Sexta-feira, 17.12.10

 

 

Letra

 

Quando veio, mostrou-me as mãos vazias 
as mãos como os meus dias 
tão leves e banais. 
e pediu-me que lhe levasse o medo, 
eu disse-lhe um segredo: 
"não partas nunca mais". 
E dançou, 
rodou no chão molhado, 
num beijo apertado 
de barco contra o cais. 
E uma asa voa 
a cada beijo teu, 
esta noite 
sou dono do céu, 
e eu não sei quem te perdeu. 
Abraçou-me 
como se abraça o tempo, 
a vida num momento 
em gestos nunca iguais. 
e parou, 
cantou contra o meu peito 
num beijo imperfeito 
roubado nos umbrais. 
E partiu, 
sem me dizer o nome, 
levando-me o perfume 
de tantas noites mais. 
E uma asa voa 
a cada beijo teu, 
esta noite 
sou dono do céu 
e eu não sei quem te perdeu.

 

 



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Segunda-feira, 13.12.10

 

 

Letra

Vesti a luz do teu nome
E chamei-te pela noite,
Entraste no meu sono
Como o luar entra na fonte.
Trazes estórias e proezas
Dizes que tens tanto pr'a me dar,
Deixas sombras, incertezas,
E partes sem nunca me levar.

E de repente
Um mar sozinho,
Ninguém na margem
Ninguém no caminho,
Tão frio.
E o teu beijo
Mata-me a distância,
Ninguém tão perto
Pode o que o beijo alcança,
E o meu corpo chora
Quando o teu vai embora,
Porque o teu mundo

É tão longe,
Tão longe,
Pode o céu ser tão longe.
Tão longe,
Tão longe,
Se a tua voz vive em mim.


Vesti a luz do teu nome
E chamei-te pela noite,
Entraste no meu sono
Como o luar entra na fonte.
Trazes estórias e proezas
Dizes que tens tanto pr'a me dar,
Deixas sombras, incertezas,
E partes sem nunca me levar.

E de repente
Um mar sozinho,
Ninguém na margem
Ninguém no caminho,
Tão frio.
E o teu beijo
Mata-me a distância,
Ninguém tão perto
Pode o que o beijo alcança,
E o meu corpo chora
Quando o teu vai embora,
Porque o teu mundo

É tão longe,
Tão longe,
Pode o céu ser tão longe.
Tão longe,
Tão longe,
Se a tua voz vive em mim.

Há um deserto que fica,
Sou um capitão sem barco,
E quando vens pela bruma
Acendem-se estrelas no quarto.
E dizes:
"Trago a luz das sereias,
Trago o canto da tempestade".
E como o vento na areia
Deitas-te em mim feita metade.

E de repente
Um mar sozinho,
Ninguém na margem
Ninguém no caminho,
Tão frio.
E o teu beijo
Mata-me a distância
Ninguém tão perto
Pode o que o beijo alcança,
E o meu corpo chora
Quando o teu vai embora,
Porque o teu mundo


É tão longe,
Tão longe
Pode o céu ser tão longe.
Tão longe,
Tão longe
Se a tua voz vive em mim.

 

 



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Terça-feira, 07.09.10

Letra

À noite,

Há fadas pelo céu,

Gigantes como eu,

Cuidado!

Há sombras na janela,

Peter Pan dança na estrela,

Não acordes na viagem.

Conta-me uma história

De tesouros e luar,

És capitão da Areia,

E pirata de Alto Mar

Agora,

As cortinas têm rostos,

São fantasmas bem-dispostos,

Cuidado!

O Super-homem está a caminho,

Traz o Panda e o Soldadinho,

Fecha os olhos e verás.

Às vezes

Há dragões que têm medo

E é esse o seu segredo,

Cuidado!

Vivem debaixo da cama,

Brincam com o Homem-aranha,

Vais levá-los no teu sono.

Conta-me uma história

De tesouros e luar,

És capitão da areia,

E pirata de alto mar

Conta-me uma história

Onde eu entro devagar,

És capitão da areia

Diz-me onde me vais levar



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Segunda-feira, 21.06.10

Letra
Há bombas em Belfast e em Beirute
É preciso afinar o azimute

E eu e tu o que é que temos que Fazer?
(Talvez Foder)
(Talvez Foder)
(2X)

Há mortos na Palestina
E há feridos em Israel
Conversações que não saem do papel

E eu e tu o que é que temos que Fazer?
(Talvez Foder)
(Talvez Foder)
(2X)

Porque o que eu quero é
O teu corpo e o teu sexo
(4X)

Há snipers em Sarajevo
E há fome em Bombaim
Guerra civil sem vergonha nem Fim

E eu e tu o que é que temos que Fazer?
(Talvez Foder)
(Talvez Foder)
(2X)

Há fascistas em Berlim e em Moscovo
É o discurso que de velho se faz novo

E eu e tu o que é que temos que Fazer?
(Talvez Foder)
(Talvez Foder)
(2X)

Porque o que eu quero é
O teu corpo e o teu sexo
(4X)

E eu e tu o que é que temos que Fazer?
(Talvez Foder)
(Talvez Foder)
(6X)

E nós todos o que é que temos que Fazer?
(Talvez Foder)
(Talvez Foder)



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Sexta-feira, 18.06.10

Letra
Já vai alta a noite, vejo o negro do céu,
deitado na areia, o teu corpo e o meu.
Viajo com as mãos por entre as montanhas e os rios,
e sinto nos meus lábios os teus doces e frios.
E voas sobre o mar, com as asas que eu te dou,
e dizes-me a cantar: "É assim que eu sou",
olhar para ti e ver o que eu vejo,
olhar-te nos olhos com olhares de desejo, 
olhar para ti e ver o que eu vejo,
olhar-te nos olhos com olhares de desejo,
eu não tenho nada mais p'ra te dar,
esta vida são dois dias,
e um é para acordar,
das histórias de encantar,
das histórias de encantar.
Viagens que se perdem no tempo,
viagens sem princípio nem fim,
beijos entregues ao vento,
e amor em mares de cetim.
Gestos que riscam o ar,
e olhares que trazem solidão,
pedras e praias e o céu a bailar,
e os corpos que fogem do chão.
Refrão



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Quinta-feira, 17.06.10

Letra
Mais um dia que acaba e a cidade parece dormir
Da janela vejo a luz que bate no chão e penso em te possuir
Noite após noite ha ja muito tempo saio sem saber para onde vou
Chamam por ti na sombra das ruas mas só a lua sabe quem eu sou
Lua Lua
Eu quero ver o teu brilhar
Lua Lua Lua
Eu quero ver o teu sorrir
Leva-me contigo mostra-me onde estás
É que um dia o castigo é viver assim sem luz nem paz
Sozinho com o peso do caminho que se fez para tráz
Lua
Eu quero ver o teu brilhar
Lua
Nua Lua
Homens d chapéu e cigarros compridos vagueiam pelas ruas com olhares cheios de nada
Mulheres meio despidas enconstadas a parede fazem-me sinais que finjo nao entender
Loucas são as noites
Que passo sem dormir 
Loucas são as noites
Os bares estao fechados já não há onde beber 
Este silêncio escuro nao me deixa adormecer
Loucas são as noites
Levam contigo mostra-me onde estás 
É que um dia o castigo é viver assim sem nos lembrarmos
Sozinho com o peso do caminho que se fez para tráz
Lua
Eu quero ver o teu brilhar
Lua
Nua Lua
Não há saudade sem regresso
Não há noites sem madrugada
Ouvesse ao longe as guitarras nas quais vou partir
Na neve construo a minha estrada
Loucas são as noites que passo sem dormir
Loucas são as noites
Loucas são as noites que passo sem dormir
Loucas são as noites



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Quarta-feira, 16.06.10

 

Letra
Já não como há cinco dias
não durmo há mais de um mês,
desde que te conheci
a minha vida é como vês.
Passo os dias a pensar
não sei o que fazer,
eu nem quero acreditar
no que me foi acontecer.
Só queria estar sozinho
e não pensar mais em amor,
sempre que conheço alguém
fico de mal a pior.
Li no "Metro" o teu anúncio,
de carácter pessoal
limitavas-te a dizer...

Curioso como sou
apressei-me a responder,
só para te perguntar
o que é que isso quer dizer. 
Guardei o jornal no bolso
para te falar depois,
mas decorei o teu número
937812.
Liguei-te às seis da tarde,
devias estar a acordar,
essa voz rouca e quente
num suave murmurar.
Fiquei quase sem fala,
estive mesmo a desligar
do outro lado dizias...

Socorro!! Estou a apaixonar-me
É impossível resistir a tanto charme.

Foste-me buscar de carro
levaste-me à beira-mar,
nas tuas mãos a 4L
mais parece um Jaguar!
Sentados na esplanada
a tomar um cimbalino,
foi então que percebi
essa coisa do destino.
Nesse dia aconteceu
nunca mais vou esquecer
- o mar, o sol, o céu, a praia -
todo um mundo de prazer,
acendes um cigarro
afagas-me o cabelo,
disseste então assim...

Não percebo o que é que queres,
nem o que estás a dizer,
só sei que tu consegues
mostrar o que é ser mulher,
quando nós nos separamos
não nos vimos por um mês,
trinta dias a pensar
em te ter mais uma vez.
Depois vi-te na Indústria
a dançar ao som do Prince
senti-me devorado
pelo teu olhar de lince.
Com ar discreto e decidido
chegaste-te ao pé de mim,
sussurraste-me ao ouvido...

Refrão

Encontrei-te então na baixa
(sem nada que o justifique)
ali ficámos toda a tarde
nos sofás do Magestic,
Falaste-me do mundo
d'outras terras e lugares,
mostraste-me perfumes
de oceanos e mares.
Ali sentado viajei,
ali p'ra sempre quis ficar,

contigo perto dos olhos
os lábios quase a beijar.
Falaste da cidade,
casas, ruas e pessoas
e disseste sem vaidade...

Tenho ouvido muita coisa
mas nunca tão bela assim,
seduzir e encantar,
são coisas novas p'ra mim.
O que eu gosto mais contigo
(se queres saber o que eu acho)
é que consigo ser homem,
sem dar uma de macho.
Já não como há cinco dias,
não durmo há mais de um mês,
desde que te conheci
a minha vida é como vês.
Passo os dias a pensar
já não sei o que fazer
eu nem quero acreditar
no que me foi acontecer.

Refrão (2X)

 



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Segunda-feira, 08.03.10

 



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Sexta-feira, 05.03.10

 

Letra

 

 

Eu tenho o tempo,
Tu tens o chão,
Tens as palavras
Entre a luz e a escuridão.
Eu tenho a noite,
E tu tens a dor,
Tens o silêncio
Que por dentro sei de cor.

E eu, e tu, 
Perdidos e sós,
Amantes distantes,
Que nunca caiam as pontes entre nós.

Eu tenho o medo,
Tu tens a paz,
Tens a loucura que a manhã ainda te traz.
Eu tenho a terra,
Tu tens as mãos,
Tens o desejo que bata em nós um coração.

E eu, e tu, 
Perdidos e sós,
Amantes distantes,
Que nunca caiam as pontes entre nós.

 

 



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Segunda-feira, 08.02.10

 

Há momentos unicos.... fartei-me de rir. 



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Quarta-feira, 21.10.09



Letra

 

Frio,
o mar
Por entre o corpo
Fraco de lutar.
Quente,
O chão
Onde te estendo
E te levo a razão.
Longa a noite
E só o sol
Quebra o silêncio,
Madrugada de cristal.
Leve, lento, nú, fiel
E este vento
Que te navega na pele.
E Pedes-me a paz
Dou-te o mundo
Louco, livre assim sou eu
(Um pouco mais...)
Solta-te a voz lá do fundo,
Grita, mostra-me a cor do céu.
Se eu fosse um dia o teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém.
Se eu fosse um dia o teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém.
Sangue,
Ardente,
Fermenta e torna aos
Dedos de papel.
Luz,
Dormente,
Suavemente pinta o teu rosto a
pincel.
Largo a espera,
E sigo o sul,
Perco a quimera
Meu anjo azul.
Fica, forte, sê amada,
Quero que saibas
Que ainda não te disse nada.
Pede-me a paz
Dou-te o mundo
Louco, livre assim sou eu
(Um pouco mais...)
Solta-te a voz lá do fundo,
Grita, mostra-me a cor do céu.
Se eu fosse um dia o teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém.
Se eu fosse um dia o teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém.



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Sábado, 22.08.09



Letra

 

pedro abrunhosa

Composição: Pedro Abrunhosa

Uma espécie de céu
Um pedaço de mar
Uma mão que doeu
Um dia devagar
Um Domingo perfeito
Uma toalha no chão
Um caminho cansado
Um traço de avião
Uma sombra sozinha
Uma luz inquieta
Um desvio na rua
Uma voz de poeta
Uma garrafa vazia
Um cinzeiro apagado
Um hotel na esquina
Um sono acordado
Um secreto adeus
Um café a fechar
Um aviso na porta
Um bilhete no ar
Uma praça aberta
Uma rua perdida
Uma noite encantada
Para o resto da vida

(Refrão)
Pedes-me um momento
Agarras as palavras
Escondes-te no tempo
Porque o tempo tem asas
Levas a cidade
Solta me o cabelo
Perdes-te comigo
Porque o mundo é o momento
(repete)

Uma estrada infinita
Um anuncio discreto
Uma curva fechada
Um poema deserto
Uma cidade distante
Um vestido molhado
Uma chuva divina
Um desejo apertado
Uma noite esquecida
Uma praia qualquer
Um suspiro escondido
Numa pele de mulher
Um encontro em segredo
Uma duna ancorada
Dois corpos despidos
Abraçados no nada
Uma estrela cadente
Um olhar que se afasta
Um choro escondido
Quando um beijo não basta
Um semáforo aberto
Um adeus para sempre
Uma ferida que dói
Não por fora, por dentro


(Repete o refrão 2x)

 



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Terça-feira, 23.06.09


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