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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Um olhar sobre o Mundo

26
Jun09

Será isto censura, abuso de poder, abuso de autoridade?

olhar para o mundo

Sabemos bem que politicos e muitos representantes de instituições públicas enchem a boca com a liberdade de expressão e os valores de Abril, mas depois à primeira critica ou  aquele artigo ou entrevista mais "sarcástica",  aqui Del Rei que não podem dizer o que querem e isto da liberdade de expressão é muito bonito, mas é só quando toca aos outros.

Sócrates tem sido um ÁS a colocar processos em tribunal contra jornalistas e bloggers, mas de derrota em derrota vai levando uns banhos de água fria que é para ver se aprende . O último foi a decisão do Ministério Público em arquivar aqueixa de Sócrates contra o Jornalista João Miguel Tavares. Mas, infelizmente Sócrates não é o único que pensa que pode calar as pessoas e mesmo prejudicá-las por dizerem o que pensam e escreverem sobre o que gostam.Daniel Luís, mais conhecido por "dissidências" no mundo virtual, viu  a sua vida dar um trambolhão, a sua entidade patronal, Universidade do Minho, argumenta que o que ele escrevia não era bom para a imagem da Instituição.Para mim e para muitos isto é Censura!

Vale a pena ler o relato do Daniel sobre este episódio. Assim vai o nosso País.

 

Via Vila Forte

26
Jun09

Morreu Michael Jackson

olhar para o mundo

Michael Jackson, o Rei da Pop

 

 

Michael Jackson, o “Rei da Pop”, morreu aos 50 anos, vítima de uma paragem cardíaca. Ao início da tarde de ontem (horário da Califórnia) os serviços de emergência médica foram chamados à sua residência para socorrer o cantor, aparentemente em paragem respiratória — poucas horas mais tarde, já a partir do hospital universitário UCLA, para onde foi transportado, surgia a confirmação da morte.


Aparentemente, o músico terá sofrido um colapso em casa. Foi socorrido por uma equipa de paramédicos, que o encontraram sem pulso e não lograram reanimá-lo. Segundo as autoridades, chegou ao hospital em estado de coma profundo e foi pronunciado morto. Desconhece-se qual seria o seu estado de saúde antes do episódio fatal. Uma autópsia foi já marcada e deverá ocorrer ainda na sexta-feira.

A música de Michael Jackson marcou de forma indelével os anos 80 e influenciou toda uma geração de músicos. O seu álbum “Thriller”, lançado em 1982, é um ícone da música pop e continua a ser o disco mais vendido da história da música. E os vídeos que acompanharam os seus sucessos transformaram a indústria, abrindo a porta ao sucesso dos canais televisivos musicais como a MTV.

A carreira de Michael começou precocemente, acompanhando os seus irmãos no bem sucedido grupo “Jackson 5” logo aos cinco anos de idade. A sua canção “I want you back” está entre as melhores melodias da pop. Aos treze anos, e enquanto ainda actuava com os irmãos, iniciou a carreira a solo. 
Depois de se rebelar contra a Motown, aos 17 anos, Michael enveredou para um som disco. Era a transição para a idade adulta e para a independência — com Quincy Jones como produtor, “Don’t Stop ‘Til You Get Enough” projectou Jackson para o topo das tabelas.

Com “Thriller” — o disco mais vendido da tabela americana durante 37 semanas consecutivas — e “Bad” tornou-se o músico mais famoso do mundo.

Michael Jackson foi por duas vezes reconhecido no “Rock’n Roll Hall of Fame” e venceu 13 Grammys. O seu trabalho humanitário — foi o responsável pelo “single” de ajuda a África “We Are the World” — foi reconhecido pelo Presidente Ronald Reagan.

Tão espectacular como o seu fulgurante sucesso foi o seu colapso: há doze anos que Jackson se mantinha afastado dos palcos.

A sua vida quotidiana, misteriosa e excêntrica, foi motivo de especulação durante décadas — alegadamente, Jackson dormia numa câmara de oxigénio, tratava o chimpanzee Bubbles como seu filho e queria transformar o seu rosto numa cópia do de Diana Ross, que idolatrava. O músico morava em reclusão num rancho chamado “Neverland”, uma propriedade de dez quilómetros quadrados que mais parecia um parque de diversões — e que esteve recentemente em hasta pública.

A sexualidade de Jackson também sempre foi motivo de especulação. O músico casou por duas vezes: a primeira das quais com Lisa Marie Presley, a filha de Elvis, o “Rei do Rock n’ Roll”, e depois com a sua enfermeira Deborah Rowe, mãe dos seus dois filhos mais velhos. A identidade da mãe do seu terceiro filho não é conhecida.

Os filhos, sempre escondidos das objectivas dos paparazzi por densos véus de cores escuras têm 12, 11 e seis anos e nomes bizarros: Prince Michael Joseph Jackson Jr, Paris Michael Katherine Jackson e Prince Blanket Michael Jackson II.

Michael Jackson admitiu publicamente ter-se submetido a várias cirurgias plásticas e ter lutado contra dependências de comprimidos e estupefacientes. Um controverso documentário realizado pela britânica Granada Television, em 2003, deixava implícitos vários casos de abuso sexual de meninos que Jackson acolhia no seu rancho e dormiam na sua cama.

 

Ver o resto da noticia no Publico

26
Jun09

Menage .....

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Menage a trois

 

A convite do jornal "The Guardian" o escritor Ewan Morrison escolheu os dez melhores trios de amantes na literatura

 

 

Ewan Morrison é um autor inglês conhecido pelas suas novelas que exploram o sexo pouco convencional, como o swing e poligamia, por exemplo. Aqui ficam as suas dez escolhas.


1. O Jardim do Éden, de Ernest Hemingway
2. Jules e Jim, de Henri Pierre Roche
3. Politics, de Adam Thirlwell
4. Uma Casa no Fim do Mundo, de Michael Cunningham
5. Three in Love: Ménages à Trois from Ancient to Modern Times, de Barbara Foster, Michael Foster e Letha Hadady
6. Off the Road: Twenty Years with Cassady, Kerouac and Ginsberg, de Carolyn Cassady
7. O Amante do Vulcão, de Susan Sontag
8. Henry and June, de Anais Nin
9. Design for Living, de Noel Coward
10. O livro do Génesis

 

Via ionline

25
Jun09

Homens com tomates

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 Roleta russa africana

 

O ministro dos Negócios Estrangeiros de uma república africana visita a Rússia numa viagem oficial. Depois de uma semana de visita o seu homólogo russo disse-lhe:

 -"Espero que tenha desfrutado a estadia no nosso país, mas antes de terminar é costume que pratique o nosso jogo nacional".

 - "E qual é esse jogo?", pergunta o africano.

 - "Bem, é a roleta russa, claro".

 - "A roleta russa? Não conheço".

 - "É muito simples. O senhor apenas tem de apontar esta pistola à sua cabeça e premir o gatilho. Na pistola há somente uma bala. Tem cinco possibilidades entre seis de

 sobreviver".

 -"E qual é a graça, ministro"? pergunta o africano.

 - "A adrenalina homem, a adrenalina !!!".

 O ministro africano engole em seco, mas pensa para si:

 "Sou herdeiro de uma tribo de valentes guerreiros e enfrentarei esta prova".

 O homem aperta o gatilho e... clic! Não se disparou nenhuma bala.

 Então, respira fundo e diz ao russo:

 - "Recordo-lhe que dentro de três meses terá que me retribuir a visita".

 Três meses depois, o ministro russo passa uma semana na pequena república africana, e no último dia o seu homólogo disse-lhe:

 - "Espero que tenha apreciado a estadia no nosso país, mas antes de terminar a visita é costume que pratique o nosso  jogo nacional".

 -"E qual é esse jogo"?

 - "É a roleta africana, claro".

 - "A roleta africana? Não conheço. Em que consiste"?

- “Será conduzido a um aposento onde estão seis mulheres  esculturais completamente nuas. A que você escolher, far-lhe-á sexo oral".

 - "Genial! Isto é magnífico mas... onde está a adrenalina?", pergunta o ministro russo.

 O africano sorri e responde:

 - "Uma delas é canibal".

 
24
Jun09

Lei da adopção pode mudar

olhar para o mundo

Adopção

 

Famílias adoptantes lamentaram hoje que a lista nacional de crianças adoptáveis não funcione, criando assimetrias entre os vários distritos, enquanto fonte da tutela garantiu que só existem listas nacionais.

 

Num encontro sobre adopção que decorreu hoje em Lisboa, Patrícia Macedo, que já adoptou uma criança e apresentou recentemente o seu segundo processo de candidatura, diz-se decepcionada com o sistema.

 

“A simpatia da equipa é superior à do primeiro processo, mas só isso mudou”, disse na Audição sobre Adopção, que decorreu na Assembleia da República.

 

Esta candidata à adopção explicou que neste último processo de candidatura, entregue há um ano, perguntou pelas listas nacionais, que deveriam estar a funcionar desde Junho de 2006, tendo-lhe sido dito que só são usadas as listas distritais.

 

Também Mara Batista, mãe adoptiva, explicou que no seu caso foi evidente a inexistência de uma lista nacional, uma vez que tentou adoptar uma criança “que já ninguém queria e que era de outro distrito” e inicialmente esse processo foi-lhe dificultado.

 

Contudo, a secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz, garantiu no mesmo encontro que não existem listas distritais, mas sim nacionais.

 

'O benefício que tivemos com as listas nacionais foi ter uma única base de dados, instrumento indispensável para a celeridade processual e para a escolha do perfil do candidato e da criança a adoptar', garantiu.

 

Jorge Soares, da associação Missão Criança, criada recentemente para lutar pelos direitos das crianças institucionalizadas, disse por seu lado que a inexistência de listas nacionais cria assimetrias.

 

As listas, referiu, não funcionam na maior parte dos distritos, em alguns casos por não existirem crianças em situação de adoptabilidade.

 

“O facto de não existirem listas nacionais cria diferenças de distrito para distrito. Em Lisboa pode trabalhar  bem, por exemplo, mas essa não é a realidade de Setúbal”, disse.

 

Sem se referir às listas, uma responsável da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens disse que de facto existem assimetrias que devem ser corrigidas.

 

“Tenho consciência de que os procedimentos sobre adopção ao longo do país são muito diferentes. O que se passa no Norte não é igual ao Sul, Este ou Oeste”, disse

Além da questão das listas, alguns intervenientes no debate apontaram outros constrangimentos nos processos de adopção, entre os quais as dificuldades de comunicação entre os pais adoptantes e os serviços da segurança social.

 

Edmundo Martinho, presidente do Instituto de Segurança Social disse que a adopção não é um processo fácil, capaz de resolver todos os problemas que se colocam a uma boa parte das crianças institucionalizadas.

 

“Sabemos hoje que a adopção é resposta para 15 a 16 por cento das crianças institucionalizadas e sabemos que no extremo oposto temos vindo a aumentar de forma significativa o número de adopções”, disse.

 

A questão da comunicação com os candidatos, um dos constrangimentos encontrados, explicou, tem de ser um dos aspectos a melhorar.

 

“Não é aceitável que um casal que se candidate fique meses sem um contacto. A manutenção do relacionamento só pode ajudar a consolidar a opção”, disse.

 

Já a secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação Idália Moniz, a preocupação é encontrar soluções alternativas para as crianças.

 

Temos em todas as vertentes técnicos muito habilitados e responsáveis e que isso para nos não merece discussão.

 

Para a deputada Rosário Carneiro, da subcomissão de igualdade e família que no âmbito da comissão de ética sociedade e cultura organizou o encontro, a audição é uma janela de oportunidade para a próxima legislatura, para que as preocupações relatadas sejam acolhidas pelos decisores

 

Via Publico

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