Terça-feira, 31.08.10

Letra
É amanha dia 1º de Agosto
E tudo em mim é um fogo posto
Sacola ás costas, cantante na mão
Enterro os pés no calor do chão
É tanto o sol pelo caminho
Que vendo um, não me sinto sózinho
Todos os anos, em praias diferentes
Se buscam corpos sedosos e quentes

Adoro ver a praia dourada
O estranho brilho da areia molhada
Mergulho verde nas ondas do mar
Procuro o fundo pra lhe tocar
Estendido ao sol, sem nada dizer
Sorriso aberto de puro prazer



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Segunda-feira, 30.08.10

Letra
Entre a chuva dissolvente
No meu caminho de casa
Dou comigo na corrente
Desta gente que se arrasta

Metro, túnel, confusão
Entre súor despertino
Mergulho na multidão
No dia a dia sem destino

Putos que crescem sem se ver
Basta pô-los em frente à televisão
Hão-de um dia se esquecer
Rasgar retratos, largar-me a mão
Hão-de um dia se esquecer
Como eu quando cresci
Será que ainda te lembras
Do que fizeram por ti?

E o que foi feito de ti?
E o que foi feito de mim?
E o que foi feito de ti?
Já me lembrei, já me esqueci

Quando te livrares do peso
Desse amor que não entendes
Vais sentir uma outra força
Como que uma falta imensa
E quando deres por ti
Entre a chuva dissolvente
És o pai de uma criança
No seu caminho de casa

E o que foi feito de ti?
E o que foi feito de mim?
E o que foi feito de ti?
Já me lembrei...
Já me lembrei, já me esqueci



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Domingo, 29.08.10

Letra
Mares convulsos, ressacas estranhas
Cruzam-te a alma de verde escuro
As ondas que te empurram
Aa vagas que te esmagam
Contra tudo lutas
Contra tudo falhas

Todas as tuas explosões
Redundam em silêncio
Nada me diz

Berras às bestas
Que re sufocam
Em braços viscosos
Cheios de pavor
Esse frio surdo
O frio que te envolve
Nasce na fonte
Na fonte da dor

Remar remar
Força a corrente
Aao mar, ao mar
Que mata a gente



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Sábado, 28.08.10

Letra
O nosso amor de sempre
Brilhará, p'ra sempre
Ai, meu amor
O que eu já chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Vou gostar de ti

Juro, meu amor que sempre
Voltarei, p'ra sempre
Ai, meu amor
O que eu já chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Gostarei de ti

Ai, meu amor
O que eu já chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Vou gostar de ti



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Segunda-feira, 23.08.10

letra
E numa prisão em si
Não saindo do que é seu
Foi esquecido
Adormeceu

À procura do amanhã
Andam homens inseguros
Erguem escadas
Partem muros

A nós os montes imundos
Dêem-nos os vales profundos
Sítios onde vê
Impossível ir
Ergam escadas
Partam Muros



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Domingo, 22.08.10

Letra
Querida pequenina
És o sol
Que me ilumina
Tens a luz
Que me fascina
Onde estás?

Passa tempo passa
Cai fundo
No esquecimento
Não oiças
O meu lamento
Onde estás?

Onde estás? (5x)



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Sábado, 21.08.10

Letra
E quando eu descobrir o segredo
Da nebelina cinzenta
Qque torna a água barrenta
E sem perdão me esmaga o peito

E quando se levanta de repente
A névoa que cobre o rio
Que gela tudo de frio
E escurece a corrente

Longa se torna a espera
Na névoa que cobre o rio
Lenta vem a galera
Na noite quieta de frio
E quando...

E quando eu apanhar finalmente
O barco para a outra margem
Outra que finde a viagem
Onde se espere por mim

Terei, terei mais uma vez a força
Para enfrentar tudo de novo
Como a galinha e o ovo
Num repetir de desgraças

Longa se torna a espera
Na névoa que cobre o rio
Lenta vem a galera
Na noite quieta de frio
E quando...



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Sexta-feira, 20.08.10

Letra
Pequenas coisas que faltam na vida
Tornam-se as grandes incompletas
Pequenas coisas fazem parte
Não te esqueças
A grande ponte para lado nenhum
Fica distante da pequena estrada
Esburacada, onde arriscas a vida
necessáriamente 
E se tudo é um todo
E o todo é que importa
Não ponhas de lado
Aquilo que falta

Mesmo que não tenhas tempo
Pensa o que tens a fazer
Mede bem a importância
Dum pequeno pormenor
Um parafuso no foquetão
Um beijo ao deitar, um papel no chão
Uma prenda com cartão, um voto aqui
Ali um não

A justiça em grande faz sombra à pequena
Frágil, diária de todos
Tantas pequenas injustiças
tornam falso o sistema
A pequena dor nunca aliviada
Nas filas de espera do grande hospital
torna a doer, mesmo que te digam
vais ser atendido mais lá pro outro natal

Se tudo é um todo
E o todo é que importa
Não ponhas de lado
Aquilo que falta

Mesmo que não tenhas tempo
Pensa o que tens a fazer
Mede bem a importância
Dum pequeno pormenor
Um parafuso no foquetão
Um beijo ao deitar, um papel no chão
Uma prenda com cartão, um voto aqui
Ali um não



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Quinta-feira, 19.08.10

Letra
Nasci entre ruínas
E nos vícios eu tentei crescer
Quero crescer!

Andei no limite do tempo
Tentei correr contra o vento
Pra quê?

Joguei no destino errado,
Perdi-me por querer saber

Tu aí!

Espero alguém chegar
Queres assim
Alguém pra me orientar
Ficas aí?
Tenho que me aguentar
Até ao fim
Será que me vou salvar?



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Quarta-feira, 18.08.10

Letra
Sentado à beira do mar
Ouvindo as ondas rolar
E uma gaivota no ar
Flecte as asas ao virar
Dá-me um sinal p`ra voltar

Quieto deixa-te estar
Adormece devagar
Esquece que tens que lutar
E uma gaivota no ar
Flecte as asas ao virar
Dá-me um sinal p`ra voltar

Até quando vai durar



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Terça-feira, 17.08.10

Letra
Marés doces, utopia
Sonhos e maré vazia
Caranguejo persistente
Fuça no lodo
E a gente
Passa apressada adiante
Só pensando na vazante
Que leva o barco prá foz 
Ouve-se do cais uma voz
Perguntar se temos nós
A certeza de voltar
Porque com tanta destreza
Nos esquecemos sobre a mesa
Das cartas de marear ...

Tantas vezes, tantos dias
Por causa de temosia
Nós perdemos a vontade
De ouvir outra verdade
De deixar entrar o ar
Só pensando em acabar
Mesmo que fiquemos sós

Ouve-se do cais uma voz
Perguntar se temos nós
A certeza de voltar
Porque com tanta destreza
Nos esquecemos sobre a mesa
Das cartas de marear...



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Segunda-feira, 16.08.10

Letra
Com mãos de veludo 
Negras como a noite 
Tu deste-me tudo 
E eu parti 

Um homem trabalha 
Do outro lado do rio 
Com as suas duas mãos 
Repara o navio 
Está sozinho e triste 
Mas tem de aguentar 
Já falta tão pouco 
Para poder voltar 

Vai ficar tudo bem 
Isso eu sei 
Vai ficar tudo bem 
Isso eu sei 
quando o sol 
Se juntar ao mar 
E te voltara beijar 
Só mais uma vez, só mais uma vez 
Só mais uma vez, só mais esta vez 

Com adeus começa 
Outro dia igual 
Ficou a promessa 
Escondida no lençol 
Negras como a noite 
Vindas de outra terra 
As mãos de veludo 
Estão á sua espera 

Vai ficar tudo bem 
Isso eu sei 
Vai ficar tudo bem 
Isso eu sei 
quando o sol 
Se juntar ao mar 
E te voltara beijar 
Só mais uma vez, só mais uma vez 
Só mais uma vez, só mais esta vez



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Domingo, 15.08.10

Letra
O sol desce para Monsanto 
Enquanto ele faz a barba
Adormeceu entretanto 
Já saiu a namorada

Aguardou este momento 
Sabe que a hora é sagrada 
Nem é tarde nem é cedo 
Era a que estava marcada

Vai por cima do roupeiro 
Acha a caixa arrumada 
Sopra o pó abre-lhe o fecho 
Dá com ela descansada

Descansada está a arma 
No pano adormecida 
Tão perfeita tão gelada 
Própria p'ra te roubar a vida

E enquanto a noite cai 
O que é que ele vai ser

Trancou a porta de casa 
Desceu decididamente 
Aspirou o ar da rua 
Fundiu-se no mar de gente

Via arma e apanhei-a
Dei com o corpo no barranco 
Já nasceu a lua cheia 
Desceu o sol em Monsanto

E enquanto a noite cai
O que é que ele vai ser



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Sábado, 14.08.10

Letra
Mãe tenho ciúmes do pai
Quando se deita contigo Mãe
E te chupa as tetas
E te esborracha os seios
E se monta em ti
E se vem depois. Mãe
Mãe eu não suporto o pai
Mãe vou dar cabo do pai
Quando ele diz Mãe
Gosta de mim Mãe
Quando ele diz Mãe
Gosta de ti Mãe
Quando ele diz Mãe
Que nos ama aos dois

E depois bate sem fim

Eu vim cá para fora
Toda a gente chora
Toda a gente berra
Foste tu
Foste tu

Mãe
eu já matei o pai
Mãe
Foi uma morte sem dor
Agora sou só eu Mãe
Agora és só tu Mãe
Agora somos só dois
E depois, e depois
Mãe
Morreste também
Mãe
Traíste-me assim
Agora sou só eu Mãe
E procurei o fim Mãe

Eu vim cá para fora
Toda a gente chora
Toda a gente berra
Foste tu
Foste tu



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Segunda-feira, 09.08.10

 

Letra

 

Sémen, Sémen, Sémen
Semente dum corpo que sai
Do corpo da gente
Velha disputa do sexo
Nunca é quem se espera
Terá isso nexo
Será menino ou menina
Ao pai pouco importa
É mais um anexo

 

( x2 )
Vem ninguém vê
O que tem
Só vê o que não tem.

 

Sémen, Sémen, Sémen
Semente dum corpo que cai
Do corpo da gente
Velha disputa do sexo
Nunca é quem se espera
Terá isso nexo;
Será menino ou menina
Ao pai pouco importa
É mais um anexo

 

( x2 )
Vem ninguém vê
O que tem
Só vê o que não tem.

 

( x4 )
Vem ninguém vê
O que tem
Só vê o que não tem.

 

 



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Quarta-feira, 05.05.10

 

Letra
O sol desce para Monsanto
Enquanto a noite cai
Adormeceu entretanto
Já saiu a namorada

Aguardou este momento
Sabe que a hora é sagrada
Nem é tarde nem é cedo
Era a que estava marcada

Vai por cima do roupeiro
Acha a caixa arrumada
Sopra o pó abre-lhe o fecho
Dá com ela descansada

Descansada está a arma
No pano adormecida
Tão perfeita tão gelada
Própria p'ra te roubar a vida

E enquanto a noite cai
O que é que ele vai ser

Trancou a porta de casa
Desceu decididamente
Aspirou o ar da rua
Fundiu-se no mar de gente

Via arma e apanhei-a
Dei com o corpo no barranco
Já nasceu a lua cheia
Desceu o sol em Monsanto

E enquanto a noite cai
O que é que ele vai ser

 



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Segunda-feira, 03.05.10

Letra
Quem é quem 
Pé ante pé na noite fechada 
Para deixar presa a hiena esfomeada 
Dos olhos escapa um brilho cruel 
Matar a fome é o seu papel 

O comboio de chibos avança com o trigo 
E trazendo armas prontas fixas no seu tejadilho 

Uma cor de sangue o sol derrama 
Enquanto Nasce 
Enquanto Nasce o horror 
Na terra Africana 

Num fechar e olhos cercam a aldeia 
Todos à caça na sua alcateia 
As gentes fogem ainda estremunhadas 
Rapidamente são apanhadas 

Não há quem lhes escape 
Não há quem resista 
São os Senhores da Guerra 
Essa raça maldita 
Procuram prazer num jogo mortal 
Ficamos sem saber 
Quem é o homem, quem é o animal 


Quem é quem 
Nesta selva sangrenta 
Quem é quem 
Neste dia violento 
Quem é quem 
Deixando um rasto com um toque de dor 
Quem é quem 
Por aqui passaram os filhos do ditador 

Uns sem pai de uma mãe esfomeada 
A lei do mais forte é lhes sempre aplicada 
As malas foram as suas primeiras letras 
As facas do mato as suas canetas 
Com elas escrevem uma história de terror 
Com brasas, cobre e gritos de dor 


Quem é quem 
Pergunta a hiena 
Fervendo o sangue 
A correr nesta arena 


Quem é quem 
Nesta selva sangrenta 
E a milícia de sangue sedenta 
Quem é quem 
Neste dia violento 
Mulheres e crianças são o seu movimento 
Quem é quem 
Deixando um rasto com um toque de dor 
Quem é quem 
Por aqui passaram os filhos do ditador 

Quem é quem 
Quem é quem



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Domingo, 04.04.10



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Quinta-feira, 11.03.10

 

Letra

 

De Bragança a Lisboa

São 9 Horas de distância

Q'ria ter um avião

P'ra lá ir mais amiude

Dei cabo da tolerância

Rebentei com três radares

Só para te ter mais perto

Só para tu te dares

 

E saio Agora!

E vou correndo!

E vou-me embora!

E vou correndo!

Já não demora!

E vou correndo p'ra ti...Maria!!

 

Outra vez vim de Lisboa

Num comboio azarado

Nem máquina tinha ainda

E já estava atrasado

Dei comigo agarrado

Ao porteiro mais pequeno

E tu de certeza à espera

Rebolando-te no feno

 

E saio agora!

E vou correndo!

E vou-me embora!

E vou correndo!

Já não demora!

E vou correndo p'ra ti...Maria!!

 

Seja de noite ou de dia

Trago sempre na lembrança

A cor da tua alegria

O cheiro da tua trança

De Bragança a Lisboa

São 9 Horas de distância

Q'ria ter um avião

P'ra lá ir mais a miúda

 

E saio Agora!

E vou correndo!

E vou-me embora!

E vou correndo!

E vou-me embora!

E vou correndo p'ra ti...Maria!!

Maria!! Maria!! Maria!!

  



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Segunda-feira, 18.01.10

 Letra

 

O Homem Do Leme

Xutos & Pontapés

 

 

Sozinho na noite

um barco ruma para onde vai.

Uma luz no escuro brilha a direito

ofusca as demais.

 

E mais que uma onda, mais que uma maré...

Tentaram prendê-lo impor-lhe uma fé...

Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,

vai quem já nada teme, vai o homem do leme...

 

E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.

E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,

a vida é sempre a perder...

 

No fundo do mar

jazem os outros, os que lá ficaram.

Em dias cinzentos

descanso eterno lá encontraram.

 

E mais que uma onda, mais que uma maré...

Tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé...

Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,

vai quem já nada teme, vai o homem do leme...

 

E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.

E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,

a vida é sempre a perder...

 

No fundo horizonte

sopra o murmúrio para onde vai.

No fundo do tempo

foge o futuro, é tarde demais...

 

E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.

E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,

a vida é sempre a perder...



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Quinta-feira, 14.01.10

 

Letra

 

Negras Como a Noite

Xutos & Pontapés

Composição: Tim

 

Com mãos de veludo 

Negras como a noite 

Tu deste-me tudo 

E eu parti

Um homem trabalha 

Do outro lado do rio 

Com as suas duas mãos 

Repara o navio 

Está sozinho e triste 

Mas tem de aguentar 

Já falta tão pouco 

Para poder voltar

 

Vai ficar tudo bem 

Isso eu sei 

Vai ficar tudo bem 

Isso eu sei 

quando o sol 

Se juntar ao mar 

E te voltara beijar 

Só mais uma vez, só mais uma vez 

Só mais uma vez, só mais esta vez

 

Com adeus começa 

Outro dia igual 

Ficou a promessa 

Escondida no lençol 

Negras como a noite 

Vindas de outra terra 

As mãos de veludo 

Estão á sua espera

 

Vai ficar tudo bem 

Isso eu sei 

Vai ficar tudo bem 

Isso eu sei 

quando o sol 

Se juntar ao mar 

E te voltara beijar 

Só mais uma vez, só mais uma vez 

Só mais uma vez, só mais esta vez



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Sexta-feira, 08.01.10

 

 

Letra

 

PERTENCER - Oioai com Xutos e Pontapés

 

Desapareço a vapor

fico fechado ao lado

sentindo-me só

passando despercebido

 

À garrafa agarrado

o meu nome é ...

Desapareço ao teu lado 

de fora fico a ver

 

As pessoas para onde vão?

Dentro dos autocarros

levados são levados 

Comida por liberdade

 

O meu nome é João e vivo ao teu lado

O meu nome é Yuri do continente gelado

O meu numero é zero nesta democracia

Deixa-me pertencer eu quero pertencer-te

 

Letra: Pedro Puppe

Arranjos e Música: Oioai e Xutos e Pontapés

 

 

 



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Quinta-feira, 26.11.09

 

Letra

 

Gritos Mudos

Xutos & Pontapés

Composição: Tim

Neons vazios num excesso de consumo
Derramam cores pelas pedras do passeio
A cidade passa por nós adormecida
Esgotam-se as drogas p'ra sarar a grande ferida

Gritos mudos chamando a atenção
P'ra vida que se joga sem nenhuma razão

E o coração aperta-se e o estômago sobe à boca
Aquecem-nos os ouvidos com uma canção rouca
E o perigo é grande e a tensão enorme
Afinam-se os nervos até que tudo acorde

Gritos mudos chamando a atenção
P'ra vida que se joga sem nenhuma razão

E a noite avança, e esgotam-se as forças
Secam como o vinho que enchia as taças
E pára-se o carro num baldio qualquer
E juntam-se as bocas até morrer

Gritos mudos chamando a atenção
P'ra vida que se joga com toda a razão



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Terça-feira, 30.06.09


Letra

 

Desapareço a vapor
fico fechado ao lado
sentindo-me só
passando despercebido

À garrafa agarrado
o meu nome é ...
Desapareço ao teu lado 
de fora fico a ver

As pessoas para onde vão?
Dentro dos autocarros
levados são levados 
Comida por liberdade

O meu nome é João e vivo ao teu lado
O meu nome é Yuri do continente gelado
O meu numero é zero nesta democracia
Deixa-me pertencer eu quero pertencer-te

Letra: Pedro Puppe
Arranjos e Música: Oioai e Xutos e Pontapés



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