequente que as mulheres façam infecções urinárias depois do sexo. "E isso torna--se desconfortável para a mulher."

Sexo não é só coito A penetração, explica Marta Crawford, é só uma das muitas versões do sexo. "Para um casal ter a sua intimidade não tem de recorrer, necessariamente, ao coito." A sexóloga recomenda o sexo oral e a masturbação a dois. "E a maior parte das mulheres até prefere a estimulação clitoridiana à penetração", acrescenta. Fernando Mesquita sublinha que a sexualidade de um casal "tem muitas vertentes e a descoberta deve ser feita a dois". 

O problema da abstinência sexual só é, realmente, um problema se um dos parceiros não se sentir bem com a situação. Marta Crawford exemplifica: "Se um homem ejacular rápido, mas encontrar uma mulher que também atinja o orgasmo depressa, corre tudo bem. Há casais que não têm sexo, mas que vivem bem com isso e encontram o seu equilíbrio." Dito de outra forma, a ausência de sexo só se torna, verdadeiramente, num problema quando existe um contraste entre os parceiros - quando um quer e o outro não. 

Reacender o desejo "Na terapia digo aos casais que têm de arranjar tempo. Aconselho-os a estarem juntos três a quatro vezes por semana, mas quando voltam ao consultório, 15 dias depois, a maioria conta que só conseguiu estar uma vez e que mais é impossível", explica a sexóloga. Só que o tempo a dois é importante. E a comunicação também. "Falar sobre o assunto é fundamental, a falta de desejo pode facilmente tornar-se um hábito", alerta Júlio Machado Vaz. "Deve falar-se sobre o que não está bem, sem ter medo da reacção do outro. A ideia de que o amor adivinha tudo é um mito", acrescenta Marta Crawford. Há que perceber o que se pode melhorar para que o parceiro se sinta melhor. "Mais beijos ou mais carícias, em vez de se partir logo para o coito. Há muitos homens, por exemplo, que não percebem que a mulher precisa de ser tocada", refere a sexóloga. 

Procurar ajuda Há casais que procuram ajuda um mês depois de identificarem o problema. Outros só recorrem à ajuda especializada 20 anos depois. Marta Crawford adianta que são precisas "pelo menos seis sessões, de quinze em quinze dias" para que o problema possa ser solucionado. Fernando Mesquita adianta que a intervenção é feita em três níveis: comunicação, auto-estima e intimidade. "Começa-se por desmitificar preconceitos, identificar as origens do desinteresse sexual e muitas vezes o casal só precisa de receber informação clara", explica a Marta Crawford. No consultório, os casais experimentam terapias sensoriais, vencem vergonhas e medos. Levam trabalhos de casa e prescrições que devem ser cumpridas à risca. "Reencontram-se através de carícias, sessões de massagens a dois e por vezes recomenda-se-lhes que evitem tocar-se nos sítios mais sexuais", explica a sexóloga. "O fim do sexo não significa o fim da relação porque o casal não deixa de existir enquanto tal e não é por isso que deixam de ser amar", explica Fernando Mesquita. Até porque, como refere Júlio Machado Vaz, "a intimidade do casal vai muito além da intimidade física".

 

Via ionline

25
Set09

Divorcio por excesso de sexo!

olhar para o mundo

 - "Ainda que digam por aí que sou uma caça-fortunas não é verdade. Joe tem 80 anos, mas tem a energia de alguém 40 anos mais jovem". - diz a pobre Kristin sobre Joe Hardy que deu um "suadouro" tão grande na esposa de 22 anos a cada dia dos 90 que durou o casamento, que a jovem Kristin se viu obrigada a pedir o divórcio pois seu esposo "só pensava naquilo o tempo todo e eu não sou desse tipo de garotas".

 

ela pediu o divorcio..por excesso de sexo

 

A loirinha especifica ainda mais: 

 

- "Não podia crer nas coisas que ele me pedia. Estava na cozinha fazendo alguma coisa e lá vinha ele. Estava vendo meu programa preferido na TV e lá vinha ele de novo. Ele não podia me ver que já vinha me agarrando e pedindo que eu andasse pela casa em roupa íntima sexy. Faça me o favor, assim ninguém aguenta. Eu já estava toda ardida". 

 

As suspeitas de que o casamento não foi (exclusivamente) por amor se sustentam nos seguintes dados: O multimilionário Joe possui dois aviões particulares e várias mansões na Flórida. Sua ex esposa, por sua vez, era uma manicure que conheceu Joe enquanto fazia as suas unhas. Nesse dia ganhou uma gorjeta maior que semanas inteiras de trabalho: 100 dólares. 15 dias depois, a esteticista conduzia um Porsche prateado de 50 mil dólares.

 

Pouco depois que voltaram da lua de mel na Europa Kristin se deu conta da terrível realidade: um idoso, tentando profanar o seu jardim a cada noite. Agora a jovem está felizmente divorciada e felizmente comprometida com um informático de 28 anos que promete deitar e virar para o lado todas as noites. 

 

Via MD

25
Set09

O estranho caso da mulher que engravidou já estando grávida - vídeo

olhar para o mundo

 Julia Grovenburg e o marido sabiam que iam ter um filho, mas quando, esta semana, foram à sua primeira consulta no médico, o que descobriram deixou-os - e aos médicos - espantados.

 

O casal norte-americano vai ter dois bebés, mas não são gémeos. Um está claramente mais desenvolvido do que outro, isto porque um foi concebido num dia e o segundo duas semanas e meia depois. Os médicos suspeitam que este seja um caso raro de superfetação, ou seja, um caso em que uma mulher engravida já estando grávida.
"Sentimo-nos abençoados por nos acontecer algo tão raro e até agora estão os dois perfeitamente saudáveis", disse Julia aos media.
Apesar de tudo, os médicos não excluem a hipótese de serem gémeos. "É difícil dizer ao certo às vezes, porque uma mulher pode estar grávida de gémeos, que são marcadamente diferentes em termos de tamanho desde a concepção", explicou Patrcik O'Brien, o obstreta de Julia.
As dúvidas só serão dissipadas quando os bebés nascerem, e se puder testar se são ou não gémeos.

 

 

Via Ionline

25
Set09

Música Portuguesa do dia:Ai Linda - Xaile

olhar para o mundo



Letra

 

 

Ai linda, ai linda

Xaile

 

Ai linda, ai linda, ai linda ai-li ai-lô

Ai ó linda ai-li ai-lô

 

Ainda, ainda, ainda não chegou

Quem te leve ai-li ai-lô

 

Ó Maria ó-i-ó-ai

Minha avó mãe do meu pai

Bem me dizia

Ó Maria ó-ai meu bem

Não te cases com ninguém

Da freguesia

Ó Maria ó-i-ó-ai

Minha avó mãe do meu pai

Bem me dizia

Ó Maria ó-ai meu bem

Não te cases com ninguém

 

Ai linda, ai linda, ai linda ai-li ai-lô

Ai ó linda ai-li ai-lô

 

Ainda, ainda, ainda não chegou

Quem te leve ai-li ai-lô

 

Ó Maria ó-i-ó-ai

Diz que vai mas nunca vai

Quando devia

Ó Maria ó-ai meu bem

Diz que vem mas nunca vem

Quem o diria

Ó Maria ó-i-ó-ai

Diz que vai mas nunca vai

Quando devia

Ó Maria ó-ai meu bem

Diz que vem mas nunca vem

 

Rei e capitão, soldado e ladrão

Perde-se a cabeça, depois o coração

E quem for capaz de dizer que não

Vai correr atrás da sua tentação

Rei e capitão, soldado e ladrão

Todos a remar na mesma direcção

É por isso então que as meninas não

Perdem a cabeça, nem têm coração

 

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