Sábado, 21.04.12

 

Por mais que o homem se esforce para descobrir as zonas erógenas da parceira, somente ela sabe a maneira certa de ser estimulada para atingir o orgasmo. O problema é que muitas mulheres, literalmente, não se tocam, seja por vergonha ou por educação repressora, e é justamente essa falta de conhecimento do próprio corpo que atrapalha na hora do sexo.

 

A mulher que não se estimula, conforme a psicóloga clínica e sexóloga Maria Lúcia Beraldoexplica, se torna refém, incapaz de conduzir a situação para o que lhe for mais favorável.

 

A experiência sexual neste caso acaba sendo muito genitalizada, voltada para a penetração. "Assim, a mulher tende a cometer três enganos: cria expectativas excessivas em torno da penetração, ancora sua satisfação na competência sexual do parceiro e acaba definindo o orgasmo como algo ‘que rola’, o que não é verdade. A mulher deve fazê-lo acontecer", diz.

 

Entre as possíveis consequência dessa falta de autoconhecimento estão a anorgasmia (dificuldade de orgasmo) e a diminuição da excitação pela perda da concentração. "Neste processo, ela poderá ficar impaciente, fingir o orgasmo ou interromper o ato. Com o tempo, a dificuldade de orgasmo pode acarretar na falta de libido, que é outra disfunção sexual", alerta a sexóloga. "As mulheres que não se tocam possivelmente tiveram a relação com o seu corpo e sensualidade inibida, não tocam livremente seus parceiros, não demonstram o seu interesse sexual e não expressam suas fantasias ou ouvem as do outro, independente de querer realizá-las ou não", completa.

 

Uma brincadeira para incentivar o parceiro a encontrar suas zonas erógenas pode ser interessante, mas Dra. Maria Lúcia pensa que a iniciativa tem sua função equivocada quando a mulher confia somente no toque do outro para saber de si. "Ela fica dependente do parceiro. Porém, quando o relacionamento não dá certo, mas a parceira sabe o que gosta e como gosta, poderá ser feliz sexualmente com outra pessoa, pela qual tenha atração, e poderá fazer as coisas que ela sabe que aumentam a sua própria excitação e que potencializam o seu desejo e prazer", garante.

 

O caminho do autoconhecimento, segundo a sexóloga, é a masturbação, principalmente o toque no clitóris, pois é ele quem desencadeia o orgasmo durante a penetração. Há algumas posições de penetração, cujo estímulo é direito, que podem levar ao orgasmo. "A partir da masturbação a mulher descobre como gosta de ser tocada, orienta o parceiro, toca-se usando as mãos dele, sem culpa ou medos", diz.

 

E orienta: a mulher precisa pensar mais em sexo durante o dia e aprender a gostar de sexo e não só do ato. Para isso, deve libertar sua capacidade de sentir prazer a partir dos órgãos do sentido. "Preste mais atenção no gosto das coisas que come, no prazer de tocar coisas com texturas diferentes, em ouvir uma música agradável. É importante aprender a focar, pois isso permite ampliar a resposta dos sentidos. Estes devem ser explorados ao máximo a partir das coisas banais do dia a dia", explica Dra. Maria Lúcia.

 

Se o parceiro não estiver focado apenas no próprio prazer, pode estimular a mulher a se tocar, criando fantasias e situações que possa inserir muito toque antes da penetração. "Ele pode pedir que ela se toque para ele ver! Nem precisa ser direto no clitóris, mas ir aumentando a sensualidade dos toques dela aos poucos", sugere a psicóloga. Se a parceira for muito rígida, o homem pode apontar isso, mas sem fazê-la se sentir culpada ou inferior. Com jeitinho, ele a ajuda a encarar a situação ou a procurar ajuda profissional.

 

Apesar de vários tabus sobre o tema terem caído por terra, Dra. Maria Lúcia afirma que a proporção de mulheres que ainda encontram barreiras para se conhecerem sexualmente não é a mesma das gerações anteriores e que essa inibição persiste porque hoje se superestima o sexo e se subestima a sexualidade. "Se os pais não tiverem como dar conta das questões sexuais de seus filhos, devem rever seus conceitos e sua própria história, mas não se abster ou reprimir excessivamente. A masturbação, por exemplo, é um processo de autodescoberta incrível, mas muitas pessoas ficam confusas em relação a isso", comenta.

 

A sexóloga diz ainda que ao ver uma criança se masturbando, dependendo da idade, o melhor é distraí-la e mudar o foco, para que ela entenda que essa prática é muito pessoal. "O que não se deve é espancar, falar que Deus está vendo, que o anjo da guarda vai embora, que ninguém vai respeitá-la. Isso mina a sensualidade e desperta a culpa, apesar de não aplacar o desejo", diz. "Nós, mulheres, temos que agir para que nossas próximas gerações não continuem reféns de fantasmas que elas já aniquilaram. O prazer que sentimos é o prazer que nos permitimos. Somos no sexo aquilo que somos diante da vida."

 

Via Viladois



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Terça-feira, 07.06.11

Masturbação aprimora o prazer sexual e faz bem ao corpo

 

A palavra masturbação deriva de manustupração (manus = mão e stupratio = ação de sujar, macular, manchar. Ou do latim masturbatio, ou talvez do grego mastropeuein que significa prostituir.

 

"A masturbação é sempre muito carregada de culpa e medo. Mas essa prática pode ser muito benéfica ao corpo, ao prazer e à própria sexualidade das pessoas"

 

É importante saber que não existe nada de verdadeiro nos mitos de que a masturbação possa ocasionar doenças físicas, dor de cabeça, ou que venha a causar miopia, pelo na mão, espinhas, loucura...

Essas histórias de doença, sujeira e pecado começaram há muito tempo atrás, lá em Israel séculos antes de o Cristo chegar. Naquela época, Israel era um povo que necessitava fortalecer fronteiras, pois estavam em meio a povos politeístas que adoravam Deusas e Deuses altamente sexuados, e eles eram monoteístas, adoravam um Deus único, macho, e tinham a crença na origem do mundo como sendo fruto de um sopro divino.

Nessa época, a sexualidade deixou de ser vivida como algo sagrado e todas as práticas sexuais que não propiciassem a procriação passaram a ser reprimidas e passíveis de punição.

Aí começa uma grande repressão às práticas homossexuais e à masturbação. Ainda hoje encontramos uma série de mitos que muitas pessoas, apesar das descobertas científicas, ainda tendem a acreditar ou a temer que possam ser verdadeiras. Aqui vão elas:


Oito mitos sobre a masturbação


1ª) Pessoas casadas não se masturbam
2ª) Você pode ficar viciado na masturbação
3ª) Pessoas idosas não se masturbam
4ª) Masturbação é um sinal de homossexualidade 
5ª) Masturbação é para pessoas que não tem parceiros 
6ª) Excesso de masturbação faz com que o homem fique com falta de esperma 
7ª) Masturbação é sinal de doença emocional
8ª) Masturbação é sinal de que a pessoa é incapaz de manter relações sexuais


Prática da masturbação é benéfica 


Como podemos ver, a masturbação é sempre muito carregada de culpa e medo. Mas essa prática pode ser muito benéfica ao corpo, ao prazer e à própria sexualidade das pessoas.


Aproveite!


Entrar em contato com o seu corpo através da masturbação, é uma das maneiras de estimular o prazer e a própria sexualidade; não restringindo esse momento a uma erotização só no pênis e vagina.

Os homens têm uma focalização das sensações eróticas no pênis, não só nos momentos de masturbação, mas também na hora da transa. Aprender a acariciar seu corpo, descobrir novas sensações, nesse grande órgão de prazer que é a sua pele, pode ser uma atividade muito satisfatória. Aliás, esse é um exercício que muitas vezes temos que recomendar em terapia sexual para pessoas que têm pouca intimidade com o próprio corpo, descobrir novas sensações e prazer.


Hora do banho: ocasião perfeita


Você pode começar por um banho, não é aquele banho "rapidinho", aproveite esse momento, com calma, para experimentar diferentes sensações. Comece usando uma bucha vegetal, explore as sensações que você pode tirar do seu corpo. Afinal, como já disse, a masturbação não precisa envolver só a genitalia e, quanto mais você aprender a sentir seu corpo, mais prazer vai poder tirar desse momento de intimidade. Explore a região do ventre, a parte de trás das coxas, nádegas, ombros, pescoço, ou a região peitoral. O grande prazer é de descobrir as sensações do corpo todo. Aproveite a sensação de enxaguá-lo e sinta a água cair.


Continuando...

 

Passe no corpo um creme. Pode ser um hidratante que você goste. Nos dias mais frios, um óleo tem um toque mais agradável (pode ser esses óleos bifásicos ou um óleo de amêndoas). Há ainda aqueles que preferem o toque do talco.

Use e abuse desses momentos para sensibilizar seu corpo e não restringir a prática da masturbação a um exercício localizado na região genital, mas para aprender a desfrutar do seu corpo como um todo. Divirta-se!

Via UOL


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Sábado, 09.04.11

Orgasmo clitoriano x vaginal

 

Pesquisas revelam que não existe diferença entre o orgasmo produzido pela estimulação da vagina e o produzido pela estimulação do clitóris.

 

Assim, o orgasmo pode ser alcançado pela manipulação ou fricção do clitóris namasturbação e no sexo oral (não dependendo da penetração), pela penetração na vagina e por uma combinação de penetração e fricção do clitóris.

 

Cada mulher deve seguir o seu caminho. Oprazer sexual varia de um prazer para o outro, dependendo de como os dois se encaixam fisicamente, e também na posição usada na hora do ato sexual. O pênis em geral recebe estímulo direto, ao passo que o do clitóris é indireto, no momento da penetração. Para algumas mulheres, esse estímulo indireto é suficiente para excitá-las e fazê-las chegar ao orgasmo, mas para outras, é preciso um estímulo adicional, isto é, estímulo direto da área clitoriana na hora da penetração.

Mesmo que muitas mulheres necessitem desse estímulo, há muitas que pensam, assim como os parceiros, que isso é anormal ou errado. A maioria das mulheres são ensinadas que a vagina é o seu órgão sexual básico, sua maior fonte de prazer sexual. Em geral, em nossa sociedade, as mulheres não sabem o que é o clitóris, onde ele se localiza ou para que existe. Assim mesmo que o clitóris seja muito mais sensível que a vagina, sua existência tem de a ser ignorada no desenvolvimento sexual da mulher. A mensagem que em geral recebemos, é que o clitóris não tem importância nenhuma para uma boa relação sexual, e que se nós gostarmos das sensações clitorianas é porque existe algo errado em nós.

Compreenda que, ao deseja estímulo no clitóris durante a relação amorosa, você está apenas pedindo o mesmo tipo de estímulo que dá prazer ao parceiro durante o ato sexual porque, nesse momento, ele recebe estímulo na área mais sensível de seu pênis (glande). Portanto, é natural que você também receba estímulo direto em seu clitóris, por ser sua área mais sensível.

Na ocasião em que você não desejar esse tipo de estímulo adicional durante o ato, é bom que você se deixe excitar bastante, antes de começar a penetração. Uma maneira que muitos casais descobriram de provocar o orgasmo durante o ato sexual é a seguinte: depois que a mulher fica bem excitada - quase a ponte de ter o orgasmo - o homem começa a penetração, fazendo movimentos bem rápidos ou fortes e profundos. A mulher, então, dirige com as mãos o ritmo e a profundidade dos movimentos do parceiro.

Se você ainda sente que gostaria de experimentar um orgasmo sem precisar sempre de um estímulo manual, experimente o seguinte: fique bem excitada com outras formas de estímulo ( manual, oral, masturbatório), e, depois da penetração, diga ao parceiro, quais são os movimentos dele que mais a agradam. Fique numa boa posição, na qual você possa usar as mãos para conduzir os movimentos dele e, ao mesmo tempo, deixe livre o seu quadril para movê-lo de acordo com suas necessidades.

No começo, você poderá perder um pouco da excitação, durante os breves segundos em que trocar o estímulo direto pelo indireto no instante da penetração. Não se preocupe com isso, porque uma vez tendo chegado e permanecido por algum tempo num nível de alta excitação, o corpo leva um tempo bem maior, para voltar a um ponto de não excitação. Assim, pode ser que você sinta que a excitação foi embora, mas na realidade o seu corpo ainda está excitado.

Outra forma de você conquistar prazer diretamente com o estímulo da penetração é, primeiro, chegar a um nível bem alto de excitação estimulando o clitóris. Quando estiver bastante excitada, bem perto do orgasmo, interrompa o estímulo adicional e, mais uma vez, conduza os movimentos do parceiro, para que o vaivém dele a estimule melhor da melhor forma possível. Se isso der certo, para você, com o correr do tempo, vá deixando de lado o estímulo manual, cada vez mais no começo da relação. Com o tempo, você aprender a ter um prazer maior só com a penetração, embora, sempre você poderá querer e precisar de algum estímulo de toda a região clitoriana, no começo.

Decida o que você quer. O prazer é seu. Você é quem decide. Não importa qual é o estímulo, direto ou indireto, se o orgasmo é vaginal ou clitoriano. O mais importante é dar e receber prazer. Aceitar os desejos sexuais do outro, quaisquer que sejam.

 

Via Vila Mulher



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Sábado, 26.03.11

Masturbação: vença o último tabu

 

 

Rodeada ainda de preconceitos, a masturbação feminina é também uma forma de quebrar a rotina sexual do casal

  

Não, não faz mal à saúde. Não, não é viciante. Não, não substitui o prazer a dois. A masturbação no feminino é, acima de tudo, uma forma da mulher conhecer melhor o seu corpo e os seus pontos erógenos. Por outro lado, não tem de ser um acto solitário, mas tem espaço no âmbito da vida do casal.


A visão do corpo feminino desperta nos homens o desejo e a volúpia. E, apesar de alguns terem pudor em reconhecer, o facto de verem a mulher que amam a acariciar-se a si mesma é uma imagem que os excita mais ainda. Por isso, proporcione-lhe essa pequena prenda, atingindo o prazer sem a sua ajuda. Além disso, é uma forma de combater a rotina, bem como uma 'ajuda' extra quando o seu parceiro está muito 'cansado'. Porque não se atreve a experimentar?

 

Via Activa



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Quinta-feira, 17.03.11

Masturbação também é assunto de Mulher

 

Adultos pensam coisas ruins quando ouvem a palavra masturbação. Pensam em suas vidas adultas e em seus conflitos sobre a sexualidade, e em específico a autoerotização. Adultos não pensam nas crianças e adolescentes tendo uma sexualidade. Compreendem que elas não podem ''ter sexualidade'', porque adulto pensa que ''ter sexualidade é igual ter sexo'', e fazer sexo não é para crianças e adolescentes. 

Isto é muito mais negativo para com as meninas. Elas são desestimuladas a tocarem-se com finalidades eróticas e sexuais. A vigília é maior contra elas. Mas como uma mulher adulta desenvolve a sexualidade? Como é que uma mulher adulta aprende a sentir prazer? 

Desenvolver a sexualidade e aprender a sentir prazer inicia-se na infância. E a maneira mais natural é através do treino da auto-percepção. É tocando-se, com frequência, o corpo todo, que uma criança e depois um adolescente aprende como são os caminhos do prazer adulto. 

Ser criança e ser adolescente são fases de preparo para sermos adultos. Aprendemos como agir e como fazer coisas para sermos adultos úteis. O que não aprendermos faltará na vida adulta. 

Pela curiosidade individual, crianças e adolescentes podem aprender como reconhecer as sensações que conduzem ao prazer sexual. A maneira de se aprender é tocar o corpo todo, muitas e muitas vezes, aprendendo como as sensações táteis, físicas que precisam ser provocadas e se associam a emoções e pensamentos. Estas associações não acontecem de uma única vez, numa única oportunidade. Precisa haver um treino, e este treino precisa de muito tempo, e ocorre ao longo de alguns vários anos. 

As mulheres adultas que tem mais facilidade em ter orgasmos são as que puderam ter este treino desde infância, e em especial na fase da adolescência. 

Meninas precisam saber que podem e devem aprender como as partes do corpo trazem sensações de prazer. São os adultos, pais e mães que precisam apontar estas possibilidades para as filhas. Esta responsabilidade é enorme e extremamente importante para a vida sexual das filhas quando adultas. 

Pais também devem mostrar que existem normas e regras que protejam suas filhas. Privacidade e respeito à privacidade dos outros são pontos importantes. A autoerotização deve ser feita em privacidade, provavelmente no banheiro ou no quarto, fechados, para permitir liberdade de pensamento, sem preocupações. Afinal, uma atividade de cunho sexual precisa de privacidade e deve ocorrer sem sentimentos ou pensamentos negativos. Ou o desempenho sexual adulto será comprometido. 

Pais e mães: precisamos pensar em como facilitar que as filhas cresçam para serem adultas sexualmente adequadas. Muitas mulheres adultas têm suas dificuldades sexuais e talvez isso ocorra pela falta que meninas têm de se conhecerem e treinarem os corpos para reconhecerem as sensações de prazer tátil que podem aprender sozinhas. 

 

Via Bonde



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Sábado, 29.01.11

Sexo e gravidez, a sexualidade

 

A barriga cresce, o desejo flutua e as dúvidas da mulher – e do seu parceiro – na cama começam a se multiplicar. Tudo absolutamente normal. O importante é saber que essa mudança radical não é um empecilho para o prazer debaixo dos lençóis. Veja como manter essa chama acesa ao longo da gestação.

 

Sexo na gravidez. Muita coisa muda. Não é só a mamãe que fica confusa com tanta sensação nova. O papai também tem dificuldade para lidar com essas novas informações que acontecem nessa etapa da vida do casal.

 

As transformações acontecem desde o início da gravidez, tanto no corpo como na mente. Os hormônios jogados no corpo da mulher a deixam com sensações que podem diminuir a libido e a vontade de fazer sexo. É comum ela sentir náuseas, vômitos, cansaço e seios doloridos. A mais nova mamãe pode achar que fazer sexo pode prejudicar o bebê ou mesmo ocasionar um aborto.

 

Já o papai pode ter a sensação de ser o "protetor", olhando a sua mulher como mãe e não mais como amante, se afastando sexualmente dela para protegê-la e não prejudicar o bebê. Agora, se com o papai está tudo bem em fazer sexo com sua mulher grávida, mas ela ainda não quer, saiba que carinho, atenção, paciência e diálogo são fundamentais nesse período.

 

Corpo em ebulição - Já no segundo trimestre da gestação, as sensações incômodas que aconteciam no início cessam e a libido da mulher volta ao normal ou mesmo pode aumentar ainda mais, como relatam algumas mulheres. A região da vagina está sensível por causa da maior vascularização da região e é um dos motivos do apetite sexual aumentar.

 

Se o papai ainda tem algumas dúvidas em relação ao sexo, a mamãe pode tentar aos poucos mostrar para ele que o sexo na gravidez é bom e não prejudica o bebê.

 

Se o papai não tinha "neuras" e agüentou pacientemente os enjôos e vômitos da mamãe passarem, a hora é agora para aproveitar o aumento da libido da mulher e ficar "nas nuvens" com os novos peitos da sua amada que estão maiores. Só cuidado com eles, pois a sensibilidade está maior e pode doer mais facilmente.

 

Gangorra - A libido pode voltar a diminuir no último trimestre da gravidez; a barriga já está grande e incômoda, o cansaço volta, as dores da coluna aumentam e a mulher pode não estar satisfeita com o seu corpo e peso, achando que seu companheiro não a acha mais atraente.

A preocupação em machucar o bebê na penetração volta e o medo do orgasmo em ocasionar um parto prematuro também são motivos para evitar o sexo. Sexo não prejudica o bebê e não acarreta parto prematuro.

 

Muitos homens acham que sua mulher grávida é uma das coisas mais atraentes que existe. Outros têm medo de que seu pênis machuque o bebê na penetração. Outros não sabem que posição fazer sexo com aquele barrigão da sua mulher.

 

Sexo é muito bom durante toda a gravidez. Fortalece os músculos do períneo que ajudam na hora do parto, deixa a mamãe feliz e relaxada, e o bebê sente tudo o que a mamãe sente. Se a mamãe está feliz, o bebê está bem. A cumplicidade do casal pode aumentar.

 

Dicas


Conversa é tudo. Homem e mulher devem colocar o que sentem para que tudo caminhe com cumplicidade e entendimento com os sentimentos do outro.

 

Sexo é bom desde que não seja uma obrigação. Às vezes, um beijo ou um simples carinho vale mais que tudo.

A penetração não prejudica o bebê que está protegido por uma bolsa de água que amortece qualquer contato.

 

 

Via Sexo More Info

 



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Domingo, 10.10.10

Sexo sem complexos

 

Que a masturbação causa cegueira, que a sexualidade da mulher termina com a chegada da menopausa ou que o sexo ral causa cancro são coisas em que já (quase) ninguém acredita. Os complexos estão a evaporar-se e é agora a criatividade a entrar na cama dos americanos. O maior estudo dos últimos 20 anos sobre práticas sexuais da população dos EUA revela, entre outras coisas, que o número de mulheres que pratica sexo nal duplicou desde 1988, mais de metade das mulheres se masturbou nos 90 dias que antecederam o inquérito e 88% dos homens já fez sexo ral a uma mulher. 

A pesquisa, conduzida por investigadores da Universidade do Indiana e publicada no "Journal of Sexual Medicine", centrou-se num inquérito a quase seis mil pessoas, entre os 14 e os 94 anos. Embora o último estudo sobre sexo tenha sido feito nos Estados Unidos há 20 anos, este já é apontado como o mais revelador do comportamento sexual da população americana desde os dois relatórios Kinsey (1948 e 1953). O inquérito foi feito via online, para permitir que os inquiridos se sentissem menos inibidos e dessem respostas mais honestas.

"A penetração vaginal ainda é o acto sexual mais comum" entre os adultos americanos, conclui Debby Herbenick, do Centro para Promoção da Saúde Sexual da Universidade do Indiana. No entanto, os "resultados demonstram que há muito mais variedade no repertório sexual", acrescenta o investigador. 

Os adultos descreveram mais de 40 combinações de práticas sexuais nas últimas vezes que fizeram sexo. Entre os homens com idades entre os 25 e os 29, 6% admite ter experimentado cinco técnicas - penetração vaginal, masturbação, masturbação a dois, sexo ral e sexo nal - da última vez que dormiram com alguém. Do lado das mulheres, 16% das que têm idades entre os 18 e os 24 confessa ter experimentado quatro dessas cinco técnicas num só encontro. Curiosamente, 8% das mulheres entre os 50 e os 59 dizem o mesmo. 

O sexo ral também deixou de ser tabu: 69% dos homens inquiridos dizem que o fizeram no último ano e mais de metade das mulheres confirma-o. 

A relação descomplexada com o sexo nal é, para os investigadores, um dos maiores sinais das mudanças na mentalidade americana nas últimas duas décadas. Se um estudo de 1988, da Universidade de Chicago, sugeria que apenas 12% das mulheres entre os 25 e os 29 tinham experimentado sexo nal no último ano, esse número agora cresceu para 21%. E ascende mesmo aos 45% quando se trata de ter experimentado sexo nal pelo menos uma vez na vida. 

Embora só 7% dos homens e mulheres inquiridas se assumam homo ou bissexuais, quase 15% das mulheres na casa dos 30 confessa já ter feito sexo ral a outra mulher. 

As contradições surgem no plano da satisfação sexual: o número de mulheres que atinge o orgasmo, afinal, não corresponde ao número de orgasmos que os homens pensam proporcionar. Quase 85% dos homens disseram que a sua parceira atingiu o orgasmo no último encontro, mas só 67% das mulheres o confirmaram.

 

Via ionline



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Quinta-feira, 09.09.10

Cidade americana proíbe calças descaidas

Imagina um lugar em que usar calças descaídas passou a ser tão condenável quanto amasturbação ou fornicação em público? Esse lugar fica em Dublin, na Geórgia, EUA.

Não é anedota. O presidente da Câmara da cidade norte-americana de Dublin, no estado da Georgia, deverá assinar na próxima terça-feira uma lei proibindo o uso de calças descaídas.

De acordo com os critérios estéticos deste político o cidadão que ousar prevaricar usando calças ou saias que revelem mais do que é permitido deverá pagar 200 dólares (cerca de 150 euros) de multa.

Esta insólita lei, criada pelo pelo controverso presidente de Câmara, Phil Best, não tolerará aos cidadãos que revelem mais do que três centímetros de pele ou roupa interior, caso contrário serão julgados no mesmo enquadramento jurídicos dos atos de masturbação, fornicação e urinar em público. Apetece citar o carismático jornalista Fernando Peça: "E esta, hein?"

 

 

Via expresso



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Quarta-feira, 25.08.10

10 pontos a favor da masturbação

 

Apesar de tudo o que lhe contaram quando você era pequena e de todos os tabus que o ato possa produzir, masturbar-se é um ato natural e faz parte de uma vida sexual normal e saudável. Sozinha, ou com seu parceiro, masturbar-se ajudará você a conhecer melhor seu próprio corpo e suas preferências.

 

Se você precisa de mais razões para quebrar os tabus e desfrutar esses prazeres, nós lhe damos não uma, mas dez delas:

1 - A masturbação permite explorar o próprio corpo e descobrir as sensações, gestos e carícias que mais nos excitam. Você passa a conhecer melhor suas necessidades sexuais e a melhor maneira de satisfazê-las, desfrutando com seu parceiro.

2 - A prática da masturbação tem um efeito relaxante tanto físico como emocional. O prazer libera as tensões surgidas a partir dos impulsos sexuais e ajuda a dormir, sem necessidade do uso de soníferos.

3 - Conhecer a si própria permite ter uma atitude mais lúcida e crítica a respeito do sexo.

Você pode ter orgasmos mesmo que não tenha um parceiro, mas vai aprender a distinguir o sexo do amor. 
4 - Se você não tem um parceiro fixo, pode sentir necessidade de deitar-se com qualquer pessoa para suprir suas necessidades sexuais. Ou descarregar a tensão comendo barras de chocolate. Ou ainda, masturbar-se. O ato vai ajudar-lhe a descarregar a tensão sexual riscos de saúde - ou para a sua silhueta.

5 - Durante a masturbação, você pode se concentrar em seu próprio prazer, sem ter que se preocupar com o prazer de seu parceiro.

6 - Se você sofre de alguma disfunção sexual, como a anorgasmia (dificuldade em chegar ao orgasmo), a masturbação pode ajudar a solucioná-la. Para os homens, masturbar-se antes das relações sexuais pode evitar a ejaculação precoce.

7 - Masturbar-se com freqüência vai ajudar-lhe a obter mais orgasmos e com mais facilidade. Além disso, você também vai aprender a retardá-los quando estiver com seu parceiro.

8 - O orgasmo aumenta a circulação sangüínea, combate o estresse e aumenta a luminosidade da pela. Praticar a masturbação, portanto, faz bem para a saúde e para a aparência. Também ajuda a fortalecer os músculos da pélvis.

9 - É cientificamente provado que quem pratica a masturbação tem uma vida sexual mais plena, mais sadia e mais ativa por mais tempo.

10 - Não há nada errado em dar um prazer a si mesma!

 

Via Vila Mulher



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Sexta-feira, 06.08.10

Amor de vénus

 

Acabo de ler O Anatomista de Federico Andahazi e fiquei pensando... em mim mesma como um acessório do meu clitóris!

 

Estou brincando, é um livro até passável. Mas não é erótico de maneira alguma. Quem for com essa sede ao pote vai se dar mal. Não é nem pornográfico e nem erótico; fica assim em algo difícil de definir.

Se ele coloca a jornada de Mateo na descoberta da sua América, numa solução literalmente palpável para o obscuro caráter do amor feminino, não fala sobre o obscuro caráter do amor masculino. Que parece puramente carnal, anatômico, estético.

Mas isso não me decepciona em nada. Afinal, quem nunca leu poesia na vida? (silêncio no auditório... um monte de gente com vergonha de levantar as mãos...)

Mas o que o livro me lembrou de novo foi a falta de olhar para o sexo feminino, para a genitália mesmo. O clitóris sempre esteve lá, mas nunca um homem havia se dado ao trabalho de observá-lo com cuidado, tocá-lo e ver para quê servia, menos ainda documentá-lo apropriadamente, diz o personagem masculino principal. Claro que muitas lésbicas estavam cansadas de conhecê-lo, bastava ele ter perguntado a uma e ela responderia.

O negócio é que muitas mulheres não sabem se masturbar e muitos homens não querem nem saber de aprender.

Como eu digo, um pau grande consegue suprir parcialmente qualquer incompetência, pois ele roça no clitóris e a mulher chega ao orgasmo... isto é se ele mantém a ereção por tempo suficiente.

Outros acham que meter ad eternum é o bastante e não é. E tem muita mulher que acha também e me pergunto se elas já gozaram na vida, de verdade. Um múltiplo daqueles de perder os sentidos...

Na verdade a maioria esmagadora dos homens nem sabe quando a mulher goza, ela pode fingir até os espasmos internos e ele se acha o máximo... um otário! Só que para mim ela é outra otária.

Custa o cara olhar para a vagina da mulher? Se o filho da puta não gosta de buceta, não é melhor virar viado de uma vez, ou comprar uma de plástico, contratar uma puta, sei lá?!

Tem clitóris de tudo o que é jeito, e cada um precisa de uma abordagem diferente. Alguns são maiores, e outros menores, outros mais ou menos expostos. Eu, por exemplo, gosto que se chupe vigorosamente, com a boca toda, roçando bem a língüa nele, nada de pontinha de língua, sem contato todo. Gosto de homem que se lambuza de mim.

Para a maioria das mulheres sair enfiando três dedos ou um punho enquanto chupa ou masturba é bobagem, pois a vagina por dentro tem pouca sensibilidade, é algo mais psicológico. Claro, a não ser que o homem seja muito bom no negócio e goste de explorar e tente achar um ponto específico que é mais sensível, o tal ponto G, que combinado ao clitóris, dá um orgasmo diferente e incrível.

Outra dica: dá para gozar mais de uma vez metendo, mas um múltiplo de perder os sentidos (tipo quatro vezes seguidas sem parar, ou mais), é mais fácil com sexo oral, e depois pode ser seguido de penetração, mas tem de ter a seguinte sensibilidade - o clitóris fica muito enrijecido durante e depois do primeiro orgasmo, então ao invés de lascar a língua ou o dedo nele diretamente, lamba em volta e vá aos poucos se aproximando dele até que seja suportável. Agora a mulher tem de gostar de suportar uma certa dor, pois dói mesmo. Neste ponto, colocar bolinhas tailandesas, um vibrador pequeno dentro, ou uns dois dedos é ótimo pois o espasmo é forte. Não pode deixar o orgasmo cair, que é o que normalmente acontece quando se está metendo, pois o orgasmo cai e volta, então se goza uma e duas vezes pois o homem não controla tanto quanto quando está fazendo oral. Se ele se propõe a nocautear a mulher ele pode fazê-lo, e se ela se permite ser nocauteada de prazer. No múltiplo que estou descrevendo, é algo como passar horas no pico de um orgasmo e isso é... digamos... uma porrada no cérebro! E É MA-RA-VI-LHO-SO! Não tem droga que se compare!

Se a mulher desmaiar, não se assustem meus queridos, a gente apaga mesmo. Só que tem mulher que cansa e fingue desmaiar...

Ah, eu já perdi os sentidos algumas vezes! E o melhor foi ter sido acordada com uma penetração daquelas!!!! (Nem por isso eu fiquei com esse Grande Provedor de Orgasmos...)

Às vezes o pênis, em uma posição bate nesse ponto, e é muito gostoso, mas depende da mulher.

Tem de tocar o corpo todo antes, saber erotizar a mulher. O sexo feminino é menos genital do que parece. Não temos UM órgão sexual, temos o corpo inteiro, do cérebro, à pele e finalmente a genitália, e o homem esperto captura uma mulher assim, mas se ele não tiver prazer nisso... é melhor nem começar.

Muitas mulheres gostam de homem que fala, que vai estimulando-a não apenas chamando-a de meu amor ou de cachorra, mas falando coisas gostosas que excitam a imaginação. Outras detestam isso. Sexo é química. Eu falo prá caramba!!!!

Agora, também é verdade que de tão difícil que é para tantas mulheres conseguirem gozar elas acabam se apaixonando por um homem que as fazem gozar. Confundem o prazer sexual puro com amor, e isso o Andahazi acerta. Da incapacidade do orgasmo pode nascer o amor e a paixão: não pelo homem, não pela pessoa, mas puramente pelo orgasmo, e isso não é nada.

O orgasmo pode ser físico sim, e é melhor que seja físico e afetivo, mas pode ser físico.

Tem homem que também gama em mulher que "faz de tudo", e ele é muito burro, pois está apaixonado pelo sexo e isso ele pode conseguir com outra desde que tenha diálogo, que saiba se expressar. Muitas vezes o que ele vê como paixão, tesão e orgasmo é manipulação ou uma superficialidade que não sustentam um relacionamento bom e construtivo emocionalmente. Mas ele se atira nisso e perde um tempo precioso, faz filho numa mulher filha da puta... é um terror.

Mulheres e homens se apaixonam pelo orgasmo físico, quando o orgasmo que realmente satisfaz e constrói é saber olhar o clitóris, isto é, saber olhar o corpo, a capacidade de dar e de receber e levar adiante os limites cada vez mais.

Amar a aparência é ruim, amar apenas o corpo é pior ainda.

 

Via Vila Mulher



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Segunda-feira, 19.07.10

As 10 primeiras coisas em que eles reparam

 

Claro que nem todos os homens são iguais e nem todos são atraídos pelo mesmo tipo de mulher, mas em geral podemos dizer que a primeira coisa para onde eles olham é:

- Seios - Se achavam que eles olhavam primeiro para os vossos lindos olhos para vos prescrutar o íntimo e avaliar a subconsciente e procurar indícios de alma gémea, estão a apontar demasiado lá para cima. Eles até podem passar pelos olhos, mas escorregam à velocidade da luz e só páram (quando páram) no decote. Em havendo decote, não precisa de ler o resto do artigo. Em não havendo decote, ou em não havendo decote suficientemente vertiginoso para lhes reter a atenção durante mais de dois segundos, então talvez subam (com um pequeno suspiro) em direcção aos olhos. Mas atenção: seios grandes só funcionam se a cintura for fina, se toda ela for grande, nada feito.

2 - Pernas - Há quem diga que deviam ter o primeiro lugar. Se calhar deviam. Se calhar têm. Palavras para quê.

3 - Roupa feminina - Tudo depende do que eles acham que é feminino. Basicamente, em termos de moda eles encalharam todos nos anos 80. Adoram uma mulher vestida de vermelho-fogo, com saia justa, maquilhagem à matadora, e saltos altos. E cabelo comprido, evidentemente. E loiro, evidentemente. Botas bicudas, nós amamos porque nos dão umas pernas mais compridas, mas eles odeiam, acham que vamos dar-lhes pontapés das canelas.

4 - Cabelo - Para já, odeiam cabelo curto. Desperta os fantasmas homossexuais que há neles. Gostam mais de alguma coisa onde se possam agarrar. Nós achamos que estamos despenteadas, eles acham que estamos agradavelmente selváticas. Então se se for loura, passa automaticamente para característica reparável nº1. Se não for loura, passa para nº 10 porque eles só notam que não é loura, a não ser que esteja de férias na Dinamarca. Se for loura, não interessa que seja falsa ou verdadeira, porque eles não dão por isso (não lhes interessa nada como é que o conseguimos, isso é lá connosco, só lhes interessa o facto de se ser loura). Também são incapazes de perceber se estamos ou não maquilhadas, só reparam se estamos mais giras ou menos giras. Não se sabe muito bem de onde vem este fascínio pelas louras, parece que são mais luminosas e eles sofrem todos de imensas dioptrias e dá-lhes menos trabalho assim de repente descobrir onde é que está uma loura.

5 - Altura - As baixinhas podem ser engraçadinhas mas têm logo menos poder de sedução, para já porque dão menos nas vistas, têm menos território por onde espalhar as suas qualidades, e além disso os homens são preguiçososo e não lhes apetece mexer o pescoço para olhar muito para baixo.

6 - Boca - Os homens são bastante mais pré-históricos do que nós (embora eles gostem de pensar que não) e uma boca polpuda é sinal de que se é uma boa reprodutora. Claro que isso é a última coisa que lhes passa pela cabeça (pelo menos conscientemente, e pelo menos à maioria deles que não querem ser patriarcas, ou pelo menos não neste momento). O que eles verdadeiramente apreciam é uma boca que lhes apeteça beijar. Convém que não esteja coberta de baton com um ar demasiado peganhento, que lhes desperta fantasmas de plantas carnívoras. Também convém que seja sorridente. Os homens adoram mulheres ‘divertidas', quer dizer, que não compliquem nem façam ondas quando ele quiser ficar a ver o Benfica num sábado à tarde em vez de vir passear ao Guincho.

7 - Cintura fina - Mas se for tudo fino tipo tábua de lavar, vai passar por eles como um holograma, nem vão reparar que entrou alguém na sala. Mesmo que simpatize consigo, vai tratá-la sempre como o seu irmão mais novo, dizer que é uma tipa porreira, dar-lhe palmadões nas costas, convidá-la para jogar hóquei com ele ao sábado de manhã, enganar-se no seu nome até ao fim da temporada, e gritar "remata, Zé Manel, remata!" sem quaisquer segundas intenções.

8 - Rabo - Tal como nos seios, um rabo grande só conta como qualidade se vier acoplado a uma cintura fina, coisa que para nossa desgraça raramente acontece. Se tudo for grande, vão achar que é um clone da mãezinha deles, ou da ‘mulher' do Botero que está no Parque Eduardo VII. Outra desgraça é que nós passamos o tempo a tentar diminuir a parte de trás de maneira a que caiba nas calças de ganga, e eles adoram que se tenha qualquer coisa para mostrar.

9 - Olhos - Pronto, já cá estamos. Aliás, em vez de ‘olhos' devia constar ‘pestanas'. Mas eles não olham para nós e mergulham lá dentro, como nós fazemos, não, permanecem a dar braçadas à superfície. Como são bastante básicos, não conseguem distinguir pelos seus olhos se você é uma boa alma ou uma desgraçada vingativa que lhe vai fugir com o multibanco e com o MP3 quando ele for ao bar buscar-lhe um cafezinho. Só conseguem ver se são azuis ou castanhos, grandes ou pequenos, mas basicamente nem é que reparem muito nisso, só notam vagamente se são ‘giros'. O resto das características dos olhos eles nem sabem as palavras para os descrever, o que também não interessa nada.

10 - Voz - De cama. O que se entende por voz de cama: baixa e rouca. Quem tem voz de cama geralmente fuma três maços de cigarros por dia e tem uma pele de pergaminho, mas eles não ligam muito à pele de pergaminho, desde que não se pareça que se tem 100 anos. Também não ligam muito ao facto de irmos morrer de ataque de coração antes dos 40. Do que eles gostam é de uma boa voz de cama. O que eles odeiam: uma voz estridente e alguém a rir muito alto e a contar anedotas que eles não percebem.

3 coisas a que nós ligamos...

... mas eles não.

1 - O nosso trabalho - Até podemos trabalhar num talho, se formos talhantes altas e louras, vão achar lindo, mesmo que sejam condes. Só começam a preocupar-se um bocado depois de terem ido para a cama connosco 5 vezes.

2 - Alguns quilos a mais - Claro que, se formos baleias, eles vão achar exactamente isso, que somos baleias, e aí nada feito. Mas o conceito de baleia para eles é bastante mais realista: é preciso mesmo que se seja uma baleia. Se formos apenas um bocadinho rechonchudas, vão achar lindo. Aliás, nem vão achar nada, nem dão por isso.

3 - Perfume - Nós achamos absolutamente imprescindível, passamos horas na perfumaria a tentar escolher o mais sexy, sentimo-nos nuas quando saímos de casa sem ele. Os homens só notam se tivermos despejado o frasco em cima. E estivermos nuas.

 

Via Activa



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Sábado, 17.07.10

Como apimentar a relação sexual

A relação está morna? O sexo está cada vez mais raro? Você prefere ver um filme a transar com seu marido? Não se preocupe. Com um pouco de boa vontade e criatividade é possível reverter essa situação. O site Health.com dá algumas dicas certeiras para esquentar sua vida sexual:

1- Organizem uma viagem de aventura, façam um curso de culinária ou uma aula de dança. De acordo com um estudo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, casais que participam juntos de atividades diferentes, emocionantes e divertidas mostram-se mais satisfeitos em suas relações.

2- Coma alimentos considerados afrodisíacos, como amendoim, abacate e pimenta. Além de dar um up no sexo, ainda melhora a fertilidade.

3- Não minta sobre seus gastos. Muitos casamentos entram em crise por problemas financeiros, mas, para nossa sorte, especialistas garantem que não é saudável que os dois tenham a mesma visão sobre dinheiro. Por isso, não precisa mais dizer que aquela bolsa nova foi presente da mãe.

4- Lingeries vermelhas sempre fizeram parte do imaginário masculino. Por isso, use e abuse da cor na hora de escolher a sua e prepare uma surpresa para ele.

5- O maridão está viajando? Que tal sexo por telefone? Ligue para ele e diga o que está vestindo, fale sobre a última vez que transaram ou sobre o que gostaria de estar fazendo caso ele estivesse ao seu lado. E peça para que ele faça o mesmo. É diversão na certa.

 

Via 180 Graus



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Segunda-feira, 12.07.10

Sexo, afinal o que é normal?

 

Perder a virgindade antes dos 18 anos

 

O mesmo estudo concluiu que, por cá, a idade média de perder a virgindade ronda os 16 anos e nove meses, quatro meses mais cedo que a média internacional e exactamente a mesma idade dos norte-americanos e búlgaros. Preocupante é o facto dos jovens portugueses afirmarem só terem tido alguma educação sexual a partir dos 14 anos e de um terço dos participantes no estudo confessar já ter praticado sexo desprotegido.

 

Usar brinquedos sexuais

 

Não pretendem substituir o sexo com o parceiro nem a ligação emocional entre os amantes. Bem pelo contrário. Servem para tornar o sexo divertido, diferente, ousado e para "intensificar o prazer", como diz Lou Paget no livro ‘Prazer Total'. A indústria cresceu 1000% nos EUA desde o início da década de 90, porque há uma pressão cada vez maior para a manutenção das relações duradouras, e esta faz-se com o recurso à imaginação. Claro que pode ser estranho inclui-los repentinamente na relação. Um primeiro contacto pode fazer-se com uma visita às sex shops e consulta dos catálogos disponíveis em alguns sites da Internet. Convém saber, primeiro, para que servem e como se usam. Vibradores, dildos, anéis para o pénis (para intensificar a erecção), lubrificantes para facilitar a penetração, acessórios que estimulam o clítoris durante a penetração vaginal, são só algumas sugestões. Tenha o cuidado de os manter limpos, não os emprestar e de usar lubrificantes à base de água para os que são feitos de látex.

 

Masturbar-se, mesmo com vida sexual activa

 

"A maior parte das mulheres só consegue chegar ao clímax, com regularidade, por meio da estimulação do clítoris (quer manual quer oralmente)", escreve Lou. Também por isso, muitas só chegam ao clímax quando estão sozinhas. "Há uma percentagem, 70%, que confessa masturbar-se", refere ainda a autora. Não há nisso nada de anormal ou pecaminoso nisso. Até porque, se não conhecermos a mecânica do nosso prazer, como ensinamos ao companheiro o que nos faz sentir melhor? A masturbação não tem de ser um acto solitário, pode fazer-se a dois.

 

Não ter um longo currículo de parceiros

 

O estudo da Durex situa os portugueses a meio da tabela no que respeita ao número de parceiros sexuais ao longo da vida: a média é de 7. Já os australianos e os turcos gabam-se do dobro.

 

Apesar de todos os amantes nos ensinarem qualquer coisa (nem que seja pela negativa...), a quantidade não faz o currículo de um bom amante.

 

"Como é diferente o amor em Portugal!..."

 

O estudo da Durex revelou alguns dos hábitos sexuais dos portugueses... e dos seus pecadilhos.

 

- 24% admite já ter sido infiel (mais 2% que a média internacional)

- Quase 50% diz que não precisa de acessórios sexuais mas 10% admitem usar vibradores

- O sexo anal é a experiência sexual preferida (44%), logo seguida do one night stand (sexo de apenas uma noite).

- Só 20% recorrem à pornografia - a média internacional é de 41%.

- Fora do quarto, os locais preferidos (por ordem decrescente) são o carro, casas de banho, praia e... o quarto dos pais (credo!).

 

Via Activa



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Sábado, 10.04.10

As vantagens da masturbação feminina

 

Gosto que meu namorado me toque, mas raramente tenho vontade de me masturbar. Estou perdendo algo com isso? – Mariane, de Florianópolis (SC) 

Sim, está! A masturbação é uma forma única pela qual você pode se descobrir e descobrir suas fontes de prazer. A prova disso é que mulheres que não se tocam são, geralmente, as mesmas que reclamam de como é difícil ter um orgasmo na relação. Com a prática você ganha: 

1) Mais conforto e menos dor

Quando você observa as reações de seu corpo enquanto está sozinha, vai aprendendo onde se tocar, com que insistência, quais as força e suavidade necessárias para ter prazer. Se tem dor durante o sexo, na masturbação será mais fácil saber o porquê dela. Quando uma mulher insere um objeto parecido com um pênis na sua vagina, experimenta jeitos de ficar mais lubrificada e de relaxar a entrada do órgão para que não haja dor. Além dos fatores físicos, você ainda aprende como o seu estado de espírito influencia no seu prazer.

2) O que os homens já fazem há anos

Muitos homens não aceitam que suas mulheres se masturbem. Eles podem se sentir inseguros ou até mesmo pensar que suas esposas estarão fantasiando sexo com outros - bem, basta lembrá-los que elas podem pensar em outros homens mesmo na relação sexual, pois ninguém controla a fantasia do outro.... É muito importante que os homens se conscientizem de que suas esposas e namoradas serão beneficiadas com o exercício. 

Para o homem, esse caminho parece ter sido sempre mais fácil. A maioria deles já se masturbaram em algum momento de sua vida e pelo menos um a cada quatro homens aprendeu a se masturbar nos grupos de adolescentes, vendo outros garotos. O resultado é que muitos já conheciam parte do processo sexual antes de primeira transa e, na hora H, já sabiam como se excitar e gozar. 

3) Ritmo próprio e atitude 

A partir da primeira relação, o homem procura fazer sexo da forma que mais lhe dá prazer, da forma que mais facilita e que já conhece por ter aprendido na masturbação. A mulher é treinada pra seguir os passos iniciados pelo homem. Se ele busca uma determinada posição, ela segue e aceita esta posição e tenta se adaptar ao ritmo. 

Parece meio óbvio que, para ter prazer, uma mulher precise ser ao menos um pouco ativa. Se você não souber achar esse prazer para si, não pode contribuir para uma vida sexual a dois! Sozinha, você presta atenção em si mesma e diferencia que é legal vindo de você e o que precisa sentir vindo do parceiro. Assim, não ficará esperando que o seu namorado ou marido faça algo mágico que a leve ao orgasmo. Saberá que tem que pode e tem de fazer sua parte, somando-a ao relacionamento e atingindo o prazer máximo. 

4) Equilíbrio no casal 

Lembremos que homens e mulheres serão diferentes, sempre. Contudo, o fato não é um impeditivo da busca de nossa qualidade de vida sexual. Acredito que seja inclusive a chave para a nossa felicidade na cama. Façamos um brinde às diferenças, que certamente são complementares!

 

Via Marie Claire



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Quarta-feira, 18.11.09

Orgasmos mais rápidos com masturbação e preliminares

 

Na hora da relação sexual, atingir o orgasmo ainda é uma grande dificuldade para boa parte das mulheres. Dados da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo apontam que 18,2% das brasileiras recebem o diagnóstico de anorgasmia (ausência de orgasmo) e 5,2% de inibição sexual generalizada, que aponta para problemas de excitação durante as relações sexuais.

Mas, por que chegar ao clímax é assim tão complicado? De acordo com a terapeuta sexual Tânia das Graças Mauadie Santana, coordenadora do Centro de Referência e Especialização em Sexologia (Cresex), o que mais acarreta problemas é o lado psicológico da mulher. "A grande maioria dos diagnósticos de distúrbios sexuais é de natureza psicológica, social ou cultural. Somente 13% das pacientes têm problemas de natureza orgânica, como alterações hormonais ou distúrbios originados por alguma doença", explica.

A falta do orgasmo faz muitas mulheres acreditarem que são frígidas pelo fato de não chegarem ao orgasmo. Mas nem sempre é esse o motivo, já que a frigidez se caracteriza quando a mulher não apresenta nenhum desejo sexual. "Na realidade, ela não chega ao orgasmo porque não tem vontade alguma de fazer sexo. Outra característica do problema é a falta de lubrificação vaginal", diz o ginecologista.

Chegando lá
Ter paciência e conhecer o próprio corpo pode ser um grande passo para conseguir alcançar o clímax. "As mulheres, em geral, apresentam uma demora maior quando o assunto é chegar ao orgasmo, isso é fisiológico", explica o ginecologista e obstetra Edilson Ogeda, do Hospital Samaritano. "Os homens são mais rápidos, mas a relação sexual vai muito além da penetração, que normalmente é o que leva ao orgasmo masculino", diz ele. "Todo o preparo prévio, seja o clima romântico, as preliminares ou as carícias são fundamentais para que as mulheres cheguem ao orgasmo com mais facilidade", diz ele. Mas não é só isso.

Muitas vezes, pequenas atitudes podem agilizar o processo. A consultora de RH, Renata, diz que só resolveu o problema depois de reconhecer o que a fazia sentir prazer. "Namorava há mais de dois anos e nunca tinha chegado ao orgasmo. Então, resolvi procurar ajuda de um especialista, que sugeriu que eu me tocasse para conhecer melhor meu corpo, além de conversar abertamente com meu namorado. Segui seus conselhos e consegui me soltar mais na cama, e, consequentemente, o orgasmo apareceu", diz.

Outras alternativas
Para facilitar a chegada ao orgasmo, é preciso conhecer o corpo feminino, e isso vale tanto para os homens quanto para as próprias mulheres. A masturbação é uma aliada, quando o assunto é chegar ao clímax, e a mulher pode usar o artifício em diversas ocasiões. "A mulher pode se masturbar sozinha, seja para reconhecer o corpo ou para sentir prazer, mas também pode usar o método durante as relações sexuais para provocar a excitação", diz o especialista.

Dicas para atingir o orgasmo com mais facilidade

- Converse com o seu parceiro
- Não se prenda só ao orgasmo, aproveite as preliminares
- Toque seu próprio corpo
- Fale o que você deseja na hora do sexo
- Esqueça os problemas e aproveite o momento

Como reconhecer que você teve um orgasmo

- Podem acontecer contrações involuntárias da plataforma orgástica (parte externa da vagina).
- O clitóris fica ereto e sensível ao toque.
- Os lábios vaginais ficam inchados e podem ficar mais escuros.
- A respiração, a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos aumentam.
- Perde-se o controle muscular voluntário, podendo ocorrer diversas contrações de músculos, do rosto, braços e pernas.
- Segundos depois do orgasmo, pode aparecer uma sensação de relaxamento e tranquilidade.

 

Via Lindas e sensuais



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Sábado, 14.11.09

Sexo responsável

 

Os pássaros fazem-no, as abelhas fazem-no e agora em Espanha ensina-se a fazê-lo. A província da Extremadura lançou a campanha "Mãos à obra", que incentiva os jovens a conhecerem o sexo responsável através da masturbação. 


Sob o mote "O prazer está nas tuas mãos", o projecto - que partiu de uma parceria entre o Conselho da Juventude e o Instituto da Mulher - implicou um investimento de 14 mil euros e promete workshops sobre amor-próprio e confiança, sessões de esclarecimento com a discussão de temas como a anatomia e a fisiologia sexuais feminina e masculina, promovendo a prática da "exploração solitária" através das carícias. Por abordar uma questão sensível e moralmente complexa, a campanha foi imediatamente bombardeada de críticas pela Associação Católica-Romana de Espanha. A Igreja não reconhece completamente o sexo pelo prazer carnal e defende a procriação como propósito único do acto sexual. E mais nada, que tudo o resto é pecado. Mas mudam-se os tempos... e a ideia é precisamente "ensinar o sexo de maneira descomprometida e saudável", justifica a ministra da Saúde espanhola, Aída de Rivera, assumida defensora da campanha. Os jovens agradecem a proposta, mas não a levam a sério. A grande maioria não reconhece dúvidas e diz conhecer bem "o fio à meada". Belén Adrián, espanhola de 17 anos, estudante, é diferente. Em conversa com i admitiu "saber pouco sobre o orgasmo feminino" e diz que vai "experimentar" os ensinamentos da campanha. "Até porque estou a pensar iniciar-me sexualmente e quero estar preparada", admite.

 

Via ionline



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Sexta-feira, 07.08.09

Falemos de coito vaginal

 

"Estamos a falar de coito vaginal", começa por dizer Rui Miguel Costa, 41 anos, investigador no departamento de Stuart Brody, um especialista britânico em estudos sexuais na Universidade de West of Scotland, em Paisley. "Sexo", o termo lato, deve por isso ficar fora da conversa sobre o estudo publicado na revista científica "Archives of Sexual Behavior".


O trabalho conclui que, na altura de pensar no bem que a vida sexual faz à mente, o melhor contributo é o "coito vaginal sem preservativo". 

A troca de secreções entre os dois sexos, por conterem agentes antidepressivos, e uma maior intimidade, são alguns dos argumentos apresentados. Já um dos potenciais da investigação pode ser ajudar a explicar a elevada incidência de problemas mentais entre homossexuais, como têm vindo a demonstrar estudos recentes.

"Tem havido alguma controvérsia, mas parece que as reacções negativas da sociedade não explicam inteiramente os problemas mentais que os homossexuais têm", diz Rui Miguel Costa. A polémica não fica por aqui. Afinal, proteger-se de doenças sexualmente transmissíveis (DTS) significa não desfrutar totalmente dos benefícios do sexo na saúde? Segundo este estudo, sim.

"É preciso perceber que o preservativo tem desvantagens, como qualquer medicamento ou tratamento, onde são explícitas as contra-indicações. Depois, são as pessoas que escolhem se é o método mais adequado. Em relação às DTS, o preservativo protege, mas é preciso ter noção de qual é o risco e não entrar em pânico", salienta o investigador. "As DTS transmitem-se pelo coito vaginal mas o VIH - que em rigor não é uma DST - tem uma probabilidade baixíssima de se transmitir por esta via em pessoas com tecido genital saudável: as vias do sexo anal e perfurações cutâneas com materiais infectados são as verdadeiramente perigosas para a transmissão do VIH", adianta. 

Dói-me a cabeça Em causa estão os chamados mecanismos de defesa "imaturos", que se traduzem numa maior vulnerabilidade à doença mental. Rui Miguel Costa explica que o uso preservativo é um dos factores associados à diminuição das protecções naturais. Já o orgasmo feminino, por exemplo, tem o efeito contrário. 

Na sexualidade, os handicaps acabam por isso por estar todos relacionados. "Resultam de uma maneira de lidar com o stress em que a realidade é distorcida", diz o investigador. 

"As pessoas com este tipo de problema mergulham numa fantasia para evitar a realidade, convertem o problema psicológico em problemas físicos como dores de estômago ou dores de cabeça. Muitas vezes deslocam os seus sentimentos para coisas menos conflituosas, como a comida", resume. O impacto é igual em homens e mulheres. "Provavelmente a prevalência é semelhante à das doenças mentais", explica o investigador. 
Para Rui Miguel Costa, a solução passa por menos ignorância e terapia ou educação sexual mais informada. "Se as pessoas não querem ter coito vaginal por motivos de consciência, não há nada a fazer. Mas devem ser encorajadas a ter o melhor coito vaginal possível".

Masturbação inimiga Se por enquanto são mais as perguntas do que as respostas, há alguns dados importantes a reter. De todos os comportamentos sexuais, apenas o coito vaginal está associado a bons indicadores de saúde física e mental. O tempo que se dedica aos preliminares merece outras considerações: se substituem a penetração vaginal (mesmo que incluam sexo anal e oral) diminuem a satisfação sexual. Já a masturbação pode ser prejudicial, explica Rui Miguel Costa. Um estudo com 2000 pessoas mostrou que quanto maior é a frequência, menor é a satisfação. Está melhor quem "mesmo tendo coito vaginal menos vezes, nunca se masturba", diz.

 

Comentário de Nuno Monteiro Pereira, urologista e professor de Sexologia

Parece-me um trabalho polémico. Este tipo de discurso tem de estar muito bem sustentado cientificamente, uma vez que contraria o que vem sendo admitido nesta área. Não significa que esteja errado, mas tem de ser analisado com cuidado. No caso do IVH, é verdade que o coito vaginal não é a principal via de transmissão, mas quem é que garante que as mucosas são saudáveis? A mucosa vaginal não é um epitélio impermeável, e desde que haja vírus, existe uma hipótese de contágio. Por mais benefícios que não usar preservativo possa ter - e é verdade que são conhecidas partículas benéficas como as anti-inflamatórias - os riscos parecem-me demasiado grandes para desaconselhar em algum caso o seu uso.

A espécie humana está construída para que o método de eleição da sexualidade seja o coito vaginal, é natural que esta via esteja naturalmente melhor estruturada. Mas a homossexualidade não é uma escolha.

Em relação à masturbação, cabe-me dizer que também são conhecidos efeitos benéficos. Para um homem ou mulher sem parceiro, pode aliviar a tensão sexual. E isso faz certamente bem à mente.

 

Via ionline



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Sexta-feira, 10.07.09

Vibrador, o melhor amigo de uma mulher

 

De acordo com o primeiro estudo norte-americano sobre o uso de vibradores, o brinquedo sexual é hoje tão comum nos lares quanto qualquer eletrodoméstico. Segundo a pesquisa, feita na Universidade de Indiana e publicada no Jornal de Medicina Sexual, 53% das mulheres e cerca de 50% dos homens já utilizou um vibrador. 

E o aparelhinho originalmente destinado à masturbação feminina está sendo muito mais aproveitado a dois: 81% das mulheres e 91% dos homens que responderam à pesquisa disseram ter experimentado o vibrador durante uma transa – 93% dos entrevistados eram heterossexuais.

Os pesquisadores acreditam que as principal razão para tais resultados é o fácil acesso ao produto, que hoje é vendido pela internet, em sites voltados a pessoas de meia-idade ou a casais tradicionais e até em supermercados, como a rede Wal-Mart.

 

Via Abril.com



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Terça-feira, 07.07.09

 Sugestões criativas para um bom orgasmo

 

A masturbação ainda é o caminho mais curto para sentir prazer e atingir o orgasmo. A edição de julho da revista NOVA selecionou algumas maneiras curiosas de praticar essa modalidade solitária de sexo, confira algumas: 


Massageadores musculares com raios infravermelhos são ótimos para brincar na hora de dormir. Coloque uma camisola bem levinha e ligue o aparelho na velocidade fraca. Use-o no pescoço, ombros e lombar. Quando relaxar, passe um pouco de lubrificante na vagina e o encoste ali.

 

Prepare-se: após dez segundos, o calor e a vibração vão deixá-la pedindo mais. Então, deslize o massageador pelas coxas e volte à vagina. Quando sentir seu clitóris intumescido, aumente a velocidade e pressione com firmeza, fazendo movimentos circulares. 

Para uma rapidinha, posicione seu dedão e o dedo indicador no clitóris e esfregue um no outro como se fizesse um rolinho no seu ponto de excitação. Comece devagar e aumente a velocidade até achar o ritmo prazeroso. Quando estiver prestes a ter um orgasmo, introduza o dedo médio no ânus ou na vagina. 

Se tiver um alto-falante, amplificador ou subwoofer potente, esta técnica será lúdica. Sente-se nua com as pernas abertas na caixa de som. Coloque uma música sexy, como Love Sex Magic, de Ciara e Justin Timberlake, baixinho. Sinta as ondas de vibração e aumente o volume. Quando estiver excitada, ponha no máximo: seu mundo vai tremer!

 

Via Abril.com



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Terça-feira, 30.06.09

Apenas sexo com alguém que amo...

 

 "Não critiques a masturbação. É apenas sexo com alguém que amo." Mais claro é impossível. A frase de Woody Allen, no filme "Annie Hall", é uma definição digna de constar num dicionário. Mas que os homens estão à vontade com esta forma de amor e que falam dela sem problemas não é novidade. Billy Idol "dançava" sozinho, Prince cantava acerca das variadíssimas utilidades de uma revista em "Tamborine", e até Elvis Costello, muito antes do romântico "She", já elogiava a prática em "Pump It Up". E as mulheres? Será que a masturbação continua a ser uma forma de prazer reservada apenas aos homens?

A psicóloga Ana Alexandra Carvalheira, do Instituto Superior de Psicologia Aplicada, quis investigar o tema e concluiu que as mulheres estão cada vez mais à vontade com o seu próprio corpo e com a masturbação. Das inquiridas, 79,6% toca directamente os genitais e apenas 8,5% nunca se masturbou.

Este comportamento demonstra uma boa vivência sexual. "A masturbação permite um conhecimento do corpo. A mulher só sabe que o clítoris é importante se o tocar e souber que ele existe." Aliás, o estudo indica ainda que as mulheres que se masturbaram na adolescência têm mais facilidade em ter orgasmos, comparadas com as que não o fizeram. Mas a investigadora, de 36 anos, explica, que apesar de os dados indicarem uma mudança, não representam a totalidade das portuguesas. "O estudo é representativo das mulheres utilizadoras da Internet, que vivem no meio urbano e têm cerca de 30 anos."

Diversidade Vibradores, chuveiros, almofadas, corrimãos e até selins de bicicleta. É caso para dizer que imaginação não lhes falta. "As mulheres têm uma maior plasticidade erótica do que os homens." Mesmo assim, continuam a ter sentimentos contraditórios em relação à masturbação: 14,3% têm vergonha e 9,5% sentem-se culpadas por o fazer. Estes preconceitos reflectem-se nas formas de masturbação.

Cerca de 20% masturbam-se sem se tocar. A psicóloga explica porquê: "É a pesada herança judaico-cristã que está associada ao modelo reprodutivo do sexo e à ideia de que a masturbação é pecado. Mas isto está a mudar. A educação das mulheres é menos repressiva e a sexualidade é vivenciada com mais liberdade."

A investigadora indica outra razão para o sentimento de vergonha. "Muitas mulheres estão insatisfeitas com a sua imagem corporal e a sexualidade passa pelo corpo."

Apesar disso, os dados de Ana Alexandra Carvalheira demonstram que a maioria das mulheres tem orgasmos nas relações sexuais. E até poderiam ter mais, a julgar pelos 56% que afirmam que gostariam de receber do parceiro melhor estimulação sexual. "A mulher deve comunicar o que deseja, porque os estímulos que eram adequados aos 20 anos, não são aos 40. O desejo feminino é muito flutuante e é influenciado por muitas variáveis psicológicas - como as emoções, o cansaço -, e biológicas, como as hormonas e até os fármacos."

via ionline

 



publicado por olhar para o mundo às 21:42 | link do post | comentar

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