Segunda-feira, 31.12.12

Quantas vezes você já ouviu dizer que o sexo na gravidez "cutuca" o bebê? E que mulheres grávidas são só mães e não mulheres? E em quantas besteiras desse tipo você acreditou?

 

Mulheres grávidas sentem tesão, têm vontade de fazer sexo e — se não há sangramento ou risco de trabalho de parto prematuro — devem fazê-lo! Algumas pesquisas dizem que 50% das mulheres perdem o desejo sexual durante a gravidez, 40% mantém o mesmo de antes e 10% tem um aumento na libido. Então você não deve se sentir estranha em nenhum desses grupos!

 

É importante lembrar que as mudanças que acontecem no seu corpo fazem com você se sinta insegura e torna tudo mais difícil. "A gravidez se assemelha a adolescência nessa questão da insegurança", explica a ginecologista obstetra e Coordenadora do Programa de Saúde Integral do Adolescente da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, Albertina Duarte Takiuti, que nos ajudou a desvendar os segredos desse momento tão especial — e diferente — na vida de um casal.

 

A primeira coisa que você e seu parceiro precisam é conhecer seu corpo. O pênis não chega ao útero — "só se o homem tivesse o pênis em formato de anzol" - e, mesmo que chegasse, não machucaria o bebê. Albertina explica que o útero é como uma pêra e o cabinho da fruta, que seria o colo do útero, fica para baixo, em direção a vagina, é endurecido e só 'amolece' com muitas contrações. "O útero é como o nariz, você pode passar a mão nele sem machucar a parte interna". Assim fica fácil de entender, né?

 

Para que a relação seja prazerosa para o casal é necessário ter calma. Você, mesmo que esteja com mais libido, pode não estar acostumada com as transformações físicas e sentir-se um pouco insegura é normal. As preliminares vão servir para relaxar, deixar o corpo sem tensões e conseguir deixar a musculatura da vagina pronta para o sexo.

 

O carinho é importante durante toda a relação, e o uso de camisinha também. Pois é, você pensou que durante a gravidez poderia deixá-la de lado, mas a verdade é que seu corpo está mais aberto a infecções e doenças, então, caso haja alguma possibilidade do seu parceiro ter outras parceiras, é melhor não arriscar.

 

Em relação às posições, não há segredo: você precisa se sentir confortável e segura. Nada de inventar malabarismos que a deixe sem estabilidade, o que você mais precisa nesse momento é um bom apoio.

 

E com esse apoio você pode fazer qualquer posição. Olha só essas dicas:

 

Papai e mamãe


Se você colocar uma almofada no fim das costas para ficar mais confortável, o homem pode ficar inclinado em frente a você, sem deixar o peso sobre seu corpo, mas na mesma posição de antes.

 

Você por cima


É uma posição perfeita porque é você quem controla a profundidade, mas pode se tornar cansativo por causa do peso da barriga. Nada a impede de mudar de posição depois de um tempo!

 

De frente


Vocês também podem sentar-se de frente para o outro, você sobre ele, com as pernas enlaçadas na cintura do parceiro. A barriga não atrapalha porque você pode jogar o corpo para trás.

 

De ladinho


Essa é uma daquelas posições que não dão nenhum trabalho e podem ser feitas da mesma maneira de antes da gravidez. Lembre-se de tocar seu próprio clitóris para facilitar o orgasmo.

 

De quatro


Se você se sentir confortável com a barriga pendendo, aproveite! Essa também é uma posição que fica igual antes. E, como na posição de ladinho, lembre se tocar seu clitóris!

 

Dica!


Se você está louca para ter um parto normal, vou te contar uma curiosidade muito importante: o esperma tem uma substância que ajuda seu corpo na hora do parto, as contrações e tudo mais, então, nos últimos meses você pode, e deve, fazer muito sexo. Curtiu?

 

O sexo durante a gravidez pode ser totalmente diferente de tudo o que você já viveu. Além do lado do orgasmo, há a questão do casal estar mais unido, sentir-se mais próximo e conseguir dividir e comemorar a pequena vida que está chegando. É um momento único, não deixe passar sua chance!

 

* Se mesmo com essas dicas você ainda não sentir vontade de fazer sexo, fique tranquila. A maior parte dos homens também sente queda na libido. Foque a energia sexual de vocês para o cuidado da criança que está chegando, a troca de carinhos entre você e seu parceiro e aprenda a ter outros tipos de prazer, como o da companhia, do amor não físico e das conquistas familiares. O cansaço físico e as limitações que você sente são normais e devem ser encaradas dessa forma. Seja feliz à sua maneira, sempre.

 

 

retirado de Preliminares



publicado por olhar para o mundo às 18:28 | link do post | comentar

Segunda-feira, 11.06.12

Tatuagens: Tudo na vida tem os seus quês

 

O corpo é uma montra que, a cada Verão, tende a exibir os benefícios de uma alimentação saudável, do ginásio bem frequentado e da criatividade esculpida em motivos mais ou menos radicais, mais ou menos criativos sob a forma de tatuagem. Mas se esta é uma marca de vida, também envolve riscos.


A última década tem mostrado um ascendente de corpos tatuados. Moda ou modo de vida, a verdade é que os piercings e as tatuagens são cada vez mais frequentes, tentando homens e mulheres, mais ou menos jovens. E mesmo que não estejam para durar, as tatuagens ficam.


Quando o corpo é a tela do tatuador e os pincéis são trocados por agulhas, a criatividade é partilhada numa obra definitiva, ainda que, muitas vezes, oimpulso se sobreponha à razão. O nome de uma paixão que pode não durar, o desejo de integrar um grupo que se pode desmembrar. Por isso, é tão importante ponderar efectivamente a vontade de esculpir o corpo e escolher uma decoração que não seja ultrapassada na curva da vida.


E no que toca à saúde, convirá reter que as agulhas podem penetrar uns dois milímetros na derme para aí depositar os pigmentos que hão-de conjugar-se para dar forma aos contornos traçados num braço, num ombro ou numtornozelo.


Ao penetrar na pele, as agulhas são um veículo privilegiado de transmissão de doenças, como a hepatite B e C e a SIDA . Material rigorosamente esterilizado e descartável é imperativo para se fazer uma tatuagem com menos riscos.


As tatuagens estão desaconselhadas em pessoas que tenham doenças de pele, como psoríasealergia a pigmentos de tinta e ao metal das agulhas, bem como a hemofílicos e epilépticos.


Quando se decide fazer uma tatuagem, a higiene é lei. E isso implica visitar os estúdios de tatuagens antes de tomar uma decisão e procurar certificar-se da qualidade técnica dos profissionais.


cicatrização é crucial e demora, em média, três semanas. Há que manter a pele limpa, deixando a zona tatuada respirar e aplicando um creme hidratante ecicatrizante. A pele deve ser protegida de outras agressões, como vestuário apertado ou fibras sintéticas, que podem causar alergia ou ferimento da pele. Também os espaços favoráveis ao desenvolvimento de infecções, como as piscinas e os ginásios, devem ser nesta fase evitados.


Mesmo que, com o tempo, o entusiasmo esmoreça, a tatuagem lá está a marcar uma etapa ao longo da vida.

 

Decisões marcantes...…

 

A colocação de uma tatuagem deve ser sempre uma opção muito ponderada. Quando a decisão é ir em frente, convém ter alguns cuidados.

 

Saber escolher um profissional certificado que assegure o cumprimento de todas as regras de higiene e segurança é fundamental. Caso contrário aumentam os riscos de contrair infecções.

 

1. A escolha do desenho deve ser muito bem pensada. Apesar de existirem técnicas para apagar tatuagens, como o laser e a cirurgia, o custo é elevado e a eficácia não é integral.

 

2. Antes de eleger o tatuador, convém avaliar trabalhos já realizados de modo a confirmar a qualidade do trabalho.

 

3. As mulheres, sobretudo se pensam vir a engravidar, devem evitar tatuar a barriga e o peito, pois as tatuagens poderão ficar deformadas durante agravidez.

 

4. Devem-se evitar zonas da pele com queimaduras ou susceptíveis a reacções alérgicas ou com doenças dermatológicas.

 

5. A tatuagem fere a pele, donde uma correcta cicatrização é essencial, sendo conveniente seguir à risca as indicações do profissional. Tal como já referido, até a tatuagem estar cicatrizada, não se deve tomar banho na piscina, e a zona tatuada deve estar sempre limpa. Em caso de febreinflamaçãodor ou sensação de mau estar, deve recorrer-se ao médico.

 

6. A vacina do tétano deve estar em dia e não se pode doar sangue durante um ano.

 

7. O s menores de idade têm de ter sempre uma autorização dos pais para a realização de uma tatuagem

 

Retirado de Sapo Saúde



publicado por olhar para o mundo às 08:02 | link do post | comentar

Domingo, 10.06.12

Ele não quer usar camisinha e agora

Boa parte das pessoas que já fez sexo com e sem preservativo diz que a relação sem ele é mais prazerosa devido ao contato direto dos órgãos genitais. E garante que a camisinha na relação é como "chupar bala com papel".

 

Para muitos homens o preservativo, além de atrapalhar na hora "h", tira o prazer e dificulta a excitação.

 

Existe também o lado das mulheres. Muitas delas afirmam que o preservativo incomoda e irrita a pele e, durante a penetração com a proteção, demoram a ter um orgasmo ou, às vezes, nem conseguem chegar ao ponto de prazer.

 

Por esses e outros motivos, alguns casais que já namoram há alguns anos decidem realizar exames para descobrir se possuem ou não DST (Doença Sexualmente Transmissível) ou AIDS. Quando o resultado é negativo, muitos deles deixam de usar o preservativo em busca de um sexo mais intenso. Mas será que realmente eles estão seguros? E se um dos dois sai com outra pessoa (trai) e não usa camisinha?

 

Para o ginecologista e sexólogo, Amaury Mendes, professor e médico do ambulatório de sexologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), o sexo sem camisinha, mesmo em uma relação de longo prazo deve ser bem pensado. "A monogamia é uma opção, porém não é um pacto entre o casal. É uma decisão que deve ser bem madura e refletida, pois tanto entre pessoas que estão namorando como as que estão casadas pode ocorrer uma traição", relata ele.

 

Ele afirma que o casal que decide parar, definitivamente, de utilizar a camisinha precisa realizar exames de hepatite, AIDS, sífilis e sangue, pelo menos uma vez por ano. "Cada um dos exames tem o intervalo de 30 dias. Somente depois do resultado de todos é que se pode realizar a relação sem proteção", diz ele. "Mesmo assim, não é seguro", alerta.

 

Mendes explica que, atualmente, ninguém está livre de passar por uma infidelidade. Sendo assim, o teste deve ser realizado frequentemente. Ele também garante que o diálogo entre o casal é fundamental para evitar uma possível traição e, consequentemente, a chance de ser infectado por HPV e outras DSTs. "O casal deve sempre realizar exames periódicos juntos, nos casos em que ambos não conseguem utilizar o preservativo", orienta.

 

Embora as pessoas acreditem que combinar com o parceiro de manter relações sexuais apenas um com o outro pode ser uma boa opção para se livrar dos riscos do sexo sem preservativo, o ginecologista relata que não dá para garantir a fidelidade do companheiro. "Ninguém está 100% seguro em uma relação, por isso confiar no parceiro é um conto, pois você pode brigar em uma semana, ficar com outro e depois se reconciliar novamente", explica.

 

O ginecologista ressalta a importância da utilização da camisinha. "Usar o preservativo principalmente na relação anal evita a transmissão de bactérias. Existe o perigo de entrar fezes no canal da uretra, causando infecções que se estendem ao testículo", esclarece ele.

 

Além da DST e da AIDS, outras doenças podem surgir decorrentes da falta de utilização do preservativo. Existe também a "HPV, que pode desenvolver câncer de útero, HPV no pênis, sífilis e até epididimite", relata ele. "A prevenção é com a camisinha. Se o parceiro não quer usar, nem faça sexo", finaliza ele.

 

Retirado de Vila dois



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Segunda-feira, 19.12.11
Dicas saudáveis para aumentar a libido

 

Fala-se muito em melhorar a qualidade da vida sexual. Mas é preciso que saibamos reconhecer que SEXO e SAÚDE andam de mãos dadas.

 

Muitas vezes nos preocupamos excessivamente com a estética ou com a qualidade das relações sexuais, mas o nosso corpo é um sistema complexo e requer cuidados que nem sempre consideramos.
Pensemos, portanto, no aumento da libido de forma responsável:

 

Alimentação saudável - gordura, sal e açúcar em excesso comprometem a saúde. Procure inserir no cardápio frutas, vegetais e carnes magras. O corpo bonito é o corpo saudável. Informe-se também sobre os benefícios dos alimentos afrodisíacos, utilizando ingredientes especiais em um jantar a dois, como frutos do mar, chocolate e temperos poderosos, como a pimenta, o manjericão e o gengibre. Não esquecendo o clássico espumante, tudo à luz de velas.


Exercícios aeróbicos- a liberação de endorfinas, durante as atividades físicas, proporciona o aumento da libido pela produção de testosterona. Pode-se, também, recorrer à "malhação íntima" ou pompoarismo. Além de evitar a incontinência urinária e o afrouxamento muscular, pois fortalece a musculatura pélvica, proporciona mais prazer ao parceiro e aumenta a possibilidade de se obter orgasmos mais intensos ou até múltiplos.

Redução de bebida alcoólica - o álcool em excesso é um inibidor do desejo sexual. Prepare drinques afrodisíacos, decorando-os com canela em pó, raspas de gengibre, um galhinho de hortelã e cereja. Capriche nas taças e aproveite a combinação de sabor e aromas, mas sem exageros. 

Não fumar - as toxinas presentes no fumo, como a nicotina e o monóxido de carbono, dificultam a produção de estrogênio, hormônio sexual feminino, causando diminuição da reserva ovariana. Além de deixar a mulher mais suscetível a doenças como osteoporose, infarte e derrame, fumar pode acelerar a chegada da menopausa.


Manter a auto-estima com equilíbrio- mudar hábitos para ter uma vida mais saudável e tentar administrar melhor o tempo de maneira que sobre um pouco mais para você. É bom dar uma caprichada no visual, mas também é necessário fazer um check-up. Sono excessivo, indisposição, baixa libido, são indicadores de estresse ou distúrbios hormonais. Por outro lado, preocupações em excesso com a estética podem causar um efeito contrário, como inibição e falta de concentração durante a relação sexual. Cuide da imagem respeitando seus limites.

Vida social - evite o isolamento, fazer novas amizades e manter-se sempre bem informada sobre o que acontece no país e no mundo é um bom caminho para um papo.

 

Lembre-se que uma mulher sociável e antenada é sempre uma excelente companhia, uma forma infalível para se manter desejável.

 

Procure ler mais sobre as Artes Sensuais e invista em acessórios que deixem você mais sexy.Reinvente-se!

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:50 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 11.11.11

 

Orgasmos prematuros

 

Segundo a sabedoria convencional, são os homens que tendem a problemas como ejaculação precoce, enquanto as mulheres sofrem mais com o fato de nem sempre terem um orgasmo.

 

 

Mas nem tudo é como parece: sim, as mulheres também podem sofrer do problema de ter um orgasmo muito cedo durante o sexo.

 

De acordo com um novo estudo, uma pequena porcentagem de mulheres também tem orgasmo prematuro.

A pesquisa, feita com mulheres portuguesas, descobriu que 40% delas ocasionalmente chegaram ao orgasmo mais rápido do que pretendiam durante o sexo. Para cerca de 3% das mulheres, o problema era crônico.

 

“Para esse grupo, o orgasmo prematuro é mais do que um incômodo”, disse o pesquisador Serafim Carvalho. “Achamos que seja tão grave quanto o sofrimento que é para os homens”.

 

Tradicionalmente, as disfunções sexuais femininas não recebem a mesma atenção que as masculinas, e o orgasmo precoce não é nenhuma exceção.

 

Enquanto a ejaculação precoce nos homens é uma disfunção sexual oficial, listada em manuais de referência para a medicina, não há tal categoria para um orgasmo incontrolável para as mulheres.

 

Para saber se a experiência do orgasmo precoce atingia as mulheres, Carvalho e seus colegas enviaram um questionário a uma amostra geral de mulheres portuguesas com idades entre 18 e 45 anos.

 

O questionário perguntava sobre a frequência de orgasmos prematuros, se as mulheres já sentiram uma perda de controle sobre o momento do orgasmo, e se sentiam angústia sobre o assunto. As mulheres também foram questionadas sobre sua satisfação com seus relacionamentos.

Pouco mais de 60%, ou 510 mulheres, responderam a pesquisa online. Destas, 40% já tinham experimentado um orgasmo mais cedo do que tinham desejado em algum momento de suas vidas.

 

Outras 14% relataram orgasmos prematuros mais frequentes. Estes 14% são casos “prováveis” que podem exigir atenção clínica.

Outras 3,3% preencheram os critérios para ter uma disfunção devido ao orgasmo prematuro. Os pesquisadores não encontraram nenhuma ligação entre orgasmo prematuro e satisfação no relacionamento.

 

Na pesquisa, uma mulher descreveu seu desconforto com seus orgasmos rápidos como semelhante ao que um homem pode sentir, no caso da ejaculação precoce: “Eu me sinto da mesma forma que os homens devem se sentir sobre a ejaculação prematura e não vejo qualquer diferença – eu termino muito rapidamente, enquanto meu namorado não tem a chance de terminar, e isso está realmente começando a me incomodar. Uma vez que já atingi o orgasmo, acho desconfortável continuar, mudo de humor, e ele acaba perdendo seu orgasmo, o que me deixa mal”.

 

Enquanto os orgasmos prematuros podem causar muito estresse, a incapacidade de ter um orgasmo ainda é provavelmente um problema mais amplo entre as mulheres. Um estudo de 2010 com mulheres norte-americanas descobriu que problemas para ter orgasmo é a queixa mais comum sexual entre mulheres, com 54% delas relatando esse problema.

 

O novo estudo é preliminar, e mais pesquisa com um grupo maior de mulheres é necessária para determinar a extensão do orgasmo prematuro para o sexo feminino. Mas as mulheres que tem orgasmo rápido demais não deveriam ter medo de falar sobre isso com um médico, pois, na maioria dos casos, este não é um problema sério.

 

Via HypeScience



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Sexta-feira, 04.11.11

Causas da infertilidade

 

Os hábitos da vida moderna podem ser inimigos da fertilidade. Alguns dos motivos que levam homens e mulheres a infertilidade estão ligados as atividades do nosso cotidiano, o que gera muita dúvida e curiosidade nas pessoas. 

Entre elas: andar de bicicleta, usar laptop no colo e tomar pílulas anticoncepcionais. Para desvendar os mitos e verdades sobre as causas modernas da infertilidade, o Dr. Paulo Bianchi, coordenador do Centro de Reproduçãoo Humana Unidade Huntington/Samaritano, esclarece as principais dúvidas que boa parte dos casais tem sobre o assunto. 

A infertilidade é um problema exclusivamente feminino? 

MITO. Cerca de 60% dos casos são decorrentes de problemas com a mulher, 20% com o homem e os demais são de uma combinação de fatores dos dois gêneros. 

O tratamento sempre resulta em gêmeos e trigêmeos? 

MITO. A taxa de gêmeos é de 20%. Trigêmeos ou mais representam apenas 4%. 

O uso de laptop no colo afeta a fertilidade? 

VERDADE. O calor gerado pelos laptops sobre a cintura masculina pode afetar a qualidade de sêmen, diminuindo sua quantidade e motilidade. 

Andar de bicicleta pode ser prejudicial ao homem? 

VERDADE. A prática, de forma excessiva, pode causar lesões traumáticas ou aquecimento dos testículos ou do escroto. Em um estudo realizado pela Universidadede Boston, constatou-se que 40% dos ciclistas têm esperma de baixa qualidade contra 27% dos sedentários. 

Mulheres atletas podem ter dificuldade para engravidar? 

VERDADE. Atletas de alto desempenho que praticam exercícios extenuantes, como corridas de longa distância, podem resultar no que se chama de amenorréia, ou ausência de menstruação. Isso ocorre quando o nível de gordura do corpo cai a níveis inferiores aqueles necessários para ajudar na ovulação. 

Mulher com útero retrovertido tem mais dificuldade para engravidar? 

MITO. O útero retrovertido é comum e não causa infertilidade. O problema é que quem tem este tipo de útero tem mais chance de ter endometriose, que é considerada um dos principais vilões da fertilidade feminina. 

A mulher que sofre um aborto tem menos chances de engravidar novamente? 

VERDADE. Se o aborto for realizado em condições de risco, tal ação pode deixar sequelas como lesões nas trompas, aderência das paredes do útero e infecções. 

A obesidade diminui a fertilidade da mulher? 

VERDADE. Pesquisas apontam que mulheres que sofrem com obesidade mórbida tem mais problemas de fertilidade. Isso se deve aos níveis de gordura corporal, que se 

relacionam diretamente com a produção de insulina liberada pelo pâncreas e causam a Síndrome do Ová¡rio Policístico (SOP). 

O ovo de codorna e o amendoim, conhecidos popularmente como alimentos afrodiíacos, aumentam a fertilidade? 

MITO. A sexualidade e a libido não têm relação nenhuma com a fertilidade. 

Homens e mulheres vegetarianos precisam rever as regras alimentares na época de engravidar? 

VERDADE. O ideal é procurar um médico ou nutricionista para avaliar bem a situação. Pode haver a necessidade de compensar a carência de alguns nutrientes. Mulheres vegetarianas, por exemplo, costumam apresentar deficiência de zinco. Esse mineral é importante para a função reprodutiva e pode ser encontrado em ostras, carne vermelha, fígado de galinha e feijão. 

O uso de pílula anticoncepcional por tempo prolongado pode causar infertilidade? 

MITO. Não importa o tempo que a mulher use a pílula, isso não interfere no processo. Em alguns casos, o anticoncepcional pode até ajudar na prevenção do surgimento da endometriose e de cistos nos ovários. 

Fumar afeta a qualidade do sêmen? 

VERDADE. A qualidade e a quantidade dos espermatozóides produzidos por fumantes ativos podem ser influenciadas por substâncias presentes no tabaco, como a nicotina e o THC, causando prejuízo reprodutivo. 

 

Via Bonde



publicado por olhar para o mundo às 21:02 | link do post | comentar

Segunda-feira, 12.09.11
De onde vem o orgasmo?

 

Há 40 anos, biólogos evolucionistas tentam responder a essa questão. Em geral, os pesquisadores giram em torno de duas hipóteses: assim como o masculino, o orgasmo das mulheres serviria para estimular o sexo e, portanto, a reprodução e a outra linha diz que o orgasmo delas seria um subproduto do masculino. A mesma ideia que explica por que homens têm mamilos, que não servem para nada. Eles são tão importantes para as mulheres que a natureza “achou” melhor equipar os a todos com eles, não houve pressão ecológica para que os mamilos não existissem nos dois sexos. 


A pergunta é complexa. Para tentar mais uma vez clarear a dúvida, pesquisadores da Universidade de Queensland (Austrália) e Turku (Finlândia) realizaram uma pesquisa com 10 mil gêmeos e irmãos comuns. Se o orgasmo das mulheres for só um subproduto, eles acham que os mesmos genes estariam envolvidos na sensação em ambos os sexos. Se o resultado com irmãos mostrar que eles são mais parecidos entre si do que não parentes, a característica estudada tem grandes chances estar relacionada aos mesmos genes. 

Os pesquisadores tentaram medir o que chamaram de “orgasmabilidade”, que seria a suscetibilidade de sentir um orgasmo. O questionário perguntava aos homens sobre o momento do orgasmo e, à elas, a pergunta era sobre a frequência e facilidade com que tinham a sensação. 

Os resultados mostraram que gêmeos idênticos do mesmo sexo tinham mais semelhança do que os não-idênticos do mesmo sexo, o que evidenciaria o papel dos genes e a ideia de que é um subproduto masculino. No entanto, para contrariar essa hipótese, os pesquisadores viram que os gêmeos e irmãos de sexos opostos não tinham semelhanças na “orgasmabilidade”.

 

Esses resultados sugerem que os genes que influenciam o orgasmo em homens e mulheres são diferentes. A função e o caminho percorridos pelo orgasmo nos dois sexos, também. E a ideia do subproduto estaria errada. Apesar das evidências, quem defende a ideia do subproduto, diz que a pesquisa deveria ter avaliado os critérios em homens e mulheres. O estudo não apresenta nenhum resultado conclusivo, só aprofunda o debate entre pesquisadores. A única certeza é que o orgasmo feminino é ainda uma questão complexa e misteriosa. 

 

Via Revista Galileu



publicado por olhar para o mundo às 08:58 | link do post | comentar

Domingo, 10.07.11

Em busca do Orgasmo

 

A descrição é quase sempre a mesma: a mulher atinge um pico de excitação, contrai o corpo e depois relaxa, como se estivesse numa montanha russa. Quem já atingiu um orgasmo, sabe o que essas palavras significam.

 

A anorgasmia pode ser de três tipos: primária, secundária e situacional. A primária corresponde à mulher que nunca teve um orgasmo na vida, nem com parceiro e nem commasturbação. A secundária é quando a mulher passa a não ter mais orgasmos por conta de algum evento: morte de ente querido, vaginismo, traumas. "E a situacional é quando a mulher atinge o orgasmo em determinados momentos. Ela pode ter prazer com um parceiro e com outro não", explica a psicóloga e terapeuta sexual, Imacolada Marino Tozo. E garante: "93% das mulheres que já passarem pelo meu consultório não atingem o orgasmo por questões emocionais."

 Porém, algumas mulheres não sabem o que é isso - ou não se conseguem mais viver esta sensação... é a chamada 

A terapeuta conta que os índices de anorgasmia são encontrados em mulheres na faixa que vai dos 15 aos 25 anos. "A falta de orgasmo se deve nem tanto à idade, mas à inexperiência, à falta de conhecimento do próprio corpo, do toque para conhecer as próprias zonas erógenas. As mulheres não são educadas para isso, diferente dos homens, que desde meninos são instigados a ir atrás das mulheres, a se tocar", comenta a terapeuta.

anorgasmia

Para a saúde, a falta de orgasmo não traz consequências negativas, mas para a qualidade de vida sim. "Cada caso é um caso, mas mulher anorgásmica costuma se sentir inferiorizada. Para reverter o quadro, antes de mais nada, é necessário se informar sobre o assunto. Se for uma anorgasmia secundária, deve tentar descobrir qual fato deu origem ao problema. Sem contar que a ajuda de um terapeuta sexual é sempre importante", diz Dra. Imacolada.

, ou seja, 

A grande confusão que as mulheres fazem é em relação à intensidade do orgasmo. "O que uma mulher sente é diferente do que a irmã e a mãe dela sentem. Parece que o orgasmo da vizinha é sempre melhor do que o dela. Há muita fantasia em cima do tema e, muitas vezes, essas mesmas mulheres têm o orgasmo e não sabem nomeá-lo. Por serem inibidas demais, duvidam da própria capacidade de sentir prazer", conta Dra. Imacolada.

ausência de orgasmo

E continua: "A qualidade do orgasmo varia de mulher para mulher. Tudo depende das expectativas e do grau de exigência que ela tem. E elas nem sabem que são multiorgásmicas, ou seja, que podem ter mais de um orgasmo em um curto espaço de tempo. Diferente dos homens, que precisam de um tempo bem maior para ter uma nova ereção."

.

Conforme a terapeuta, às vezes a preocupação em atingir o clímax do prazer é tão grande que ela se esquece de curtir o parceiro, a relação em si. "Para atingir o orgasmo a mulher precisa ter confiança, se entrega para o outro e desencanar. A ansiedade pelo orgasmo pode atrapalhar a relação sexual. Conhecendo o próprio corpo, ela consegue atingir o orgasmo", afirma.

 

Ela acha ainda que a visão da sexualidade nos dias de hoje pode ajudar a mudar este quadro. "a quantidade de mulheres anorgásmicas vai diminuir sim, mas por conta da liberdade que hoje elas têm para se expressar, de buscar ajuda, caso não atinja o orgasmo. Os homens começaram a ver com menos discriminação essas questões femininas".

 

Via Vila Dois



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Quinta-feira, 31.03.11
Sexo e sedentarismo: uma parceria perigosa para o coração
 
Pessoas que não se exercitavam regularmente são três vezes mais propensas a sofrer um ataque cardíaco quando fazem exercícios ou sexo
Pessoas que não se exercitam regularmente correm mais riscos de sofrer um ataque cardíaco quando praticam alguma atividade física repentina, como correr ou fazer sexo. É o que afirmam pesquisadores do Tufts Medical Center, em Boston, nos Estados Unidos. 

A pesquisa foi publicada na Associação Médica Americana. A equipe analisou dados de 14 estudos que examinavam a ligação entre sexo e o risco de problemas cardíacos e descobriu que as pessoas que não se exercitavam regularmente são três vezes mais propensas a sofrer um ataque cardíaco ou uma morte cardíaca súbita quando fazem exercícios repentinos, incluisive sexo. 

No caso do sexo, os pesquisadores comprovaram que essas pessoas têm 2,7 vezes mais chances de sofrer um ataque cardíaco durante o sexo ou imediatamente após, em comparação com os que não fazem. Essas descobertas não valem para morte cardíaca súbita. 

Os estudiosos afirmam que os riscos aumentam somente por uma ou duas horas durante e depois da atividade física súbita ou prática sexual. 

Eles declararam ainda, que é importante equilibrar as descobertas com outros estudos, por exemplos os que mostram que atividade física regular reduz em 30% os riscos de ataques cardíacos e morte cardíaca súbita. 

O estudo reforça a tese de que os indivíduos que não fazem exercícios regularmente não podem começar uma atividade física moderada ou pesada de forma repentina. A intensidade dos exercícios deve ser lenta e gradual. 

Exercícios aeróbicos dão resistência 

Caminhar, correr, nadar, pedalar, dançar ou realizar outras atividades aeróbicas é essencial para garantir boa forma e saúde. 

Esses exercícios aceleram o metabolismo contribuindo para o emagrecimento e melhoram o condicionamento físico, fazendo com que ações cotidianas como subir escadas, correr até o banco e carregar sacolas de supermercado sejam realizadas com menos esforço. 

Além disso, diminuem a chance de doenças cardiovasculares e aumentam a expectativa de vida. Por isso, pessoas de todas as idades devem incluir exercícios aeróbicos em seus treinos levando em consideração, claro, seu preparo físico. 

Antes de começar qualquer tipo de atividade, porém, o professor da academia Bio Ritmo Alécio Sales recomenda procurar um médico para realizar uma avaliação física e um profissional de educação física para obter uma orientação sobre as opções mais adequadas para você e os limites que deve respeitar. 

Providenciar roupas confortáveis para a prática de exercícios e uma garrafa de água para manter o corpo hidratado também são essenciais. O personal trainer Júnior Brandão garante que 30 minutos de exercícios três vezes por semana são suficientes para que os resultados sejam notados a partir dos primeiros 45 dias. 

Segundo ele, iniciantes devem procurar mesclar modalidades, até para não perderem a motivação por acharem que a atividade está monótona. Assim, aliar dois dias de caminhada com um de pedalada, por exemplo, é perfeito.
 
Via Bonde


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Quarta-feira, 30.03.11

Hipnose e prazer sexual

 

Hipnose do prazer

 

Uma técnica conhecida como hipnose erótica parece estar se popularizando na Argentina, como ferramenta para induzir experiências sensuais e ajudar pessoas com disfunções sexuais.

Sem o uso de clichês, como um relógio balançando ou alguém dizendo "você está se sentindo cansado", a técnica é utilizada para obter algo próximo de uma experiência sexual sem contato físico.

"A hipnose erótica está na moda agora, e vemos isso pelo interesse que vem despertando em publicações especializadas ou na mídia", afirmou à BBC o psicólogo clínico Carlos Malvezzi Taboada, do Instituto Gubel, de Buenos Aires.

Hipnose por palavras

O terapeuta explica que o famoso relógio usado para hipnotizar nada mais é que ficção.

Na verdade, a técnica é uma modalidade comunicacional em que o profissional, por meio da palavra, leva a pessoa a um estado de meditação profunda, aumentando sua capacidade de percepção.

"Mas a pessoa sabe permanentemente quem é e nunca perde a consciência", diz Malvezzi.

Para ele, na clínica onde trabalha, o uso da hipnose não tem como objetivo aumentar o estímulo erótico, mas sim ajudar a quem sofre de disfunções sexuais.

"A pessoa é guiada, e a ela é proposto que faça um relato erótico por meio de um estado de distensão em que ela está mais receptiva", diz o especialista. Segundo ele, isto faz com que a pessoa se abra mais em relação a aspectos que ficam reprimidos quando está em vigília.

 

Anorgasmia


Malvezzi diz que, quando uma paciente que sofre de anorgasmia (inibição do orgasmo) está em relaxamento profundo, ela possivelmente comentará sobre temas sem relação direta com sexo, que a permitiriam reviver as etapas do encontro sexual de maneira metafórica, levando a uma mudança no comportamento.

Já se o caso é de um homem com disfunção erétil, o especialista busca evocar momentos de satisfação e lembranças de experiências prazerosas para que, no estado de hipnose, a pessoa volte a se sentir capaz e reduza sua angústia.

 

Críticas à hipnose erótica


A técnica da hipnose erótica tem seus críticos. "Há certo exagero no uso da hipnose clínica para tratar os problemas sexuais", disse à BBC o sexólogo e professor da Universidade de Buenos Aires Juan Carlos Kusnetzoff.

"Ela pode ser usada, mas alternada com outros procedimentos que fazem parte da terapia sexual", afirmou.

"Depende muito também da habilidade do profissional e da capacidade de reação do paciente, já que nem todas as pessoas são sensíveis à hipnose. Isto apenas atinge uma percentagem pequena da população sobre a qual se atua".

À primeira vista, é difícil determinar se uma pessoa está em um estado de meditação profunda qualificada como hipnose. Para constatar isto, especialistas defendem que se faça uma tomografia de emissão de pósitrons - antipartícula do elétron - para medir os fluxos sanguíneos no córtex cerebral.

 

Existe grande oferta de livros e vídeos, principalmente nos Estados Unidos, para que a pessoa entre em hipnose erótica sozinha. Especialistas não recomendam isto, além de criticar as clínicas que operam esta técnica sem a presença de médicos.

"Na Argentina, como na maioria dos países da América Latina, somente médicos podem realizar hipnose", diz Malvezzi.

 

Perigos da hipnose


Entre os principais riscos apontados por especialistas, está a possibilidade do paciente entrar em um estado tão profundo de hipnose que não consiga sair, como se fosse uma hibernação.

Outro motivo de preocupação é que o indivíduo comece a preferir a experiência sexual com hipnose e não a realizada com outra pessoa. "Se vejo que a pessoa tem fortes rasgos de narcisismo, o mais provável é que adquira um vício, como se fosse uma droga", diz o psicólogo.

Os médicos também advertem para o perigo do abuso que pode ocorrer em uma situação de hipnose erótica com alguém sem experiência, que possa se deixar levar pela situação que esteja recriando.

 

Via Diário da saúde



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Domingo, 27.03.11

Parafílias

 

Sabem aqueles caras insuportáveis que entram em ônibus e vagão de trem/metrô lotados e estacionam atrás da gente prá ficar se roçando? Pois é. Pode ser apenas um cara que merece uns tabefes, como pode ser um cara que tem na verdade um transtorno psiquiátrico.

 

Imagine que o seu companheiro comece a insistir para que você se vista sempre de colegial, ou outras roupinhas de adolescente na hora da transa? Pode ser uma fantasia, algo para apimentar a relação, mas se ele começar a se comportar também como adolescente... hummm...

Ou então que comece a lhe assediar justamente na época da menstruação, e você perceba que a freqüência e intensidade das relações sexuais é maior justamente nessa época...

 

A linha entre o normal e o anormal é tênue, e vai naquilo que pode ou não interferir na vida da pessoa para além das quatro paredes, que interfere na vida social, nos relacionamentos em geral, no que ele sente, em como ela age, etc.

 

Em linhas gerais, podemos dizer que as parafilias ou transtornos de preferência sexual são distúrbios diretamente relacionados à "escolha" do objeto sexual. Não é uma situação esporádica : é uma necessidade para se chegar a uma determinada resposta sexual. A maioria dos praticantes da parafilia são os homens.

 

Uma pessoa que sofre de uma parafilia só consegue ter prazer sexual mesmo fazendo aquela prática específica, então ela cria situações onde aquilo ocorrerá. Não é apenas a ejaculação que conta, mas o real prazer, a satisfação.

Por isso existem sádicos que espancam de verdade, e fazem o inferno da vida da esposa, e masoquistas (tem muita mulher), que fica em relacionamentos ruins, por necessidade de sofrimento, acreditem, é de fundo sexual! Há uma troca mórbida em que uma pessoa doente pode induzir a doença no outro!!!!

 

Nas comunidades de internet podem haver doentes que agem como predadores, criando situações para satisfazer sua necessidade de satisfação. O consenso é tudo, é verdade, mas há de se ter cuidado com o limite da doença, da destruição da personalidade, dos limites, e até da lei!

 

Há vários tipos de parafilia. Muitas são aceitas pela sociedade pois não ferem os costumes nem outras pessoas.
Mostraremos aqui as características das mais conhecidas:

 

Fetichismo


Uso, ou fantasias de uso, de objetos inanimados com a finalidade de estímulo para a realização sexual; muitas vezes os objetos são extensões do corpo humano, como por exemplo, meias ou luvas. Mas cuidado, alguns podem ferir.

 

Exibicionismo


Exposição da genitália a estranhos, com o intuito de chocar. Geralmente é um homem heterossexual, muitas vezes casado e com uma vida sexual ativa. Pode gerar ações por atentado ao pudor.

 

Pedofilia


Preferência sexual por crianças pré-puberes ou no início da puberdade. Alguns autores estabelecem uma idade máxima de treze anos para a caracterização de pedofilia. O interesse pode ser por meninas, meninos, ou ambos. Se o comportamento é estabelecido por outra criança, ou um adolescente, deve-se tomar muito cuidado para estabelecer este diagnóstico, pois pode se tratar de um acontecimento isolado. As vezes este quadro também pode ser caracterizado como incestuoso.

 

Sadomasoquismo


Alguns autores dividem em quadro separados, sadismo e masoquismo, outros não. Envolve submissão e/ou inflição de dor, humilhação ou sofrimento. O sufocamento como forma de aumentar o prazer pode ser incluído como um comportamento sadomasoquista. O sufocamento se chama auto-asfixia erótica, e pode levar à morte não intencional; infelizmente já aconteceu algumas vezes... na alemanha uma mulher foi condenada por homicídio culposo de seu namorado.

 

Tranvestismo fetichista


Uso de roupas do sexo oposto para a obtenção de prazer sexual. Geralmente é um homem heterossexual, que após a masturbação ou o ato sexual desvencilha-se das roupas. Não deve ser confundido com o que popularmente chamamos de travesti, que é um homossexual que se veste de mulher com o intuito de atrair outros homens. Nem deve ser confundido, também, com transexual

 

Voyeurismo


Ato de observar, sem a anuência ou consentimento, uma pessoa despir-se, ou em atividade sexual. Geralmente é acompanhada de masturbação. Atitudes esparsas de voyeurismo na adolescência é comum e não deve ser considerada anormal. O uso de filmes ou revistas pornográficas para a excitação sexual, também não deve ser considerado patológico ou voyeur, tendo em vista que são confeccionados para esta finalidade. Existem pessoas que gostam de ser olhadas por voyeurs, em potencial, não verem quem as olha, mas permitir o olhar. É uma modalidade de parceria múltipla no ato sexual.

 

Zoofilia


Praticar sexo com animais é o que dá prazer aos praticantes da zoofilia. Assistir cópulas de animais também pode ser fator de excitação para eles. Em algumas regiões, principalmente nas rurais, é comum pessoas que mantém relacionamento com animais. A prática desaparece quando o indivíduo inicia um relacionamento com humanos. Existem clubes, legalizados, de zoofilia nos EUA. Já houve morte por danos aos órgãos internos, quando os auxiliares perderam o controle do animal (literalmente) que sodomizava um dos sócios.

 

Necrofilia


Os necrófilos são tidos, quase sempre, como psicóticos e sofrem desse distúrbio considerado grave. Eles só alcançam o prazer ao manter relações sexuais com cadáveres. As relações sexuais normais não interessam a eles. No Brasil existem relatos de aluguel de corpos em necrotérios e IMLs. Se é verdade, eu não sei...

 

Frotteurismo


Excitação advinda do ato de encostar os órgãos sexuais ou esfregá-los no corpo de pessoas desconhecidas em meio à multidão. Ocupa o 4º lugar na lista de incidência de pacientes em tratamento. Os safados dos ônibus e trens lotados, shows, etc...

 

Coprofilia


O indivíduo excita-se e obtém prazer através do contato com excrementos ou inalação de seu cheiro. Quando a estimulação erótica se dá através do cheiro da urina, pode ser chamada de renifleurismo; se a urina for ingerida, chama-se urofilia. Mais comum do que se pensa.

 

Acrotomofilia


Preferência por pessoas que tenham alguma parte de seus corpos amputada, pois a excitação é proporcionada justamente pela falta daquela parte. Quando a excitação acontece quando um membro do próprio corpo é amputado, chama-se apotemnofilia ou amelotatista. Existem revistas só com amputados e membros amputados para esse público, é algo que pode chegar ao crime ao se associar ao sadismo.

 

Agalmatofilia


Excitação provocada pela observação de estátua ou modelo representativo de pessoa nua. Se a excitação acontece não apenas com a observação, mas com o uso da estátua, pode ser chamado de pigmalionismo.

 

Autonepiofilia


A pessoa se excita ao fingir que é um bebê de fraldas e seu parceiro a trata como tal. Outras variações neste estilo são o infantilismo parafílico, quando a pessoa finge ser uma criança, de qualquer idade, ou juvenilismo parafílico, quando se finge ser um adolescente. Já vi um documentário de uma prostituta especializada em algumas parafilias que tinha clientes só dessa classe. Usam fraldas, pedem para ser amamentados, tomar palmadinhas...

 

Misofilia


O indivíduo se sente excitado se cheirar, mastigar ou realizar outra ação com roupas sujas, suadas ou com artigos de higiene menstrual (absorventes, toalhas higiências etc).

 

Via Vila Mulher



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Sexta-feira, 11.03.11
Estudar ajuda a súde do coração
 
Investir anos de vida nos estudos pode trazer benefícios não só a nível financeiro e de qualidade de vida, mas pode inclusive afectar o estado de saúde das pessoas.

A revista Veja publicou os resultados de uma investigação cujos resultados indicam que as pessoas que estudam mais de 17 anos são mais saudáveis.

Indivíduos mais letrados e informados fumam menos e apresentam um índice de massa corporal mais baixo do que aqueles que dedicam menos tempo a cultivar o intelecto.

Assim sendo, as pessoas mais estudiosas acabam por sofrer menos com doenças cardiovasculares e apresentam melhores níveis de pressão sanguínea.

A investigação - coordenada pelo Instituto Nacional do Coração, do Pulmão e do Sangue e pela Universidade de Boston - analisou dados de quase quatro mil voluntários durante trinta anos e procurou avaliar as implicações do grau de escolaridade no nível da pressão sanguínea da população.

Chegaram à conclusão de que as melhores condições de saúde se encontram entre as pessoas mais letradas, o que significa que são uma consequência do acesso à informação e ao maior cuidado com a saúde.

 

Via SOL

 



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Terça-feira, 08.03.11

Anorgasmia

 

Com o avançar dos anos a mulher evoluiu muito no seu papel na relação sexual entre um casal, mas mesmo assim a estatística aponta para uma percentagem um pouco elevada daquelas que têm dificuldades em chegar ao orgasmo (cerca de 30% das mulheres brasileiras segundo pesquisa feita em 2003 pelo Prosex – Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo).

 

O que pode ter em conta para evitar esta situação?

- Os problemas da vida moderna – depressão, ansiedade e stress – são os principais condicionantes desta situação. Por isso se sofre de anorgasmia tente relaxar ao máximo, pratique exercícios físicos calmos (como caminhar, Yoga, natação) e tente abstrair-se daquilo que a preocupa.

- No entanto tenha em conta que a anorgasmia pode surgir mesmo em condições ideais, só porque a mulher fica distante. Se se identifica mais com esta situação tente não pensar em coisas do dia-a-dia (trabalho, alimentação, no que ainda lhe falta fazer, por exemplo).

- A inexperiência pode ter alguma influência, mas se for este o caso não se preocupe. É normal que leve algum tempo a sentir-se à vontade com o seu parceiro. Por mais cliché que seja este conselho, o mais importante é que “seja sempre sincera com o seu parceiro e lhe diga tudo o que a excita, tudo o que gostaria de experimentar e tudo aquilo que não gostou”.

- O desinteresse é um factor propulsionador para sofrer de anorgasmia. Se este é o seu caso experimente coisas novas. Pense naquilo que a excita, imagine situações que gostaria de experimentar, puxe pela sua imaginação. Se o problema for desinteresse pelo seu parceiro, então se calhar o melhor é pensar seriamente na sua relação. Não se esqueça que a parte sexual é muito importante.

- A falta de tempo não ajuda a um relaxamento mental e muito menos, não ajuda no caso daquelas mulheres que precisam de um pouco mais tempo para atingir o orgasmo. Previna-se e tente arranjar uma altura na sua agenda que não tenha nada a fazer a seguir. Desligue telefones, não oiça campainhas de porta… vocês está apenas para si e para o seu companheiro.

- Escolha um local adequado… a si. Por mais surpreendente que seja recebemos muitas mensagens de mulheres que só conseguem atingir o orgasmo num lugar com muita confusão. Mas tenha cuidado e tente ser discreta. Não corra riscos legais e puxe pela imaginação.

- Alguns psicólogos afirmam que o conhecimento do próprio corpo é muito importante. “A mulher precisa pensar e dar importância à sua sexualidade, tocar o próprio corpo, se descobrir sexualmente e saber o que lhe dá prazer. O orgasmo não chega do nada, é preciso aprender a conquistá-lo” alerta Rosana Simões, ginecologista, professora doutora e coordenadora do sector de sexualidade feminina da Unifesp.

- Disfunções hormonais, alcoolismo, tabagismo ou outros problemas orgânicos, além do uso de medicamentos que diminuem a libido (caso dos remédios para depressão e diabetes) influenciam na ausência de desejo.

- A falta desejo pode também decorrer da rotina e do desgaste emocional do casal. Mesmo amando seu parceiro, a mulher pode não sentir vontade de ter uma relação sexual com ele. Neste caso, é necessário contar-lhe o que está a faltar, perguntar do que ele gosta. “Sexo é comunicação, é compartilhar, é entrega” aconselha a ginecologista Rosana.

- No entanto, é preciso destacar que o sexo pode satisfazer uma mulher, dando-lhe todo o prazer do mundo, mesmo se não tiver um orgasmo.

 

Via Truques de Mulher



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Segunda-feira, 07.03.11

Mulher oferece terapia despida

 

Uma "terapeuta" norte-americana pouco ortodoxa está a propor "terapia despida" aos seus pacientes para que eles se sintam mais à vontade durante as sessões. Sarah White, de 24 anos, acredita que a nudez encoraja os clientes a serem mais honestos e os mantém mais concentrados.

  

A primeira sessão de "terapia despida", realizada pela Internet com uma "webcam", custa 150 dólares (107 euros). O método peculiar de Sarah já atraiu cerca de 30 homens de diversas partes do mundo.

"A proposta é mostrar aos meus pacientes que não tenho nada a esconder e encorajá-los a serem mais honestos durante a terapia", disse Sarah White ao "New York Daily News", um tablóide nova-iorquino. "Freud usou o método de livre associação, eu uso a nudez", acrescentou.

Na medida em que paciente e terapeuta intensificam os laços, Sarah introduz o segundo passo da "terapia despida", uma sessão realizada pessoalmente. Para ficarem frente a frente com Sarah, os clientes têm de desembolsar um valor a rondar os 320 euros.

Sarah White contou ao jornal que tem um namorado, mas que o rapaz não vê problemas na sua profissão. A jovem, porém, mostrou-se preocupada com o que os pais irão pensar.

"Penso que deveria ter-lhes, ao menos, contado sobre o meu trabalho antes de dar esta entrevista", disse Sarah.

 

A jovem admitiu que a "terapia despida" não é aprovada pelos reguladores de saúde norte-americanos e que também não é terapeuta licenciada.

Segundo profissionais da área, "Sarah está a usar a palavra terapia, mas isto não passa de pornografia na internet".

 

 

 

Via JN

 



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Sexta-feira, 04.03.11

Sonhos Eróticos

 

Acordar transpirando e agitada depois de uma noite de sexo intensa com o chefe pode ser algo perturbador. Principalmente se, ao abrir os olhos, quem estiver ao seu lado na cama for o marido ou namorado. A primeira sensação é a de culpa — as mulheres tendem a carregar esse sentimento quase como um acessório. Depois, a dúvida. Será que estou atraída pelo meu chefe? É bem provável que não. Ao contrário do que pensamos, sonhar com sexo raramente significa uma atração física ou tensão sexual reprimida . “Os sonhos são uma ferramenta para levar questões do inconsciente ao consciente”, diz o psicoterapeuta junguiano Ascânio Jatobá. “E na maioria das vezes essa transmissão ocorre por meio de metáforas.”


Então, sonhar que está transando com o chefe significa que a pessoa está se tornando ciente de seu poder, está ganhando confiança. Uma noite tórrida (em sonho) com ator famoso pode refletir algum talento oculto e ainda desconhecido que está prestes a desabrochar. Mas, se a celebridade em questão for a Angelina Jolie (e você for mulher e hétero), o sonho quer dizer que você está cada vez mais confiante e confortável com a sua sexualidade ou, para Jatobá, que você está interessada em saber mais sobre você mesma e seus medos. “Não denota nenhuma tendência homossexual, isso é certo.” Sendo assim, sonhar que está transando com o ex não é motivo para colocar em xeque o namoro atual e entrar em dúvida sobre os sentimentos. “O inconsciente funciona como um arquivo morto, então esse tipo de sonho geralmente representa a identificação de características em comum entre o antigo e o atual relacionamento”, diz Jatobá. Não necessariamente comparações sobre o desempenho na cama, que fique claro. 

A interpretação dos sonhos, apesar de algumas definições mais comuns a todos, pode variar de acordo com o contexto de cada um, dificilmente ela é universal. Então, a melhor forma de interpretar os sonhos é olhar para dentro de si mesma enquanto se está acordada – e não entrar em pânico se, vez ou outra, dividir a cama com o chefe (metaforicamente!).

 

Via Marie Claire



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Segunda-feira, 28.02.11

tudo o que nunca lhe contaram sobre o pénis

Pode ser o melhor amigo do homem - e da mulher - mas ainda há muito que não sabemos sobre ele.

 - Sim, pode partir-se: apesar de não haver nenhum osso no pénis, se ouvir um estalo e um uivo de dor, leve-o já às urgências. Pormenor: acontece mais na masturbação do que numa relação sexual, pelo que raramente a culpa é das mulheres. É que eles até com eles próprios são mais brutos... De qualquer maneira, é sempre melhor ir com calma. Ou enfim. A calma possível.

- Se ele não consegue levantá-lo, isso nem sempre é sinónimo de cansaço ou desinteresse. Pode ser sintoma de um coração a precisar de ajuda. A disfunção erétil também pode ser sinal de outras doenças crónicas como diabetes ou hipertensão.

- Não é um músculo: não pode aumentá-lo com flexões ou pesos. Quando muito, seria uma tortura medieval. Talvez o levasse a confessar muita coisa, mas de certeza que não lhe tornava o pénis num XL. Comprimidos, ampolas e pomadas, idem. Mesmo o tradicional pó de chifre de rinoceronte (pobres rinocerontes!) servirá quando muito para exterminar mais alguns rinocerontes ou para vender gesso em lugar do dito pó. Mais uma vez, o pénis ficará na mesma. A cirurgia parece que funciona, mas mesmo assim é uma pequena diferença, e além disso é caríssimo.

- A melhor maneira de aumentar o tamanho do pénis? Perder barriga...

- Não se pode aumentar o pénis mas pode-se diminuí-lo. Atenção machos fumadores: está provado que o tabaco pode fazer encolher o pénis até 1 cm! A razão é simples de entender: uma ereção é feita de sangue que corre pelas artérias. O tabaco calcifica as artérias, o que faz com que a circulação se faça com mais dificuldade, o que faz com que o sangue chegue mais devagar onde é preciso, ou que faz com que... pronto, já perceberam. Por isso, se morrer novo não o assusta, pode ser que isto o convença a deixar os cigarros...

- Além disso, o grande drama à volta do tamanho parece que não faz sentido nenhum, porque, dizem os especialistas, os pénis, quando eretos, são quase todos... do mesmo tamanho. Quer se seja alto ou baixo, gordo ou magro, enorme ou pequenino, pronto, já perceberam a ideia. O tamanho do pénis não varia tanto de uns homens para outros.

- O que acontece é que há dois tipos de pénis: um parece mais pequeno mas expande quando ereto, outro já é grande e não muda muito com a ereção. Facto nº2: o primeiro tipo é de longe o mais comum.

- Ah, e já agora, de uma vez por todas, não há relação nenhuma entre o tamanho do pénis e o tamanho do nariz, do pé, da mão ou do dedo mindinho! Escusado será dizer que é igualmente inexistente a sua relação com o tamanho do carro, do ego ou da conta bancária.

- É, sim, verdade que muitos deles curvam ligeiramente para a esquerda ou para a direita, o que é normalíssimo. Mas se for mais parecido com a curva do Mónaco, leve-o ao médico.

- A masturbação é saudável porque... mantém o equipamento em bom estado. Pronto. Basicamente é isto.

- O pénis tem vida própria? Quase... Não é tão facilmente controlável como um braço ou uma perna, porque não responde ao mesmo ‘centro de comandos'. De facto, o pénis responde ao sistema nervoso simpático (isto não é uma piada), que também controla, por exemplo, o bater do coração e a circulação do sangue. E o que se passa nesta zona nem sempre é consciente: daí as ereções involuntárias.

- Claro que, como também pode crescer sem o consentimento do dono, também pode encolher sem pedir licença, como num ambiente muito frio (meninas: aquelas cenas tórridas de sexo na piscina ou no mar acontecem mais no cinema que na realidade. A não ser que a piscina seja aquecida e o mar seja em Lagos para aí a 25 de Agosto...). Da mesma maneira, o stress é um poderoso anti-ereção, e tem o mesmo efeito de um duche gelado.

- Então qual é o top 10 dos inimigos da ereção? Em primeiro lugar, a depressão. Curiosamente, muitos dos medicamentos anti-depressão são também anti-ereção... Em segundo, álcool em excesso, em terceiro alguns medicamentos bem como alguns tipos de droga como cocaína, anfetaminas e marijuana. Em quarto, o stresse, em quinto a raiva (leva o sangue a todas as partes do corpo menos a que naquela altura interessa e além disso não é muito romântica), em sexto a ansiedade, em sétimo a obesidade, em oitavo falta de autoestima (só em oitavo? Hmmm....), em nono a falta de libido (sim, a dor de cabeça também lhes calha a eles), em décimo a falta de saúde geral (dah...).

 

Via Activa



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Quarta-feira, 23.02.11

Armando Vara passa à frente no centro de saúde

 

Armando Vara lançou o caos num centro de saúde de Lisboa nesta quinta-feira. O ex-ministro socialista entrou no centro, passou à frente de todos os outros utentes e exigiu a uma médica que lhe passasse um atestado rapidamente porque tinha de apanhar um avião, avança a TVI.

Perante a indignação dos que assistiam a toda a situação, um dos doentes apresentou mesmo uma reclamação no centro. A directora do centro de saúde disse à TVI que o centro não tem culpa do«abuso» de Armando Vara e que a responsabilidade é toda do próprio que irrompeu pelo consultório da médica sem respeitar os restantes doentes.

«O senhor Armando Vara entrou aí como qualquer utente e passou à frente de toda a gente. Entrou no gabinete da médica sem avisar e sem que a médica percebesse que não estava na sua vez. Foi uma situação de abuso absolutamente inconfundível», respondeu à TVI a directora, Manuela Peleteiro.

 

Via Sol



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Sábado, 05.02.11

 

O sexo regular eleva os níveis dos hormônios oxitocina, endorfina e a dehidroepiandrosterona (DHEA), responsáveis, respectivamente, pela redução das dores na cabeça, costas e pescoço, e por estimular o sistema imunológico, reparar tecidos lesados, melhorar a memória e atuar como antidepressivo.

 

“Na hora do sexo a produção de oxitocina, também conhecida como o hormônio do amor, se eleva e a substância atua como analgésica provocando desaparecimento da dor de cabeça”, explica o ginecologista Luiz Sobral Vieira, do Hospital Meridional.

A liberação da endorfina, substância que possui o mesmo efeito da morfina, um analgésico e adjuvante do relaxamento, age no corpo como um calmante natural e ajudam na cura da enxaqueca, dores nas costas e pescoço causadas pelo estresse.

O DHEA, que também passa por aumento de dosagem quando o sexo é praticado, age para resguardar alterações do sistema imunológico, reduzindo a propensão para uma depressão. Com mais quantidade no organismo, crescem os níveis de imunoglobulinas A e anticorpos de proteção contra gripes e infecções, além de proporcionar a reparação de tecidos lesados e melhorar a memória.

Atento a todos esses benefícios, o médico reforça a necessidade de uma vida sexual com a devida prevenção para evitar as Doenças Sexualmente Transmissíveis e uma gravidez não planejada. “Além disso, o respeito mútuo é fundamental”, acrescenta Luiz Sobral.

 

Analgésico

O ato sexual libera endorfina no organismo, substância que possui o mesmo efeito da morfina, um analgésico e adjuvante do relaxamento, com ação calmante para o corpo e, ainda, ajuda na cura da enxaqueca, dores nas costas e pescoço causadas pelo estresse. A oxitocina, também com um efeito analgésico, faz desaparecer a dor de cabeça e outras queixas dolorosas.

• Antidepressivo
O sexo aumenta os níveis do DHEA que age também para resguardar alterações do sistema imunológico, reduzindo a propensão para uma depressão. Além de, aumentar a quantidade de imunoglobulinas A e anticorpos de proteção contra gripes e infecções, proporcionar a reparação de tecidos lesados e melhora a memória.

 

Melhora a circulação sanguínea
Aumenta o número de pulsações por minuto, o que melhora a circulação sanguínea. As células recebem mais oxigênio, facilitando a eliminação de substâncias nocivas ao organismo. O sexo permite levar mais sangue ao cérebro e aos outros órgãos contribuindo, assim, ajuda no combate a hipertensão arterial e na saúde geral do corpo.

• Queima calorias e fortalece os músculos
Praticar sexo durante 30 minutos queima 150 calorias e contribue para a diminuição do colesterol E ainda as contrações musculares durante o orgasmo dão mais elasticidade aos músculos urogenitais de mulheres e homens, importantes para uma próstata saudável e para evitar problemas de incontinência urinária na mulher.

• Melhora o aspecto da pele
O sexo estimula a segregação de estrogênio, que tem um efeito positivo sobre o aspecto da pele e cabelo. A transpiração mais elevada do que o normal, que se verifica durante o sexo, contribui para eliminar sujeira dos poros, limpando a pele.

• Melhora o olfato
A prolactina, hormônio liberado durante o sexo, tem um efeito positivo sobre o olfato

Pessoal, é importante lembrar que para ter saúde e qualidade de vida  o sexo precisa ser feito com consciência e de forma segura.

 

Desfrute do prazer a dois e seja mais feliz!

 

Via Espirito esportivo



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Sexta-feira, 04.02.11

Sexo matinal é bom para a saúde

 

Se você anda de mau humor e não sabe como melhorá-lo, a solução é simples: ao acordar, continue na cama e pratique sexo matinal. De acordo com uma pesquisa da educadora sexual Debby Herbenick, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, o ato faz se sentir mais feliz ao longo do dia e ainda pode fortalecer o sistema imunológico.

 

A cientista disse ao jornal Daily Mail que as relações sexuais no período da manhã liberam oxitocina, que tornam os casais mais amorosos e ligados. Também elevam os níveis de IgA, um anticorpo que protege contra infecções.

Os benefícios não param por aí. Já ouviu dizer que transar deixa a pele, as unhas e o cabelo mais vistosos? Pois é a mais pura verdade. Isso porque aumenta as taxas do hormônio estrogênio.

 

Nem sempre é fácil encontrar tempo para uma praticar sexo ao despertar. Filhos e afazeres domésticos podem atrapalhar. Mas o empenho vale a pena, certo?

 

Via Terra



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Quarta-feira, 02.02.11

 

 

Recomendações sobre sexo na gravidez

 

O sexo na gravidez é "geralmente seguro, com poucas complicações".

Esta é a mensagem que consta de uma nova cartilha elaborada para médicos, publicada hoje pelo Jornal da Associação Médica do Canadá.

O objetivo da cartilha é dar aos médicos as informações científicas mais recentes para o aconselhamento seguro às pacientes sobre sexo na gravidez.

 

Riscos do sexo na gravidez


Os riscos do sexo durante a gravidez, embora "incomuns", segundo a cartilha, incluem trabalho de parto prematuro, doença inflamatória pélvica, hemorragia na placenta prévia (quando a placenta cobre parte do colo do útero) e coágulos sanguíneos.

Embora as evidências sejam limitadas e até contraditórias entre os diversos estudos científicos sobre o assunto, o documento desaconselha o ato sexual para mulheres em risco de parto prematuro.

Nas mulheres com baixo risco inicial de parto prematuro, a relação sexual frequente mostrou-se associada com um maior risco de parto prematuro apenas nas mulheres com infecções do trato genital.

Nas mulheres com maior risco - esperando mais de um bebê, com incompetência cervical ou com um histórico de trabalho de parto prematuro - as evidências encontradas até agora são muito limitadas para fundamentar as recomendações.

"Em grupos com maior risco de parto pré-termo, não há evidências que sugiram um benefício claro de restrições da atividade sexual. No entanto, esta é uma intervenção simples que não causa dano e pode ser uma recomendação razoável até que surjam melhores evidências," afirma o documento endereçado aos médicos.

Em casos raros, alguns tipos de atividade sexual que empurram ar para dentro da vagina podem resultar em um coágulo de sangue do útero, que geralmente é fatal, com riscos para o bebê e para a mãe.

 

Disposição e conforto


"Sexo na gravidez é normal," escrevem os autores. "Existem muito poucas contra-indicações comprovadas e riscos do intercurso em gestações de baixo risco e, portanto, estas pacientes devem ser tranquilizadas," diz o documento.

"Em gestações complicadas por placenta prévia ou com um maior risco de parto prematuro, as evidências são suficientes para embasar a recomendação de abstinência, mas é uma recomendação benigna razoável dadas as consequências teoricamente catastróficas," escrevem os especialistas, ligados à Universidade de Toronto.

Eles afirmam que não há nenhuma evidência para a teoria de que o sexo na gravidez possa induzir o parto, e que não se conhecem resultados negativos para as mulheres com gravidezes de baixo risco.

Os autores concluem que o nível de conforto e a disposição para se engajar na atividade sexual por parte da mulher devem ser os principais guias tanto para o sexo durante a gravidez quanto para o período pós-parto.

 

Via Diário da saúde



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Sábado, 29.01.11

Sexo e gravidez, a sexualidade

 

A barriga cresce, o desejo flutua e as dúvidas da mulher – e do seu parceiro – na cama começam a se multiplicar. Tudo absolutamente normal. O importante é saber que essa mudança radical não é um empecilho para o prazer debaixo dos lençóis. Veja como manter essa chama acesa ao longo da gestação.

 

Sexo na gravidez. Muita coisa muda. Não é só a mamãe que fica confusa com tanta sensação nova. O papai também tem dificuldade para lidar com essas novas informações que acontecem nessa etapa da vida do casal.

 

As transformações acontecem desde o início da gravidez, tanto no corpo como na mente. Os hormônios jogados no corpo da mulher a deixam com sensações que podem diminuir a libido e a vontade de fazer sexo. É comum ela sentir náuseas, vômitos, cansaço e seios doloridos. A mais nova mamãe pode achar que fazer sexo pode prejudicar o bebê ou mesmo ocasionar um aborto.

 

Já o papai pode ter a sensação de ser o "protetor", olhando a sua mulher como mãe e não mais como amante, se afastando sexualmente dela para protegê-la e não prejudicar o bebê. Agora, se com o papai está tudo bem em fazer sexo com sua mulher grávida, mas ela ainda não quer, saiba que carinho, atenção, paciência e diálogo são fundamentais nesse período.

 

Corpo em ebulição - Já no segundo trimestre da gestação, as sensações incômodas que aconteciam no início cessam e a libido da mulher volta ao normal ou mesmo pode aumentar ainda mais, como relatam algumas mulheres. A região da vagina está sensível por causa da maior vascularização da região e é um dos motivos do apetite sexual aumentar.

 

Se o papai ainda tem algumas dúvidas em relação ao sexo, a mamãe pode tentar aos poucos mostrar para ele que o sexo na gravidez é bom e não prejudica o bebê.

 

Se o papai não tinha "neuras" e agüentou pacientemente os enjôos e vômitos da mamãe passarem, a hora é agora para aproveitar o aumento da libido da mulher e ficar "nas nuvens" com os novos peitos da sua amada que estão maiores. Só cuidado com eles, pois a sensibilidade está maior e pode doer mais facilmente.

 

Gangorra - A libido pode voltar a diminuir no último trimestre da gravidez; a barriga já está grande e incômoda, o cansaço volta, as dores da coluna aumentam e a mulher pode não estar satisfeita com o seu corpo e peso, achando que seu companheiro não a acha mais atraente.

A preocupação em machucar o bebê na penetração volta e o medo do orgasmo em ocasionar um parto prematuro também são motivos para evitar o sexo. Sexo não prejudica o bebê e não acarreta parto prematuro.

 

Muitos homens acham que sua mulher grávida é uma das coisas mais atraentes que existe. Outros têm medo de que seu pênis machuque o bebê na penetração. Outros não sabem que posição fazer sexo com aquele barrigão da sua mulher.

 

Sexo é muito bom durante toda a gravidez. Fortalece os músculos do períneo que ajudam na hora do parto, deixa a mamãe feliz e relaxada, e o bebê sente tudo o que a mamãe sente. Se a mamãe está feliz, o bebê está bem. A cumplicidade do casal pode aumentar.

 

Dicas


Conversa é tudo. Homem e mulher devem colocar o que sentem para que tudo caminhe com cumplicidade e entendimento com os sentimentos do outro.

 

Sexo é bom desde que não seja uma obrigação. Às vezes, um beijo ou um simples carinho vale mais que tudo.

A penetração não prejudica o bebê que está protegido por uma bolsa de água que amortece qualquer contato.

 

 

Via Sexo More Info

 



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Quarta-feira, 26.01.11

Almoço bom e barato

 

Faça as contas. Quanto dinheiro gasta com os almoços à base de bitoque, massas com molho três queijos, hambúrgueres e, nos dias de extravagância, sushi? Se conseguir a proeza de pagar 7 euros por dia - esforço digno de um atleta de triatlo - são 140 euros por mês. Mas há mais um factor nesta equação alimentar: poder escolher o que come. A dietista Eduarda Alves, directora da Clínica dos Alimentos, defende que é uma escolha mais económica e mais saudável. "Podemos seleccionar o que comemos, fazemos combinados mais saudáveis, em vez de batatas fritas, levamos uma salada ou arroz. E sabemos como foram preparados os alimentos", diz ao i. Nós acrescentamos: até pode recordar os bons velhos tempos da infância quando levava um termo do Snoopy. 

Se passar no Parque das Nações, em Lisboa, na hora do almoço num dia de sol, vai reparar que há cada vez mais pessoas a almoçar na rua. De fazer inveja às senhoras nova-iorquinas que bebem café a escaldar enquanto comem e correm. Sinal dos tempos? "Vejo cada vez mais pessoas no Parque das Nações a comerem como eu. Almoço com duas colegas e trago comida de casa há um ano e meio", explica Susana Pinto, assessora de comunicação, de 28 anos. As vantagens são óbvias: "O facto de ter de pensar no que se vai comer dá outro nível de consciência. Quando comemos por impulso, cheios de fome, caímos nas escolhas menos saudáveis. Além disso, aqui não consigo comer por menos de nove euros." Susana já testou quase todos os restaurantes das redondezas e nada se compara à ementa caseira. Apesar de não ter microondas no trabalho, o termo resolve tudo. "Trago sopa, outras vezes saladas ricas, com ananás, camarão, rúcula, tomate." Susana Pinto reconhece que por vezes é chato andar com saco, talheres e comida, mas compensa. E há sempre um dia da semana para ir ao restaurante. 

Mafalda Afonso, de 27 anos, também faz parte do clube e diz que esta é a melhor forma de "nos safarmos da fast food". "É engraçado ver todo o tipo de marmita e há pessoas que as levam camufladas em sacos de lojas de roupa", diz a delegada comercial. O hábito ficou-lhe dos tempos de estudante e ainda hoje leva a comida que a mãe faz ao fim-de-semana. Quando não é possível, opta por saladas, massas ou peixe cozido com vegetais.

Ao contrário de Mafalda, que já fazia da marmita um hábito, Carla Carromeu, de 28 anos, começou a levar almoço apenas quando sobrava qualquer coisa do jantar. O cardápio parece ser unânime: saladas e sopas. Transportá-las é muito fácil, garante Carla, que trabalha no departamento de marketing de um banco. "Trago a comida em tupperwares e em sacos. Mas nas malas das mulheres cabe quase tudo." À laia de conselho, fica o recado: "Usem caixas quadradas ou rectangulares, são mais práticas." 

Marta Cristiano dá outro conselho: "Habituar-se a cozinhar a mais para ter restos para levar na marmita." A designer está habituada a almoçar em tupperwares e diz que todas as comidas servem. "Desde bacalhau à Brás ou com natas, empadão de carne, caril de frango, arroz de pato, todo o tipo de sopas, frango guisado com massa, ovo mexido com arroz..." Há seis anos que deixou de ser cliente de restaurantes à hora do almoço. "Comecei quando fui trabalhar para a Rua Garrett, a ganhar o ordenado mínimo nacional (na altura 374 euros) e ainda tinha de pagar transportes. Não era comportável comer em restaurantes." Mas Marta, 29 anos, abre-nos o apetite. "Saber a qualidade do que estou a comer é importante. Muitas vezes uso legumes do quintal dos meus pais e frango criado nos galinheiros da minha avó." Convencido? Ah! E não tema ser mal visto pelo seu chefe. Conhecemos relatos que provam que não será discriminado. Aqui fica um exemplo: chefe convida colaboradora jovem para almoçar fora. A profissional recusa o convite, pega na lancheira da Hello Kitty e dirige-se para a copa. Não foi despedida. Garantimos.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Terça-feira, 18.01.11

Canberra, Austrália - Um casal australiano, que tem três filhos meninos, está travando uma batalha judicial em seu país para obter o direito de escolher o sexo do próximo filho e dar à luz uma menina. Antes de recorrer à Justiça, eles já chegaram ao extremo de abortar uma gravidez de gêmeos, depois de descobrir que os fetos eram do sexo masculino.

O homem e mulher australianos, que não foram identificados pela imprensa e por autoridades locais, decidiram entrar na Justiça porque as leis do estado de Victoria, onde moram, proíbem a escolha do sexo da criança em inseminações artificiais.

Antes de recorrer ao Tribunal Civil e Administrativo de Victoria, eles tiveram pedido rejeitado em painel independente ligado ao Ministério da Saúde da Austrália, que decide sobre questões médicas.

LEI PROÍBE ESCOLHA DE SEXO

A exemplo do Brasil, a legislação local só permite a escolha do sexo do bebê em caso de riscos graves associados à transmissão de doenças genéticas que ocorrem num determinado sexo. A saída encontrada pelo casal, então, foi argumentar que a mãe, na faixa dos 30 anos, ficou obcecada com o desejo de ter uma menina, e que ter uma filha se tornou necessário para a manutenção de sua saúde psicológica.

Em entrevista ao jornal australiano ‘The Herald Sun’, o casal falou sobre a decisão de abortar os gêmeos: “Foi traumático, mas não podemos continuar tendo um número ilimitado de filhos até conseguir gerar uma menina”.

Menina morreu logo após parto 

O casal chegou a ter uma filha menina, mas ela morreu pouco depois do parto, o que fez a mãe ficar ainda mais desesperada para ter uma filha.

O diretor do instituto australiano Ética Genética, Bob Phelps, não se sensibilizou e criticou os pais, por acreditar que a decisão deles pode influenciar outros casais: “Sinto muito que eles perderam sua filha mas, no interesse da sociedade como um todo, acho que eles deveriam procurar assistência psicológica e procurar outro meio de trazer uma menina à sua família. Eles parecem bons pais e poderiam oferecer um lar a uma criança que precisa”.

 

Via O dia Online



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Domingo, 16.01.11

Estudo britânico questiona benefícios do aleitamento materno

 

Um estudo médico britânico, divulgado na última edição do British Medical Journal, defende que o aleitamento exclusivo com leite materno durante os primeiros seis meses de vida não é benéfico para a criança.

O resultado do estudo, levado a cabo por uma equipa de pediatras do Instituto de Saúde Infantil do University College, de Londres, põe em causa as diretrizes das autoridades de saúde britânicas, que recomendam que os bebés só devem começar a comer alimentos sólidos a partir dos seis meses.

No entanto, os médicos responsáveis pelo estudo concordam que a introdução de papas aos quatro meses de idade pode prevenir alergias a certos alimentos e a falta de ferro.

A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), feita já há dez anos, vai no sentido oposto e defende que as crianças sejam alimentadas exclusivamente com leite materno durante os primeiros seis meses de vida.

A médica responsável pelo estudo agora divulgado, Mary Fewtrell, entende, por seu lado, que esta recomendação faz sentido para os países em vias de desenvolvimento, onde, em muitos casos, o acesso a água potável e a alimentos em bom estado é limitado, o que eleva o risco de morte para o recém-nascido.

Entende, também, que é de considerar os bons resultados entretanto obtidos com crianças a quem foram dados sólidos antes de completarem os seis meses de idade.

Um outro estudo de 2007, norte-americano, demonstrou que o aleitamento não é suficiente para assegurar ao bebé todos os nutrientes de que ele necessita, revelando um risco de anemia (ausência de ferro) superior entre os bebés alimentados exclusivamente com leite materno ao daqueles a quem foram dadas papas aos quatro meses.

Antes de este estudo ser conhecido, uma porta-voz do Ministério da Saúde britânico defendeu que "o leite materno contém todos os nutrientes de que o bebé precisa até aos seis meses" e recomendou que durante esse período de tempo fossem amamentados em exclusivo.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 14:00 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 14.01.11

O DIU de cobre impede a subida dos espermatozoides pelas trompas (tubas uterinas), não havendo, portanto, a fecundação do óvulo.

Dependendo da quantidade de cobre existente no DIU, ele vai ter maior tempo de uso (permanência no útero) de acordo com a orientação do fabricante.

 

Dispositivo Intrauterino

 

 

O DIU é um método eficaz?
0 DIU é um dos métodos anticoncepcionais mais eficazes. Os índices de eficácia são semelhantes aos das pílulas anticoncepcionais, ou seja, 0,1% de falha.

Quais as vantagens do DIU?
Podem ser destacados benefícios importantes como a utilização independentemente da atividade sexual, liberar-se da preocupação diária com a prevenção da gestação, ser comandado unicamente pela mulher, ser uma opção prática e eficaz e ter um período longo de utilização (cerca de cinco anos). Esses benefícios proporcionam à mulher uma sensação de liberdade e comodidade. 

Que tipo de mulher deve usar o DIU?
O DIU está mais indicado para aquela mulher que já tem filhos e quer espaçar mais a próxima gravidez (3-5 anos), ou quando a família já está completa; para as mulheres que apresentam contraindicações aos métodos anticoncepcionais hormonais (pílula, injeção); logo após o parto, no período de amamentação, visto que esse método não interfere na amamentação. Porém, o DIU também pode ser utilizado por mulheres que nunca engravidaram. 

Mulheres que nunca engravidaram podem usar o DIU?
Sim, também estas mulheres podem se beneficiar do uso do DIU devendo ser avaliadas pelo seu médico. 

Quando a mulher pode engravidar após retirar o DIU?

A retirada de um DIU pode ser feita em qualquer momento do ciclo menstrual. As mulheres que são usuárias do DIU, espontaneamente, terão sua fertilidade (capacidade de engravidar) recuperada em curto período de tempo, mesmo após o uso prolongado. Esse retorno da fertilidade ocorre de modo semelhante a outros métodos anticoncepcionais. 

Quais os efeitos colaterais do DIU?
Os efeitos colaterais mais comuns são o aumento do fluxo menstrual e o aumento das cólicas menstruais. Esses efeitos podem ser controlados com a utilização de medicamentos, sempre sob supervisão médica. Geralmente, após os primeiros três meses de utilização, esses sintomas tendem a se normalizar. 

Quais são as contraindicações do DIU?
Como todo método anticoncepcional, o DIU também apresenta contraindicações. O DIU não deve ser usado diante da suspeita de gravidez ou gravidez confirmada; suspeitas ou presença de tumores uterinos; em casos de sangramento vaginal sem causa conhecida; nas malformações uterinas e na presença de infecções ginecológicas. Para maiores detalhes sobre esse assunto, consulte seu médico.

 

Dr. Sérgio dos Passos Ramos

 

Via Gineco



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Quinta-feira, 13.01.11

Infarmed cria aplicação para comparar preços de medicamentos

 

Pesquisar todos os medicamentos com a mesma substância activa, ver o resumo das suas características e comparar os preços entre as diferentes marcas tornou-se um processo simples. A Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) criou uma nova aplicação denominada “Pesquisa Medicamento” que está disponível no site da autoridade e que permite consultar toda a informação sobre os medicamentos disponíveis em Portugal.

 

Segundo o Infarmed, o objectivo desta nova funcionalidade do site é “centralizar os conteúdos já existentes e permitir o acesso facilitado do cidadão à informação essencial sobre medicamentos, nomeadamente o seu preço”.

A aplicação permite fazer pesquisas pelo nome do medicamento, substância activa ou número de registo e conhecer todos os fármacos que existem com o mesmo princípio. Está também disponível o Folheto Informativo do mesmo e o Resumo das Características do Medicamento.

“Através da Pesquisa Medicamento é possível também conhecer os encargos para o utente de determinado medicamento e quais as alternativas mais baratas”, refere o Infarmed, que disponibiliza também a linha 800 222 444 para esclarecimento de dúvidas sobre este assunto e pedidos de informação sobre medicamentos e produtos de saúde.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 17:24 | link do post | comentar

Testes de gravidez

As diferenças entre as técnicas disponíveis na farmácia e nos laboratórios de análises clínicas

Gonadotrofina coriónica humana. Se acha que está grávida, eis o nome que pode encerrar a resposta de que precisa. 

Não, não é uma doença ou um método de detecção doloroso. Trata-se, antes, de uma hormona sintetizada pela placenta e através da qual é possível detectar precocemente a gravidez, como explica a farmacêutica Cristina Azevedo: «A hCG (hormona gonadotrofina coriónica humana) é produzida pela placenta em desenvolvimento logo após a implantação. A rápida subida da sua concentração na urina durante o primeiro trimestre torna-a um bom indicador de gravidez».

Para lhe darmos a conhecer em detalhe os vários métodos a que pode recorrer para saber se está grávida, falámos com uma médica obstetra e uma farmacêutica. O resultado é um guia com as informações essenciais que deve ter em conta ao lançar-se  nesta grande aventura da concepção.

Para saber mais clique em: 

Testes de gravidez à venda em  farmácias


Análises de laboratório que permitem detectar a gravidez


Texto: Rita Miguel

 

Via Sapo Saúde



publicado por olhar para o mundo às 13:44 | link do post | comentar

A cerveja afinal não engorda, até pode emagrecer

 

"A barriga de cerveja é um mito." Pelo menos esta foi a conclusão de um estudo apresentado hoje sobre o consumo moderado da bebida, ou seja, entre dois a três copos por dia. A investigação levada a cabo pelo Hospital Clínic, a Universidade de Barcelona e o Instituto de Saúde Carlos III, adianta ainda que a cerveja, quando associada a uma dieta equilibrada e à prática regular de exercício físico, "não engorda" e reduz o risco de vir a sofrer diabeteshipertensão.

O estudo avaliou 1.249 pessoas, homens e mulheres com mais de 57 anos, altura da vida em que os problemas cardiovasculares são mais frequentes. Durante vários dias, alimentaram-se de acordo com a dieta mediterrânica e as refeições eram acompanhadas pela bebida (até meio litro por dia). Segundo os especialistas, as pessoas analisadas "não engordaram, como em alguns casos perderam peso".

A cerveja é uma bebida fermentada que recebe as propriedades nutricionais dos cereais com que é produzida. O mesmo acontece com o vinho e as uvas ou a sidra e as maçãs. Como explicou a Dr. Lamuela, uma das pessoas responsáveis pelo estudo, a bebida fornece ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio em maior quantidade do que muitas outras e causa um efeito "protector" sobre osistema cardiovascular. É por isso que, os consumidores de cerveja em quantidades "normais" apresentam uma menor incidência de diabetes e hipertensão e um menor índice de massa corporal.

 

Via Ionline



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Segunda-feira, 10.01.11

Gravidez, como cuidar do seu peito

Os cuidados que deve ter durante o período de gestação



Durante a gestação ou quando há um aumento de peso significativo, os cuidados com a pele e, nesta caso concreto, com o decote e peito, devem ser redobrados, com o recurso a cremes antiestrias.

«Contudo, na gravidez, as mulheres devem usar cremes específicos para grávidas», refere Manuela Cochito, dermatologista.

«As versões normais de alguns desses produtos refimantes, antiestrias e até hidratantes contêm substâncias que não podem ser usadas durante esse período dado o risco de prejudicarem o fetop», alerta a especialista. Um dos ingredientes a evitar nesta fase é o retinol ou vitamina A.

Durante a gravidez também é importante «não engordar muito, evitando assim mais um factor que contribui para aumentar desmesuradamente o peito». «O uso de soutien também é importante, especialmente quando se faz desporto ou se verifica um crescimento brusco da mama, como acontece durante a gravidez e a amamentação, de forma a não deixar que o tecido de sustentação quebre», explica.

Por fim, deve-se ainda evitar dietas drásticas com o famoso efeito «iô-iô»: «O peito é uma das zonas do corpo onde é mais visível o efeito dessas dietas, porque fica descaído quando aumenta de volume e depois quando se emagrece assemelha-se a um saco vazio», alerta a dermatologista.

Texto: Rita Caetano com Manuela Conchita (dermatologista)

 

Via Família, Guia de Pais



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Sábado, 08.01.11

Fungo Afrodisíaco dos Himalaias

 

Um fungo encontrado nos Himalaias, numa altitude superior a 3500 metros, está a gerar disputas violentas devido ao seu elevado valor económico, tendo já provocado a morte a sete pessoas, escreve o jornal Folha.

O fungo chama-se yarsagumba é conhecido como o viagra do Himalaia , usado há séculos e muito valorizado pelos chineses pelas qualidades afrodisíacas. Os chineses também acreditam que a droga medicinal tem outras qualidades, como longevidade e cura de algumas doenças.

É muito difícil ter acesso ao fungo devido à resistência dos homens que residem na região. Em Junho de 2009, 36 homens de uma vila da zona foram detidos depois de matar sete estrangeiros que chegaram ao local em busca do yarsagumba. Os acusados ainda aguardam julgamento.

Várias empresas farmacêuticas norte-americanas começaram a investigar o uso do produto para o tratamento de cancro. Actualmente, um quilo do fungo pode custar dez mil dólares.

 

Via SOL



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