Terça-feira, 10.04.12
Kevin SystromKevin Systrom (DR)

É sempre com alguma admiração que lemos as histórias de sucesso dos maiores inovadores do mundo dos computadores e da Internet. Quando ficamos a saber que Bill Gates, Steve Jobs, Mark Zuckerberg, Michael Dell ou Jack Dorsey, criador do Twitter, não chegaram a concluir uma licenciatura, muitos não conseguem sequer evitar um sorriso malandro no canto da boca.

 

Mas agora há um novo tipo na cidade, candidato a um lugar no olimpo dos deuses da tecnologia, e cujo passado desafia a ideia do geniozinho que nasceu para ser um empreendedor de sucesso: chama-se Kevin Systrom e acabou de vender a sua criação, o Instagram – a aplicação para telemóveis de partilha de fotografias com filtros profissionais mais popular do momento – por mil milhões de dólares (764 milhões de euros). Isso mesmo. Mil. Milhões. De dólares. O comprador foi o Facebook, a rede social criada por um desses multimilionários que tinham mais que fazer do que prestar atenção ao que os professores diziam.

Os caminhos de Kevin Systrom, Mark Zuckerberg e Jack Dorsey cruzaram-se em meados da década passada, numa altura em que o Facebook dava os primeiros passos e o Twitter era ainda uma incógnita em 140 caracteres.

Em 2004, um ainda adolescente e ainda estudante universitário Mark Zuckerberg mostrava-se interessado por uma aplicação chamada Photobox, desenvolvida por um outro aluno da Universidade de Stanford chamado Kevin Systrom. "Eu notei que havia um problema: na universidade, muitas pessoas tiravam fotografias e enviavam enormes ficheiros Zip através da rede de correio electrónico de Stanford. Isso não fazia sentido: deveríamos ter um sítio em que toda a gente poderia pôr as suas fotos e descarregar as que quisesse”, recordou Kevin Systrom, em declarações ao site da revista de tecnologia e design Fast Company

Systrom recordou que Zuckerberg foi directo ao assunto: “Quando me encontrei com o Adam [D’Angelo] e o Mark [Zuckerberg], eles perguntaram-me: ‘Nós também estamos a trabalhar numa cena sobre fotografias, não queres falar connosco sobre o Facebook?’”

A ideia parecia aliciante, mas a personalidade mais cautelosa de Kevin Systrom entrou em cena. Hoje em dia, olhando para trás, o novo milionário da tecnologia admite sentir alguma mágoa: “Infelizmente decidi que queria continuar a estudar. É uma daquelas decisões que me fazem olhar para trás. Adorava ter feito parte do crescimento do Facebook, mas eu tinha acabado de conhecer aqueles tipos”.

Depois de ter dado uma nega a Mark Zuckerberg, Systrom foi estagiar três meses para umastartup chamada Odeo, em 2006, onde um jovem chamado Jack Dorsey não deixava de pensar numa forma de pôr meio mundo em contacto através de 140 caracteres – Kevin Systrom acabou por fazer parte do nascimento do Twitter e é mesmo um dos poucos utilizadores que usa o seu nome próprio (@Kevin).

Mas nem o interesse de Zuckerberg, nem o estágio com Dorsey parecem ter feito despertar o jovem empreendedor que havia em Kevin Systrom. Depois da cobiça do Facebook e da passagem pelo Twitter, Systrom trabalharia ainda alguns anos na Google, antes de lançar o Instagram com o brasileiro Mike Krieger, em 2010.

Apesar de tudo – principalmente depois do anúncio da compra da empresa por mil milhões de dólares –, Systrom faz um balanço positivo das escolhas que foi fazendo ao longo da sua vida: “Toda a gente tem uma história sobre o facto de ter tido a oportunidade de trabalhar na empresa X, Y ou Z. Em Stanford, tive a oportunidade de acompanhar muitas inovações e de conhecer algumas das pessoas mais inteligentes, que estavam a desenvolver as coisas mais incríveis. Quando finalmente eu próprio consegui fazer uma dessas coisas, senti que fazia todo o sentido”, cita a Fast Company.

A empresa que desenvolve a aplicação Instagram foi comprada pelo Facebook por mil milhões de dólares (em comparação, a Yahoo pagou 35 milhões de dólares pelo Flickr, em Março de 2005). A notícia foi avançada pelo próprio Mark Zuckerber, na segunda-feira, numa mensagem publicada na sua página. “Estou entusiasmado por partilhar a notícia de que chegámos a acordo para comprar o Instagram e que a sua equipa vai fazer parte do Facebook”, escreveu Zuckerberg. O patrão do Facebook garante que a ideia é desenvolver a aplicação de fotografias como uma aplicação independente e não integrá-la na rede social, mantendo todas as suas características actuais, incluindo a possibilidade de partilha de imagens com outros serviços como o Tumbrl ou o Twitter, por exemplo.

 

Via Público

 



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Sexta-feira, 03.06.11
Naturistas com apenas sete praias
A prática do nudismo necessita de uma «maior abertura» porque pode ser uma fonte de receita turística para Portugal, defende o presidente da Federação Naturista, lembrando que há apenas «sete praias ditas legais», todas a sul do Tejo.

O turismo naturista é o «nicho que mais tem crescido em todo o mundo», com cerca de 100 milhões de praticantes, e Portugal «está completamente fechado» a este mercado, criticou o presidente Federação Portuguesa de Naturismo, Rui Martins.

 

As praias «ditas legais para a prática do naturismo nunca são suficientes», sendo que neste momento, «existem apenas sete praias oficiais», a última das quais - praia da ilha Deserta - foi aprovada em Fevereiro pela Câmara de Faro.

 

As praias para esta prática na zona de Lisboa são as do Meco e a da Bela Vista, na costa alentejana a das Adegas, Alteirinhos e Salto, e no Algarve a do Barril e Ilha Deserta, além de outras 19 reconhecidas como praias mistas, referenciadas em roteiros internacionais, mas «todas são aberta a toda a gente», referenciou.

 

Em relação à lei, Rui Martins, defende que «não seria preciso legislação», porque é uma «filosofia de vida», traduzida na «prática da nudez colectiva, no propósito de favorecer o respeito pelo meio ambiente», ou como Rui Martins lhe chama «nudo-naturismo».

 

As pessoas com esta filosofia «dão-se todas bem» e para manterem o «contacto uns com os outros» frequentam dois parques de campismo, propriedade de estrangeiros [Holandeses], a piscina do Alvito que tem um “horário naturista com cerca de 40 pessoas por sessão” e um SPA no Porto, acrescentou.

 

Os «naturistas não têm nada a esconder» pelo que «não precisam de fugir de nada», incluindo dos «mirones que ainda vão aparecendo, mas em muito menor número», disse Rui Martins.

 

Via Sol



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Terça-feira, 05.04.11

A mulher é mais tolerante ao assédio sexual?

 

Segundo um novo estudo, as mulheres não são um sexo tão frágil assim. Além de vivermos mais, podemos suportar mais ameaças com menos estresse.

A pesquisa examinou como os homens e mulheres vêem o assédio – como um incômodo? assustador? – e como essas percepções se relacionam com seu bem-estar psicológico.

Mais de 6.000 homens e mulheres que servem em todos os cinco ramos das Forças Armadas dos EUA participaram do estudo, opinando sobre 16 tipos de assédios verbais e físicos, incluindo histórias ou piadas ofensivas e toques que os deixaram desconfortáveis.

O assédio sexual foi um problema para ambos os sexos. Mais de 50% das mulheres e quase 20% dos homens relataram pelo menos um incidente de assédio sexual durante o período de um ano.

Para as mulheres, o assédio sexual é preocupante quando elas o viam como assustador, mas não quando elas o viam como um incômodo. O resultado foi surpreendente aos pesquisadores, que achavam que as mulheres seriam afetadas negativamente pelas duas formas de assédio.

Que foi o que ocorreu com os homens: para eles, o assédio sexual é angustiante quando eles o viam tanto como assustador quanto como incômodo.

Será que as mulheres estão “acostumadas” com esse assédio, e por isso são menos afetadas? Não exatamente. As descobertas não sugerem que o assédio sexual é menos desgastante para a mulher do que para o homem, mas sim que os sexos podem responder de forma diferente ao assédio.

Segundo os pesquisadores, as pessoas tendem a subestimar o impacto do assédio sexual nos homens. Normalmente, eles não têm uma vida inteira de experiências para lidar com o assédio sexual, e podem não saber como lidar com isso quando acontece a eles.

O assédio sexual é um exemplo sólido de preconceito de gênero. Os homens geralmente são menos expostos ao assédio sexual, por isso é como se não existisse entre eles e, consequentemente, eles não devem ficar chateados se acontecer isso com eles.

Os pesquisadores acreditam que talvez as mulheres aprendam a ignorar o assédio sexual por uma miríade de razões, mas isso não diminui o problema, claro.

A conclusão do estudo é de que temas como assédio sexual e estupro devem perder seu paradigma de “problema feminino” e serem reconhecidos como uma questão humana que afeta a todos; dessa forma, as situações poderão ser resolvidas mais cedo e com mais eficiência.

 

Via Hypescience



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Segunda-feira, 04.04.11

Paris proíbe aquecimento com gás nas esplanadas

 

Medida atinge milhares de cafésrestaurantes e bares. Proteções de plástico também são proibidas. Ecologistas queriam alargar a interdição aos aquecimentos elétricos e propunham distribuição de cobertores aos clientes.

 

Os ecologistas desejavam que também fossem proibidos os aquecimentos com energia elétrica, mas só conseguiram interditar os que funcionam com gás. No entanto, o novo regulamento, aprovado pela Assembleia Municipal da capital francesa e que entrará em vigor dentro de dois anos, atingirá milhares de esplanadas porque também foram proibidas as vedações de plástico a que recorrem os donos de cafés e restaurantes para proteger os clientes, na maioria fumadores.

Esta medida "responde a uma dupla preocupação ambiental e de limpeza pública: evitar utilização de energia não renovável e obrigar à utilização de espaço exterior com condições adequadas, como a colocação de cinzeiros. O gasto em energia é importantíssimo, especialmente em cidades como Paris, com uma boa parte do ano com aquecimento indispensável devido às temperaturas externas", diz ao Expresso Hermano Sanches Ruivo, deputado (socialista) municipal de Paris, que votou favoravelmente esta lei.   

Desde que, em 2008, foi proibido fumar no interior deste tipo de comércios, as esplanadas aquecidas a gás e protegidas por plásticos transparentes floresceram - no total, Paris conta com 8600 esplanadas, 3500 delas fechadas total ou parcialmente.

Ecologistas queriam distribuição de cobertores

A edilidade parisiense tomou a decisão em nome da defesa do ambiente e, no caso dos terraços fechados, por "motivos estéticos".

Os ecologistas queriam proibir o recurso a todos os equipamentos que "utilizam uma fonte de energia não renovável", incluindo a elétrica. Propunham esplanadas abertas e que fossem distribuídos, nos dias e noites mais frios, cobertores aos clientes.

"Existem outras possibilidades para além da eletricidade. Vamos acompanhar o processo nos próximos dois anos, para também propormos métodos de fornecimento de energia menos poluidores", esclarece Hermano Sanches Ruivo.

A nova medida obriga igualmente os cafés, restaurantes e bares a colocarem cinzeiros nas mesas para impedir que as beatas sejam lançadas para o chão dos passeios e para as ruas. "Quanto à limpeza do espaço público, por sabermos que os utilizadores são essencialmente fumadores, pretendemos também sensibilizar proprietários de estabelecimentos e clientes para a necessidade de uso dos cinzeiros. Os gastos em limpeza dos passeios e espaços públicos são consequentes, tendo em conta a limpeza é sempre um critério principal, como a segurança, para os habitantes", acrescenta ao Expresso o deputado municipal.    

Os proprietários de esplanadas cobertas e aquecidas a gás protestaram contra as novas medidas que, dizem, "vão matar o negócio".

Litígios frequentes de fumadores com não fumadores

Desde a proibição do fumo no interior dos estabelecimentos, em 2008, aumentaram consideravelmente os litígios entre clientes fumadores e não fumadores.

Os problemas, que necessitam por vezes de intervenção policial, agudizaram-se, designadamente à noite, devido ao ruído provocado pela forte concentração de fumadores no exterior de bares e cafés.

Os vizinhos e residentes nas imediações destes locais queixam-se frequentemente às autoridades por não conseguirem dormir, devido à algazarra feita pelos clientes fumadores nos passeios e nas esplanadas.

 

Via Expresso



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Segunda-feira, 07.03.11

Mulher oferece terapia despida

 

Uma "terapeuta" norte-americana pouco ortodoxa está a propor "terapia despida" aos seus pacientes para que eles se sintam mais à vontade durante as sessões. Sarah White, de 24 anos, acredita que a nudez encoraja os clientes a serem mais honestos e os mantém mais concentrados.

  

A primeira sessão de "terapia despida", realizada pela Internet com uma "webcam", custa 150 dólares (107 euros). O método peculiar de Sarah já atraiu cerca de 30 homens de diversas partes do mundo.

"A proposta é mostrar aos meus pacientes que não tenho nada a esconder e encorajá-los a serem mais honestos durante a terapia", disse Sarah White ao "New York Daily News", um tablóide nova-iorquino. "Freud usou o método de livre associação, eu uso a nudez", acrescentou.

Na medida em que paciente e terapeuta intensificam os laços, Sarah introduz o segundo passo da "terapia despida", uma sessão realizada pessoalmente. Para ficarem frente a frente com Sarah, os clientes têm de desembolsar um valor a rondar os 320 euros.

Sarah White contou ao jornal que tem um namorado, mas que o rapaz não vê problemas na sua profissão. A jovem, porém, mostrou-se preocupada com o que os pais irão pensar.

"Penso que deveria ter-lhes, ao menos, contado sobre o meu trabalho antes de dar esta entrevista", disse Sarah.

 

A jovem admitiu que a "terapia despida" não é aprovada pelos reguladores de saúde norte-americanos e que também não é terapeuta licenciada.

Segundo profissionais da área, "Sarah está a usar a palavra terapia, mas isto não passa de pornografia na internet".

 

 

 

Via JN

 



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Segunda-feira, 28.02.11

Não senhor presidente, não fico. E imagino que muitos homens também não. Afinal creio, e tenho quase a certeza, que muitos homens já conseguem ser minimamente civilizados.

O título, como facilmente devem antever, não é uma citação minha mas sim de Ramzan Kadyrov, presidente da Chechénia, que anunciou recentemente estar à procura da segunda esposa. Aos 34 anos de idade Ramzan Kadyrov governa o país com punho de ferro e segundo diretrizes da lei islâmica. Em declarações ao jornal Komsomolskaya Pravda, Kadyrov diz que procura uma "mulher decente" para a tornar sua segunda esposa, mas que ainda não encontrou uma que seja bonita suficiente (assim, num à parte de brincadeira, faz-me lembrar aquela anedota do homem que submete várias mulheres a testes de inteligência e honestidade para encontrar a perfeita e, no final, acaba por escolher a que tem o peito maior).

 

Poligamia para estimular a taxa de natalidade


No contexto muçulmano a que, infelizmente, já estamos habituados, as declarações de Kadyrov podiam passar despercebidas, contudo, há que relembrar que a poligamia é proibida por lei na Rússia. Nada que não seja facilmente ultrapassado. Alguns políticos russos, como o nacionalista e vice-presidente do Parlamento Vladimir Zhirinovsky, vieram a público pedir que a poligamia seja legalizada por forma a estimular as taxas de natalidade do país (gostava de fazer um comentário sobre isto mas, lamento, estou demasiado chocada).

 

Quando questionado sobre a posição da legítima esposa sobre a poligamia, Kadyrov defende-se alegando que não está a "enganar a mulher", que é "honesto" pois ela sabe que ele tem outra esposa e por isso - dada a extrema honestidade deste homem - a mulher não se incomoda. Pois.

 

A culpa é sempre da mulher, o homem apenas é homem


O rol de declarações contra os direitos das mulheres não se fica por aqui e por este aparente consenso na poligamia. Ramzan Kadyrov descreve as mulheres como propriedade dos seus maridos e que têm como único propósito dar-lhes filhos. Segundo o mesmo, desde que o homem seja capaz de prover as suas mulheres e filhos com casa, comida e boas condições de vida, nada o impede de ter várias famílias em simultâneo.

 

No entanto, para mim, o culminar de todas estas declarações está no título do presente texto. Mais do que colocar a mulher num patamar inferior e desumano, estas mesmas declarações colocam o próprio homem muitos séculos atrás na evolução da civilização.

 

No seguimento da repressão que algumas mulheres têm sofrido por se recusarem a vestir segundo o costume islâmico, Kadyrov diz que não impõe regras mas que as mesmas devem estar alertas quando estiverem insuficientemente vestidas nas ruas da Chechénia: "Os nativos do Cáucaso são homens quentes, se uma mulher está seminua, nós ficamos excitados. Você não fica?"


Não querendo levantar uma guerra religiosa, parece-me que este senhor poderia até dar-se bem com o padre ortodoxo que acha que 

Haja paciência para tanto auto-controlo masculino.

 

Mulheres de minissaia não se devem admirar se forem violadas .

 

Via A vida de Saltos altos



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Domingo, 27.02.11

A revista "Time ", citando um especialista em fertilidade, conclui que hoje é o dia perfeito para as mulheres "com um ciclo regular de 28 dias terem um bebé nascido a 11 de novembro de 2011".

 

A data 11-11-11 poderá ser vista como um sinal positivo para os supersticiosos que tentam ter um bebé.

Se também tiver esse desejo mas não acredita na boa fortuna que estes pequenos acasos possam trazer, tenha em conta que hoje é a data ideal se quiser que no futuro o seu filho saiba exatamente o dia em que foi concebido. E quaisquer consequências que daí possam resultar.

Se for supersticioso mas por qualquer razão não gostar do número 1, tenha em conta que para o ano pode sempre contar com nova oportunidade de acertar numa capicua: 12-12-12. Poderá ter o seu filho no dia 12 de dezembro de 2012 (11 dias antes do mito supersticioso do fim do mundo) se o conceber no dia 20 de março de 2011, contando com o mesmo "ciclo regular de 28 dias".

 

Via Expresso



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Domingo, 02.01.11

Filmes eróticos de todos os tempos

 

Lo mismo la ministra González Sinde se disgusta conmigo. Bueno, con la que tiene liada no creo que tenga demasiado tiempo para perderlo miserablemente uniéndose a esta cama redonda virtual. Pero vete tú a saber. Esta gente tiene muchos asesores y ayudantes y lo mismo alguno le va con el cuento. En fin, ahí va. He encontrado un blog en el que pueden descargarse películas eróticas de todos los tiempos. Antes de que los geos irrumpan en mi casa o el ministerio decida cerrarme el chiringuito de manera abrupta, una aclaración: para ver una película, hay que pagar. Además, si uno lee los términos y condiciones de la página en la que los usuarios comparten archivos (vamos, las películas), podrá comprobar que tiene más entradas que el código de Hammurabi y sus responsables juran y perjuran respetar la ley de propiedad intelectual (al menos, la norteamericana). Sin ánimo de fomentar el delito de índole cultural, me gustaría recordar que en los grandes (y pequeños) supermercados del ocio es posible adquirir algunas de las películas del listado del blog, en ocasiones en llamativos cofres de colores, con escenas suprimidas en el montaje y otros alicientes audiovisuales. Que es Navidad y hay que fomentar el Bien. Sin embargo, hay que aclarar que no todos los archivos son fáciles de encontrar de la manera habitual. Vamos, comprándo las películas, como Dios manda, más que nada porque están descatalogadas o incluso inéditas en nuestro país.

 

Yendo a lo que nos ocupa. ¿De qué películas estamos hablando? Pues la verdad es que el blog sorprende por su variedad y minuciosidad a la hora de recopilar películas eróticas de cualquier época.Realmente resulta encomiable cómo algunos saben canalizar sus hobbies o aficiones a la hora de compartirlos con el resto de la humanidad. El cinéfilo responsable de la página, llamada ‘Erotica Films’, se ha dado una paliza de órdago ordenando por año, país o director más de 300 películas del género. La verdad es que es posible encontrar películas de directores como Russ Meyer, Marco Ferreri, Tinto Brass o Pier Paolo Pasolini, aunque llama la atención del listado es la inclusión de películas de filmografías exóticas como la filipina, la polaca o la yugoslava (en paz descanse). Siempre resultan llamativos algunos experimentos cinematográficos, especialmente de los años 70, realizados en plena época de furor erótico.Sexualmente, a años vista, nos pueden resultar cándidos e inocentes y difícilmente pueden levantar algo más que una simple risotada, pero son un estupendo testimonio de un subgénero cinematográfico que tuvo unos años de esplendor.

 

En el listado también es posible encontrar algunos documentos fílmicos únicos, como la recopilación de películas eróticas que se proyectaban en algunos burdeles de París de los años 20 para calentar a la clientela. Auténtica arqueología, sin ningún tipo de pretensión artística o estética, que simplemente reproducían un catálogo de posturas sexuales sobre un catre, pero que goza de muchos seguidores amantes del sexo ‘vintage’. Contra gustos…

 

En definitiva, el número de películas que ofrece el blog es abrumador y una verdadera obra enciclopédica del erotismo en el séptimo arte. Está llena de curiosidades, pero también de muchas películas que marcaron toda una época. Vale la pena, aunque sea para comprobar que algunas eran un verdadero tostón... Os lo dice uno que se durmió viendo ‘Querelle’ de Fassbinder. Igual es que era muy joven…

 

 

 

Via Cama redonda



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Quarta-feira, 29.12.10

 

 

Hillary Clinton é a mais admirada do mundo

 

Hillary Clinton é a mulher mais admirada do mundo, é o que revela o inquérito anual USA Today-Gallup, informa a TSF.

Em relação ao sexo masculino o presidente norte-americano, Barack Obama, surge no topo da lista, segundo-se os presidentes dos Estados Unidos, George W. Bush e Bill Clinton.
Segundo este inquérito, Hillary Clinton surge à frente da antiga governadora do Alasca Sarah Palin e da apresentadora de televisão Oprah Winfrey.

Desde 1992, Hillary Clinton foi a mulher mais admirada em 15 dos anos avaliados.

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 24.12.10

O ipad, uma das descobertas da década

 

Novos planetas: Um sistema solar muito parecido com o nosso

Uma equipa internacional de caçadores de planetas extra-solares (entre os quais os portugueses Alexandre Correia, da Universidade de Aveiro, e Nuno Santos, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto) descobriu este ano, a 127 anos-luz de nós, um sistema solar composto por sete planetas que é o mais parecido com o nosso sistema solar descoberto até agora. Um dos seus planetas é provavelmente rochoso e pouco maior do que a Terra; um outro, também rochoso, será semelhante a Saturno. Os outros cinco são gasosos como Neptuno. Todos eles giram em torno de uma estrela chamada HD 10180, na constelação da Hidra. Desde 1995 já foram detectadas centenas de planetas extra-solares e 15 sistemas solares com pelo menos três planetas. 

O primeiro planeta extra-solar de sempre foi descoberto por Michel Mayor e Didier Queloz, do Observatório de Genebra, na Suíça (que também integram esta equipa). Os resultados foram anunciados em Agosto e publicados a seguir na revista Astronomy and Astrophysics. É, porém, quase certo que o planeta mais semelhante ao nosso não alberga vida (nem passada, nem presente), uma vez que se encontra demasiado perto da sua estrela para isso ser possível. Por Ana Gerschenfeld (AG)

Vida artificial: Fabricar uma bactéria em laboratório

Este ano, Craig Venter e a sua equipa, do J. Craig Venter Institute, nos EUA, publicaram um resultado que vinham anunciando há bastante tempo: tinham conseguido criar, em pratinhos de laboratório, a primeira forma de vida artificial.

Antes disso já tinham fabricado cópias do genoma de uma bactéria natural, Mycoplasma micoides, utilizando versões sintéticas dos componentes de base do ADN, disponíveis no comércio. E também já tinham mostrado que as células de uma outra espécie bacteriana, Mycoplasma capricolum, parecida mas diferente, eram capazes, se fossem previamente privadas do seu próprio genoma, de "adoptar" e portanto de reproduzir o genoma natural de Mycoplasma micoides. Agora, os cientistas conseguiam realizar a terceira etapa do seu programa: fazer com que as células de Mycoplasma capricolum adoptassem o ADN artificial de Mycoplasma micoides, criando assim microrganismos com um património genético totalmente artificial. 

O trabalho não foi fácil: na primeira tentativa, não aconteceu nada. E, ao longo de meses, a equipa teve de eliminar os erros de código que impediam que o genoma artificial funcionasse, corrigindo literalmente letra a letra o ADN (que continha um milhão de "letras"). Exactamente como os autores de software que, para fazer funcionar um programa de computador, precisam de fazer o debugging do código informático.

Quando os resultados foram publicados, em Maio, na revista Science, houve quem dissesse que isto equivalia a fazer de Deus. Mas não é bem assim. Venter e os seus colegas não criaram vida de raiz - o que continua a ser impossível de fazer. Para reproduzirem o ADN artificial que tinham construído, recorreram à maquinaria celular, extremamente complexa, de uma bactéria já existente. 

Claro que isso não significa que não se deva reflectir sobre as implicações éticas e de segurança que as criações deste tipo podem vir a colocar. Aliás, os cientistas congratularam-se por esse aspecto do problema ter sido sempre uma das suas grandes preocupações em todo este processo.

Quanto a aplicações futuras do resultado, elas podem ir desde a invenção de algas produtoras de biocombustíveis inéditos à geração de bactérias capazes de fabricar novas vacinas e medicamentos. E talvez outras coisas que ainda ninguém imaginou. A.G.

Nova forma de vida: A bactéria que gosta de arsénio

 

Via Público



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Quarta-feira, 22.12.10

sexo, sexualidade, dúvidas e buscas

 

A sexualidade ainda é um assunto muito difícil de falar com leveza. Existe uma linha muito ténue entre o adequado e o vulgar, as pessoas ainda não conseguem lidar com a própria sexualidade, na verdade, ainda confundem sexualidade com sensualidade. É bem verdade que uma pessoa sensual lida melhor com a própria sexualidade, mas existe também aquelas que não têm sensualidade nenhuma e vive uma sexualidade exagerada, libertina e inconsequente.

Vejo na nova geração uma "liberdade sexual" maior que as meninas da época da minha adolescência, quero dizer que, sinto que os jovens vivenciam sua sexualidade com menos tabus. O que ainda não sei é se a percepção do que venha ser uma sexualidade saudável está bem esclarecido na "cabecinha" dessas "crianças".

Mulheres que estão entre 30 e 50 anos, tiveram uma educação sexual ainda muito repressora. Grande parte foi educada para ter sexo apenas depois do casamento, que sexo era "sujo" e de que os homens eram apenas grandes "aproveitadores" e, que ter uma vida sexual sendo solteira era "cair na boca do povo". Eu mesma vivi uma adolescência vigiada sexualmente, numa época onde o culto ao corpo teve sua explosão.

Hoje esse culto está voltado para o "corpo perfeito" no lugar da saúde e peso ideal, mas isso é outro assunto. Mas no que diz respeito ao corpo, continuamos tão confusos como no meio e no fim do século passado. Ainda esbarramos nos conceitos pré-estabelecidos pelos valores de nossos pais e os valores que a nova sociedade tem tentado estabelecer nos dias de hoje.

Nos permitiram a sentir e a dizer que sentimos "tesão", mas só pode ser por nossos "homens" e, eles ainda desejam uma "dama" na sociedade e uma "safada" na cama, mas ainda não sabem o que pensar como suas mulheres assumem esses papéis. Por que? Porque nós mulheres continuamos machistas na educação de nossos filhos homens, e fazemos pior com nossas filhas, estamos passando mensagens dúbias, mensagens muito parecidas com as que foram passadas às nossas mães.

Exatamente nesse momento de transição de comportamento sexual é que nos encontramos. Uma transição que já dura décadas, e na minha percepção durará algumas ainda. Sei que em algum tempo as mulheres saberão exatamente que comportamento emitir para ser considerada sensual, quais atitudes adequada para uma "dama" e para a "safada" sem perder o prazer de ter prazer, de seduzir e ser seduzida, de amar e ser amada. Porque nesse momento o q existe é uma confusão de pensamento, uma distorção do que é saudável e o que é nocivo nos comportamentos sexuais.

Uma mulher sensual é percebida por muitos como "fácil", e muitas mulheres realmente usam sua sensualidade de forma inadequada, utilizam o poder de sedução sem critérios pessoais, sem se preocuparem com consequências emocionais e sociais. Muitas devem se perguntar, por que devo me preocupar com que os outros pensam? Realmente não deve se preocupar, mas deve se lembrar que é uma pessoa que vive em sociedade, e que como mulher profissionalmente ativa o comportamento é prioridade, portanto é preciso ter cuidado sim de como "os outros" te percebem.

Estamos vivendo uma transição no comportamento sexual feminino. Não sabemos como nos comportar e nem mesmo como pensar, diferentemente das comportamentos bem estabelecidos no começo do século passado, onde todos sabiam quem eram as "boas moças" e as "moças de vida fácil" - deselegantes esses conceitos. O que quero dizer é que, sabíamos exatamente como nos comportarmos para sermos consideradas "damas"ou "putas". E hoje? Hoje vejo mulheres "comportadas" que trabalham como garotas de programa, e conheço outras muito sensuais cheias de grandes restrições quanto a sexualidade. 

Como psicoterapeuta de relacionamento e de sexualidade, sinto-me engatinhando no que se refere a compreensão do que é adequado e satisfatório para orientação e condução de meus pacientes. Como pesquisadora do comportamento sexual humano, sinto-me em extâse com tantas nuacias a serem estudadas. Como mulher sensual vivo a dualidade de interpretação por parte da sociedade, como mulher que ama um homem viril e sedutor vivo o desejo de fazê-lo feliz - e para isso devo ser uma "safada", e a mulher serena, doce e equilibrada que se faz necessário num relacionamento.

Temos um longo caminho pela frente, não sei como as coisas vão se definir, nem mesmo sei se viverei para ver esse novo comportamento estabelecido. Sei apenas que nesse processo de aprender um novo comportamento sexual teremos muitas dúvidas e muitas buscas.

 

Via Psicóloga LU



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Em Itália é La Befana quem entrega os presentes

 

Itália

"La Befana" Quem pensa que o Pai Natal nasceu para todos é porque nunca visitou Itália nesta quadra. Os italianos também tem o São Nicolau, mas preferem a tradição mais antiga da "La Befana". Esta simpática bruxa estava demasiado atarefada com as lides da casa para acompanhar os três reis magos na visita ao Menino Jesus já lá vão 2010 anos. Quando terminou as tarefas, já não sabia como encontrá-los. Agora, a Befana tem de distribuir presentes na noite de 5 de Janeiro a quem se portou bem. Os meninos mal comportados recebem cinzas. 

Holanda

Sinterklaas e Zwarte Piet Quando começamos a pensar no Natal, os holandeses já estão a meio caminho. Pelo menos no que toca aos presentes para as crianças. Na noite de 5 de Dezembro, a véspera do dia de São Nicolau, o Sinterklass (um personagem inspirado no Pai Natal que parece um cruzamento de Papa e São Nicolau) vem de Espanha num barquito com os seus ajudantes negros, os Zwarte Piet, que fazem lembrar os mouros. No dia 25 e 26 o Pai Natal e o Menino Jesus entram em acção e há presentinhos para a malta mais crescida.

Austrália

Calor e praia Natal com protectores solares, água salgada e calções de banho é uma coisa estranha. Mas na Austrália o Pai Natal sofre muito com o calor e é comum as pessoas comemorem na praia. Em Sidney até fazem piqueniques na praia Bondi. Os presentes são trocados no dia 25 de Dezembro e não na noite de consoada.

Rússia

Mulher ajudante A globalização costuma baralhar as tradições, por isso no país dos Czares convivem alegremente o São Nicolau e o Dyed Moroz (Avô gelo). Os presentes trocam-se no dia 7 de Janeiro (Natal segundo a Igreja Ortodoxa) e estão a cargo do Dyed Moroz, que viveu umas férias forçadas quando o regime Soviético proibiu o feriado natalício. O Pai Natal russo, mais magro e elegante, conta com uma ajudante especial, a Snegurochka. Dizem que é a sua neta, mas ainda não há certezas quanto à natureza do relacionamento. Mas evitemos temas polémicos.

Belém

Santos Na terra de Jesus o Natal não é celebrado por todos. Relembremos as nossas noções de geografia, e ficamos a perceber que Belém fica em Israel, a terra dos judeus. Na noite de consoada é tradição fazer-se uma procissão até à igreja da Natividade. O Pai Natal também aparece por lá, mas aqui a religião fala mais alto do que o sr. de vermelho da Coca-Cola. Como há várias igrejas, da ortodoxa à católica, o Natal celebra-se até dia 18 de Janeiro com a Igreja Apostólica Arménia.

Espanha

caganer Se o Menino Jesus só recebeu os presentes quando os reis magos chegaram, por que razão havemos de os receber noutro dia? Esta é a posição espanhola. O dia dos reis, 6 de Janeiro, é a grande festa. Mas os nosso "irmãos" têm uma tradição, no mínimo, peculiar são os caganer. Os pequenos bonecos catalães datam do século XVIII e simbolizam esperança, prosperidade e fertilização (por razões óbvias) para o próximo ano.

Suiça

Christkindi O Pai Natal foi ultrapassado por uma simpática criança chamada Christkindi, que é uma espécie de anjo com uma coroa. No fundo, Christkindi é Cristo que usa um trenó para distribuir presentes. Na Suíça, o São Nicolau aparece apenas para dar doces no dia 6 de Dezembro. O dia da troca de presentes respeita a tradição dos reis magos e costuma ser no dia 6 de Janeiro. Mas em algumas regiões, há quem troque de prendas no dia 1 de Janeiro.

Etiópia

ganna A igreja ortodoxa celebra o nascimento de Jesus a 7 de Janeiro, porque usam o calendário Juliano, diferente do nosso que é o gregoriano. Calendários à parte, o dia chama-se Ganna e na véspera os etopes fazem jejum. Na manhã de Natal, as pessoas vestem-se de branco e vão visitar os familiares. Também há troca de presentes, mas são coisas simbólicas. As crianças em vez de receberem o Buzz oferecem-lhes roupa.

 

Via Ionline



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Domingo, 19.12.10

Tudo o que eles devem saber sobre elas

Quantas vezes não desabafámos: "Ai se eles soubessem..." E vice-versa. Pedimos a algumas mulheres que dissessem aos homens algumas coisas que eles deviam saber sobre elas, e pedimos a vários homens que fizessem o mesmo em relação às mulheres.

ELES NÃO DESCONHECEM QUE...

 

Sim, gostamos que nos ofereçam flores. É assim tão difícil de perceber?

Se gostaram mesmo de nós, por que é que não nos telefonam logo no dia seguinte? Se não telefonarem, pensamos que afinal não querem nada. Atenção: se nos telefonarem três dias depois, está TUDO estragado. Mas basta ligar uma vez, ou deixar mensagem. Nada de atacar com três ou quatro telefonemas. Logo no primeiro encontro, se houver interesse, é bom que marquem novo encontro. Se interessar, a resposta será qualquer coisa como: "quarta-feira saio mais cedo, podemos jantar." Se não quisermos, a resposta será: "Um dia destes. Depois falamos." E um ‘não' é um ‘não' mesmo, não é uma mulher que se está a fazer difícil. Se não atendermos o telemóvel três vezes seguidas, é porque não estamos interessadas. Excepções: a) Não pagámos a conta, b) Fomos raptadas por terroristas.

Homem que é Homem abre a porta do carro, paga a conta da primeira vez, e não deixa uma senhora no meio da noite abandonada na rua. Não é questão de etiqueta: essas pequenas coisas provam que não se é desleixado, forreta nem narcisista.

As mulheres não são misteriosas nem querem dizer uma coisa diferente do que aquela que dizem. As mulheres dizem exactamente o que pensam, os homens é que não gostam de ouvir.

Odiamos homens a cheirar a cavalo e que não trocam de calças há três dias. Gostamos de homens que tenham pente e banheira em casa e lhes dêem uso. Cabelo comprido, tenham paciência, é para nós.

As mulheres gostam de homens que gostem de mulheres. Nem todos os homens que gostam de mulheres gostam de mulheres. Quer dizer, nem todos os heterossexuais gostam genuinamente de conversar com as mulheres e de as ouvir e de as apreciar. Observem o modo de actuação de um mulherengo. Segredo principal? Gosta genuinamente da companhia das mulheres. Atenção: as mulheres não gostam de homens que gostem de todas as mulheres. Acham logo que, se qualquer uma serve, elas não são qualquer uma.

As mulheres não gostam de homens que se armam em bons. As mulheres gostam de homens que tratam bem os velhinhos, os cãezinhos, as crianças, as tias e os empregados do restaurante.

A cabeça continua a ser o orgão sexual mais apelativo para as mulheres.Quase nunca nos apaixonamos por homens bonitos: apaixonamo-nos por tipos inteligentes e misteriosos. Não podem é ser gordos nem sebentos.

Não somos naturalmente magras e 90% de nós tem celulite. Se isto vos faz impressão, apaixonem-se por uma vassoura.

As mulheres NÃO gostam de filmes de acção. As mulheres estão-se nas tintas para um filme onde o único argumento é saber se um camião vai ultrapassar um tractor a jacto.

90% das vezes em que eles acham que estamos a sofrer de síndroma pré-menstrual, não estamos. Estamos mesmo chateadas.

Conversas sobre se o Benfica vai passar à segunda divisão interessam-nos zero. As mulheres também não querem saber todas as histórias da tropa deles, da altura em que eles foram paraquedistas em Tancos, nem a história dos amigalhaços que fizeram a recruta com eles, como o Malaquias que era de Almeirim e tinha de pôr pensos higiénicos nas botas. Também não nos interessa como é que arranjaram o cano que puseram debaixo do lava-loiças. Faça e cale, é o ideal.

Um homem tem de servir para alguma coisa: conversar, cantar-nos para adormecer, ler-nos Shakespeare em voz alta, levar o carro à revisão

Saltos altos são brutalmente desconfortáveis.

A mania dos grupos é fatal. Mas a mania das saídas exclusivas em parelha também. Há que encontrar um equilíbrio entre os momentos a sós e saídas com outras pessoas.

Ao contrário do que se pensa, nós somos muitíssimo fáceis de contentar. A sério. Basta que nos amem honestamente e não olhem para o lado enquanto conversam connosco.

Quando perguntamos se eles tiveram um bom dia, não queremos realmente saber por que é que o Teixeira das finanças não gosta do Pereira da contabilidade. As mulheres não têm paciência para jogos de poder. O que nós queremos saber é se pensaram em nós durante o dia, e, quando muito, se o Teixeira anda a ‘comer' a Sãozinha do marketing.

Adoramos beijos no pescoço (beijos, não chupões) mas a maioria prefere dar-nos calduços na cabeça e chamar-nos ‘miúda'. Odiamos que nos chamem ‘miúda'. As mulheres gostam de ser tocadas com suavidade. Além disso, os pontos de prazer não estão onde eles pensam que estão. A penetração geralmente não adianta grande coisa se não souberem onde é que fica o clítoris. Esqueçam acrobacias no telhado. A maioria das mulheres não está de facto interessada no 69 e prefere fazer amor confortavelmente. Uma rapidinha não nos diz nada. Por que é que nunca ninguém fala numa lentinha? Outra coisa: nós levamos mesmo mais tempo a chegar lá.

Odiamos homens que apitam aos outros na estrada. E daqueles que de repente desatam a andar a 210 para mostar como são viris e dominam a máquina. Ficamos imediatamente a achar que são primários, enquanto eles ficam a pensar que nos impressionaram.

Nós não somos mães deles.

Precisamos de espaço de vez em quando. Sozinhas. E não, não é porque deixámos de gostar deles e andamos a pensar trocá-los pelo Pereira da contabilidade.

As mulheres não podem esperar para ser mães enquanto eles se decidem se será mesmo aquela ou não a mulher da vida deles. Decidam-se ou saiam de cima. As mulheres não podem ter o primeiro filho aos 63 anos.

Não somos fixas, e isso é bom, e não é preciso passarem a vida a stressar porque ontem gostávamos de caril de frango e hoje já não. É a vida. Apanhem a onda e sigam.

Fingimos acreditar em metade das petas que eles contam. Mas vamos vingar-nos assim que pudermos e eles não vão ficar a saber.

Gostam de nós? Lutem por nós. As mulheres odeiam bananas e têm um enorme respeito pelos que arriscam levar tampas.

 

Via Activa



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Sábado, 18.12.10

sexo, a primeira vez

 

Será que o corpo feminino manda sinais quando a garota está preparada para transar ? Quais sinais ?

Estas são algumas dúvidas que aflige muitas adolescentes ou até mesmo mulheres, pois transar pela primeira vez, ou seja, perder a virgindade é uma decisão muito importante na vida de qualquer garota, entretanto não existem sinais que mostre que o momento certo chegou ou não.

O amadurecimento sexual virá no momento certo na vida de todas as jovens, ele acontece de forma fisiológica e psicológica.

Mais do que “excitação” é preciso que a garota esteja segura e saiba bem o que está fazendo para não se arrepender depois. É sempre útil se informar em relação aos métodos contraceptivos existentes e tomar cuidado com as doenças sexualmente transmissíveis (DST).

Portanto antes de começar na vida sexual é indicado passar em um ginecologista de confiança para tirar todas as dúvidas antes de tomar essa importante decisão.

Seja feliz, faça sexo seguro com camisinha, caso tenha ficado alguma dúvida deixe nos comentários…

 

 

Via Mundo das Tribus



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Sexta-feira, 17.12.10

Transplante de células estaminais curou a sida

 

Timothy Ray Brown submeteu-se a uma cirurgia de células estaminais em 2007 que, segundo um estudo científico publicado no jornal "Blood", curou-lhe a infeção do VIH, com um tratamento que lhe podia ter custado a vida.

 

 

Desde o início da semana que circula na Internet uma atualização do caso de Timothy Ray Brown, o norte-americano conhecido como o "Paciente de Berlim", que estava infetado com o Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), o retrovírus responsável pelo vírus da sida.

Nos últimos anos, graças ao avanço da ciência e a custo de uma grande quantidade de medicamentos, quem sofre desta doença tem visto a sua qualidade de vida melhorar, apesar de não haver nenhuma cura conhecida. Até agora.

O norte-americano Timothy Ray Brown tomava um cocktail de comprimidos para combater o VIH desde 2003, apesar de sofrer desta doença desde 1995. Em 2006, descobriu que sofria de leucemia mieloide e, determinado a curar esta forma de leucemia, submeteu-se a um tratamento de alto risco.

Parou a sua medicação de antirretrovirais e, no Charité, o hospital da Universidade de Berlim, iniciou um tratamento de quimioterapia, que destruiu grande parte das suas células imunitárias, e ainda radiação em todo o corpo, antes de realizar um transplante de células estaminais, acto a que aproximadamente um em cada três pacientes não sobrevive.

Mas Timothy Ray Brown sobreviveu, livrou-se do seu tipo de leucemia e, como se não bastasse, as células estaminais parecem ter curado também a infeção do VIH.

Genes raros produziram novas defesas

 

Quando os médicos alemães procuraram um dador compatível com o norte-americano, viram que havia a hipótese de transplantarem uma particular mutação genética que afeta os linfócitos T (ou células T), as células responsáveis por travar o principal alvo do VIH, a proteína CCC5 (ou CXCR4). Esta mutação genética está presente numa ínfima percentagem da população mundial e torna essas pessoas quase imunes ao VIH.

Assim, as células estaminais necessárias à cirurgia de Timothy Ray Brown, foram recolhidas da medula óssea de uma destas pessoas que possuem o gene raro e recolocadas no norte-americano. A operação decorreu em fevereiro de 2007 e Timothy, com o seu organismo praticamente indefeso, graças aos tratamentos pré-cirúrgicos, "viu" as saudáveis (e resistentes ao VIH) células formarem o seu sistema imunitário.

O caso deste homem que procurou tratamento para leucemia, com resultados positivos, e acabou por se ver livre do VIH, tem sido acompanhado desde 2007, já que desde então os resultados pareciam prometedores e levou mesmo a um novo estudo, iniciado o ano passado .

Desde então, Timothy Ray Brown não voltou a tomar nenhum dos medicamentos antirretrovirais e no último fim de semana os médicos alemães publicaram no jornal "Blood " o seu estudo oficial. Este mostra que Timothy Ray Brown não exibe sinais de infeção do VIH e o seu sistema imunitário funciona de forma normal. Está curado.

Cura é, provavelmente, única

 

O processo de cura não é, no entanto, definitivo. É impossível pensar que os milhões em todo o mundo que sofrem de VIH possam, ou devam, enfrentar os procedimentos que Timothy Ray Brown teve de atravessar até à sua recuperação.

Esta foi uma técnica bastante arriscada, que dificilmente os médicos tornarão em atos normais, já que os atuais tratamentos, apesar de não curarem são capazes de prolongar a vida dos pacientes durante largos anos.

Mas este processo de cura é, assim, mais uma etapa para se chegar à solução deste mal.



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Quinta-feira, 16.12.10

Universitários acham desconfortável comprar preservativos

 

Eles acham mais fácil comprar preservativo e elas acham mais fácil recusar relações desprotegidas. Os comportamentos sexuais de risco aumentam no ensino superior mas os estudantes parecem estar conscientes. A primeira extensão a estudantes universitários do estudo colaborativoHealth Behavour in School-aged Children - uma iniciativa da Organização Mundial de Saúde para adolescentes do 6.o, 8.o e 10.o ano - revela que a maioria dos jovens tem uma vida sexual activa, embora 16,7% ainda sejam virgem, e sente-se confortável na hora de comprar preservativos. Mas ainda são 12,2% os que vêem a compra como "difícil" e 16% como "desconfortável". Mais de um terço admite ter tido pelo menos uma relação associada ao álcool ou com parceiros ocasionais.

Os dados sobre a saúde sexual e reprodutiva no ensino superior, recolhidos este ano, foram apresentados ontem em Lisboa pelo projecto Aventura Social, sediado na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa e liderado pela investigadora Margarida Gaspar de Matos. 

Na amostra representativa, e dos 2730 estudantes que já iniciaram a vida sexual, 109 (4%) admitem já ter tido uma gravidez indesejada e 87 (3,2%) já ter feito um aborto. Contudo, resumem os investigadores, a maioria está sensibilizada. Mais de metade dos estudantes inquiridos, entre os 18 e os 35 anos, admitem conseguir fazer planos com antecedência para evitar relações desprotegidas, mesmo sob o efeito de álcool ou drogas. Nas diferenças de género, as mulheres são mais conscienciosas e os homens têm mais comportamentos de risco. Dois quintos admitem ter uma relação amorosa há mais de dois anos e poucos têm mais de um parceiro. 

Mais jovens em risco Se na faculdade há mais comportamentos de risco, os mais novos suscitam maior preocupação, frisou ao i Margarida Gaspar de Matos. Apenas 0,6% dos jovens inicia a vida sexual antes dos 11 anos e 3% entre os 12 e os 13 - a maioria perde a virgindade a partir dos 16. "Há poucos jovens a iniciar a vida sexual mais cedo, mas os que o fazem são os que usam menos preservativo", alerta a autora. Na análise com adolescentes do 8.o e 10.o ano, liderada também pelo projecto Aventura Social, de 716 alunos (21,8%) que dizem já ter iniciado a vida sexual, 17,5% não usou protecção na última relação. O facto de preferirem recorrer à internet e aos pares para obter esclarecimentos é, na opinião da especialista, uma chamada de atenção para a importância da educação sexual. "Com esta ideia peregrina de que a educação sexual provoca um início precoce tem-se privado os jovens de informação." A atitude positiva face à contracepção e à sexualidade entre universitários fá-la acreditar que os pais de amanhã estão melhor preparados. 

Em Abril serão publicados novos dados sobre o estilo de vida da população universitária - nomeadamente sobre o consumo de drogas que aumentou entre os mais jovens - bem como um estudo com alunos até ao 10.o ano mas de escolas privadas, inédito em Portugal. Comparações internacionais, depois da última compilação da OMS em 2008, só em 2012. 

Para já, diz Magarida Gaspar de Matos, as melhorias globais no estilo de vida na população escolar não permitem baixar os braços. O estudo nacional revelou que 80% dos adolescentes têm apenas problemas ligeiros, mas 15% precisam de um maior acompanhamento e 5% têm de ser reencaminhados para outros serviços. "Para esta percentagem residual de jovens que continua com problemas as medidas genéricas não chegam. Portugal é um bocadinho especialista nesta falta de sustentabilidade das acções. Se a educação e a saúde custam dinheiro imagine-se quanto custa a ignorância e a doença."

 

Via Ionline



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Foi Assange quem ganhou a votação da Time

 

Revista decidiu censurar maioria pelo fundador do WikiLeaks e seleccionar Marck Zuckerberg, fundador do Facebook, como pessoa do ano

 

Os leitores da TIME votaram e, pelas leis democráticas da imprensa, teriam visto a sua escolha encabeçar a famosa lista da revista norte-americana com as personalidades mais influentes do ano.

Com maioria quase absoluta, Julian Assange foi a Pessoa do Ano eleita pelos leitores. Mas os editores da revista decidiram conceder o prémio final ao número dez da lista, Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook e inspiração do biópico "A Rede Social", que arrecadou milhões nas bilheteiras de cinema internacionais há um mês.

O "acto de censura" que está a gerar uma onda de criticismo no mundo cibernético, dizem, já podia ser adivinhado pela capa da TIME de há duas semanas, em que Assange aparece com uma mordaçaversão bandeira dos EUA na boca, sob o título: "Do you want to know a secret?"

A maioria dos media norte-americanos classificam o australiano - que sabe hoje se será ou não extraditado para a Suécia, onde é acusado de dois crimes sexuais - de "terrorista digital". Esta nova polémica inaugurada pela TIME traz à actualidade o que aconteceu com a mesma votação em 2001, quando a maioria dos leitores elegeu Osama Bin Laden como a pessoa mais influente do ano e a revista decidiu atribuir o lugar a Rudolph Giuliani, então autarca de Nova Iorque.

Desta vez, dizem os leitores, o caso é diferente: "Julian Assange merecia o prémio" e os números mostram-no. Contra os 382.026 votos no fundador da WikiLeaks, Zuckerberg teve apenas 18.5523 votos.

 

Via Ionline



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Casa Ovo

 

Dai Haifei acabou de se licenciar em Pequim e, como não tem dinheiro para uma renda, instalou a sua casa-ovo numa rua da cidade chinesa

 

É uma casa sem renda, mas também sem casa-de-banho e sem cozinha. Na opinião de alguns nem sequer será considerada uma casa, mas para Dai Haifeiarquitecto chinês de 24 anos, serve-lhe bem o propósito.

Sob o argumento de que não tem dinheiro suficiente para pagar a renda de um apartamento, o recém-licenciado usou os seus conhecimentos para construir uma casa em forma de ovo, coberta de sacos de areia com relva e um painel solar.

A sua família emprestou-lhe 960 dólares para o empreendimento e o arquitecto usou grande parte do dinheiro para comprar bambu, o elemento principal da estrutura da casa, bem como materias à prova de água para o forro e o painel solar, que lhe garante luz à noite.

A experiência ainda durou algumas semanas, mas no passado dia 1 de Dezembro, as autoridades de Pequim anunciaram que a licença de Haifei para ter a casa-ovo montada na rua vai ser revogada ainda este mês, devido a "construção não autorizada".

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 15.12.10

 

 

 



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Segunda-feira, 13.12.10

Voyeur

 

Quando percebia que ele estava fazendo essas coisas, eu logo desviava o olhar. Não queria acreditar que meu amor agia daquela forma. Até o dia em que fomos a uma pizzaria. Sentado do meu lado, Fernando começou a escorregar na cadeira. Escorregou, escorregou até quase ficar deitado. Fiquei me perguntando o que ele fazia naquela posição, abaixado, quando olhei para o lugar onde ele mirava. Uma mulher vestia uma minissaia na frente dele e sua calcinha ficava à mostra sempre que mexia as pernas. Não tive coragem de olhar para o pênis dele e ver se estava ereto. Aquilo tudo era muito aviltante para mim. Fiquei chocada, paralisada.


Meus primeiros anos de namoro foram marcados por uma enorme confusão mental. Ao mesmo tempo em que eu via essas cenas e ficava chocada com elas, não queria encarar a realidade. Tentava me convencer com o discurso dele, de que era um homem livre e sem amarras. Fazia de tudo para acreditar naquele papo de artista. Achava que eu estava errada em ser careta e conservadora. Depois de três anos de namoro, resolvemos morar juntos. Fernando mudou-se para minha casa. 

Nossa relação piorou muito depois disso. Lembro de um dia em que fomos a um restaurante e, quando percebi, ele tinha dado um jeito de encostar o pênis na mão de uma atendente do local. Fiquei tão estarrecida que não consegui reparar na reação dela. Também não tive coragem de comentar nada com ele. Nesse dia chorei muito em casa, sozinha. Aquela cena voltava à minha memória e eu tinha vergonha de contar o que estava acontecendo para qualquer pessoa. Além de me sentir desrespeitada, tinha vergonha das atitudes dele. 

Percebi que ele também dava um jeito de se encostar nas mulheres na fila do cinema, do supermercado. Em uma farmácia, ele fingiu que estava procurando um chá em uma prateleira e foi se aproximando de uma moça que estava sentada em um banco, de forma que o seu pênis ficou bem próximo da boca dela. Em ambientes públicos, como supermercados, ele se virava repentinamente para trás, de modo que a sua mão tocava ‘sem querer’ a genitália ou o bumbum de uma mulher. Tudo feito com grande sofisticação, como se realmente fosse acidental. Foram infindáveis as desculpas pela ‘distração’ e pelo ‘mau jeito’. 

Parei de chamar a diarista porque tinha pavor que ela viesse de minissaia e ele a assediasse. Nessas ocasiões, ele saía do banho enrolado em uma toalha ou esquecia a porta do quarto aberta, para que ela pegasse algum lance e o visse nu. Uma vez em um hotel, a camareira bateu na porta e perguntou se gostaria que trocasse as toalhas. Ele estava de cueca, se cobriu com uma toalha, mas, na hora certa, deixou a toalha cair, para se insinuar. 

Minha filha de 20 anos morava comigo quando ele se mudou para casa. Depois de alguns meses que o Fernando estava morando conosco, passei a não dormir à noite com medo de ele ir ao quarto dela. Quando ele levantava para ir ao banheiro, eu ficava ligada, ouvindo seus passos e cronometrando o tempo entre o momento em que abria a porta do banheiro e entrava no nosso quarto. Eu nunca falei nada com medo da reação dele. Ia dizer que era louca e havia inventado tudo. Tinha pavor de que se tornasse violento. 

Nesse momento, nossa relação, que sempre foi instável, estava péssima. No começo, Fernando era uma companhia divertida. Com o passar do tempo, ele se tornou um homem distante, agressivo, nem um pouco comprometido com a minha felicidade. O sexo, que nunca foi o ponto alto da nossa relação, estava ainda mais raro. Eu continuava apaixonada por ele e até hoje não consigo entender por que eu me submeti a tudo isso. Aguentei essa relação tanto tempo porque não aceitava o que estava acontecendo. Não assumia que ele era um tarado, um pervertido. 

Chorava escondido. Minhas filhas começaram a perceber que eu estava deprimida. Perguntavam o que estava acontecendo. Diziam que, se eu andava quieta, era porque algo estava errado, já que sempre fui alegre. Não tinha coragem de dividir meus problemas com ninguém. 

No final do nosso relacionamento, ele começou a projetar em mim todas as pirações dele. Se no começo me desrespeitava apenas olhando para outras mulheres, no final me maltratava em público, me humilhava e ofendia. Tinha cenas de ciúme em bares, em restaurantes. A última cena dessas aconteceu quando estávamos em uma cidade do interior num fim de semana e ele bebeu bastante em um jantar. Começou a gritar e a bater as mãos no painel do carro. Ele me ofendeu, disse que eu seduzia outros homens. Chegou a dizer que eu era tão ‘vagabunda’ que até mulheres eu seduzia. 

Naquele momento, lembrei de um ensinamento budista. A história é a seguinte: Buda estava andando em uma estrada com um discípulo quando apareceu um homem que colocou o dedo na cara dele e disse um monte de inverdades, o ofendeu. Buda ficou quieto e o homem foi embora. O discípulo voltou-se então para Buda e perguntou por que ele não respondeu. Ele disse o seguinte: ‘Quando alguém lhe dá um presente e você não aceita, com quem fica o presente? Esse sujeito foi embora com tudo o que ele trouxe’. Tomei consciência de que eu tinha passado quatro anos respondendo, aceitando esse ‘presente’ que o Fernando me dava. Resolvi virar Buda e deixar ele falar sozinho. Aquilo me trouxe uma calma impressionante. 

Por sorte, peguei a chave do carro e não deixei ele pegar no volante. Dirigi 200 quilômetros, da cidade onde estávamos até BH, com ele gritando do meu lado. Eu estava centrada, até parece que outra pessoa dirigiu aquele carro. Chegamos em casa. No dia seguinte, às dez da manhã, falei que estava tudo terminado. Ele não pediu desculpas, não resistiu, nada. Foi embora com cara de bravo, como se eu estivesse errada. Depois desse dia, ele me ligou algumas vezes. Numa delas, me convidou para passar o réveillon com ele. Fiquei surpresa, ele não tinha entendido nada. Era tão egocêntrico que não percebeu que eu não queria mais nada. 

Durante muitos meses, as cenas de desrespeito e agressão voltaram na minha cabeça. Comecei a fazer terapia para entender por que me sujeitei tanto tempo a essa relação com um homem perverso. Acho que graças a essa relação, aprendi a me preservar, a não deixar que os outros invadam aquilo que eu tenho de mais precioso, que é o respeito por mim. Depois do Fernando, tive dois casinhos passageiros, nada muito forte, mas gostoso. Ainda não estou pronta, mas acredito que um novo amor pode me conquistar.

 

Via Marie Claire



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Bélgica proibe venda de tapetes-puzzle

 

A Bélgica decidiu proibir a venda dos tapetes-puzzle para crianças, devido à presença na sua constituição de partículas consideradas tóxicas, e a França deverá tomar uma decisão na segunda-feira, informaram fontes oficiais.

O debate sobre este tema começou na sexta-feira, quando as autoridades belgas decidiram retirar o produto dos locais de venda, devido a análises feitas ao produto que mostram a presença de partículas de formadima, uma substância química cancerígena.

O secretário de Estado francês do Consumo, Frédéric Lefebvre, citado hoje pela France Press, disse que deu indicações para se "proceder de imediato ao controlo de toxidade".

O governante francês disse que pediu também ao homólogo belga os resultados das análises feitas que sustentaram a decisão tomada por Bruxelas.

Está prevista para segunda-feira de manhã uma reunião para o Governo francês tomar uma decisão.

O presidente da Associação Francesa de Defesa dos Consumidores, Reine-Claude Mader, defendeu que é preciso "retirar de imediato os tapetes-puzzle de venda", recordando que já há uma decisão comunitária que vai proibir o uso da formadima a partir de 2013.

 

Via ionline



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Domingo, 12.12.10

Sexo, Como levar uma mulher ao orgasmo

 

A maneira é fazer com que a mulher tenha o maior número de áreas sexuais estimuladas...


Técnica:
Para se alcançar o objetivo em questão, a maneira é fazer com que a mulher tenha o maior número de áreas sexuais estimuladas ao mesmo tempo. As áreas principais para a maioria é: boca, peito, anus, vagina, clitóris e bumbum. Como não existe regra, podem haver áreas diferentes para cada mulher, como os pés as mãos, a clavícula, o pescoço, a parte posterior do cotovelo e outras. Em um futuro será descrito como excitar essas áreas menos comuns.

A posição:
Existem duas posições principais nas quais foram conseguidos bons rendimentos: posição ginecológica, e de quatro. Uma outra alternativa é uma semi-cambalhota, mas essa é mais complicada.

Boca:
Beijo é fundamental, muito bem conhecido, não cabe a este texto ficar descrevendo uma forma de excitação tão bem difundida.

Seios:
Outra forma de excitação bem conhecida, e uma das mais importantes. As melhores maneiras de excitação são: com os dedos em movimento circular em volta do mamilo, com os dedos no mamilo, comumente chamada de sintonia de rádio, e com o lábios, individualmente ou apertando os dois com a mão de forma a tentar sugar os dois ao mesmo tempo.

Anus:
Muito controvertido, geralmente adorado pelos homens, nem tanto pelas mulheres, é parte fundamental do processo. É muito recomendável que você conheça a pessoa, e faça uma higienização antes dessa fase, depois disso, não há muito problema. Abaixo algumas maneiras de excitação anal:

Beijo, beijar a entrada do anus causa excelentes resultados.

Introduzir a língua, tão eficaz ou melhor que o primeiro item. Deve-se penetrar com a língua o mais fundo possível, para isso, a melhor posição é a de quatro com o peito abaixado, formando um triângulo.

Introduzir o dedo, introduzir um dedo, ou mais de um se for o caso, preferencialmente lubrificado, causa boas sensações, a parte mais sensível é a superior, logo abaixo da vagina, mais ou menos a 3 ou 4 cm do anus. Procure massagear de formas variadas, em círculos, vibrando, pressionando e tente descobrir qual a que fornece melhores resultados.

Vagina:
Parte fundamental da técnica, todavia, não tão bem explorada, como deveria ser. Abaixo algumas sugestões:

Língua: Passar a língua na porta da vagina inicialmente para um pré-aquecimento, e só depois disso colocá-la bem fundo na vagina. Procure de preferência excitar as parte superiores, o mais próximo do Ponto G, que fica na metade do caminho entre a entrada e o colo do útero. Movimente a língua ao máximo, para cima e para baixo, de um lado para o outro e movimentos circulares. Depois de uma excitação vigorosa, pare por 10 segundos, isso vai parecer uma infinidade para a mulher, e vai deixá-la mais propensa a próxima excitação, depois retome o processo. Pode-se também intercalar uma penetração profunda com uma superficial. Distribua beijos por toda a área da vulva. Sugue os grandes e pequenos lábios. Sem dúvida a melhor posição para a penetração vaginal é a de quatro, segura-se a cintura da parceira, com a língua na entrada da vagina, e puxa-se contra o seu rosto com força. Um alternativa que também rende bons resultados é a posição ginecológica.

Dedo: Tão excitante quanto a língua, para algumas até melhor, é a excitação da vagina através dos dedos, em condições normais, um ou dois. O número de dedos vai com o gosto da pessoa, mas, um dedo apenas é melhor para acariciar o ponto G. Algumas pessoas sentem mais rugosas outras chegam a encontrar uma espécie de fio tensionado, caso o encontre, este é o melhor lugar para acariciar. O movimento ótimo para para ser feito é o movimento em forma de oito, com o centro do oito sobre o ponto G. Alterne movimentos de fricção forte e rápida, com suaves e lentas, mude para carinhos externos e depois para outros profundos chegando até o colo do útero.

Clitóris:
O clitóris é a parte decisiva da técnica, e existe uma infinidade de formas de excitá-lo. Serão descritas algumas aqui.

Massagear o clitóris com um dedo, o polegar ou o indicador, de preferência lubrificado com saliva. Faça movimentos com delicadeza para não doer. Pode-se colocar o clitóris entre o dedo indicador e o maior de todos e fazer movimentos circulares, esta forma é complicada de se executar, mas também tem bons efeitos.

Beijar o clitóris, levemente, fortemente, ou alternando, são excelentes maneiras de aquecer uma mulher.

Passar a língua: das formas de acariciar o clitóris esta é a mais diversificada. Um dos movimentos de maior sucesso é o que se faz em forma de oito, com o centro do oito sobre o centro clitoriano. Outra forma é o de cima para baixo, e de um lado para o outro. Procure sempre atingir o clitóris pela parte de baixo dele, levantando a pele que o recobre com o auxílio suave das mãos ou dos lábios, esse ponto é o de maior sensibilidade, e provoca efeitos mais rápidos. Outra abordagem é começar os trabalhos com o clitóris fazendo um mínimo toque com a língua ou com os lábios, quanto menor melhor, e a partir daí, aumentar progressivamente. Apertar entre os lábios e suga-los também causa um bom efeito. Varie sempre a velocidade e intensidade dos movimentos, até achar a forma adequada.

 

Via Toques de prazer



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Sábado, 11.12.10

Sexo, os desejos secretos das mulheres

 

Sexo sem fantasia é normal, mas será que é bom? Variar de vez em quanto, ainda mais em relacionamentos longos, é mais do que gostoso: é necessário. As mulheres costumam ser mais tímidas do que os homens na hora de revelar seus desejos mais secretos. Por isso, o iG Estilo pediu que elas contassem as suas taras mais comunos. Quem sabe, você não se anima a tentá-las com a sua parceira.

Dominação
Sem muita violência, Bruna, de 26 anos, diz que gostaria de ser dominada pelo namorado, mas não tem coragem de pedir isso. “Ele é muito certinho na cama. Tenho vergonha de dizer, mas gostaria que ele me amarrasse e me ‘obrigasse’ a fazer o que ele quisesse, mas sem me machucar.” 

A três
Camila, de 28, não tem certeza se colocará em prática essa fantasia, mas morre de vontade. “Talvez com um casinho, não um namorado. Mas o difícil é propor isso a uma pessoa”. Ela explica que quando é um relacionamento sério, tem medo de tocar no assunto e estragar a relação. Quando não é, não tem liberdade para tocar no assunto. “Podia ser com dois homens ou com mais uma mulher. Não tenho coragem de convidar, mas se me propuser, eu topo.”

Traição

Sexo a três é um pouco demais para Carolina, de 33 anos. Mas ela gosta de imaginar-se transando com outro parceiro ou sendo traída. “Fico imaginando eu o traindo ou ele a mim (inclusive diante do outro)”. Mas ela deixa claro que é uma fantasia. “Não quero colocar em prática”. Nem Carolina entende, mas pensar em traição, para ela, é excitante. “Quando eu desconfio do meu marido ou vejo ele olhando para alguma mulher, fico brava, pois sou ciumenta. Por outro lado, isso me excita. Estranho, não é?”

Muito romantismo
Karina, de 25 anos, diz que a fantasia perfeita para ela é apenas ser tratada como uma princesa. “Eu adoraria que um homem preparasse um quarto cheio de pétalas de rosas, velas, essências, incensos, foundue de chocolate, vinho e música suave...”, resume. Por mais que pareça simples, ela diz ser difícil de realizar. “Os homens não se preocupam com isso. Meu namorado já acendeu umas velinhas e abriu um vinho, mas, depois, falou que acha isso brega”, reclama. 

Na casa de outra pessoa
Sempre que vai a uma festinha na casa de amigos ou comer uma pizza com parentes, Luciana, 31 anos, pensa que seria ótimo invadir um quarto ou o banheiro para uma rapidinha. “Tenho receio de ser pega, por isso nunca rolou. Mas várias vezes eu já deixei o clima esquentar bem nessas situações. Fiquei passando a mão e falando besteiras no ouvido do meu namorado.”

Em público
Uma vez, Flávia, de 29 anos, transou com o namorado no estacionamento de uma boate. “Ninguém estava vendo, mas algumas pessoas passavam e percebiam. Isso me deixou excitada e despertou uma vontade de transar com as pessoas olhando de verdade”. Mas uma casa de swing não é uma boa ideia, segundo ela. “Não quero que ninguém me toque ou no meu namorado. Quero apenas que vejam.”

Com outro
Uma que procura realizar as fantasias que tem é Mariana, de 31 anos. “Sempre falo para o meu namorado de caras que eu acho interessantes. Isso não significa que eu queira outro homem. Sou fiel e não o trairia”, explica. Porém, na hora da transa, ela provoca o namorado falando que fica imaginando se fosse outro naquela situação. “Falo de amigos dele, do porteiro do prédio, um colega de trabalho. Até troco o nome dele... Ele adora e eu também.”

Fonte: Vladimir Maluf - iG Estilo

 

Retirado de aqui



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Quinta-feira, 09.12.10

Sexo , a primeira vez

 

Embora busque-se unicamente o prazer, a primeira relação sexual nem sempre é bem-sucedida. Espera-se que durante a relação o rapaz saiba o que fazer, e tal responsabilidade pode dificultar seu desempenho. Já a moça, na maioria das vezes fica temerosa da dor da ruptura do seu hímen e conseqüente perda da virgindade, ou ainda a espera de algo maravilhoso. E essas expectativas podem impedir que se chegue ao orgasmo.

É aconselhável que não se faça planos para a primeira vez, o casal deve deixar que aconteça naturalmente, tem que ser resultado de um amadurecimento mutuo. Nunca deve ser feita através da pressão por parte do parceiro (a), e sim que a pessoa se sinta pronta para dar um passo tão marcante em sua vida.

Actualmente há um fator que vem influenciando muito os jovens em relação à primeira transa, o fator religião. As igrejas evangélicas pregam um namoro no qual haja unicamente beijo na boca abraços e nenhuma troca de carinho mais intima, tais “proibições” são atestadas pela bíblia. Resumidamente devemos guardar nossa virgindade, para podermos aproveitá-la após o casamento. Se todos seguissem tal ensinamento hoje não teríamos tantos problemas relacionados a adolescentes perdendo a virgindade cada vez mais cedo, a gravidez na adolescência, jovens com DST. 
Mas todas as escolhas devem ser feitas exclusivamente por você, levando em conta fatores a favor e contras. Antes da primeira vez, é recomendável que procurem conselhos médicos, para tomar os cuidados necessários para que não ocorra gravidez indesejada, etc.

 

Via netsaber



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Quarta-feira, 08.12.10

Primeiro Português a alojar o wikileaks

 

Em poucos dias meio milhar de servidores juntaram-se para uma causa justa: não deixar morrer o site que deu ao mundo informações que não devia dar. O medo preserva. A preserverança preserva também.

Todos ajudam. Por tudo o mundo existem pessoas, tal como eu, o primeiro a alojar o Wikileaks no meu domínio .pt.
Fi-lo porque acredito na força da expressão na Internet. Fi-lo porque acho que a Internet é livre. Fi-lo porque sou convicto do que me rodeia e acredito que a Wikileaks é uma fonte que deve ser preservada livre a todo o custo, pelo bem do jornalismo, da liberdade de imprensa, e dos new media.

Há quem argumente que a Wikileaks divulgou informação confidencial. Muito bem. Sendo essa informação parte dela contra a constituição dos USA e dos países envolvidos, eu argumento que deixa de ser confidencial e se coloca em mais alto nível as possíveis ilegalidades cometidas pelas partes intervenientes.
Há quem diga que o dono do Wikileaks devia ser “caçado” como o Bin Laden. Ainda bem, temo que tenhamos pelo menos mais 10 anos de verdades duras e cruas.

A situação não se fica por aqui. Em Portugal, o wikileaks.org.pt foi removido indevidamente pela FCCN por uma “desculpa esfarrapada” como podem ler no blog do mvalente.

Será o ruicruz.pt removido por também ter um sub domínio que “induz em erro ou confusão sobre a sua titularidade”?

Dei hoje uma entrevista a TSF, que pode ser ouvida logo aqui: wikileaks_entrevista.mp3

Nota: em alguns browsers/players é cortada a última frase em 5segs, também não digo muito mais. faz download caso queiras ouvir o resto. No BlackBerry funciona a 100%.

Vamos em força. Vamos com coragem. Pela liberdade de imprensa.

wikileaks.ruicruz.pt

Rui

 

Via Rui Cruz



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Terça-feira, 07.12.10

Como fazer uma mulher chegar ao orgasmo

 

 

Há um mito que mulher nunca chega ao orgasmo se não for sozinha. Que homem nenhum consegue fazer uma mulher ter um orgasmo. Mas isso é apenas um mito.

Lógico que elas não têm a mesma facilidade que um homem tem para ter um orgasmo, mas há modos que facilitam que elas gozem do mesmo prazer que os homens, mas isso quem tem que fazer são elas.

Ela deve conhecer bem o próprio corpo, procure saber quais são as partes que você sente mais prazer. Elas também devem ser mais desencanadas, não ficar com vergonhas na hora do sexo.

Abusar das preliminares é essencial, pois elas estimulam ainda muito mais o prazer. Só comece a penetração quando você e não o seu parceiro, sentir que é a hora. Seguindo isso, você mulher pode finalmente chegar ao tão desejado orgasmo.

 

Via Anderssauro



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Segunda-feira, 06.12.10

A música do tradutor do google

 

O utilizador harrichr, do site reddit, descobriu uma maneira de transformar o Google numa beatbox, ou uma caixa de ritmos. O beatboxing consiste em reproduzir, com o aparelho vocal,  sons de instrumentos ou do dia-a-dia e com isso criar ritmos. Este utilizador explorou uma funcionalidade do tradutor do Google para criar esses ritmos.

 

Basta definir o idioma de translate.google.com para alemão; escrever conjuntos de letras sem vogais e carregar em ouvir.

 

Esta utilização do translator só é possível graças à capacidade do tradutor de alemão de reproduzir sons sem vogais.

 

Só precisa seguir este link para experimentar

 

O fenómeno tornou-se viral e um outro utilizador, desta vez do site Hacker News, compilou um pequeno guia de instrumentos para usar no translator.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 14:15 | link do post | comentar

Nova Cara do Facebook

 

O site mais falado das redes sociais, o Facebook, pode acordar amanhã de manhã com uma cara nova. Depois de terem circulado rumores de que isso poderia acontecer, o site de tecnologia Mashable afirma que o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg irá revelar o novo perfil do site no programa 60 minutes da CBS News.

 

"O fundador e CEO do Facebook Mark Zuckerberg fala com Lesley Stahl sobre a sua vida, o seu negócio, que já vale 35 mil milhões de dólares. E mostra o novo design do site", anuncia a CBS News no site da estação.

Botão de mensagens mais visível, mais destaque para as fotografias, com mais informação disponível sobre os utilizadores são algumas das alterações que o Mashable arrisca avançar como possíveis. Mas reconhece que toda a informação sobre o assunto tem sido bem escondida, em dias marcados por fugas de informação. Aos utilizadores mais curiosos resta esperar para que pelas 19h00 locais, por volta da meia-noite em Portugal, para que as novidades sejam reveladas.

 

Via Público



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Domingo, 05.12.10

Desejo e fantasia

 

Boa parte da população mundial já teve ou tem uma fantasia sexual. O que seria fantasia sexual? É o desejo que o individuo tem, às vezes ele precisa ver a parceira (o) vestida de uma forma diferente ou fazer algo diferente na relação sexual. Muitos já realizaram suas fantasias e demonstraram satisfação.

O desejo oculto de uma pessoa pode variar consideravelmente, ou seja, as fantasias são infinitas. No caso dos homens, muitos tem vontade de transar com uma enfermeira, aluna, professora, empregada domestica, entre outras. Já as mulheres tem o desejo de ter relações com um bombeiro, marinheiro.

Além dessas fantasias normais há também aquelas em que o desejo da pessoa e de transar no elevador, na piscina, na cozinha, de transar em situação de perigo. Uma fantasia masculina muito conhecida é a de transar com duas mulheres ao mesmo tempo, ou de ver e transar com lésbicas.

Há diversos tipos de fantasias, umas condenáveis, já outras dominantes em nosso meio. Atualmente este recurso de prazer é visto de uma forma mais amigável, pois a sociedade não está tão conservadora como há alguns anos atrás. Mas deve-se levar em conta de que talvez casamentos cheguem ao fim devido à rotina, e a fantasia está ai para tirar o casal da monotonia.

 

Via Netsaber e sexualidade



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Calendário Pirelli. Karl Lagerfeld assina 36 fotos

 

Mulheres semidespidas, uma marca de pneus e um calendário. Estas três referências transportam-nos imediatamente para uma oficina de automóveis, mas a verdade é que todas juntas têm um significado bem mais glamoroso. A 38.a edição do Calendário Pirelli foi desvendada esta terça-feira, em Moscovo, numa daquelas cerimónias para onde se leva sapatos mais caros do que alguns carros usados. 

A mais recente versão do calendário mais famoso do mundo - que sim, tem lá os 12 meses do ano com os seus respectivos 365 dias - é da autoria do estilista, guru da moda e único homem no mundo que pode usar rabo-de-cavalo e não ser julgado por isso, Karl Lagerfeld.

Depois do calendário assinado pelo polémico Terry Richardson, no Brasil, Lagerfeld fez um conjunto de 36 imagens mais clássicas. Partindo da mitologia greco-romana, o estilista alemão fotografou a preto e branco actrizes (como Julianne Moore, em baixo, à direita) e modelos que "representam a nova ideia de beleza", contou na apresentação do calendário. 

Julianne Moore é a figura central no elenco de "Mythology", produzido em Paris e composto sobretudo por modelos do sexo feminino.

E agora um pouco de história O calendário Pirelli surgiu há 46 anos, quando a marca de pneus pediu a um fotógrafo de renome (em 1964 foi Robert Freeman) para escolher e imortalizar as mulheres mais bonitas do mundo. O objectivo? Motivar os vendedores da marca e animar todos os lugares onde os seus produtos fossem vendidos. Com o tempo, tornou-se um objecto de luxo (é mais caro do que os calendários com colegiais descascadas de que já falámos) com pretensões a obra de arte e vontade de cristalizar a noção de beleza de uma época. Interrompido durante dez anos por causa da crise do petróleo - a de 1974 a 1984, não a de agora - teve pela primeira vez um par de seios expostos em 1972. E a partir desse dia a vida dos mecânicos nunca mais seria a mesma.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 18:02 | link do post | comentar

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