Sexta-feira, 08.04.11

"Mas estamos a brincar com o povo português?". A dúvida é de José Gomes Ferreira neste pequeno vídeo e provavelmente um reflexo do sentimento da grande maioria dos cidadãos nos tempos que correm. A única diferença é que este homem, com uma intervenção na SIC que quanto a mim foi a todos os níveis brilhante, é especialista em Economia e não teve papas na língua. Cortou a direito. Acabou educadamente com um: "peço desculpa...entusiasmei-me".


Pois meu caro José por mim pode continuar assim.De desculpas e mentiras estamos nós fartos. Entusiasme-se homem! Pode crer que o seu entusiasmo será o de muitos que o ouvem, e que certamente gostariam de falar mas infelizmente não podem ou não têm como. A sua voz tem e terá sempre um eco forte, descanse. Mais analistas houvesse como o senhor, descomprometidos, sem paninhos quentes e a conversa habitual da treta, do chove e não molha, palavras gastas, inócuas e bolorentas para boi dormir. Se todos denunciassem o que vêem, que lhes entra pelos olhos, que sabem mas que não ousam apontar talvez fossemos um país diferente. O seu dedo tocou na ferida.Estou farto de politólogos, historiadores, filósofos e sociólogos a falarem de Economia em prime-time. É como ouvir o Zé Cabra a cantar Sinatra ou um jardineiro a falar de geopolítica. Um desespero.

 

Na mouche caro José. Os meus sinceros parabéns.

 

 


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Terça-feira, 01.02.11

Primeiro político gay a casar é do  PSD

 

Foi dos presidentes mais controversos da JSD. Durante o seu mandato, Jorge Nuno de Sá bateu-se por temas tradicionalmente associados à esquerda, como a despenalização do aborto, a criação de salas de chuto nas cadeias ou a prescrição médica da canábis. Mas quando deixou aquela estrutura partidária - que assumiu entre 2002 e 2005 -, o seu protagonismo político caiu a pique. Ocupou um cargo invisível na Câmara Municipal de Lisboa, ao lado do vereador Sérgio Lipari Pinto, e sofreu uma derrota, em 2008, quando se candidatou à presidência da mesa da "jota". Em Novembro do ano passado, saltou novamente para as páginas dos jornais, ao ser o único conselheiro do PSD a não apoiar a candidatura de Cavaco Silva a Belém. No sábado passado, aos 33 anos, Jorge Nuno de Sá voltou a ser notícia, ao tornar-se o primeiro político português homossexual a casar.

No PSD, a notícia não foi uma surpresa. Há muito que a orientação sexual do ex-líder da jota não era sequer tema de conversa de corredor. "O mais surpreendente acabou mesmo por ser o casamento", disse ao i fonte do partido. Oficialmente, poucos são os que aceitam falar sobre o assunto. José Eduardo Martins, deputado que votou a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, não quis comentar, limitando-se a desejar felicidades ao colega de partido. "Para mim é um casamento como qualquer outro, a quem desejo as maiores venturas e felicidades". Também o actual líder da JSD, Duarte Mendes, se escusou a comentar o caso, adiantando tratar-se "de um assunto do foro pessoal". "Devemos respeitar as opções de cada um, e como tal o meu único desejo é que seja feliz."

Jorge Nuno de Sá nasceu em Viana do Castelo há 33 anos. Na capital do Alto Minho, uma região tradicionalmente mais conservadora que os centros urbanos de Lisboa e Porto, a notícia não foi recebida com o mesmo desinteresse manifestado no seio do PSD. Ainda assim, o conservadorismo local não terá sido suficiente para impedir a decisão do ex-líder da JSD, cuja carreira política foi desde sempre marcada por uma certa rebeldia. 

Fim do serviço militar Embora a decisão de não apoiar a candidatura de Cavaco Silva a Belém tenha merecido maior atenção dos média, esta não foi a única vez que Jorge Nuno de Sá esteve em desacordo com o actual Presidente da República. O célebre episódio do cartaz de Santana Lopes, que nas legislativas de 2005 se viu obrigado a retirar a imagem de Cavaco Silva, justificou a indisciplina partidária de Jorge Nuno de Sá. Mas não só: também a polémica das escutas entre Belém e São Bento, nas legislativas em que Manuela Ferreira Leite saiu derrotada, pesou no afrontamento das linhas orientadoras do partido.

Apesar de tudo, a postura de Nuno de Sá recolhe vários elogios dentro do partido. "Foi um líder que actuou sempre próximo das bases, muito trabalhador, mas por vezes sem capacidade de marcar a agenda política", recorda um dirigente do PSD. Há quem lhe atribua os louros do fim do serviço militar obrigatório, uma causa pela qual sempre se bateu. "Parte do mérito é dele", acrescenta a mesma fonte. 

Durante o seu mandato como deputado, eleito pelo círculo político de Viana do Castelo (primeiro ao lado de Durão Barroso, e depois com Santana Lopes) Jorge Nuno de Sá apresentou diversas iniciativas na Assembleia da República ligadas a temas como educação sexual, programas de voluntariado e questões relacionadas com a terra que o viu nascer. Mas foi a sua postura relativa à interrupção voluntária da gravidez - deu a cara na campanha pela despenalização - e às salas de chuto nas cadeias que o deixou em rota de colisão com o partido. Foi acusado de andar afastado da realidade dos jovens portugueses e, em 2005, quando tentava a sua reeleição, perdeu a eleição para Daniel Fangueiro.

 

Via Ionline



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Domingo, 19.12.10

Alegre tem dois amores que em nada são iguais, um é o PS e o outro é o Bloco de esquerda. No meio o candidato-poeta. Fragilizado, refém dos apoios e não sabendo lidar com a situação, partiu para o disparate.

Manuel Alegre tem feito uma "triste" figura. De cabeça perdida, algo desorientado entre a mulher de sempre (o PS) e a amante desde Janeiro (Bloco de Esquerda), o poeta optou por lançar atoardas em todas as direcções, pegando em situações que nada têm a ver com política e com o cargo de Presidente da República para atacar de forma mesquinha o mais do que provável vencedor da corrida eleitoral. Uma campanha a todos os títulos desastrosa de Alegre. Verdadeiramente suicida.

Desde os cantos dos Lusíadas a historietas da PIDE e fichas de bom comportamento entregues ao antigo regime,tudo tem valido para Alegre atacar Cavaco espalhando a sua fanfarronice habitual. Nada acrescenta. Mostra-serefém por não poder combater um PS decadente que aparentemente o apoia (não se sabe bem onde nem como, ou António costa já pode ser considerado líder do PS?) e incapaz de ter um discurso descolado de uma rebeldia descabida que já nem lhe assenta bem na idade e contraditória com o estado de coisas.

Alegre está a disparar os seus últimos cartuchos políticos. Uns dias de braço dado com a mulher (PS) outros dias em modo rebelde com a amante (Bloco) na traseira da mota. Até finalmente calçar as pantufas políticas.

Em relação à obra de Luís Vaz de Camões, alusão patética com que Alegre pretendeu rebaixar o actual Presidente (que tem passado a campanha mudo, não se sabe se a conselho de Henrique Raposo que esta semana lhe dedicou a crónica "Cale-se, dr. Cavaco Silva, cale-se") a única associação coerente que se poderá fazer entre o número de cantos dos Lusíadas (são dez) e estas Presidenciais é que deve ser mais ou menos o mesmo número de votos que Manuel Alegre irá conseguir obter nas urnas.

Em relação a estes dois candidatos, os únicos "presidenciaveis", estão bem um para o outro, porque são ambos um deserto de ideias.


Via 100 reféns



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Terça-feira, 16.11.10

O Cavaco e a fraude do século

 

Cavaco Silva disse, na apresentação da sua recandidatura, que não vai haver um único cartaz/outdoor seu na próxima campanha.

Cartaz de Cavaco nas próximas eleições presidenciais:

Custou-nos 4 mil milhões....

 

Recebido por mail



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Segunda-feira, 04.10.10

Ontem, depois de ouvir o Primeiro-Ministro no debate quinzenal lembrei-me deste vídeo do youtube que por aí circulou. Já só falta vê-lo fazer esta acrobaciaHilariante. Veja.

O debate de ontem não acrescentou grande coisa. Corrijo: não acrescentou nada. Malabarismo atrás de malabarismo. A uma pergunta simples e directa reponde-se com três insinuações. Umas graçolas à moda do largo do Rato, uns submarinos para aqui, umas pensões da PT para ali e fica tudo baralhado.

Se entrasse um ministro nu a correr por uma ponta do hemiciclo e saísse enrolado num fardo de palha pela outra provavelmente ninguém acharia estranho no meio de tanto surrealimo e irrealismo. Mas pelo menos sempre se saía um bocadinho do registo habitual.

É que palha por palha, e para variar um pouco, preferia ver um destes senhores a ficar enrolado nela. E não sermos sempre nós os enrolados a carregar o fardo. Veja o vídeo. Imagine o resto.

Via 100 Reféns



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Domingo, 25.07.10

Tiros nos pés

 

Via Henricartoon



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Terça-feira, 23.03.10

O PSD em debate a 4

 

Via Henricartoon



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Segunda-feira, 15.03.10

 A lei da rolha no PSD

 

Via Henricartoon



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Domingo, 14.03.10

O alvo

 

Via Henricartoon 



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Sexta-feira, 05.03.10

Encostado às cordas 

Via Henricartoon



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Sexta-feira, 18.12.09

O simplex .... pois, isso existe?

 

 António Guterres proclamou um dia que "as pessoas não são números". A frase do candidato a primeiro-ministro em 1995 pretendia mostrar o rosto humano do socialismo democrático do PS em contraste com o que seria o economicismo dos governos do PSD de Cavaco Silva. Sou testemunha de que 14 anos depois as pessoas continuam a ser números em Portugal. Posso acrescentar, com alívio, que fui à Segurança Social e consegui sobreviver. 


Precisava de um documento "para efeitos de abate" do velho carro que me transportou até agora. Crente na inovação tecnológica tão propagandeada pelo primeiro-ministro José Sócrates, comecei por me inscrever na Segurança Social Directa através da internet. Pedi a palavra--chave e seis dias depois recebi o respectivo envelope em casa com as indicações necessárias. 

Voltei ao teclado do computador e informaram-me de que o papel - uma "declaração de situação contributiva" que deveria provar que não tenho dívidas à Segurança Social - estaria disponível no prazo máximo de dez dias. "Úteis", claro, que a internet ao serviço do Estado descansa aos feriados e fins-de--semana. Assim foi. Esperei e alcancei, mas a notícia não era boa: segundo o documento oficial devia seis meses de contribuições sociais no ano de 2006. Poderia pagar tudo através de meios electrónicos. 

Desconfiei da oferta e resolvi tirar a limpo o tamanho da suposta dívida. No dia seguinte dirigi-me à repartição da Segurança Social na Av. Manuel da Maia, em Lisboa. Tirei a senha por volta das 9h30 e fui atendido já depois do meio-dia por uma senhora muito simpática. Menos mal. A minha disposição melhorou quando fui informado de que afinal só tinha um mês em dívida e teria de pagar dez vezes menos do que a Segurança Social Directa notificara. 

O pagamento não podia, porém, ser feito naquela repartição. Assim como a declaração pretendida. Para tratar do assunto teria de me deslocar "à secção do Saldanha". 

Obediente, pus-me a caminho. Quando cheguei retirei logo duas senhas - uma para pagar na tesouraria o que devia e outra para resgatar o documento. 

Cerca de sessenta pessoas depois, fui atendido na tesouraria, mais rápida que o único senhor que recebia, sozinho, os pedidos de declarações contributivas. Fiquei a saber que os computadores dos pagamentos e das declarações não estavam "ligados" e por isso teria de ir primeiro "ali ao lado" buscar o comprovativo da dívida - para só então lá voltar. 

Enfim, atalhando, quatro horas depois fui recebido pelo tal funcionário solitário, que resumiu toda a situação: "Simplex, simplex, ainda acredita nisso? Deve estar a brincar comigo. Simplex só se for para o senhor lá de cima, o primeiro-ministro." 

Sim, as pessoas continuam a ser números em Portugal. Números de contribuintes. Números de desempregados. Números da Segurança Social. Simplex como o destino de ser português.

Editor do Zoom

 

Via ionline



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Quarta-feira, 30.09.09

Nós também não queremos mais polémicas

 

 O primeiro-ministro, José Sócrates, disse hoje que não quer alimentar “mais polémicas” no chamado “caso das escutas”. Questionado pelos jornalistas quanto à comunicação de ontem à noite do Presidente da República, José Sócrates afirmou que a posição do Partido Socialista foi já expressa ontem pelo Ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira. “Qualquer outro comentário seria contribuir para esta polémica que desgasta as instituições”, disse Sócrates, à margem da inauguração de uma auto-estrada em Cascais.

 

Via Público

 

Haj alguém que não queira deitar mais achas para esta fogueira, é que com a guerra que está instalada, quem mais tem  a perder é sempre o país... meus senhores, tenham juízo.... 




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Quinta-feira, 17.09.09

 

 

 

Via Henricartoon



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Quarta-feira, 16.09.09

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Um desabafo do senhor André Freitas, secretário pessoal do Presidente do Governo Regional da Madeira. Via Erecções 2009.

 

Via Arrastão

 

Ora, obviamente, demita-se... estamos a falar da Madeira... obviamente, não se demite!



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Segunda-feira, 14.09.09

A politica da verdade de Ferreira Leite 

Via Anovis Anophelis



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Quarta-feira, 09.09.09

Os obejectivos da Manuela Ferreira Leite 

 

Via Público



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Segunda-feira, 07.09.09

 

 

segundo noticia do Público:

 

Ferreira Leite usa carro do Estado em campanha eleitoral na Madeira 

 

Isto depois de dizer que a Madeira é um exemplo da boa gestão democrática... e pronto.. já sabemos o que ela entende por boa gestão e por democracia.



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Domingo, 30.08.09

Uniões sexuais fortuitas... humor

 

A maioria do Partido Socialista aprovou ontem, com os votos do PCP e do Bloco de Esquerda, a lei que regula a situação jurídica das pessoas em "união sexual fortuita, independentemente do sexo". Foi um debate agitado na Assembleia; esquerda e direita acabaram divididas; PSD e CDS votaram contra. Os social-democratas acusaram os socialistas de querer "regulamentar a liberdade de convivência sexual, inscrita na Constituição". Já os socialistas censuram o "conservadorismo desta direita atávica", cega a "realidades sociais em emergência como a união sexual fortuita".
O facto mais surpreendente foi todavia a abstenção de cinco deputados do PS, liderados por Vitalino José Seguro, que apresentaram uma declaração de voto contra "a descaracterização e bloquização do código genético do PS". Nas galerias na Assembleia, alguns casais em "união sexual fortuita" pelo menos desde a véspera também assistiram ao debate. Saíram satisfeitos. "Já não somos párias sociais. Temos mais regras e deveres, mas mais liberdade."

 

Sónia Catarina Mendes disse ao i que "há cada vez mais pessoas a escolher a união sexual fortuita como forma de vida: achamos que o poder político não pode ignorar o que se passa na sociedade". Sobre as medidas da lei, a deputada referiu: "Queremos pôr cobro ao actual vazio legal, atribuindo direitos a estas pessoas, sobretudo às mulheres, muitas vezes vítimas de ludíbrios e falsas promessas." Sandra Drago, deputada do Bloco de Esquerda, concorda. "As uniões sexuais fortuitas têm aumentado no nosso país, devido à abertura nos costumes, mas há problemas que o legislador tem de acautelar - gente que não telefona no dia seguinte, que não partilha despesas com hotéis, etc."
A lei que irá ser agora enviada para a promulgação de Cavaco Silva estabelece medidas para dar mais "justiça" e "transparência" às "uniões sexuais fortuitas". A partir de agora, antes de começarem uma "união sexual fortuita" as pessoas serão obrigadas a fazer uma declaração de intenções, por escrito. As questões patrimoniais também são tidas em consideração. Se uma das partes da "união sexual fortuita" não contactar a outra nos dois dias seguintes ao início da "união", objectos ou haveres esquecidos na residência de uma delas passarão automaticamente para a propriedade da vítima.
Recordemos que a lei sobre as "uniões sexuais fortuitas" vem na sequência de outras leis "de costumes" aprovadas pelo PS neste fim de legislatura: educação sexual no pré-escolar, lei da coabitação temporária e o novo regime das escapadelas ao almoço. Leis que o PS optou por agrupar neste Verão antes eleições de 27 de Setembro.

 

Via ionline

 

Não fosse estarmos no mês de Agosto e os deputados estarem todos a banhos e bem longe da assembleia e acrediatavamos que o texto era real.



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Terça-feira, 28.07.09

 Se não for pedir muito, espero que quando (ou se) o vírus da gripe me apanhar, isso me dê jeito para alguma coisa. Pelo menos tanto como deu à Dona Manuela Ferreira Leite.

Não é por nada... mas eu também detesto aturar bêbados, além de que para me rir com anedotas fascistas, tenho em casa os DVDs da série “Allo! Allo!”, na qual os comediantes fazem rir porque querem fazer rir... e são inteligentes, o que faz toda a diferença.

Via Anovis Anophelis que por sua vez o tirou de aqui http://samuel-cantigueiro.blogspot.com



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Sexta-feira, 17.07.09

 

Alberto João Jardim, depois do seu disparate, tentou emendar a mão: «o que eu digo é que se na constituição está inscrito que não poder haver um regime fascista, também devia ficar contemplado o impedimento de um regime totalitário comunista», explicando que não quer proibir partidos comunistas.

Ou seja, Jardim quer alterar uma Constituição que desconhece. O que a Constituição diz, sobre esta matéria, no seu artigo 46º, é que “não são consentidas associações armadas nem de tipo militar, militarizadas ou paramilitares, nem organizações racistas ou que perfilhem a ideologia fascista“. Não proibe um regime fascista nem qualquer outro, porque tal seria redundante em relação a todo resto da Constiuição, que define o regime democrático em que vivemos. Mesmo para montar, em vesperas de Chão da Lagoa, o circo do costume, não seria mau que Jardim soubesse do que fala.

 

Via Arrastão



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