Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Sem roupa no emprego

 

Um grupo de trabalhadores de uma empresa de marketing e design inglesa, a onebestway, de Newcastle upon Tyne, passou um dia inteiro a trabalhar sem roupa para levantar a moral da empresa. A ideia foi do psicólogo David Taylor, que tinha sido contratado para ajudar a melhorar a integração dos trabalhadores que andavam desanimados por causa de despedimentos. “Convidar uma organização a tirar a roupa é a técnica mais radical que eu já usei”, explicou Taylor ao jornal britânico The Daily Telegraph. “Pode parecer esquisito, mas funciona. É o gesto final de confiança em si mesmo e nos outros.” 

Apesar da hesitação inicial, os funcionários começaram a achar piada à ideia. “Não houve qualquer pressão. Quem quisesse, podia trabalhar com roupas normais ou com a roupa interior. Mas eu amo o meu corpo e não fiquei com vergonha. Somos todos lindos, não importa se somos magros ou gordos”, afirmou um dos trabalhadores.
O evento foi baptizado de “Naked Friday” (Sexta-feira Nua) e veio substituir o “Casual Friday”. O sucesso da ideia de Taylor fez com que uma televisão por cabo britânica quisesse tranformá-la em programa televisivo, o “Naked Office”, que será transmitido a partir de 9 de Julho. 

 

Via ionline



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Domingo, 5 de Julho de 2009

Jogos eróticos

 

Tudo pode começar como uma brincadeira. Na cama, entre beijos e amassos, ele tapa-lhe a cara com uma almofada. Ela debate-se, estrebucha - mas percebe que isso lhe dá prazer. Juntos começam a explorar. Estendem os períodos de asfixia, assumem papéis de submissa e de dominador. Os orgasmos são cada vez mais intensos. A certa altura trocam a almofada por uma mordaça. O breath play (jogo da respiração) é assumido - e sempre consensual, descreve bondarina, de 45 anos, submissa há oito, uma das figuras mais destacadas da comunidade de BDSM portuguesa.

BDSM é o acrónimo reconhecido em todo o mundo para Bondage Domínio Sadismo e Masoquismo. Entre as várias práticas sexuais que os membros do grupo adoptam, o breath play ou asfixia erótica, retratado no filme de Nagisa Oshima, "O Império dos Sentidos" (1976), é um dos mais comuns, adianta pelo telefone - mas não é exclusivo desta comunidade. Entre os casais baunilha (que não incorrem em rituais fetichistas ou de BDSM), diz, "há mulheres que só atingem o clímax quando os maridos lhes tapam a boca com a mão e vice-versa".

Euforia Quase todos os submissos procuram o estado eufórico causado pela redução de oxigénio no cérebro (ou hipoxia), mas nem todos os dominadores estão dispostos a satisfazê-los, continua bondarina (sempre com letra minúscula; só os nomes dos dominadores podem começar por maiúscula). Sabem que é tão excitante como arriscado. E a regra número um do BDSM é o bom senso, reforça. Por isso é que condena a prática irmã da asfixia erótica, a asfixia auto--erótica, que há um mês, com a morte do actor David Carradine, voltou a ser discutida. "É um comportamento um bocado desviante", diz. "Basta uma corda mal puxada ou um lenço mais apertado e há uma asfixia imediata ou uma traqueia partida."

Aos 72 anos, o protagonista da série "Kung Fu" foi encontrado morto dentro do roupeiro de um quarto de hotel em Banguecoque. Estava nu, tinha uma corda à volta do pescoço e outra a amarrar os órgãos genitais. A polícia tailandesa começou por suspeitar de suicídio. Quinta-feira passada, o patologista forense contratado pela família confirmou que a asfixia tinha sido a causa da morte, mas descartou a hipótese de ter sido voluntária. Só esta semana é que o Dr. Michael Baden, que investigou casos tão mediáticos como as mortes do presidente dos EUA, John F. Kennedy, e do vocalista dos Sex Pistols, Sid Vicious, vai divulgar as conclusões finais. Em 2003, a ex-mulher de Carradine já o acusara de "comportamento sexual desviante potencialmente mortal", lê-se no processo de divórcio divulgado pelo site The Smoking Gun.

Tanto a auto-asfixia erótica como a asfixia erótica são consideradas parafilias, ou seja, "preferências por estímulos sexuais pouco usuais e que podem ser consideradas um problema médico", avança o psiquiatra Afonso de Albuquerque no livro "Minorias Eróticas e Agressores Sexuais" (Dom Quixote). "Ao contrário de outras parafilias, [a auto-asfixia] é particularmente perigosa", lê-se, daí justificar-se "uma intervenção terapêutica urgente". Com um parceiro é "menos perigosa", continua, "mas mesmo assim a falta de oxigénio nunca pode ser benéfica para o corpo". A terapeuta sexual Patrícia Pascoal acrescenta: "Os comportamentos parafílicos são preocupantes quando se tornam exclusivos, rígidos e são sentidos como limitativos para a própria pessoa."

Orgasmos fatais Em Portugal, calcula-se que haja entre cinco e dez mortes anuais causadas pela asfixia auto-erótica, prossegue Afonso de Albuquerque. Nos EUA, os números são ainda mais impressionantes: entre 500 e mil mortes; a maior parte das vítimas têm entre 12 e 25 anos. Em todo o mundo há casos famosos, como o do vocalista da banda INXS, Michael Hutchence, encontrado morto em Sydney em 1997 (embora a versão oficial aponte para o suicídio) e o da japonesa Sada Abe, que asfixiou o amante nos anos 30 e inspirou o filme "Império dos Sentidos".

Bondarina recorda o caso de um casal amigo perto dos 40 anos que apanhou um susto valente em plena asfixia erótica quando a mulher perdeu os sentidos. "Ele ficou tão perturbado que durante um ano não quis saber do BDSM", conta. Defende que devia haver uma idade mínima para se entrar no sadomasoquismo, os 30 anos. Ainda assim, os acidentes são raros, assegura. "Há três premissas básicas. As práticas têm de ser sãs, seguras e consensuais", diz. Até porque se mal executadas quase todas são perigosas, do needle play (agulhas) ao wax play (cera), passando pelo branding (ferros em brasa).

A dominadora Foxy, de 30 anos, concorda. Defende que as únicas práticas que não envolvem riscos são a humilhação verbal e a chuva dourada. Por isso "é preciso estudar muito", diz. "Numa sessão de spanking [espancar] evito sempre a agressão em zonas perigosas." Uma vez, enquanto era amarrada com cordas (shibari), lembra-se de ter deixado de sentir o braço. Foxy gritou: "Soltem-me o braço, por favor!" Também podia ter usado uma safe-word, uma palavra combinada com antecedência que determina o fim do jogo. Afinal, apesar das fronteiras ténues, o que aqui está em jogo é o prazer, como diz bondarina: "Estou no BDSM enquanto não me sentir violentada. Pode haver mais riscos, mas vale a pena."

 

Via ionline



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 Miguel Sousa Tavares

Via Cartoonices

 

“Esta noite sonhei com Mário Lino”, por Miguel Sousa Tavares (Expresso)

 

Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:

 

- É sempre assim, esta auto-estrada?

 

- Assim, como?

 

- Deserta, magnífica, sem trânsito?

 

- É, é sempre assim.

 

- Todos os dias?

 

- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.

 

- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?

 

- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.

 

- E têm mais auto-estradas destas?

 

- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. – respondi, rindo-me.

 

- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?

 

- Porque assim não pagam portagem.

 

- E porque são quase todos espanhóis?

 

- Vêm trazer-nos comida.

 

- Mas vocês não têm agricultura?

 

- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.

 

- Mas para os espanhóis é?

 

- Pelos vistos…

 

Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:

 

- Mas porque não investem antes no comboio?

 

- Investimos, mas não resultou.

 

- Não resultou, como?

 

- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.

 

- Mas porquê?

 

- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não ‘pendula’; e, quando ‘pendula’, enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de ‘modernidade’ foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.

 

- E gastaram nisso uma fortuna?

 

- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos…

 

- Estás a brincar comigo!

 

- Não, estou a falar a sério!

 

- E o que fizeram a esses incompetentes?

 

- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa… e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.

 

- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?

 

- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.

 

Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.

 

- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?

 

- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.

 

- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?

 

- Isso mesmo.

 

- E como entra em Lisboa?

 

- Por uma nova ponte que vão fazer.

 

- Uma ponte ferroviária?

 

- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.

 

- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!

 

- Pois é.

 

- E, então?

 

- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.

 

Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.

 

- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta…

 

- Não, não vai ter.

 

- Não vai? Então, vai ser uma ruína!

 

- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína – aliás, já admitida pelo Governo – porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.

 

- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?

 

- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!

 

- E vocês não despedem o Governo?

 

- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo…

 

- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?

 

- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.

 

- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?

 

- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.

 

- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?

 

- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.

 

Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:

 

- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?

 

- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.

 

- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?

 

- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.

 

- Não me pareceu nada…

 

- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.

 

- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?

 

- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.

 

- E tu acreditas nisso?

 

- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?

 

- Um lago enorme! Extraordinário!

 

- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.

 

- Ena! Deve produzir energia para meio país!

 

- Praticamente zero.

 

- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!

 

- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.

 

- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar – ou nem isso?

 

- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.

 

- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?

 

- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.

 

Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:

 

- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?

 

- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.

 

Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:

 

- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!

 

~ por omeuinfinitoparticular em Julho 3, 2009.

 

Via O meu infinito particular



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Sábado, 4 de Julho de 2009

Blogs estranhos

 

 

Pessoas que não sorriem na hora do flash, famílias que combinam os retratos mais inusitados de sempre, erros de moda ou até executivos desesperados. O que têm em comum estas imagens? São alguns dos blogues mais estranhos e de maior sucesso nos Estados Unidos e no Brasil. A revista Época fez uma selecção de alguns dos melhores. Vale a pena visitá-los:

 

- Happiest People Ever - pessoas que não riem para as fotos

- Awkward Family Photos - os retratos de família mais estranhos

- Look at this fucking hipster - pessoas que acham que lançam modas

-The Brokers With Hands On Their Faces - executivos desesperados

 

 

Via ionline



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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Uma sosia da madonna posa antes a original

 

A multimilionária artista norte-americana Madonna tinha 20 anos quando posou nua em frente da objectiva do fotógrafo Martin Schreiber. Foi em 1979. Uma sessão artística, a preto e branco, que rendeu à cantora 30 dólares. Dinheiro usado para financiar as aulas de dança, daquela que é, provavelmente, a Rainha da Pop, dancarina exímia e cantora mundialmente reconhecida.

Quando a jovem Madonna saltou para o estrela to, nos anos 80, com o polémico "Like a Virgin", o fotógrafo nova-iorquino vendeu as fotos à Playboy. A revista, fundada por Hugg Hefner, publicou a sessão, em 1985.

"Na verdade, ela era manequim na altura. Foi paga por uma sessão de fotos que Martin usou nas aulas para os seus estudantes. Na altura, ela era desconhecida", disse a organizadora da exposição, Jamie McCartney.

"Tratam-se, por isso, das últimas fotos que tirou numa altura em que ainda não tinha controlo total sobre a sua imagem", observou Jamie McCartney. "Foi durante este período que ela deve ter aprendido como podia tirar verdadeiramente rendimento da sua sexualidade", acrescentou a organizadora da exposição.

A exposição, que já passou por cidades como Praga, na República Checa, e Amesterdão, na Holanda, chega a Londres pouco antes de uma série de concerto de Madonna no Reino Unido, no quadro da tournée mundial "Sticky and Sweet", em tradução literal, "Doce e pegajoso".

 

Via JN



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 Por que é que as mulheres demoram tanto tempo quando vão à casa de banho?


O grande segredo de todas as mulheres a respeito da casa de banho é que, quando eras pequenina, a tua mamã levava-te à casa de banho, ensinava-te a limpar o tampo da sanita com papel higiénico e depois punha tiras de papel cuidadosamente no perímetro da sanita.

Finalmente instruía-te: "nunca, nunca te sentes numa casa de banho pública!"
E depois ensinava-te a "posição", que consiste em balançar-te sobre a sanita numa posição de sentar-se sem que o teu corpo tenha contacto com o tampo.

"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, importante e necessária, que nos acompanha para o resto da vida. Mas ainda hoje, nos nossos anos de maioridade, "a posição" é dolorosamente difícil de manter, sobretudo quando a tua bexiga está quase a rebentar.

Quando *TENS* de ir a uma casa de banho pública, encontras uma fila enorme de mulheres que até parece que o Brad Pitt está lá dentro. Por isso, resignas-te a esperar, sorrindo amavelmente para as outras mulheres que também cruzam as pernas e os braços, discretamente, na posição oficial de "tou aqui tou-me a mijar!".

Finalmente é a tua vez! E chega a típica "mãe com a menina que não aguenta mais" (a minha filhota já não aguenta mais, desculpe, vou passar à frente, que pena!). Então verificas por baixo de cada cubículo para ver se não há pernas. Estão todos ocupados.

Finalmente, abre-se um e lanças-te lá para dentro, quase derrubando a pessoa que ainda está a sair.

Entras e vês que a fechadura está estragada (está sempre!); não importa...
Penduras a mala no gancho que há na porta... QUAAAAAL? Nunca há gancho!!
Inspeccionas a zona, o chão está cheio de líquidos indefinidos e fétidos, e não te atreves a pousá-la lá, por isso penduras a mala no pescoço enquanto vês como balança debaixo de ti, sem contar que a alça te desarticula o pescoço, porque a mala está cheia de coisinhas que foste metendo lá para dentro, durante 5 meses seguidos, e a maioria das quais não usas, mas que tens no caso de...

Mas, voltando à porta... como não tinha fechadura, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto com a outra baixas as calças num instante e pões-te "na posição"...

AAAAHHHHHH... finalmente, que alívio... mas é aí que as tuas coxas começam a tremer... porque nisto tudo já estás suspensa no ar há dois minutos, com as pernas flexionadas, as cuecas a cortarem-te a circulação das coxas, um braço estendido a fazer força na porta e uma mala de 5 quilos a cortar-te o pescoço!

Gostarias de te sentar, mas não tiveste tempo para limpar a sanita nem a tapaste com papel; interiormente achas que não iria acontecer nada, mas a voz da tua mãe faz eco na tua cabeça *"nunca te sentes numa sanita pública"*, e então ficas na "posição de aguiazinha", com as pernas a tremer... e por uma falha no cálculo de distâncias, um finííííssimo fio do jacto salpica-te e molha-te até às meias!!

Com sorte não molhas os sapatos... é que adoptar "a posição" requer uma grande
concentração e perícia.

Para distanciar a tua mente dessa desgraça, procuras o rolo de papel higiénico, maaaaaaaaaaas
não hááááá!!! O suporte está vazio!

Então rezas aos céus para que, entre os 5 quilos de bugigangas que tens na mala, pendurada ao pescoço, haja um miserável lenço de papel... mas para procurar na tua mala tens de soltar a porta... ???? Duvidas um momento, mas não tens outro remédio. E quando soltas a porta, alguém a empurra, dá-te uma trolitada na cabeça que te deixa meio desorientada mas rapidamente tens de travá-la com um movimento rápido e brusco enquanto gritas OCUPAAAAAADOOOOOOOOO!!

E assim toda a gente que está à espera ouve a tua mensagem e já podes soltar a porta sem medo,
ninguém vai tentar abri-la de novo (nisso as mulheres têm muito respeito umas pelas outras).

Encontras o lenço de papel!! Está todo enrugado, tipo um rolinho, mas não importa, fazes tudo para esticá-lo; finalmente consegues e limpas-te. Mas o lenço está tão velho e usado que já não absorve e molhas a mão toda; ou seja, valeu-te de muito o esforço de desenrugar o maldito lenço só com uma mão.

Ouves algures a voz de outra velha nas mesmas circunstâncias que tu "alguém tem um pedacinho de papel a mais?" Parva! Idiota!

Sem contar com o galo da marrada da porta, o linchamento da alça da mala, o suor que te corre pela testa, a mão a escorrer, a lembrança da tua mãe que estaria envergonhadíssima se te visse assim... porque ela nunca tocou numa sanita pública, porque, francamente, tu não sabes que doenças podes apanhar ali, que até podes ficar grávida (lembram-se??).... Estás exausta! Quando
páras já não sentes as pernas, arranjas-te rapidíssimo e puxas o autoclismo a fazer malabarismos com um pé, muito importante!

Depois lá vais pró lavatório. Está tudo cheio de agua (ou xixi? lembras-te do lenço de papel...), então não podes soltar a mala nem durante um segundo, pendura-la no teu ombro; não sabes como é que funciona a torneira com os sensores automáticos, então tocas até te sair um jactozito de água fresca, e consegues sabão, lavas-te numa posição do corcunda de Notre Dame para a mala não resvalar e ficar debaixo da água.

Nem sequer usas o secador, é uma porcaria inútil, pelo que no fim secas as mãos nas tuas calças - porque não vais gastar um lenço de papel para isso - e sais...

Nesse momento vês o teu namorado, ou marido, que entrou e saiu da casa de banho dos homens e ainda teve tempo para ler um livro de Jorge Luís Borges enquanto te esperava.

"Mas por que é que demoraste tanto?" - pergunta-te o idiota.

"Havia uma fila enorme" - limitas-te a dizer.

E é esta a razão pela qual as mulheres vão em grupo à casa de banho, por solidariedade: uma segura-te na mala e no casaco, a outra na porta e a outra passa-te o lenço de papel debaixo da porta, e assim é muito mais fácil e rápido, pois só tens de te concentrar em manter "a posição" e *a dignidade*.

 

Via Mieepe Koud



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Manuel Pinho... é um cómico! 

Via HenriCartoon



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Manuel pinho e os cornos

 

Manuel Pinho é desde hoje o ex-ministro da Economia do Governo de José Sócrates na sequência de um gesto no Parlamento. Uma situação que lamenta mas que deu por encerrada numa entrevista à SIC onde admitiu não querer fazer carreira na política. Sobre o futuro não quis abrir o jogo. “Agora o que quero passar é umas belíssimas férias”, disse Pinho, que aproveitou para elogiar as reformas do Executivo e dizer que ainda há muito a mudar.


A este propósito contou que espera por uma resposta da Ordem dos Médicos sobre uma queixa que fez há mais de seis anos. Em causa está uma operação aos olhos da sua mulher que correu mal e da qual reclamou. Para Pinho este é apenas um dos exemplos do que é preciso fazer num país onde há uma sensação generalizada de “impunidade”.

Sobre a sua passagem de quatro anos e meio pela política, lembrou que não era um membro do partido e que, como tal, sempre encarou a sua vida activa nesta área como temporária. “Não faz parte dos meus planos ter uma carreira política durante toda a minha vida”, afirmou. Ainda assim, assumiu que leva boas recordações do seu trabalho, em especial no campo das energias renováveis. Do lado mais humano, recorda os postos de trabalho que conseguiu “salvar” e os momentos que passou fora do ministério e onde conviveu de perto com empresários e trabalhadores.

A este propósito admitiu estar bastante cansado e, por isso mesmo, lamentou a atitude do líder do partido comunista, Bernardino Soares, a quem dirigiu o gesto em que simulou um par de chifres. “Num momento tão difícil que o país está a viver acho que a melhor atitude não é fazer graçolas e usar os trabalhadores como arma de arremesso”, disse Manuel Pinho, a propósito das declarações daquela bancada sobre os empregos nas minas de Aljustrel. E acrescentou: “O deputado do partido comunista estava a fazer umas graçolas quando a pessoa passa noites sem dormir para tirar as pessoas de situações miseráveis.”

No que diz respeito à forma como tomou a decisão de sair do cargo assegurou que a tomou sozinho dentro do Governo. “Falei comigo próprio e falei à minha mulher primeiro, que ficou muito satisfeita”, precisou. Depois explicou que sente que não é uma altura para as atenções se virarem para episódios como estes: “É bom que agora os portugueses estejam atentos às propostas alternativas dos partidos.” Ainda assim, o governante não deixa de reconhecer que “vai ser muito difícil atrair gente para a política” de fora dos partidos perante as situações a que os políticos são sujeitos e às falsas coisas que se diz sobre eles. “É uma situação dura de gerir”, confessou.

Em relação ao Governo confessou apenas ter “uma grande ligação ao primeiro-ministro”, mas não destacou mais ninguém a não ser, como personalidade política internacional, o presidente brasileiro Lula da Silva. Sobre a sua passagem como ministro assumiu que não era um sonho por si só: “Tinha o sonho de ser ministro num governo que rasgasse as coisas” nalgumas áreas estruturais, disse. A propósito do futuro não confirmou se voltaria para o Banco Espírito Santo depois de umas “belíssimas férias”. “Não estou convencido que tenha de ter angústias a esse propósito”, asseverou.

 

Via Publico

 

É?... nem queremos imaginar o que teria acontecido se ele não fosse educado....



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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Doutora Ruth

 

É um ícone da década de 80, segundo o "New York Times", e surge em 13.o lugar numa lista de 55 figuras que a revista "Playboy" elegeu em Janeiro como as mais influentes no capítulo do sexo dos últimos 55 anos. Que tem de especial a Dr.a Ruth para ser a terapeuta sexual mais conhecida no mundo inteiro? A resposta surge carregada com um sotaque germânico: "Acho que é por ser antiquada." Há outra justificação que não é a sua. Aos 81 anos continua a falar de orgasmos, erecções e vaginas com a pureza de uma avó que diz aos netos que comam a sopa e se agasalharem antes de saírem de casa. É o poder de Ruth Westheimer, que esteve na semana passada em Gotemburgo (Suécia) num seminário sobre disfunções sexuais. O encontro serviu também para responder a todo o tipo de dúvidas.


Porque gasta tanto tempo e energia a falar sobre orgasmos e ejaculação?

Falo sobre sexo há 30 anos e é uma tarefa que desempenho com bastante agrado. Se insisto tanto nos orgasmos é porque quero tirar a enorme pressão e responsabilidade à volta destes dois aspectos. Ao longo destes anos todos, houve algumas mudanças de mentalidade, mas boa parte das pessoas continua a centrar a sua vida sexual nestes dois conceitos, desvalorizando todo o prazer que o sexo pode oferecer. 

Como explica a longevidade do seu sucesso?

Antes de mais, não acho que sei tudo; aprendo algo novo todos os dias. É por isso que gosto tanto de ensinar. Aprender é umas razões por que, aos 81 anos, continuo a viajar por todo mundo à procura de coisas novas. Julgo que parte do meu sucesso tem a ver com o facto de ser antiquada e não ultrapassar os meus limites. Por exemplo, nunca digo aos pacientes que existe um ponto G, porque os médicos ainda não o provaram. Limito-me a cumprir o meu papel e sou cuidadosamente conservadora. Por outro lado, seguindo uma tradição judaica, tento ensinar com humor porque é a melhor maneira de os alunos se lembrarem do que digo. Sempre que quero marcar uma posição, recorro ao humor. Ao falar sobre estes assuntos não posso ficar entediada; o meu interlocutor iria percebê-lo. É por isso que me entusiasmo tanto com questões de sexualidade. Gosto de falar dos prazeres do sexo e espero que o meu entusiasmo seja contagiante.

Sendo judia, como vê a relação da religião judaica com o sexo? 

Na tradição judaica, o sexo é uma obrigação. Um judeu casado tem a obrigação de satisfazer a sua mulher. Na Igreja Católica, as questões em torno da sexualidade são mais sensíveis. Não estou só a referir-me ao período antes do casamento, mas também depois do casamento, em que o objectivo único do sexo é a procriação. Mas na tradição judaica, o sexo é procriação e também divertimento. Mesmo após a menopausa, o homem continua obrigado a providenciar satisfação sexual à sua mulher. O Alcorão, por seu turno, permite que o homem tenha quatro mulheres, mas só na condição de conseguir ser justo para cada uma delas. Ser justo não é só garantir a satisfação sexual; é ser companheiro e ajudar a cuidar dos filhos. A sexualidade não se resume ao coito, ao orgasmo, tem a ver com a qualidade de vida. Se existir respeito por diferentes atitudes, religiões, culturas e histórias de vida, estamos a fazer educação sexual. Há que ter em conta todas estas diferenças e é isso que temos de ensinar às gerações mais jovens. 

Até que ponto o homem é responsável pelo orgasmo feminino?

Se o homem tiver uma erecção completa, se conseguir mantê-la de forma satisfatória, isso por si só não significa que a sua companheira tenha um orgasmo durante o coito. Hoje sabemos, através da experiência empírica, que a mulher tem de assumir os seus próprios orgasmos. Nem os melhores amantes - os que foram treinados por mim - conseguem provocar um orgasmo à sua companheira se ela não disser do que precisa. Apesar de toda a pressão que existe à volta do coito, haverá sempre uma parte das mulheres que só atingem o orgasmo por estimulação do clítoris. Mas não importa quais são os meios que o casal usa para chegar ao orgasmo. O fundamental é que ambos fiquem satisfeitos como o sexo que têm.

A ciência está suficientemente avançada para conhecer tudo sobre o sexo?

Do meu ponto de vista, precisamos de mais estudos. Os cientistas necessitam de dinheiro para encontrar mais soluções. É fundamental investir mais na investigação, ter oportunidade para observar e medir comportamentos biológicos e sociais, porque explicam muito sobre a nossa sexualidade. Há muitas dimensões do sexo que estão demonstradas empiricamente, mas não são válidas do ponto de vista científico. Chegámos a um estádio em que, por exemplo, podemos convidar uma mulher a entrar num laboratório de sono e medir a lubrificação da sua vagina. É assim que conseguimos saber que ela pode ter um orgasmo durante um sonho erótico. Acho que as mulheres conseguem programar o seu cérebro para ter sonhos eróticos, mas isso é apenas uma convicção sem validade científica. São necessários estudos aprofundados para saber mais sobre estas matérias. No caso do homem, a sua actividade sexual durante o sono também pode ser medida. O exercício é simples: basta pedir às mulheres que levem um papel e uma caneta para a cama e passem uma noite em branco a observar o companheiro. A cada 90 minutos há uma erecção. Na manhã seguinte pode partilhar o registo com ele: às 4h35, uma erecção completa, às 6h20 uma erecção parcial e por aí fora. Mas sabe-se muito pouco sobre o que toda essa actividade nocturna significa e como pode ajudar o homem na sua sexualidade.

Os brinquedos sexuais, como os vibradores, podem substituir o pénis?

Não há nada de errado em usar um vibrador se isso fizer parte do divertimento que o casal tem em conjunto. Mas uma mulher tem de saber que não se pode habituar ao vibrador. O perigo surge quando os brinquedos sexuais se tornam um hábito compulsivo. De resto, o casal pode ter quantos quiser, desde que estejam escondidos das crianças e sejam usados como parte de um processo mais alargado do acto sexual.

Que tem a dizer aos que insistem em afirmar que o tamanho é importante?

Aos que se sentem incomodados com o tamanho do seu pénis, proponho uma tarefa simples. Sentem-se frente a um espelho e provoquem uma erecção completa. Observem o vosso pénis com atenção e vão ver que nunca mais se vão preocupar com o tamanho.

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 22:52 | link do post | comentar

Tradução no Google

 

 Imagine que precisa mesmo de ler uma notícia num site alemão e não percebe nada de... alemão. Agora, tem duas hipóteses: Ou vai à procura dessa 'estória' noutro site ou traduz instantaneamente a página utilizando a nova barra da Google .

A empresa norte-americana que desenvolveu o mais popular motor de pesquisa da Internet, acaba de lançar uma nova versão da sua barra de ferramentas, por enquanto, disponível apenas para o Internet Explorer, o hegemónico browser (pesquisador) da sua arqui-rival, Microsoft.

Em rigor, a nova barra da Google facilita o acesso a uma funcionalidade já disponível - a tradução avançada - permitindo traduzir instantaneamente uma página de Internet em mais de 40 idiomas, incluindo o português do Brasil.

A nova funcionalidade detecta automaticamente se o idioma da página que o internauta está a ver corresponde, ou não, ao idioma definido pelo utilizador na barra de ferramentas. Sempre que assim for, pergunta se pretende traduzir a página. O Google garante que a detecção automática decorre apenas a nível do utilizador, não sendo enviado qualquer tipo de informação para esta empresa.

Clicando no botão "traduzir", que surge no lado direito do ecrã, a página é instantaneamente traduzida para o idioma do utilizador. Caso o utilizador visite outras páginas no mesmo idioma, continuará a vê-las traduzidas, não sendo necessário fazê-lo uma página de cada vez.

Nas próximas semanas a Google garante que esta funcionalidade também estará disponível para os utilizadores do Firefox, o segundo browser mais usado por quem navega na Net.

Muito mais há-de levar a Google a oferecer boas traduções a quem opte por instalar a nova barra, mas isso já é outra 'estória'.

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 15:57 | link do post | comentar | ver comentários (1)



publicado por olhar para o mundo às 12:20 | link do post | comentar

La republica benfiquista

 

O Benfica está cada vez mais parecido com as Honduras. Só que nas Honduras há presidentes a mais e no Benfica pode haver candidatos a menos.

 

Via arrastão

Cartoon Henricartoon



publicado por olhar para o mundo às 11:30 | link do post | comentar

 Dias LOureiro Arguido no caso BPN

 

Dias Loureiro confirmou esta quarta-feira que foi constituído arguido. O antigo administrador da sociedade dona do Banco Português de Negócios falou à saída do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) depois de ser ouvido no âmbito de dois processos sobre negócios que ocorreram em 2001. Segundo a TSF, o ex-conselheiro de Estado, acrescentou que não cometeu nenhuma ilegalidade.


Dias Loureiro esteve hoje a ser ouvido no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) depois de ter sido notificado na qualidade de arguido na semana passada. "Em causa estão dois negócios, em 2001, do grupo SLN/BPN (Sociedade Lusa de Negócios e Banco Português de Negócios): a venda da Redal (concessionária de águas em Marocos) e a compra da tecnológica Biometrics (um dos negócios mais ruinosos, que se saldou por um prejuízo de 40 milhões de dólares)", noticiava hoje a edição online do semanário Sol

 

Via Publico

 

E será que a estes também lhes dão 150 anos como ao Madoff?..... não, claro que não, estamos em Portugal 



publicado por olhar para o mundo às 07:58 | link do post | comentar

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Sexo, a prática faz o mestre

 

Ter relações sexuais todos os dias aumenta a qualidade dos espermatozóides e, por isso, a probabilidade de uma gravidez. A conclusão é de uma investigação realizada a homens com problemas de fertilidade.

Numa conferência sobre problemas de fertilidade, o investigador australiano David Greening aconselhou os casais que querem ter filhos a terem relações sexuais a cada dois dias. Os resultados aos testes revelaram-se, de imediato, promissores: as análises ao esperma dos118 homens analisados reflectiram melhorias imediatas, que variaram com a frequência com que tinham relações sexuais.

Oito em cada dez homens da amostra demonstraram uma quebra de 12% nos danos do ADN dos espermatozóides, sete dias depois de aumentarem a frequência das relações sexuais.

Via ionline

 

Grande novidade... está-se mesmo a ver que estamos a entrar na silly season.... haja paciência



publicado por olhar para o mundo às 21:13 | link do post | comentar

Acolhimento infantil

 

 Crianças

Todos os lares de acolhimento vão ter equipas técnicas até ao final do ano 
30.06.2009 - 19h03 Lusa
A secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação garantiu hoje que o plano de qualificação da rede de lares de infância e juventude já aplicado em 111 instituições vai ser alargado às restantes 104 até ao final do ano. Este plano, que reforça as instituições com equipas técnicas, visa incentivar a desinstitucionalização, em tempo útil, de crianças e jovens em risco.

O Plano Dom - Desafios, Oportunidades e Mudanças - lançado em 2007 em seis instituições, e entretanto alargado a 111 das 215 existentes, prevê o reforço das equipas técnicas existentes em lares onde o seu dimensionamento se revele insuficiente face ao número e problemática das crianças e jovens acolhidas, assim como o desenvolvimento de acções de formação. Nos 111 lares foram colocados 286 técnicos.

Idália Moniz, que falava na Comissão Parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura numa audição sobre o relatório de caracterização das crianças e jovens em situação de acolhimento em 2008, garantiu que a continuação do Plano Dom está prevista no Orçamento de Estado e que chegará a todos os 215 lares.

O relatório hoje discutido no Parlamento dá conta que cerca de dez mil crianças e jovens em risco estão em instituições de acolhimento, um número ainda considerado elevado, mas que, segundo o documento, revela uma tendência para diminuir de ano para ano.

Plano de Intervenção Imediata

O Plano de Intervenção Imediata é um documento elaborado anualmente pela Segurança Social e entregue à Assembleia da República, dando conta da situação das crianças e jovens em acolhimento. Segundo os dados relativos a 2008, mantém-se elevado o número de crianças e jovens em situação de acolhimento (9956 no total), mas há um decréscimo de 1406 face a 2007. 

A maioria das crianças e jovens continua a permanecer em instituições por períodos superiores a um ano (7801, ou seja, quase 80 por cento). Deste grupo de quase dez mil crianças e jovens, 2155 iniciaram o acolhimento em 2008, valor muito aproximado ao registado em anos anteriores, o que, segundo o relatório, indicia uma tendência de estabilização ao nível do número de novas entradas no sistema de acolhimento.

Idália Moniz defendeu hoje que, embora não tenha sido atingida a situação ideal - "não existir crianças institucionalizadas" -, o relatório aponta para melhorias significativas, como o aumento da desinstitucionalização na ordem dos 27 por cento, acima da meta estabelecida pelo Governo. O relatório, adiantou a secretária de Estado, permite um retrato da realidade, identificando as fragilidades e apontando caminhos para outras intervenções.

A título de exemplo, Idália Moniz referiu a aposta numa especialização do atendimento com base em quatro eixos: regresso à família de origem, autonomização dos jovens, acompanhamento especializado de jovens com problemas comportamentais e ainda resposta adequada às crianças e jovens deficientes que se encontram em acolhimento.

 



publicado por olhar para o mundo às 15:38 | link do post | comentar



publicado por olhar para o mundo às 12:18 | link do post | comentar

Jessica Terry

 

Jessica Terry, 18 anos, passou a última década de consulta em consulta à procura de uma explicação para vómitos, febres altas e diarreias constantes. Passava grandes temporadas sem poder ir à escola, fechada em casa. Mas o primeiro diagnóstico para a sua doença só chegou em Janeiro, e foi feito pela própria numa aula - numa experiência de ciências, a professora pediu para olharem para a sua pele ao telescópio. Jessica descobriu um granuloma, uma inflamação específica de algumas doenças crónicas. O passo foi fundamental para os médicos perceberem que tinha a doença de Crohn. 

"É estranho resolver o meu próprio problema médico. Ninguém me dava respostas, eu estava sempre doente", disse a adolescente à "CNN".
O caso divulgado este mês pela imprensa americana surpreende a comunidade médica: Como é que uma adolescente a olhar para um microscópio de escola consegue ver o que nenhum médico viu?
Mary Margaret Welch, a professora que presenciou a descoberta, recorda o episódio: "Ela chamou-se a dizer que lhe parecia ter descoberto algo. Parecia-me um granuloma. Tirei uma fotografia e enviei-a a um patologista. Em 24 horas, respondeu de volta a confirmar".
Corey Siegel, especialista americano neste tipo de doenças, explica que os granulomas, que indiciam a doença de Crohn, são difíceis de encontrar e nem sempre estão presentes. "Elogio o trabalho meticuloso da Jessica", frisou à mesma cadeia televisiva.
A doença de Crohn é uma inflamação crónica numa ou mais partes do tubo digestivo. O diagnóstico ocorre geralmente entre os 20 e 30 anos. Em Portugal, estima-se que a doença inflamatória do intestino, que engloba ainda as colites ulcerosas, afecte 13.500 pessoas, com 140 novos casos por ano. 

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:18 | link do post | comentar

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