Sábado, 09.04.11
EUA vão passar a emitir alertas de terrorismo nas redes sociais
 
Os alertas de terrorismo emitidos pelas autoridades norte-americanas vão passar a ser feitos também através do Facebook e do Twitter

A informação está a ser avançada pela Associated Press, que cita documentos do Departamento de Segurança Interna dos EUA.

De acordo com estes documentos a proposta faz parte de um novo sistema de alerta para eventos de terrorismo, que deverá ser lançado no próximo dia 27 de Abril.

No âmbito do novo sistema de alerta as autoridades norte-americanas consideram que as redes sociais como o Twitter e o Facebook devem ser utilizadas para emitir mensagens de alerta«sempre que seja apropriado».

Um dos objectivos deste novo sistema é simplificar a comunicação deste tipo de informação, considerado por muitos como bastante vago, dada a importância da questão.

Este sistema de alerta vai substituir o actual, criado na sequência dos ataques de 11 de Setembro, que vai acabar, entre outros aspectos, com os códigos coloridos para definir o nível de alerta, que passam de 10 para 2 níveis.

 

Via Sol



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Sexta-feira, 14.01.11

Comentários homofóbicos no facebook podem dar prisão

 

Depois da morte violenta de Carlos Castro, os comentários de discriminação sexual têm vindo a aumentar de dia para dias nas redes sociais e nos sites de jornais e revistas. No entanto, divulgarconteúdos que incentivem a esta discriminação é punível por lei com uma pena que pode ir de seis meses a cinco anos de prisão, segundo adiantou o DN.

Em declarações ao jornal, o advogado Arrobas da Silva esclareceu que deverá ser o Ministério Público a promover uma acção penal, em caso de violação da lei.

 

Via Ionline



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Terça-feira, 04.01.11

Portugueses descuram segurança nas redes sociais

 

Os utilizadores portugueses da rede social Facebook divulgam muita informação pessoal e profissional, não se mostram preocupados com a sua privacidade e desconhecem os riscos a que estão expostos, revela um estudo da Universidade de Coimbra.

"A preocupação das pessoas sobre a privacidade na Internet é praticamente nenhuma. Analisámos mais de 78 mil perfis do Facebook e todos têm acesso completamente público", disse hoje à agência Lusa Francisco Rente, do Centro de Informática e Sistemas (CISUC) da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCTUC).

O estudo, elaborado no âmbito do projeto Vigilis, que avalia o índice de segurança da Internet em Portugal, analisou 47 características presentes em 78.320 perfis e concluiu pela "total ausência de proteção" de dados pessoais disponibilizados pelos utilizadores.

"As fotografias são públicas, qualquer um as pode ver. A maioria revela pormenores de relações e um quarto das pessoas a sua entidade patronal", exemplificou.

 

O exemplo da Ensitel

 

Segundo o coordenador do projeto Vigilis, ao disponibilizar informação "aparentemente básica", como a morada ou a empresa onde trabalha, um utilizador das redes sociais "torna o seu perfil vulnerável a possíveis ataques piratas ou a situações maliciosas".

Francisco Rente lembrou o exemplo, recente, de uma rede de lojas, a Ensitel, sujeita a centenas de comentários negativos no Facebook, depois de um problema com um cliente.

"O que aconteceu pode acontecer em sentido oposto, pode acontecer a uma pessoa só ou entre utilizadores. A informação disponibilizada pode servir de base para inúmeros ataques, tecnológicos ou não", alertou.

 

Via Expresso



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Quarta-feira, 29.12.10

Ensitel enxovalhada

 

Uma cliente insatisfeita escreveu no seu blogue queixas sobre a Ensitel. Os advogados da marca intimaram a blogger a apagar os textos. Indignados, os internautas invadiram o FacebookTwitter da marca com duras críticas.

A Ensitel tentou calar uma cliente insatisfeita mas, como diria a expressão popular, o feitiço acabou por se virar contra o feiticeiro. Depois de os advogados da empresa de telecomunicações terem intimado Maria João Nogueira a apagar do seu blogue pessoal os textos com queixas contra a marca, a Ensitel vê-se agora inundada via Facebook e Twitter de comentários de clientes indignados pela situação, que dizem ser "um atentado à liberdade de expressão".

A "novela" Maria João Nogueira vs Ensitel remonta a fevereiro de 2009, quando a blogger publicou no blogue "JonasNuts" um texto onde relatava ter recebido como presente um telemóvel Nokia E71 avariado e estar a ter dificuldades em conseguir trocá-lo nas lojas Ensitel. Desde os pormenores da avaria, aos passos que deu para reclamar e às contraditórias respostas dos funcionários, a blogger explica tudo (ver caixa nom fim do texto com links para os sete posts publicados no blogue)

O caso acabou mesmo por ir parar ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa e ao tribunal, onde Maria João Nogueira acabou por perder a causa. Os três meses de novela foram sendo publicados no espaço online da cliente insatisfeita, tornando-se este numa das primeiras páginas a aparecer nos motores de busca com a pesquisa à palavra "Ensitel".

Críticas online vão a tribunal

 

Ontem, a blogger voltou à carga com mais um texto sobre este tema: "No passado dia 22 fui surpreendida, ao receber uma nota de citação pessoal. Parece que a Ensitel não gosta mesmo nada dos posts que aqui escrevi sobre a minha experiência enquanto cliente deles, e acha que eu não tenho o direito de partilhar, neste meu espaço, aquilo que penso e sinto acerca da empresa". Resumindo, Maria João Nogueira recebeu uma "citação pessoal, que é um documento de 31 páginas (sim, 31)", onde é "intimada pelo tribunal a constituir um advogado. E é um procedimento cautelar", revela ablogger.

Em causa estão os textos publicados no seu blogue em 2009: "Basicamente querem que o tribunal me mande apagar os posts que escrevi sobre a Ensitel". Este novo desenvolvimento naquilo que é descrito pela própria Maria João Nogueira como uma "novela" está a gerar uma onda de indignação nos seguidores da Ensitel através do Twitter e Facebook, com mensagens de apoio à cliente insatisfeita e duras críticas à empresa de telecomunicações. Os comentários começaram por ser removidos, mas os internautas não desistem e estão literalmente a invadir os dois perfis da Ensitel demonstrando o seu desagrado.

A empresa remeteu todas as explicações para um comunicado divulgado há minutos nas redes sociais. Nesse documento, a Ensitel afirma: "A Ensitel não põe minimamente em causa qualquer tipo ou forma de liberdade de expressão, mas repudia, rejeita e não aceita ser alvo de uma autêntica campanha difamatória, assente em factos absolutamente falsos que têm como único intuito denegrir a imagem e boa reputação que a "Ensitel" construiu ao longo de 21 anos, apenas porque o cliente não se conformou com uma decisão judicial que lhe foi desfavorável". Quanto aos clientes, a empresa diz "que têm sido e continuarão a ser o maior valor da Ensitel".

Em poucos segundos, as reações dos utlizadoresnão se fizeram esperar: "tenham mas é vergonha" e "com essa atitude de desrespeito por um cliente acabaram de perder milhares!", lê-se como resposta no perfil do Facebook da Ensitel.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Via Expresso



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Segunda-feira, 06.12.10

Nova Cara do Facebook

 

O site mais falado das redes sociais, o Facebook, pode acordar amanhã de manhã com uma cara nova. Depois de terem circulado rumores de que isso poderia acontecer, o site de tecnologia Mashable afirma que o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg irá revelar o novo perfil do site no programa 60 minutes da CBS News.

 

"O fundador e CEO do Facebook Mark Zuckerberg fala com Lesley Stahl sobre a sua vida, o seu negócio, que já vale 35 mil milhões de dólares. E mostra o novo design do site", anuncia a CBS News no site da estação.

Botão de mensagens mais visível, mais destaque para as fotografias, com mais informação disponível sobre os utilizadores são algumas das alterações que o Mashable arrisca avançar como possíveis. Mas reconhece que toda a informação sobre o assunto tem sido bem escondida, em dias marcados por fugas de informação. Aos utilizadores mais curiosos resta esperar para que pelas 19h00 locais, por volta da meia-noite em Portugal, para que as novidades sejam reveladas.

 

Via Público



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Sexta-feira, 30.07.10

 

Perito em segurança quis apenas mostrar que o Facebook não protege devidamente os seus500 milhões de utilizadores ao tornar públicos dados pessoais de mais de 100 mil.(Veja como defender-se em vídeos no final do artigo)

 

 

Facebook,dados pessoais à solta na net

Dados pessoais de mais de 100 mil utilizadores do Facebook circulam livremente pela Internet, constituindo uma nova arma de arremesso para todos aqueles acusam a popular rede social de não proteger devidamente as informações inseridas pelos utilizadores.

 

Os dados foram compilados por Ron Bowes, um perito em segurança, que desenvolveu uma pequena aplicação que, saltando de perfil em perfil, recolhe as informações que os utilizadores do Facebook não protegeram de olhares indesejados.

Note-se que este site permite colocar as informações constantes dos perfis acessíveis apenas aos amigos ou aos amigos dos amigos, mas muitos utilizadores não procedem a este tipo de configurações. Ora, sempre alguém se regista no Facebook, algumas destas informações ficam acessíveis a qualquer pessoa.

 

Ataque iminente

 

Os dados agora tornados públicos incluem apenas o endereço (URL), nome e identificador único de cada utilizador, mas em declarações à BBC, Simon Davies da Privacy Internacional, garante que seria possível recolher, da mesma forma, informações tais como o endereço de correio eletrónico, números de telefone e até moradas.

 

A mesma fonte recordou ainda que o Facebook foi alertado por diversas vezes para a possibilidade de um ataque deste tipo, mas que nada terá feito.

"É inconcebível que uma empresa com centenas de engenheiros não tenha conseguido evitar um ataque com esta magnitude, podendo concluir-se que o Facebook foi negligente", afirmou Simon Davies.


O que diz o Facebook

 

Numa declaração enviada para a BBC, o Facebook assegura que os dados agora divulgados desta forma já podiam ser livremente acedidos online.

"As pessoas que usam o Facebook são donas da sua informação e têm o direito de partilhar o que querem, com quem querem e quando querem", pode ler-se na declaração.

"Neste caso, informações que os utilizadores concordaram tornar públicas e que foram compiladas por um perito, já estão disponíveis no Google, Bing e noutros motores de pesquisa, tal como no Facebook", afirmam os responsáveis pela rede social do momento frequentada por mais de 500 milhões de internautas.

"Não foram tornados públicos dados privados", garantem as mesmas fontes.

 

 

 

 

Via Expresso



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Sábado, 03.07.10

O facebook começa a cansar

 

Um em cada cinco adolescentes está farto do Facebook, revela um inquérito feito pelo site de jogos roiworld.com a 600 adolescentes entre os 13 e os 17 anos de idade. Esta faixa etária começa a demonstrar sinais de fadiga, e diz já não utilizar o serviço ou estar a perder o interesse.
Do grupo que decidiu abandonar o Facebook, 45% diz ter perdido o interesse, 16% desiste porque os pais também têm conta, 14% diz que há demasiados adultos na rede e 13% estão preocupados com a privacidade da sua informação pessoal.
Apesar destes dados o inquérito revela que o Facebook ainda é a rede social mais popular entre os adolescentes - 78% tem um perfil criado e 69% acede regularmente ao serviço. O YouTube vem em segundo com 64%, seguindo-se o Myspace e o Twitter, com 41% e 20% respectivamente. 
O estudo também demonstrou que os jogos no Facebook são uma das principais razões pela qual os adolescentes se mantêm nesta rede social – jogam durante metade do tempo que passam nesta rede social. 43% afirma já ter gasto dinheiro com estes jogos, seja na compra de moeda virtual, ou num dos mais variados produtos ou serviços que é possível adquirir hoje em dia.

 

Consulte o estudo completo aqui

 

Via ionline



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Quarta-feira, 26.05.10

Era para ser uma simples entrevista no programa televisivo “Desaynos de TVE”, mas as declarações de José Sócrates estão a espalhar-se pela internet. Não propriamente pelo conteúdo, mas sim pelo castelhano do primeiro-ministro que o próprio classifica de “portunhol”.
A entrevista de Sócrates anda a fazer furor sobretudo nas redes sociais. Durante o fim-de-semana, uma das brincadeiras do Twitter pôs vários utilizadores portugueses a tuitarem em portunhol. Dos “lienkes” aos “simelhanti”, as palavras foram sendo escritas numa mistura entre o português e o espanhol. Uma iniciativa que começou no Facebook, com o grupo Rosé Siocratiés.
No programa, a entrevistadora agradece a José Sócrates ter falado em espanhol. O primeiro-ministro lá diz que não, que o seu espanhol é muito pobre, mas remata com a frase: “É um prazer poder falar portunhol na televisão espanhola”.
Veja o vídeo.



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Quarta-feira, 21.04.10

O farmville

 

A Câmara de Coimbra cortou o acesso dos computadores da autarquia à rede social na internet Facebook, justificando que são para trabalhar e "não para satisfazer os interesses ou desejos dos funcionários", disse ontem o presidente da autarquia.

 

"Os computadores da Câmara Municipal de Coimbra estão ao serviço público que é exercido pelos funcionários enquanto estão a trabalhar", disse à agência Lusa Carlos Encarnação. 

Carlos Encarnação sustenta que fora da autarquia os funcionários "podem fazer o que quiserem para satisfazer os seus interesses ou desejos", mas "enquanto estão ao serviço da Câmara, os computadores são para trabalhar". 

O autarca social democrata frisou ainda que "já há uns anos a Câmara suprimiu a ligação aos blogues". 

A decisão de cortar o acesso ao Facebook foi tomada pelo Departamento de Administração Geral e Recursos Humanos da autarquia, disse Carlos Encarnação, remetendo mais pormenores para o vice-presidente, João Barbosa de Melo. 

Segundo noticiou ontem a Rádio Renascença, na base da decisão esteve uma funcionária que foi apanhada a jogar Farmville, um popular jogo que incentiva os utilizadores a cuidar de uma quinta.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 14:19 | link do post | comentar

Domingo, 28.03.10

 

O presidente de uma consultora norte-americana andava à procura de um estagiário e decidiu consultar o Facebook para saber mais sobre um candidato que parecia promissor. Acabadinho de se licenciar pela Universidade do Illinois, o jovem descrevia os seus maiores interesses como sendo "fumar ganzas", "disparar sobre pessoas" e "sexo obsessivo". Tudo, é claro, no mais puro calão norte-americano. Resultado: o presidente da consultora deitou o currículo para o lixo. 

"As redes sociais transformaram-se num mercado de trabalho", garantiu ontem João Laborinho Lúcio, sócio da Pedro Raposo & Associados, durante o seminário "Do código de conduta à reputação das empresas", realizado em Lisboa. O advogado chamou a atenção para algo que a maioria dos utilizadores de sites como o Facebook e o Twitter parecem ainda não ter percebido: as empresas usam as redes para avaliar os candidatos e chegam mesmo a fazer recrutamento através da própria rede social. 

De acordo com os dados do mais recente estudo sobre esta questão, o "Online Reputation in a Connected World" da consultora Cross-Tab, 70% dos directores de recursos humanos norte-americanos e metade dos directores europeus admitem rejeitar candidatos com base nos perfis do Facebook. No entanto, apenas 7% dos utilizadores norte-americanos e 13% dos europeus disseram acreditar que as suas informações nas redes sociais poderiam ter impacto junto do empregador. 

Reputação O problema de mostrar fotos de bebedeiras a pessoas que conheceu apenas num ambiente profissional é a sua associação à empresa onde trabalha. Para Salvador da Cunha, director-geral da Lift Consulting, "as redes sociais não podem ser ignoradas". O director da agência citou dados da Sophos, segundo os quais 72% das empresas acreditam que o comportamento dos seus empregados nas redes sociais pode comprometer a evolução do negócio. A Coca-Cola, por exemplo, pede aos colaboradores que estejam atentos e denunciem casos de abuso. A Telstra, operadora australiana de telecomunicações, obrigou os 40 mil funcionários a ter formação em redes sociais, especialmente em Facebook. 

Parece um exagero? Os casos mais mediáticos de escândalos que começaram em redes sociais sugerem o contrário. Por ser um fenómeno tão recente, a explosão das redes sociais - há 1,7 milhões de portugueses no Facebook - não foi acompanhada de um ajustamento dos comportamentos. O resultado é que estes espaços são usados de forma displicente, por vezes até divulgando informações internas das empresas.

O que fazer O advogado João Laborinho Lúcio afirma que as redes sociais podem destruir a reputação de uma empresa em pouco tempo. E como é impossível estar de fora, a solução é criar um código de conduta que previna comportamentos bizarros e deixe bem claro quais serão as consequências (ver caixa). O código da tecnológica Intel, por exemplo, permite que se escreva negativamente mas sem recorrer ao insulto. E para aqueles que "acham" que não estão no Facebook, como alertou a directora da empresa WeFind, Milena Melo, o melhor é pensar duas vezes e olhar para o caso do chefe dos serviços secretos britânicos, John Sawers, que apareceu em calções de banho no perfil criado pela mulher.



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Segunda-feira, 15.03.10

O circulo da não vida 

 

Via O amor é um lugar estranho



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Quarta-feira, 10.02.10

 Depois da especulação dos últimos dias, a Google oficializou esta tarde os rumores: o Gmail será transformado numa rede social, o Google Buzz.

Na sede do gigante americano, em Mountain View, na Califórnia, estava o vice-presidente daGoogle para gestão de produtos, Bradley Horowits.

"É um mundo absolutamente novo dentro do Gmail", declarou Horowitz, passando a explicar as características principais em que assenta a mudança do serviço de e-mail. O site Mashable publicou um artigo onde descodifica o serviço.

A criação da rede social segue a inspiração do conceito "buzz", que não tem tradução directa em português, mas está relacionado com algo que está a ser falado, que é tema de conversa.

Aliás, uma das características inovadoras desta rede social é que os utilizadores serão alertados para qualquer "buzz" de uma pessoa que não estão seguir, mas que está ligada aos seus amigos.

Nos próximos dias (a entrada em vigor do serviço não acontece em simultâneo em todo o mundo), assim que os utilizadores entrarem na sua conta de email, verão a indicação "buzz" mesmo por baixo de "caixa de entrada" (ou inbox).

Ao clicarem, tal como acontece no Facebook, verão um campo onde podem ser partilhadasopiniões, fotografias, vídeos e links. Para cada entrada, haverá diferentes níveis de privacidade. Os utilizadores serão alertados do "buzz" que criam com cada post.

Uma das características mais inovadoras é que o Google buzz saberá onde está o utilizados, sempre que este o usar de forma móvel (através do site Google Mobile, o Buzz.Google.com ou o Google Maps).

Os post podem mesmo ser publicados com a identificação do local geográfico onde foram escritos.

Seleccionando a opção "nearby" (por perto, em português), o utilizador será informado dos seus amigos geograficamente próximos.

As reacções da concorrência foram imediatas. A Microsoft diz em comunicado que "as pessoas ocupadas não querem mais uma rede social, querem agregação" tal como a "que os clientes da Hotmail [detida pela Microsoft] já beneficiam".

Por sua vez, a Yahoo! não se referiu ao Buzz, mas sublinhou as carecteristicas do seu serviço Yahoo! Updates "que permite às pessoas ver e partilhar updates de fotografias, mudanças de estado,opiniões [no original, buzzed] sobre uma nova história ou a crítica de um restaurante". Traduzindo: um serviço muito semelhante ao que a Google começa a oferecer.

O serviço começou hoje a ficar disponível nos Estados Unidos e chegará, progressivamente, ao resto do mundo ainda durante esta semana.

 

Veja aqui como funciona o Google Buzz e depois o que foi comentado em directo durante a conferência de imprensa

 

 

Via Ionline



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