Quarta-feira, 29.12.10

Sexo, os homens gostam das mandonas?

 

Tudo bem, a gente assume. Adora dar aquela controladinha básica na relação.

 

Mas, e quando são eles que gostam de obedecer, o que a gente pode fazer? Nada, a não ser aproveitar, claro. Brincadeiras a parte, existe todo um mistério envolvendo os homensque adoram as mandonas. Elas dão ordem, bronca, impõe limites. E eles se deliciam com tanta imposição. 

Segundo a psicóloga Mara Lúcia Madureira, existem mais homens que gostam de mulheres que exercem domínio na relação, as chamadas fêmeas alfas, do que os que assumem. "Essas mulheres são aquelas que encaram os desafios, seguram as pontas, ditam as regras e lideram o relacionamento", define. "Apesar de não assumirem, muitos homens não se incomodam quando a mulher decide sobre aspectos do relacionamento, como aonde ir, o que comprar ou que assumem obrigações com a casa, os filhos, as roupas que serão compradas para o marido", completa a psicoterapeuta Sabrina dos Santos Patto.

 

Mara explica que os motivos para que esses homens busquem esse tipo de relação é bem variável. Há aqueles com perfil de liderança, que podem escolher mulheres dominantes por afinidades, identificação ou admiração. Mas existem outros que procuram mulheres com tais características para assumir as responsabilidades que eles próprios evitam. "Esses não querem assumir grandes encargos e preferem delegá-los a uma mulher disposta a cumprir o papel de provedora na relação", diz. Há ainda os que adotam o papel de vítima, se fazem de mártir, num modelo de relacionamento no qual não conseguem exercer seus próprios direitos. Complexo, né?

O ambiente, os modelos familiares e as relações estabelecidas ao longo da vida contribuem para a formação de comportamentos passivos, mas não são determinantes exclusivos do padrão de personalidade. "Se o homem tem uma educação muito rígida, tem uma figura materna muito forte, que comanda a casa, pode se tornar um homem que terá dificuldades em se posicionar, em dizer o que pensa ou suas preferências, abrindo caminho para mulheres que gostam de assumir o controle", diz Sabrina. "Mas existem outros fatores, como a acomodação e a vontade de permanecer num nível de funcionamento que não exige demasiados esforços e comprometimento", ressalta Mara Lucia.

No caso de homens muito inseguros, gostar de mulher que ‘manda’ pode significar submissão. Mas, como lembrou a Maria Lúcia, pode significar comodismo ou ainda isenção de responsabilidade. "A submissão acontece quando o homem não concorda com o que está sendo decidido, mas não consegue dizer", explica Sabrina. "Quando ele ‘aproveita’ para se ver livre de tomar decisões e não há conflito, não é submissão".

Para ganhar voz numa relação onde só a mulher manda, por exemplo, é preciso, primeiro de tudo, querer. Uma vez atingido níveis insuportáveis na relação é preciso buscar a origem do problema e reverter tal situação. Uma saída é estabelecer novos limites e regras para o convívio. "Isso pode e deve ser feito de forma respeitosa, através de diálogos francos e objetivos, sem o homem assumir o papel de vítima. O homem deve dizer com clareza que está cansado do modo como o relacionamento foi conduzido até o momento, quais mudanças espera alcançar e a importância de tais modificações para tornar a relação suportável e sustentável", sugere Mara Lúcia.

 

Se a mulher muito mandona quer dar mais espaço ao amado passivo (e até estimulá-lo) precisa, antes de tudo, se conscientizar da importância do respeito aos direitos do dele. Uma ideia é sempre perguntar sua opinião na hora de tomar uma decisão ou delegar alguma atividade para ele fazer e não ficar perguntando se já foi feita ou como foi feita. "É preciso compreender que um casamento é a união de duas vidas com objetivos comuns, na qual se busca reunir esforços para alcançá-los, não um regime ditatorial ou tirania, em que um manda e o outro obedece".

 

Via Vila dois



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Quarta-feira, 15.12.10

troquei o meu marido por um iPad

Por mais incrível que possa parecer, troquei o meu marido por um iPad. Hoje sou uma mulhermais feliz, já que o iPad tem muitas mais qualidades do que a maioria dos homens alguma vez terá.

Foi amor à primeira vista, pelo menos da minha parte. Quando o conheci achei-o logo fascinante. Cheio de classe e cheio de graciosidade. Características que o tornam único.

Antes dele eu já era apaixonada pelo iPhone. Para ser franca, era acusada constantemente pelo meu marido que o estava a trair com o iPhone. Talvez com alguma razão, pois e é certo que não o largava e que ocupava grande parte do tempo com ele.

No entanto, na realidade não passava de um simples amante para passar o tempo. Até porque o iPhone não me preenchia por completo. Tinha algumas limitações, como o tamanho, por exemplo.

Agora com o iPad tudo é diferente. Agora sim, posso dizer de boca cheia: "Senhor meu marido, praticamente já não preciso de si". O iPad tem tudo o que preciso para me realizar. Ou pelo menos quase tudo.

Por que me apaixonei pelo iPad

 

As razões são muitas. São tantas que quase se torna difícil enumerar.

Ele é lindo. Tem muita classe. É único. Possui uma enorme leveza de espírito. É versátil e sobretudo inteligente. Muito inteligente. Vai sempre direto ao assunto e por isso não precisa de rodeios. É sincero e fiel: O meu, é mesmo só meu!

Além de inteligente, possui uma enorme cultura em várias áreas. Tantas quanto eu quiser que tenha.

E são temáticas específicas e variadas, com aplicações muito reais em áreas como: Entretenimento, informação, ciências, utilidades, saúde e mais... muito mais. Como se isso não bastasse, o meu iPad dá-me sempre todas as notícias em cima da hora ao longo do dia.

Ele guia-me a qualquer sítio direitinho. Aconselha-me que roupa devo vestir e dá-me diariamente a previsão do tempo. Conta-me histórias, mostra-me filmes, dá-me música e até, imaginem, me declama poesia.

E a paciência dele? É uma coisa por demais. Responde-me sempre a todas as questões e tira-me todas as dúvidas. Nunca reclama comigo por eu perguntar o mesmo mais do que 100 vezes e, além disso, adapta-se sempre às minhas necessidades.

Permite-me fazer alterações naquilo que eu quiser e nunca me diz que está cansado ou saturado. Ele não precisa de descanso. Só de alimento rápido de vez em quando, pois carrega-se em menos de uma hora.

Aceita as roupas que eu lhe quiser vestir, não tem mau hálito e não precisa de tomar banho.

Mas acima de tudo isto está uma a qualidade que me fez realmente passar completamente da cabeça e me leva a apaixonar loucamente por ele, ao ponto de achar que me pode levar ao altar: É altamente sensível ao toque.

 

Via A vida de saltos Altos



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Terça-feira, 19.10.10

A busca do parceiro ideal

 

Todo mundo sabe que não existe um ser humano perfeito. Cada um tem suas características, que podem ser admiradas ou não por outros.

 

Apesar disso, no inconsciente, continuamos criando a imagem do parceiro ideal e projetando-a nas pessoas com quem nos relacionamos. E, ao contrário do que muita gente pensa, essa projeção não é privilégio das mulheres. Os homens também fazem isso, mesmo com menos frequência. No geral, eles são mais práticos que as moças - que tendem a ser mais sonhadoras.

 

Na verdade, é normal buscar a idealização da pessoa amada, desde que não ultrapasse o limite entre o real e o imaginário. "Não há problema nenhum nisso, mas o indivíduo deve ter expectativas possíveis, dentro da realidade", aponta a psicóloga Leniza Castello Branco, membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica (SBPA).

O perigo de se esperar mais do que o outro pode oferecer é a frustração. "Quando conhecemos alguém e projetamos nosso parceiro ideal, ele aceita a projeção, porque não o conhecemos ainda, então podemos idealizar. Mas, aos poucos, as diferenças, que não são defeitos, aparecem de ambos os lados", explica a especialista. Então nos decepcionamos, pensando que o parceiro nos enganou, quando ele apenas foi visto por nós sem aquela máscara de perfeição que criamos.

Aliás, essa imagem idealizada é construída desde nosso primeiro contato com o sexo oposto, ainda na infância. Tanto que tomamos como referência os padrões familiares, como afirma Leniza. "Se houve uma boa relação com os pais, tentamos repetir o modelo; se não houve, podemos ir para o oposto."

Assim, uma mulher com um pai agressivo pode, dependendo do seu tipo de neurose, procurar um parceiro agressivo e tentar, de alguma forma, resolver o que ficou pendente. Ou ela pode buscar uma pessoa carinhosa e muito delicada, contrariando a experiência vivida na infância com o pai.

Resolver o dilema da idealização da pessoa amada é simples, mas não necessariamente fácil. O segredo é aceitar o outro com todas as suas características, sabendo que as diferenças dele em relação a nós não são defeitos. "Uma pessoa pode ser totalmente diferente e admirarmos nela o que não temos. Pode ter ideias diferentes, mas ter os mesmos ideais de formar uma família, ser bom caráter, inteligente, mas não gostar das mesmas músicas ou não ser um intelectual ou algo que desejamos. Porém, isso não vai atrapalhar", exemplifica a psicóloga.

Na prática, precisamos estar conscientes de que ninguém é melhor que ninguém e entender que a culpa por algo que não dá certo num relacionamento é sempre do casal em conjunto. Nos momentos de frustração, é comum jogarmos toda a responsabilidade no parceiro. No entanto, numa análise mais neutra, se aprende que temos sim uma parcela de culpa em tudo o que acontece.

 

Uma sugestão para essa análise é pensar: "É muito fácil culpar o parceiro, mas onde esta minha parcela de culpa?", orienta Leniza. A chave é "aceitar os próprios defeitos e não ver somente o defeito doparceiro. É simples assim", finaliza.

Por Priscilla Nery (MBPress)

 

 

Via Vila dois



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Quarta-feira, 13.10.10

Sogras de fugir
A rivalidade entre sogra e nora é um problema que já vem de tempos remotos. Ciúmes esensação de perda originam batalhas e cinismos do piorio. Mas calma, há formas de lidar com oproblema. Saiba quais são.

Por que é que, na maioria das vezes, a relação entre sogra e nora é  tão difícil?

É simples: a maioria das sogras têm um medo terrível de perder o seu filho querido para outra mulher.

O facto de deixarem de ter aquela atenção do filho (por pequena que fosse), ou já não serem consultadas para responder a perguntas como "Que camisa fica melhor aqui?",  provoca desde logo uma sensação terrível de perda e de ciúmes para com a próxima eleita: a nora (que passa rapidamente a vítima da ira da mãe do rapaz).

O problema começa na maioria das vezes logo no primeiro encontro. Há um preconceito de ambas as partes.

De um lado, a pal


avra sogra intimida mais do que a própria mulher em si. Do outro lado, saber que se vai conhecer a mulher que nos vai "substituir" chega a ser desesperante.

O certo é que há formas de lidar ou ultrupassar este problema tão comum, podendo reduzir as tensões e as hostilidades existentes com alguma boa vontade de ambas as partes.

Conselhos para a sogra, para a nora e para... ele

 

Para a sogra

O seu filho finalmente decidiu apresentar-lhe a namorada ou quem sabe, a futura mulher.

Deve respeitar a decisão dele, até porque já não é uma criança. Ele, tal como toda a gente, tem o direito de tentar construir o seu futuro. O que deve fazer é simples: jamais interferir nos problemas que ele possa vir a ter com a mulher, já que todos os casais os têm. Por isso, não seja mais uma carga adicional de stress na vida do seu filho.

Tome nota:

1. Viva a sua própria vida, para que o seu filho já adulto não seja a sua única razão de viver;

2. Lembre-se: sempre que critica a sua nora, você está a magoar também o seu filho;

3. Nunca dê a sua opinião sem lhe pedirem;

4. Deixe o seu filho ter a possibilidade de errar também, pois é com os erros que se aprende;

5. Procure ajudar a sua nora no seu novo papel de mulher casada. Lembre-se que não a ajuda com críticas, mas com o reconhecimento essencial e com bons exemplos;

6. Mesmo que você saiba mais do que ela no que toca a cuidar da casa e de um marido, dê-lhe o tempo que ela precisar para a adaptação;

7. Nunca entre em casa deles sem ser convidada e principalmente com ar de quem tem o direito a entrar sempre que quiser. A casa é dos dois e não apenas do seu filho;

8. Se não gosta da forma como a sua nora se arranja, seja tolerante e tenha presente que é o seu filho que tem de gostar e não você;

9. Ofereça a sua ajuda. Faça-os sentir que podem contar consigo sempre que seja necessário;

10. Saiba dizer não sempre que se sinta usada. Pois o seu filho também não tem o direito de abusar de si.

Para a Nora

A sua sogra faz-lhe a vida negra. Ela acha que você não está à altura do filho dela. O que ela tem é ciúmes. Lembre-se que você lhe "roubou" o filho querido. Aprenda a contornar isso:

1. Respeite a mãe do seu marido. Tenha presente que foi ela que o criou e que fez dele grande parte do homem que você ama;

2. Seja sempre delicada a falar com a sua sogra, mesmo que sinta que há uma fronteira entre vocês;

3. Nunca ponha o seu marido contra a mãe;

4. Se sente que ela se intromete demasiado na vossa vida e na vida dos vossas filhos, tente dizer-lhe isso de uma forma simpática ou faça com que ela perceba isso indirectamente;

5. Nunca fale mal da sua sogra aos seus filhos;

6. Tenha paciência para ela. Muita paciência.

Para o filho e marido

1. Tente ser mediador entre as duas partes: mãe e mulher, afinal de contas você ama as duas e gostaria que elas se entendessem;

2. Se a sua mãe não gosta da sua mulher, faça-a a perceber que isso não vai mudar em nada o amor que você tem pela sua mulher;

3. Não deixe a sua mãe abusar da sua mulher e nem o contrário;

4. Resolva os problemas conjugais em casa com a sua mulher. Não queira preocupar a sua mãe à toa.

 

Felizes das que vivem a exeção, como eu

 

Contudo, e felizmente, há sogras e noras a darem-se lindamente. Eu, por exemplo, tenho a sorte de ter uma sogra maravilhosa e vejo nela uma segunda mãe.

Deixo-vos um trailer de um filme bem apropriado para recordar. "Uma sogra de fugir" (Monster-in-law) com a brilhante interpretação de Jane Fonda (sogra má), Jennifer Lopez (nora) e Michael Vartan (filho). Um filme com humor que retrata bem estes conflitos.

 

 

Via A Vida de Saltos Altos



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Domingo, 19.07.09

 

 

E se encontrasse a sua mulher num anuncio de encontros?

A descoberta podia ter dado para o torto, não fosse o casal em questão ter sentido de humor. O anúncio que apareceu na homepage do facebook de um homem, de uma empresa que usa a rede social Facebook como website de eleição para fazer publicidade, consistia numa fotografia de uma mulher, encabeçada pela etiqueta "Solteira Sexy". O homem: o seu marido. Como Cheryl Smith, a mulher, escreve no seu blogue, o lado positivo é que ambos têm sentido de humor. Ao que parece, as fotografias de perfil dos utilizadores do Facebook são facilmente utilizadas em anúncios destes. O acontecimento surge numa altura em que várias organizações e especialistas questionam a segurançae a privacidade da famosa rede social. Smith oferece, no seu blogue, as dicas para que isto não lhe aconteça: vá a 'Settings', 'Privacy', 'News Feed and Wall' e clique em 'Facebook Ads'. Aí, clique em 'no one'. Só assim não verá a sua fotografia ser usada em anúncios de encontros nas páginas dos seus amigos.

 

Via ionline



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