Sábado, 29.01.11

Sexo e gravidez, a sexualidade

 

A barriga cresce, o desejo flutua e as dúvidas da mulher – e do seu parceiro – na cama começam a se multiplicar. Tudo absolutamente normal. O importante é saber que essa mudança radical não é um empecilho para o prazer debaixo dos lençóis. Veja como manter essa chama acesa ao longo da gestação.

 

Sexo na gravidez. Muita coisa muda. Não é só a mamãe que fica confusa com tanta sensação nova. O papai também tem dificuldade para lidar com essas novas informações que acontecem nessa etapa da vida do casal.

 

As transformações acontecem desde o início da gravidez, tanto no corpo como na mente. Os hormônios jogados no corpo da mulher a deixam com sensações que podem diminuir a libido e a vontade de fazer sexo. É comum ela sentir náuseas, vômitos, cansaço e seios doloridos. A mais nova mamãe pode achar que fazer sexo pode prejudicar o bebê ou mesmo ocasionar um aborto.

 

Já o papai pode ter a sensação de ser o "protetor", olhando a sua mulher como mãe e não mais como amante, se afastando sexualmente dela para protegê-la e não prejudicar o bebê. Agora, se com o papai está tudo bem em fazer sexo com sua mulher grávida, mas ela ainda não quer, saiba que carinho, atenção, paciência e diálogo são fundamentais nesse período.

 

Corpo em ebulição - Já no segundo trimestre da gestação, as sensações incômodas que aconteciam no início cessam e a libido da mulher volta ao normal ou mesmo pode aumentar ainda mais, como relatam algumas mulheres. A região da vagina está sensível por causa da maior vascularização da região e é um dos motivos do apetite sexual aumentar.

 

Se o papai ainda tem algumas dúvidas em relação ao sexo, a mamãe pode tentar aos poucos mostrar para ele que o sexo na gravidez é bom e não prejudica o bebê.

 

Se o papai não tinha "neuras" e agüentou pacientemente os enjôos e vômitos da mamãe passarem, a hora é agora para aproveitar o aumento da libido da mulher e ficar "nas nuvens" com os novos peitos da sua amada que estão maiores. Só cuidado com eles, pois a sensibilidade está maior e pode doer mais facilmente.

 

Gangorra - A libido pode voltar a diminuir no último trimestre da gravidez; a barriga já está grande e incômoda, o cansaço volta, as dores da coluna aumentam e a mulher pode não estar satisfeita com o seu corpo e peso, achando que seu companheiro não a acha mais atraente.

A preocupação em machucar o bebê na penetração volta e o medo do orgasmo em ocasionar um parto prematuro também são motivos para evitar o sexo. Sexo não prejudica o bebê e não acarreta parto prematuro.

 

Muitos homens acham que sua mulher grávida é uma das coisas mais atraentes que existe. Outros têm medo de que seu pênis machuque o bebê na penetração. Outros não sabem que posição fazer sexo com aquele barrigão da sua mulher.

 

Sexo é muito bom durante toda a gravidez. Fortalece os músculos do períneo que ajudam na hora do parto, deixa a mamãe feliz e relaxada, e o bebê sente tudo o que a mamãe sente. Se a mamãe está feliz, o bebê está bem. A cumplicidade do casal pode aumentar.

 

Dicas


Conversa é tudo. Homem e mulher devem colocar o que sentem para que tudo caminhe com cumplicidade e entendimento com os sentimentos do outro.

 

Sexo é bom desde que não seja uma obrigação. Às vezes, um beijo ou um simples carinho vale mais que tudo.

A penetração não prejudica o bebê que está protegido por uma bolsa de água que amortece qualquer contato.

 

 

Via Sexo More Info

 



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Quarta-feira, 05.01.11

Morreu Malangatana

 

(imagem 'Juízo final': brown.edu)

Um pintor e uma obra memorável a eternizar-se para os vindouros. Evoco  amizades a leccionar na Escola Portuguesa de Maputo onde figuram obras do artista. Será uma festa para a comunidade educativa local poder apreciá-las diariamente... Ainda existem espaços escolares cujo colorido se torna motivação diária para o estudo…
Sobre o desaparecimento físico de Malangatana, nada como dar a palavra a quem o sabe fazer com «um saber de experiência feito».

 

Via Dias que voam



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Quinta-feira, 30.12.10

Isabelle Caro, ícone da anorexia, morre aos 28

 

A ex-manequim e actriz Isabelle Caro, que se fez fotografar nua contra a anorexia, doença de que padecia, morreu a 17 de Novembro, aos 28 anos, noticiou hoje o jornal suíço 20 Minutes.

"A actriz francesa ultra-mediatizada pela sua luta contra a anorexia morreu no mês de Novembro na maior discrição", revela o jornal, que não especifica as causas da morte.

O namorado de Isabelle Caro, o cantor suíço Vincent Bigler, confirma a morte no seu próprio site da internet, precisando que esta ocorreu a 17 de Novembro.

 

O blog pessoal era uma das plataformas que a ex-manequim e actriz usava para falar sobre a doença.

 

Veja aqui o vídeo de homenagem que Vincent Bigler deixou no site.

 

 

 

Via Ionline

 



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Segunda-feira, 29.11.10

 

Morreu Leslie nielsen

O ator canadiano Leslie Nielsen, protagonista da comédia Aeroplano, morreu domingo num hospital da Florida aos 84 anos, anunciou o seu sobrinho Doug Nielsen.

O estado de saúde de Leslie Nielsen, hospitalizado há 12 dias por problemas pulmonares, começou a agravar-se nas últimas 48 horas, indicou Doug Nielsen a uma rádio de Manitoba, CKNW.

Domingo à tarde, "com os seus amigos e a sua mulher Barbaree ao seu lado, ele adormeceu e morreu", disse.

Nielsen ficou conhecido pela sua participação em várias séries de televisão norte-americanas de sucesso como "Peyton Place", "Dr Kildare", "Le Fugitif", "Kojak" ou "M.A.S.H.".

 

Posteriormente tornou-se uma celebridade a nível mundial graças à sua participação em filmes de culto na área da comédia como Aeroplano (1980), Onde Pára a Polícia (1988), Onde Pára a Polícia 2 1/2: O Cheiro do Medo (1991) e Onde Pára a Polícia 33 1/3 (1994).

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 24.11.10

População portuguesa cresce graças aos imigrantes

 

O número de nascimentos diminuiu em Portugal em 2009 e o de óbitos aumentou, mas verificou-se um acréscimo populacional de cerca de 10 500 pessoas, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos ao ano passado.

De acordo com as estatísticas demográficas de 2009, a população residente em Portugal a 31 de dezembro era de 10 677 713 pessoas, "valor que traduz um acréscimo populacional de 10 463 indivíduos".

Para este acréscimo contribuíram um saldo migratório positivo de 15 408 pessoas e um saldo natural negativo de 4 945.

Em 2009 nasceram 99 491 filhos de mães residentes em Portugal, menos 5 103 do que em 2008. No ano passado, registaram-se 104 434 óbitos de residentes em Portugal, mais 154 do que no ano anterior.

"A evolução da população residente em Portugal tem vindo a denotar um continuado envelhecimento demográfico, como resultado das tendências de aumento da longevidade e de declínio da fecundidade", refere o INE.

A 31 de dezembro do ano passado, a população residente em Portugal era constituída por 15,2 por cento de jovens, com menos de 15 anos, 17,9 por cento de idosos, pessoas com 65 e mais anos, e 66,9 por cento de população em idade ativa, entre os 15 e os 64 anos.

Em Portugal há 118 idosos para cada cem jovens.

Em 2009 realizaram-se 40 391 casamentos, menos 2837 do que no ano anterior, e foram decretados 26 464 divórcios, número até junho, mais 70 do que em 2008.

A idade média dos noivos continua a aumentar, situando-se em 2009 nos 33,4 anos para os homens e nos 30,8 anos para as mulheres. Em 2008 era de 32,6 anos e 30,1 anos, respetivamente.

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 22.09.10

Não. Claro que não. Até porque no dia seguinte a anunciar uma medida deste género o Palácio de Belém ia parecer um stand da Ford, com tanta carrinha Transit estacionada. Mas atenção aos perigosos sinais que estão a ser dados.

 

O que mais estranheza causou na medida xenófoba deste petit president, um ser bizarro com tiques Napoleónicos e aparentemente uma asa de extrema-direita, foi a aparente passividade com que os ciganos abandonaram de facto o país. Que Sarkozy era má rés não restavam grandes dúvidas. Que a Alemanha vai aproveitar a deixa e fazer o mesmo, poucas restam. Agora o que raio se passa com os ciganos?

Quando li pela primeira vez que o Presidente Francês tinha esta intenção pensei que jamais passaria disso mesmo. Não que a vontade deste viesse a mudar. Julguei apenas que seria forçado a mudá-la. Isto porque na minha cabeça imaginei o que aconteceria se passasse pela cabeça do Presidente português (com o apoio do Governo obviamente, dado que em França o poder é partilhado) ter a mesma atitude, tomando as mesmas medidas. Caos.

Coitado. No dia a seguir tinha os ciganos todos do país estacionados nos jardins do Palácio de Belém. Porque digam o que quiserem mas não conheço povo mais solidário do que este. Um vai para o hospital, o clã segue-lhe o rastro. Montam o acampamento à porta e só de lá saem quando o doente recuperar. Já os vi acampados numa rotunda, sentados em mesas de plástico a grelharem febras em assadores e a estender a roupa num outdoor do Paulo Portas.

Ao segundo dia Cavaco Silva faria uma declaração ao país da parte de trás de uma Transit no meio de uma montanha de edredões e jogos de cama a dizer que tudo não tinha passado de uma brincadeira.

Na revolta unem-se, não costumam perdoar, emudecer ou fraquejar. Normalmente com resultados violentos. Daí o espanto com que assisti ao desenrolar dos acontecimentos em França. A aparente passividade do acto. A revolta calada. Uma resignação ensurdecedora.

Os ciganos, muitas vezes acusados de falta de civismo e desordem, tiveram um comportamento em França que só consigo equiparar ao que vejo em documentários sobre a II Guerra Mundial, quando milhões de Judeus, e no meio deles milhares de ciganos, foram deportados, contra sua vontade, desesperados mas em fila, revoltados mas ordenados até acabarem amontoados num vagão sujo e frio a caminho da tortura e morte. Só por serem Judeus. Só por serem ciganos. Tudo isto aconteceu. E parece não ter servido de lição. Outros tempos. Métodos diferentes. Politicas com outros nomes. Comportamentos assustadoramente semelhantes.

Enquanto escrevia estas palavras votava-se no parlamento português um protesto contra as medidas tomadas por Sarkozy. Toda a direita e o PS (de quem já ninguém espera nada), salvo raras e honrosas excepções, votaram contra. Preferiram esperar e andar a reboque da UE e das suas deliberações, como lacaios sem vontade e identidade própria, sem orgulho ou humanidade, a terem a coragem de repudiar a atitude do chefe de Estado francês em relação ao povo cigano.

Senti vergonha de ser português. Senti vergonha de ter no meu país um Governo e uma classe política que na sua grande maioria agiu de uma forma profundamente cobarde e serviçal. E se para ser europeu é preciso ser isto, prefiro ser só português.

 

Via Sem Reféns



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Terça-feira, 13.07.10

Finalmente estiveram frente a frente. Deus e José Saramago olhos nos olhos depois de uma vida de conflitos, dúvidas e desencontros. Saiba como correu a conversa.

São Pedro entra esbaforido no gabinete do Criador: - Senhor! Vinde ver quem ali está no Hall. Não vai acreditar.

- Pedro, tu nem imaginas as coisas em que eu tenho de acreditar para continuar metido nisto. E não te esqueças que sou omnipresente. Sei perfeitamente quem ali está fora sentado a ler a revista `Hola´ de perna cruzada na terceira cadeira a contar da jarra chinesa de péssimo gosto. Mas vamos lá ver em que lhe podemos ser úteis.

- Olha quem aqui está, o José de Sousa Saramago. A que devemos a honra de o receber neste humilde estabelecimento. Vens-te purificar?

- Não. E não fiques com ideias que eu não vim para ficar. Venho só saber o preço do condomínio.

- Essa é boa. E quem te disse que tinhas o céu como garantido. Isto por enquanto ainda tem uma gerência. Temos o direito de admissão devidamente reservado.

- Sou um homem livre. Vivo onde e como quiser. E tu, não te passa essa mania de controlar tudo e todos? Já ia sendo altura...

- Isto aqui não é Lanzarote, José. E não me fales assim se faz favor. Achas mesmo que eu não controlo tudo o que criei? Então diz-me cá, quem te trouxe até aqui? Vivo não estás com toda a certeza. E aqui só entram dois tipos de pessoas: os que aqui trabalham ou os que mandei chamar. E não me lembro de te ter contratado.

- Deixa lá o tom paternalista que eu não sou teu filho apesar de ter o mesmo nome do verdadeiro pai dele. Vim pelas minhas próprias pernas. Não vim agarrado às asinhas de um anjo ou de táxi celestial. E achas mesmo que estou morto? Não aprendes.

- Não estás? Então? Não me digas que é mais uma jogada de marketing para venderes mais uma edição do último livro. E uma vez mais às minhas custas. E não te atrevas a insultar-me novamente ou segues já para junto do tio Lúcifer. Ia-te fazer bem sentires o quentinho da besta por um bocadito. Talvez mudasses de atitude.

- Fala o roto ao descosido. Ou não fosse a Bíblia o livro mais vendido da Historia da Humanidade. O marketing nasceu na Igreja Católica, meu caro. Mas não, não morri, fica descansado. Estarei eternamente vivo. Um pouco como tu, com a diferença que a mim toda a gente conheceu a cara.

- Muito bem. Os meus parabéns. Estamos portanto na presença de um milagre, acontecimento que continua a ser gerido por um dos nossos departamentos. Como vês tenho tudo controlado.

- Registo o cinismo habitual, mas não percebeste. Um escritor nunca morre enquanto alguém o continuar a ler. É um milagre sim. Chama-se milagre da literatura. Agora vou andando que se faz tarde. Passa bem. Adeus.

Via 100 Reféns



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Quarta-feira, 02.06.10

Sharon Stone também teve uma experiência de quase morte

 

N. tinha 45 anos quando teve um enfarte do miocárdio - "um caso sério", garante. Sentiu-se mal no escritório e foi parar ao Hospital de S. José em menos de nada. Quase 30 anos depois, N. jura a pés juntos que, ainda nessa noite, ligado às máquinas, se sentiu a cair "num poço escuro". E lembra-se de não oferecer resistência depois de ter pensado: "Não importa, já vivi tanto." Até que se lembrou da mulher, que estava grávida - era Maio e o parto estava previsto para Setembro. "Nesse momento tive a certeza de que não me podia deixar ir, porque tinha de ajudar a criar o meu filho", conta. E foi então que ganhou coragem para fazer o percurso inverso, no meio da escuridão: "Comecei a trepar o poço, lentamente." N. sobreviveu

A ciência nunca encontrou uma explicação para os relatos frequentes de experiências de quase-morte. Mas um médico americano dos Cuidados Intensivos do Hospital da Universidade George Washington, Lakhmir Chawla, garante ter descoberto uma explicação para os misteriosos fenómenos médicos em que os pacientes garantem ter estado perto da morte e relatam sensações como caminhar de encontro a luzes brilhantescair em túneis ou flutuar sobre o próprio corpo

A maioria acredita tratar-se de visões religiosas ou transcendentais que confirmam a existência da vida depois da morte. Errado, garante o estudo do médico, publicado recentemente no "Journal of Palliative Medicine". Afinal, as experiência de quase-morte devem-se a um aumento da energia eléctrica libertada quando o cérebro vai ficando sem oxigénio. "À medida que o fluxo sanguíneo abranda e os níveis de oxigénio diminuem, as células cerebrais disparam um último impulso eléctrico. O fenómeno começa numa parte do cérebro e espalha-se. Isso pode dar às pessoas sensações mentais vívidas", garante o investigador. Se a teoria estiver certa, as experiências de quase-morte terão uma explicação biológica e não metafísica

O último impulso Para chegar a estas conclusões, Lakhmir Chawla recorreu a electroencefalogramas - que permitem medir a actividade do cérebro - para monitorizar sete doentes terminais. No momento antes da morte, concluiu o estudo, os doentes experimentaram umaumento brusco da actividade cerebral - que dura entre 30 segundos e três minutos. Esta actividade é semelhante à que se verifica em pessoas totalmente conscientes, mesmo que os doentes pareçam estar a dormir e sem pressão sanguínea. Em todos os casos, logo a seguir a morte foi declarada. 

Apesar da amostra do estudo parecer reduzida, o médico assegura que já assistiu ao mesmo fenómeno "pelo menos 50 vezes". 

Quem volta é mais feliz Outros estudos científicos - como o de um grupo de investigadores holandeses publicado em 2001 na revista de medicina "The Lancet" - mostram que entre 15% a 25% das pessoas que passaram por paragens cardíacas e morte clínica fazem relatos lúcidos, com processos de pensamento bem estruturados, raciocínios claros, memórias e muitas vezes uma reconstrução detalhada dos acontecimentos durante o encontro com a morte. 

No Reino Unido, vários médicos e cientistas juntaram-se para formar o projecto "Consciência durante a ressuscitação", comandado por Sam Parnia, médico e investigador da Faculdade de Medicina da Universidade de Southampton. O estudo de Lakmir Chawla, dizem, é "interessante". Mas, mesmo assim, o grupo inglês acolhe as conclusões com reservas, com o argumento de que não há nenhuma prova de que a actividade eléctrica a que o médico americano se refere esteja ligada às experiências de proximidade com a morte. "Uma vez que todos os pacientes morreram, não podemos dizer o que experimentaram", defendeu Sam Parnia, em declarações ao jornal "The Times". 

Já o estudo holandês de 2001 chegou a outro dado específico. Os investigadores garantem que quem passa por experiências de quase-morte vê a sua vida transformada "para sempre". Quem as relata, descrevem, torna-se mais feliz, mais altruísta, menos receoso em relação à morte e menos materialista.

 

Via ionline



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Quarta-feira, 07.04.10

A morte e as pulseiras do sexo

 

As raparigas foram violadas e mortas na noite de sexta-feira, 2 de Abril, em Manaus, a capital do estado brasileiro de Amazonas.

O corpo de uma das jovens foi encontrado numa rua do bairro de Valparaíso, na zona este de Manaus, com duas pulseiras partidas ao seu lado.

Na madrugada seguinte, no sul da cidade brasileira, outra adolescente de 14 anos era encontrada sem vida no quarto de um motel. Ao seu lado estavam seis pulseiras partidas, as mesmas que o seu pai a proibira de usar.

E não lhe faltavam motivos. No estado do Paraná, no outro extremo do país, um juíz proibiu a venda e uso de "pulseiras do sexo" por parte de menores, depois de uma rapariga de 13 anos ter sido violada por vários rapazes, aparantemente também por causa das pulseiras.

As pulseiras coloridas de silicone, que podem ser compradas no Brasil por cerca de 2 reais (80 cêntimos), estão a ganhar a desconfiança de pais e professores. Aparentemente, a cada cor corresponde um jogo erótico, mas nem todos os adolescentes têm conhecimento destes significados e usam as pulseiras sem qualquer conotação ou objectivo sexual.

 

Saiba a que jogos eróticos corresponde cada uma das cores das pulseiras:

 

Amarela - Abraçar
Rosa - Mostrar o peito
Laranja - Morder com carinho
Roxa - Beijar com língua
Vermelha - Dança erótica
Verde - Beijar o pescoço
Branca - Rapariga decide
Azul - Rapariga faz sexo oral
Rosa-claro - Rapaz faz sexo oral
Preta - Sexo
Dourada - Todos de cima

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 12.03.10

 

Bullying, a morte não pdoe ser a solução

 

 

Noticia e imagem do Público

 

Na véspera das aulas com aquela turma, Luís ficava nervoso. Isolava-se no quarto e desejava que o amanhã não chegasse. Não queria voltar a ouvir que era um "careca", um "gordo" ou um "cão". Não queria que o burburinho constante do 9.º B e as atitudes provocatórias de alguns alunos continuassem a fazê-lo sentir aquela angústia. O peso no peito. O sufocante nó na garganta. Luís não era um aluno. Tinha 51 anos e era professor de Música na Escola Básica 2.3 de Fitares, em Rio de Mouro, Sintra. Era. Na semana antes do Carnaval, decidiu que não voltaria a ser enxovalhado. Pegou no carro e parou na Ponte 25 de Abril. Na manhã do dia 9 de Fevereiro, atirou-se ao rio.

 

Luís não avisou ninguém do acto radical. Mas radicalizou, segundo a família e os colegas, os apelos junto da direcção da escola para que resolvesse a indisciplina, em particular naquela turma. Fez várias participações que não terão tido seguimento. O PÚBLICO tentou ouvir a directora da escola, que justificou que só presta declarações mediante autorização da Direcção Regional de Educação de Lisboa. Fizemos o pedido e não recebemos resposta. Contudo, foi possível apurar que a Inspecção-Geral da Educação tem participações do alegado incumprimento da legislação sobre questões disciplinares por parte da direcção daquela escola.

Personalidade frágil
Na escola, impera o silêncio e os funcionários fazem um leve encolher de ombros. Alguns, sob anonimato, asseguram, tal como a família, que Luís era alvo de bullying e estava "profundamente desesperado e deprimido". A irmã de Luís, também professora, admite que o irmão era "uma pessoa complicada, frágil e reservada", mas assevera que era "um professor competente", cujos apelos "a escola ignorou". "Apenas lhe propuseram assistir a aulas de colegas para aprender a lidar com as provocações", diz.

A irmã descreve a profunda tristeza do professor nos últimos meses, ao longo dos quais "desabafou muito" com os pais, com quem ainda vivia. Nunca deu indícios do acto. Foram encontrados, depois da morte, no seu computador. "Se o meu destino é sofrer dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim - e não tendo eu outras fontes de rendimento -, a única solução apaziguadora será o suicídio." A frase encontrada não deixa dúvidas. Há vários desabafos escritos em alturas diferentes que convivem lado a lado com as participações sobre alguns alunos.

Luís somava à Música uma licenciatura em Sociologia e chegou a ser jornalista durante alguns anos. Era também cronista no Boletim Actual da Câmara de Oeiras, onde, no ano passado, dedicou algumas palavras aos problemas das escolas: "O clima de indisciplina nas escolas está a tornar-se insustentável. E ainda há quem culpe os professores, por falta de autoridade. Essas pessoas não fazem a mínima ideia do ambiente que se vive numa escola. Aconselho-as a verem o filme A Turma". No último boletim, o autarca Isaltino Morais dedicou-lhe um texto onde recorda a "perspicácia e apurado sentido crítico" de Luís.

Os alunos dividem-se sobre o professor, mas concordam que "era muito calado" e que "não convivia muito nem com alunos nem com professores". Uns recordam com saudade as aulas onde puderam tocar instrumentos e ver filmes relacionados com música e dança. Outros insistem que "ele era estranho" e que "não impunha respeito". Mas não negam que eram "mal comportados". "Portava-me sempre mal, mas não era por ser ele. Somos assim em todas as aulas, é da idade", reconheceu um dos alunos que tiveram mais participações por indisciplina.

Outra aluna, a única que, no fim das aulas, ficava para trás para conhecer melhor o silêncio de Luís, lamenta a partida "prematura" e arrepende-se de não ter ficado mais tempo a conversar com ele. "Tive medo do que as pessoas podiam dizer se me aproximasse. Sinto-me muito mal por não ter ajudado mais. Uma vez arrancámos-lhe um sorriso. Quando sorria era outra pessoa."



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Sábado, 06.03.10

Casal deixa morrer filho enquanto jogava online

 

Um casal de sul-coreanos deixou morrer à fome o seu bebé prematuro enquanto criava uma filha virtual num jogo online.

 

 O casal alimentava o bebé apenas de 12 em 12 horas, interrompendo por escassos momentos o jogo Prius Online, que jogavam num cibercafé, indicou a agência noticiosa Yonhap, citada pela BBC.


Um agente policial explicou à Yonhap que o casal tinha “perdido a capacidade de viver uma vida normal desde que tinham perdido os empregos”, passando todo o tempo agarrados ao jogo em questão, como forma de fugirem à realidade.

O pai, de 41 anos, e a mãe, de 25, foram detidos na cidade de Suweon, a sul de Seul, no início da semana de hoje, cinco meses depois de terem reportado a morte da filha, relata a BBC.

A autópsia revelou que a morte do bebé foi causada por um longo período de malnutrição.

O casal estava obcecado com a educação de uma criança virtual, chamada Anima, no popular jogo de desempenho de papéis Prius Online, indicou hoje a polícia. À medida que vai havendo interacção com a criança virtual, ela vai desenvolvendo as suas emoções.

 

Via Público



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Quinta-feira, 03.12.09

Ecrã preto da morte

 

A Microsoft está a investigar uma falha técnica, descrita como a "ecrã preto da morte", no sistema operacional Windows 7, avança hoje a BBC. O erro sujeita os utilizadores do sistema operacional a ver um ecrã totalmente preto após fazer o login.

De acordo com a Microsoft, a última actualização de segurança, a 10 de Novembro, estará na origem do problema, que também poderá estar a afectar o Windows Vista, XP, 2000 e outros sistemas.

A empresa responsável por reparar o problema, a Prevx, avançou que "milhões" de pessoas poderão ver o ecrã do computador a tingir-se de negro. A Microsoft aconselha as pessoas afectadas pelo problema a contactar a linha de atendimento ao cliente.

Via ionline

 



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Terça-feira, 22.09.09

 Quanto vale uma vida?

 

Será difícil escapar ao lugar comum. Quanto vale uma vida humana? Em teoria, não tem preço. O que não evita que todos os dias os tribunais se vejam obrigados a traduzi-la em euros. Se se tiver de apresentar uma referência comum, situa-se actualmente na casa dos 60 mil euros, embora a jurisprudência aponte para uma tendência de subida das indemnizações pelo direito à vida. Mas a frieza das tabelas e números extraídos de acórdãos não traduz a complexidade que se esconde atrás de cada caso. 


"É sempre difícil encontrar uma justificação para valores imateriais", sublinha o juiz desembargador Alexandre Baptista Coelho. Actualmente na área laboral, já passou pela cível e criminal e explica que a questão do valor da vida "atravessa todas as áreas do Direito". A maioria dos casos, ainda assim, diz respeito a acidentes de viação. Eurico Reis, juiz desembargador na Relação de Lisboa, considera importante que os montantes das indemnizações tenham vindo a crescer. Porque significa "o reconhecimento pela comunidade de que a vida é o valor supremo". E a partir do momento em que esse princípio é inquestionável, é "mais fácil conseguir um ponto comum de entendimento" entre o poder judicial e obter valores relativamente uniformes. 

 

Ver resto da noticia no ionline



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Quarta-feira, 16.09.09

 

 

image0022Existem coisas, que o ser humano faz, que me deixam sem qualquer outra alternativa se não gritar de indignação, com toda a força dos meus pulmões.

Se eu acho a tourada um espectáculo bárbaro, onde os touros não pediram para ali estar e no entanto, o seu sofrimento é o ponto alto de um espectáculo de massas, imaginem o que eu sinto quando vejo estas imagens num documentário e mais tarde num e-mail que me foi enviado.

Sempre tive em conta que os países nórdicos eram países civilizados e muito racionais. Que evoluíram do Vikings e se tornaram nas civilizações mais pacíficas e organizadas do planeta, mas quando me identificam este local como sendo a Dinamarca, tenho logo que pensar, que algo vai muito podre naquele reino.

image0011Numa determinada altura do ano, o mar,  numa pequena aldeia piscatória na Dinamarca,  mais precisamente na Ilha Faroé, fica vermelho. No entanto não é devido a efeitos especiais, ou a qualquer outro fenómeno climatérico estranho e sem explicação. Deve-se à crueldade com que os seres humanos (supostamente seres racionais e civilizados) matam centenas dos famosos e inteligentíssimos Golfinhos Calderon, também conhecidos comoGrampus Griseus e Golfinho-de-Risso.  

image0033Isto acontece ano após ano e participam deste massacre, maioritariamente,  jovens homens. Por quê? Porque supostamente, através deste acto irracional, os mancebos demonstram que  atingiram a idade adulta e que não podem mais ser considerados crianças.

 

 

 

A verdade é que todos participam deste triste espectáculo: os que image0066vão lá para assistir; os que vão para matar; os que organizam; os que incitam; nós que nada fazemos para terminar com este bárbaro costume.

O golfinho Calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, aproxima-se do homem, com o exclusivo objectivo de interagir e brincar. Os golfinhos são uma espécie que mesmo em liberdade, tal como os animais domesticados, gostam de brincar e travar amizade com os humanos.  

image01010Mas o que mais me repugna é a forma lenta e cruel com que ele são mortos. A forma como o fazem, não os mata instantaneamente. Estes cetáceos são cortados diversas vezes, com ganchos grossos. Segundo parece, o som que os golfinhos lançam no ar, nesse momento é estridente e, confiando em relatos de pessoas que já observaram tal barbárie, assemelha-se muito ao choro de um recém-nascido. 

image0077O processo repete-se as vezes necessárias e, durante todo esse tempo de tentativas, o golfinho sofre e não existe qualquer tipo de compaixão. Este dócil ser, sangra, lentamente, e sofre com as dores provocadas pelas feridas enormes, até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue.  

No fim da matança, os  Heróis, passam, finalmente, a ser adultos. image0099Homens racionais e prontos para as adversidades do dia a dia, uma vez que a sua maturidade, ficou, inequivocamente comprovada, através desta exaustiva demonstração.

Creio que já existe demasiada violência no Mundo, para que seja necessário continuar a compactuar com este espectáculo triste e deplorável.

Está na hora de fazermos algo, a mais não seja, denunciando este filme de terror a todos aqueles que ainda não tenham conhecimento.

Talvez assim, seja possível criar uma onda de indignação que comova o governo Dinamarquês e o demova de continuar a tolerar image0055este genocídio (sim utilizei a palavra genocídio para a morte de uma espécie animal, porque para mim, todos os que habitam o planeta merecem ser tratados de igual forma: todos merecem respeito, todos merecem viver em paz)

 

 

 

 

 

 

Nota: caso queiram saber as características científicas deste lindo animal, aquiestão:

Nome Cientifico: Grampus griseus

Características: É relativamente fácil identificar golfinhos de Risso no mar, em particular quando são mais velhos. Parece que foram "atacados pela artilharia"., com cicatrizes corporais extensivas causadas pelos dentes de outros golfinhos de Risso e, em menor escala, por confrontações com lulas.

A sua cabeça é arredondada e não possui bico. Este golfinho pode medir entre 3,60 a 4m de comprimento.

O corpo tem tendência  a clarear com a idade, se bem que haja grandes variantes entre indivíduos: os adultos podem ser quase tão brancos como golfinhos-brancos ou tão escuros como baleias-piloto.

À distância, a barbatana dorsal alta pode induzir momentaneamente à confusão com orcas fêmeas ou jovens ou roazes-corvineiros.

O golfinho de Risso tem um sulco frontal no centro da testa, correndo do espiráculo ao "lábio" superior; é visível de perto e é peculiar a esta espécie.

Por vezes vêem-se golfinhos de Risso agrupados com outras espécies de golfinhos e com baleias-piloto.

Barbatana Caudal

Cabeça de Animal Velho

Comportamento: Sabe-se que os animais jovens saltam; os animais mais velhos têm tendência para dar meio-salto, batendo depois com o lado da cabeça na superfície.

Por vezes eleva bem a cabeça para "espiar", ficando as barbatanas peitorais expostas.

Pode dar "batimentos caudais e peitorais" e faz surf nas vagas.

É raro "acompanhar à proa", mas pode nadar ao lado de um navio ou no seu rasto.

É típico mergulhar durante 1 a 2 minutos, depois sobe e respira uma dúzia de vezes com intervalos entre 15 e 20 segundos; pode ficar debaixo de água até 30 minutos.

Barbatana caudal pode aparecer acima da superfície quando mergulha.

Às vezes nada "saltitando".

Pode emergir para respirar num ângulo de 45º.

Quando caçam, os grupos estendem-se por vezes numa longa linha. Alguns são grupos muito tímidos, mas outros deixam-se aproximar.

Distribuição: Bastante abundante, a distribuição é ampla. Prefere as águas profundas do largo, mas pode ser visto perto da costa em volta de ilhas oceânicas e onde haja uma estreita plataforma continental.

Na Grã-Bretanha e Irlanda, maioria dos registos dentro dos 8 km costeiros. Nos EUA, encontrado sobretudo perto do extremo da plataforma.

Presente durante todo o ano na maior parte da área, apesar de poder haver um movimento sazonal costa/largo em algumas áreas.

Encontrado por vezes em regiões mais frias durante os meses de Verão.

Alimentação: cefalópodes, por vezes peixes.

http://www.golfinhos.net/pt/portal/especies/familia-dos-golfinhos/golfinho-de-risso.html

 

Via 30 Dias para

 



publicado por olhar para o mundo às 08:00 | link do post | comentar

Sexta-feira, 26.06.09

Michael Jackson, o Rei da Pop

 

 

Michael Jackson, o “Rei da Pop”, morreu aos 50 anos, vítima de uma paragem cardíaca. Ao início da tarde de ontem (horário da Califórnia) os serviços de emergência médica foram chamados à sua residência para socorrer o cantor, aparentemente em paragem respiratória — poucas horas mais tarde, já a partir do hospital universitário UCLA, para onde foi transportado, surgia a confirmação da morte.


Aparentemente, o músico terá sofrido um colapso em casa. Foi socorrido por uma equipa de paramédicos, que o encontraram sem pulso e não lograram reanimá-lo. Segundo as autoridades, chegou ao hospital em estado de coma profundo e foi pronunciado morto. Desconhece-se qual seria o seu estado de saúde antes do episódio fatal. Uma autópsia foi já marcada e deverá ocorrer ainda na sexta-feira.

A música de Michael Jackson marcou de forma indelével os anos 80 e influenciou toda uma geração de músicos. O seu álbum “Thriller”, lançado em 1982, é um ícone da música pop e continua a ser o disco mais vendido da história da música. E os vídeos que acompanharam os seus sucessos transformaram a indústria, abrindo a porta ao sucesso dos canais televisivos musicais como a MTV.

A carreira de Michael começou precocemente, acompanhando os seus irmãos no bem sucedido grupo “Jackson 5” logo aos cinco anos de idade. A sua canção “I want you back” está entre as melhores melodias da pop. Aos treze anos, e enquanto ainda actuava com os irmãos, iniciou a carreira a solo. 
Depois de se rebelar contra a Motown, aos 17 anos, Michael enveredou para um som disco. Era a transição para a idade adulta e para a independência — com Quincy Jones como produtor, “Don’t Stop ‘Til You Get Enough” projectou Jackson para o topo das tabelas.

Com “Thriller” — o disco mais vendido da tabela americana durante 37 semanas consecutivas — e “Bad” tornou-se o músico mais famoso do mundo.

Michael Jackson foi por duas vezes reconhecido no “Rock’n Roll Hall of Fame” e venceu 13 Grammys. O seu trabalho humanitário — foi o responsável pelo “single” de ajuda a África “We Are the World” — foi reconhecido pelo Presidente Ronald Reagan.

Tão espectacular como o seu fulgurante sucesso foi o seu colapso: há doze anos que Jackson se mantinha afastado dos palcos.

A sua vida quotidiana, misteriosa e excêntrica, foi motivo de especulação durante décadas — alegadamente, Jackson dormia numa câmara de oxigénio, tratava o chimpanzee Bubbles como seu filho e queria transformar o seu rosto numa cópia do de Diana Ross, que idolatrava. O músico morava em reclusão num rancho chamado “Neverland”, uma propriedade de dez quilómetros quadrados que mais parecia um parque de diversões — e que esteve recentemente em hasta pública.

A sexualidade de Jackson também sempre foi motivo de especulação. O músico casou por duas vezes: a primeira das quais com Lisa Marie Presley, a filha de Elvis, o “Rei do Rock n’ Roll”, e depois com a sua enfermeira Deborah Rowe, mãe dos seus dois filhos mais velhos. A identidade da mãe do seu terceiro filho não é conhecida.

Os filhos, sempre escondidos das objectivas dos paparazzi por densos véus de cores escuras têm 12, 11 e seis anos e nomes bizarros: Prince Michael Joseph Jackson Jr, Paris Michael Katherine Jackson e Prince Blanket Michael Jackson II.

Michael Jackson admitiu publicamente ter-se submetido a várias cirurgias plásticas e ter lutado contra dependências de comprimidos e estupefacientes. Um controverso documentário realizado pela britânica Granada Television, em 2003, deixava implícitos vários casos de abuso sexual de meninos que Jackson acolhia no seu rancho e dormiam na sua cama.

 

Ver o resto da noticia no Publico



publicado por olhar para o mundo às 07:36 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 04.06.09

 A morte passou ao lado

Acho que ninguém que estava naquele voo vai esquecer a cara do piloto", diz Maria Stuart (nome fictício), com os olhos a nublarem-se de lágrimas. "Sei que sem querer driblei a morte num combate desigual. Não canto vitória porque é uma alegria triste. Duzentas e tal pessoas morreram num voo que podia ter sido o meu", diz António Barroso, entre o peso e o alívio de quem escapou à morte.


António Barroso, jornalista, 39 anos, e Maria Stuart, advogada de São Francisco, com 55, não se conheciam até anteontem. Encontraram-se numa mercearia do Bairro Alto e descobriram a mais inesperada coincidência: são ambos sobreviventes de desastres de avião. Estão unidos por duas datas de calendário: 31 de Maio de 2009 e 15 de Janeiro de 2009. Ela estava no voo da U.S. Airways que amarou nas águas gélidas do rio Hudson, ao largo de Manhattan. Ele entrou no voo da Air France que fazia a ligação entre o Rio de Janeiro e Paris às 16h20, hora do Rio. Duas horas e quarenta minutos separaram-no do fatídico voo 447 que desapareceu no Atlântico.

Quando chegou ao aeroporto Charles de Gaulle, António Barroso tomou o pequeno-almoço e leu o "L'Équipe" para saber quem tinha vencido a Taça de Portugal. Pouco depois, recebeu o telefonema: "Estás bem, estás vivo?" Franziu as sobrancelhas. Estava bem e à sua volta tudo parecia normal. "Estão aqui a dizer na televisão que o avião da Air France desapareceu dos radares", explicaram do outro lado da linha. António, que fala sem parar, ficou sem fala. "Então eu fiz a carreira da morte, no autocarro anterior? Porra! Podia ter sido eu?" 

Só então começou a perceber os sinais. Os assistentes da Air France não largavam os walkie-talkies, os sorrisos tinham desaparecido. Horas antes, no aeroporto António Carlos Jobim, olhara para o ecrã com as informações de embarque e concluíra que podia ter desfrutado de mais duas horas de praia em Ipanema: havia outro voo duas horas mais tarde. Depois do telefonema, arrependeu-se do que pensara. 

SILÊNCIO Maria Stuart soube logo que um dos motores tinha deixado de funcionar. "Houve um estrondo. E depois silêncio. Esmagador..." Lembra-se de olhar para o relógio por cinco longos minutos. Depois vieram as palavras do piloto, que ainda consegue reproduzir de cor. "Preparem-se, vamos despenhar-nos. Descalcem-se, vistam os coletes e mantenham a calma que vou tentar salvar a vida de todos nós." O avião começou a descer aos solavancos, "como se houvesse poços de ar muito fortes" e "as coisas começaram a cair. Depois, um bum e um splash enorme."

Maria Stuart conseguiu nacionalidade americana por serviços prestados à justiça e naquele voo usava passaporte americano. Por isso não se soube que havia uma portuguesa a bordo do A320. Meses depois, afirma com frieza: "Passei a acreditar que quando chega a nossa hora não importa onde estamos." 

Ainda se corresponde com passageiros daquele avião. "Criou--se uma relação muito forte, apesar de ter sido um encontro breve." Tal como Maria, António vai guardar religiosamente o bilhete do lugar 16-A, junto à janela, junto a outras relíquias - fotos com entrevistados, autógrafos dos seus heróis. E não é tudo o que guarda daquele dia: "O som dos 20 sms quando ligo o telemóvel, em Portugal, vai comigo para o túmulo."

OS ÚLTIMOS MINUTOS Segundo informações avançadas ontem pela imprensa brasileira, nos minutos que antecederam a queda no Atlântico, o avião da Air France terá emitido vários sinais de alerta de problemas técnicos. As mensagens terão sido enviadas durante quatro minutos e apontam para que o avião tenha entrado em queda livre até ao mar. Mas a confirmação desta teoria só poderá ser feita quando forem descobertas as duas caixas negras do Airbus. A operação de resgate está, no entanto, a ser encarada pelas autoridades brasileiras como bastante complicada, devido à pro- fundidade a que deverão estar. 

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 13:33 | link do post | comentar

Domingo, 22.03.09


Jade Goody morreu esta madrugada, depois de uma vida sem sentido, depois de uma fama feita pelo voyeurismo da sociedade em que vivemos, morreu. Não sei se um destes dias iremos encontrar algures por aí o vídeo da sua morte, mas o certo é que a sua morte serviu para chamar a atenção para o cancro e fez com que muitas mulheres tenham feito o rastreio, depois de uma vida sem sentido... uma morte com sentido? Paz à sua alma


publicado por olhar para o mundo às 14:03 | link do post | comentar

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