Sexta-feira, 04.02.11

 

 

Letra

 

Entrei numa casa fria
De portadas entreabertas
Espretei a ver se te via
As ruas estavam desertas

 

Os amores já terminados
São ausência, fazem mal
Não me esqueço do recado
Nem de um gesto ocasional

 

Ao notares que estou mais velho
Passa por mim devagar
Quando / e se te olhares a um espelho
Também tu irás notar

 

Lembra-te de mim...

 

Os rostos p´ra quem os viu
Já não são como dantes
Percorro as margens de um rio
Há já séculos, há instantes

 

Vivo de vagas memórias
Onde te espero encontrar
São derrotas, são vitórias
Quero agora descansar... *

 

 



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Quinta-feira, 03.02.11

 

 

Letra
Teimoso subi 
Ao cimo de mim 
E no alto rasgei 
As voltas que dei 

Sombra de mil sóis em glória 
Cobrem todo o vale ao fundo 
Dorme meu pequeno mundo 

Como um barco vazio 
P'las margens do rio 
Desce o denso véu lilás 
Desce em silêncio e paz 
Manso e macio 

Deixa que te leve 
assim tão leve 
Leve e que te beije meu anjo triste 
Deixo-te o meu canto canção tão breve 
Brando como tu amor pediste 

Não fales calei 
Assim fiquei 
Sombra de mil sóis cansados 
Crescendo como dedos finos 
A embalar nossos destinos 

Deixa que te leve 
assim tão leve 
Leve e que te beije meu anjo triste 
Deixo-te o meu canto canção tão breve 
Brando como tu amor pediste 

(Solo) 

Deixa que te leve 
assim tão leve 
Leve e que te beije meu anjo triste 
Deixo-te o meu canto canção tão breve 
Brando como tu amor pediste

 

 



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Quarta-feira, 02.02.11

 

 

 

 

Letra

 

Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

 



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Segunda-feira, 31.01.11

 

 

Só para afastar esta tristeza
para iluminar meu coração
falta-me bem mais tenho a certeza,
do que este piano e uma canção.

 

Falta me soltar na noite acesa
o nome que no peito me sufoca,
e queima a minha dor.

 

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou entao dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

 

Porque todo ele é poesia,
corre pelo peito como um rio
devolve aos meus olhos a alegria
deixa no meu corpo um arrepio,
porque todo ele é melodia
porque todo ele é perfeição.


É na luz que vem.

Falta-me dize-lo lentamente
falta soletra-lo devagar,
ou então bebe-lo como um vinho,
que dá força pro caminho
quando a força faltar.

 

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

 

Porque todo ele é melodia
e porque todo ele é perfeição.
É na luz que vem.

 

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

 

 



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Sexta-feira, 28.01.11

 

 

Letra

 

Primeiro a serra semeada terra a terra 
Nas vertentes da promessa 
Nas vertentes da promessa 
Depois o verde que se ganha ou que se perde 
Quando a chuva cai depressa 
Quando a chuva cai depressa

E nasce o fruto quantas vezes diminuto 
Como as uvas da alegria
Como as uvas da alegria
E na vindima vão as cestas até cima 
Com o pão de cada dia
Com o pão de cada dia 

Suor do rosto pra pisar e ver o mosto 
Nos lagares do bom caminho
Nos lagares do bom caminho 
Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado 
Generoso como o vinho
Generoso como o vinho

E pelo rio vai dourado o nosso brio 
Nos rabelos duma vida
Nos rabelos duma vida 
E para o mundo vão garrafas cá do fundo 
De uma gente envaidecida
De uma gente envaidecida

Vinho do Porto 
Vinho de Portugal 
E vai à nossa 
À nossa beira mar 
À beira Porto 
À vinho Porto mar 
Há-de haver Porto 
Para o nosso mar 

Vinho do Porto
Vinho de Portugal 
E vai à nossa 
À nossa beira mar 
À beira Porto 
À vinho Porto mar 
Há-de haver Porto 
Para o desconforto 
Para o que anda torto 
Neste navegar 

Por isso há festa não há gente como esta 
Quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão 
Vem a fanfarra e os míudos, a algazarra 
Vai-se o povo que se agarra pra passar a procissão 
E são atletas, corredores de bicicletas 
E palavras indiscretas na boca de algum rapaz 
E as barracas mais os cortes nas casacas 
Os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz 

Vinho do Porto vou servi-lo neste cálice 
Alicerce da amizade em Portugal 
É o conforto de um amor tomado aos tragos 
Que trazemos por vontade em Portugal 

Se nós quisermos entornar a pequenez 
Se nós soubermos ser amigos desta vez 
Não há champanhe que nos ganhe 
Nem ninguém que nos apanhe 
Porque o vinho é português

 

 



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Quinta-feira, 27.01.11

 

 

Letra

Primeiro a serra semeada terra a terra 
Nas vertentes da promessa 
Nas vertentes da promessa 
Depois o verde que se ganha ou que se perde 
Quando a chuva cai depressa 
Quando a chuva cai depressa

E nasce o fruto quantas vezes diminuto 
Como as uvas da alegria
Como as uvas da alegria
E na vindima vão as cestas até cima 
Com o pão de cada dia
Com o pão de cada dia 

Suor do rosto pra pisar e ver o mosto 
Nos lagares do bom caminho
Nos lagares do bom caminho 
Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado 
Generoso como o vinho
Generoso como o vinho 

E pelo rio vai dourado o nosso brio 
Nos rabelos duma vida
Nos rabelos duma vida 
E para o mundo vão garrafas cá do fundo 
De uma gente envaidecida
De uma gente envaidecida 

Vinho do Porto 
Vinho de Portugal 
E vai à nossa 
À nossa beira mar 
À beira Porto 
À vinho Porto mar 
Há-de haver Porto 
Para o nosso mar 

Vinho do Porto
Vinho de Portugal 
E vai à nossa 
À nossa beira mar 
À beira Porto 
À vinho Porto mar 
Há-de haver Porto 
Para o desconforto 
Para o que anda torto 
Neste navegar 

Por isso há festa não há gente como esta 
Quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão 
Vem a fanfarra e os míudos, a algazarra 
Vai-se o povo que se agarra pra passar a procissão 
E são atletas, corredores de bicicletas 
E palavras indiscretas na boca de algum rapaz 
E as barracas mais os cortes nas casacas 
Os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz 

Vinho do Porto vou servi-lo neste cálice 
Alicerce da amizade em Portugal 
É o conforto de um amor tomado aos tragos 
Que trazemos por vontade em Portugal 

Se nós quisermos entornar a pequenez 
Se nós soubermos ser amigos desta vez 
Não há champanhe que nos ganhe 
Nem ninguém que nos apanhe 
Porque o vinho é português

 

 



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Quarta-feira, 26.01.11

 

 

Letra
Pó de Arroz,
Na face das pequenas
Será beleza apenas, só
Uma corzinha com

Pó de arroz
Rosa é, mulher o pôs
E o homem vai nas cenas
Eva e Adão outra vez

É como enfeitar um embrulho
Arroz com gorgulho talvez



REFRÃO: Pó de arroz
Do teu arrozal
Esse pó que é fatal
És a tal que se encanta com

Pó de Arroz
Não faz nenhum mal
É de arroz integral
Infernal, quando chegas com
Todo o teu arroz (bis)



Pó de Arroz
Tens hoje só pra mim
Pós de perlimpimpim
És um arroz doce sim

Pode ser
Um canto de sereia
Serei a tua teia
E tu serás meu algoz

Mas quando te vais alindar
Alindada vens dar no arroz

 



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Terça-feira, 25.01.11

 

 

Letra

 

Pó de Arroz
Tens hoje só pra mim
Pós de perlimpimpim
És um arroz doce sim

Pode ser
Um canto de sereia
Serei a tua teia
E tu serás meu algoz

Mas quando te vais alindar
Alindada vens dar-me o arroz

Pó de arroz
Do teu arrozal
Esse pó que é fatal
És a tal que me encanta com

Pó de Arroz
Não faz nenhum mal
É de arroz integral
Infernal, quando chegas com
Todo o teu arroz



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Segunda-feira, 24.01.11

 

 

Letra

 

 

A vida é distante 
No tempo suspenso 
A vida é distante 
No nosso presente 
É quente o que vejo 
Mas frio o que sinto 
É mentira o que tenho 
Mas sei o que vejo 
No meu labirinto

 

A vida é distante 
De tempo intenso 
A vida é distante 
No fumo imenso 
É quente o pó 
É cego o nó 
É mentira o que vem 
Mas vejo o que sinto 
No meu labirinto

 

No meu labirinto 
Há gente que cai 
Depois de perder há gente que cai

 

Vê quem parou

Olha o que dói.

 

A vida é distante 
E o tempo foge 
A vida é distante 
E o tempo urge 
Está quente o Sol 
Mas frio o chão 
Tudo é ilusão!!! 
Não vês o que sinto 
No meu labirinto?

 

Que enquanto se compra 
Enquanto se quer 
Enquanto se tira 
O mundo suspira 
Enquanto se mata 
O mundo dispara 
E vamos caindo... 
É isto que sinto no meu labirinto

 

No meu labirinto 
Há gente que cai 
Depois de perder há gente que cai

 

Vê quem parou

Olha o que dói.

 

Quando chuva cai 
Vê que não sai 
Quando chuva cai 
Vê que não sai

 

Entro no túnel para ver a luz

 

Quando chuva cai 
Vê que não sai. 
Quando chuva cai 
Vê que não sai, não sai, não sai

 

 



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Sexta-feira, 21.01.11

 

 

Letra
Prometo não falar de amor de gostar e sentir
Portanto não vou rimar com dor um mentir
Joga-se pelo prazer de jogar e até perder
Invadem-se espaços trocam-se beijos sem escolher
Homens temporariamente sós / que cabeças no ar
Não retratos de solidão interior
Não há qualquer tragédia / Mas um vinho a beber
Partidas regressos conquistas a fazer
Tudo anotado numa memória que quer esquecer
Homens sempre sós preferem perder
Homens sempre sós são bolas de ténis no ar
Muito abatidos saltam e acabam por enganar
Homens sempre sós nunca conseguem casar

 



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Quinta-feira, 20.01.11

 

 

Letra
Nada te espanta, nada te encanta
Nada te tomba ou te levanta
Sem passar dentro de ti
Nada te gera, nada te espera
Nao ha outono nem primavera
Sem que o sintas a surgir

Tu és a escala
A mao que embala
Tomas bem conta de ti
Tu és a escala
A mao que embala
Tens um rumo a seguir

E nada te atrasa, nada te arrasa
Nem que no ceu percas uma asa
Vais pegar de novo em ti
Nada te usa, nada te escusa
Mesmo se o mundo inteiro te acusa
So tu sabes pra onde ir

Tu és a escala
A mao que embala
Tomas bem conta de ti
Tu és a escala
A mao que embala
Tens um rumo a seguir eh eh

E nada te esmaga, nada te acaba
Nada te encolhe, nada te alarga
Nada te tenta, nada te inventa
Nada te pesa, nada te aguenta
Nada te falha, nada te empurra
Nada se ri enquanto te esmurra
Nada te esfria, nada te guia
Nada te ofende ou te desvia 
Nada te pára, nada te pára
Nada te pára, nada te pára
Nadaa....
Nada te pára, nada te pára
Nada te pára
Nada..

 

 



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Quarta-feira, 19.01.11

 

 

Letra

 

"leve levemente como quem chama por mim..."

Fundido na bruma no nevoeiro sem fim

Uma ideia brilhante cintila no escuro

Um odor a tensão do medo puro



Salto o muro cuidado com o cão!

Vejo onde ponho o pé iço-me a mão



Encosto ao vidro um anel de brilhantes

É de facaria a fingir diamantes



Salto à janela com muita atenção

Ponho-me à escuta bate-me o coração



Sabem que me escondo na Bellevue?

Ninguém comparece ao meu Rendez-Vous



Porta atrás porta pelo corredor

O foco de luz no último estertor

No espelho um esgar, um sorriso cruel

Atrás da última porta a cama de Dossel



Salto para cima experimento o colchão

Onde era sangue é só solidão



Os meus amigos enterrados no jardim

E agora mais ninguém confia em mim



Era só para brincar ao cinema negro

Os corpos no lago eram de gente no desemprego.

 



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Terça-feira, 18.01.11

 

 

Letra

 

Infelizmente não encontrei a letra desta música

 

 



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Segunda-feira, 17.01.11

 

 

Letra

se te perguntarem por nós, sobre 
que coisa fazemos quando estamos 
juntos, diz a verdade 

que deslocamos os cometas sem 
querer, as estrelas para desenhos e 
a lua garantindo o amor 

diz a verdade sobre a intervenção 
na cósmica escolha dos casais, 
a obrigação de nos obedecer 

não fosse o universo desentender quem 
somos e favorecer a separação ou, 
pior, o não nos havermos conhecido

 

 



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