Segunda-feira, 31.12.12

Quantas vezes você já ouviu dizer que o sexo na gravidez "cutuca" o bebê? E que mulheres grávidas são só mães e não mulheres? E em quantas besteiras desse tipo você acreditou?

 

Mulheres grávidas sentem tesão, têm vontade de fazer sexo e — se não há sangramento ou risco de trabalho de parto prematuro — devem fazê-lo! Algumas pesquisas dizem que 50% das mulheres perdem o desejo sexual durante a gravidez, 40% mantém o mesmo de antes e 10% tem um aumento na libido. Então você não deve se sentir estranha em nenhum desses grupos!

 

É importante lembrar que as mudanças que acontecem no seu corpo fazem com você se sinta insegura e torna tudo mais difícil. "A gravidez se assemelha a adolescência nessa questão da insegurança", explica a ginecologista obstetra e Coordenadora do Programa de Saúde Integral do Adolescente da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, Albertina Duarte Takiuti, que nos ajudou a desvendar os segredos desse momento tão especial — e diferente — na vida de um casal.

 

A primeira coisa que você e seu parceiro precisam é conhecer seu corpo. O pênis não chega ao útero — "só se o homem tivesse o pênis em formato de anzol" - e, mesmo que chegasse, não machucaria o bebê. Albertina explica que o útero é como uma pêra e o cabinho da fruta, que seria o colo do útero, fica para baixo, em direção a vagina, é endurecido e só 'amolece' com muitas contrações. "O útero é como o nariz, você pode passar a mão nele sem machucar a parte interna". Assim fica fácil de entender, né?

 

Para que a relação seja prazerosa para o casal é necessário ter calma. Você, mesmo que esteja com mais libido, pode não estar acostumada com as transformações físicas e sentir-se um pouco insegura é normal. As preliminares vão servir para relaxar, deixar o corpo sem tensões e conseguir deixar a musculatura da vagina pronta para o sexo.

 

O carinho é importante durante toda a relação, e o uso de camisinha também. Pois é, você pensou que durante a gravidez poderia deixá-la de lado, mas a verdade é que seu corpo está mais aberto a infecções e doenças, então, caso haja alguma possibilidade do seu parceiro ter outras parceiras, é melhor não arriscar.

 

Em relação às posições, não há segredo: você precisa se sentir confortável e segura. Nada de inventar malabarismos que a deixe sem estabilidade, o que você mais precisa nesse momento é um bom apoio.

 

E com esse apoio você pode fazer qualquer posição. Olha só essas dicas:

 

Papai e mamãe


Se você colocar uma almofada no fim das costas para ficar mais confortável, o homem pode ficar inclinado em frente a você, sem deixar o peso sobre seu corpo, mas na mesma posição de antes.

 

Você por cima


É uma posição perfeita porque é você quem controla a profundidade, mas pode se tornar cansativo por causa do peso da barriga. Nada a impede de mudar de posição depois de um tempo!

 

De frente


Vocês também podem sentar-se de frente para o outro, você sobre ele, com as pernas enlaçadas na cintura do parceiro. A barriga não atrapalha porque você pode jogar o corpo para trás.

 

De ladinho


Essa é uma daquelas posições que não dão nenhum trabalho e podem ser feitas da mesma maneira de antes da gravidez. Lembre-se de tocar seu próprio clitóris para facilitar o orgasmo.

 

De quatro


Se você se sentir confortável com a barriga pendendo, aproveite! Essa também é uma posição que fica igual antes. E, como na posição de ladinho, lembre se tocar seu clitóris!

 

Dica!


Se você está louca para ter um parto normal, vou te contar uma curiosidade muito importante: o esperma tem uma substância que ajuda seu corpo na hora do parto, as contrações e tudo mais, então, nos últimos meses você pode, e deve, fazer muito sexo. Curtiu?

 

O sexo durante a gravidez pode ser totalmente diferente de tudo o que você já viveu. Além do lado do orgasmo, há a questão do casal estar mais unido, sentir-se mais próximo e conseguir dividir e comemorar a pequena vida que está chegando. É um momento único, não deixe passar sua chance!

 

* Se mesmo com essas dicas você ainda não sentir vontade de fazer sexo, fique tranquila. A maior parte dos homens também sente queda na libido. Foque a energia sexual de vocês para o cuidado da criança que está chegando, a troca de carinhos entre você e seu parceiro e aprenda a ter outros tipos de prazer, como o da companhia, do amor não físico e das conquistas familiares. O cansaço físico e as limitações que você sente são normais e devem ser encaradas dessa forma. Seja feliz à sua maneira, sempre.

 

 

retirado de Preliminares



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Sábado, 15.12.12
Sexo a três relatos de um casal

Foto: Eyecandy Images/Corbis

 

Conforme a intimidade aumenta, mais forte fica nos parceiros a vontade de realizar aquelasfantasias guardadas a sete chaves. Com jeitinho e muita conversa, é possível concretizar os mais variados fetiches e torná-los até mais prazerosos do que a nossa mente podia imaginar.

 

E um dos desejos que povoa a mente de alguns casais é o sexo a três. A ideia de dividir a parceira ou o parceiro com um desconhecido pode parecer inconcebível para uns, mas não para Fernando, 48 anos, e Fátima de 42, conhecidos como Casal Pimenta. Casados há 14 anos, sem filhos, eles provaram o ménage depois de uma conversa que durou quase um ano. O resultado foi bom e agora eles tornam prática corriqueira.

 

"Era uma fantasia minha. Queria vê-la com outro homem, ver tudo o que não conseguia quando estava com ela, afinal ninguém transa de olhos totalmente abertos ou vê as reações do parceiro cem por cento", conta Fernando. Ele lembra que o anúncio do desejo causou muita estranheza e surpresa em Fátima, mas, com o tempo, ele foi percebendo que esse passou a ser da esposa também.

 

"Conversávamos sobre o assunto enquanto fazíamos sexo, normalmente imaginando a presença de outro homem conosco e o que poderia acontecer. Percebia que ela se excitava muito e ia se soltando em relação ao meu pedido", lembra. Após procurar uma terceira pessoa pela internet, o ato se consumou e o casal saiu muito satisfeito. Fernando garante que a relação na cama melhorou e muito com a experiência. A rotina não existe mais e as partes se conhecem melhor sexualmente.

 

Depois disso, Fernando e Fátima foram conhecer um clube de swing e gostaram. Passaram a frequentá-lo mensalmente, depois quinzenalmente e logo semanalmente. Em menos de um ano participaram e ganharam um concurso de festas liberais. Atualmente promovem festas em alguns clubes liberais do Rio. "Fazemos festas semanalmente no Pimentas Clube e mensalmente um encontro privê no Motel Shalimar", divulga o marido.

 

Fernando pensa que o sexo a três foi praticado sem traumas posteriores porque ele e Fátima desfrutam de um relacionamento bem estável. "Swing e ménage não combinam com casais em crise. Tem que haver uma segurança muito grande por trás disso para não se correr o risco de o casamento arruinar depois", afirma. "Nós nos amávamos acima de tudo e estávamos cientes de que haveria um caminho de volta, caso a experiência fosse desastrosa.", completa.

 

Quando o assunto é traição, Fernando declara: com essa abertura no casamento dele com Fátima não há necessidade disso, uma vez que eles podem sempre fazer juntos o que grande parte dos casais fazem escondidos dos parceiros. "Se você e seu companheiro têm a liberdade de variar de vez em quando com o outro sabendo, porque fazer escondido? Não há razões para ser infiel", afirma, "Mas é preciso muita cumplicidade e confiança entre o casal, para a fantasia não virar neurose ou motivo de perseguição."

 

Fernando comenta ainda que a prática do sexo a três envolve três etapas: a curiosidade, a vontade e a coragem. A vontade dá e passa e transformá-la em realidade requer diálogo para estabelecer confiança e limites do que pode ou não ser feito. "A coragem surgirá quando o casal tiver bem claro que isso é apenas uma ‘pimenta’ na relação, que não dependem disso para serem felizes ou se amarem", lembra. E finaliza: "Se entenderem que a questão não é ter mais prazer, mas sim de dar mais prazer para seu parceiro, aí então será perfeito."

 

Retirado de Terra



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Domingo, 25.11.12

Fetiches secretos, do que elas gostam

 

Do que uma multidão de homens e mulheres gostam - mesmo -, mas continua a ser tabu. Conclusões do livro Milhões de Pensamentos Perversos, de Ogi Ogas e Sai Gaddam

 

Diz-se que já tudo foi inventado. O que está a dar é reinventar. E a fantasia humana é ilimitada. "Como é que nunca ninguém se lembrou disto?", perguntaram, um dia, dois neurocientistas americanos, especializados na área computacional. Ogi Ogas e Sai Gaddam, da Universidade de Boston, decidiram criar um modelo da mente sexual de homens e mulheres de todo o mundo. A partir do que fazem, realmente, às escondidas, na grande aldeia global da net. Recolheram e analisaram 400 milhões de pesquisas em motores de busca com conteúdos para adultos: sites, vídeos, comentários, anúncios pessoais, histórias eróticas e romances. As conclusões estão no livro Milhões de Pensamentos Perversos (Lua de Papel, 344 págs., €15,90). Dado número um: nascemos com um equipamento sexual do desejo, programado para encontrar parceiros à medida das nossas mais estranhas taras e manias. Dado número dois: os circuitos mentais da mulher têm duas tomadas e os dos homens só possuem uma. Eles pensam, ao mesmo tempo, com as duas cabeças, perante estímulos visuais. Não admira que as achem complicadas: no equipamento delas, a excitação física e psicológica estão separadas e não há pílula do desejo que lhes valha. Por enquanto. Dado número três: a igualdade de género não funciona na cama. As mulheres raramente pagam para ver pornografia. O cérebro sexual feminino é ativado pelas pistas do enredo, onde todos os detalhes contam. A libido delas acorda diante do herói dominador da cultura pop, que as considera irresistíveis e se submete ou, melhor ainda, as submete com estilo. Numa versão mais obscura, a conflituosa relação entre dois machos alfa, que acabam emocionalmente envolvidos, dá-lhes arrepios e adrenalina (como esquecer a dupla Tom Cruise e Brad Pitt, no filme Entrevista com o Vampiro?).

 

Um homem satisfaz-se com aventura, risco e diversidade. Quer ver pénis, rabos, mamas e pés. Mulheres tenrinhas e maduras. E todo o tipo de interditos, do sadismo à bestialidade. Uma mulher aquece com narrativas românticas e jogos de sedução, onde o contexto é tudo. A explosão de contos eróticos sobre ícones da cultura pop é disso a prova.

 

A megaexperiência de Ogas e Gaddam está para o século XXI como as do investigador Alfred Kinsey para o século que passou. Sem falsos pudores, mostra que certas práticas, etiquetadas pelos especialistas como anormais ou perversas na sociedade dita civilizada, acontecem com mais frequência e normalidade do que é admitido.

 

(A)MORALIDADE SEXUAL


As "pegadas sexuais" dos internautas da amostra trazem à superfície tendências insólitas. Um homem que paga para ter sexo telefónico dispensa a imagem, porque a ideia é dizer palavrões e deixar-se dominar pela operadora. A mulher que aprecia romance também se imagina como prostituta, ou fica arrebatada pela ideia de ser raptada pelo homem das cavernas ou por aquele cavalheiro insuspeito, que a ata e a deixa indefesa. Tanto um como o outro género pela-se por uns bons açoites e excita-se com a possibilidade de enganar o parceiro. Mais bizarro ainda, ser alvo da traição dele (ou dela).

 

A má da fita é a biologia da espécie. A evolução programou o macho para ser caçador reprodutor, cabendo à fêmea precaver-se de jogadas arriscadas, a menos que encontre um protetor forte, capaz de sustentar a prole. Não é de estranhar, por isso, que os adolescentes surjam no topo das preferências sexuais: a juventude é um potente afrodisíaco. O que ainda não se sabia é que as mulheres e homens mais velhos, que surgem nas pesquisas da net com as tags (etiquetas de busca) "mãezinha", "avozinha marota", "paizinho" e "maduro", fazem as delícias de muita gente (basta pensar nas versões masculina e feminina popularizadas em séries como Donas de Casa Desesperadas e Dr. House). Sair da norma é uma forma de evasão comparável à proporcionada pela gastronomia. Seja com picante, molho agridoce, gafanhotos ou cozinha de fusão, o princípio é divertir-se e sair da experiência com satisfação, sem dar relevância a quem veja nisso um gosto perverso. E a pesquisa de conteúdos eróticos gay continua a ser muito popular no ciberespaço. Já contrariando todos os cânones acerca da beleza feminina, as mulheres roliças, com seios a condizer, são delícias gourmet muito solicitadas por quem navega nos motores de busca.

 

PROIBIDO É DEVIDO


O sex appeal não escolhe idade, medida ou peso. Mas tem esquemas concretos na mente sexual. Por exemplo, cada "versão" heterossexual apelativa tem o seu equivalente gay (mulher robusta e dominadora/homem pujante e barbudo; "mãe" de outrem, sedutora e marota/"pai" de terceiro, cativante e experiente; rapariga "boazona"/rapaz "pão"). No género porno, os vídeos mais populares mostram os corpos transpirados e as expressões faciais do homem, que agradam tanto aos homossexuais como às mulheres. Os filmes e ficções no feminino estão em franca expansão, por prolongarem a saga, repleta de momentos provocadores. E de elementos de tensão entre personagens, com desejos proibidos.

 

A motivação central de todos é simples: "Surpreende-me com algo que eu ainda não saiba." Os autores deste estudo espantaram cientistas e terapeutas sexuais. E não só. Ogi Ogas faz investigação em biodefesa para os puritanos serviços de segurança dos EUA. A ideia de concretizar o livro e transgredir o politicamente correto terá sido mais forte e falado mais alto.

 

Retirado de O Portal dos Psicólogos



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Terça-feira, 09.10.12

6 certezas sobre sexo que deve esquecer

Deixe as suas certezas sobre sexo para trás e aumente a temperatura na cama

Por vezes agarramo-nos a determinadas certezas, apesar destas serem antiquadas. Nunca dá por si a pensar que chegou a altura de pensar em algo novo? 

1ª certeza sobre sexo: Sexo bom dura horas e horas 
Correcção: Relações sexuais boas duram o tempo que queremos que durem. 

Pode ser uma “rapidinha” quando está à espera dos sogros e a adrenalina começa a correr nas veias. Permita que os desejos urgentes do seu parceiro, de possuí-la naquele preciso momento, a entusiasmem. Pode também ser uma maratona sexual no Domingo de manhã, na qual descobre zonas erógenas esquecidas e tenta todas as posições que conhece, e talvez até inventa umas novas. 

2ª certeza sobre sexo: o homem toma sempre a iniciativa
Correcção: Mulheres, assumam o controlo!

Normalmente, a iniciativa é sempre do mesmo parceiro. Na maioria dos casos, este parceiro é o homem, independentemente de quão emancipada ou excitada está a mulher. Os homens adoram que as mulheres assumam o controlo – sentem-se mais desejados e você sente-se mais confiante, o que vai, sem sombra de dúvida, elevar a temperatura no quarto (ou no WC, sofá, balcão da cozinha...).

3ª certeza sobre sexo: cada um dos parceiros investe 50% de esforço na elação sexual
Correcção: Isto deve aplicar-se ao balanço anual, mas cada pessoa deve investir aquilo que lhe apetece nesse momento.

Isto significa que se o seu parceiro está cansado, deixe-o descansar e render-se ao prazer, enquanto o mima. Quem sabe se essa razão 20-80% não aumenta o seu prazer para 150%.

4ª certeza sobre sexo: Relação sexual é o coito
Correcção: Relação sexual pode ser tudo.

Quando chegamos ao coito, a “verdadeira relação sexual”, sentimos que o prazer que obtemos num simples beijo ou carícias é só para “principiantes”. Ainda se lembra de como gostou de se conhecer, em termos sexuais? Talvez deva aprender algo com os “principiantes”: esteja completamente presente em cada beijo, em cada toque, quando estiver a saboreá-los, sem se apressar para o derradeiro objectivo – o orgasmo.

5ª certeza sobre sexo: as fantasias são privadas
Correcção: Também pode contar as suas fantasias ao seu companheiro. Podem partilhar fantasias ou realizá-las juntos.

Partilhar fantasias vai estimular o vosso desejo sexual e criar sentimentos ainda mais fortes de confiança e proximidade. Ver um filme erótico ou ler literatura erótica juntos pode ser um bom começo, e depois podem criar os vossos próprios guiões eróticos.

6ª certeza sobre sexo: quando se conhece bem o parceiro, sabe-se “em que botões carregar” 
Correcção: A menos que tenha uma relação com um robot, tudo pode mudar.

Mesmo que pense que conhece o seu parceiro por dentro e por fora, continue a explorar as zonas erógenas do seu corpo e as mudanças nos seus desejos, à medida que os anos passam. Descubram-se novamente e os vossos laços serão fortificados – mesmo fora do quarto.

 

Noticia do Sapo Mulher



publicado por olhar para o mundo às 08:44 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 08.10.12

Não finja que está a gostar!

 

Pode sair-lhe caro

 

Se fingir que fica excitada com algo que não a excita durante a relação sexual, em breve o sexo vai transformar-se num pesadelo. Exprima os seus desejos! 

Tem de revelar os seus desejos ao seu parceiro

 

O objectivo do bom sexo é deixar-se levar e ter em conta os desejos do seu parceiro, sendo que o seu parceiro tem também em conta os seus desejos e faz tudo o que a excita. É por isso que não é boa ideia ficar em silêncio e pensar que o seu parceiro vai achar que os seus desejos são estranhos ou que a vai julgar. As mulheres costumam ter mais problemas com este tipo de situações. 

Têm medo que os homens passem a vê-las como prostitutas, o que implica que não as vejam como futuras esposas. Esta situação é naturalmente indesejável porque as priva de ter prazer e faz com que passem a sentir que falta sempre algo no sexo. Por outro lado, os homens têm medo que as suas parceiras digam que não, que achem que os seus desejos são depravados ou que reajam mal. 

É sempre importante falar sobre estas questões e é por isso que aconselhamos que mostre, assim que possível, e de forma amável e agradável, o que quer, o que gostava de experimentar, o que acha que falta fazer e quais são as suas fantasias. Mesmo que a reacção inicial seja algo turbulenta, não desista e continue a explicar, ou então espere por uma ocasião mais apropriada, encarando a partilha dos seus desejos de forma diferente. 

Os preconceitos devem ser deixados à porta do quarto

 

A maioria dos preconceitos são completamente desnecessários e provavelmente vão rir-se deles mais tarde. São apenas fruto da sua imaginação e deixarão de existir se falar honestamente sobre eles com o seu parceiro. As mulheres são normalmente preconceituosas em relação ao sexo anal, esperma, garganta funda, sexo mais brusco e alguma dominação marota, por exemplo. 

Os homens não sabem como exprimir estes desejos adequadamente e por isso não os revelam, tornando-se muitas vezes infelizes e insatisfeitos com a sua vida sexual. Caros senhores, um dos maiores erros que podem cometer é trair a vossa parceira só por estarem convencidos que ela não gostaria de experimentar certas coisas. Deve perguntar-se primeiro se chegou alguma vez a dizer-lhe o que quer fazer. 

Se já o fez, analise a forma como lhe perguntou. Foi suficientemente persistente, fez as coisas certas sem a forçar a nada? Uma palavra gentil resulta sempre bem, só tem de ser paciente, especialmente se a sua parceira não for muito experiente neste tipo de assuntos ou um pouco conservadora. 

Tácticas para realizar os seus desejos mais secretos

 

Comece com uma abordagem astuta e assim não vai insultar a sua parceira, para que ela não ache que está insatisfeito com a sua vida sexual e que só consegue satisfazer-se através das suas fantasias. Também aconselhamos as mulheres a não seguirem essas linhas de raciocínio para não ficarem com a sensação que os seus parceiros já não têm interesse no sexo normal e que só ficam excitados com as coisas que ainda não fizeram com eles. 

Caras senhoras, não se trata disso; o conceito é semelhante ao da sobremesa, um ingrediente adicional para apimentar o sexo. Estas são coisas que os vossos parceiros gostam e que as querem fazer ocasionalmente. O mesmo também se aplica a si. Deve falar ao seu parceiro sobre os seus desejos e não tenha medo que ele a passe a olhar para si da forma errada. Por exemplo, diga-lhe que quer que lhe faça mais sexo oral, estendendo-o ao ânus, que gostava de experimentar sexo em público e muito mais. Não tenha vergonha dos seus desejos. 

Não os reprima e comece a fantasiar com outra pessoa. O seu parceiro só pode realizar os seus desejos se os revelar. Como já dissemos anteriormente, revelar os seus desejos exige paciência e uma abordagem e experimentação gradual. É melhor deixar que as coisas aconteçam espontaneamente e no calor da paixão. 


Retirado de Sapo Mulher



publicado por olhar para o mundo às 18:53 | link do post | comentar

Segunda-feira, 17.09.12

Dicas para quem gosta de rapidinhas

Saber como utilizar o tempo que possui é um dos segredos para manter a chama da paixão sempre acesa

Apesar das preliminares serem muito importantes para muitas pessoas, a famosa "rapidinha" pode esquentar - e muito - a relação do casal.

Pesquisas mostram que a maioria das mulheres prefere uma transa que dure pelo menos 15 minutos. Mas, não é porque você está sem tempo para se dedicar ao seu parceiro que o sexo precisa ser excluído de sua vida. Saber como utilizar o tempo que possui é o segredo para manter a chama da paixão sempre acesa.

O bom da "rapidinha" é ser justamente sem compromisso. Não existe aquilo de hora e nem local marcado. Deu vontade? Então faça.

Confira a seguir alguns truques listados pela revista "Health", que pode estimular ainda mais a sua vida sexual, mesmo com o pouco tempo que tem.

Beije bastante

Dar uns amassos vai ajudar a deixá-lo ligado mais rapidamente. “Beijar acelera o processo de excitação, pois acorda o sistema nervoso, bem como o endocrinológico, que produz os hormônios do tesão”, afirma a terapeuta sexual Patty Britton. O beijo também aumenta a intimidade na rapidinha.

Mantenha suas roupas
Por que desperdiçar minutos preciosos para tirar a roupa? Além disso, ficar coberto pode ser uma grande provocação. “É primordial e animalesco, como se você estivesse muito desesperado para ter o outro ali e agora”, explica Joel Block, psicólogo e especialista em relacionamentos.

Mude o local
Cinco minutos de posição papai e mamãe na sua cama provavelmente não vai fazer você chegar lá. Mas, em cinco minutos no chuveiro? Ou na mesa da cozinha? “A novidade de transar em um lugar diferente e inusitado aumenta a excitação, especialmente quando há o risco de ser pego”, explica Block. Mesmo se não há ninguém por perto, fazer sexo em um local não convencional ajuda a criar a sensação emocionante que alguém poderia entrar a qualquer momento.

Deixe a imaginação fluir
Quando você está tentando entrar no clima o mais rápido possível, o seu cérebro pode ajudar e muito. “Fantasiar estimula uma resposta fisiológica sexual porque o seu corpo replica o que ele está prevendo em seu cérebro”, diz Britton. Então, mesmo se você estiver em sua cama, finja que está fazendo isso em uma praia tropical.

Narre a ação
Se comunicar durante o ato permite que você fique focado na transa e pode ajudar na excitação. Então, compartilhe com o seu parceiro o desenrolar da ação. É uma maneira bastante simples e acelera rapidamente o prazer.

 

Retirado de Band



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Terça-feira, 11.09.12
como evitar seis erros que estragam o sexo

Veja dicas de como melhorar sua vida a dois

As mulheres devem ficar alertas quando o sexo não vai bem. Elas não devem culpar sempre o parceiro se estiverem com dificuldades para atingir o orgasmo e, sim, assumir a responsabilidade. Segundo o site Your Tango, as pessoas fazem sexo por várias razões e não todas são físicas, no entanto, o objetivo de atingir o orgasmo é o que motiva querer fazer mais e mais sexo.

 

Mas para que a relação fique melhor, mais quente e tenha melhores orgasmos, você precisa prestar mais atenção às preliminares e à comunicação, além de aprender a assumir a liderança.

 

Veja abaixo seis razões que podem estar estragando suas noites e o que fazer para reverter esta situação:

 

1 - Você está pulando as preliminares: a parte mais quente e mais explosiva do sexo acontece quando os dois estão totalmente conectados, excitados e focados na vontade do casal e, a única maneira de chegar lá, é com as preliminares. Ela aumenta a excitação e a probabilidade de atingir o orgasmo. Incorporar brincadeiras mais longas às suas transas, dá mais tempo do corpo se preparar para o evento principal. Você pode não perceber, mas a vagina passa realmente por um processo fisiológico de mudança durante as preliminares. O útero contrai um pouco e as paredes da vagina se expandem, o que torna a penetração mais agradável.

 

2 - Você não está construindo antecipação suficiente: ter tempo para se excitar e deixar o parceiro “louco” incrementa o sexo de várias maneiras, por isso uma das coisas mais importantes das preliminares é que você tenha tempo de construir a antecipação. A antecipação e a tensão é como uma brasa que vai se acender depois. Afinal, se você sabe exatamente o que vai acontecer e quando, não há pelo que ficar animado. É a necessidade, a construção e a sensação de que você não seria capaz de esperar mais que faz o sexo ser quente.

 

3 - Você não está falando o que deve: você não está deixando claro o que quer, fale do que gosta. Seu parceiro quer agradá-la, mas pode não saber como. Alguns são mais perspicazes que outros, no entanto, muitos homens e mulheres se preocupam e acham que as perguntas e conversas podem acabar com o clima. Apesar do ditado que diz não existir perguntas estúpidas, algumas definitivamente são mais sexy do que outras. Você pode resolver este problemas, falando quais são verdadeiros desejos. Se quiser alguma coisa específica, deixe claro. Se precisar desacelerar o ritmo para aumentar seu prazer, tente tomar o controle. Não tenha medo de dar um passo atrás, parar a ação e mudar seu curso.

 

4 - Você não está ajudando: a crítica não é sexy, então use os comentários positivos para conseguir o que quer durante o sexo. Dizer coisas como: "eu amo quando você me toca lá", "amo quando você usa sua boca" e "adoro quando você vai devagar, me faz querer ainda mais", são excelentes maneiras de conseguir o que deseja e manter a tensão erótica entre você e seu parceiro.

 

5 - Você vai de carona quando se trata do seu prazer: muitas mulheres têm a convicção de que seus parceiros irão dar todo o prazer e incríveis orgasmos à elas e, por causa disso, relutam em ter mais ação na criação do prazer durante o sexo. Não importa o quanto seu amante seja incrível, ele ou ela não pode ler sua mente. Seu parceiro deve estar atento às suas necessidades, é claro, além de ter habilidades sexuais e empatia para agradá-lo, mas não pode lhe "dar" um orgasmo sem sua participação. Sexo é algo feito junto e seu orgasmo é responsabilidade dos dois, por isso escolher as posições lhe permite acessar áreas mais sensíveis do seu corpo. Aproveite para falar sobre o que está gostando e o que não está dando certo.

 

6 - Você não considera todas as opções: há no mercado várias opções de pequenos vibradores que podem ser usados durante o sexo com seu parceiro. Encontre um que goste e não fique envergonhada. Explique ao seu amante que o vibrador irá melhorar a experiência e ajudá-la a chegar lá com menos esforço. Estes brinquedinhos diminuem a pressão e permitem que você relaxe e perca o medo e a preocupação se vai ou não ter um orgasmo. Usar um vibrador dirá ainda que você é liberal e leva a sério sua vida sexual e não há nada de errado nisso. 

 

Retirado de Terra



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Quarta-feira, 01.08.12

Sexo só com preliminares

Beijos ardentes, sexo oral, olho no olho, toques intensos. Estas e muitas outras ações ajudam os parceiros a atingirem o tão almejado objetivo da relação sexual: o orgasmo. Só que existem casais que quando chegam bem pertinho do ápice do prazer, recuam.

 

Sabe por quê? Porque querem fazer seus casamentos durarem mais.

 

Nos Estados Unidos, muitas pessoas casadas têm aderido a uma técnica batizada deKarezza, cujo objetivo é abrir mão do orgasmo para focar apenas na troca de carinhos durante a relação sexual. O nome da prática deriva da palavra italiana carezza (que significa carinho) e prega o sexo como forma de vínculo afetivo e não de busca pelo clímax do prazer.

 

A técnica foi inventada por Dra. Alice Bunker Stockham, uma obstetra de Chicago, em 1896. Karezza tinha, entre outros objetivos, controlar a natalidade e satisfazer homens e mulheres. Hoje é vista pelos médicos como uma alternativa natural ao Viagra e uma cura para a falta de desejo das mulheres.

 

Com relação à possibilidade de reduzir o orgasmo para ampliar a duração do casamento, Dra. Sylvia Faria Marzano, urologista, terapeuta familiar, de casal e sexual, faz ressalvas. Ela defende que a possibilidade de salvação do enlace não está em buscar ou não o orgasmo e sim em tudo o mais que a ‘técnica’ propõe: mais carícias, mais tempo com o outro, troca de energia com a respiração, penetração compassada (sem ter o objetivo de terminar rápido), deixar o outro sentir seu desejo etc.

 

"A conjugalidade se vê ameaçada nos casais que esquecem, ou desconhecem, que precisam de um tempo para os dois. ‘Bater o cartão’ só para não ‘passar em branco’ pode contribuir para o desgasta da relação", argumenta. "Um lado ficará descontente e a falta de assertividade, com medo de ferir, atrapalhará a vida do casal. E veja que isso não tem a ver com a questão de não ter orgasmo!"

 

A terapeuta não acredita que o fim do orgasmo contribua para a felicidade do casal. O fato, segundo ela, é que a técnica incentiva o casal a ter mais tempo junto, a namorar depois de um relacionamento mais prolongado. Na Karezza, durante o ato sexual, os parceiros se permitem namorar sem obrigatoriamente deitar numa cama e depender de números de orgasmos para se sentirem com uma ótima performance sexual.

 

"Os homens costumam achar - e isso é cultural - que precisam ‘fazer com que’ a parceira tenha pelo menos um orgasmo em cada relação.

 

Costumo explicar que não compete a ele ‘dar orgasmo à mulher’. Muitas circunstâncias estão envolvidas para uma mulher se entregar e ter um orgasmo. E uma delas é ela querer senti-lo", explica Dra. Sylvia.

 

Em entrevista ao jornal "Daily Mail", a terapeuta americana Deb Feintech disse que os mais interessados pela técnica são os homens, uma vez que as mulheres têm mais dificuldade em chegar ao clímax do que seus parceiros. Mas se esta foi uma boa saída encontrada pelos americanos para salvar o casamento, para os brasileiros talvez não seja. Dra. Sylvia, por exemplo, diz não acreditar em sexo sem orgasmo.


"O casal pode ter muita troca de carinhos dentro e fora da cama, muita cumplicidade, muito aquecimento e também ter o orgasmo", pensa. "Esse orgasmo que tanto falamos depende de um aprendizado que vai melhorando conforme as experiências boas ou ruins, a leitura sobre o assunto e o conhecimento do outro e de si próprio. Quais as suas expectativas? Qual o caminho para chegar lá? É o preparo para estarem juntos. Isso tudo é como uma ciência, requer tempo e vontade de saber mais", finaliza.

 

Retirado de Vila Mulher



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Quinta-feira, 26.07.12

Fantasias: elas querem romance, eles querem sexo em grupo

 

Independente de serem colocadas em prática ou não, as fantasias sexuais são comuns, seja para homens ou mulheres. De acordo com experiência vividas em seus consultórios e divãs, especialistas já sabiam que elas são diferentes para eles e para elas. A novidade agora é que um estudo realizado na Universidade de Granada, na Espanha, confirmou que há mesmo diferença entre as fantasias sexuais de homens e mulheres. Segundo a pesquisa, enquanto elas fantasiam poucas vezes ao mês com um encontro agradável com uma pessoa específica, os homens fantasiam com muito mais frequência e possuem desejos de experimentação como sexo em grupo e relações promíscuas. 

O estudo foi com 2.250 pessoas com idade entre 18 e 73 anos, que tiveram relações heterossexuais nos últimos seis meses. Quase todos os entrevistados disseram fantasiar com experiências agradáveis. Mas 80 deles relataram já ter tido fantasias desagradáveis. 

O estudo revela que a fantasia desagradável mais comum entre elas foi "ser forçada a ter relações sexuais". Esta fantasia tinha ocorrido ao menos uma vez na maioria da vida das entrevistadas. Para os homens, a fantasia sexual mais desagradável seria manter relações sexuais com outras pessoas do mesmo sexo. 

"O nosso cérebro é o melhor estimulador sexual", diz a sexologista americana Logan Levkoff. "Nós temos que usá-los. Devemos ter uma vida cheia de fantasias. Ter fantasias sexuais não nos faz promíscuos. Nem sugerem que temos dificuldade em nosso relacionamento atual. Fantasias nos tornam seres sexuais saudáveis", afirma. As informações são Huffington Post.

 

Retirado de Band



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Segunda-feira, 23.07.12

Sexo em locais diferentes

Não há limites para a imaginação

Uma vez que a maior parte das fantasias apenas acontece na nossa cabeça, a sua localização normalmente ê tão irreal como a fantasia em si. Desde uma praia nas Maldivas, uma varanda sobre o Sena, uma jangada perdida no mar atê ao cenário de um filme de Hollyood, fantasias deste género nem sempre são fáceis de concretizar. No entanto, há modos sensuais e divertidos de recriar os locais da fantasia no vosso quarto, ou casa. Com alguns acessórios e imaginação o cenário pode ser fácii de fazer.

 

Comboios, aviões e carros
É verdade, não é suposto fazermos sexo nestes sítios, a não ser que os tenhamos só para nós, mas isso não nos deve impedir de desfrutar de sexo em movimento. Façam de conta que são estranhos que acabaram de conhecer-se, ou agentes secretos numa missão, e vão depressa para o hotel mais próximo ou para casa acabar o que começaram.

Em alternativa, se vão fazer uma viagem longa, planeiem fazer algumas paragens. Estacionem o carro num sítio isolado e façam sexo no banco de trás. Façam de conta que ele é um estranho a pedir-lhe boleia ou imagine que é uma adolescente que pediu o carro emprestado ao pai por uma noite e deleitem-se com estas fantasias.

Sexo ao ar livre
Se quiser concretizar uma fantasia ou ter sexo em público, assuma uma postura exibicionista com algumas mostras de carinho mais ousadas. Não têm de concretizar o acto em si, beijos e carícias intensas já devem proporcionar a adrenalina que procuram. Depois, transfiram esta excitação para a segurança e o conforto de casa e prolonguem o momento com as luzes acesas ou fazendo-o num lugar diferente. Façam de conta que têm de apressar-se para não serem apanhados por alguém ou que não podem fazer barulho para não serem ouvidos por alguém.

Também podem ir fazer jogging juntos, e quando estiverem a transpirar e com o coração acelerado, empurre o seu homem para uns arbustos discretos para uns beijos apaixonados e excitantes.

Ilha deserta
Outra fantasia recorrente é a do sexo na praia. Podemos sempre trazer algum clima romântico e exótico para o nosso quarto usando música brasileira, o aroma de uma loção solar e até biquínis e calções de banho. Bebidas tropicais, com sombrinhas nos copos, também podem ser mais um toque evocativo. Se tiver fotos ou vídeos seus numa praia, estes também podem ser úteis como pano de fundo.

 

Faça de conta que é uma turista sensual em busca de um romance de Verão, e o seu companheiro é o habitante local sempre disposto a mostrar-lhe os locais mais interessantes. Ou podem alternar os papéis e deíxe-o ser o turista enquanto você é a jovem natural da ilha, com um sutiã feito de cascas de coco.

 

Sítios interessantes
Quando o sexo se liberta do espaço confinado do quarto do casal, quase todos os locais - mesmo os que nos parecem mais banais, como as escadas da sua casa - ou os mais exuberantes, como um quarto de hotel luxuoso, podem apimentar a vida sexual de uma forma espantosa. Experimentem estas ideias, para começar, e verão como não há limites para a imaginação.

 

Escadaria para o céu
Por estranho que lhe pareça, um dos locais mais excitantes para terem sexo pode ser a escadaria da sua casa. Da próxima vez que o seu parceiro quiser ir cedo para a cama, apanhe-o nas escadas, rasgue-lhe a roupa e façam-no íogo ali. Seja qual for a posição que usarem, os degraus vão proporcionar-lhe um novo ângulo de penetração. Se quiser mais algum frísson, não use as escadas de sua casa: faça-o quando estiver a passar uns dias na casa de outras pessoas.

 

Numa tenda
Acampar pode não ser o nosso conceito tradicional de uma noite romântica, mas beijos sob o luar são claramente algo com que já fantasiámos. Prepare o cenário com alguns cobertores (e repelente de insectos) e depois façam sexo na vossa tenda romântica. Terão de ser silenciosos, pois uma tenda não tem grande isolamento acústico, ou, se preferirem, façam muito barulho para os vizinhos vos ouvirem. Usem a oportunidade para encarnarem homens das cavernas ou exploradores.

 

Cenários luxuosos
Quem é que não se sente excitado com a ideia de ter sexo num hotel de cinco estrelas ou a bordo de um cruzeiro de luxo? Se o seu orçamento o permitir, reserve um quarto no melhor hotel da cidade e desfrutem do toque de lençóis de cetim. Se o quarto tiver varanda, façam sexo enquanto apreciam as vistas. E se um hotel de luxo não está ao seu alcance, recrie este ambiente com um banho de espuma com velas e cremes aromatizados. Desligue o telefone e deixe as crianças nos avós por uma noite, para poder passar uma noite a sós com o seu amante.

 

Retirado de Sapo Mulher



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Segunda-feira, 11.06.12

Tatuagens: Tudo na vida tem os seus quês

 

O corpo é uma montra que, a cada Verão, tende a exibir os benefícios de uma alimentação saudável, do ginásio bem frequentado e da criatividade esculpida em motivos mais ou menos radicais, mais ou menos criativos sob a forma de tatuagem. Mas se esta é uma marca de vida, também envolve riscos.


A última década tem mostrado um ascendente de corpos tatuados. Moda ou modo de vida, a verdade é que os piercings e as tatuagens são cada vez mais frequentes, tentando homens e mulheres, mais ou menos jovens. E mesmo que não estejam para durar, as tatuagens ficam.


Quando o corpo é a tela do tatuador e os pincéis são trocados por agulhas, a criatividade é partilhada numa obra definitiva, ainda que, muitas vezes, oimpulso se sobreponha à razão. O nome de uma paixão que pode não durar, o desejo de integrar um grupo que se pode desmembrar. Por isso, é tão importante ponderar efectivamente a vontade de esculpir o corpo e escolher uma decoração que não seja ultrapassada na curva da vida.


E no que toca à saúde, convirá reter que as agulhas podem penetrar uns dois milímetros na derme para aí depositar os pigmentos que hão-de conjugar-se para dar forma aos contornos traçados num braço, num ombro ou numtornozelo.


Ao penetrar na pele, as agulhas são um veículo privilegiado de transmissão de doenças, como a hepatite B e C e a SIDA . Material rigorosamente esterilizado e descartável é imperativo para se fazer uma tatuagem com menos riscos.


As tatuagens estão desaconselhadas em pessoas que tenham doenças de pele, como psoríasealergia a pigmentos de tinta e ao metal das agulhas, bem como a hemofílicos e epilépticos.


Quando se decide fazer uma tatuagem, a higiene é lei. E isso implica visitar os estúdios de tatuagens antes de tomar uma decisão e procurar certificar-se da qualidade técnica dos profissionais.


cicatrização é crucial e demora, em média, três semanas. Há que manter a pele limpa, deixando a zona tatuada respirar e aplicando um creme hidratante ecicatrizante. A pele deve ser protegida de outras agressões, como vestuário apertado ou fibras sintéticas, que podem causar alergia ou ferimento da pele. Também os espaços favoráveis ao desenvolvimento de infecções, como as piscinas e os ginásios, devem ser nesta fase evitados.


Mesmo que, com o tempo, o entusiasmo esmoreça, a tatuagem lá está a marcar uma etapa ao longo da vida.

 

Decisões marcantes...…

 

A colocação de uma tatuagem deve ser sempre uma opção muito ponderada. Quando a decisão é ir em frente, convém ter alguns cuidados.

 

Saber escolher um profissional certificado que assegure o cumprimento de todas as regras de higiene e segurança é fundamental. Caso contrário aumentam os riscos de contrair infecções.

 

1. A escolha do desenho deve ser muito bem pensada. Apesar de existirem técnicas para apagar tatuagens, como o laser e a cirurgia, o custo é elevado e a eficácia não é integral.

 

2. Antes de eleger o tatuador, convém avaliar trabalhos já realizados de modo a confirmar a qualidade do trabalho.

 

3. As mulheres, sobretudo se pensam vir a engravidar, devem evitar tatuar a barriga e o peito, pois as tatuagens poderão ficar deformadas durante agravidez.

 

4. Devem-se evitar zonas da pele com queimaduras ou susceptíveis a reacções alérgicas ou com doenças dermatológicas.

 

5. A tatuagem fere a pele, donde uma correcta cicatrização é essencial, sendo conveniente seguir à risca as indicações do profissional. Tal como já referido, até a tatuagem estar cicatrizada, não se deve tomar banho na piscina, e a zona tatuada deve estar sempre limpa. Em caso de febreinflamaçãodor ou sensação de mau estar, deve recorrer-se ao médico.

 

6. A vacina do tétano deve estar em dia e não se pode doar sangue durante um ano.

 

7. O s menores de idade têm de ter sempre uma autorização dos pais para a realização de uma tatuagem

 

Retirado de Sapo Saúde



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Domingo, 10.06.12

Ele não quer usar camisinha e agora

Boa parte das pessoas que já fez sexo com e sem preservativo diz que a relação sem ele é mais prazerosa devido ao contato direto dos órgãos genitais. E garante que a camisinha na relação é como "chupar bala com papel".

 

Para muitos homens o preservativo, além de atrapalhar na hora "h", tira o prazer e dificulta a excitação.

 

Existe também o lado das mulheres. Muitas delas afirmam que o preservativo incomoda e irrita a pele e, durante a penetração com a proteção, demoram a ter um orgasmo ou, às vezes, nem conseguem chegar ao ponto de prazer.

 

Por esses e outros motivos, alguns casais que já namoram há alguns anos decidem realizar exames para descobrir se possuem ou não DST (Doença Sexualmente Transmissível) ou AIDS. Quando o resultado é negativo, muitos deles deixam de usar o preservativo em busca de um sexo mais intenso. Mas será que realmente eles estão seguros? E se um dos dois sai com outra pessoa (trai) e não usa camisinha?

 

Para o ginecologista e sexólogo, Amaury Mendes, professor e médico do ambulatório de sexologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), o sexo sem camisinha, mesmo em uma relação de longo prazo deve ser bem pensado. "A monogamia é uma opção, porém não é um pacto entre o casal. É uma decisão que deve ser bem madura e refletida, pois tanto entre pessoas que estão namorando como as que estão casadas pode ocorrer uma traição", relata ele.

 

Ele afirma que o casal que decide parar, definitivamente, de utilizar a camisinha precisa realizar exames de hepatite, AIDS, sífilis e sangue, pelo menos uma vez por ano. "Cada um dos exames tem o intervalo de 30 dias. Somente depois do resultado de todos é que se pode realizar a relação sem proteção", diz ele. "Mesmo assim, não é seguro", alerta.

 

Mendes explica que, atualmente, ninguém está livre de passar por uma infidelidade. Sendo assim, o teste deve ser realizado frequentemente. Ele também garante que o diálogo entre o casal é fundamental para evitar uma possível traição e, consequentemente, a chance de ser infectado por HPV e outras DSTs. "O casal deve sempre realizar exames periódicos juntos, nos casos em que ambos não conseguem utilizar o preservativo", orienta.

 

Embora as pessoas acreditem que combinar com o parceiro de manter relações sexuais apenas um com o outro pode ser uma boa opção para se livrar dos riscos do sexo sem preservativo, o ginecologista relata que não dá para garantir a fidelidade do companheiro. "Ninguém está 100% seguro em uma relação, por isso confiar no parceiro é um conto, pois você pode brigar em uma semana, ficar com outro e depois se reconciliar novamente", explica.

 

O ginecologista ressalta a importância da utilização da camisinha. "Usar o preservativo principalmente na relação anal evita a transmissão de bactérias. Existe o perigo de entrar fezes no canal da uretra, causando infecções que se estendem ao testículo", esclarece ele.

 

Além da DST e da AIDS, outras doenças podem surgir decorrentes da falta de utilização do preservativo. Existe também a "HPV, que pode desenvolver câncer de útero, HPV no pênis, sífilis e até epididimite", relata ele. "A prevenção é com a camisinha. Se o parceiro não quer usar, nem faça sexo", finaliza ele.

 

Retirado de Vila dois



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Domingo, 03.06.12

Conheça as principais fantasias sexuais femininas / Shutterstock

Algumas mulheres têm desejos que os homens nem imaginam

Quando o assunto é fantasia sexual, as mulheres deixam a imaginação ir longe, mesmo que não tenham coragem de colocar tudo em prática. Tem curiosidade sobre o que se passa na cabeça delas? Então, confira a seguir as 10 principais fantasias sexuais femininas, listadas pelo site americano "Ask Men":

Dança particular


Elas sonham em fazer strip-tease, porque se sentem atraentes com a situação e a ereção dos parceiros mostra que estão no controle.

Exibicionismo


As mulheres podem não fazer um filme pronográfico caseiro, mas provavelmente já fantasiaram com isso.m Algumas também sonham em transar em lugares públicos com pessoas assistindo.}

Fantasias de força


São muito populares entre as mulheres e a maioria dos psicólogos acredita que seja porque permitem que elas tenham o sexo selvagem que desejam, sem sentir a culpa que pode aparecer depois. Essa fantasia geralmente envolve um homem lindo levando-a para o quarto. Rapidamente, ele arranca sua roupa e desperta seu corpo.

Voyeurismo


Mulheres também gostam de assistir pessoar transando. Podem fantasiar sobre espiar a janela do vizinho, um casal em um local escondido de um parque ou até uma orgia.

Uma mulher com dois homens


Nessa fantasia, os homens tipicamente são heterossexuais e toda a atenção deles é para ela.

Duas mulheres e um homem


A fantasia raramente envolve o homem tocando a segunda mulher. O que ela quer é que o homem assista às duas e, depois, dê atenção somente a ela. Assim, afasta a preocupação com inveja e ciúme.

Sexo com um estranho


A maioria não colocaria essa fantasia em prática por conta de sentimentos como culpa, mas gosta de pensar nisso. A ideia de um homem lindo se aproximar dela em um bar e levá-la direto para a cama mexe com a libido feminina. 

Professor/aluna


Acredite, elas gostam de se fantasiar de colegiais para que os “professores” mostrem o caminho.

Homem domina mulher


Mulheres fantasiam com homens que tenham pegada, que segurem seus cabelos puxando a cabeça para trás, que as coloque contra a parede e as joguem na cama. Elas querem ser dominadas na cama.

Mulher domina o homem


As mulheres também gostam de sentir que estão no controle. O cenário gira em torno de o homem adorar o seu corpo e implorar por sua atenção.

 

Retirado de Band



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Quinta-feira, 17.05.12

Workshop dá dicas de engate e sexo em espaços públicos

 

Como posso engatar ou ser engatado? E ultrapassada essa questão: como ter uma aventura sexual num espaço público sem ser visto? A estas e outras questões promete dar respostas o primeiro workshop sobre engate e sexo em Portugal, esta segunda-feira à noite, em Lisboa, inserido no movimento 'Primavera Global'.

 

"Fazer cidades democráticas também é preservar os espaços de engate e de sexo em locais públicos, mas discretos. E você, quer vir hoje ao parque?". O convite partiu de uma filósofa, Anabela Rocha, e de um sociólogo, Fernando André Rosa, do coletivo 'Panteras Rosa', que decidiram associar ao protesto global que decorre em 250 cidades mundiais - sete das quais portuguesas - tal formação.

 

A dupla promete fazer desfilar os formandos, a partir das 21 horas e gratuitamente, pelas zonas de circulação e arborizadas do Parque Eduardo VII, em Lisboa, habitualmente usadas para aventuras sexuais. E, ali, entre um arbusto e outro ou atrás de uma árvore, fora da visibilidade pública, ensinar não só técnicas de abordagem e prática sexual em locais públicos, como alertar para casos de violência que tem ocorrido sobre os adeptos destas práticas.

 

Segundo Anabela Rocha, este singular workshop surge como forma de preservar a história deste local como "zona de excelência de engate e de fantasias eróticas, especificamente urbanas, de interação com um estranho".

 

"É necessário refundar as cidades numa perspetiva mais democrática. Este é o nosso contributo nesse sentido. Há aqui uma herança 'queer' (identidades sexuais não normativas) que é necessário não ficar estigmatizada mas antes obter visibilidade e impor-se no mapa da cidade", refere.

 

"A prática de engate 'queer' nos parques favorece as interações sem necessidade de consumir, sem barreiras linguísticas ou de classe", acrescenta.

 

"Occupar o engate" - assim se chama a formação - parte junto à acampada dos elementos que ali se fixaram no sábado à tarde, após a marcha pela Avenida da Liberdade, contra as medidas de austeridade.

 

Além de engatados e quem já engatou, o workshop conta ainda com o contributo do geógrafo Paulo Jorge Vieira, cuja área de investigação incide nesta temática.

 

Retirado do DN



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Domingo, 13.05.12

 

Mesmo que você já tenha feito pelo menos metade das posições do Kama Sutra, você deve querer repetir sempre uma das posições, pode confessar. Toda mulher tem uma posição sexual que a leva aos céus mais rápido, seja porque ela se sente mais poderosa, ou porque pode abraçar mais seu parceiro, enfim, cada uma tem a sua.

 

Mesmo que todas as posições sejam boas, uma delas, vai te ajudar a ter mais controle dos seus movimentos, e assim, você pode saborear melhor o seu cardápio sexual

 

posição papai e mamãe ainda é uma das posições mais amada pelas mulheres, o standard, digamos, é o básico. Entre algumas pesquisas realizadas por revistas femininas, e bate papo entre mulheres, chegamos a essa conclusão. Mas por quê? Além do olho no olho e abraços apertados, ela permite ver a expressão do outro, e serve para quem está começando a se conhecer sexualmente. Essa posição pode ser chamada de ternurinha, é uma das mais "fofas".

 

A posição de Flor de Lótus, aquele em que a mulher senta sobre o homem, esteja ele sentado ou deitado, também é outra queridinha, pois, dá total controle dos movimentos e da penetração para a mulher, nessa manobra o gato fica totalmente à mercê da fêmea.

 

E haja criatividade, para apimentar a vida? Muitas vezes, pequenas variações do mesmo tema, do lugar da transa, ou mesmo alguma brincadeira quente nas preliminares torna o ato em si, ainda melhor.

 

E você Vilamiga? Qual sua posição preferida? Conte para nós.

 

Retirado de Vila Dois



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Segunda-feira, 07.05.12
Invista em algumas descobertas sexuais e surpreenda seu parceiro. Foto: Getty Images

Invista em algumas descobertas sexuais e surpreenda seu parceiro

 

Você já fez sexo no primeiro encontro? Costuma ver filmes eróticos? Já tentou usar algemas para ter uma noite diferente com seu namorado? Se você respondeu não para essas perguntas, talvez seja hora de arriscar algumas descobertas sexuais.

 

Por isso, o site Glamour reuniu uma lista com 30 dicas que todas as mulheres com mais de 30 anos devem colocar em prática. Confira a seguir e veja o que falta para você fazer.

 

Se toque e chegue lá
Para sentir prazer, nem sempre é preciso estar acompanhada. Com masturbação, você vai conhecer seu corpo e ter orgasmos sem precisar do seu namorado.

 

Faça sexo num lugar proibido 
"Seja em seu antigo quarto na casa de seus pais ou em cima da mesa após o trabalho, escolher um lugar proibido vai deixar o clima mais quente", indica a especialista em sexo Lora Somoza.

 

Faça sexo no primeiro encontro
Pelo menos por um momento, esqueça a ideia de viverem felizes para sempre. Às vezes tudo o que uma mulher precisa é sentir prazer. Escolha o homem mais atraente do bar e divirta-se com ele.

 

Use o dedo com o parceiro
Alguns homens ficam tímidos e preferem não tentar, mas deixar a mulher estimular novas áreas com os dedos pode ser muito prazeroso (para os dois!).

 

Crie personagens
A ideia pode parecer um pouco esquisita, mas interpretar personagens pode fazer com que o clima esquente entre vocês. Se faltar criatividade, o site dá a dica: "imagine que ele é um estrangeiro sexy sentado ao seu lado no bar do aeroporto".

 

Assista a filmes eróticos
Assistir a vídeos pornôs não é exclusividade dos homens. Às vezes, mulheres também precisam de inspiração extra na hora de sentir prazer. Você pode ver sozinha ou, se preferir, assistir com ele e ter ideias para colocar em prática em seguida.

 

Conte para ele o que te agrada
Homens não têm como adivinhar, por isso, você precisa avisar se quiser que ele mova a língua mais rapidamente ou vá mais para a esquerda. Acredite, ele vai agradecer a sua ajuda.

 

Use algemas
Todo mundo gosta de assumir o controle total em alguns momentos. Por isso, ele vai se sentir seguro e poderoso se você deixar que ele prenda seus braços com algemas. "Permita que seu parceiro desfrute de seu corpo enquanto você descansa e sente prazer. Vai ser uma experiência incrível", diz Somoza.

 

Dê uma rapidinha
Nem sempre e o sexo precisa ser demorado. Pouco antes de sair para trabalhar, aproveite alguns minutos para fazer sexo com ele. Desse jeito, os dois vão sentir ainda mais vontade de voltar para casa no final do dia.

 

Fique com homens mais velhos
Não tenha medo de descobertas. "Você não gostaria de ver um homem com mais dez anos de experiência sexual que você na cama?", sugere Samoza.

 

Observe ele se masturbando e vice-versa
Ver um homem se masturbando pode ser um jeito de aprender alguns truques. Observe o tipo de toque, a velocidade e as preferências dele para saber como fazer mais tarde.

 

Envie uma foto sexy para ele
Você não precisa estar sem roupa, mas tire uma foto sensual e envie para o seu namorado. Escolha uma lingerie e deixe que ele fique ansioso para o próximo encontro.

 

Tome a iniciativa
Quem disse que eles sempre precisam dar o primeiro passo? Seu namorado também gosta quando você toma iniciativa na hora de começar uma relação sexual.

 

Faça sexo no carro
Caso você não tenha feito isso quando mais jovem, pare o carro em um lugar seguro, como um estacionamento vazio, e convide-o para aproveitar o momento no banco de trás.

 

Faça sexo ao ar livre
Sua cama pode ser mais confortável, mas fazer sexo na varanda pode ser uma experiência estimulante. Isso também vale para lugares desertos, como uma praia tranquila durante a noite.

 

Faça sexo com alguém que adora seu corpo
Ficar com um homem que elogia seu corpo o tempo todo faz com que você se sinta mais confiante e se solte durante o sexo. Além disso, claro, quem não gosta de receber elogios?

 

Fique com um estrangeiro
Você não precisa entender completamente o que ele está dizendo para se sentir atraída. Fazer sexo com um estangeiro vai fazer com que vocês troquem culturas e experiências diferentes.

 

Faça sexo silencioso
Já tentou fazer sexo com alguma outra pessoa por perto? "Um dos meus ex-namorados tinha um companheiro de quarto e tinhamos que ficar quietos enquanto ele estava em casa. Ter que segurar alguns gemidos deixava nossa relação mais quente", diz Erin, de 28 anos.

 

Troque experiências
Não importa quão bom você é na cama, sempre é tempo de aprender. Troque experiências com amigos e pesquise mais sobre novos truques de sedução.

 

Solte a imaginação
Seu melhor amigo? Seu ex? Ryan Gosling? Para se sentir estimulada, sinta-se livre e imagine que você está dormindo com o homem dos seus sonhos.

 

Dance para ele
Sabe quantos homens não se sentem excitados quando uma mulher dança para ele? Nenhum!

 

Use um brinquedo sexual
Não tenha medo de trazer o seu vibrador para a cama. Um orgasmo é um orgasmo e, se você se sente mais empolgada para chegar lá dessa forma, por que não?

 

Faça sexo com mais de um homem
Nem todas as mulheres precisam aceitar essa ideia, mas se você tiver vontade e um pouquinho de coragem, vale a pena passar uma noite com dois homens.

 

Compre um livro de massagens para casais
Não há nada mais gostoso que receber uma massagem antes do sexo. Para não deixá-lo com sono, compre um livro específico e faça massagem para casais que estimula e dá prazer.

 

Use sua lingerie preferida
Vista uma lingerie bem sexy, com cinta-liga, salto e renda. Além de aumentar sua autoestima, ele vai te achar irresistível.

 

Ligue para um cara que você acha atraente
Pesquise na sua agenda de telefones e ligue para um homem que você acha interessante. Tudo bem, você até pode preferir os inteligentes e simpáticos, mas pelo menos uma vez, fique com um homem que você acha atraente.

 

Faça sexo de madrugada
Quando você acorda no meio da noite para fazer sexo, começa o dia seguinte com bom humor.

 

Sussurre palavras quentes
Se você estiver totalmente confortável com seu parceiro, arrisque dizer palavras quentes durante o sexo. Vai deixar o clima ainda mais gostoso.

 

Faça amor
Você até pode provar todas as loucuras do sexo, mas não há nada mais gostoso que fazer amor com quem você realmente gosta.

 

Retirado de Terra



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Domingo, 06.05.12
Os lados bons e ruins dos sonhos eróticos

 

Para algumas mulheres falar de sexo ainda é tabu. E revelar seus sonhos mais íntimos, inclusive os eróticos, parece ainda mais complicado. Interpretados como pecado ou como um desejo enrustido, este tipo de sonho costuma expressar algo que, naquele momento de vida da pessoa, tem alguma relevância, mesmo que psiquicamente.

 

Marisa Fortes, psicóloga e especialista em Terapias Cognitivo-Comportamentais, explica: "Os sonhos eróticos podem ocorrer com mais frequência quando a pessoa está em uma fase de pouca ou muita atividade sexual ou, ainda, se questionando sobre suas preferências ou se conhecendo melhor nesse segmento".

 

Os conteúdos dos sonhos eróticos são muito pessoais e variam de acordo com a criatividade. Porém, Marisa conta que os temas mais recorrentes estão relacionados a desejos reprimidos ou situações que despertam curiosidade e vergonha, daquelas que a pessoa não teria coragem de realizar na vida real. "Estar na cama com dois homens ou com mulheres, realizar o ato sexual em locais perigosos ou expostos (rua, elevador, terreno baldio) são alguns exemplos", cita.

 

O lado bom desse tipo de sonho é a possibilidade que a mulher passa a ter de extravasar qualquer tipo de tensão que tenha sido acumulada e que pode ser produzida, até mesmo por estímulos banais, como ver um filme ou ler um artigo. "Aliás, a função do sonho é a de ‘aliviar’ a mente de um acúmulo de informações que absorvemos em nosso cotidiano e que podem gerar estresse", explica Marisa.

 

Mas os sonhos eróticos nem sempre são agradáveis. A psicóloga revela que alguns podem passar dos limites de tolerância da pessoa e trazer temas ligados à violência ou perversões. Algumas vezes, chegam a ser considerados pesadelos de cunho sexual. "Eles podem despertar sentimentos de angústia e aflição, seja porque a mulher não se sente à vontade com esse tipo de conteúdo, seja porque, de alguma forma, o sonho produz culpa ou mal-estar", esclarece Marisa. "Também pode ser preocupante se a mulher passar a viver desses sonhos, usando-os como uma fuga da realidade e evitando se relacionar com pessoas reais, de carne e osso", completa.

 

De qualquer forma, para lidar com esses sonhos eróticos, a chave é procurar avaliar a impressão que eles desencadeiam em nós. Marisa conta que um problema bastante frequente é a tentativa da mulher de lidar com a culpa, que é comum após essa ocorrência, especialmente se os sonhos eróticos tiverem um conteúdo mais violento ou que desafiam fortemente o senso moral vigente ou religioso. "É dessa culpa que muitas mulheres, principalmente as mais velhas, procuram se libertar. Mas nem sempre é fácil", revela.

 

Sonho x realidade


Enganam-se as mulheres que pensam que o sonho sempre representa o que se quer fazer no plano real. Ele pode ser apenas uma forma de dar significado às questões não resolvidas. "Ou podem ainda ajudar a mulher a lidar com desejos e vontades que não entende ou aceita muito bem. Mas entre o sonhar e o desejo de concretização há uma grande distância", diz Marisa.

 

Para a psicóloga, o impacto de um sonho erótico pode durar algum tempo, principalmente se ele se repete com alguma frequência. Portanto, em alguns casos, a lembrança ou o relato de um sonho pode ter utilidade durante o ato sexual, funcionando como um estímulo extra. "Da mesma forma, sonhos desagradáveis recorrentes podem diminuir a libido, especialmente se a pessoa se recusa a trabalhar internamente a fonte de angústia a eles relacionada, gerando um estado emocional que pode afetar negativamente a vida sexual", ressalta.

 

Marisa acha que não há uma interpretação determinada para cada tipo de sonho. Para ela, tudo depende de como esse conteúdo interage com a estrutura psíquica da pessoa, sua bagagem emocional e trajetória de vida. "Cada pessoa é única e o significado daquele sonho para ela também é único. Às vezes, um sonho específico que uma pessoa teve quer dizer muita coisa se relacionado ao que ela está vivendo, em outros momentos isso não quer dizer nada", garante.

Trabalhando com hipóteses, Marisa dá alguns exemplos: quando uma pessoa tem um sonho recorrente de fazer sexo em público, pode significar que tem o desejo de ser reconhecida em suas habilidades ou admirada por seu potencial. "Talvez a pessoa não consiga ascender profissionalmente, apesar de todo o seu esforço", explica. "E quando a mulher sonha com situações envolvendo prazer sem limites, como fazer sexo com diversas pessoas ao mesmo tempo, pode significar que ela é muito reprimida".

 

Para finalizar, a psicóloga ratifica: "Nem sempre um sonho carece de interpretação, sendo apenas um simples reflexo do cotidiano da pessoa. O fato de sonhar que está matando alguém não significa necessariamente que você seja, no fundo, um assassino. Da mesma forma, pode acontecer um sonho de conteúdo sexual e isso não significa necessariamente algo problemático". Mas caso o fato se repita, a ponto de perturbar a pessoa e atrapalhar suas atividades diárias, aí sim é hora de procurar ajuda.

 

 

Retirado de Vila Dois



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Sexta-feira, 27.04.12

Aqueça a sua vida sexual em sete diasAqueça a sua vida sexual em sete dias

 

O tempo é capaz de esfriar o erotismo de qualquer relação. Por isso, um menu muito picante, com uma semana de duração, é o indicado para que a temperatura volte a subir.

 

“Quando iniciei a minha relação com o Mário, a nossa vida sexual era maravilhosa. Parecia que o desejo nunca acabava e que estávamos sempre disponíveis um para o outro. Com o passar do tempo, e sem que nos apercebêssemos numa primeira fase, os momentos de intimidade tornaram-se cada vez mais espaçados, até que um dia reparei que não fazíamos amor há semanas!”

 

    Da paixão à monotonia

Por certo que muitas de nós nos reconhecemos  na história de Catarina L., 35 anos. Desde o romantismo do boy meets girl até aos imperativos reais do nosso dia-a-dia complicado, o desejo sexual parece ser o primeiro a desaparecer debaixo da avalancha de obrigações e afazeres. Como refere a psicóloga Marta Crawford, “a fase em que um casal se conhece e se apaixona corresponde à de maior actividade sexual: é a altura da descoberta dos corpos um do outro, da paixão, e tudo funciona de forma muito ‘natural’; quando a relação se torna mais estável e o casal passa a viver junto e tem filhos, por vezes passa por uma situação de desinvestimento sexual”.

Ora, a questão é: como reverter o processo? “É preciso alimentar a relação”, salienta a psicóloga. Reservar tempo para a vida a dois, dar espaço e cultivar a intimidade, mostrar disponibilidade para novas experiências são algumas das chaves. Nós reunimo-las num ‘menu’ de sete dias, capaz de varrer a monotonia sexual da sua vida!

 

   SEGUNDA-FEIRA

Próxima paragem: motel

A clandestinidade pode ser muito excitante enquanto motor do desejo sexual. Porém, é muito normal pensar que, quando se trata do companheiro ‘legítimo’, se torna completamente desnecessária. Mas como erotismo é, acima de tudo, muita imaginação e capacidade para fantasiar sobre situações e cenários sensuais, podem, de vez em quando, comportar-se como se fossem amantes e combinarem um encontro amoroso à hora de almoço. Vá ter com ele a um sítio público, onde podem passar despercebidos no meio da multidão (um parque de estacionamento de um centro comercial, por exemplo). Ele estaciona ao seu lado, você entra para o automóvel e vão até um motel. Sim, um daqueles locais especificamente pensados para encontros sexuais. Passam pela portaria e seguem directamente para uma garagem privada, com acesso ao quarto. E aí tem direito a cama redonda, espelhos no tecto e até um varão, caso queira improvisar uma dança (sabia que pode ter lições?). Só têm de apreciar o momento, estimulados pela ideia que todos os minutos estão contados!

Contactos: www.requinte.com.pt; www.dliriusazuis.com; www.habanamotel.com.

 

Dança do varão: Círculo de Dança de Lisboa, R. Adelaide Cabete, 6 – Carnide; tel.: 21 712 06 00; e-mail: info@circulodedancadelisboa.com; www.circulodedancadelisboa.com.

 

TERÇA-FEIRA

     Sessão privada de cinema

Fiquem em casa para um serão caseiro. A diferença é o filme que vai passar no vosso DVD! Para começar, e caso ache o tradicional filme pornográfico ‘muita areia para a sua camioneta’, podem alugar ou comprar um erótico. As nossas sugestões? Bem, desde a clássica série ‘Emanuelle’ ao estético ‘De Olhos Bem Fechados’ ou ao estridente ‘Shortbus’, sem esquecer os revisitados ‘Nove Semanas e Meia’, o ‘Último Tango em Paris’ e ‘O Império dos Sentidos’, as escolhas são muitas.

 

E agora está a pensar: “sim, mas o que é que isso pode fazer pela minha vida sexual”? Bem, muito, ou não houvesse um voyeur dentro de cada um de nós, mesmo que não gostemos de o admitir. Observar o prazer dos outros é uma forma de chegar ao nosso próprio prazer. Por isso, sentem-se bem juntinhos no sofá e carreguem no play. E, quando a vontade chegar, só têm de esquecer o filme...

Contactos: alugue na internet, em www.blueplanetdvd.com.

 

QUARTA-FEIRA

     ‘Amigos’ novos  na cama

Sim, é verdade: não vão sozinhos para a cama. Mas não se tratam de amigos de carne e osso, mas de todos os acessórios que podem ajudar a criar um clima de maior erotismo. Falamos da tradicional venda, das algemas, dos vibradores, das bolinhas chinesas, que se adquirem em sex shops. Bem, não se assuste! Não tem de os levar todos ao mesmo tempo, além de que só o deve fazer caso se sinta confortável e sempre com o pressuposto de que vai experimentar: se não gostar, pára de imediato. E não parta do princípio que os brinquedos sexuais podem substituir a relação física entre si e o seu companheiro – eles constituem mais uma forma de explorar o vosso prazer  – ou que estão associados a qualquer tipo de ‘desvio’ – os estudos comprovam que são as pessoas com relações estáveis que mais recorrem a eles.

  

QUINTA-FEIRA

Tudo… menos isso

Chama-se ‘estimulação sensorial’ e os praticantes do tantra ioga fazem-no como parte do ‘treino’. Como explica a psicóloga Marta Crawford, “são colocadas algumas restrições, como, por exemplo, não existir uma relação coital. Isso dá espaço ao casal para (re)descobrir outras formas de sexua-lidade, como as carícias, os beijos, reforçando a confiança, a liberdade, a sensação de segurança na relação e o desejo sexual, de uma forma harmoniosa, sem pressão, sem medo, sem agressividade”. Esta noite, é isso mesmo que vão fazer: tudo, menos penetração! Lembre-se que o prazer tem que ver com todos os sentidos.

 

   SEXTA-FEIRA

Soltar a língua

Sabia que as palavras têm um enorme potencial erótico? Quantas vezes experimenta o desejo de se libertar e dizer certas ‘coisas’ ao seu parceiro, mas inibe-se, pois tem medo de soar ridícula? Pois bem, este é o dia destinado a falarem ‘mal’. Se está nervosa, aqui ficam algumas dicas:

• Esqueça aquilo que aprendeu. É verdade que na vida quotidiana é feio dizer palavrões, mas na cama essa máxima não se aplica.

• Pratique quando estiver sozinha: imagine-se a ter relações com o seu companheiro. Quais as palavras que a podiam excitar caso as ouvisse? E a ele, o que tem vontade de dizer?

• Comece devagar. Não é do dia para a noite que se vai conseguir libertar por completo, mas agora vai dar os primeiros passos.

• Encontre o tom de voz: pode sussurrar, gritar, falar mais depressa ou mais devagar. O fundamental é que se sinta confortável.

  

SÁBADO

O último dos tabus


 

DOMINGO

Jogo de cama


Os miúdos podem passar o dia em casa dos avós e, como vocês até têm de se deitar cedo porque amanhã é segunda-feira, aproveitem a tarde para fazer um pequeno jogo: chama-se strip poker. As regras são simples: trata-se de uma variação do jogo de póquer só que, em vez de se perder dinheiro, perdem-se peças de roupa. Quando já não há peças de roupa a tirar, quem está a perder tem de executar um ‘castigo’ escolhido por quem está a ganhar… Se quiser, experimente também o Kamasutra Play, um jogo de cartas destinado a dar a conhecer novas e arrojadas posições (E29,95), ou o Paradice, em que há dois dados, um dos quais indica a posição e o outro o local da casa onde a devem ‘executar’ (E4,95).


Via Activa



publicado por olhar para o mundo às 13:53 | link do post | comentar

Sábado, 21.04.12

 

Por mais que o homem se esforce para descobrir as zonas erógenas da parceira, somente ela sabe a maneira certa de ser estimulada para atingir o orgasmo. O problema é que muitas mulheres, literalmente, não se tocam, seja por vergonha ou por educação repressora, e é justamente essa falta de conhecimento do próprio corpo que atrapalha na hora do sexo.

 

A mulher que não se estimula, conforme a psicóloga clínica e sexóloga Maria Lúcia Beraldoexplica, se torna refém, incapaz de conduzir a situação para o que lhe for mais favorável.

 

A experiência sexual neste caso acaba sendo muito genitalizada, voltada para a penetração. "Assim, a mulher tende a cometer três enganos: cria expectativas excessivas em torno da penetração, ancora sua satisfação na competência sexual do parceiro e acaba definindo o orgasmo como algo ‘que rola’, o que não é verdade. A mulher deve fazê-lo acontecer", diz.

 

Entre as possíveis consequência dessa falta de autoconhecimento estão a anorgasmia (dificuldade de orgasmo) e a diminuição da excitação pela perda da concentração. "Neste processo, ela poderá ficar impaciente, fingir o orgasmo ou interromper o ato. Com o tempo, a dificuldade de orgasmo pode acarretar na falta de libido, que é outra disfunção sexual", alerta a sexóloga. "As mulheres que não se tocam possivelmente tiveram a relação com o seu corpo e sensualidade inibida, não tocam livremente seus parceiros, não demonstram o seu interesse sexual e não expressam suas fantasias ou ouvem as do outro, independente de querer realizá-las ou não", completa.

 

Uma brincadeira para incentivar o parceiro a encontrar suas zonas erógenas pode ser interessante, mas Dra. Maria Lúcia pensa que a iniciativa tem sua função equivocada quando a mulher confia somente no toque do outro para saber de si. "Ela fica dependente do parceiro. Porém, quando o relacionamento não dá certo, mas a parceira sabe o que gosta e como gosta, poderá ser feliz sexualmente com outra pessoa, pela qual tenha atração, e poderá fazer as coisas que ela sabe que aumentam a sua própria excitação e que potencializam o seu desejo e prazer", garante.

 

O caminho do autoconhecimento, segundo a sexóloga, é a masturbação, principalmente o toque no clitóris, pois é ele quem desencadeia o orgasmo durante a penetração. Há algumas posições de penetração, cujo estímulo é direito, que podem levar ao orgasmo. "A partir da masturbação a mulher descobre como gosta de ser tocada, orienta o parceiro, toca-se usando as mãos dele, sem culpa ou medos", diz.

 

E orienta: a mulher precisa pensar mais em sexo durante o dia e aprender a gostar de sexo e não só do ato. Para isso, deve libertar sua capacidade de sentir prazer a partir dos órgãos do sentido. "Preste mais atenção no gosto das coisas que come, no prazer de tocar coisas com texturas diferentes, em ouvir uma música agradável. É importante aprender a focar, pois isso permite ampliar a resposta dos sentidos. Estes devem ser explorados ao máximo a partir das coisas banais do dia a dia", explica Dra. Maria Lúcia.

 

Se o parceiro não estiver focado apenas no próprio prazer, pode estimular a mulher a se tocar, criando fantasias e situações que possa inserir muito toque antes da penetração. "Ele pode pedir que ela se toque para ele ver! Nem precisa ser direto no clitóris, mas ir aumentando a sensualidade dos toques dela aos poucos", sugere a psicóloga. Se a parceira for muito rígida, o homem pode apontar isso, mas sem fazê-la se sentir culpada ou inferior. Com jeitinho, ele a ajuda a encarar a situação ou a procurar ajuda profissional.

 

Apesar de vários tabus sobre o tema terem caído por terra, Dra. Maria Lúcia afirma que a proporção de mulheres que ainda encontram barreiras para se conhecerem sexualmente não é a mesma das gerações anteriores e que essa inibição persiste porque hoje se superestima o sexo e se subestima a sexualidade. "Se os pais não tiverem como dar conta das questões sexuais de seus filhos, devem rever seus conceitos e sua própria história, mas não se abster ou reprimir excessivamente. A masturbação, por exemplo, é um processo de autodescoberta incrível, mas muitas pessoas ficam confusas em relação a isso", comenta.

 

A sexóloga diz ainda que ao ver uma criança se masturbando, dependendo da idade, o melhor é distraí-la e mudar o foco, para que ela entenda que essa prática é muito pessoal. "O que não se deve é espancar, falar que Deus está vendo, que o anjo da guarda vai embora, que ninguém vai respeitá-la. Isso mina a sensualidade e desperta a culpa, apesar de não aplacar o desejo", diz. "Nós, mulheres, temos que agir para que nossas próximas gerações não continuem reféns de fantasmas que elas já aniquilaram. O prazer que sentimos é o prazer que nos permitimos. Somos no sexo aquilo que somos diante da vida."

 

Via Viladois



publicado por olhar para o mundo às 11:20 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 09.04.12

Faça seu próprio vídeo erótico

No grande e delicioso universo erótico, podemos encontrar de tudo, acessórios, livros e os "tradicionais" filmes de sexo explícito, com público cativo a diversas gerações. Quem é que não se motivou para valer com as cenas quentes desses filmes? Enfim, é divertido e excitante.

 

E se você já tinha se imaginado como estrela desse show, agora você pode produzir seu filme apimentado onde quiser e nós damos algumas dicas de quem entende.

 

É importante se preocupar com a iluminação e pense se vai querer mostrar o rosto, e o mais importante, quem terá acesso a esse vídeo e se a produção será exibida na internet. Se seu parceiro realmente for de sua total confiança é outro fator importante.

 

A produtora de vídeos eróticos e ex-BBB Mayara Medeiros esteve na Erotika Fair que aconteceu em março e comentou sobre essas e outras dicas muito importantes. Afinal de contas esse vídeo tem o objetivo de divertir e tornar a sua vida sexual mais divertida. Ele não pode nem deve ser fonte de estresse.

 

Prefira uma meia luz para dar um clima mais sensual às imagens ou ilumine mais o local próximo à câmera. O cenário do sei vídeo erótico caseiro pode ser qualquer cômodo da casa, além do quarto, pode até ser a sala, ou até mesmo uma mesa de escritório. Porém, pense em produzir no capricho, você pode jogar um lenço vermelho ou roxo sobre um abajur e montar seu script e figurino.

 

Abuse do charme e ousadia, e imite uma estrela pornô, assista alguns filmes para se inspirar e se solte. O up na vida afetiva e sexual é garantido. Uma sugestão nossa é copiar uma cena de filme que você tenha gostado. Faça de surpresa, é claro.

 

Seu gato pode ter um papel definido, você que será roteirista, diretora e produtora é que manda. O objetivo é brincar, portanto, não exponha marcas e logotipos de produtos, e preferencialmente, arquive isso fora do computador, num cd, ou num pendrive, ou ainda no seu celular. Prive pela tranqüilidade e segurança.

 

Via Vila Dois



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Domingo, 25.03.12

A crise chegou ao sexo

 

Contas para pagar, desemprego, falta de clientes, filhos a pedir brinquedos... A crise instalou-se nos lares portugueses e chegou ao quarto - e à cama. Falámos com casais, consultámos sexólogos, terapeutas e médicos e tentámos traçar o diagnóstico: afinal, como é que a austeridade está a afetar a nossa vida sexual? E como é que estamos a lidar com isso?

 

Quando decidiu pedir alteração do horário, a enfermeira Sandra queria mais tempo para investir na relação com o namorado. Cansada de sair sempre às 23h00 do centro de saúde madeirense onde trabalha, farta de não ter vida social e de perder sucessivamente concertos e peças de teatro, colocou a vida pessoal acima das exigências profissionais e aceitou perder quase duzentos euros no fim do mês - garantidos pelas horas de trabalho noturno - para ter tempo para Pedro, professor do ensino primário, que entra às nove e sai às seis. Arrependeu-se. O corte nos subsídios, o aumento da taxa de IRS e a prestação do carro baralharam-lhe as contas do final do mês.

 

Passou a sair mais cedo mas está longe de andar feliz. E o objetivo não foi alcançado: planeia cada vez menos programas a dois e o desaire financeiro fá-la ter cada vez menos vontade de se entregar à intimidade com o namorado. Rondam ambos os 30 anos, são funcionários públicos, não correm o risco de perder os empregos repentinamente e têm a vida pela frente. Mas pensar no futuro tornou-se doloroso. Sobretudo quando o presente não facilita a vida a dois. Pedro tem a matemática em dia e os cálculos feitos: sem subsídios de férias e de Natal, este ano vai perder cerca de quatro mil euros, úteis para pagar o mestrado em que se tinha inscrito e de que entretanto já desistiu. A relação tem quase dois anos, mas tem ultrapassado obstáculos e provações. Resistirá também à crise? «Sem dúvida», diz ele. «Agora damos mais valor ao tempo que passamos juntos.»

 

No entanto, o sexo é mesmo menos frequente. «A Sandra levanta-se às oito da manhã e trabalha o dia inteiro. À meia-noite quer dormir», diz ele. Não se veem todos os dias, mas não desistiram das saídas mesmo que os programas sejam cada vez mais low cost: desde jantar no hipermercado com happy houra partir das 22h30 - «é a única hipótese de continuarmos a jantar fora» até aproveitar as promoções para comprar presentes um ao outro, tudo tem de ser orçamentado e esquematizado. Sandra deixou de viajar e Pedro, natural de Mirandela, pela primeira vez não passou o Natal com os pais e decidiu ficar na ilha. Uma avaria no carro levou-lhe o dinheiro dos bilhetes. As contrariedades da vida diária deixam-nos sem vontade para se entregarem ao prazer, um peso comum a tantos casais nacionais que, sem conseguirem fugir à crise, se deixam afetar e acabam por cortar numa das poucas atividades sem custos, que pode até diminuir níveis de stress e ajudar ao controlo da ansiedade: o sexo.

 

«Quando a vida funcional deixa de ser estável, obviamente vai atrapalhar a vida emocional», confirma a psicóloga e terapeuta de casais Celina Coelho de Almeida. «Quando os casais percebem que não têm dinheiro para pagar as despesas têm de cortar numa série de coisas importantes para a sua dinâmica. As pessoas podem ficar mais fechadas, mais pessimistas e, portanto, menos disponíveis para a relação. E isto provoca um choque e uma readaptação.» Ou seja: um casal com uma boa estrutura, feita de cumplicidade e intimidade, será capaz de resistir a esta turbulência, ainda que momentaneamente possa tirar menos prazer da relação. Se não houver suporte emocional de parte a parte, será difícil para a relação «aguentar estes impactes». «A crise não é motivadora da separação», diz Celina Coelho de Almeida, «mas pode ter um efeito catastrófico».

 

Mas nem todos os casais enfrentam a crise da mesma forma. E se, para uns, o momento económico parece ter erguido barreiras que ainda não se sabe quão intransponíveis se tornarão, para outros a ausência do stress do trabalho parece ter revitalizado a vida a dois. É esse o caso de Maria e de Francisco. Vivem em Lisboa, ela é Relações Públicas, ele piloto de aviação. Quando começaram a namorar, há dois anos e meio, Maria, 33 anos, tinha ficado desempregada há poucos dias. «O tempo foi aproveitado para o romance. Não faltaram dias de praia, jantares à luz de velas na varanda, conversas até às seis da manhã. Sentia-me de férias, não estava desesperada porque sempre juntei dinheiro e tinha noção que durante o verão era improvável arranjar trabalho. E não me enganei: aproveitei o verão todo e só encontrei emprego no outono.»

 

No seu caso, a atividade sexual até melhorou. «Sobretudo a frequência. Preciso de muitas horas de sono, detesto acordar cedo, e às oito da noite já me sinto estoirada, só quero jantar e ir para a cama. Ou seja, durante a semana, quando estava a trabalhar, o sexo não era inexistente, mas era raro. Às vezes parece que tínhamos de combinar quando íamos ter sexo: "No sábado, porque não há energia para mais". Eu pelo menos não aguento o cansaço.» Seis meses depois, Maria voltava ao desemprego. «Nesta época, a frequência sexual era capaz de ser maior. Mais do que o número de vezes que tínhamos sexo, a disponibilidade era outra por não me sentir cansada. Nestas épocas, era quase sempre à luz do dia, altura em que ainda não tínhamos as baterias gastas. Foi uma época ótima, porque passámos muito tempo juntos.»

 

Cada pessoa - e cada casal - encontra uma forma de lidar com a crise. Mas há outros fatores a interferir no estado de espírito. A sensação de projetos adiados, nomeadamente a maternidade, também pode influenciar o desmoronar da vida íntima: as mulheres têm mais dificuldade em lidar com a frustração do desejo de serem mães, ainda que neste campo o cérebro, mais do que a emoção, pareça ditar as escolhas das portuguesas. Já em tempo de crise - e muito associado ao adiamento do casamento e ao prolongamento dos estudos, que favorece uma entrada mais tardia na vida ativa - o declínio da fecundidade é a nota dominante nos estudos mais recentes sobre a situação demográfica em Portugal. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2009, a média de idades das portuguesas que tiveram o primeiro filho foi de 28,6 anos. E o nível da taxa de fecundidade entre os 35 e os 39 anos tem vindo a aproximar-se da do grupo dos 20 aos 24. Por outras palavras, os portugueses têm filhos cada vez mais tarde. E cada vez menos filhos.

 

Graças à contraceção, a redução do número de nascimentos pode não estar diretamente relacionada com a frequência sexual dos portugueses, mas não deixa de ser um barómetro a considerar. E se, em tempos antigos, a crise motivou um baby boom pela falta de distrações e ausência de tecnologias que hoje absorvem grande parte da nossa atenção, atualmente a situação é bem diferente: o risco calculado e o planeamento familiar impedem gravidezes que, em épocas de contenção forçada, podem ser fonte de despesas a evitar. Os únicos dados disponíveis até à data sobre 2011 referem-se aos testes de diagnóstico precoce de doenças metabólicas, o vulgar «teste do pezinho». Os números divulgados pelo INE confirmam as expetativas: apenas 97 112. Desde 1960, quando se iniciou a contabilização rigorosa de nados-vivos em Portugal, apenas dois anos tiveram menos de cem mil nascimentos: 2009 e 2011.

 

Ainda assim, o ideal é não desesperar e acreditar que a pirâmide etária nacional ainda tem salvação. Porque 2012 ainda tem uns quantos bebés para registar. Que o digam João e Teresa, empresários na casa dos 40, a viver em Cascais, que foram surpreendidos com mais uma gravidez. Teresa está à espera do terceiro filho do casal, numa altura em que o trabalho aumenta e a atividade sexual diminui. «Como empresários, e com um negócio e colaboradores para pagar, a dedicação é cada vez maior», diz João. «A crise tem-nos obrigado a trabalhar mais para manter os negócios em crescimento, o que não é fácil. A falta de tempo é o maior fator, mas também o cansaço. Logo, o clima de romance por vezes não é o mais propício e a atividade sexual diminui», lamenta, embora garanta que, apesar do cansaço, parte também do casal fazer um esforço adicional. «É obrigatório que o casal se reinvente, largue as crianças num fim de semana e passeie. As tarefas diárias dão cabo do estofo de qualquer um e o apetite sexual é obviamente afetado. Às vezes estamos os dois em casa, com os portáteis no colo, a trabalhar às 23h30 com os miúdos a dormir, em vez de nos deitarmos cedo, namorarmos e podermos dormir umas boas horas. O que nos safa é que temos consciência disso e combatemo-lo de uma forma positiva. Com umas aventuras esforçadas, umas saídas de fim de semana, um jantar romântico.» como o último que tiveram, que deu origem ao terceiro filho, que deverá nascer em abril.

 

Mas nem todos se podem dar ao luxo de ter três filhos. Ou dois, sequer. O dinheiro a menos obriga a muitas contenções de despesas. E quando os fundos faltam, dificilmente sobram recursos para consultar um especialista e iniciar a terapia de casal que pode dar uma ajuda. «Pontualmente, tenho um caso ou outro que acaba por não ter capacidade para levar até ao fim o processo terapêutico», diz Celina Coelho de Almeida. A sexóloga Marta Crawford sente o mesmo problema: «Muitos casais começam a espaçar as sessões, dizem que não têm capacidade para vir com tanta regularidade.» A preocupação sobre os problemas financeiros veio influenciar a disponibilidade para o sexo, e apesar de procurarem soluções para a quebra na intimidade, «há quem chegue e diga logo à partida que está desempregado, mas precisa imenso de vir», acrescenta Marta Crawford. «E perguntam se eu faço um desconto.»

 

Nem sempre a terapia acaba por salvar o casamento, porém. Possivelmente porque já não havia grande volta a dar. E a crise acaba por ser pretexto para pôr fim a uma relação que já não funcionava: as preocupações com o lado mais prosaico da vida servem muitas vezes de desculpa para o afastamento do casal. Mas, se não for esse o caso, «há sempre alternativas», diz Marta Crawford, mesmo que seja preciso inventar programas para substituir as escapadelas de fim de semana ou os jantares a dois no restaurante favorito. «Há pouco tempo um casal dizia-me: "Não temos dinheiro para viajar, para jantar fora, para ir ao cinema, estamos amorfos em casa a olhar para a televisão." É este espírito depressivo que temos de tentar combater.» Até porque o sexo pode ser terapêutico: «Durante a atividade sexual libertamos uma série de neurotransmissores que nos fazem sentir bem, que fazem que as pessoas se sintam mais próximas, logo, mais capazes de vencer os obstáculos», explica a especialista.

 

Isabel e Duarte, residentes em Almada, viveram alguns destes constrangimentos na pele. «Em sete anos o meu marido esteve cinco anos desempregado», diz Isabel, 45 anos. «O facto de não haver disponibilidade monetária para fazer coisas de que se gosta ou para nos cuidarmos faz que tenhamos menos vontade de socializar, seja a que nível for. Num primeiro momento, há tanta coisa que preocupa que nem nos lembramos que era bom ter vida sexual», admite. Ainda assim, Isabel acredita que é possível remar contra a maré, embora tenha noção da dificuldade de manter a libido a funcionar.

 

«A individualidade de cada um é muito importante porque, apesar de muito unidos, cada um tem as suas coisas e podemos partilhar o que vivemos em comum.» Ao fim de trinta anos de casamento, Isabel garante que «existem mil maneiras de reacender a paixão e colocar a libido a funcionar. Mas tem de ser a dois. «Temos um espírito aberto, mantemos as nossas amizades, saímos juntos e separados, não temos crianças, nunca dormimos separados. E além disso, gostamos de sexo...», diz a rir. «Amar não custa dinheiro, além de que podemos sempre receber muito em troca.»

 

O princípio faz sentido e as palavras são sábias, mas será que os dois elementos do casal pensam da mesma forma? E os homens, sentem isso de maneira diferente das mulheres? Marta Crawford acha que não. «O homem é mais pragmático na sexualidade e consegue pôr mais rapidamente os problemas de lado, mas nem sempre. As mulheres talvez sejam mais complicadas.». No entanto, segundo o sexólogo Júlio Machado Vaz, um despedimento ou despromoção normalmente faz que seja o homem o mais afetado na sua sexualidade. A razão? Os estereótipos clássicos. «Os homens, sobretudo os mais velhos, sentem a situação como uma ameaça à sua virilidade e estatuto de chefes de família. Acresce que costumam ter mais dificuldades em abrir-se sobre os seus problemas», explica o psiquiatra. «O número de queixas vem subindo e com elas os efeitos sexuais colaterais. Há pessoas que me referem, surpresas, que já não se lembram de pensar em sexo.»

 

A situação não se vive apenas em Portugal. Já em fevereiro de 2009 a revista brasileira Época dava conta de uma investigação realizada nos EUA, segundo a qual 62 por cento das mulheres norte-americanas apontava a crise como responsável por a vida sexual ter piorado. No ano anterior, no Canadá, 12 por cento dos inquiridos numa sondagem admitiam ter tido um casamento desfeito devido a «motivos financeiros» nos seis meses anteriores. Em Londres, uma pesquisa realizada com operadores e corretores da Bolsa de Valores mostrou que 79 por cento deles acredita que o risco de o seu casamento acabar aumenta durante períodos de recessão. E em Wall Street, o problema atingiu proporções tais que foi criado um Dating a Banker Anonymous - «Namoradas de Financeiros Anónimas», numa tradução literal. Segundo o The New York Times, o grupo pretende levar as chamadas «viúvas de Wall Street» a partilhar o abandono emocional e sexual que sentem.

 

Apesar de o stress ser mais frequente em pessoas que trabalham no mundo financeiro, devido ao desgaste psicológico, a verdade é que a sombra do desemprego e das reduções salariais tem sido um fator determinante nos últimos tempos, precisamente devido à ligação que muitos homens continuam a teimar fazer entre salário ganho e virilidade.

 

«As disfunções da libido têm muito que ver com o humor da pessoa», diz José Palma dos Reis, chefe de serviço de Urologia do Hospital Santa Maria. «Mas o conceito de "disfunção sexual" é muito lato e envolve várias situações: disfunção da libido, disfunção erétil e disfunção orgásmica.» No atual contexto de crise, em que o stress pessoal tende a atingir níveis elevados, «será de esperar uma disfunção da libido: «O stress, e sobretudo a depressão, manifestam-se por via desta disfunção.» Mas não é preciso fazer soar os alarmes. Geralmente esta disfunção e a erétil não têm de estar relacionadas - ao contrário do que muita gente pensa. Além disso, «a disfunção erétil pode ser tratada com medicamentos».

 

Nestes casos, no entanto, Palma dos Reis considera «normal e expetável que haja um agravamento dos casos existentes, porque muitas vezes os pacientes não têm capacidade de pagar os medicamentos». Quatro comprimidos custam cerca de quarenta euros, um valor proibitivo para muita gente nos tempos que correm.

 

Quintino Aires é sexólogo, leva 22 anos de consultas, e não tem dúvidas: «os homens são os mais afetados por estas preocupações. Numa mudança financeira, social e económica, as mulheres começam rapidamente a utilizar a lógica. Os homens sentem-se mais perdidos». Por isso, em terapia, são sobretudo as mulheres quem relata a procura de sexo - nem sempre com o companheiro - para aliviar e esquecer as preocupações. Curiosamente, apesar da crise, no último ano e meio o sexólogo registou um aumento das consultas com queixa de natureza sexual. «Num olhar rápido, o sexo serve para dar prazer, mas não só. Serve para criar intimidade naqueles dois adultos que são diferentes. Se ela existir, então uma despromoção, uma empresa a falir, os bancos que deixam de dar crédito... tudo isso faz o casal esforçar-se e inventar alternativas. Se não, a probabilidade de a relação quebrar é muito maior», explica.

 

A situação de Eduardo e Rita, com 48 e 39 anos, não é muito diferente. Vivem em Bragança e ainda não pensaram na terapia, talvez por estarem mais longe dos grandes centros urbanos. Mas vivem o dia a dia com a sensação de «quem anda a contar tostões», sobretudo desde que a empresa de venda de material informático de Eduardo desceu abruptamente na faturação. «Tínhamos uma vida sexual normal», diz Rita, administrativa numa instituição de ensino, «mas agora chega-se ao fim do dia e o sexo não apetece». Eduardo, cansado das deslocações entre clientes que as vendas lhe vão exigindo, preocupado com o futuro dos colaboradores da loja, confessa-se «cada vez mais descontente», mas reconhece que é necessário deixar os problemas à porta de casa «antes que a vida familiar desmorone».

 

Têm dois filhos, uma rapariga de 3 e um rapaz de 9 anos, que também não ajudam a aliviar as tensões. «Todas as tardes, quando vou buscá-la à escola, a conversa é sempre a mesma: "Mãe, compras-me uma coisa?" Já lhe disse que tem de cortar a palavra "compras" do dicionário.» Juntos há cerca de 15 anos, o casal ainda não perdeu a ligação forte que os une, mas o sexo é quase forçado, «como se decidíssemos que temos de sair um bocadinho deste mundo de problemas e de crise», diz Eduardo. Antes, quando levávamos as coisas de forma mais descontraída, não era assim.»

À noite, depois de deitarem as crianças, reconhecem que lhes sobra pouco tempo para porem a conversa em dia e os poucos minutos em que se sentam no sofá servem para ver o noticiário da noite ou a primeira parte de um filme que esteja a começar. Um erro grave que a sexóloga Marta Crawford aponta todos os dias aos casais que recebe: «É preciso desligar a televisão! Primeiro, porque se poupa na conta da eletricidade, e depois porque a TV ocupa demasiado espaço na vida das pessoas. Quem adormece no sofá a fazer zapping não vai dali para a cama ter um momento de intimidade.»

 

Pelo menos neste quesito, João e Teresa, o casal de Cascais, parece estarem no bom caminho. «Uma vez por semana, religiosamente, vemos um filme e vamos para a cama cedo», diz João. O resto acontece naturalmente.

 

*Todos os nomes de casais desta reportagem são fictícios, a pedido dos próprios

 

Via JN



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Quarta-feira, 21.03.12

Sexo e prazer sem pudores

Tem dúvidas sobre um dos maiores prazeres da vida? Nós respondemos a algumas perguntas "proibidas"

 

Que mulher não tem uma série de dúvidas sobre sexo e alguma vergonha de perguntar? Isso é normal. Mas estas interrogações não podem significar um obstáculo ao prazer. “Quanto mais a mulher conhecer o seu corpo, mais fácil será explorar a sua própria sexualidade”, diz a psiquiatra Carla Gil.

 

1. Sou muito tímida para pedir o que quero na cama. Como encontrar a forma certa de o dizer?

A melhor maneira de expressar os seus desejos é a subtileza. “Em vez de dizer ao parceiro que quer ser beijada no pescoço, por exemplo, ofereça-lhe o pescoço! Quando ele começar, incentive-o a continuar”, sugere Nelma Penteado, professora de artes sensuais.

 

2. É normal as mulheres se masturbarem?

Completamente normal. “A masturbação é importante para a mulher descobrir em que partes do seu corpo sente mais prazer”, explica o sexólogo Carlos Borges.A masturbação não tem de incluir a penetração de objectos, como um vibrador, ou do dedo. Basta dar prazer à mulher.

 

3. Sinto dor nas relações. O meu médico diz que não tenho nada fisicamente. Porque me dói?

Pode ter vaginismo, uma contracção da musculatura da vagina, que impede a entrada do pénis. Ao forçar a penetração, o homem provoca a dor. Também pode ser falta de lubrificação, por causas físicas (problema hormonal) ou psicológicas.

 

4. As grávidas podem fazer sexo normalmente?

Desde que não seja uma gravidez considerada de risco, a mulher pode fazer sexo normalmente. Caso a futura mamã sinta contracções no final da gravidez, é melhor evitar o ato sexual. No entanto, se ela e o bebé estão de perfeita saúde e o médico autorizar, é possível ter sexo.

 

5. O meu parceiro ejacula rapidamente. Como faço para prolongar esse tempo?

Quando o homem ejacula antes dos cinco minutos de penetração e não consegue controlar esse impulso, é possível que ele tenha ejaculação precoce. Geralmente, isso é causado por factores psicológicos como ansiedade ou trauma sexual na infância e deve ser tratado por psicólogos especializados.

6. Que doenças da terceira idade podem prejudicar a minha vida sexual?


De acordo com Anne Hooper alguns distúrbios nessa faixa etária podem comprometer a relação sexual. Entre eles, estão a artrite, que ataca as articulações e prejudica a mobilidade durante a relação sexual. Outros inimigos  são as diabetes, que podem provocar infecções vagina e vulva, caso não seja tratado adequadamente. Nos homens, as diabetes podem causar impotência.

 

7. Quais são as fantasias que as mulheres querem realizar

Um estudo realizado pela terapeuta sexual americana Gina Ogden mostrou quais são as fantasias que as mulheres mais desejam realizar. Elas são:

1 Fazer sexo com um ator, cantor ou outro homem lindo e famoso.

2 Ser dominada pelo parceiro durante o ato sexual.

3 Ser amarrada pelo parceiro durante a relação.

4 Sexo com alguém proibido, como o cunhado ou o vizinho.

5 Sexo com algum professor ou com um aluno.

6 Cenários românticos, como sexo numa praia ao luar.

7 Experimentar o acto sexual com outras mulheres.

8 Fazer sexo com sentimentos profundos envolvidos.

9 Sexo em locais perigosos, que aumentam a emoção.

10 Usar brinquedos sexuais, como vibradores.

 

8. Costumo pensar noutros homens para ter um orgasmo. Depois sinto culpa. Fantasiar é igual a trair?

Fantasias ajudam o casal a não cair na rotina. Mas, se as encara como traição, isso indica que se sente insatisfeita na relação.

 

9. Devo fingir orgasmo para satisfazer o meu marido?

Esse é um conflito comum para muitas mulheres. Elas preferem fingir um orgasmo a admitir que não tiveram prazer. Uma solução é parar de fingir e pedir ao parceiro carícias que facilitem o seu orgasmo.

 

10. Em que lugar da vagina a mulher sente maior prazer?

É no famoso ponto G, aquele tal que promete orgasmos intensos e maravilhosos. Ele fica atrás do osso púbico, dentro da parede da vagina. Pode encontrá-lo explorando a vagina com o dedo ou com toques do parceiro.

 

11. Porque é que a vagina faz uns barulhos estranhos?

Porque o movimento do pénis faz entrar e sair ar da vagina. Isso é normal, mas, se o barulho for escandaloso, opte pelo bom humor. Se quiser evitar esse ruído estranho, faça sexo na posição de concha.

 

12. O que fazer se o meu parceiro falhar na cama?

Seja carinhosa. “Trate a situação com naturalidade”, ensina Carla Gil. Beije-o, abrace-o, puxe outro assunto. A excitação voltará naturalmente e podem recomeçar a folia com mais fôlego.

 

13. Sinto mais prazer nos preliminares do que no acto. É normal?

É sim. Nos preliminares, o casal descobre os pontos sensíveis um do outro. “As pessoas acham que a penetração é a parte mais importante, mas é só mais uma etapa”, explica Carla Gil.

 

14. Há problema em fazer sexo menstruada?

A menstruação não  deve atrapalhar em nada. “A maioria dos homens não sente nojo. A mulher é que acha anti-higiénico”, afirma Carla Gil. Agora, se o seu parceiro se sente desconfortável com o facto, que tal convidá-lo para uma sessão de prazer debaixo do chuveiro?

 

15. Tenho vergonha de receber e fazer sexo oral, mas queria experimentar. Como?

Que tal começar por brincar? Pode ser com chantily (ou mel), por exemplo. Passe-o nas partes do seu corpo em que gostaria de ser excitada e deixe a língua do seu parceiro fazer o resto. Vá só até onde quiser.

 

16. Invejo uma amiga que diz sentir muito prazer com o sexo anal. Como obter esse prazer?

É uma questão de exercício. A região anal proporciona prazer, porque é uma zona erógena. Mas como não tem lubrificação natural, alguns vasos da entrada do ânus podem romper com a penetração e provocar sangramento e dor. Para evitar isso, use lubrificantes e relaxe durante a penetração.

 

17. Adoro sexo com o meu parceiro, mas só chego ao orgasmo quando me masturbo. Como mudar isso?

Algumas mulheres não atingem o orgasmo com a penetração. “Isso acontece porque o clitóris fica afastado  da entrada da vagina, não permitindo a sua estimulação pelo pénis”. Neste caso, o parceiro deve estimulá-lo com a mão. Mas isso também pode ser um bloqueio emocional. Há mulheres que não conseguem entregar-se de corpo e alma ao acto sexual.

 

18. Tenho vontade de experimentar o sexo oral simultâneo, mas não sei se o meu marido quer. Como sugerir-lhe isso?

Não sugira. A cama não é uma área para travar debates, e sim um local de prazer onde, em princípio, deve acontecer tudo o que o casal desejar. Se  está com vontade de experimentar um 69,  dê o primeiro passo e deixar as coisas acontecerem.

 

Via Activa



publicado por olhar para o mundo às 22:41 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 27.02.12
Para além de duas saltadoras que fazem furor no campeonato sexy, há Leryn Franco: lançadora que é top model e foi ao Miss Universo (foto D.R.)


Yelena Isinbayeva parecia morta e enterrada, mas afinal não. Nos Jogos Olímpicos de Pequim ainda cumpriu o seu destino, ganhou. Depois disso, em Berlim-2009 e em Daegu-2011 estrondosos fiascos impediram-na de fazer o que já fizera em Helsínquia-2005 e Osaka-2007: levar a medalha de ouro dos Campeonatos do Mundo – e de ambas as vezes saiu da pista amachucada em lágrimas. (Pelo meio, passara por um ano sabático – para recompor o corpo e a cabeça, disse ela, não bastou...) 

Descoberta de Ronaldo no Mónaco e a nova vida onde a ginástica a escorraçou
Por essa altura, vivia no Mónaco – e treinava-se em Fórmia com Vitaly Petrov, o mago que construíra o mito que Sergey Bubka é. Ao chegar lá descobriu a paixão pelo futebol – e logo encontrou o seu ídolo: Cristiano Ronaldo. A desilusão fê-la dar volta à vida. Há menos de um ano largou Petrov, regressou a Volgogrado e a Yevgeny Trofimov, treinador que lhe abriu caminho ao paraíso quando a escorraçaram da ginástica olímpica por ser alta de mais – e quinta-feira em Estocolmo saltou 5,01 metros, recorde mundial em pista coberta, o 28º da sua carreira...

(Darya Klishina) A saltar sem vara, a mais bela russa desde Anna Kournikova
Não, Isinbayeva não precisava de tanto para se tornar no que já deve ser: a maior atleta mundial de toda a história. E legião de fãs mais acirrados ainda lhe juntam outro ponto: ser a saltadora mais sexy do Planeta. Isso é que provavelmente não é...

E provavelmente não é porque nos saltos há Darya Klishina. Que em Paris-2011 roubou a Naide Gomes a medalha de ouro nos Europeus de pista coberta – quando já era vice-recordista mundial de juniores no comprimento e dela já se falava como a mais bela atleta russa mais bela desde Anna Kournikova. 

Se a Mattel fizesse Barbie atleta teria a cara e o corpo de Darya Klishina 
Quando ela explodiu a mais de sete metros, cronista escreveu no The Telegraph: «Se a Mattel quisesse criar versão atlética da sua Barbie teria, certamente, a cara e o corpo de Darya». Ah! Isinbayeva nunca aceitou sequer negociar proposta para posar nua (chegou a correr rumor de que a Playboy poderia dar-lhe um milhão de dólares para a estrelar nas suas páginas, mas que o seu agente lhes cortou cerce a hipótese) e o ensaio mais artístico que fez só o fez porque foi desafiada por um ícone da fotografia, o alemão Thomas Buchwalder. 

Fez ensaio nua só com véu e juntou-se a Sharapova, Woods e Nadal... 
Estudante de marketing na Universidade de Moscovo, fechou a licenciatura com tese cujo título não deixava nenhuma margem de dúvida: A Atleta Profissional como um Produto de Propaganda no exemplo de Darya Klishina. Estudou-se a ela própria, concluiu que a sensualidade também pode ser forma de rendimento – e fez fotos em lingerie para revista russa e também arrastou esse seu à Sport Illustrated em fato de banho. (E mal passou os sete metros, entregou a gestão da sua carreira à IMG, a empresa americana que trata da carteira de alguns principais desportistas mundiais (e não só), de Boris Becker a Rafael Nadal, de André Agassi a Roger Federer, de Anna Kournikova a Maria Sharapova, de Ian Thorpe a Tiger Woods, de Justin Timberlake a Tyra Banks.)

(Allison Stokke) O fenómeno que nasceu de foto no blog de um amigo 
Claro, pelas imagens lá de baixo vê por que Isinbayeva não pode ser a saltadora mais sexy do mundo. E vê-se mais, vê-se que provavelmente nem sequer é a saltadora à vara mais sexy do Mundo porque no salto à vara há Allison Stokke – que está a meio metro dela em marca. 

Até meados de 2007, era uma discreta esperança de um colégio de Newport, na Califórnia – apesar de já ter conseguido o melhor resultado americano sub-16. (Dois anos antes, numa competição falhara o colchão – e ao cair, desamparada, sobre o cimento do rebordo da pista, fraturou uma perna. Mas nem isso a afastara do sonho...) Um amigo tinha um blog – e pôs lá foto dela a preparar um salto, ajeitando o cabelo, sorrindo. Virou fenómeno – num abrir e fechar de olhos. 

Ameaça do pai com medo do assédio, não a fotos sensuais (e nua então...)
Tinha 17 anos e não gostou de ver a imagem dela a passar, viral, por uma imensidão de sites e blogs, a sua conta no My Space invadida por gente em desvario – pedindo-a até em casamento: «É incrível, trabalho tanto para ter sucesso no atletismo, ninguém nota... Olham para uma fotografia minha e é uma loucura...» (OK, mas foi por causa disso, que, logo depois, recebeu bolsa de estudo para Berkeley, para a famosa California University – e foi, feliz e ontente, tirar sociologia.)

Sem perca de tempo, o pai, advogado, ameaçou sites e blogs mais ousados na apreciação da filha, e deixou claro o aviso: «Se, por causa das imagens de Allison que espalharem notarmos qualquer espécie de assédio ou perseguição, são todos processados» - e alguns retiraram de pronto as fotos dela. Era inevitável: de várias revistas saltaram convites para ensaios sexies – e ela a nenhum deu resposta, continua a não dar... (E nua, então, que ninguém se atreva, parece bradou o pai a sete ventos.)

(Leryn Franco) Afinal há outra, é top model e dividiu com Irina a Sports Illustrated
Pois, é verdade: já não nos saltos, mas nos... lançamentos ainda há Leryn Franco. Tem 30 anos, representou o Paraguai nos JO de Atenas e de Pequim (onde saltou para a ribalta por causa da notícia de um fugaz romance com o sérvio Novak Djokovic, o tenista que jogara torneio com uma camisola do... Benfica, lembram-se?) – e vai a caminho dos de Londres.

Em 2006, três anos depois de se estrear numa grande competição internacional, os Mundiais de Paris, participou no concurso Miss Universo – e lançou calendário em poses sensuais que arrasou o mercado nacional. 

A Ask Men colocou-a entre as 99 Mulheres Mais Desejadas do planeta, ganhou ainda mais fama como modelo de lingerie – e em 2100 a Bleacher Report pô-la em primeiro lugar na lista das 100 Atletas Mais Quentes de Todos os Tempos. Meses depois, a SI abriu-lhe as páginas da edição de fatos de banho em que a capa foi... Irina Shayk, namorada de Cristiano Ronaldo.

 

Retirado de A Bola



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Domingo, 26.02.12
E quando bate a preguiça sexual


Ninguém consegue ser um vulcão em erupção na cama o tempo todo. Da mesma maneira que acordamos indispostos para trabalhar ou até mesmo para sair de casa para conhecer alguém especial, podemos sentir o mesmo na hora de fazer sexo. A falta de vontade de mudar de posição ou de caprichar nas preliminares são alguns indícios da chamada de preguiça sexual.

 

A primeira coisa a se observa nesse cenário é que esse comportamento se manifesta de maneira diferente em homens e mulheres.

E sabe de quem é a culpa? Dos hormônios! A Dra. Arlete Gavranic, psicóloga, terapeuta sexual e coordenadora da pós-graduação em terapia do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática), explica melhor essa relação:

 

"O homem é sempre muito ativo parasexualidade por conta da testosterona, um hormônio de ação. Já a mulher oscila de acordo com o ciclo de progesterona e estrogêneo", adianta. "Na primeira fase do ciclo ela está mais disponível para o sexo e na segunda fase a progesterona faz com que a mulher fique mais afetuosa e busque mais o carinho do parceiro", completa.

 

E conforme as obrigações do dia a dia vão aumentando, os pensamentos voltados para o sexo ficam cada vez mais escassos. No caso da mulher, que nas últimas três décadas assumiu jornada tripla de trabalho, esse comportamento se torna mais evidente. "Ela trabalha fora, cuida da casa e filhos e ainda precisa vivenciar sua sexualidade. E nem sempre conta com a ajuda do parceiro para cuidar dos serviços domésticos e dos filhos. Então quando ela chega na cama quer apenas um carinho, um abraço aconchegante, e para muitos homens isso serve como rejeição, preguiça do ponto de vista sexual", comenta a especialista.

 

É importante lembrar também que homens e mulheres veem a sexualidade de maneira diferente. Os homens são mais genitalizados, voltados para o corpo. Tanto é que a fantasia sexual de muitos deles é fazer um ménage a trois. Já a mulher é mais romântica e sonha em fazer amor numa praia, por exemplo. "Os estímulos sociais são outro item que serve como diferencial. Enquanto os homens gostam de ver filminhos e trocar piadinhas de sacanagem, as mulheres não são educadas para pensar, visualizar em sexo. A mulher tem a mente sensualizada, se contenta em ver a foto de um ator com o corpo escultural", diz a terapeuta.

 

Preliminares sempre!


A partir do momento em que a falta de vontade de faze sexo se tornar constante, o nome dado a isso não é preguiça. Entre os motivos que levam a mulher a fugir de sexo estão problemas no relacionamento, mágoas, falta de carinho ou de capricho nas preliminares por parte do parceiro ou até mesmo dificuldade de lubrificação ou de atingir o orgasmo. "Em outros casos, a mulher deixa de investir na relação por conta de problemas no trabalho, com os filhos ou outro problema que envolva sua vida fora da cama. É a chamada fase morna da relação", comenta Dra. Arlete.

 

Neste momento, o homem precisa colocar em prática o dom da compreensão e tentar entender que, dependendo do grau e da quantidade de problemas pelos quais a parceira passa, às vezes fica difícil se entregar sem medidas, como se nada estivesse acontecendo. "Ao mesmo tempo, os problemas não podem ser sempre empecilho para não cuidar da sexualidade e intimidade. A mulher tem muita dificuldade em ‘se desligar’, mas em certos momentos ela precisa apertar o botão ‘off’ e, literalmente, fechar a porta do quarto para viver sua intimidade com o marido. Caso contrário ela estará sempre cansada e indisposta para colocar em prática seus desejos sexuais".

 

Quantas vezes por semana?


Quando a preguiça se instala no parceiro, a mulher precisa analisar com calma a periodicidade dessa situação. O homem costuma estar sempre disposto a fazer sexo, a menos que esteja passando por um momento de estresse. "Se isso acontece com frequência, pode ser sinal de que o parceiro está focando seu desejo em outro lugar ou pessoa. Sabemos que o índice de mulheres que traem ainda é grande, mas ainda é menor do que o masculino", diz Dra. Arlete.

 

Não é possível mensurar a frequência com que a preguiça sexual bate à porta do quarto, tudo depende do relacionamento do casal naquele determinado momento. A psicóloga comenta que, em tempos harmoniosos, há casais que fazem sexo 2, 3 vezes por semana. E em momentos de forte preocupação ou crise chega, a ter uma relação em 10, 15 dias.


"A libido é a energia da vida. Se o casal encontra tempo para vivenciar sua sexualidade, seja dentro de casa ou durante uma viagem, abre portas para que esse desejo aflore, equilibre a relação". E dá algumas dicas: "Permita-se mudar de vem em quando. Use uma lingerie nova, faça um curso de dança, compre um gel com sabor, experimente uma posição que não seja ‘papai e mamãe’, Sair as rotina também ajuda a espantar o desinteresse sexual."

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:48 | link do post | comentar

Sexta-feira, 17.02.12

Saiba o que fazer quando ele decepciona no sexo

 

 

A vida a dois nunca é fácil. É preciso entender o outro, conciliar as diferenças e saber lidar com as mais adversas situações. Talvez, uma das mais difíceis para o casal enfrentar está relacionada a sexualidade, as diversas saias justas da vida conjugal. A psicóloga e terapeuta sexual Maria Lúcia Beraldo, especialista no assunto, dá dicas de como lidar com seis situações propostas pelo canal GNT. 

Ele se recusa a fazer sexo oral, mas eu curto. O que fazer? 

A dica é conversar sobre o assunto, se ele não gosta de praticar sexo oral. É preciso descobrir o que o incomoda. Se for a secreção lubrificante liberada pelo órgão sexual feminino, vale sugerir a prática logo depois de um banho juntos, lembrando que a depilação deve estar em dia. "O desconforto também pode ser contornado com brincadeiras que estimulem o paladar com gelatina ou algo gelado podem atrair o homem para uma novidade", explica Maria Lúcia. 

Ele teve uma ejaculação precoce. E agora? 

O momento não é para riso tampouco para mostrar decepção. A dica é tornar o fato positivo. Um convite do tipo "já vi que você se liga fácil. Quer dar um tempinho para começarmos de novo?", será inegável. 

Quero uma rapidinha e ele, uma performance. Como negociar? 

É preciso dizer com todas as letras o que você deseja e, para convencê-lo, que tal falar sedutoramente no ouvido dele que está muito a fim de chegar lá. Mas se mesmo assim, ele querer uma relação mais longa, a mulher pode sugerir que ela tenha o orgasmo primeiro, depois que ambos descansem um pouco e, em seguida, retomem a relação.

 

Meu parceiro gosta de carícias na região anal. Isso significa que ele pode ser gay? 

Sentir prazer nesta região do corpo não significa que seu parceiro seja homossexual. "Para esclarecer de uma vez por todas: a estimulação anal pode sim dar prazer ao homem, tanto pela quantidade de enervação no ânus quanto pela estimulação da próstata", explica a terapeuta sexual Maria Lúcia Beraldo. 


Quando ele não consegue ter uma ereção, como é possível aliviar o clima? 

Se a situação é eventual, não esquente pode acontecer com qualquer um que esteja tenso ou preocupado. Relaxe e use sua imaginação. "Ereção é consequência", esclarece a especialista Maria Lúcia Beraldo. Portanto vale uma conversa picante ao pé do ouvido e carícias em pontos erógenos. Mas se o problema é recorrente, não tem saída, a ajuda de um profissional é fundamental. 

Ele gosta de dizer e ouvir palavra "muito quentes" durante o sexo. Demonstro que fico ofendida ou embarco na fantasia? 

A dica é encontrar um meio-termo no linguajar durante as relações sexuais e liberar palavras que não agridem tanto mas que satisfaçam o parceiro. Use sua criatividade, desperte personagens que vão falar mais do que as palavras. Na opinião da terapeuta sexual Maria Lúcia Beraldo, o sexo de hoje está caminhando para uma modalidade de "monogamia quente", o que significa que o homem não precisa mais buscar fora de casa um tipo de relação que não seria apropriado moralmente ter com sua mulher em casa. 

 

Via Bonde




publicado por olhar para o mundo às 19:41 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 24.01.12
Há "ticklers" para todos os gostos

 

Vibradores sofisticados que carregam por USB. "Ticklers" coloridos de silicone, semelhantes a peculiares instrumentos alienígenas, mas que afinal provocam umas quantas (e aprazíveis) cócegas. Anéis vibratórios, óleos, fragâncias. Tudo com assinatura. Tudo com design.

 

"O sexo faz bem e torna as pessoas melhores." Partindo desta premissa, um colectivo de designers e "gente de bom gosto e espírito aberto" criou a Little Everyday Pleasures (LEP), um portal que, depois de alguns adiamentos, será lançado dentro de um mês.

 

Não ao sexo 'kitsch'

Aqui não há nomes, o conceito não passa por aí, avisam. Interessa sim dizer adeus aos "veludos, à renda, ao estilo 'boudoir', ao sexo 'kitsch'".

 

"A ideia foi criar um sítio com que nos identificássemos visualmente e que fugisse do imaginário que habitualmente rodeia um vibrador e um dildo."

 

Não se consideram uma "sex shop", mas sim uma "boutique" que vende objectos de prazer e de design. Palavras de ordem: sofisticação e simplicidade. É um ambiente 'clean', mas colorido. Criativo e funcional. E em inglês: "Não vamos ficar cingidos ao nosso país só porque é curto." A verdade é que mesmo lá fora não há muitos projectos deste género. 

  

O conhecimento destes objectos e produtos veio do trabalho ligado ao design. Começaram a ver que muitos "nomes importantes" estavam a desenhar produtos de prazer. Tom Dixon, o designer que está por trás da gigante Habitat, já assinou um vibrador para a marca de lingerie Myla. O seu discípulo, Michael Young, criou "Saba", apresentado com muita pompa e pouca circunstância (construiu um lustre com 350 vibradores). 

 

"Temos objectos que podem estar perfeitamente à vista, não envergonham ninguém." O objectivo também não é promover tabus. O propósito da LEP está traçado: "Ajudemos as pessoas a libertarem-se!" 

 

As ilustrações eróticas de Júlio Dolbeth


A imagem do site foi criada por Júlio Dolbeth, o único nome assumido do projecto. Os desenhos são simultaneamente sensuais e cómicos. Também as secções do site têm um registo diferente. Em "Bling Bling" encontram-se acessórios "luxosos e requintados", como pestanas postiças e roupa interior. "Warm-up" remete para os preliminares. Há velas e lubrificantes, mas também "playlists".

 

"Paper on demand" é uma das partes "mais bonitas do site", acreditam os criadores. Vendem-se livros, ilustrações, revistas, filmes. Aqui está "Dirty Diaries", trabalho controverso financiado pelo Instituto de Cinema da Suécia, uma colecção de 13 curtas pornográficas realizadas por feministas suecas. Há fotografias de Brett Lloyd e revistas como a Kink e a Marikink da dupla Paco & Manolo ou a Richardson. 

 

Via P3



publicado por olhar para o mundo às 21:58 | link do post | comentar

Segunda-feira, 23.01.12
Se o casal só tem prazer no sexo em locais públicos, isso pode indicar algum problema, diz especialista / Hidden/Sxc.hu

 

Psicóloga e terapeuta sexual explica por que alguns casais gostam de fazer sexo em lugares públicos

O ditado popular "o que é proibido é mais gostoso" é utilizado pela maioria dos casais que gostam de inovar a relação sexual, passar por aventuras ou até mesmo acreditam que não conseguem segurar o tesão. Porém, até que ponto fazer sexo em lugares públicos é saudável?

 

Tem quem ache que transar na cama é melhor, por outro lado, outros se sentem excitados por saber que podem ser descobertos a qualquer momento. Segundo a psicóloga e terapeuta sexual Adriana Visioli, muitos consideram o sexo em locais públicos mais prazeroso por conta da adrenalina, pela possibilidade de serem flagrados ou até mesmo correrem risco.

 

"Outro motivo também muito comum nesses casos é pelo momento em que o casal se encontra, quando o desejo sexual e a excitação tomam conta, e pelo impulso acabam tendo relação sexual ali mesmo, seja no carro, no banheiro de uma festa, ou em qualquer outro lugar", explica.

 

A favor

 

O programador Adriano Ribeiro, de 26 anos, revela que já transou na escada de um prédio, ônibus de viagem, piscina, praia, estacionamento de shopping, mas que a sua vontade é de experimentar no vagão do metrô. “Todos os lugares que fiz foi porque tive vontade e no momento não tinha outro lugar”.

 

Entretanto, para a especialista, o perfil psicológico do casal que se submete a fazer sexo podendo ser flagrado por alguém é, geralmente, formado por aqueles que são exibicionistas ou até mesmo que sentem mais prazer com outras pessoas assistindo.

 

A analista de Recursos Humanos Janine Alves, de 24 anos, confirma a afirmação da especialista. “A primeira vez que transei em lugar público foi dentro de um ônibus na volta de um parque de diversões, justamente pela sensação de poder ser descoberta e ouvida”, revela. 

 

Obsessão 

 

Para a advogada Larissa Rodrigues, de 23 anos, a adrenalina e a possibilidade do flagra deixam o sexo mais divertido. 

 

Entretanto, de acordo com a terapeuta é preciso avaliar até que ponto essa vontade influencia o sexo do casal. Se a vontade de fazer sexo só acontecer quando estiverem em local público, isso pode significar que algo deve estar errado. 

 

O comportamento pode se tornar uma obsessão. “Um exemplo é quando começa a ser prejudicial para a vida do casal, pode ser desde socialmente como também no próprio relacionamento, e mesmo assim não conseguem parar com este comportamento sexual", esclarece.

 

 

Contra sexo em locais públicos

 

Mas há quem seja contra. Para a estudante Marília Casari, de 19 anos, sexo deve ser feito somente com privacidade “Ninguém precisa ver o que rola entre ambos. É uma ‘entregação’ do casal, um momento especial. Não vejo sentido algum em fazer em lugares públicos, pois é uma coisa íntima”, defende.

 

Já Juliana Gama, de 23 anos, considera a atitude uma falta de respeito com a população. “Acima de tudo, acredito que a penalidade de atentado ao pudor deveria ser mais rigorosa”.

 

O jovem Gustavo Mendonça engrossa o coro. Ele acredita que transar em público é ‘coisa’ de quem quer aparecer. “A pessoa torna o ato público e tira o momento especial do casal”.

 

Casal 

 

A psicóloga Adriana diz que é primordial para a intimidade de um relacionamento que o casal compartilhe fantasias. Seja em lugares diferentes ou maneiras diferentes. O importante é não se acomodar e não cair na rotina.

 

Porém, é preciso respeitar os desejos do parceiro. Segundo a terapeuta, o que pode ser prazeroso para alguns, pode ser um experiência desconfortável para outros. "É importante compartilhar fantasias entre o casal, mas também é necessário respeitar os limites de cada um", finaliza.

 

Crime 

 

Os casais mais animados, que gostam de ter experiências sexuais em lugares públicos, devem se lembrar que a atitude é crime. O advogado Mauro César Bullara Arjona diz que a pessoa que flagar um casal praticando ato obsceno pode chamar a polícia. "Quem faz sexo em local público pode responder por ato obsceno, artigo 233 do Código Penal, e serem condenados de três meses a um ano".

 

Mauro diz ainda que "a vítima, deve chamar a polícia e, se houver detenção em flagrante, deve acompanhar os policiais a delegacia para também prestar seu depoimento”.

 

“A pessoa poderá responder pelo crime de ato obsceno, mas por se tratar de crime de pequeno potencial ofensivo não será preso e aguardará o julgamento em liberdade, o qual pode não ocorrer caso o Ministério Público faça acordo com os acusados para a aplicação antecipada de pena não privativa de liberdade, ou seja, prisão”, conclui o advogado.

 

Via Band



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Quarta-feira, 11.01.12

escola do sexo

 

Uma escola que ensina formas de obter prazer, uma dominadora que traz até Portugal o seu séquito de escravos e luta livre no feminino são as grandes novidades da quinta edição do Eros Porto. Erica Fontes, a mais internacional das atrizes portuguesas, é a cicerone deste evento, que promete voltar a encher de curiosos o Pavilhão Multiusos de Gondomar, de 9 a 12 de fevereiro.


 Como já é tradição por esta altura do ano, o Salão Erótico do Porto regressa para aquecer os dias frios da “capital nortenha”. São mais de 700 espetáculos, em 10 palcos, protagonizados por mais de 80 artistas, incluindo algumas das mais importantes estrelas a nível internacional. Entre elas, Erica Fontes, a atriz portuguesa que tem percorrido os quatro cantos do mundo, será a porta-voz desta edição.

 

“Escola do Sexo” é uma das grandes novidades do Eros Porto 2012. Aqui, os “alunos” poderão aprender alguns dosensinamentos do Kamasutra, saber que posições dão mais prazer ao homem ou à mulher e ver, em primeira mão, exemplos práticos dessas mesmas posições. As aulas serão lecionadas por dois professores e exemplificadas por três casais, seis conceituados atores e atrizes do universo do entretenimento adulto internacional.

 

Os visitantes mais aventureiros poderão dar uma espreitadela ao “Café Fetish”, na Área BDSM. A dominadora Mistress Minerva, pela primeira vez no nosso país, irá recriar o ambiente fetiche do seu estúdio e submeter os seus escravos à tortura do chicote e de outros instrumentos destinados à disciplina. Outra das novidades do Salão Erótico é a luta livre de mulheres protagonizadas pelas bailarinas do Life Strip Club.

 

Entre as atrações da Área Feminina estão consultas de sexologiasessões de tuppersexaulas de dança do varão,massagens eróticas e espetáculos com os strippers nacionais Beatboys. A pensar no público consumidor de filmes eróticos, naAvenida Comercial será possível encontrar os stands das grandes produtoras internacionais, onde realizadores, atores e atrizes estarão disponíveis para conversar com o público, tirar fotografias e dar autógrafos. Estes espaços serão também palco de espetáculos delap dancepole dance striptease, primando pela sensualidade e constante interação com o público.

 

Será ainda possível ver os shows da Área Gay e satisfazer a curiosidade sobre o Swing, num espaço especialmente dedicada a este modo de estar na vida.

 

Sendo o primeiro evento erótico do ano, o Salão Erótico do Porto é um evento que permite a fabricantes, distribuidores e lojistasnacionais apresentarem as grandes novidades de 2012, em termos de serviços e produtos eróticos, a revendedores e ao consumidor final.

 

Segundo Juli Simón, diretor do evento e organizador de festivais eróticos não só em Portugal, como em Espanha e na América Latina, “o objetivo é superar o número de visitas de 2011, não só em termos de espetadores, como de empreendedores que estejam interessados em apostar num setor em franco crescimento a nível nacional”.

 

EROSPORTO – SALÃO ERÓTICO DO PORTO 2012

 DATAS: 9 a 12 fevereiro

HORÁRIOS: Quinta a sábado, das 15h00 às 02h00 | Domingo, das 15h00 às 22h00

LOCAL: Pavilhão Multiusos de Gondomar

PREÇO DOS BILHETES: Geral – 20€ | Estudantes - 15€ (só 5ª feira) | Maiores 65 anos e Pessoas com deficiência - 15€

WEBSITE: www.erosporto.com

FACEBOOK: http://www.facebook.com/#!/pages/Eros-Porto/203012688197

TWITTER: http://twitter.com/#!/SalaoErosPorto

 

Via PTJornal



publicado por olhar para o mundo às 19:16 | link do post | comentar

Quarta-feira, 21.12.11
Muitas vezes os homens não contam o que querem na cama. Foto: Getty Images

Muitas vezes os homens não contam o que querem na cama

 

Há algumas coisas que os homens desejam para se satisfazerem na cama, mas que simplesmente não pedem. Todavia, a revista norte-americanaCosmopolitan listou dez desejos sexuais deles e te conta todos os segredos.

 

Embora cada homem tenha uma necessidade diferente, "há alguns movimentos e atitudes universais que a maioria deles não sabe como pedir", explicou o terapeuta sexual Sandor Gardos, do site MyPleasure. Assim, corra para a lista e descubra o que eles querem.

 

Garotas que consigam se excitar sozinhas: as mulheres precisam de tempo para entrarem no clima. Embora os homens curtam excitar a parceira, eles também não se importariam se, de vez em quando, ela já chegasse excitada o suficiente para o sexo. A terapeuta sexual Gloria Brame, sugeriu que as mulheres usem a imaginação, como fazem quando vão se masturbar, para chegar ao encontro já "no ponto".

 

Sexo divertido: a vida sexual não acontece como nos filmes. As posições nem sempre funcional e alguns barulhinhos podem surgir no meio da transa e se você encanar com isso, vai perder o humor e estragar o momento. Sexo não precisa ser sério ou sensual o tempo todo. Saiba encontrar leveza e diversão mesmo nos momentos bizarros e veja como tudo só tende a melhorar.

 

Dicas de como agir: nem sempre eles sabem como te agradar da maneira que você gosta. "Ao sugerir o que quer que ele faça, diga o quanto gosta daquilo e o quanto ele está acertando", sugeriu Gloria Brame, terapeuta sexual.

 

Espiar: para os homens, o que eles veem é quase tão bom quanto o que eles conseguem, então permita que ele espie você se masturbar ou mesmo invista em espelhos durante o ato sexual. Os terapeutas sexuais também sugeriram não se despir completamente, mantendo alguma peça de lingerie para instigar a imaginação do moço.

 

Safada: muitas mulheres têm medo de parecer "ousada demais" para o namorado e estragar o relacionamento, mas acredite, eles não se importam com uma dosesinha de safadeza. Tente dizer algo mais apimentado na hora do sexo, tome a iniciativa e deixe a imaginação agir.

 

Ele quer ter experiências novas: para se distinguir das ex dele, você deve ter algum plus que o faça não pensar em outra coisa no dia seguinte. Não precisa ser contorcionista para conseguir esse efeito, basta se dedicar com afinco a algo que já faça bem, surpreendendo-o com novas sensações.

 

Variedade: o tédio nas relações pode desgastar o casal. Tente variar em pressão, posição e velocidade para tornar o sexo mais prazeroso. E o rapaz também vai ficar sempre na expectativa do que virá depois.

 

Surpresas: eles gostam de ser surpreendidos com um convite inesperado para o sexo, em especial em locais públicos ou menos convencionais. Experimente, quem sabe também não gosta?

 

Caça: o sonho de muitos homens é dominar a mulher, mostrar seu lado caçador. Instigue-o com beijos ardentes e diga que se rende a ele para que faça o que quiser e o sonho estará realizado.

 

Às vezes ele não quer fazer nada: ser dominado também é um desejo recorrente. Experimente apenas dar prazer para ver como eles enlouquecem.

 

Via Terra



publicado por olhar para o mundo às 08:50 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Segunda-feira, 19.12.11
Dicas saudáveis para aumentar a libido

 

Fala-se muito em melhorar a qualidade da vida sexual. Mas é preciso que saibamos reconhecer que SEXO e SAÚDE andam de mãos dadas.

 

Muitas vezes nos preocupamos excessivamente com a estética ou com a qualidade das relações sexuais, mas o nosso corpo é um sistema complexo e requer cuidados que nem sempre consideramos.
Pensemos, portanto, no aumento da libido de forma responsável:

 

Alimentação saudável - gordura, sal e açúcar em excesso comprometem a saúde. Procure inserir no cardápio frutas, vegetais e carnes magras. O corpo bonito é o corpo saudável. Informe-se também sobre os benefícios dos alimentos afrodisíacos, utilizando ingredientes especiais em um jantar a dois, como frutos do mar, chocolate e temperos poderosos, como a pimenta, o manjericão e o gengibre. Não esquecendo o clássico espumante, tudo à luz de velas.


Exercícios aeróbicos- a liberação de endorfinas, durante as atividades físicas, proporciona o aumento da libido pela produção de testosterona. Pode-se, também, recorrer à "malhação íntima" ou pompoarismo. Além de evitar a incontinência urinária e o afrouxamento muscular, pois fortalece a musculatura pélvica, proporciona mais prazer ao parceiro e aumenta a possibilidade de se obter orgasmos mais intensos ou até múltiplos.

Redução de bebida alcoólica - o álcool em excesso é um inibidor do desejo sexual. Prepare drinques afrodisíacos, decorando-os com canela em pó, raspas de gengibre, um galhinho de hortelã e cereja. Capriche nas taças e aproveite a combinação de sabor e aromas, mas sem exageros. 

Não fumar - as toxinas presentes no fumo, como a nicotina e o monóxido de carbono, dificultam a produção de estrogênio, hormônio sexual feminino, causando diminuição da reserva ovariana. Além de deixar a mulher mais suscetível a doenças como osteoporose, infarte e derrame, fumar pode acelerar a chegada da menopausa.


Manter a auto-estima com equilíbrio- mudar hábitos para ter uma vida mais saudável e tentar administrar melhor o tempo de maneira que sobre um pouco mais para você. É bom dar uma caprichada no visual, mas também é necessário fazer um check-up. Sono excessivo, indisposição, baixa libido, são indicadores de estresse ou distúrbios hormonais. Por outro lado, preocupações em excesso com a estética podem causar um efeito contrário, como inibição e falta de concentração durante a relação sexual. Cuide da imagem respeitando seus limites.

Vida social - evite o isolamento, fazer novas amizades e manter-se sempre bem informada sobre o que acontece no país e no mundo é um bom caminho para um papo.

 

Lembre-se que uma mulher sociável e antenada é sempre uma excelente companhia, uma forma infalível para se manter desejável.

 

Procure ler mais sobre as Artes Sensuais e invista em acessórios que deixem você mais sexy.Reinvente-se!

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:50 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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