Quarta-feira, 01.08.12

Sexo só com preliminares

Beijos ardentes, sexo oral, olho no olho, toques intensos. Estas e muitas outras ações ajudam os parceiros a atingirem o tão almejado objetivo da relação sexual: o orgasmo. Só que existem casais que quando chegam bem pertinho do ápice do prazer, recuam.

 

Sabe por quê? Porque querem fazer seus casamentos durarem mais.

 

Nos Estados Unidos, muitas pessoas casadas têm aderido a uma técnica batizada deKarezza, cujo objetivo é abrir mão do orgasmo para focar apenas na troca de carinhos durante a relação sexual. O nome da prática deriva da palavra italiana carezza (que significa carinho) e prega o sexo como forma de vínculo afetivo e não de busca pelo clímax do prazer.

 

A técnica foi inventada por Dra. Alice Bunker Stockham, uma obstetra de Chicago, em 1896. Karezza tinha, entre outros objetivos, controlar a natalidade e satisfazer homens e mulheres. Hoje é vista pelos médicos como uma alternativa natural ao Viagra e uma cura para a falta de desejo das mulheres.

 

Com relação à possibilidade de reduzir o orgasmo para ampliar a duração do casamento, Dra. Sylvia Faria Marzano, urologista, terapeuta familiar, de casal e sexual, faz ressalvas. Ela defende que a possibilidade de salvação do enlace não está em buscar ou não o orgasmo e sim em tudo o mais que a ‘técnica’ propõe: mais carícias, mais tempo com o outro, troca de energia com a respiração, penetração compassada (sem ter o objetivo de terminar rápido), deixar o outro sentir seu desejo etc.

 

"A conjugalidade se vê ameaçada nos casais que esquecem, ou desconhecem, que precisam de um tempo para os dois. ‘Bater o cartão’ só para não ‘passar em branco’ pode contribuir para o desgasta da relação", argumenta. "Um lado ficará descontente e a falta de assertividade, com medo de ferir, atrapalhará a vida do casal. E veja que isso não tem a ver com a questão de não ter orgasmo!"

 

A terapeuta não acredita que o fim do orgasmo contribua para a felicidade do casal. O fato, segundo ela, é que a técnica incentiva o casal a ter mais tempo junto, a namorar depois de um relacionamento mais prolongado. Na Karezza, durante o ato sexual, os parceiros se permitem namorar sem obrigatoriamente deitar numa cama e depender de números de orgasmos para se sentirem com uma ótima performance sexual.

 

"Os homens costumam achar - e isso é cultural - que precisam ‘fazer com que’ a parceira tenha pelo menos um orgasmo em cada relação.

 

Costumo explicar que não compete a ele ‘dar orgasmo à mulher’. Muitas circunstâncias estão envolvidas para uma mulher se entregar e ter um orgasmo. E uma delas é ela querer senti-lo", explica Dra. Sylvia.

 

Em entrevista ao jornal "Daily Mail", a terapeuta americana Deb Feintech disse que os mais interessados pela técnica são os homens, uma vez que as mulheres têm mais dificuldade em chegar ao clímax do que seus parceiros. Mas se esta foi uma boa saída encontrada pelos americanos para salvar o casamento, para os brasileiros talvez não seja. Dra. Sylvia, por exemplo, diz não acreditar em sexo sem orgasmo.


"O casal pode ter muita troca de carinhos dentro e fora da cama, muita cumplicidade, muito aquecimento e também ter o orgasmo", pensa. "Esse orgasmo que tanto falamos depende de um aprendizado que vai melhorando conforme as experiências boas ou ruins, a leitura sobre o assunto e o conhecimento do outro e de si próprio. Quais as suas expectativas? Qual o caminho para chegar lá? É o preparo para estarem juntos. Isso tudo é como uma ciência, requer tempo e vontade de saber mais", finaliza.

 

Retirado de Vila Mulher



publicado por olhar para o mundo às 14:34 | link do post | comentar

Sexta-feira, 11.11.11

 

Orgasmos prematuros

 

Segundo a sabedoria convencional, são os homens que tendem a problemas como ejaculação precoce, enquanto as mulheres sofrem mais com o fato de nem sempre terem um orgasmo.

 

 

Mas nem tudo é como parece: sim, as mulheres também podem sofrer do problema de ter um orgasmo muito cedo durante o sexo.

 

De acordo com um novo estudo, uma pequena porcentagem de mulheres também tem orgasmo prematuro.

A pesquisa, feita com mulheres portuguesas, descobriu que 40% delas ocasionalmente chegaram ao orgasmo mais rápido do que pretendiam durante o sexo. Para cerca de 3% das mulheres, o problema era crônico.

 

“Para esse grupo, o orgasmo prematuro é mais do que um incômodo”, disse o pesquisador Serafim Carvalho. “Achamos que seja tão grave quanto o sofrimento que é para os homens”.

 

Tradicionalmente, as disfunções sexuais femininas não recebem a mesma atenção que as masculinas, e o orgasmo precoce não é nenhuma exceção.

 

Enquanto a ejaculação precoce nos homens é uma disfunção sexual oficial, listada em manuais de referência para a medicina, não há tal categoria para um orgasmo incontrolável para as mulheres.

 

Para saber se a experiência do orgasmo precoce atingia as mulheres, Carvalho e seus colegas enviaram um questionário a uma amostra geral de mulheres portuguesas com idades entre 18 e 45 anos.

 

O questionário perguntava sobre a frequência de orgasmos prematuros, se as mulheres já sentiram uma perda de controle sobre o momento do orgasmo, e se sentiam angústia sobre o assunto. As mulheres também foram questionadas sobre sua satisfação com seus relacionamentos.

Pouco mais de 60%, ou 510 mulheres, responderam a pesquisa online. Destas, 40% já tinham experimentado um orgasmo mais cedo do que tinham desejado em algum momento de suas vidas.

 

Outras 14% relataram orgasmos prematuros mais frequentes. Estes 14% são casos “prováveis” que podem exigir atenção clínica.

Outras 3,3% preencheram os critérios para ter uma disfunção devido ao orgasmo prematuro. Os pesquisadores não encontraram nenhuma ligação entre orgasmo prematuro e satisfação no relacionamento.

 

Na pesquisa, uma mulher descreveu seu desconforto com seus orgasmos rápidos como semelhante ao que um homem pode sentir, no caso da ejaculação precoce: “Eu me sinto da mesma forma que os homens devem se sentir sobre a ejaculação prematura e não vejo qualquer diferença – eu termino muito rapidamente, enquanto meu namorado não tem a chance de terminar, e isso está realmente começando a me incomodar. Uma vez que já atingi o orgasmo, acho desconfortável continuar, mudo de humor, e ele acaba perdendo seu orgasmo, o que me deixa mal”.

 

Enquanto os orgasmos prematuros podem causar muito estresse, a incapacidade de ter um orgasmo ainda é provavelmente um problema mais amplo entre as mulheres. Um estudo de 2010 com mulheres norte-americanas descobriu que problemas para ter orgasmo é a queixa mais comum sexual entre mulheres, com 54% delas relatando esse problema.

 

O novo estudo é preliminar, e mais pesquisa com um grupo maior de mulheres é necessária para determinar a extensão do orgasmo prematuro para o sexo feminino. Mas as mulheres que tem orgasmo rápido demais não deveriam ter medo de falar sobre isso com um médico, pois, na maioria dos casos, este não é um problema sério.

 

Via HypeScience



publicado por olhar para o mundo às 19:59 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 21.10.11
60 das mulheres fingem orgasmos


Você alguma vez já fingiu um orgasmo? Ou conhece alguém que já fez isso? Pois saiba que essa atitude não é nada incomum. Segundo pesquisa realizada pela Temple University, aproximadamente 60% das mulheres já revelaram terem falsificado o orgasmo durante a relação sexual.

 

 Foram entrevistadas 366 mulheres com idades entre 18 e 32 anos.

 

Muitas das mulheres apontaram o medo da intimidade, insegurança sobre o funcionamento sexual de seus corpos ou vontade de terminar logo o ato sexual como motivos para fingir orgasmos. Em entrevista ao site LiveScience, o responsável pela pesquisa, Erin Cooper, citou outro dado alarmante: uma pequena parcela das mulheres alegaram que o fingimento pode melhorar a sua própria experiência sexual, para aumentar a própria excitação.

 

Analisando a pesquisa, a Dra. Sylvia Faria Marzano, urologista e terapeuta sexual, de família e casais, diz que nessa porcentagem deve haver mulheres que não simulam orgasmo apenas por estes motivos. "Cerca de 50% do público feminino têm problemas com orgasmo. Não acredito que todas essas entrevistadas fingem. Talvez não tenham orgasmo e pronto", pensa.

 

A especialista também afirma que a mulher finge por não querer decepcionar o parceiro, já que, na nossa cultura, os homens são responsáveis pelo orgasmo feminino e a ausência dele torna a relação sexual insatisfatória. "Isso faz com que a mulher não se sinta à vontade de falar para o seu parceiro que não atingiu o clímax. Logo, se ela fingir ao final do ato, não precisa discutir sobre o assunto. 

 

Dialogar seria o ideal, mas não é o que ocorre normalmente. "Com medo de perder o parceiro, a mulher pode ser expert e tornar o fingimento um hábito. Ela pode fazer isso na expectativa de que um dia essa situação mudará. Porém, esse ato, quando corriqueiro, acarreta uma sensação de menos valia e de baixa autoestima", alerta. 

 

Além do erro de o homem achar que tem a obrigação de fazer a parceira sentir orgasmo há ainda a falta de autoconhecimento da mulher. "Muitos homens chegam em pânico ao consultório, por não conseguir ‘satisfazer’ suas parceiras. Na verdade, como eles podem levá-las ao orgasmo sem que elas conheçam o próprio corpo, se permitam ter prazer? Antes de esperar do homem, a mulher necessita se conhecer, se explorar para saber quais são suas sensações e, assim, ensinar ao parceiro como ‘ajudá-la’ a chegar ao clímax", comenta Dra. Sylvia.

 

Outro mito está no fato de a mulher sempre relacionar a penetração com o orgasmo, mesmo que ela alcance o clímax em outras oportunidades. "Nos dias em que ela não está apta a se colocar por inteiro na relação, mesmo sentindo prazer e não tendo orgasmo, ela pode fingir para agradar o parceiro ou para ‘acabar logo com isso’. Acho importante saber e aceitar que nem sempre é necessário um orgasmo na relação sexual", diz a terapeuta. 

 

Uma orientação da Dra. Sylvia para a mulher deixar de fingir é buscar ajuda para se autoconhecer. "O que está ocorrendo com o relacionamento para que haja este fingimento? Você já teve orgasmo ou tem em outras ocasiões (na masturbação, por exemplo)? Como é que ocorre um relacionamento sexual do casal? Faça uma avaliação do que gostaria e de como ocorre atualmente e busque ajuda profissional" , finaliza.

 

Via Vila Mulher



publicado por olhar para o mundo às 13:31 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Segunda-feira, 12.09.11
De onde vem o orgasmo?

 

Há 40 anos, biólogos evolucionistas tentam responder a essa questão. Em geral, os pesquisadores giram em torno de duas hipóteses: assim como o masculino, o orgasmo das mulheres serviria para estimular o sexo e, portanto, a reprodução e a outra linha diz que o orgasmo delas seria um subproduto do masculino. A mesma ideia que explica por que homens têm mamilos, que não servem para nada. Eles são tão importantes para as mulheres que a natureza “achou” melhor equipar os a todos com eles, não houve pressão ecológica para que os mamilos não existissem nos dois sexos. 


A pergunta é complexa. Para tentar mais uma vez clarear a dúvida, pesquisadores da Universidade de Queensland (Austrália) e Turku (Finlândia) realizaram uma pesquisa com 10 mil gêmeos e irmãos comuns. Se o orgasmo das mulheres for só um subproduto, eles acham que os mesmos genes estariam envolvidos na sensação em ambos os sexos. Se o resultado com irmãos mostrar que eles são mais parecidos entre si do que não parentes, a característica estudada tem grandes chances estar relacionada aos mesmos genes. 

Os pesquisadores tentaram medir o que chamaram de “orgasmabilidade”, que seria a suscetibilidade de sentir um orgasmo. O questionário perguntava aos homens sobre o momento do orgasmo e, à elas, a pergunta era sobre a frequência e facilidade com que tinham a sensação. 

Os resultados mostraram que gêmeos idênticos do mesmo sexo tinham mais semelhança do que os não-idênticos do mesmo sexo, o que evidenciaria o papel dos genes e a ideia de que é um subproduto masculino. No entanto, para contrariar essa hipótese, os pesquisadores viram que os gêmeos e irmãos de sexos opostos não tinham semelhanças na “orgasmabilidade”.

 

Esses resultados sugerem que os genes que influenciam o orgasmo em homens e mulheres são diferentes. A função e o caminho percorridos pelo orgasmo nos dois sexos, também. E a ideia do subproduto estaria errada. Apesar das evidências, quem defende a ideia do subproduto, diz que a pesquisa deveria ter avaliado os critérios em homens e mulheres. O estudo não apresenta nenhum resultado conclusivo, só aprofunda o debate entre pesquisadores. A única certeza é que o orgasmo feminino é ainda uma questão complexa e misteriosa. 

 

Via Revista Galileu



publicado por olhar para o mundo às 08:58 | link do post | comentar

Sexta-feira, 02.09.11

Posições para o orgsmo

 

A busca pelo orgasmo vai muito além de encontrar posições de sexo ideais. O relacionamento com o parceiro é peça importante para que se possa cultivar o desejo e, com a excitação no limite, chegar ao clímax.

 

O sexologista João Luis Borzino, da Clínica Sexualidade e Vida, de São Paulo, explica que o orgasmo é função do desejo e que sim, uma mulher precisa de motivos para desejar.

 

"Tudo na vida tem mais graça quando apresenta um clímax. O mesmo acontece com um filme, uma novela. Quando falta clímax, perdemos a vontade de ler ou continuar assistindo. O princípio é o mesmo quando se trata de sexo".

E quando o clímax não rola, a culpa é de quem? João Luis explica que a responsabilidade pelo orgasmo é individual e resultado é certo quando há entrega às fantasias. "Ninguém consegue fazer outra pessoa chegar ao orgasmo. É preciso se permitir o desfrute dos momentos de prazer com o outro".

 

Mas é lógico que há uma enorme confusão quanto ao assunto. "Os homens carregam o orgasmo feminino como um troféu. As mulheres, quando reprimidas, não desfrutam sua sexualidade de maneira absoluta, vivenciando tabus e preconceitos que as impedem de aprender a ter prazer e, assim, atingir ao clímax", explica o médico.



publicado por olhar para o mundo às 20:29 | link do post | comentar | ver comentários (6)

Domingo, 10.07.11

Em busca do Orgasmo

 

A descrição é quase sempre a mesma: a mulher atinge um pico de excitação, contrai o corpo e depois relaxa, como se estivesse numa montanha russa. Quem já atingiu um orgasmo, sabe o que essas palavras significam.

 

A anorgasmia pode ser de três tipos: primária, secundária e situacional. A primária corresponde à mulher que nunca teve um orgasmo na vida, nem com parceiro e nem commasturbação. A secundária é quando a mulher passa a não ter mais orgasmos por conta de algum evento: morte de ente querido, vaginismo, traumas. "E a situacional é quando a mulher atinge o orgasmo em determinados momentos. Ela pode ter prazer com um parceiro e com outro não", explica a psicóloga e terapeuta sexual, Imacolada Marino Tozo. E garante: "93% das mulheres que já passarem pelo meu consultório não atingem o orgasmo por questões emocionais."

 Porém, algumas mulheres não sabem o que é isso - ou não se conseguem mais viver esta sensação... é a chamada 

A terapeuta conta que os índices de anorgasmia são encontrados em mulheres na faixa que vai dos 15 aos 25 anos. "A falta de orgasmo se deve nem tanto à idade, mas à inexperiência, à falta de conhecimento do próprio corpo, do toque para conhecer as próprias zonas erógenas. As mulheres não são educadas para isso, diferente dos homens, que desde meninos são instigados a ir atrás das mulheres, a se tocar", comenta a terapeuta.

anorgasmia

Para a saúde, a falta de orgasmo não traz consequências negativas, mas para a qualidade de vida sim. "Cada caso é um caso, mas mulher anorgásmica costuma se sentir inferiorizada. Para reverter o quadro, antes de mais nada, é necessário se informar sobre o assunto. Se for uma anorgasmia secundária, deve tentar descobrir qual fato deu origem ao problema. Sem contar que a ajuda de um terapeuta sexual é sempre importante", diz Dra. Imacolada.

, ou seja, 

A grande confusão que as mulheres fazem é em relação à intensidade do orgasmo. "O que uma mulher sente é diferente do que a irmã e a mãe dela sentem. Parece que o orgasmo da vizinha é sempre melhor do que o dela. Há muita fantasia em cima do tema e, muitas vezes, essas mesmas mulheres têm o orgasmo e não sabem nomeá-lo. Por serem inibidas demais, duvidam da própria capacidade de sentir prazer", conta Dra. Imacolada.

ausência de orgasmo

E continua: "A qualidade do orgasmo varia de mulher para mulher. Tudo depende das expectativas e do grau de exigência que ela tem. E elas nem sabem que são multiorgásmicas, ou seja, que podem ter mais de um orgasmo em um curto espaço de tempo. Diferente dos homens, que precisam de um tempo bem maior para ter uma nova ereção."

.

Conforme a terapeuta, às vezes a preocupação em atingir o clímax do prazer é tão grande que ela se esquece de curtir o parceiro, a relação em si. "Para atingir o orgasmo a mulher precisa ter confiança, se entrega para o outro e desencanar. A ansiedade pelo orgasmo pode atrapalhar a relação sexual. Conhecendo o próprio corpo, ela consegue atingir o orgasmo", afirma.

 

Ela acha ainda que a visão da sexualidade nos dias de hoje pode ajudar a mudar este quadro. "a quantidade de mulheres anorgásmicas vai diminuir sim, mas por conta da liberdade que hoje elas têm para se expressar, de buscar ajuda, caso não atinja o orgasmo. Os homens começaram a ver com menos discriminação essas questões femininas".

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 23:49 | link do post | comentar

Segunda-feira, 27.06.11
Editora Globo

Só consigo chegar ao orgasmo sozinha, me masturbando. Como fazer para ter orgasmos também durante a relação sexual? – Adriana Figueiredo, de Parati (RJ)

 

Muitas mulheres se queixam de só conseguir ter orgasmos sozinhas. Mas quando pergunto a elas se costumam se tocar durante a relação sexual, a resposta é quase sempre “não”. Em seguida pergunto por que não se tocam, e elas justificam que é porque sentem vergonha dos parceiros. Acreditam que são obrigada a ter orgasmo pura e simplesmente com a penetração. É possível que este orgasmo aconteça? Sim. Contudo, precisamos de treino.


A dica é de que se toque sem medo e sem vergonha diante do seu parceiro. Proponha que ele a toque durante a penetração. Conversem bastante sobre o que é a vivência do sexo para vocês. Com certeza ele estará disponível a modificar o que é importante para que você também tenha seu orgasmo. 

Muitas mulheres aprendem a ter orgasmo clitoriano pelo simples fato de ser o local que podemos tocar durante o processo de aprendizagem e de auto-exploração corporal. Focamos no contato com a vulva e, basicamente, no clitóris. A parede vaginal é pouco explorada. Por causa disso, não aprendemos a ter orgasmos vaginais. 

Você tem todas as chances do mundo de ter seu orgasmo vaginal desde que modifique algumas coisas no relacionamento: 1) falando com o seu parceiro e explicando o que a estimula e 2) tocando-se junto dele. Se isso for muito complicado para você, busque ajuda em terapia de casal para que possam sentir-se bem e ter uma vida sexual melhor, ou seja, na qual os dois têm prazer.  

 

Via Marie Claire



publicado por olhar para o mundo às 19:40 | link do post | comentar

Domingo, 19.06.11

12 Segredos para melhores orgasmos femininos

 

Muitas andam tristes, pois acham que tem problemas para atingir o orgasmo. Algumas até sentemobrigadas a fingir na cama. Mas isso pode ser apenas questão de deixar as pressões de lado e utilizar a técnica certa. Aprenda aqui algumas infalíveis, sem injeções no ponto G ou implantar um chip, que envolvem conhecer os músculos, treinar o corpo facilmente, etc. Mas lembre-se, se você é brasileira, já é um bom começo

Tratamento faz mulher ter orgasmos por horas

1. Acerte os pontos quentes

Uma posição de fricção pode ajudar você a chegar ao orgasmo durante a relação. A mulher deve ficar acima para que o clitóris toque o osso pubiano do parceiro. Ou ela deve deitar-se de costas com um travesseiro sobre as nádegas. Elas podem até tentar utilizar um vibrador durante a relação, diz a Ph.D Laura Berman, professora de obstetrícia da Northwestern University (EUA).

- 9 Surpreendentes razões pelas quais você não tem feito sexo

2. Diga como se faz

“Os homens querem instruções”, disse Laura. Ela deve dizer se ele está no caminho certo, seja falando que está ótimo ou gemendo.

3. Aprenda sobre si

Você não pode dizer como se faz se você não sabe o que a excita. “Para fazer um treinamento corporal para ser orgástica, você deve masturbar-se”, disse Danielle Cavallucci, uma treinadora sexual da empresa de informações sexuais Sexuality Source.

4. Exercite a musculatura do orgasmo

“Os exercícios de Kegel são os clássicos para as mulheres que querem transformar orgasmos fracos em fabulosos”, disse a educadora sexual Dorian Solot. Para localizar esta musculatura na pélvis você deve parar, durante o ato de urinar, nomeio do caminho. Então os exercite enrijecendo-os e soltando (quando você não estiver urinando). Faça isso todos os dias, várias vezes ao dia. Não se esqueça de continuar respirando enquanto aperta a musculatura.

6 Maneiras de melhorar a vida sexual da mulher

5. Se arrisque

Pesquisas mostram que assumir comportamentos que busquem “adrenalina” juntos (seja escalar paredões ou apenas assistir um filme assustador) estimulam a dopamina no cérebro, o que faz com que seus fluídos circulem.

 

6. Atrase o prazer

“Quanto mais longo o período de excitação, maior a explosão”, disse Dorian. Chegue próxima do orgasmo e então retorne ao “banho Maria”. Repita isso algumas vezes antes do clímax.

7. Respirar em uníssono

Sexo tantra pode soar meio new age, mas seu princípio principal — focado na respiração — pode aumentar seu prazer. Parceiros que respiram simultaneamente podem frear a pressa do orgasmo e criar uma maior expectativa, o que pode intensificar o prazer.

8. Filmes eróticos

Pornografia é exclusivamente sobre grandes pênis e gargantas profundas. No entanto os livros e filmes eróticos podem ter bom gosto e ser excitantes, e quanto mais excitada, melhores as chances de orgasmo. Dê preferência para os filmes que tenham uma trama e cenas quentes.

9. Tente preliminares criativas

Se seu (a) parceiro leva mais tempo para “esquentar” adiante-se ao enviar e-mails ou mensagens de texto sensuais (mas não muito gráficas, pois os e-mails não são necessariamente privativos).

10.Verifique seus medicamentos

As mulheres tem maiores chances de tomarem antidepressivos, que podem atingir a vida sexual. Se estiver tendo problemas converse com seu médico sobre seus medicamentos.

11. Procure ajuda cedo

Se você não tem orgasmos, conselhos de um (a) profissional podem ajudar. Danos em nervos ou baixa testosterona podem ser o problema. Apenas “seu médico (a) pode fazer uma análise médica”, disse Laura, “ou pense em fatores da relação” e procure um terapeuta sexual.

12. Relaxe

Em um estudo recente feito na França com mais de 500 mulheres, 70% disse que estresse no trabalho comprometia a libido. E baixa libido, obviamente, leva a menores chances de orgasmo. Portanto deixe as distrações da vida na porta do seu quarto.

 

Via HypScience



publicado por olhar para o mundo às 21:47 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 23.03.11

Orgasmo feminino não está ligado somente ao ato físico

 

A pa­la­vra ‘‘­prazer’’ é com­pos­ta de mui­to ­mais do que sim­ples­men­te se­xo. Ca­da pes­soa pre­ci­sa des­co­brir o que lhe dá pra­zer, o que lhe dei­xa bem, o que re­põe ­suas ener­gias. 

Gos­to de com­pa­rar a pes­soa com um au­to­mó­vel. O car­ro, pa­ra an­dar, pre­ci­sa es­tar mi­ni­ma­men­te equi­pa­do e, é cla­ro, com com­bus­tí­vel! Há pes­soas que vi­vem com o ‘‘car­ro na ­reserva’’ e sem­pre quan­do abas­te­cem co­lo­cam o su­fi­cien­te pa­ra o car­ro ­sair da re­ser­va. Es­sas são aque­las que ao in­vés de vi­ver a vi­da ape­nas so­bre­vi­vem a ela. Ci­to Os­car Wil­de: ‘‘Vi­ver é a coi­sa ­mais ra­ra do mun­do, a maio­ria das pes­soas ape­nas ­existe’’. 

É pre­ci­so des­co­brir o que te abas­te­ce, e é pre­ci­so pra­ti­car es­sas coi­sas pa­ra que es­te­ja abas­te­ci­do pa­ra vi­ver. Eu dis­se, VI­VER e não so­bre­vi­ver! Po­de­mos, en­tão, ser ­mais di­re­tos no te­ma pra­zer e fa­lar­mos do or­gas­mo fe­mi­ni­no pro­pria­men­te di­to. 

Exis­tem al­gu­mas teo­rias, re­gras e téc­ni­cas pa­ra que uma mu­lher atin­ja o or­gas­mo. Mas não é so­bre is­so que es­te tex­to tra­ta­rá. Ca­da mu­lher é úni­ca, tem sua sin­gu­la­ri­da­de. É cla­ro que há coi­sas em co­mum, por exem­plo: no pe­río­do pré-mens­trual a gran­de maio­ria ado­ra ‘‘ata­car um ­chocolate’’. 

O ato se­xual em si co­me­ça no ama­nhe­cer, ao di­zer ‘‘bom ­dia’’. As pre­li­mi­na­res tam­bém con­tam mui­to. As mu­lhe­res ado­ram um ges­to sim­ples, co­mo um elo­gio ver­da­dei­ro, uma lem­bran­ci­nha (men­sa­gem pe­lo ce­lu­lar, uma ­flor em um dia qual­quer, etc). 

Mas o que que­ro di­zer é que, ­além de to­dos os pon­tos co­muns, ca­da mu­lher é di­fe­ren­te, é real­men­te úni­ca uma das ou­tras e pre­ci­sa ser vis­ta e sen­ti­da as­sim. Pon­de­ran­do tu­do is­so, aí vão al­gu­mas di­cas. Mui­tas ve­zes o que ser­vi­rá pa­ra vo­cê não ser­vi­rá pa­ra seu(ua) me­lhor ami­go(a). 

Mu­lher: des­cu­bra-se. O au­to­co­nhe­ci­men­to é fun­da­men­tal pa­ra se ter su­ces­so nas ­mais di­ver­sas ­áreas da vi­da, in­clu­si­ve na ­área se­xual. Ques­tio­ne-se: ‘‘o que me agra­da, o que eu gos­to, o que eu es­pe­ro que meu par­cei­ro fa­ça an­tes, du­ran­te e ­após o ato se­xual; o que me ex­ci­ta, ­etc’’. 

Par­cei­ro: des­cu­bra sua mu­lher, ela com cer­te­za te dá vá­rias di­cas so­bre o que ela gos­ta e es­pe­ra. Fi­que aten­to a ­elas! E fa­ça-as. 

Ca­sal: Use sua cria­ti­vi­da­de, a ro­ti­na ten­de a ser en­te­dian­te. Use lin­ge­rie di­fe­ren­te, ló­gi­co que res­pei­tan­do seu jei­to de ser; e que es­sa lin­ge­rie te dei­xe con­for­tá­vel e não preo­cu­pa­da(o) se es­tá exa­ge­ran­do. Se vo­cê es­ti­ver se sen­tin­do bem, pas­sa­rá is­so ao ou­tro, e os ­dois sen­tir-se-ão bem. Pre­pa­re o am­bien­te, use aro­ma­ti­zan­tes (al­go sua­ve), co­lo­que uma mú­si­ca (­quem sa­be, uma tri­lha so­no­ra ex­clu­si­va do ca­sal). 

E, por úl­ti­mo, co­me­ce sem­pre do me­nos pa­ra o ­mais. Se des­cu­bra, se sol­te, cur­ta ca­da mo­men­to co­mo se fos­se o úl­ti­mo da sua vi­da! Vi­va e não so­bre­vi­va! 

Gis­le­ne Re­gi­na Is­quier­do - psi­có­lo­ga clí­ni­ca e or­ga­ni­za­cio­nal es­pe­cia­lis­ta em Psi­co­te­ra­pia Com­por­ta­men­tal (Lon­dri­na)

 

Via Bonde



publicado por olhar para o mundo às 21:01 | link do post | comentar

Terça-feira, 15.03.11
Métodos efectivos para llegar al orgasmo

 

A muchas mujeres les cuesta tener un orgasmo si no están enamoradas de su pareja, mientras que para otras es simplemente una cuestión de práctica.

Conseguir un orgasmo en la cama depende de muchos factores: tu grado de experiencia, el de tu pareja, el conocimiento de tu cuerpo, tu capacidad para disfrutar del sexo y, por supuesto, tus bloqueos mentales y complejos.

A muchas mujeres les cuesta tener un orgasmo si no están enamoradas de su pareja, mientras que para otras es simplemente una cuestión de práctica. Aunque es cierto que el sexo se disfruta más si hay amor, toda mujer debería poder tener un orgasmo aunque sólo se trate de sexo.

¿O es que ellos no lo hacen? Se trata, simplemente, de encontrar y mecanizar las prácticas o pasos que nos ayudan a conseguirlo. 

Para darte algunas ideas, le hemos preguntado a diez mujeres cómo llegan ellas al orgasmo. Como a casi todas les daba pena hablar de esto, les pedimos que nos escribieran de forma anónima sus trucos y secretos.

Esto es lo que nos contaron:

1. 'Masturbándome yo' (34 años).- 'Cuando era jovencita me costaba muchísimo llegar al orgasmo con mis parejas, hasta que descubrí el poder de la masturbación. 

Primero empecé en privado y sentí un gran alivio al comprobar que podía tener un orgasmo sin ningún problema y en pocos minutos. Como seguí sin poder tenerlos con ellos, decidí ayudarme un poco estimulándome yo misma el clítoris mientras hacía el amor con alguien.

Con el tiempo, y después de tres años casada, normalmente llego al clímax sin problemas. Pero cuando veo que no lo voy a conseguir recurro a mi truco y ya está'. 

2. 'Masturbándome él' (29 años).- 'Aunque me encanta la penetración con mi pareja, como realmente consigo llegar al orgasmo es cuando practicamos la masturbación mutua.

No falla, si él me acaricia el clítoris con suavidad y me da besos por la zona, llego sin problemas. Lo importante es que él sea delicado y sepa cómo acariciarte sin irritarte la zona. Cuando cambio de pareja lo primero que hago es enseñarle cómo me gusta que me masturbe. 

Una vez que yo he llegado al orgasmo no me importa pasar a la penetración para que lo consiga él, pero no puede ser después porque entonces me disperso mucho. Realmente es algo infalible para mi" 

 

3. "Sexo oral, por favor" (32 años). "El gran descubrimiento de mi vida sexual fue el sexo oral. Nunca había tenido problemas para llegar al

 

 

¡Cómprate un consolador!

 

Via Bella.com



publicado por olhar para o mundo às 03:30 | link do post | comentar

Terça-feira, 08.03.11

Anorgasmia

 

Com o avançar dos anos a mulher evoluiu muito no seu papel na relação sexual entre um casal, mas mesmo assim a estatística aponta para uma percentagem um pouco elevada daquelas que têm dificuldades em chegar ao orgasmo (cerca de 30% das mulheres brasileiras segundo pesquisa feita em 2003 pelo Prosex – Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo).

 

O que pode ter em conta para evitar esta situação?

- Os problemas da vida moderna – depressão, ansiedade e stress – são os principais condicionantes desta situação. Por isso se sofre de anorgasmia tente relaxar ao máximo, pratique exercícios físicos calmos (como caminhar, Yoga, natação) e tente abstrair-se daquilo que a preocupa.

- No entanto tenha em conta que a anorgasmia pode surgir mesmo em condições ideais, só porque a mulher fica distante. Se se identifica mais com esta situação tente não pensar em coisas do dia-a-dia (trabalho, alimentação, no que ainda lhe falta fazer, por exemplo).

- A inexperiência pode ter alguma influência, mas se for este o caso não se preocupe. É normal que leve algum tempo a sentir-se à vontade com o seu parceiro. Por mais cliché que seja este conselho, o mais importante é que “seja sempre sincera com o seu parceiro e lhe diga tudo o que a excita, tudo o que gostaria de experimentar e tudo aquilo que não gostou”.

- O desinteresse é um factor propulsionador para sofrer de anorgasmia. Se este é o seu caso experimente coisas novas. Pense naquilo que a excita, imagine situações que gostaria de experimentar, puxe pela sua imaginação. Se o problema for desinteresse pelo seu parceiro, então se calhar o melhor é pensar seriamente na sua relação. Não se esqueça que a parte sexual é muito importante.

- A falta de tempo não ajuda a um relaxamento mental e muito menos, não ajuda no caso daquelas mulheres que precisam de um pouco mais tempo para atingir o orgasmo. Previna-se e tente arranjar uma altura na sua agenda que não tenha nada a fazer a seguir. Desligue telefones, não oiça campainhas de porta… vocês está apenas para si e para o seu companheiro.

- Escolha um local adequado… a si. Por mais surpreendente que seja recebemos muitas mensagens de mulheres que só conseguem atingir o orgasmo num lugar com muita confusão. Mas tenha cuidado e tente ser discreta. Não corra riscos legais e puxe pela imaginação.

- Alguns psicólogos afirmam que o conhecimento do próprio corpo é muito importante. “A mulher precisa pensar e dar importância à sua sexualidade, tocar o próprio corpo, se descobrir sexualmente e saber o que lhe dá prazer. O orgasmo não chega do nada, é preciso aprender a conquistá-lo” alerta Rosana Simões, ginecologista, professora doutora e coordenadora do sector de sexualidade feminina da Unifesp.

- Disfunções hormonais, alcoolismo, tabagismo ou outros problemas orgânicos, além do uso de medicamentos que diminuem a libido (caso dos remédios para depressão e diabetes) influenciam na ausência de desejo.

- A falta desejo pode também decorrer da rotina e do desgaste emocional do casal. Mesmo amando seu parceiro, a mulher pode não sentir vontade de ter uma relação sexual com ele. Neste caso, é necessário contar-lhe o que está a faltar, perguntar do que ele gosta. “Sexo é comunicação, é compartilhar, é entrega” aconselha a ginecologista Rosana.

- No entanto, é preciso destacar que o sexo pode satisfazer uma mulher, dando-lhe todo o prazer do mundo, mesmo se não tiver um orgasmo.

 

Via Truques de Mulher



publicado por olhar para o mundo às 21:02 | link do post | comentar

Sábado, 19.02.11

- Posição de Andrômaca

 



COMO FAZER: seu parceiro deve se deitar de costas no chão ou na cama e você se sentar sobre ele – de frente – oferecendo-se para a penetração. 
POR QUE AJUDA A ATINGIR O ORGASMO ?
Por ficar por cima, a mulher pode, além de liberar as fantasias femininas de dominação, conduzir todo o ritmo da transa, impondo a velocidade e os movimentos (que podem ser em círculos ou lateralmente) que mais facilitem a intensidade do seu prazer. As sensações podem ser manipuladas de acordo com o que for conveniente, aumentando ou diminuindo a profundidade da penetração. Os músculos da vagina podem ser conduzidos ao orgasmo através do movimento de pompoarismo.
Como nesta posição as mãos fi cam livres, se preferir a mulher pode se masturbar ou pedir que o companheiro a estimule acariciando os seu seios e o clitóris. Este ângulo também é um dos favoritos para estimular o ponto G. 

- A colher (de ladinho)

 



COMO FAZER: o casal deita-se lado a lado com a mulher de costas para o homem. Ele afasta suas pernas e a penetra por trás. 
POR QUE AJUDA A ATINGIR O ORGASMO ?
Os movimentos devem ser suaves e coordenados e a penetração, lenta e profunda. Um dos pontos altos é que favorece as carícias, que podem variar entre os seios, barriga e, finalmente, o clitóris. Além disso, o homem pode aumentar o erotismo beijando a mulher na nuca e atrás da orelha. O ângulo da penetração garante a fricção contínua do clitóris, além de permitir que ela mesma se masturbe durante a penetração. Para o homem, as sensações também são intensas já que as pernas juntas da mulher permitem que a compressão do pênis seja maior e mais prazerosa.

- Posição da bigorna

 



COMO FAZER: com as pernas levantadas, a mulher é penetrada e o parceiro, em seguida, as coloca esticadas sobre os seus ombros. 
POR QUE AJUDA A ATINGIR O ORGASMO
Para esta posição, é muito importante que a mulher esteja completamente lubrifi cada antes que seu parceiro a penetre, caso contrário pode ser um pouco incômodo. A vantagem é que proporciona uma excitação absoluta para o casal. O homem pode variar seus movimentos até atingir a penetração completa. O fato de o contato genital se intensificar, pois os testículos golpeiam suavemente os glúteos da mulher e o clitóris pode ser pressionado pelo corpo do homem, a posição promove recursos sufi ciente para que seja possível atingir o orgasmo.

- Posição de lótus

 



COMO FAZER: o homem se senta com as pernas cruzadas (ou esticadas) e a mulher se senta sobre seu pênis de frente para ele.
POR QUE AJUDA A ATINGIR O ORGASMO ?
Este truque pode levar a mulher a experimentar uma sensação altamente prazerosa por vários motivos. Um deles é que a posição permite momentos de grande afetividade, já que os corpos ficam bem colados e o casal pode manter os olhos nos bolhos, observando a resposta do prazer que estão dando um ao outro. Aqui, a penetração não é tão profunda, mas os músculos da vagina ficam mais tensos e isso é muito estimulante para ambos. Por estar por cima, a mulher fi ca livre para conduzir
a sua musculatura ao orgasmo

 

 

 

 

 

Para a mulher ter orgasmos, ela precisa ser abraçada, tocada, ouvida, receber muito carinho, ouvir sussurros e dizeres eróticos ao pé do ouvido e, principalmente, se sentir muito à vontade e desejada” Cláudya Toledo, terapeuta sexual



publicado por olhar para o mundo às 21:00 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sábado, 29.01.11

Sexo e gravidez, a sexualidade

 

A barriga cresce, o desejo flutua e as dúvidas da mulher – e do seu parceiro – na cama começam a se multiplicar. Tudo absolutamente normal. O importante é saber que essa mudança radical não é um empecilho para o prazer debaixo dos lençóis. Veja como manter essa chama acesa ao longo da gestação.

 

Sexo na gravidez. Muita coisa muda. Não é só a mamãe que fica confusa com tanta sensação nova. O papai também tem dificuldade para lidar com essas novas informações que acontecem nessa etapa da vida do casal.

 

As transformações acontecem desde o início da gravidez, tanto no corpo como na mente. Os hormônios jogados no corpo da mulher a deixam com sensações que podem diminuir a libido e a vontade de fazer sexo. É comum ela sentir náuseas, vômitos, cansaço e seios doloridos. A mais nova mamãe pode achar que fazer sexo pode prejudicar o bebê ou mesmo ocasionar um aborto.

 

Já o papai pode ter a sensação de ser o "protetor", olhando a sua mulher como mãe e não mais como amante, se afastando sexualmente dela para protegê-la e não prejudicar o bebê. Agora, se com o papai está tudo bem em fazer sexo com sua mulher grávida, mas ela ainda não quer, saiba que carinho, atenção, paciência e diálogo são fundamentais nesse período.

 

Corpo em ebulição - Já no segundo trimestre da gestação, as sensações incômodas que aconteciam no início cessam e a libido da mulher volta ao normal ou mesmo pode aumentar ainda mais, como relatam algumas mulheres. A região da vagina está sensível por causa da maior vascularização da região e é um dos motivos do apetite sexual aumentar.

 

Se o papai ainda tem algumas dúvidas em relação ao sexo, a mamãe pode tentar aos poucos mostrar para ele que o sexo na gravidez é bom e não prejudica o bebê.

 

Se o papai não tinha "neuras" e agüentou pacientemente os enjôos e vômitos da mamãe passarem, a hora é agora para aproveitar o aumento da libido da mulher e ficar "nas nuvens" com os novos peitos da sua amada que estão maiores. Só cuidado com eles, pois a sensibilidade está maior e pode doer mais facilmente.

 

Gangorra - A libido pode voltar a diminuir no último trimestre da gravidez; a barriga já está grande e incômoda, o cansaço volta, as dores da coluna aumentam e a mulher pode não estar satisfeita com o seu corpo e peso, achando que seu companheiro não a acha mais atraente.

A preocupação em machucar o bebê na penetração volta e o medo do orgasmo em ocasionar um parto prematuro também são motivos para evitar o sexo. Sexo não prejudica o bebê e não acarreta parto prematuro.

 

Muitos homens acham que sua mulher grávida é uma das coisas mais atraentes que existe. Outros têm medo de que seu pênis machuque o bebê na penetração. Outros não sabem que posição fazer sexo com aquele barrigão da sua mulher.

 

Sexo é muito bom durante toda a gravidez. Fortalece os músculos do períneo que ajudam na hora do parto, deixa a mamãe feliz e relaxada, e o bebê sente tudo o que a mamãe sente. Se a mamãe está feliz, o bebê está bem. A cumplicidade do casal pode aumentar.

 

Dicas


Conversa é tudo. Homem e mulher devem colocar o que sentem para que tudo caminhe com cumplicidade e entendimento com os sentimentos do outro.

 

Sexo é bom desde que não seja uma obrigação. Às vezes, um beijo ou um simples carinho vale mais que tudo.

A penetração não prejudica o bebê que está protegido por uma bolsa de água que amortece qualquer contato.

 

 

Via Sexo More Info

 



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Sexta-feira, 21.01.11

Orgasmo, porque é difícil lá chegar

 

Atingir o orgasmo numa relação sexual não é privilégio de todas as mulheres.

 

De acordo com estudos da ProSex - Projeto de Sexualidade da USP, 50% das mulheres encontram dificuldades para atingir o clímax da relação sexual.

 

E para algumas mulheres sexualmente ativas, a penetração não costuma ser o melhor meio de se atingir o orgasmo, por isso muitas delas acabam recorrendo ao sexo ral e àmasturbação. "O orgasmo por penetração é uma questão de aprendizado da mulher", garante a terapeuta sexual Sylvia Manzano.

A falta de conhecimento do próprio corpo também pode dificultar o processo. Por isso, a mulher não pode ter vergonha ou medo de se estimular, de tocar nas próprias genitais. "Muitas mulheres, por falta de conhecimento, acham que o orgasmo acontece sem o mínimo esforço - sem conhecer o seu corpo, sem explorar suas sensações - esperando que o parceiro lhe dê esse prazer", explica Sylvia.

A terapeuta não descarta a possibilidade de o parceiro ter sua parcela de culpa. "Ele pode contribuir para que não ocorra um orgasmo vaginal. Por exemplo, um homem com ejaculação precoce não dará tempo para que a mulher, que é mais lenta na excitação, consiga atingir o clímax".

Questões psicológicas
Sylvia conta que as queixas sobre a dificuldade para atingir o orgasmo começaram a aparecer depois que a mulher entendeu que ela tinha direito ao prazer e teve coragem de reivindicar seus direitos. "Por isso, sabemos que várias delas não sabem o que é ter um orgasmo", afirma.

Diferentes fatores levam a mulher a não "chegar lá", e podem ser tanto físicos como psicológicos. "Dos físicos destacamos o uso de medicamentos para outras doenças, além de cirurgias e dores pélvicas", diz a terapeuta. "Porém, a maior causa é psicológica: desconhecimento do corpo, educação repressora, abusos ocorridos desde a infância, inadequação do casal por brigas frequentes, ciúmes, cobranças, e assim vai", completa. Mas Sylvia garante: "É muito difícil existir uma mulher anorgásmica, ou seja, que não consegue ter orgasmo de forma alguma". Ufa!

Para mudar essa situação, o ideal é procurar um terapeuta sexual. Ele poderá trabalhar os lados intrapsíquico (cognições, crenças errôneas e limitantes) e inter-psiquico (como ela se relaciona com os outros). "Há um grande trabalho de psicoterapia sexual, primeiro individual, depois com a parceria, para que a mulher se permita sentir prazer", explica Sylvia.

A falta de prazer
Apesar dessa dificuldade, a terapeuta afirma que há mulheres que vivem muito bem desfrutando do prazer da relação sexual com o parceiro, sem se importar em saber o que é orgasmo. "Mas aquelas que o buscam e não o encontram, podem passar a se "encolher" no sexo, ou seja, fazer com que o ato não seja importante e até fugir dele, alegando dor de cabeça ou falta de tempo".

O fato de a parceira se preocupar apenas com o prazer do homem também pode não facilitar o orgasmo. "Existe um grande mito de que os parceiros tenham que ter orgasmo simultaneamente. Não é assim. Ao fazer com que o outro tenha prazer, se excite e atinja o ponto alto da relação, a mulher se perde no caminho, não conseguindo chegar lá também", explica.

 

A dica mesmo é nunca fingir um orgasmo, pois além de estar enganando o parcerio, você estará se enganando também. Isso pode causar ansiedade na performance e angústia que desequilibram o relacionamento, alerta Sylvia. "O que deveria ocorrer com os parceiros é um diálogo franco de tudo que sentem", completa.

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Domingo, 16.01.11

Como levar uma mulher ao orgasmo

 

 

A maneira é fazer com que a mulher tenha o maior número de áreas sexuais estimuladas...

 

Técnica:
Para se alcançar o objetivo em questão, a maneira é fazer com que a mulher tenha o maior número de áreas sexuais estimuladas ao mesmo tempo. As áreas principais para a maioria é: boca, peito, anus, vagina, clitóris e bumbum. Como não existe regra, podem haver áreas diferentes para cada mulher, como os pés as mãos, a clavícula, o pescoço, a parte posterior do cotovelo e outras. Em um futuro será descrito como excitar essas áreas menos comuns.

A posição:
Existem duas posições principais nas quais foram conseguidos bons rendimentos: posição ginecológica, e de quatro. Uma outra alternativa é uma semi-cambalhota, mas essa é mais complicada.

Boca:
Beijo é fundamental, muito bem conhecido, não cabe a este texto ficar descrevendo uma forma de excitação tão bem difundida.

Seios:
Outra forma de excitação bem conhecida, e uma das mais importantes. As melhores maneiras de excitação são: com os dedos em movimento circular em volta do mamilo, com os dedos no mamilo, comumente chamada de sintonia de rádio, e com o lábios, individualmente ou apertando os dois com a mão de forma a tentar sugar os dois ao mesmo tempo.

Anus:
Muito controvertido, geralmente adorado pelos homens, nem tanto pelas mulheres, é parte fundamental do processo. É muito recomendável que você conheça a pessoa, e faça uma higienização antes dessa fase, depois disso, não há muito problema. Abaixo algumas maneiras de excitação anl:

Beijo, beijar a entrada do anus causa excelentes resultados.

Introduzir a língua, tão eficaz ou melhor que o primeiro item. Deve-se penetrar com a língua o mais fundo possível, para isso, a melhor posição é a de quatro com o peito abaixado, formando um triângulo.

Introduzir o dedo, introduzir um dedo, ou mais de um se for o caso, preferencialmente lubrificado, causa boas sensações, a parte mais sensível é a superior, logo abaixo da vagina, mais ou menos a 3 ou 4 cm do anus. Procure massagear de formas variadas, em círculos, vibrando, pressionando e tente descobrir qual a que fornece melhores resultados.

Vagina:
Parte fundamental da técnica, todavia, não tão bem explorada, como deveria ser. Abaixo algumas sugestões:

Língua: Passar a língua na porta da vagina inicialmente para um pré-aquecimento, e só depois disso colocá-la bem fundo na vagina. Procure de preferência excitar as parte superiores, o mais próximo do Ponto G, que fica na metade do caminho entre a entrada e o colo do útero. Movimente a língua ao máximo, para cima e para baixo, de um lado para o outro e movimentos circulares. Depois de uma excitação vigorosa, pare por 10 segundos, isso vai parecer uma infinidade para a mulher, e vai deixá-la mais propensa a próxima excitação, depois retome o processo. Pode-se também intercalar uma penetração profunda com uma superficial. Distribua beijos por toda a área da vulva. Sugue os grandes e pequenos lábios. Sem dúvida a melhor posição para a penetração vaginal é a de quatro, segura-se a cintura da parceira, com a língua na entrada da vagina, e puxa-se contra o seu rosto com força. Um alternativa que também rende bons resultados é a posição ginecológica.

Dedo: Tão excitante quanto a língua, para algumas até melhor, é a excitação da vagina através dos dedos, em condições normais, um ou dois. O número de dedos vai com o gosto da pessoa, mas, um dedo apenas é melhor para acariciar o ponto G. Algumas pessoas sentem mais rugosas outras chegam a encontrar uma espécie de fio tensionado, caso o encontre, este é o melhor lugar para acariciar. O movimento ótimo para para ser feito é o movimento em forma de oito, com o centro do oito sobre o ponto G. Alterne movimentos de fricção forte e rápida, com suaves e lentas, mude para carinhos externos e depois para outros profundos chegando até o colo do útero.

Clitóris:
O clitóris é a parte decisiva da técnica, e existe uma infinidade de formas de excitá-lo. Serão descritas algumas aqui.

Massagear o clitóris com um dedo, o polegar ou o indicador, de preferência lubrificado com saliva. Faça movimentos com delicadeza para não doer. Pode-se colocar o clitóris entre o dedo indicador e o maior de todos e fazer movimentos circulares, esta forma é complicada de se executar, mas também tem bons efeitos.

Beijar o clitóris, levemente, fortemente, ou alternando, são excelentes maneiras de aquecer uma mulher.

Passar a língua: das formas de acariciar o clitóris esta é a mais diversificada. Um dos movimentos de maior sucesso é o que se faz em forma de oito, com o centro do oito sobre o centro clitoriano. Outra forma é o de cima para baixo, e de um lado para o outro. Procure sempre atingir o clitóris pela parte de baixo dele, levantando a pele que o recobre com o auxílio suave das mãos ou dos lábios, esse ponto é o de maior sensibilidade, e provoca efeitos mais rápidos. Outra abordagem é começar os trabalhos com o clitóris fazendo um mínimo toque com a língua ou com os lábios, quanto menor melhor, e a partir daí, aumentar progressivamente. Apertar entre os lábios e suga-los também causa um bom efeito. Varie sempre a velocidade e intensidade dos movimentos, até achar a forma adequada.

Agora é só começar a treinar... rs

 

Via Toques de prazer



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Sábado, 08.01.11

Sexo, Orgasmo masculino - Orgasmo Feminino

 

Enquanto nós fazemos questão de um clima romântico, várias carícias e muitas palavrinhas mágicas ao pé do ouvido, para eles bastam poucos minutos entre a excitação e o orgasmo. Por isso é que a maioria deles adia a hora de chegar lá, assim suas parceiras também tem momentos de prazer.

Essa talvez seja a principal diferença entre o orgasmo masculino e feminino, pois não há, por exemplo, um "orgasmômetro" que mensure e, por conseqüência, compare o grau de prazer de cada gênero.

 

Segundo a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello é algo impossível, pois há uma série de fatores que influenciam a intensidade do orgasmo, para eles e elas - desde o estímulo que cada um recebeu até o parceiro ou a parceira escolhida e o local onde os dois estão.

 

"Cada um tem seu orgasmo; cada orgasmo em uma mesma pessoa pode ser mais ou menos intenso dependendo do momento da relação, da parceria, dos estímulos externos, das condições intrapessoais (estar de bem consigo mesmo, aceitar-se, estar inteiro na relação), tanto em homens quanto em mulheres", acrescenta Sylvia Faria Marzano, urologista e terapeuta sexual.

Mas para as mulheres é sempre mais difícil. "Pelos fatores culturais fomos educadas a fechar as pernas, não se tocar, não ter contato com os órgãos sexuais, além disso, o prazer sempre foi velado", diz a sexóloga. Os homens por sua vez foram incentivados ao sexo e nunca recriminados por isso.

"Eles pensam em sexo pelo menos vinte vezes por dia. Culturalmente eles devem estar prontos para qualquer eventualidade que necessite demonstrar sua performance, então, cada vez que seguram o pênis para urinar e durante aquelas "coçadinhas", o estímulo ocorre e vem o pensamento sexual", aponta a terapeuta. Com o passar da idade, muitos não têm mais essa sensação e, conforme a urologista, eles não se conformam "por não ter mais ereção só de sentir o cheiro da mulher", diz a terapeuta.

Além de chegar lá mais rápido, eles também têm a sensação do orgasmo em menos tempo. Para as mulheres, o prazer chega até um minuto. O tempo deles é de dez segundos, em média. Na maioria das vezes, junto com o orgasmo há a ejaculação e o sêmen acumulado nos testículos é expelido, sendo que nos homens mais jovens a intensidade é maior. 

Segundo a sexóloga, a eliminação de um líquido claro pelas glândulas uretrais e o mudança de coloração da glande, isso em alguns homens, são sinais mais visíveis de que o orgasmo está próximo. O que também pode acontecer, conforme Cecarello, é o pênis ficar um pouco mais grosso, pois o esperma está todo dentro do canal da uretra. "Não é algo tão perceptível, mas quando o casal tem bastante intimidade, principalmente no sexo oral, as mulheres se dão conta", detalha.

Entretanto há homens que tem o chamado orgasmo seco, quando não ejaculam, mas tem prazer. A saída do esperma não acontece por conta de razões orgânicas, como cirurgias da próstata, uso de medicação para aumento da próstata ou ainda lesões de coluna. "O orgasmo é uma sensação sensorial, cuja memória está no cérebro", esclarece Carla.

Fingir?

Portanto, orgasmo e ejaculação não são a mesma coisa. "Na verdade são respostas fisiológicas diferentes. O orgasmo é uma resposta sensorial, enquanto que a ejaculação é a eliminação do esperma. É que geralmente eles acontecem simultaneamente", explica a terapeuta.

E como na maior parte das vezes os dois acontecem juntos, muitos homens também simulam o orgasmo. Eles conseguem ter ereção e fingem que estão sentindo prazer. Mas para que a parceira não perceba isso, ou seja, note que a ejaculação não aconteceu, muitos homens que transam com camisinha logo saem de fininho depois da relação e vão para o banheiro retirá-la.

Em uma pesquisa feita pelas revistas Vip, Playboy e Men’s Health, com 285 internatuas, 65% deles admitiram fingir orgasmo porque estavam cansados ou não gostaram da transa. Alguns até se masturbam depois, no caso daqueles que sofrem de ejaculação tardia. Segundo a terapeuta de casais Regina Navarro, estes homens se empenham em proporcionar prazer à parceira, mas só atingem o orgasmo se retirarem o pênis e se masturbarem.

 

Em contrapartida, os portadores de anorgasmia até ejaculam, geralmente ela é precoce, mas não chegam lá. "Claro que isso é algo raro, dificilmente o homem não vai conviver sem o orgasmo, de alguma forma ele vai buscar o seu prazer", completa Cecarello.

Por Juliana Lopes

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Terça-feira, 21.12.10

Sexo, o segredo para o orgasmo

 

A busca pelo orgasmo vai muito além de encontrar uma posição sexual ideal. O relacionamento com o parceiro é peça importante para que se possa cultivar o desejo e, com a excitação no limite, chegar ao clímax. O sexologista João Luis Borzino, da Clínica Sexualidade e Vida, de São Paulo, explica que o orgasmo é função do desejo e que sim, uma mulher precisa de motivos para desejar.

 

“Tudo na vida tem mais graça quando apresenta um clímax. O mesmo acontece com um filme, uma novela. Quando falta clímax, perdemos a vontade de ler ou continuar assistindo. O princípio é o mesmo quando se trata de sexo”.

E quando o clímax não rola, a culpa é de quem? João Luis explica que a responsabilidade pelo orgasmo é individual e resultado é certo quando há entrega às fantasias. “Ninguém consegue fazer outra pessoa chegar ao orgasmo. É preciso se permitir o desfrute dos momentos de prazer com o outro”.

Mas é lógico que há uma enorme confusão quanto ao assunto. “Os homens carregam o orgasmo feminino como um troféu. As mulheres, quando reprimidas, não desfrutam sua sexualidade de maneira absoluta, vivenciando tabus e preconceitos que as impedem de aprender a ter prazer e, assim, atingir ao clímax”, explica o médico.

Orientação de um médico ou terapeuta sexual pode ajudar tanto a mulher quanto o homem a encontrar o caminho do prazer. Saber abusar da melhores posições sexuais também facilita - e muito. “As melhores são as que elas mais gostam”, taxa o médico. Segundo ele, os detalhes na cama variam muito e refletem o universo rico e individual do sexo.

Mas é claro que existem aquelas posições já “cientificamente comprovadas” como facilitadoras do orgasmo. A “missionária", famoso papai-mamãe, é ótima porque é quando o clitóris fica amplamente massageado pelo púbis, a proeminência óssea logo acima da base do pênis. Outra posição que facilita é a “andrômaca”, também chamada de “coqueirinho” ou “apaga vela”. “Essa posição é prestigiada pelo mesmo motivo da missionária, com a vantagem da mulher poder controlar melhor o contato sexual”, explica.

Para potencializar essas posições, valem os famosos truques. Usar uma almofada é excelente porque projeta ainda mais o clitóris contra o púbis masculino. “Outra idéia legal é pedir para que o parceiro fique sentado e sentar sobre ele, de frente”, indica o médico. Essa posição também garante um bom contato com o clitóris.

“Ficar de quatro com as pernas juntas e empinar bem o bumbum também leva a um maior contato vaginal”. Secar delicadamente a região genital, caso não esteja sentindo direito a penetração, por excesso de lubrificação, também é uma boa opção.

“Na posição ‘de ladinho’, peça para que ele massageie delicadamente seu clitóris - ou faça você mesma”, diz o médico. A maior dica dele, no entanto, não se trata de posições: “peça para seu parceiro fazer tudo aquilo que você fantasia. Não tenha vergonha e seja feliz”. Na cama, inclusive.

 

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Domingo, 12.12.10

Sexo, Como levar uma mulher ao orgasmo

 

A maneira é fazer com que a mulher tenha o maior número de áreas sexuais estimuladas...


Técnica:
Para se alcançar o objetivo em questão, a maneira é fazer com que a mulher tenha o maior número de áreas sexuais estimuladas ao mesmo tempo. As áreas principais para a maioria é: boca, peito, anus, vagina, clitóris e bumbum. Como não existe regra, podem haver áreas diferentes para cada mulher, como os pés as mãos, a clavícula, o pescoço, a parte posterior do cotovelo e outras. Em um futuro será descrito como excitar essas áreas menos comuns.

A posição:
Existem duas posições principais nas quais foram conseguidos bons rendimentos: posição ginecológica, e de quatro. Uma outra alternativa é uma semi-cambalhota, mas essa é mais complicada.

Boca:
Beijo é fundamental, muito bem conhecido, não cabe a este texto ficar descrevendo uma forma de excitação tão bem difundida.

Seios:
Outra forma de excitação bem conhecida, e uma das mais importantes. As melhores maneiras de excitação são: com os dedos em movimento circular em volta do mamilo, com os dedos no mamilo, comumente chamada de sintonia de rádio, e com o lábios, individualmente ou apertando os dois com a mão de forma a tentar sugar os dois ao mesmo tempo.

Anus:
Muito controvertido, geralmente adorado pelos homens, nem tanto pelas mulheres, é parte fundamental do processo. É muito recomendável que você conheça a pessoa, e faça uma higienização antes dessa fase, depois disso, não há muito problema. Abaixo algumas maneiras de excitação anal:

Beijo, beijar a entrada do anus causa excelentes resultados.

Introduzir a língua, tão eficaz ou melhor que o primeiro item. Deve-se penetrar com a língua o mais fundo possível, para isso, a melhor posição é a de quatro com o peito abaixado, formando um triângulo.

Introduzir o dedo, introduzir um dedo, ou mais de um se for o caso, preferencialmente lubrificado, causa boas sensações, a parte mais sensível é a superior, logo abaixo da vagina, mais ou menos a 3 ou 4 cm do anus. Procure massagear de formas variadas, em círculos, vibrando, pressionando e tente descobrir qual a que fornece melhores resultados.

Vagina:
Parte fundamental da técnica, todavia, não tão bem explorada, como deveria ser. Abaixo algumas sugestões:

Língua: Passar a língua na porta da vagina inicialmente para um pré-aquecimento, e só depois disso colocá-la bem fundo na vagina. Procure de preferência excitar as parte superiores, o mais próximo do Ponto G, que fica na metade do caminho entre a entrada e o colo do útero. Movimente a língua ao máximo, para cima e para baixo, de um lado para o outro e movimentos circulares. Depois de uma excitação vigorosa, pare por 10 segundos, isso vai parecer uma infinidade para a mulher, e vai deixá-la mais propensa a próxima excitação, depois retome o processo. Pode-se também intercalar uma penetração profunda com uma superficial. Distribua beijos por toda a área da vulva. Sugue os grandes e pequenos lábios. Sem dúvida a melhor posição para a penetração vaginal é a de quatro, segura-se a cintura da parceira, com a língua na entrada da vagina, e puxa-se contra o seu rosto com força. Um alternativa que também rende bons resultados é a posição ginecológica.

Dedo: Tão excitante quanto a língua, para algumas até melhor, é a excitação da vagina através dos dedos, em condições normais, um ou dois. O número de dedos vai com o gosto da pessoa, mas, um dedo apenas é melhor para acariciar o ponto G. Algumas pessoas sentem mais rugosas outras chegam a encontrar uma espécie de fio tensionado, caso o encontre, este é o melhor lugar para acariciar. O movimento ótimo para para ser feito é o movimento em forma de oito, com o centro do oito sobre o ponto G. Alterne movimentos de fricção forte e rápida, com suaves e lentas, mude para carinhos externos e depois para outros profundos chegando até o colo do útero.

Clitóris:
O clitóris é a parte decisiva da técnica, e existe uma infinidade de formas de excitá-lo. Serão descritas algumas aqui.

Massagear o clitóris com um dedo, o polegar ou o indicador, de preferência lubrificado com saliva. Faça movimentos com delicadeza para não doer. Pode-se colocar o clitóris entre o dedo indicador e o maior de todos e fazer movimentos circulares, esta forma é complicada de se executar, mas também tem bons efeitos.

Beijar o clitóris, levemente, fortemente, ou alternando, são excelentes maneiras de aquecer uma mulher.

Passar a língua: das formas de acariciar o clitóris esta é a mais diversificada. Um dos movimentos de maior sucesso é o que se faz em forma de oito, com o centro do oito sobre o centro clitoriano. Outra forma é o de cima para baixo, e de um lado para o outro. Procure sempre atingir o clitóris pela parte de baixo dele, levantando a pele que o recobre com o auxílio suave das mãos ou dos lábios, esse ponto é o de maior sensibilidade, e provoca efeitos mais rápidos. Outra abordagem é começar os trabalhos com o clitóris fazendo um mínimo toque com a língua ou com os lábios, quanto menor melhor, e a partir daí, aumentar progressivamente. Apertar entre os lábios e suga-los também causa um bom efeito. Varie sempre a velocidade e intensidade dos movimentos, até achar a forma adequada.

 

Via Toques de prazer



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Domingo, 21.11.10

O partido socialista da Catalunha lançou um vídeo para incentivar a massa mais jovem a votar. Sob o mote "Votar é um prazer", compara este gesto ao ato sexual, com a mulher a ter um orgasmo ao colocar o voto na urna.

Mas esta campanha já foi alvo de várias críticas, mesmo dentro do partido. A líder do partido popular da Catalunha, Alicia Sanchez-Camacho, diz que este ataca a dignidade da mulher.

Bibiana Aido, ministra para a igualdade, pertencente ao partido socialista, afirma "se fosse verdade a participação eleitoral ia subir de bom grado, mas estamos a lidar com publicidade enganosa".

Mas para o líder do partido socialista catalão, o vídeo pode ser positivo: "Se encorajar as pessoas a votar, é uma coisa boa".

Veja o vídeo da polémica campanha que quer passar a mensagem de que "votar é um prazer":

 

 

 

 



publicado por olhar para o mundo às 10:00 | link do post | comentar

Domingo, 31.10.10

Dicas para ter prazer

 

Ao contrário dos homens, a maioria das mulheres não comenta abertamente sobre suas relações sexuais em mesas de bar nem se gaba de suas peripécias na cama para a roda de amigos. Restritas aos ouvidos das melhores amigas, as confidências sexuais são mais contidas, revelando dúvidas que, em muitas vezes, só são solucionadas no consultório do ginecologista.


Para ajudar a esclarecer todos os fantasmas que rondam a mente feminina na hora de se entregar ao prazer sexual, conversamos, sem pudor nem meias palavras, com a sexóloga Rita Jardim do espaço Pink Chic, no Rio de Janeiro, e com a terapeuta sexual e de casais Maria Fonseca Zampieri, autora de do livro Erotismo, Sexualidade, Casamento e Infidelidade.

Elas revelam dicas para as mulheres atingirem o orgasmo e constatam que fantasiar na hora do sexo é um excelente estimulante, "o cérebro é o nosso maior órgão sexual!" Confira algumas das dúvidas enviadas à redação: 

Eu e meu marido estamos juntos há um ano. No início nossa relação sexual era maravilhosa, qualquer hora era propícia, estávamos criando uma cumplicidade incrível. De repente tudo desandou, eu não consigo mais me aproximar e ele não me procura mais. Ele afirma que sou muito chata e falo demais, por isso ele se afasta. Quando transamos, tenho a impressão de que estou fazendo sozinha. O que será que está acontecendo?
Rita Jardim: A paixão pode durar aproximadamente até dois anos e meio. Algumas acabam logo que iniciam. Vocês estão juntos há um ano, tempo para que a paixão fique menos intensa, e para que os sinais do amor, se existe, apareçam. Você pode estar "falando demais", mas me parece que ele está abusando do "silêncio". 
Maria Fonseca Zampieri: É preciso conversar com ele, fora da hora do sexo, e sem pressão, sem muita prolixidade, ou seja, tente ir direto ao ponto. Sugiro que em vez de queixas você fale dos seus desejos. Tente iniciar as frases com o pronome "eu" e evite acusá-lo. Ouça o que ele tem a dizer. Ou ele está decepcionado demais, ou acabou a paixão e ele não sabe lidar com isso, ou surgiu uma nova paixão. São hipóteses apenas, mas vale a pena uma conversa objetiva, sem acusações e com desejo de ouvi-lo de uma forma nova. Tente e boa sorte! 

Meu namorado sabe me excitar com sexo ral e me acariciando com os dedos. Ele se empenha e consegue me fazer gritar de prazer, mas demora muito para ejacular. Fico muito curiosa com esse fato, isso é normal?
MFZ: Sorte sua seu namorado ser expert nisso. Se você tem prazer então, melhor ainda. Alguns homens têm ejaculação retardatária, ou seja, ela demora a vir ou não vem em todas as relações. Isso não significa que ele não tem prazer. Apenas que tem uma ejaculação menos presente. É um mito achar que o homem só tem prazer se ejacula. Quando for adequado converse com ele. Esse é um tema delicado e importante. Uma dica: na relação evite pedir para ele ejacular, isso poderá inibi-lo e pelo que entendi você se dão muito bem em matéria de sexo. 

Eu me acho fria. Quando eu penso que estou cheia de tesão antes da penetração, meu parceiro me penetra e eu não me sinto mais excitada. O que acontece comigo? 
RJ: Como acontece com algumas mulheres, você não está relaxando. É difícil obter o orgasmo com a penetração vaginal e a maioria das mulheres consegue atingir o climax só com a estimulação clitoriana. Converse com o seu parceiro sobre novas posições que facilite a estimulação clitoriana. Outra alternativa é tentar o sexo ral. 
MFZ: Às vezes as mulheres demoram ou não têm orgasmo com a penetração. Um terço apenas de mulheres sente isso. Portanto a sua relação sexual deverá ter muitas carícias no clitóris e preliminares em todo o corpo. Você pode tentar ter posições sexuais onde ele faz a penetração e ao mesmo tempo acaricia o seu clitóris, ou você mesma se acaricia, ou até pode usar um vibrador. As melhores posições para isso são ele por trás, vocês deitados de lado, ou ele sobre você, ou você por cima de frente ou de costas. Aprender a se masturbar e descobrir sozinha a ter orgasmos também pode ajudar muito. 

Meu namorado me masturba e quando tenho orgasmos intensos chego a espirrar um líquido meio esbranquiçado e aquoso. É o que chamam de ejaculação feminina? 
RJ: Não existe "ejaculação feminina", o que pode existir é um excesso de suor interno. Quando ocorre a excitação há o aumento da lubrificação vaginal. O líquido que você descreveu não é compatível com o da lubrificação vaginal e pode ser um sinal de infecção vaginal. Procure um ginecologista para uma avaliação. 

Amo o meu marido e a gente se dá muito bem na cama. Mas ultimamente, durante a relação, tenho fantasiado que estou transando com outros homens e fico mais excitada e até mais safada. É normal este comportamento? MFZ: Sim e pode ser ótimo. Fantasias estimulam a imaginação e o cérebro: nosso maior órgão sexual. 
RJ: Não há nada de anormal nessa sua fantasia. Aliás, é bem comum entre as mulheres. A fantasia é um excelente estímulo sexual.


Meu namorado sempre insiste para fazermos sexo nal, mas eu tenho medo. O que devo fazer para me preparar?
RJ: O sexo nal é um desejo de quase todos os homens e de poucas mulheres. Você deve, em primeiro lugar, comprar um bom lubrificante. Faça tudo muito devagar e com calma, tente relaxar o máximo possível e use sempre camisinha. 
MFZ: O sexo nal demanda aprendizagem, carinho e paciência para ocorrer sem dor e com prazer. Iniciem a estimulação do ânus com lubrificante com um dedo, depois com dois dedos e devagar, aprendendo a relaxar. Quando estiverem mais evoluídos tentem a penetração com ele colocando a glande (cabeça do pênis) no seu ânus (encostando) e você vai fazendo lentamente a penetração, determinando o ritmo com a sua mão. Faça devagar e tente relaxar a cada novo passo. Façam isso com você de costas para ele e deitados de lado. Só partam para a posição com você de quatro, quando estiverem evoluídos na penetração nal. E usem sempre camisinha. Jamais o pênis que esteve no ânus pode penetrar na vagina sem uma boa higiene, ok?! 

Fiquei com um amigo e fiz sexo ral nele sem camisinha. Posso estar com alguma DST? Qual a probabilidade de eu ter sido contaminada? 
MFZ: Depende. Mas você pode, sim, ter contraído alguma DST. Fale com seu médico e peça exames para HIV e HPV o mais breve possível. Sem alarmes, mas vá a seu médico ou a um posto de saúde. Também sugiro que você aprenda a se amar. O sexo sem compromisso deve ser feito, sim, mas sempre com prazer e proteção. 

Demoro para me excitar e, às vezes, durante a relação fico seca demais. Como posso estimular a lubrificação? 
RJ: O primeiro sinal da excitação sexual é a lubrificação. Ansiedade, preocupações, cansaço, vergonha do corpo, pouca intimidade e um parceiro pouco preparado são algumas das causas da dificuldade de excitação. Se você está na fase do climatério, pode ser alguma alteração hormonal. Procure primeiro um ginecologista. Depois, um terapeuta sexual pode ajudar nas causas de origem psíquica, que impedem a entrega à relação sexual. 
MFZ: Às vezes alguns quadros clínicos atrapalham a lubrificação e até a excitação. Procure seu ginecologista e veja esta parte também. Além disso, aprenda a descobrir o seu corpo sozinha e a reconhecer quais carícias lhe dão mais prazer. Tente se estimular para ensinar seu parceiro, leia livros e assista a filmes eróticos. Assim, você vai estimular o pensamento de situações excitantes com mais freqüência.

 

Via Mundo Oi



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar | ver comentários (9)

Quinta-feira, 28.10.10

O maior prazer é dar prazer

 

Sigmund Freud afirmou que as mulheres tinham dois tipos de orgasmo, nomeadamente o clitoriano e o vaginal. Segundo este psicanalista, o primeiro era importante no desenvolvimento sexual, mas, se fosse único, significava imaturidade.

 

Já o orgasmo vaginal surgia na sequência do primeiro, além de ser característico de maturidade sexual. De facto há três tipos de orgasmos: clitoriano, vaginal e múltiplo. No entanto, «talvez não hajam três tipos de orgasmos mas apenas um, pelo menos do ponto de vista fisiológico. Mas em relação àquilo que a mulher sente já se podem estabelecer variações com a divisória do clitoriano e vaginal. O orgasmo múltiplo é muito raro mas existe», refere José Pacheco, psicólogo clínico e sexólogo no Hospital Júlio de Matos. O orgasmo clitoriano é atingido através de estímulos externos, designadamente pelo toque ou estimulação directa do clitóris. Este órgão tem o formato de um Y, tem cerca de dez centímetros e, por se encher de sangue, incha e fica sensível ao toque directo. Mais intenso, o orgasmo vaginal dependente do ponto 'G', uma zona situada no interior da vagina, junto à parede frontal, altamente estipuláveis tanto pelo pénis como manualmente. Tal como o nome indica, «o orgasmo múltiplo é uma sequência de orgasmos. Após um orgasmo, a excitação mantém-se e a mulher consegue ter vários orgasmos. Mas são raras as mulheres multiorgásmicas», afirma o psicólogo supracitado.

 

Vamos lá pôr ordem na casa..

 

Tipos de Orgasmos

 

1. Sonhorgasmo - a mulher goza em sonho, acorda gozando ou goza, simultaneamente, em sonho e nos lençóis.

 

2. Microrgasmos - são orgasmos leves, que ocorrem sem nenhuma estimulação externa, quase a nível celular. Esse orgasmo pode ser alcançado através da erotização de gestos e actos simples. Sprinkle afirma que até um mero espirro, um passeio no parque ou a visão de uma flor pode levá-la a um microrgasmo.

3. Orgasmo intravaginal - esse é o gozo que ocorre dentro da vagina, através de estimulação peniana, digital, do pulso ou de vibradores. O orgasmo pode vir da estimulação do ponto G (em contacto com a parede da uretra, onde há tecido eréctil, fartamente enervado) ou do colo cervical quando estimulado por “fist fucking” (penetração com o pulso).
4. Orgasmo energético - é aquele alcançado através de várias técnicas de meditação, com origem no Yoga (orgasmo kundalini) ou sexo tântrico, por exemplo. Sprinkle também coloca nesta categoria orgasmos aparentemente involuntários, como os que ocorrem durante um acesso de riso ou um momento de medo (como acontecia com alguns soldados do Vietnam, segundo relatos transmitidos).
5. Orgasmo clitoriano - acontece depois da estimulação clitoriana. É o tipo de gozo mais conhecido das mulheres quando se masturbam, embora muitos homens insistam em ir directo ao pote vaginal sem passar antes pela varinha mágica.
6. Orgasmos combinados - Sprinkle afirma que, geralmente, esses orgasmos listados acima acontecem em combinação, ocorrendo dois, três ou quatro tipos, simultaneamente ou em sequência.
7. Megaorgasmos - Sprinkle diz que esse é “o tsunami dos orgasmos”. O megaorgasmo é uma experiência intensa, física, emocional e espiritual, ao mesmo tempo. A sua duração é longa (a própria Annie, em seu vídeo “Putas e Deusas”, é protagonista de um megaorgasmo de 5 minutos de duração!) e é geralmente alcançado após múltiplas estimulações que, segundo Sprinkle, “vão além do acto de fazer amor”, exigindo uma ”completa entrega e estimulação massiva dos genitais”.
Via O Poder do Limão


publicado por olhar para o mundo às 21:04 | link do post | comentar

Terça-feira, 05.10.10

Meg Raian no mais famoso orgasmo fingido

 

As estatísticas dizem que as mulheres fingem prazer no sexo para agradar aos homens. Eu acredito. Já percebi mais de uma vez a exaltação exagerada que antecede o orgasmo fajuto. É chato. Bem chato. E não apenas por uma questão de vaidade. Diante de uma atriz de alcova, fico me perguntando por que a mulher está fingindo, por que precisa tanto me agradar, o que há de errado com ela? Meu ego aguenta uma mulher que não goze. Por que ela mesma não consegue lidar com isso? 

Nos últimos tempos eu tenho pensado nessas coisas em um contexto mais amplo, o da sinceridade nas relações. 

Fingir um orgasmo talvez seja como sair com alguém sem ter vontade, como conversar quando se quer ficar calado, como abraçar quando se deseja – na verdade – estar a um quilômetro de distância, lendo um livro ou vendo um filme sozinho. Nós fazemos todas essas coisas. Nós mentimos para agradar o outro. Aceitamos a imposição da vontade do outro sobre o nosso próprio desejo, e depois o detestamos por isso. Por quê? 

Outro dia uma amiga me perguntou uma coisa interessante: você já percebeu que as mulheres fingem gostar muito mais de sexo do que realmente gostam? Diante da minha negativa, ela explicou que, na intimidade, as mulheres se mostram menos entusiasmadas com sexo do que dão a perceber na presença dos homens. 

O motivo desse fingimento, disse ela, é que nós, homens, só “pensamos em sexo, o tempo todo”. Logo, qualquer mulher de bom senso, que não queira desapontar seu parceiro (e correr o risco de ficar sem ele), vai bancar a Messalina de tempo integral, mesmo sem ter vontade. Eu não sei o quanto isso é verdadeiro, ou para quantas mulheres valem essas afirmações, mas faz algum sentido – e ajuda a explicar os orgasmos de araque. Mas a coisa toda é um enorme equívoco, em varias instâncias. 

Primeiro equívoco: os homens não querem sexo o tempo todo. Eles falam e fantasiam sobre sexo, o que é inteiramente diferente. Tente dar ao seu garanhão a dose de sexo a que ele parece demandar e você (com 90% de possibilidade) vai ver um homem constrangido. 

Segundo equívoco: as fantasias masculinas (desculpem, garotas...) não são apenas com as parceiras. Elas envolvem outras mulheres. A vizinha, a colega, a sua amiga, a cunhada, a garota do metrô. É humano desejar o que não se tem. É claro, também, que um sujeito emocionalmente envolvido e com uma vida sexual intensa com a própria mulher tem menos motivos para correr atrás de fantasias, mas o desejo dele não está morto.

 

Aliás, isso vale igualzinho para homens e mulheres. Não há como suprimir o desejo. Nem como forçá-lo em uma única direção. A fidelidade é um acordo (flexível) que se faz com o outro e (sobretudo) consigo mesmo. Mas o desejo nunca se esgota. Ele é canalizado, racionalizado e controlado. Sublimado, enfim. 

O que isso tem a ver com a sinceridade nas relações? 

Tudo, eu acho. Se a gente acredita que tem de satisfazer todas as necessidades, as carências, os medos e as taras do outro (ainda que imaginárias), vai acabar mentindo. E não apenas sobre sexo. O que está em jogo é a capacidade de colocar na mesa ou na cama as próprias vontades, superando o medo de desagradar ou desapontar. Esse medo parece nortear exageradamente as nossas ações em relação aos nossos parceiros. O medo da solidão. Ele pode nos levar a mentir e falsear várias coisas, inclusive orgasmos. Ele nos leva a fingir. 

Qual a solução? Só vejo a possibilidade de conversar, correr o risco, dizer o que pensa. Se o outro lado não souber ou não quiser ouvir suas razões, talvez não seja a pessoa certa. Se você tem de continuar fingindo orgasmos, ou risadas, ou interesses, ou qualquer coisa importante, algo está errado – e vai fatalmente se voltar contra o parceiro. Em geral a punição ao outro vem na forma de um mau humor persistente e broxante, que acaba destruindo o convívio. 

Qualquer coisa que a gente faça obrigado, mesmo que inconscientemente, vai ter troco. Descobri isso na análise, mas nem precisava. Qualquer pessoa esperta sabe que a gente não pode querer uma coisa e fazer outra por muito tempo sem ficar maluco. Ou puto da vida. Geralmente os dois.

(Ivan Martins escreve às quartas-feiras)

 

Via Época



publicado por olhar para o mundo às 21:00 | link do post | comentar

Segunda-feira, 04.10.10

As mulheres tem menos orgasmos do que os homens pensam

 

As mulheres têm menos orgasmos do que os homens pensam: é esta a principal conclusão de um estudo publicado na revista «The Journal of Sexual Medicine», citado pelo «20minutos», sobre o comportamento sexual dos norte-americanos desde 1994.

 

85 por cento dos homens asseguraram que a última mulher com a qual fizeram sexo teve um orgasmo. No entanto, apenas 64 por cento das mulheres garantiram ter tido um orgasmo na sua última relação. Uma diferença de percepção notória.

O estudo mostra que um terço das mulheres teve dor genital na relação mais recente, enquanto só cinco por cento dos homens a teve.

Os resultados demonstram ainda que os homens têm mais facilmente um orgasmo durante as relações sexuais vaginais, enquanto as mulheres o alcançam mais depressa noutros actos, como o sexo oral.

 

Via IOL Diário



publicado por olhar para o mundo às 21:00 | link do post | comentar

Quarta-feira, 29.09.10

Orgasmo trifásico

 

Orgasmo feminino é coisa da qual as mulheres entendem muito pouco e os homens, muito menos. Pelo fato de ser uma reação endócrina que se dá sem expelir nada, não apresenta nenhuma prova evidente de que aconteceu ou se foi simulado.

 

Orgasmo masculino não! É aquela coisa que todo mundo vê. Deixa o maior flagrante por onde passa. Diante desse mistério, as investigações continuam e muitas pesquisas são feitas e centenas de livros escritos para esclarecer este gostoso e excitante assunto.

 

Acompanho de perto, aliás, juntinho, este latejante tema. Vi, outro dia, no programa do Jô Soares, uma sexóloga sergipana dando uma entrevista sobre orgasmo feminino. A mulher, que mais parecia a gerente comercial da Walita, falava do corpo como quem apresenta o desempenho de uma nova cafeteira doméstica.

 

Apresentou uma pesquisa que foi feita nos Estados Unidos para medir a descarga elétrica emitida pela "periquita" na hora do orgasmo, e chegou à incrível conclusão de que, na hora "H", a "perseguida" dispara uma descarga de 250.000 microvolts. Ou seja, cinco "pererecas" juntas ligadas na hora do "aimeudeus!" seriam suficientes para acender uma lâmpada. Uma dúzia, então, é capaz de dar partida num Fusca com a bateria arriada.

 

Uma amiga me contou que está treinando para carregar a bateria do telefone celular. Disse que gozou e, tchan, carregou. É preciso ter cuidado porque isso não é mais "xibiu", é torradeira elétrica! E se der um curto circuito na hora de "virar o zoinho", além de vesgo, a gente sai com mal de Parkinson e com alinguiça torrada.

 

Pensei: camisinha agora é pouco, tem de mandar encapar na Pirelli ou enrolar com fita isolante. E na hora "H", não tire o tênis nem pise no chão molhado... Pode ser pior!

É recomendável, meu amigo, na hora que você for “molhar o seu biscoito" lá na canequinha de sua namorada, perguntar:

-É 110 ou 220 volts? Se não, meu xará, depois do que essa moça falou lá no Jô, pode dar "ovo frito no café da manhã."

 

Esse país não melhora por absoluta falta de criatividade ... São as mulheres, a solução contra o apagão...

 

Millor Fernandes

 

Via Este Blog



publicado por olhar para o mundo às 21:01 | link do post | comentar

Quarta-feira, 22.09.10

Uma mulher que tem orgasmos múltiplos, possui mais prazer que uma mulher que nunca experimentou essa sensação? Quem acredita nessa hipósete põe o dedo aqui....

 

A mulher e os orgasmos

 

...que o trem vai passar, e muita informação vai rolar.

 

Galera, temos que definir duas coisas!

 

Primeiro: o sexo não é feito do orgasmo tem a parte das preliminares, do desejo pelo parceiro e N's motivos para se querer chegar a esse ponto.

 

Segundo: o que o faz pensar que não ejacular "ter um orgasmo", te fará menos satisfeita do que qualquer mulher?

A ejaculação feminina é produzida pelas chamadas "glândulas de Skene", essas glândulas produzem o líquido precioso que toda mulher quer por pra fora.

Mas quer saber um fato curioso?

Quando estamos em formação dentro da barriga de nossas mães, digamos... nos descobrindo. Se por obra do destino escolhermos ser menino então desenvolvemos a próstata, mas se escolhermos ser menina desenvolvemos a Glândula de Skene. Se você pensar que o mesmo líquido viscoso que sai da próstata do homem assemelha-se com o que sairá de você, tenho certeza que vai se preocupar mais em curtir o momento do que tentar chegar ao ponto máximo da relação.

A primeira regra pra um relacionamento feliz na cama e descobrir seu corpo, saber o que mais lhe agrada e o que faz seu parceiro feliz. De nada adianta ficar tentando, e tentando fazer algo se a outra pessoa se sente incomodado, ou não, sente aquela sensação gostosa de desejo, calor, fogo ardente (eita, novela mexicana faz isso com a pessoa influência até na escrita).

Saber o que seu parceiro mais gosta o que o deixa ele maluco, fará com que o tão sonhado momento chegue é simples, a regra é curtir o momento.

A busca frénetica pela satisfação não fará de você uma pessoa satisfeita na cama, apenas neurótica e isso atrapalhará e MUITO! Tenha certeza, tudo que se torna exagerado se torna cansativo.

Deixo com vocês algumas dicas para atingir o PONTO P com maior facilidade, mas não se esqueçam, a satisfação deve ser mútua e ser geral, contar desde o primeiro minuto até o último segundo.

as partes sexuais femeninas

Dicas para atingir o orgasmo com mais facilidade

 

- Converse com o seu parceiro

- Não se prenda só ao orgasmo, aproveite as preliminares

- Toque seu próprio corpo

- Fale o que você deseja na hora do sexo

- Esqueça os problemas e aproveite o momento

 

Como reconhecer que você teve um orgasmo

 

- Podem acontecer contrações involuntárias da plataforma orgástica (parte externa da vagina)


- O clitóris fica ereto e sensível ao toque

 

- Os lábios vaginais ficam inchados e podem ficar mais escuros

 

- A respiração, a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos aumentam

 

- Perde-se o controle muscular voluntário, podendo ocorrer diversas contrações de músculos, do rosto, braços e pernas

 

- Segundos depois do orgasmo, pode aparecer uma sensação de relaxamento e tranquilidade

 

Via Café com Mulheres



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Terça-feira, 21.09.10

Não sei o que é o orgasmo

 

Foi bom para você? Cerca de 30% das brasileiras, se forem sinceras, irão responder: "não". Elas sofrem de uma disfunção marcada pela ausência do orgasmo. O Eva foi em busca de informações sobre o problema, responsável pelo fim de relacionamentos e também pela queda da autoestima de muitas mulheres.

 

Um prazer fingido que acelera os batimentos cardíacos, deixa a respiração ofegante, corta o fôlego e tira a razão por alguns segundos. As sensações corporais são tão intensas que provocam gritos, gemidos e outras reações que não podem ser aqui descritas. É o clímax de uma breve história sexual que termina, geralmente, com final conhecido: o sono.

 

O orgasmo é uma ambição que faz parte do imaginário do sexo. Há quem duvide de sua existência e acredite ser uma lenda. Porém, a ciência comprova: o orgasmo feminino existe! Contudo, nem todas as mulheres com vida sexual ativa são afortunadas com essa resposta.

 

Tanto que o Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo (Prosex) concluiu, em 2003, depois de pesquisa realizada com mulheres de todo o Brasil, que aproximadamente 30% delas nunca tiveram uma experiência orgástica.

 

Isso não significa que os 70% restantes dessa população feminina esteja completamente satisfeita. Ao contrário, nesse universo, encontram-se mulheres que já tiveram orgasmos, e deixaram de ter, e outras que só sentem prazer por meio do sexo oral ou pela masturbação.

 

A pedagoga Luana (nome fictício), de 34 anos, encaixa-se no perfil da maioria de mulheres que busca esse prazer máximo, mas, dificilmente consegue alcançá-lo. A frase que dá título a esta matéria foi pronunciada por ela, durante uma conversa entre amigas.

 

"A primeira vez que conversei sobre orgasmo tinha 30 anos e achei muito estranho porque não sentia metade do que ouvia minhas amigas contarem", revela. As reações físicas, o torpor momentâneo não fazem parte de seu repertório de vivências sexuais.

 

Essa realidade é a mesma enfrentada por um grande número de mulheres, o que faz da anorgasmia (ausência do orgasmo), ao lado da diminuição da libido, o principal problema que leva mulheres de diferentes idades aos consultórios de psicólogos e sexólogos.

 

Segundo Luana, ela só teve prazer intensamente - o que acredita ser o orgasmo - uma vez, aos 23 anos. E como a experiência não se repetiu, tornou-se uma vaga lembrança em sua trajetória sexual.

 

"Sinto prazer mais com o toque do que com o ato, acho que a falta de sensibilidade do parceiro é a causa. Quando o sexo foi bom para mim, acabo me sentindo mais bonita, porém não é sempre", explica.

 

Homens

 

Entre todos os relacionamentos que teve, a pedagoga apenas encontrou dois homens dispostos a ajudá-la. "Por serem mais velhos, demonstraram interesse. Um tinha 49 anos, e o outro, 57. Os demais se sentiram diminuídos". A sexóloga cearense Margareth Fichera explica que muitos homens passam anos tendo relações sexuais com uma mulher sem saber que ela não sente orgasmo.

 

Quando descobrem, avalia a sexóloga, sentem-se culpados, frustrados e responsáveis, mas há aqueles que não se incomodam (veja depoimento no box à direita de uma cearense de 46 anos). Para esses, o problema pertence unicamente à mulher, pois, em relações anteriores, nunca vivenciaram situações dessa natureza.

 

Tal comportamento acaba por confundir a parceira que, muitas vezes, não sabe os motivos que desencadeiam o problema e a falta de apoio do companheiro a deixa fragilizada e mais culpada, daí porque muitas fingem sentir orgasmos.

 

Luana garante que não finge. "Meu olhar, a expressão do meu rosto passam se eu gostei ou não. Concentrada na procura pelo homem certo, ela não foi atrás de aconselhamento profissional. "Até já comentei com a ginecologista, e ela me indicou uma sexóloga, contudo não fui. Minhas amigas dizem que tenho que me tocar para descobrir os pontos que me dão prazer", conta.

 

Até sentir o orgasmo dos seus sonhos, a pedagoga vai tentando. As expectativas são boas. "A pessoa com quem estou no momento me faz sentir nas nuvens só com toques e beijo na nuca. Fico paralisada, em êxtase", ela revela.

 

Anorgasmia

 

ESTÁGIO PRIMÁRIO: Quando a mulher nunca experimentou orgasmo, seja com o ato sexual ou a masturbação. Causas: crenças religiosas, pode ter crescido num ambiente repressor em relação ao sexo; não conhece sua sensibilidade porque nunca se masturbou; tem imagem ruim do homem por conta de relação negativa com o pai, o que a faz não confiar nos homens, ou pode ter tido mãe autoritária

 

FASE SecundáriA: Quando a mulher já experimentou o orgasmo com normalidade e, por certos motivos, deixou de tê-los de modo sistemático. Causas: Desemprego, situação financeira ruim, conflitos conjugais e familiares

 

Situacional: Quando a mulher sente orgasmos apenas em determinadas situações, como a masturbação e sexo oral, ou com um determinado parceiro ou parceira. Causas: Pode ser uma pessoa tensa, desconfiada, que não confia no homem ou em outra mulher, não se entrega, não tem um passado positivo em relação aos homens (imagem negativa do pai) ou mulheres (mãe controladora)

 

As causas fisiológicas da disfunção orgástica são mais raras, contudo, existem. Lesões cirúrgicas da medula ou do sistema nervoso periférico podem inibir o orgasmo feminino, assim como o uso excessivo de álcool e drogas

 

Fonte: Sexóloga Carla Cecarello e Prosex

 

DEPOIMENTO

"Meu marido não me entendeu"

 

" Sou casada há 22 anos. Minha primeira relação sexual somente aconteceu após o casamento, mas tive algumas intimidades durante o namoro. Numa dessas intimidades, cheguei, pela primeira vez, ao orgasmo. Foi maravilhoso! A partir desse momento, imaginei, então, que após o casamento, minha vida sexual seria perfeita. Não havia razão para pensar o contrário. E, assim, idealizei que viveria "feliz para sempre" com o homem que amava.

 

No entanto, as coisas não aconteceram dessa maneira. O sexo sempre era rápido. Quase que por obrigação. As preliminares não demoravam tanto quanto as carícias da época em que namorávamos e, mesmo gostando de estar com ele, não conseguia mais chegar ao orgasmo. Embora me esforçasse muito para isso acontecer.

 

Aguentei por algum tempo a situação. Até que um dia resolvi falar para o meu marido sobre a minha dificuldade sexual, mas ele não me entendeu. Pelo contrário, desconversou.

 

Esse seu comportamento me desanimou e não falei mais no assunto. Minha atitude teve efeito contrário do que imaginava. Nosso relacionamento deixou, definitivamente, de ser caloroso. As carícias diminuiram muito e o sexo tornou-se ainda mais frio.

 

Há dois anos, conheci um homem bem mais velho, porém muito gentil e carinhoso. Saímos de vez em quando e nos falamos por telefone quase todo dia. Apesar disso, continuo casada. Com o outro, no entanto, voltei a sentir o entusiasmo do tempo do namoro.

 

Com esse novo relacionamento, sinto-me novamente jovem. O desejo sexual hoje faz parte da minha vida. Tenho sonhos eróticos. Mas, mesmo assim, ainda não cheguei ao orgasmo. Porém, tenho uma certeza dentro de mim: acredito que isso não venha a acontecer com meu marido, mas com o outro, sim!

 

Clara (nome fictício), 46 anos

 

NAIANA RODRIGUES

 

Via Alagoas 24



publicado por olhar para o mundo às 20:50 | link do post | comentar

Domingo, 19.09.10

A dificuldade de alcançar o orgasmo não é uma triste realidade apenas das mulheres. Pode ocorrer com homens de qualquer idade. A ansiedade e o nervosismo são os principais motivos para o desencadeamento da disfunção

 

Considerada uma realidade ligada apenas ao universo feminino, problemas para atingir o prazer estão, entretanto, presentes no mundo de uma boa parcela dos homens. A anorgasmia consiste na incapacidade humana de obter resposta orgásmica à estimulação sexual. Diferentemente das disfunção eréteis e de ejaculação, o problema impede que o homem chegue ao auge do prazer sexual mesmo com ereção e excitação regulares. Ele pode se apresentar em eventos isolados durante a vida ou até de forma permanente. Estima-se que um em cada três homens vão ter problemas com a falta de orgasmos pelo menos uma vez durante a vida - com disfunção prolongada, 8%. O índice entre as mulheres é três vezes maior: cerca de 24% sofrem com o problema.

Segundo o urologista Rogério Vitiver, os principais vilões na hora do sexo são a ansiedade e o estresse pelo qual o homem passa antes e durante a relação. "A falta de orgasmo acomete homens de qualquer idade e sem doenças relacionadas preexistentes. Na maioriados casos, o que vai influenciar de forma negativa no sexo é o fator psicológico", explica o médico. O orgasmo é desencadeado após uma série de estímulos prévios e pela excitação durante a relação sexual (veja infografia). Quando o homem fica muito ansioso ou apresenta um nível alto de estresse por tempo prolongado, o orgasmo pode ficar comprometido. Isso ocorre porque uma série de substâncias vasoconstritoras, como a fosfodiesterase 5, são liberadas na corrente sanguínea no momento de estresse, dizendo ao sistema reprodutor que interrompa a ereção.

"Esse é um processo natural do organismo para proteção do pênis, que não deve ficar muito tempo ereto. Mas quando a preocupação com o desempenho sexual é maior do que a excitação, por exemplo, essas substâncias vão ser suficientes para impedir que o orgasmo chegue", explica Rogério Vitiver. O homem consegue ter ereção e excitação normais. No entanto, o clímax da relação não é alcançado. "Aos poucos, porém, ele começa a perder a ereção, ao ponto de confirmar que oorgasmo não vai mesmo acontecer".

Sem culpa - O tratamento mais indicado para a anorgasmia é o acompanhamento psicoterápico. "Por se tratar de um transtorno essencialmente psicológico, é indicado que o paciente com anorgasmia diagnosticada procure um terapeuta especialista em sexualidade", indica Rogério Vitiver. Ele explica que, para a maioria dos casos, mesmo os prolongados, após 20 sessões terápicas a chance de reversão do quadro é de 80%.

A sexóloga Cláudia Lemos explica que o maior desafio para o homem que tem uma disfunção relacionada ao sexo é assumir o problema sem culpa. "Os homens, em sua maioria, querem justificar o problema de forma racional e prática. Eles se perguntam qual o defeito deles, por que não conseguem manter a excitação pela mulher - mesmo que seja linda e perfeita. Eles também se cobram a responsabilidade sobre a relação sexual. Afinal, quando a mulher não goza, é normal. Mas eles acreditam que se o homem não gozar, a relação não acontece de forma plena", explica Cláudia. 

O excessode cobrança tende a aumentar a ansiedade na hora da relação sexual. Cláudia Lemos explica que o homem que tem mais de um episódio de falta de orgasmo vai entrar em novas experiências menos relaxado. "Isso reforça a possibilidade de não dar certo. Manter a excitação e sentir prazer com preocupações na cabeça é impossível para qualquer ser humano".

O segredo é relaxar. O tratamento psicoterápico tem como objetivo encontrar o motivo do estresse e ajudar o homem a reagir. Excesso de trabalho e de responsabilidades influenciam de forma negativa na vida sexual. "O importante é criar formas de liberar essa sobrecarga em atividades relaxantes. Estar bem é o melhor remédio para a falta de orgasmo, tanto para o homem quanto para a mulher", explica a sexóloga. O apoio da parceira também é fundamental para a recuperação do paciente. "O casal sofre com as disfunções sexuais junto e deve ser tratado da mesma forma. É fundamental que a companheira participe do tratamento e apoie o namorado ou marido que está passando pelo estresse. Cobrança não ajuda nesse momento".

Para evitar lesões

A fosfodiesterase 5 funciona como um regulador da ereção. Ela é liberada para evitar que o pênis sofra lesões por passar muito tempo ereto. Ela induz o pênis a voltar ao estado de flacidez. "É uma espécie de enzima broxante", explica Rogério Vitiver.

Dicas de especialista

- Diálogo: converse com sua parceira sobre qualquer dificuldade na relação sexual - seja ela permanente ou provisória, é importante que a sua companheira conheça suas limitações e necessidades. Isso vai ajudar a diminuir o estresse da cobrança e da obrigação com o desempenho sexual.

- Pratique exercícios físicos regulares e atividades que tragam prazer, como hobbies e esportes. Isso vai trazer mais tranquilidade e será uma forma de liberar o estresse.

- Evite aumentar a carga de trabalho além do necessário.

 

Via Diário de Pernambuco



publicado por olhar para o mundo às 20:56 | link do post | comentar

Quarta-feira, 15.09.10

Orgasmo sem complicações

 

O orgasmo não tem como único benefício o clímax sexual e o prazer.

De acordo com o urologista e terapeuta sexual, Luiz Mauro Coelho Nascimento, o orgasmo contribui também para melhorar a qualidade do sono, a circulação sanguínea e a pele, além de reduzir cólicas femininas e o estresse.

Segundo ele, os instantes de um intenso prazer são seguidos de uma sensação gostosa de alívio e relaxamento. Mas quando a pessoa termina o sexo sem atingir o orgasmo, sente uma sensação de insatisfação, irritabilidade e estresse.

É isso que vem acontecendo com pelo menos a metade das mulheres. Conforme estudos do Projeto de Sexualidade da Universidade de São Paulo (USP), 50% das brasileiras têm dificuldades para chegar ao orgasmo e os homens é que poderiam ser mais empenhados.

Em entrevista com cerca de três mil homens, em cinco capitais brasileiras, apenas 33,9% afirmaram que o prazer da mulher é a prioridade deles no sexo. “Mulheres com esta dificuldade deveriam procurar um especialista em sexualidade para que este possa investigar dois aspectos: o biológico e o emocional. O tratamento quando realizado em conjunto com o parceiro tende a ter resultados muito melhores”, disse Luiz Mauro.

Os médicos nunca encontraram diferenças físicas entre as mulheres que têm muitos orgasmos e as que não conseguem chegar lá. O que varia entre elas, portanto, é o fator emocional. Uma mulher preocupada tem mais dificuldade para atingir o clímax. Elas precisam de mais concentração do que os homens.

Portanto, se elas tiverem que se preocupar com os filhos ou os pais escutando tudo no quarto ao lado e também na quantidade de trabalho que ela tem para fazer, isso acaba só prejudicando durante a relação. Para Cláudia Guerra, mestre em História e palestrante sobre a sexualidade humana, além da tripla jornada de trabalho feminina, o que impacta também na sexualidade é a ditadura da beleza. “Vivemos na cultura do hiper: hiper bunda, hiper tesão, hiper peito, um culto excessivo à imagem”, disse Cláudia Guerra.

Além da insegurança, para o terapeuta sexual Luiz Mauro, a mulher que vai para a cama com a obrigação de chegar lá, corre o risco ainda maior de se frustrar. “Orgasmo é descoberta e aprendizado. Por isso é preciso perceber onde tem mais prazer, onde a excitação é mais intensa e aprender a estimular estes pontos”, disse o médico.

Dicas

. Seja uma eterna aprendiz do seu corpo, ele a conduzirá ao prazer.
. Procure ambientes tranqüilos, imagine cenas, fantasias, use de criatividade...
. Um vídeo erótico pode ser uma boa opção, principalmente aqueles que têm um clima de sedução.
. Concentre-se em seus sentimentos e percepções, não se preocupe com o orgasmo, ele virá.
. Posteriormente você deverá incluir seu parceiro nestes jogos sexuais, sempre trocando impressões, preferências, carícias, fantasias; transformando o encontro sexual em momentos de alegria, prazer e integração humana.

 

 

Via Jornal Web



publicado por olhar para o mundo às 21:13 | link do post | comentar

Sábado, 11.09.10

Guida Maria,sexo sim, mas com orgasmo

 

Guida Maria apresenta o monólogo Sexo? Sim, mas com Orgasmo, de Dario Fo e Franca Rame, no Casino Estoril

"Já os posso ouvir dizer: lá está ela a falar outra vez de sexo…", ironiza a actriz Guida Maria mal entra no palco do Casino Estoril onde, desde quinta-feira, tem em cena a peça Sexo? Sim, mas com Orgasmo, escrita pelo Nobel da Literatura italiano Dario Fo e Franca Rame. Vestida de negro, em frente a um púlpito, olha de frente para o público e volta a ironizar, "Porque é que eu que já sou avó não posso falar de sexo?". E o facto é que não só pode como fala. Fala durante uma hora e meia sobre sexo, amor, desencantos e desencontros, mentiras e preconceitos. "Fala-se muito sobre sexo, mas com muito (insu)sexo", afirma a dada altura.

Sexo? Sim, mas com Orgasmo vive de pequenos episódios contados num tom ora trágico ora cómico, que vão do encontro amoroso entre o par bíblico Adão e Eva até à forma como pais e mães abordam a sexualidade com os filhos, ou as várias fases da vida sexual. Voltar a falar de sexo porquê? "Porque é um assunto sempre actual, que potencia o divertimento. Mas nesta peça, em concreto, eu senti que poderia também trabalhar naquele que eu acho que é o meu melhor registo: o de falar directamente para o público, o de abordar temas transgressores", afirma ainda a actriz de 60 anos.

 

Via DN



publicado por olhar para o mundo às 21:01 | link do post | comentar

Sexta-feira, 03.09.10

Orgasmo sem mistérios

 

Se antes as mulheres mal sabiam o que era orgasmo mesmo depois de anos de casamento, hoje em dia ele se tornou uma obsessão para muitas delas.

Sem tabus, elas exploram mais o corpo e vão atrás de manuais, guias, livros, cursos e até cirurgia íntima em busca de atingir o máximo de prazer na hora H. "O orgasmo é algo muito particular, que promove sensações diferentes em cada mulher e difíceis de descrever, por isso a curiosidade em se falar sobre o assunto", aponta a sexóloga Carla Cecarello.

Não existe uma fórmula mágica. "Orgasmo é individual e a receita está na pessoa, na sua entrega, na cumplicidade, tendo como resultado uma excitação crescente até o máximo do prazer sexual". Se antes eram os homens os mais preocupados com o desempenho na cama, agora elas é que vão em busca de respostas e "treinamentos", para agradar ao parceiro, e conseqüentemente, também serem beneficiadas. Mas isso não significa que muitas delas consigam de fato ter mais prazer. Um estudo publicado recentemente no jornal da Associação Britânica de Cirurgiões Urológicos pela Clínica Urológica de Nova Jersey (Estados Unidos) afirmou que não atingir o orgasmo é a principal queixa delas, mulheres entre 18 e 30 anos. Mais ansiosas na busca pelo orgasmo, o sexo deixa de ser natural e passa a ser mais uma performance.

O orgasmo deve ser sempre muito intenso?
As sensações do orgasmo são variáveis de pessoa para pessoa. O orgasmo é o resultado de uma excitação crescente, tendo como resultado o clímax, onde está inserido entrega, sentimento e sensações, estas sofrem influência de fatores intrínsecos (emoções, sentimentos, orgasmos anteriores registrados na memória) e extrínsecos (ambiente, tempo e parceria sexual).

Todo ser humano é preparado biologicamente para o orgasmo?
O nosso corpo está apto para o sexo e consequentemente para o orgasmo. Na dificuldade ou ausência do orgasmo, é necessário a busca de tratamento por um especialista - terapeuta sexual - para investigar as possíveis causas, físicas ou psicológicas.

O orgasmo clitoriano é verdadeiro?
O orgasmo não depende da penetração para acontecer. Ele é um só e não separado em vaginal, clitoriano e peniano, mas uma sensação do corpo inteiro. O que muda são os pontos estimulados para a excitação. Não há comprovação científica que ateste a existência do Ponto G masculino ou feminino, mas sim regiões que ao serem estimuladas favorecem o orgasmo. Para as mulheres, o canal vaginal possui uma plataforma orgástica, região mais sensível ao toque logo nos primeiros centímetros, que participa efetivamente na elevação da excitação.

Se as preliminares são longas, os orgasmos serão intensos?
Elas ajudam a chegar lá, mas não vão indicar a intensidade do orgasmo e sim da excitação, da entrega total ao momento erótico e de suas emoções.

Mulheres demoraram mais para chegar lá?
De forma geral sim, porque na sua resposta sexual, elas têm mudanças anatômicas na sua genitália para que possa ser penetrada sem dor. Muitas vezes, em um encontro casual, a mulher pode ter um orgasmo dentro de poucos minutos, pelo fator fantasia do momento.

Orgasmo e ejaculação são a mesma coisa?
O orgasmo e a ejaculação são respostas fisiológicas diferentes no homem. O orgasmo é uma resposta sensorial, enquanto que a ejaculação é a eliminação do esperma. No homem, geralmente eles acontecem simultaneamente. Ainda não foi comprovado nada sobre a ejaculação feminina. Em alguns casos há mulheres que se lubrificam mais do que as outras, pela atuação de glândulas no canal vaginal. Mas estas glândulas não são como a próstata e o canal seminal masculino que podem armazenar um liquido para depois jorrá-lo em determinado momento. Na mulher, estas glândulas assim que produzem o liquido para lubrificação, o solta, e isso é feito durante toda a relação.

 

 

Via 180 Graus



publicado por olhar para o mundo às 21:00 | link do post | comentar | ver comentários (1)

mais sobre mim
posts recentes

Karezza: sexo com carinho...

Orgasmo prematuro atinge ...

Sexo,Por que mulheres fin...

De onde vem o orgasmo?

As melhores posições para...

Em Busca do Orgasmo

Conselhos para quem só at...

12 Segredos para melhores...

O Orgasmo não é só fisic...

Métodos efectivos para ll...

arquivos

Fevereiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Setembro 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Julho 2014

Junho 2014

Março 2014

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

tags

todas as tags

Related Posts with Thumbnails
blogs SAPO
subscrever feeds
comentários recentes
Moro no Porto gosta de saber se há este tipo de cu...
Olá Boa tarde eu ultimamente não sinto prazer sexu...
Gente me ajudem nao sei oq fazer eu tenho meu mari...
joga na minha conta entaomano
Eu es tou dwsssssssssvzjxjshavsvvdvdvsvwhsjdjdkddd...
Quero fazer uma pergunta referente ao tema e é pro...
fala comigo
Essa papelaria em Queijas da muito jeito chamasse ...
ai mano to nessa como faz???
Gostaria de saber oque fazer quando a criança nega...
Posts mais comentados