Quarta-feira, 16.01.13
Fanny Ardant filma em Lisboa com actores portugueses e Gérard Depardieu

Realizadora não revelou quando Depardieu vai estar em Lisboa.

 

A actriz e realizadora francesa Fanny Ardant iniciou esta semana a rodagem em Lisboa do filme Cadências Obstinadas, que conta com actores como Nuno Lopes e Ricardo Pereira, Asia Argento e Gérard Depardieu.

 

Num encontro na quarta-feira com jornalistas, antes de iniciar o terceiro dia de rodagem, a realizadora explicou que Cadências Obstinadas cruza duas histórias num velho hotel em ruínas, uma delas o fim de uma história de amor que tenta ser reconstruída através da arte.

A rodagem prolongar-se-á por seis semanas em Lisboa, tem produção de Paulo Branco e, embora o fio condutor do filme seja em francês, a história será falada em português e italiano, por via do elenco internacional.
 
Além de Nuno Lopes e Ricardo Pereira, o filme contará com o actor francês Gérard Depardieu, a actriz italiana Asia Argento, o italiano Franco Nero e o belga Johan Leysen. Laura Soveral, André Gomes, Maria João Pinho ou Marcello Urgeghe são outros actores portugueses do elenco.
 
Escusando-se a revelar quando é que Gérard Depardieu estará em Lisboa para participar no filme, Fanny Ardant disse que o actor francês já tinha pedido para entrar na longa-metragem anterior, Cinzas e Sangue, mas que só agora conseguiram trabalhar juntos. Sobre as recentes notícias da nova nacionalidade – russa – de Depardieu, por questões fiscais em França, Fanny Ardant disse que isso é assunto para os jornalistas e elogiou-o como um dos melhores actores da atualidade.
 
Cadências Obstinadas é a segunda longa-metragem realizada por Fanny Ardant, depois de Cinzas e Sangue (2009), também produzida por Paulo Branco. A realizadora desvalorizou a diversidade de nacionalidades do elenco, sublinhando que “o cinema é internacional” e que o que lhe interessa mais é o que diz o olhar dos actores.
 
Fanny Ardant, de 63 anos, disse adorar Lisboa, uma cidade onde encontra muita diversidade, mas a história de Cadências Obstinadas “não pertence a lado nenhum”: “O filme não tem um ponto de vista turístico. Podia filmar em Paris sem aparecer a Torre Eiffel.”
 
Grande parte da equipa de rodagem do filme é a mesma que fez Os Mistérios de Lisboa, de Raul Ruiz, e Linhas de Wellington, de Valeria Sarmiento, ambos produzidos por Paulo Branco.    

 

Noticia do Público



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Domingo, 23.01.11

The legendary Tigerman

 

Há alguns anos encher o Coliseu de Lisboa constituía um momento de consagração. Hoje esse facto já não possui o mesmo peso, de alguma forma banalizou-se, mas continua a ter um peso simbólico específico. Por vezes nesse frenesi de tentar transformar um concerto no Coliseu num momento especial, já vimos suceder alguns desastres. Perdas de identidade. 

Quando se soube que Paulo Furtado, ou seja Legendary Tigerman, iria ter muitos convidados nos Coliseus (sexta actuou no Coliseu do Porto), temeu-se que pudesse suceder algo semelhante. Mas não. Desde que lançou o álbum “Femina” (2009) já lhe vimos quatro concertos (OptimusAlive!, Lux, Tivoli, Paris) com resultados desiguais. Sábado foi o melhor. 

Foi diferente, porque passou em revista o seu percurso, trouxe convidados, apresentou surpresas, mas nunca perdeu o fio, a sua identidade, os blues, o rock, a soul, o imaginário, o deserto, a solidão, a lascívia, o sexo, a forma enérgica de estar em palco. 

Tem sido a pulso, mas muito inteligente, o percurso de Furtado. Com o seu grupo WrayGunn, e a solo, como Tigerman, conquistou inicialmente os melómanos. Depois, aos poucos, foi-se rodeando de cada vez mais público e dando passos certos em alguns mercados externos, conseguindo fazer reverter esse interesse internacional para uma maior visibilidade nacional.

Beneficiou indirectamente de uma conjuntura global onde o rock e a soul, no sentido mais clássico e áspero, voltaram a estar na ordem do dia, mas nunca prescindiu de afirmar a sua personalidade. No sábado, mais uma vez foi isso que se assistiu. 

Apesar de ser um homem de palco, é também alguém que sabe rodear a sua música de imaginário visual. E ao longo da noite foi isso que se viu, uma espécie de sucessão de quadros, onde por vezes esteve só, mas na maior parte das vezes acompanhado, ou por cúmplices de carne e osso, ou por dispositivos de imagens. 

Foi assim que começou, esquio, guitarra em punho, pé no bombo, com a carnal Asia Argento (uma das muitas convidadas vocais do álbum “Femina”) projectada no ecrã em jogo de volúpia rock. Depois seguiram-se mais convidadas, como Rita Redshoes (excelentes, os dois, na tensão que conseguem provocar em “Hey, sister Ray”), Claudia Efe (soltando “god is everywhere, under a woman’s skirt and inside a man’s pants”, perante o gáudio da assistência) ou Lisa Kekaula, imensa em todos os sentidos, fazendo vir abaixo a sala com o seu vozeirão.

Pelo meio, sem nunca perder o sentido de espectáculo, interagiu com a assistência, provocando os que estavam sentados para se levantarem, ou apresentado os convidados com uma vénia. 

“O melhor duo de Lisboa”, foi assim que os Dead Combo foram expostos, para dois dos temas mais tranquilos da noite, contrastando com a entrada em cena do guitarrista Jim Diamond e do baterista Mick Collins (“dois senhores que me influenciaram muito”, disse), para dois temas rock & roll, o segundo, “Girls”, um dos mais excitantes da noite, rivalizando com uma versão desvairada dos Suicide na companhia de Claudia Efe. 

Na ausência de Maria de Medeiros, cantou sozinho “These boots are made for walkin”, mas foi ajudado pelo público de pé, enquanto “Radio & TV blues’ foi dedicado à “merda de televisão e rádio que temos”. Na parte final foram os DJs Ride e Nell Assassin, em gira-discos, que entraram num duelo virtuoso com Furtado na guitarra e João Doce (dos WrayGunn) na bateria. 

No primeiro de dois encores, antes de nova aparição virtual de Argento, entraram em acção os WrayGunn, apresentando dois temas (Go Go Dancer” e um inédito que fará parte do próximo álbum). Mas o final haveria de ser sozinho, interpretando ‘True Love will find you in the end’, original de Daniel Johnston, “uma das canções de amor mais bonitas que conheço’, disse, com o público a bater palmas a compasso, naquele que foi o final perfeito para uma noite de festa para Paulo Furtado e companhia.

 

Via Público



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Quarta-feira, 19.01.11

A seguir a Mourinho e a Cristiano Ronaldo, o "emplastro" é provavelmente um dos portugueses com maior destaque a nível internacional neste preciso momento. Não acreditam? Hilariante o vídeo

A carreira de "emplastro" já vai longa dentro de portas mas só agora chegou a internacionalização. Depois de anos a aquecer a nuca de variadíssimos repórteres de exteriores portugueses alguém dos media britânicos reparou nesta caricata figura e na forma abnegada como se dedica à profissão: massacrar jornalistas até à exaustão.

Não é fácil estar em todo o lado ao mesmo tempo. E provavelmente a seguir a Deus Nosso Senhor o "emplastro" português será a figura com maior capacidade a este nível. Um verdadeiro dom da ubiquidade permite-lhe andar à solta nos Aliados, em Lisboa junto ao Cais do Sodré e em Madrid a lamber o pescoço ao Nuno Luz, tudo isto enquanto derrete uma sandes de leitão com os Superdragões na área de serviço da Mealhada. Acho que já cheguei a ver emissões em direto de diferentes estações de televisão a mostrarem em grande plano o "emplastro" em locais distanciados por centenas de quilómetros.

Sempre que há algo que seja digno de reportagem futebolística, seja onde e a que horas for, ele está presente. Podem não estar jornalistas, mas o "emplastro"está de pedra e cal em cima do acontecimento. Neste aspecto podemos dizer que o "emplastro" está para o futebol como o primeiro-ministro José Sócrates está para as energias renováveis. Sempre a querer aparecer.

Até já deve haver estações de televisão que optam por telefonar ao "emplastro" diariamente, porque onde ele estiver há certamente maior probabilidade de estar a notícia do dia. Parabéns ao "emplastro". Fica o vídeo.

 

 

 

Via 100 Reféns

 



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Terça-feira, 18.01.11

Não foi só no aclamado Femina (2009) que Paulo Furtado colaborou com outros músicos, nacionais e estrangeiros, mais ou menos conhecidos. Quem for aos Coliseus, para a semana (dia 21 no Porto, no dia seguinte em Lisboa), terá o privilégio de passar em revista algumas dessas parcerias, numa noite que se adivinha única e recheada de surpresas. Dead Combo, Nell Assassin, DJ Ride, Rita Redshoes, Lisa Kekaula, Mick Collins e Jim Diamond são alguns dos convidados.

Mick (que produziu os dois primeiros álbuns dos White Stripes) e Jim – vocalista dos Dirtbombs e dos Gories – participaram no disco Black Rusty Pussyboat, cujas músicas foram feitas 10 minutos antes da entrada em estúdio, inspiradas por uma garrafa de Macieira. Todo o relato deste feliz encontro, pela voz do Legendary Tigerman, no vídeo abaixo.

 

 

 

 

 

Via BodySpace.net



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Segunda-feira, 17.01.11

Porque a Sea Me só tem um prato de carne. A peixaria vanguardista de Lisboa tem sushi, mas pode ir lá só comprar um carapau

 

Há profissões carregadas de preconceitos e há as peixeiras. A mulher que vende peixe não tem um rótulo à cintura com uma série de informações preconcebidas - tem um avental. E por detrás desse avental está um símbolo. Um dos ícones mais carismáticos do sector terciário, a peixeira é amada e respeitada, mas não pode escapar a imagem de mulher de buço, mãos nas ancas e versejar infantil: "Olhà sardinha, fresquinha e salgadinha." 

Mas isto pode ser uma imagem do passado. Ao entrar na Sea Me - Peixaria Moderna, a peixeira do Bolhão parece um achado arqueológico. 

"Quisemos recriar o ambiente de uma peixaria antiga", explica Marta Borges, gerente do espaço na Rua do Loreto, Lisboa, aberto desde 16 de Novembro. "Ao mesmo tempo queremos ter aqui o melhor que uma cervejaria e uma marisqueira têm para oferecer", conclui. Esta fusão de três estabelecimentos diferentes resulta num restaurante invulgar, que suscita reacções diferentes em vizinhos e visitantes do Bairro Alto. "Houve uma senhora que veio cá uma vez e só comprou um carapau", lembra Marta Borges.

Descreve-se como uma peixaria moderna e uma olhadela pela ementa é o suficiente para perceber porquê. Nos mesmos metros quadrados que antes serviram de quartel-general a um restaurante chinês, ou foram morada para uma das mais célebres pastelarias do Largo Camões, podem agora ser provadas (o termo certo é degustadas, porque quando se apuram os paladares complicam--se os verbos) iguarias como pataniscas ninja de marisco, salsichas de marisco grelhadas ou, um dos pratos mais populares, vieiras coradas com tártaro de manga e flor de sal.

O peixe vem da costa portuguesa, sempre fresco, e o marisco está em viveiros próprios vigiados diariamente por um biólogo de serviço. Com este cuidado com os pormenores e requinte, não é de admirar que o preço médio de uma refeição ande à volta dos 23 euros.

Ao peixe grelhado, fresco para venda directa ou cozinhado das maneiras mais criativas, junta-se o peixe cru. Do Japão vêm o sashimi, os hosomaki, o tataki e os uramaki, tudo pratos que fazem com que à trilogia peixaria-cervejaria-marisqueira se junte um quarto elemento: restaurante de sushi.

E um prato de carne

"O primeiro impacto é a surpresa, as pessoas aproximam--se a medo porque não percebem bem o que é", avança a gerente da Sea Me, "mas tentamos ter um ambiente informal que motive as pessoas a entrar". Um contributo importante para essa informalidade é o bar, aberto até às duas da manhã nas noites de fim-de-semana. E é quando a noite já vai mais adiantada que sai aquele que é o único prato de carne da Peixaria Moderna: prego do lombo em bolo do caco com manteiga de ervas.

Para tornar claro o que se passa dentro do número 21 da Rua do Loreto, a montra da Sea Me ostenta uma peixeira à entrada - não há como evitá-la. Com a mão na anca e a canasta empoleirada em cima da cabeça, como deve ser, mas sem roupa. Porque esta não é uma peixaria qualquer.

 

Via Ionline



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Sábado, 08.01.11


Robotizando - Robótica 2011 em Lisboa

 

O Robótica 2011 - 11º Festival Nacional de Robótica, terá lugar em Lisboa, nas instalações do Instituto Superior Técnico, de 6 a 10 de Abril de 2011, e será integrado nas Comemorações do Centenário do IST.

 

 

 

Robótica 2011 - 11º Festival Nacional de Robótica , terá lugar em Lisboa, nas instalações do Instituto Superior Técnico, de 6 a 10 de Abril de 2011, e será integrado nas Comemorações do Centenário do IST .


A exemplo de edições anteriores , o Festival reunirá centenas de participantes do ensino básico, secundário e superior, funcionando simultaneamente como uma montra de tecnologia (é aberto ao público) e como como promoção de actividades de investigação e educativas na área da Robótica em Portugal.

 

Robótica 2011 é uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Robótica , com o apoio do Ciência Viva, RoboCup Federation e IEEE Robotics and Automation Society.

 

Via Robotizando

 



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Quinta-feira, 30.12.10

As melhores festas de passagem de ano

 

As noites de passagem de ano costumam ser memoráveis - nem que seja pela ressaca monumental do dia seguinte. Este ano tem uma boa desculpa para não ficar em casa frente à televisão: conseguiu sobreviver à década. Um belo feito para ser festejado de garrafa de champanhe em riste e a dançar no meio de amigos e desconhecidos até ser dia. Há festas para todos os gostos e bolsas, algumas com bar aberto e jantar. Das noites quentes africanas à electrónica do DJ Tiga, do nascer do Sol no Algarve ao réveillon erótico com os Ena Pá 2000, escolha uma

 

Lx Factory: Baile electrónico

A festa de fim de ano da Lx Factory é uma espécie de buffet de música electrónica. Por 25 euros tem direito ao som de 16 DJ e um deles é o famoso Tiga. Se este nome não lhe diz nada, pense em hits como o remix da música de Nelly "Hot in Herre" ou o mais recente "You Gonna Want Me". Se mesmo assim não sabe quem é, vá à mesma que vai ser divertido. Além de duas pistas de dança para que possa escolher a música que quer ouvir, a festa tem bar aberto. Tudo tem o seu lado negativo: a bebedeira está quase garantida, mas prepare-se para filas e confusão no bar. 
Onde: Lx Factory, Rua Rodrigues de Faria, 103, Lisboa 
Quando: das 22h00 às 10h00
Preço: 25€ (pré-venda), 30€ à porta

Kretcheu: Festa africana

A temperatura na noite de passagem de ano deve rondar os dez graus. Mas na festa do Kretcheu, no Bairro Alto, o termómetro pode assemelhar-se ao de um país tropical. A noite é de ritmos africanos, ao som de mornas, coladera e funaná de artistas como Calú Moreira, Vaiss, Costa Neto, Toy Vieira e Kau Paris. A partir das 20h00 há jantar com chamuças, bacalhau à brás, frango, leitão e lombo assado. Quem aparecer mais tarde, só para festejar o novo ano, não vai passar fome: há petiscos disponíveis pela noite dentro e uma garrafa de espumante para cada pessoa.
Onde: Kretcheu, Rua do Diário de Notícias, 107, Bairro Alto, Lisboa 
Quando: das 20h00 às 06h00
Preço: 20€ ou 30€ com jantar

Space: Músicas de 1969 a 2010

Tem o mesmo nome de uma das discotecas mais famosas de Ibiza, mas a música que lá passa (electrónica alternativa) nada tem a ver com a sua homónima nas Baleares. O Space abriu as portas este mês em Alcântara e para a passagem de ano tem preparada uma retrospectiva de êxitos festivos desde 1969 até ao ano que acaba agora. Os 15 euros de entrada já incluem dez de consumo – é das festas mais em conta na capital – e os bilhetes estão em pré--venda online. Para grupos de mais de dez pessoas a entrada custa dez euros com direito a uma garrafa de whisky e outra de vodka. 
Onde: Rua Maria Isabel Saint-Léger, 12, Alcântara, Lisboa
Quando: das 2h00 às 8h00 
Preço: 15€ (inclui consumo de 10€

Herdade d'El Rey: Passagem de ano psicadélica

Só para chegar a esta festa trance a aventura é tal que se arrisca a passar o ano numa estação de serviço ou, na melhor das hipóteses, dentro do carro. Na A1 saia em direcção ao Carregado e na N3, perto da Azambuja, vire em direcção a Obras Novas e depois saia para a Bemposta. Aí, siga as setas na escuridão numa estrada de terra batida. Cinco quilómetros depois, se lá conseguir chegar, prepare-se para gnomos, cogumelos mágicos, uma tenda de circo e música psicadélica. A banda principal são os Space Tribe, mas só devem actuar ao nascer do Sol.
Onde: Herdade D’El Rey, Carregado
Quando: das 22h30 de dia 31 às 00h00 de dia 2
Preço: 20€ (pré-venda); 25€ à porta

Lollipop: Festa na piscina com vista para o mar

Não está tempo para mergulhos, mas não sabemos até onde uma passagem de ano nos pode levar. Na discoteca Lollipop, na Praia Verde, pode escolher entre dar um primeiro mergulho do ano na piscina ou no mar ali em frente. Se quiser ser mais consciente, dance na tenda transparente aquecida em frente à piscina. Por 45 euros tem direito a ceia, espumante, passas e fogo-de-artifício à meia-noite, mas convém reservar porque a lotação é limitada e deve esgotar. O melhor da festa, dizem os organizadores, será ver o nascer do Sol em cima do mar. 
Onde: Lollipop, Praia Verde, Algarve
Quando: a partir das 22h30
Preço: 45€ com espumante, passas, três bebidas e ceia

Maus Hábitos: Reggae e electro com sandes à mistura

Num quarto andar de um prédio em frente ao Coliseu, o Maus Hábitos costuma animar as passagens de ano. Amanhã não será excepção. A antiga casa acolhe uma festa com reggae e música electrónica e sandes da Casa Guedes (têm boa fama) à mistura.
Onde: Maus Hábitos, Rua Passos Manuel, 178, 4.º, Porto
Quando: a partir das 23h00
Preço: 15€

Cabaret Maxime: Real Combo Lisbonense

Há três opções de festa no Cabaret Maxime: pode jantar, passar a meia-noite e dançar até cair; pode só passar a meia-noite com direito a uma bebida ou pode apenas dançar até cair. O preço depende das horas a que chegar, mas se for, vá a tempo dos Real Combo Lisbonense e do Cantor Romântico. No fim da noite vai haver um convidado surpresa.
Onde: Maxime, Praça da Alegria, 58, Lisboa. 
Quando: a partir das 23h00
Preço: 70€ com jantar buffet, 30€ a partir das 23h00 e 15€ a partir das 2h00

Op Art: Dançar com vista para o Tejo

Magillian, Peter Wagner e Analodjica são os DJ de serviço na festa de passagem de ano do Op Art. A partir da uma da manhã, já jantados e com as passas comidas, os primeiros noctívagos vão começar a aparecer sedentos de música electrónica. A entrada são dez euros, provavelmente das festas mais baratas que consegue arranjar na cidade.
Onde: Op Art, Doca de Santo Amaro, Lisboa  
Quando: da 1h00 às 6h00
Preço: 10€ com direito a uma bebida

Plano B: Champanhe e DJ

A noite vai ser concorrida no Plano B e o melhor é enviar nomes para a guestlist (guestlistplanob@gmail.com) para conseguir lugar. Pode fazê-lo até às 20h00 de dia 31 e ainda consegue um desconto de dois euros na entrada. O programa da festa inclui DJ e muito champanhe.
Onde: Plano B, Rua Cândido dos Reis, 30, Porto
Quando: a partir das 23h00
Preço: 10€ com oferta de uma bebida

 

Santiago Alquimista: Réveillon erótico

No cartaz da festa de passagem de ano, o Santiago Alquimista promete "rifas, baile, shots, espumante, mamas, mulheres boas e rapazes jeitosos". Tal como em festas anteriores, os Ena Pá 2000 passam o ano em palco com o seu "can-can-rock". No bar ao pé do Castelo de São Jorge vão sortear-se também cabazes com artigos eróticos e bonecos insufláveis.
Onde: Santiago Alquimista, Rua de Santiago, 19, Lisboa
Quando: a partir das 22h00
Preço: 25€ a partir das 22h00 com espumante e passas, 20€ a partir da 1h30 com bar aberto a cerveja

 

Clube Ferroviário: Midnight Express

Afinal o expresso da meia-noite não se apanha na estação de Santa Apolónia, mas sim no Clube Ferroviário, ali mesmo ao lado. O espaço aproveitado por Micas, dono do bar Bicaense, preparou uma festa com concertos de Funk do Boi, Señor Pelota e Yam Who? para a última noite do ano.
Onde: Clube Ferroviário, Rua de Santa Apolónia, 59, Lisboa
Quando: a partir das 22h00
Preço: 15€ com duas cervejas, 75€ com garrafa de champanhe e bar aberto

 

Via ionline



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Segunda-feira, 22.11.10

Ópera:

 

O compositor Alexandre Delgado criou uma "versão completamente fiel à original" da ópera “Hansel e Gretel”, que estreia na terça-feira no Teatro Camões, em Lisboa.

Em declarações à agência Lusa, o compositor disse ser apenas o responsável pelos textos que são cantados e que estes “mantêm a estrutura e a rima do princípio ao fim”.

Autor de óperas como “A Rainha Louca” e “O Doido e a Morte”, esta não é a primeira vez que Alexandre Delgado faz uma versão para a ópera de Engelbert Humperdinck baseada na obra dos irmãos Grimm.

Em 2003 foi o responsável pela versão portuguesa de “A Casinha de Chocolate”, que estreou no Teatro da Trindade, em Lisboa, numa encenação de Paulo Duarte que contou com interpretação de Catarina Molder.

Fazer uma versão de ópera “é como fazer uma obra de relojoeiro”, disse Alexandre Delgado, sublinhando tratar-se de um trabalho que requer “uma aprendizagem na forma como se lida com a rima da língua portuguesa”.

E ainda que esse trabalho seja facilitado com os dicionários de rimas, a tarefa “exige saber e muito cuidado para que não haja erros de prosódia [estes ocorrem quando há uma transposição do acento tónico de uma sílaba para outra]”, sublinhou.

Para Alexandre Delgado, “Hansel e Gretel” - que sobe agora ao palco do Teatro Camões numa nova produção do Teatro Nacional de São Carlos - é uma “obra-prima de Humperdinck que possibilitou às pessoas regressarem aos contos de fadas, ainda que com uma linguagem wagneriana e adaptada ao conto dos irmãos Grimm".

“Era uma falha enorme não termos ‘Hansel e Gretel’ cantada em português, porque esta é uma ópera que ganha muita força quando cantada em português”, frisou.

O compositor defende a necessidade de se encenar mais óperas em português, considerando que só há a ganhar com isso.

“Dantes eu era muito refratário em relação a isso, mas depois de ter assistido na Komische Oper de Berlim a tudo quando era repertório de ópera cantado em alemã apercebi-me do quanto tínhamos a ganhar com óperas cantadas em português”, disse.

É o caso de “A Flauta Mágica”, “O Morcego” ou operetas de outros compositores como Offenbach.

Com direção musical de Moritz Gnann, encenação e cenografia de André Heller-Lopes, figurinos de Bernardo Monteiro, vídeo de André Godinho, coreografia de Diniz Sanchez, “Hansel e Gretel” tem desenho de luz de José Álvaro Campos e Rita Álvares Pereira como cenógrafa executiva.

Raquel Luís interpretará Hansel, Ana Franco será Gretel, João Oliveira fará de pai e Marco Alves dos Santos de bruxa. O espetáculo conta com a participação da Orquestra Sinfónica Portuguesa e do Coro Jovens Vozes de Lisboa.

Além das récitas dos dias 23, 24, 26 e 30 de novembro e 02 de dezembro, às 15:00, “Hansel e Gretel” subirá também ao palco do Teatro Camões nos dias 27 de novembro, às 21:00, e nos dias 28 de novembro, 04 e 05 de dezembro, às 16:00.

 

Via Ionline



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Sábado, 16.10.10

 

Sexo ..e então?

 

Imagem do DN

 

"Ó paaii, como é que se fazem os bébes?" Mais tarde ou mais cedo, o seu filho vai sair-se com esta. E prepare-se porque já nenhuma criança engole a história das cegonhas. E se lida mal com a ideia de uma pergunta destas, já pensou como vai ficar se a seguir o seu filho lhe perguntar porque é que os homens têm pilinha e as mulheres pipi? Ok... Sejamos sinceros, a maioria dos pais não está preparada para a situação e muitos preferem adiar o inevitável. O que é capaz de não ser boa ideia. Até porque ao serem atropelados por este comboio da realidade os pais percebem que o seu filho mais cedo ou mais tarde ficará curioso por estes temas. Tão certo como mais cedo ou mais tarde jogar ao bate-pé, querer sair à noite, apanhar a primeira bebedeira ou ir dormir a casa de um ou uma colega.

A HISTÓRIA DA CEGONHA Mas quem se lembrou de dizer que os bebés chegam numa cegonha? Parece não haver uma resposta, mas várias. A cegonha é apontada como um animal dócil, que emprega um elevado esforço a cuidar do ninho, dos filhos e das aves mais velhas. Já no tempo dos romanos, foi criada uma lei que obrigava os mais novos a cuidarem dos mais velhos, e que foi designada Lex Ciconaria, que em português significa Lei da Cegonha. No entanto, outras versões apontam para a mitologia grega, em que Zeus teria transformado uma ninfa em cegonha, que a partir de então procurou bebés abandonados para os entregar a mulheres que não podiam ter filhos. Existe ainda uma lenda que diz que quando uma cegonha faz um ninho numa chaminé a mulher que vive nessa casa engravida. Se fosse assim tão verdade, Alcácer do Sal tinha a maior taxa de natalidade do país. 

O MEU FILHO PENSA EM SEXO O século xx dava os primeiros passos quando Freud chocou o mundo com os seus "Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade", onde abordou o tema da sexualidade infantil. Hoje, 105 anos depois do lançamento dos estudos, o tema já é encarado com alguma normalidade. Num artigo da revista "Mãe Ideal", publicado no site Sapo Família, Catarina Leal, psicóloga, refere que "é de extrema importância que as dúvidas das crianças sejam esclarecidas, uma vez que esse esclarecimento é imprescindível para um desenvolvimento saudável". No entanto, é preciso que os pais "não tenham a pretensão de dar lições aos filhos, respeitando em absoluto a sua privacidade", dizia o sexólogo Júlio Machado Vaz ao i em Maio de 2009. Quanto às designações a usar, a revista "Farmácia Saúde", editada pela Associação Nacional de Farmácias, publicou um artigo sobre este tema no irónico n.o 69, onde referia que "podem ser usados os termos verdadeiros, mas os eufemismos também são adequados, deixando-se para mais tarde o uso das palavras ''pénis'' e ''vagina''. São palavras que podem soar fortes de mais". E já se sabe como o a língua portuguesa é traiçoeira.

SEXO? E então? Mas tudo isto pode ser mais fácil graças à exposição "Sexo... E Então?", inaugurada esta semana no Pavilhão do Conhecimento. A exposição, que foi apresentada na Cité des Sciences et de L''Industrie, em Paris, chegou agora ao Parque das Nações, onde ocupa uma área de cerca de 700 m2 na nave central do pavilhão. Dirigida a crianças entre os nove e os 14 anos, tem o objectivo de explicar a sexualidade aos mais novos, preparando-os para as mudanças e descobertas da adolescência de uma forma divertida e informal, mas com rigor científico. A visita dura em média duas horas e associadas à exposição decorrerão palestras e outras actividades. O Pavilhão do Conhecimento está aberto ao fim-de-semana entre as 11h00 e as 19h00. Os bilhetes custam 4€ para crianças e 7€ para adultos. 

Tel.: 21 891 71 00; 

www.pavconhecimento.pt

 

Via Ionline



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Domingo, 10.10.10

 

 

 

Praça Luís de Camões. Este foi o ponto de partida para uma conversa com Nysse Arruda, jornalista brasileira a viver em Portugal há 19 anos, a propósito do lançamento do seu livro "Eléctrico 28 - Uma Viagem na História".

Em co-autoria com o prestigiado designer português Henrique Cayatte, que produziu a capa, e a fotógrafa Clara Azevedo, o livro narra a história de Lisboa, as suas praças e monumentos, mas também revela muitos segredos das suas ruelas estreitas e íngremes através de um percurso peculiar no "28".

O Expresso subiu a bordo desta máquina do tempo, de pintura amarela inconfundível, janelas abertas e interior forrado a madeira e napa, que parece ter saído de um filme.

O trajeto dura 37 minutos e estende-se entre Campo de Ourique (Prazeres) atravessando a Estrela, São Bento, Calçada do Combro, Praça Luís de Camões, Chiado, Baixa, Sé, Graça até chegar ao Martim Moniz, o seu destino final (ou ponto de partida dependendo de onde se decide embarcar).

Trata-se de "uma singela homenagem a Lisboa, esta maravilhosa cidade de luz e cor, de colinas e miradouros (...) mas também "um elogio a um dos ícones desta cidade", escreve Nysse Arruda. "É no balouçar sobre os centenários carris que os grandes vultos de Portugal ganham vida outra vez" e "as mais variadas gentes se encontram, recuperando a secular vocação multicultural de Lisboa".

"Eléctrico 28 - Uma Viagem na História" custa €27. Conta ainda com uma edição bilingue (inglês), sendo o primeiro registo de uma coleção da Imprensa Nacional-Casa da Moeda sobre as belezas de Lisboa.

É possível explorar a alma da capital, os seus cheiros e sabores, subindo e descendo do "28" quantas vezes quiser, durante todo o dia. O preço do bilhete é de €3,75. Para mais informações: http://www.carris.pt .

 

Via Expresso



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Domingo, 03.10.10

Zombie Walk Lisboa

 

É verdade, os mortos-vivos vão andar a passear-se pelas ruas da cidade de Lisboa, hoje mesmo, ao final do dia. O encontro está marcado para às 19h30, na Praça Luís de Camões.
Esta já é a terceira edição da Zombie Walk Lisboa, que este ano, coincide com o MoteLX, festival internacional de cinema de terror e, por isso, com a visita do mestre dos mortos-vivos, George A Romero. A ocasião não podia ser mais oportuna.
A ideia da marcha dos zombies começou a ganhar forma na internet, através de um blog criado por uma estudante de artes plásticas, Leyla Timuroglu. A convocatória para a estreia do marcha foi feita através da internet e de flyers. Antes da data do evento, a organização foi contactada pela “Everything is New”. Foi-lhes proposta uma parceria com a festa “Inferno em Lisboa”, que contava com a actuação dos Moonspell. Assim, foram oferecidos 10 bilhetes para o concerto para os melhores disfarces. 
Na estreia da Zombie Walk no Halloween de 2007 participaram 40 pessoas que desfilaram desde a Praça do Comércio ao Coliseu de Lisboa. 
Desde a primeira vez que foi realizado, o evento cresceu e ganhou uma outra dimensão, recebendo propostas de patrocinadores. 
Para quem estiver interessado em participar na edição de 2010, pode encontrar todas as informações necessárias no site do evento.
Os organizadores pedem para os participantes chegarem antes da hora marcada para preparar o disfarce e retocar a maquilhagem. Recomendam ainda que o grupo de mortos-vivos ande sempre junto, pare nos semáforos e que tenha cuidado com todos os que passam. 
Serão distribuídos prémios para os melhores zombies: livros da colecção 1001 Mundos, todos dentro da temática “Guerra Mundial Z”, “Orgulho e Preconceito e Zombies” e “A Floresta de Mãos e Dentes”.  Há ainda para oferecer 10 bilhetes para o concerto de Halloween dos Moonspell. 
Para quem estiver com disposição para encarnar a personagem durante mais algum tempo, os responsáveis propõem “invadir” o Starbucks ou o McDonald's. Haverá também uma after party no Roterdão Club, no Cais do Sodré, pelas 23h e a entrada é gratuita. 
Novamente, a organização alerta que ser “zombie” não é só o disfarce mas também a atitude. Assim, está proibida uma má conduta. Lembre-se que os mortos-vivos não bebem minis nem fumam tabaco.

 

Via ionline



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Segunda-feira, 27.09.10

Sem carro .. mas muito que ver

 

No passado dia 22 assinalou-se mais um Dia Europeu Sem Carros. O i aproveita a boleia e mostra-lhe cinco formas de explorar a cidade ao fim-de-semana, sem ter de pegar no carro

 

UM ELÉCTRICO CHAMADO DESEJO Considerado uma das 1000 experiências de viagem mais importantes do mundo pela Rough Guide to the World, o eléctrico 28 é a melhor forma de conhecer a Lisboa antiga. O percurso tem início no Cemitério dos Prazeres, em Campo de Ourique. Após percorrerem a Rua Saraiva de Carvalho, estes carros amarelos com dois motores de 45 cv, rumam à Basílica da Estrela e descem na direcção de São Bento. O percurso segue pela Praça Luís de Camões e pelo Chiado, passando junto à Sé e ao miradouro de Santa Luzia, em direcção à Voz do Operário. A recta final é percorrida entre a Graça e o Martim Moniz. (Tarifa de bordo: 1,45€; www.carris.pt)

LISBOA VISTA DO TEJO A Transtejo não se limita a levar e trazer moradores da Margem Sul para Lisboa e tem um departamento dedicado a passeios turísticos. E como nem todos podem fazer um cruzeiro no Mediterrâneo, um cruzeiro no Tejo já não é mau. O embarque é no Terreiro do Paço às 15h00, subindo o barco o rio até ao Parque das Nações, onde dá a volta para descer e passar debaixo da Ponte 25 de Abril, mostrando de uma perspectiva diferente monumentos como a Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos. O passeio dura cerca de duas horas e meia e custa 20 euros para adultos e 10 euros para crianças e reformados. A bordo há serviço de refrigerantes e águas. (www.transtejo.pt/pt/turismo/turismo.html) 

I WANT TO RIDE MY BIKE Há 15 anos a Tejo Bike lembrou-se de disponibilizar veículos a pedal para os lisboetas passearem junto ao rio. Hoje têm dois espaços no Parque das Nações. No primeiro, junto ao posto de informações ao lado do Pavilhão Atlântico, pode alugar bicicletas de montanha, pasteleiras, karts e até patins. No segundo posto, situado na Praça Sony, além do aluguer de equipamento, funciona também a escola de patins em linha. Os preços começam nos 2,5 euros por meia hora numa bicicleta de adulto. Até Outubro é possível passear até às 20h00. Mas se o Parque das Nações é longe para si, existe o Fun Track, na Rocha Conde D''Óbidos, por trás do Museu do Oriente. (Tejo Bike; Tel.: 218 919 333; www.tejobike.pt)

POWER BALANCE Não estamos a falar das pulseiras, mas sim do veículo mais inovador dos últimos anos, o Segway. Inventado em 2001, nos EUA, funciona a electricidade e tem autonomia até 38 km. A velocidade máxima é de 20 km/h e, de uma forma redutora, podemos dizer que funciona com a inclinação do corpo. Hoje é comum ver seguranças de centros comerciais ou polícias a fazerem patrulhas de Segway. A Go Segway Tours criou seis passeios, distribuídos pelas zonas mais emblemáticas da cidade. Os passeios são antecedidos de um briefing de 20 minutos. Já a Gray Line Portugal criou um tour de Segway pela Baixa da cidade e um outro por Alfama, com preços entre os 25 e os 35 euros e um mínimo de dois participantes. (www.gosegwaytours.com; www.graylineportugal.com) 

MOTA E COMPANHIA Sempre quis ter uma mota mas nunca teve coragem para tornar o sonho realidade? Já pensou em ter uma scooter para andar na cidade? A Scooter Mania pode ser um bom começo. Esta rent-a-scooter, com preços a partir de 30 euros por um dia numa motorizada com 50 cc, está localizada no coração da Baixa, na Rua do Crucifixo. Só precisa de ter mais de 18 anos, levar o BI, licença ou carta de condução e está pronto para correr a cidade em duas rodas. E se quiser passear todo o fim-de-semana, o aluguer de três dias custa 80 euros. Se não lhe chegar uma scooter básica, há também Vespas, e motas com 125 cc. (Rua do Crucifixo, 17; Tel.: 213 467 144 ou 707 201 052; www.scooter-mania.pt)

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 24.09.10

Carris aposta na internet nos autocarros

 

A partir de hoje, é possível aceder à Internet quando se viaja por Lisboa de autocarro, uma medida que a Carris quer alargar a toda a cidade ainda este ano para convencer mais gente a usar os transportes públicos.

A Carris apresentou hoje, dia da mobilidade, 30 novos autocarros articulados que permitem aceder à Net quando se viaja pela capital, com acesso livre, a partir de computadores ou telemóveis.

Para já a Net está disponível na carreira 36, entre o Cais do SodréOdivelas, e na 745, que liga Santa Apolónia ao Prior Velho, mas a previsão é que os “Net Bus” percorram ainda este ano, progressivamente, toda a cidade.

O objetivo, segundo José Silva Rodrigues, presidente da Carris, é aproximar o “tempo psicológico” que demoram para um passageiro as viagens de autocarro do “tempo real” do percurso e pretende ser mais um ponto a favor dos transportes públicos na luta contra o carro individual.

“O inimigo é o carro. Os transportes públicos não podem roubar clientes uns aos outros, mas trabalhar em conjunto para resgatar utentes ao transporte individual”, disse, por seu lado, o secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca.

O secretário de Estado, representantes da Carris e jornalistas viajaram entre os Restauradores e oOriente num dos novos “Net Bus”.

A aquisição destes 30 novos autocarros, que contribuem para o processo de renovação da frota que a empresa iniciou em 2003, custou 11 milhões de euros, mas o secretário de Estado salientou que, apesar da contenção, este gasto é necessário.

“A travagem dos investimentos não pode ser feita de um modo cego, porque há investimentos mais importantes do que outros. Há uns que contribuem para trazer as pessoas para o transporte público, para diminuir a utilização do automóvel, para satisfazer melhor as necessidades de acessibilidade e de mobilidade das populações”, disse Correia da Fonseca, salientando que “o Estado não é suficientemente rico para assegurar todos esses desejos muito legítimos dos cidadãos”.

Para melhorar a informação prestada ao público, a Carris está a aplicar placas com leitura em Braille, em relevo, nas 1900 paragens da cidade com a informação do código SMS ao minuto, que permite ao utente saber quanto será o tempo de espera até ao próximo autocarro e espera ter os percursos das carreiras disponíveis em versão áudio (CD).

A Internet a bordo dos “Net Bus” resulta de uma parceria entre a Carris e a TMN.

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 22.09.10

Imagem: Lyle Ashton Harris


O projecto Africa.cont e a Câmara Municipal de Lisboa apresentam a exposição de fotografia «AFRICA: SEE YOU, SEE ME!», a partir de 1 de Outubro no Museu da Cidade, em Lisboa.

 

O Africa.cont apresenta a exposição que retrata a história da fotografia africana. A mostra aborda a influência da auto-representação dos africanos e da diáspora nas formas contemporâneas de fotografar África.

De acordo com o curador da exposição, Awam Amkpa, o nome da exposição «AFRICA: SEE YOU, SEE ME!» «foi retirado de um trabalho artístico de um ‘Mammy Wagon’ que vi numa estrada nigeriana há muitos anos atrás». «O camião pretendia que todos os que viajávamos nas perigosas estradas nigerianas tivéssemos consciência da presença uns dos outros, e brindássemos à audácia mútua de seguir em frente», acrescentou Awam Amkpa.

A exposição, que vai abrir no dia 1 de Outubro (com entrada gratuita) e poderá ser visitada até 28 de Novembro, no Pavilhão Preto do Museu da Cidade, em Lisboa, está organizada em três partes distintas. A primeira secção é composta por retratos de africanos que procuram inscrever-se nas paisagens urbanas para as quais migraram.

A segunda secção é uma mostra dos primeiros retratos etnográficos que imaginavam África como terra bravia povoada pelos primeiros «outros» dos europeus. Por fim, a terceira secção, realça fotografias contemporâneas de África, por fotógrafos não-africanos que partilham uma relação de diálogo com os artistas africanos.

O Africa.cont pretende ser uma plataforma privilegiada de visibilidade e lançamento de diversas manifestações culturais (teatro, dança, música ou artes plásticas) com ligações ao continente africano, entenda-se não exclusivamente lusófono. Será instalado numa zona privilegiada da cidade de Lisboa entre a Rua das Janelas Verdes e a Avenida 24 de Julho.

 

Via Disto e daquilo



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Terça-feira, 21.09.10

Vem aí o MetroBus

 

O MetroBus, um metro rodoviário de superfície que ligará o centro comercial Dolce Vita e o metropolitano de Lisboa, deve entrar emfuncionamento dentro de um ano, anunciou hoje a Câmara da Amadora.

A primeira fase do MetroBus, um metro de superfície que em vez de circular sobre carris tem pneus, fará a ligação entre o futuro interface da CP/Metropolitano da Reboleira e o Dolce Vita Tejo, sendo que o seu traçado atravessará as freguesias da Venda Nova, Falagueira (estação de metro Amadora-Este), Mina, São Brás e Brandoa, numa extensão de cerca de sete quilómetros.

O vereador dos transportes da Câmara da Amadora, Gabriel Oliveira, avançou que são esperadas entre 5 000 a 10 000 pessoas diariamente no transporte.

"O objetivo é que o MetroBus funcione como um transporte normal, não que encha o Dolce Vita, já que não é uma linha para o Centro Comercial. É para toda a gente, que o possa a vir usar para o trabalho, para a escola e até para chegar a Lisboa", disse Gabriel Oliveira.

O vereador disse ainda que o "Dolce Vita pode ser transformado num interface de transportes, já que, com os 9 000 lugares de estacionamento gratuitos, as pessoas vão poder deixar os seus carros no shopping e usar o transporte público até Lisboa"

A solução nasce de um protocolo da Câmara da Amadora com a CP, o Metropolitano de Lisboa, da Autoridade Metropolitana de Transportes e do Dolce Vita Tejo.

Nesta primeira fase, a infraestrutura viária foi elaborada pela Câmara da Amadora e o investimento, de cerca de cinco milhões de euros, ficará praticamente ao cargo da Chamartín, já que a empresa que detém o shopping vai financiar 4,45 milhões de euros da obra.

Gabriel Oliveira negou que a participação da empresa estivesse relacionada com contrapartidas pela construção do shopping, justificando a parceria apenas com a "necessidade de fazer chegar mais pessoas ao Dolce Vita".

Já a aquisição do material circundante será decidida através de concurso público, já que "a autarquia não quer explorar a circulação", disse o vereador.

O financiamento ficará a cargo da Câmara e de fundos comunitários.

Gabriel Oliveira afirmou que em "sete, oito meses" as obras avançam e que no início de 2013 o MetroBus iniciará a circulação.

Numa segunda fase do MetroBus, está prevista um segundo troço fazendo a ligação entre o Dolce Vita Tejo e Odivelas, num investimento estimado de cerca de 12 milhões de euros, que, segundo o vereador da Amadora, "necessitará do apoio do Governo".

O projeto é apresentado publicamente na terça feira, pelas 11:00, no Dolce Vita Tejo.

 

Via Ionline



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Segunda-feira, 20.09.10

Um professor de educação física colocado no Centro Educativo dos Olivais, em Coimbra, foi impedido de usar "piercings" nas aulas pela direção deste estabelecimento da Direcção-Geral de Reinserção Social, uma decisão que vai contestar em tribunal.

Uma fonte do Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC) disse hoje à agência Lusa que o docente visado "está a ser acompanhado pelos serviços jurídicos" da organização sindical com sede em Coimbra.

"Tudo indica que há aqui um ato de discriminação ilegal e absurda", adiantou o sindicalista João Louceiro, coordenador da direção distrital de Coimbra do SPRC.

O professor em causa, de 31 anos, usa diariamente numa orelha "uma pequena argola e mais dois adornos de tamanho reduzido", tendo sido intimado pela diretora do Centro Educativo, Ângela Portugal, para remover as peças durante as actividades escolares.

Docente alegou "promessa de ordem pessoal"

 

A Lusa apurou que a direção ter-se-á baseado no regulamento interno da instituição dos Olivais, que proíbe aos jovens ali acolhidos o uso de piercings, regra que entendeu dever aplicar também aos docentes, apoiada nas orientações da Direcção-Geral.

O professor visado, que se escusa a falar do assunto, comunicou inicialmente à diretora que não pretendia retirar ospiercings, justificando o seu uso com "uma promessa de ordem pessoal feita há dois anos".

Na segunda feira, ao apresentar-se no Centro Educativo para lecionar, foi-lhe reiterado na portaria que não poderia aceder às instalações escolares com os adornos, devendo ali aguardar por Ângela Portugal, que de imediato lhe confirmou a decisão tomada na semana passada.

O docente, após ter conversado com a direção do Agrupamento de Escolas Martins de Freitas, a que pertence, ainda faltou dois dias às aulas.

Sindicato considera "ilegal"

 

Aconselhado pelos serviços jurídicos do SPRC, acatou depois a ordem da superiora hierárquica, retirou os piercings e regressou esta quinta feira ao Centro Educativo, onde foi apresentado às turmas na companhia da diretora.

João Louceiro admitiu que a ordem da diretora para que o professor, ali colocado com outra colega de educação física, ambos adstritos ao Agrupamento Martins de Freitas, "até poderia ter justificação se fosse por motivos de segurança". "Mas tudo indica que não é isso que está em causa", sublinhou.

Um advogado do SPRC está a preparar uma contestação ao ato da instituição, que o sindicato considera ilegal.

Diretora recusa falar

 

A agência Lusa tentou obter desde sexta feira uma reação da diretora do Centro Educativo dos Olivais.

Ângela Portugal remeteu o assunto para o secretariado da Direcção-Geral de Reinserção Social, escusando-se a falar, mas todas as diligências se revelaram infrutíferas.

A Lusa insistiu também junto das relações públicas do Ministério da Justiça, mas igualmente sem resultado.

 

Via Expresso



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Quinta-feira, 16.09.10

Lisboa candidata a melhor destino turistico

Lisboa foi nomeada para os prémios de turismo "World Travel Awards" em três categorias.

 

A cidade de Lisboa está nomeada para os prémios de turismo "World Travel Awards (WTA) 2010 " na categoria de Melhor Destino do Mundo, Melhor Destino de Cruzeiro e Melhor Porto de Cruzeiro, anunciou hoje o Turismo de Lisboa.

A par da capital portuguesa, também concorrem para a categoria de Melhor Destino do Mundo outras 17 cidades, entre as quais Londres, Maldivas, Miami, Nova Iorque, Rio de Janeiro e Sidney.

Para Melhor Destino Cruzeiro do Mundo concorrem ainda as Bahamas, Copenhaga, Istambul, Miami, Xangai, Estocolmo, entre outras.

Na categoria de Melhor Porto de Cruzeiros do Mundo, Lisboa concorre com o porto da Cidade do Cabo, Copenhaga, Istambul, Miami, Port Victoria, Rio de Janeiro e Sharm el Sheikh.

 

Gala marcada para novembro em Londres

 

As cidades eleitas da 17ª edição da gala de prémios de turismo serão conhecidas a 7 de novembro, em Londres.

A iniciativa, também conhecida como "Óscares do Turismo", resulta de uma seleção criteriosa dos melhores equipamentos e destinos turísticos do mundo, através de votação online por milhares de profissionais do setor à escala mundial.

Criados em 1993, os "World Travel Awards" pretendem estimular a competitividade e a qualidade do turismo, promovendo, à escala global, os melhores destinos e serviços prestados.

Em 2009, Lisboa destacou-se nas três categorias nomeadas, arrecadando os prémios de "Melhor Destino Europeu", "Melhor Destino City-Break Europeu" e "Melhor Destino de Cruzeiro Europeu".

 

 

Via Expresso



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Domingo, 12.09.10

Alfama já não é só Fado

 

Esplanada Portas do Sol É dos espaços mais concorridos da zona de Alfama e do Castelo. Por estes dias a esplanada das Portas do Sol ganhou um novo colorido graças à dezena de oliveiras plantadas recentemente. Com a cidade de Lisboa como cenário, vale a pena sair mais cedo do trabalho para aproveitar os raios de Sol de Setembro enquanto prova um dos batidos ou sumos naturais tão afamados por aqueles lados. Os sofás pretos espalhados no terraço convidam à leitura, embalada pela música ao vivo - às quintas-feiras - ou pelos DJ que actuam ao fim-de-semana. Se a fome apertar, pode sempre pedir uma das muitas sandes - com pão feito na hora -, naquela que é uma das zonas mais turísticas da capital. Alguma vez lhe passou pela cabeça ser um estrangeiro em Lisboa? Aqui sim, é possível.

Largo das Portas do Sol, Santiago. Tel. 917 547 721 Sugestão: Salada de frango com pepino e gengibre

Esplanada Cerca Moura Poucos serão os lisboetas que não conhecem este espaço emblemático da capital. A esplanada Cerca Moura é uma das mais antigas de Lisboa. Na verdade, são dois espaços num só, já que do outro lado da rua existe uma segunda esplanada com vista para o bairro de Alfama e orio Tejo. Ideal para um fim de tarde bem passado entre amigos. Aberto até às duas da manhã.

Largo das Portas do Sol, 4. Tel. 218 874 859 Sugestão: Imperial e tosta mista

O Botequim O Botequim não é apenas um bar/restaurante. Situado no pitoresco bairro da Graça, as suas paredes escondem histórias antigas. Durante os anos 70 e 80 o espaço foi palco de inúmeras tertúlias literárias - e ponto de paragem obrigatório dos artistas da capital. Renascido este ano, é com a figura preeminente de Natália Correia que os clientes são agora recebidos, não estivéssemos nós num dos locais de eleição da poetisa e deputada. E a sua memória - e espírito - está bem presente no retrato que acolhe quem entra no salão. Restaurado, mas fiel à traça original - os tectos são trabalhados, o balcão clássico e com estatuetas espalhadas pela sala -, o novo Botequim transpira literatura - pertence à ex-editora Minotauro - e oferece uma carta recheada de petiscos e bebidas de provar e chorar por mais. Para os que procuram uma refeição mais substancial há alheira com tomate cereja e alecrim, carpaccio de muxama de atum, mas também coisas mais light, como a salada de búzios ou as tostitas de palhais com pesto de manjericão. Os preços estão ao alcance de praticamente todos os bolsos, não excedendo os 10€ por pessoa.

Largo da Graça, 79. Sugestão: Sangria de espumante e salada de ovas

Restaurante santo antónio de alfama Popular pelas suas entradas - as cascas de batata -, o restaurante Santo António de Alfama tem uma origem remota. Falamos da arquitectura e da história do edifício, que nos finais do século xix funcionava como espaço polivalente: na loja guardavam-se as montadas, no primeiro piso funcionava uma casa de pasto e no último punha-se a conversa em dia. Hoje o espaço pertence ao actor José Pedro Vasconcelos e oferece uma carta de almoços e jantares, além de um cardápio de vinhos bem composto. Saltam à vista o queijo brie panado com compota de framboesa e a morcela com puré de maçã. E isto é apenas o começo: aqui os bifes são dos pratos mais apreciados, da vazia grelhado ou do lombo. Como qualquer restaurante tradicional que se preza, não podia faltar o bacalhau, aqui gratinado com molho de tomate e brócolos.

Beco de São Miguel, 7. Tel. 218 881 328 

Sugestão: Cascas de batata

Supercalifragilistic No coração de Alfama está situado o restaurante com o nome mais impronunciável de sempre. O Supercalifragilistic, nome que apenas Mary Poppins sabia cantar. É um espaço recente, que fica a meio caminho entre um restaurante e um bar. Os pratos são passageiros - não há ementa fixa -, mas a clientela costuma gostar de mil-folhas de camarão com caril ou do empadão de bacalhau com batata-doce.

Rua dos Remédios, 98, Alfama. 

Sugestão: Cabrito

Cruzes Credo café aberto até de madrugada, com esplanada, o Cruzes Credo Café é um dos novos pontos de paragem obrigatória ali para os lados da Sé. Embora o aspecto do bar nos possa levar para outras coordenadas - os donos definem-no como uma espécie de leitaria de bairro aberta até tarde - à noite, a música e o ambiente chill out transformam-no num bar apetecível. Os preços são acessíveis, com imperiais a 1,50€ e o vinho a copo a 2,30€.

Rua das Cruzes da Sé, 29. Tel. 218 822 296 Sugestão: vinho a copo ou sangria

Tejo Bar A zona de Alfama e da Sé têm vindo a tornar-se uma óptima alternativa a um Bairro Altocada vez mais descaracterizado. Mas não é apenas de espaços novos que vive esta zona. O Tejo Bar é daqueles lugares antigos que vale a pena visitar. O mais certo é encontrar alguém a fazer uma jam session - há guitarras que qualquer um pode dedilhar - ou deixar-se encantar pelas muitas fotografias e discos antigos que preenchem as paredes. O ambiente é descontraído e familiar, e ali convivem pacificamente moradores da zona e artistas. 

Beco do Vigário, 1. Sugestão: Imperiais e vinho

Onda jazz Tal como o nome indica, aqui a música que toca mais alto é a de Nova Orleães, embora estejamos no berço do fado e, não raras vezes, as colunas debitem soul, flamenco e outras músicas do mundo. Regularmente palco de concertos de jazz, o bar recebe também espectáculos de dança e sessões de poesia musicada ao piano. Um espaço com aura de artista, instalado num antigo armazém de café e propriedade de um jornalista de francês especializado em jazz.

Arco de Jesus, 7. Tel. 218 883 242 

Sugestão: bebidas brancas

Bela Tem pouco mais de meio ano de existência, mas já é paragem obrigatória para um copo de vinho ao final da tarde a acompanhar uns petiscos à maneira, com tempero caseiro. Ao domingo há fados e à terça-feira recitais de poesia. 

Rua dos Remédios, 190

Sugestão: Sangria tinta

Santiago alquimista Há muito que os concertos e as festas do Santiago Alquimista romperam as fronteiras da capital. A casa costuma estar cheia para receber alguns dos mais promissores projectos musicais portugueses, mas também muitos nomes consagrados nacionais e estrangeiros. Para quem se passeia pela ruelas do Castelo, este é um dos espaços mais interessantes para um pé de dança. Com uma mezanine no primeiro piso, é perfeito para deitar as vistas ao palco sem braços e cabeças pelo meio. Aberto até às quatro da manhã.

Rua de Santiago, 19. Tel. 218 820 259 

Sugestão: concerto de The Wave Pictures, dia 23

Clube Ferroviário Perto de Santa Apolónia, paredes meias com a discoteca Lux, nasceu um dos bares mais badalados do momento. O Clube Ferroviário ganhou fama graças ao seu proprietário -Mikas, do Bicaense -, mas também à sua programação arrojada de concertos e DJ. Nascido das cinzas de uma associação recreativa, o Ferroviário tem noites para todos os gostos, do cinema ao ar livre às festas e performances de teatro. Nos intervalos da dança, nada como espreitar o imenso terraço, com uma vista divinal para o Tejo. Depois? Bem, depois é descarrilar até de madrugada. O Clube está aberto até às seis da manhã.

Rua de Santa Apolónia, 59. Tel. 218 153 196 Sugestão: Real Combo Lisbonense, quinta feira, dia 16

 

Via Ionline



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Domingo, 05.09.10

Pixelejo

 

Ao longe, os azulejos de Tiago Tejo enganariam o mais astuto dos caçadores de relíquias de fachadas. Tendo em conta que cada azulejo arrancado de um prédio antigo chega a valer 60 euros, os painéis espalhados por Lisboa pelo estudante de 24 anos enriqueceriam até um ladrão de meia tigela. Isto, claro, se não fossem feitos de papel.

Na verdade, Tiago criou uma peça muito mais barata - o pixelejo -, que segundo o próprio, resulta do "cruzamento entre a antiga arte do azulejo e o pixel [a unidade da imagem digital]". Tiago tem dificuldade em precisar a altura em que decidiu desenhar uma réplica de um azulejo de Rafael Bordallo Pinheiro no seu computador. "Foi há coisa de um ano ou dois, quando desisti da minha primeira licenciatura, fiz o Interrail e tinha de me entreter com qualquer coisa." Do tédio de estar em casa sem fazer nada - na altura ainda não frequentava o curso de História de Arte, em Lisboa - nasceu o pixelejo, a nova forma de arte urbana "apreciada por miúdos e velhos". 

"Comecei a reunir informação sobre azulejos antigos e juntei isso à pixel art forma de arte digital], que já me interessava desde a infância, com os jogos de computador." Fazer um pixelejo chega a demorar dois dias, ou melhor, duas noites, porque é de madrugada que Tiago consegue trabalhar. "Pinto os quadradinhos no computador consoante o padrão de azulejo que quero fazer, imprimo-os, corto e colo onde quiser."

As colagens são sempre feitas durante a noite, porque, relembra Tiago "isto é ilegal". Mesmo assim, garante ter sempre a preocupação de "não estragar coisas já existentes e melhorar coisas feias, como por exemplo as caixas de electricidade". "Há prédios velhos em que falha o padrão de azulejo e muitas vezes ponho um diferente, só para chocar mais", conta. "Vale tudo desde que não estrague nada."

Em Lisboa, onde a maior parte dos seus pixelejos estão espalhados, é difícil acompanhá-lo numa missão diurna. "Só se for numa fábrica abandonada", diz. Depois de investigar a zona do Parque das Nações, Tiago convida-nos para uma colagem na antiga fábrica da Air Liquide, em Chelas. No edifício repleto de lixo e ocupado por toxicodependentes, um deles avisa a fotógrafa do i: "A senhora deve ser ou muito corajosa ou muito louca para estar aqui com essa máquina." Perigo à parte, a missão é rápida. Tiago imprimiu os desenhos na noite anterior e preparou o balde de cola em casa. Em menos de uma hora, ergue-se um painel de 54 pixelejos numa parede com alguns rabiscos. "Ponho cola na parede e depois em cima, como num cartaz político", explica. 

Muitos amigos de Tiago têm as casas decoradas com estes azulejos de papel. Mas só amigos, porque Tiago não vende. No Facebook, há cada vez mais interessados no Pixelejo e a página até tem uma base de dados de fotografias.

Segundo o site do projecto SOS Azulejo existem 102 casos de furto de azulejos em Portugal desde 1984. Esta pode ser uma maneira barata, embora efémera, de substituí-los.

 

Via ionline



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Segunda-feira, 09.08.10

Onde comer peixe em Lisboa

 

Apetece-lhe saborear um peixe fresco e saboroso, na cidade ou, melhor ainda, de olhos postos no mar? Ninguém melhor que o crítico gastronómico Duarte Calvão, responsável pela organização do evento Peixe em Lisboa, para sugerir alguns sítios onde se pode comer bom peixe. Perguntámos e ele respondeu sem grandes dúvidas.

Tavares
"Há um bocado a ideia de que o melhor peixe é comido grelhado, mas é evidente que um bom peixe também brilha quando o prato é mais sofisticado. Há restaurantes que têm acesso aos melhores produtos e isso sente-se. Um dos pratos de peixe mais notáveis criados nos últimos anos em Portugal é o Mergulho no Mar, do José Avillez, no Tavares." Mas o que é o Mergulho no Mar? É um prato de robalo cozido a baixa temperatura, durante 20 minutos, acompanhado de bivalves como lingueirão, mexilhão e berbigão, e servido com algas alface de mar, Dulcea carnosa, kodium e salicórnia e escaldado no final com água de mar ligeiramente alimonada. 

Monte Mar
E porque a paisagem também faz parte de uma refeição, pedimos a Duarte Calvão um prato de peixe saboreado com vista sobre o mar. "Há um restaurante na estrada do Guincho, o Monte Mar, com uma varanda sobre o mar e que tem sempre muito bom peixe. Além dos célebres filetes de pescada com arroz de berbigão, tem peixe do dia grelhado, assado à padeiro ou no sal, bacalhau assado, linguado frito com açorda e medalhões de cherne."

Ribamar

Outro lugar que Duarte Calvão gosta de recomendar é o restaurante Ribamar, em Sesimbra. Situado na Avenida dos Náufragos e com uma magnífica vista sobre o mar, é o porto de abrigo dos verdadeiros apreciadores de peixe. "Servem peixe grelhado muito bom e têm óptimos peixes com receitas, do imperador cozido em vapor ao pregado ou ao robalo, até pratos típicos de Sesimbra, como os choquinhos à pé descalço", diz Duarte. Choquinhos à pé descalço? João Garcia, empregado do Ribamar, explica: "São chocos com tinta. O prato vem assim, não tem companhia. O acompanhamento, que pode ser batata frita ou cozida, tem de ser pedido. É um prato de pescadores. Já os pratos de peixe, como o linguado grelhado, têm alho francês e tomate em vapor a acompanhar."

Lautausco

"Adoro sardinhas assadas e elas vão engordando ao longo do Verão. Há quem diga que as melhores são as do fim do Verão. Costumo comê-las no Lautasco, um restaurante em Alfama com pátio ao ar livre, assadas com pão, que fica bem embebido na gordura da sardinha", sublinha Duarte Calvão. No Lautasco, o dono, José Martins, explica o segredo das sardinhas que serve: "Temos sardinhas até Outubro, porque ela vai engordando. Este ano Junho foi mau, ela estava muito seca, agora já pinga. Também temos um arroz de lulas com gambas, arroz de tamboril, cataplana mista de peixe e as famosas pataniscas de bacalhau com arroz de tomate, que servimos há mais de 35 anos."

A Travessa 
A terminar, Duarte Calvão dá mais uma dica. "Não posso deixar de referir A Travessa, em Lisboa, já que o António Moita, um dos proprietários, é um grande especialista em peixe. Em vez de pedir os pratos de sempre, é bom ouvir a sua sugestão para o dia." Vamos então ouvir a sugestão de António Moita, pescador desde muito novo: "Hoje recomendo os lombos de peixe-galo com emulsão de champanhe, que vão para a mesa com legumes salteados, puré de nabo e batata cozida com casca e salteada. Também temos a raia em vapor com manteiga queimada e alcaparras e o tamboril flamejado numa base de creme de marisco." Segue-se uma curiosa revelação. "Os portugueses gostam cada vez menos de ver espinhas no prato, por isso, servimos tranches de corvina grelhada numa cama de folha de espinafre e com redução de lima, para não ser a história do peixe grelhado, ponto final. E ao sábado temos os mexilhões feitos no tacho com alho-francês e vinho branco ou nata fresca, que acompanha com batatas fritas."

 

Via ionline



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Segunda-feira, 02.08.10

Imperiais

 

"O copo seco e limpo. Um sistema de refrigeração revisto e actualizado. Não esquecer que tem de levar pelo menos um dedo de gravatinha: a espuma garante que o gás não desaparece ao primeiro gole e que a temperatura se mantém", diz Francisco José Viegas, o autor de "99 Cervejas + Uma ou Como Não Morrer de Sede no Inferno", explicando quais os truques para tirar uma boa imperial. Perguntámos-lhe onde se bebem as melhores de Lisboa. A resposta chega sem hesitações: "Nos bares irlandeses na zona do Cais do Sodré ou no English Bar. Depois, haja sorte nas cervejarias tradicionais. Eu gosto muito do Sem Palavras, uma cervejaria no Mercado de Alvalade, que recomendo pela comida e pela prontidão com que o Luís e o Paulo me colocam um copo na mão. O The Beer Hunter, em Oeiras, é uma referência para o Verão, uma vez que, além das pilsener habituais, tem algumas cervejas inglesas, amargas, que vão bem com a noite."

British Bar

Entrámos então no British Bar, o bar mais antigo de Lisboa, com 91 anos. Neste bar à inglesa com cheiro a maresia em pleno Cais do Sodré, Nuno Ribeiro, gerente, garante que existem mais de trinta cervejas diferentes. "Temos as imperiais nacionais à pressão Super Bock clássica e Stout, parecida com a Guiness irlandesa. Temos a cerveja de gengibre, a Guiness, uma belga Leffe e a Hoegaarden, que é uma cerveja branca de trigo. O segredo para tirar uma imperial? Depende da cerveja." 

Sem Palavras

Fernando Anacleto, sócio-gerente do Sem Palavras, acrescenta algumas palavras ao segredos das melhores imperiais. "Já tivemos Super Bock, mas a cerveja de cervejaria é Sagres. Apesar do mercado estar a mudar, o cliente está habituado a este sabor, são muitos anos a beber Sagres. Os nossos copos estão numa câmara frigorífica, a cerca de 4 graus." A vossa cerveja deixa os clientes sem palavras? "Às vezes, até ficam com palavras a mais."

The Beer Hunter

Do Mercado de Alvalade para Oeiras. Batemos à porta do The Beer Hunter, o carismático bar onde não se vem apenas à caça de cerveja, mas também da mesa de snooker, dos petiscos e da música. O empregado João Rodrigues é o porta-voz: "A imperial é uma cerveja exclusiva da casa, uma mistura de cerveja belga com Boehmia da Sagres. O copo tem que estar seco e uma boa imperial tem dois dedos de altura de espuma, o que mantém a cerveja viva." As pipocas salgadas, tremoços ou amendoins com sal são companheiros inseparáveis da imperial.

Ramiro

Na marisqueira tradicional Ramiro, na rua Almirante Reis, em Lisboa, ouvimos o gerente Pedro Gonçalves: "É um namoro de há muitos anos, talvez 40. Começámos a trabalhar com a Sagres e nunca mais mudámos. O cliente está habituado a ter este sabor de cerveja com esta comida." Por falar em comida, "a boa cerveja acompanha sempre com tremoços, mas de acordo com a vontade do cliente fica bem com gambas "al ajillo", o nosso famoso prego de lombo no pão ou umas amêijoas à Bulhão Pato". Os copos são secos e refrigerados. "Temos um frigorífico especial e a sua temperatura depende da altura do ano. Neste momento está na casa dos 7, 8 graus."

Para terminar, não se esqueça: a companhia é fundamental. "Uma cerveja solitária é bom, claro ? mas com companhia é outra coisa", afirma Francisco José Viegas. Vai mais uma rodada?

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 30.06.10

Eles passaram pela Sé de Lisboa para as fotografias

 

Fernando Correia, 54 anos, travesti de profissão, sempre sonhou casar vestido de noiva. Hoje concretizou parte da fantasia ao chegar à Sé de Lisboa num vestido branco marfim, mas casamento só na próxima semana e no civil.

“O meu sonho sempre foi casar vestida de noiva e até à data não tinha encontrado a pessoa certa”, confessou à chegada ao largo da Sé, onde reuniu 20 amigos para as fotografias e a festa que se seguiu num restaurante.

Apesar de não ter conseguido formalizar hoje a união, fez questão de reunir os amigos naquele local por fazer um ano que conheceu o companheiro e se tratar do lugar onde casaram as noivas de Santo António, explicou.

Fernando Correia conheceu Fernando Fonseca, 32 anos, em Santa Apolónia. Trocaram olhares, tomaram um café e combinaram um jantar, que os juntou até hoje.

“Foi um jantar maravilhoso e vivemos juntos desde esse dia”, conta 'a noiva', garantindo ter encontrado o homem da sua vida.

“É um homem a sério, não fuma, não bebe, é trabalhador”, diz.

Neste 'enlace', a 'noiva' chegou primeiro, de táxi, e acompanhada pela madrinha, que apresentou como fadista.

Habituado ao mundo do espetáculo, não se esquivou às objetivas e às perguntas dos jornalistas, com quem partilhou pormenores da relação com aquele a que já chama “marido”.

“Tive o prazer de trabalhar sempre como travesti profissional. Tenho um guarda-roupa que é a inveja de todas as bichas de Lisboa”, afirma, enquanto mostra, orgulhoso, o vestido cai-cai e se equilibra nas sandálias douradas de salto alto no irregular piso de paralelepípedos às portas da catedral de Lisboa.

Fernando aguarda ainda pela confirmação do dia em que poderá casar com Fernando no 7.º Cartório: “Espero que seja esta semana. Tenho muitos espetáculos marcados para o estrangeiro”.

Embora mais reservado, o companheiro também não hesita em dizer que este é o seu dia. “Conheci bem a pessoa. Gosto muito de estar com ela”, afirma, lamentando que os pais não aceitem a relação.

“Eu vivo para ela e ela vive para mim”, afiança Fernando, empregado numa empresa de limpezas.

Entre os convidados, apenas os amigos aceitaram partilhar com eles este dia, que quiseram registar em fotografias também no Parque Eduardo VII.

Antes, a 'noiva' foi ainda à Igreja de Santo António, por entre os olhares de quem passava e a curiosidade dos turistas, que levaram para casa mais uma inesperada recordação da visita à velha capital.

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 11.06.10

Como divertir-se a sério nos santos populares

 

01 Os dias (e sobretudo as noites) são de festa. Para se divertir sem qualquer tipo de preocupação, como o local onde deixar o carro bem estacionado ou ter de contar os copos de sangria que bebe, utilize os transportes públicos, seja o metro (que estará a circular fora dos horários habituais) ou um táxi, o eléctrico ou o autocarro.

02 Ouça o fado a andar de eléctrico. Na carreira 28, dia 11 e 13 de Junho, às 16 e às 19 horas, o fado tem um novo palco que desliza do Martim Moniz aos Prazeres, passando pela Graça, Alfama, Bica e Bairro Alto. Durante a viagem os passageiros têm a oportunidade de escutar o estilo de fado mais tradicional e castiço de Lisboa.

03 Não perca a Festa do Fado no Castelo de S. Jorge, dia 11 de Junho, pelas 22 horas, onde Pedro Moutinho, um dos intérpretes mais representativos da nova geração do fado, Prémio Revelação da Casa da Imprensa com "Primeiro Fado" e Prémio Amália Rodrigues para o melhor disco do ano, convida Tiago Bettencourt para um encontro em palco de dois géneros musicais que, apesar de diferentes, se cruzam.

04 Inspire um pouco do espírito romântico de Santo António, o santo casamenteiro, e assista aos famosos casamentos que animam a cidade. Este ano, são 16 os casais que juram amor eterno, celebrando matrimónio dia 12 de Junho, sábado, pelas 14 horas, na Sé Catedral de Lisboa, seguindo-se o habitual desfile dos carros antigos e o copo de água. 

05 Espreite as emblemáticas Marchas Populares na Avenida da Liberdade, onde os clubes e associações recreativas de bairros típicos como Alfama, Madragoa, Graça, Benfica, Mouraria ou o Castelo, entre outros. Descem pela Avenida, competindo pela melhor marcha, música, vestuário e coreografia. As 20 marchas participantes na edição deste ano, sob o mote das Comemorações do Centenário da República, apresentam-se num grande desfile alegórico ao som de música popular tocada e cantada ao vivo.

06 Comece a noite de festa no Comes e Bebes, com miradouro com vista sobre o Tejo e a cidade, a comer bifanas e sardinhas e passe na tradicional Tasca do Jaime, na Rua da Graça, para comer um pastelinho de bacalhau quente da D. Laura.

07 Experimente todas as especialidades gastronómicas de Santo António, como as sardinhas assadas na brasa, as suculentas bifanas grelhadas e a deliciosa sangria. Participe num arraial popular pela noite fora, onde não faltam o caldo verde, o pão com chouriço, os manjericos, a cerveja, o vinho tinto e muita animação. O acesso é livre e os arraiais espalham-se pelas freguesias e bairros mais típicos de Lisboa, como Alfama, Mouraria, Bica e Ajuda.

08 Assista ao espectáculo de Sérgio Godinho na Casa Fernando Pessoa no sábado, dia 12 de Junho, na véspera das comemorações do aniversário do nascimento do poeta, com entrada livre, a partir das 22 horas. Ou a partir das 23h59, nessa mesma noite, assista às Noites de Fado, na Fábrica Braço de Prata. Três músicos e um fadista, que faz as honras da casa, convidam outros fadistas espontâneos a cantar ou a tocar na "Jam Session Fadista" que a noite propõe. O anfitrião Hélder Moutinho (voz), Ricardo Parreira (guitarra portuguesa), Marco Oliveira (viola de fado) e Yami (baixo) esperam por si.

09 Visite o Clube de Fado em Alfama, paredes-meias com a Sé de Lisboa, onde poderá jantar ao som de fadistas de renome. Aproveite e formule um desejo no Poço do Moiro, mas tenha cuidado com o que pede pois o seu desejo pode mesmo realizar-se.

10 Dê uma moedinha "pró Santo António" no Largo da Igreja de São Miguel, a uma das crianças que por aí andam a pedi-las. Aproveite e prove o arroz doce do Café Ginja de Alfama. 

11 Delicie-se com uma fartura tradicional no Campo das Cebolas, onde há música pimba até às quatro da manhã no famoso arraial de Jesus Velez.

12 Sintonize-se com o Red Bull Music Academy Radio Pirate Popular Soundclash 2010, emitido a partir de um barco, o Príncipe Perfeito, que no dia 12 de Junho lançará âncora no Tejo entre as seis da tarde e as 3 da manhã, para servir de base para um assalto às ondas de rádio de Lisboa. A animação será conduzida por Violet, DJ Mpula e Rui Miguel Abreu e a ementa de sabores irá do fado ao funk, do dubstep ao reggae, do rock e da folk até ao techno e ao electro. Nos soundsystems montados nos Miradouros do Adamastor e de São Pedro de Alcântara ou em cada esquina, janela, viela e automóvel onde haja um par de colunas ligadas nesta frequência de celebração, a emissão de nove horas vai invadir Lisboa com ritmos arrasadores.

13 Experimente mandar uma moedinha à estátua de Santo António no Largo da Sé. Se a moeda ficar no livro que o Santo segura na mão, prepare-se porque a sua vida vai mudar...



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Sexta-feira, 28.05.10

Salão erótico de Lisboa

 

Este ano o Verão começa mais cedo. Já a partir do dia 4 de Junho a temperatura promete subir em Lisboa, ou não estivesse a aproximar-se mais uma edição do Salão Erótico, que este ano conta com aquela que é considerada a melhor actriz porno da actualidade, a checa Silvia Saint.

Prometido pela organização está também um evento mais interactivo entre público, actores, bailarinas e strippers. O mesmo é dizer que este é, muito provavelmente, o único salão de exposições do Mundo em que é permitido tocar nas obras de arte.

Sylvie Castro, por exemplo, uma das actrizes porno portuguesas, garante: "De mim podem esperar tudo. Nunca tive problemas em fazer sexo à frente de dez ou vinte pessoas."

A decorrer entre os dias 4 e 6 de Junho na FIL, no Parque das Nações, o 6º Salão Erótico de Lisboa está este ano ainda mais virado para as mulheres, até porque segundo a organização são elas que merecem as atenções pelo facto de estarem cada vez mais atrevidas e desinibidas. Aulas de sedução e ginástica vaginal, tudo o que é imaginável está à espera delas.

E porque estamos em ano de Mundial, os presentes vão poder desfrutar do campeonato de futebol erótico com oito equipas femininas, na única variação conhecida do desporto-rei em que se pode despir a camisola sem ver cartão amarelo.

"FAZIA UM FILME COM MOURINHO"

Cristiano Ronaldo ou José Mourinho? Sylvie Castro, de 27 anos, garante que se tivesse de escolher fazer um filme porno com algum deles escolheria o treinador: "Preferia o Mourinho porque acho que tem mais personalidade e isso atrai-me mais."

PORMENORES

OFERTA DE BILHETES

O ‘CM' tem para oferecer 40 bilhetes que permitem aos leitores entrar no recinto. Esteja atento ao jornal e ao site para saber como participar.

JOGOS

Os mais afoitos podem participar nos passatempos de perícia sexual ‘Garganta Funda' e ‘Gemido Mais Real'.

DELUXE CLUB

Espaço requintado onde é possível assistir a ardentes espectáculos de striptease.

FERNANDO ALVIM

O apresentador assume este ano o papel de provedor do evento, uma espécie de "Paquete de Oliveira do sexo".

PREÇO

As entradas para o evento têm o preço único de 20 euros.



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Terça-feira, 04.05.10

Papa em Lisboa .. confusão instalada

 

Dezenas de estradas cortadas. Estacionamentos interditos. Condicionamentos no Metro e ruas sem caixotes do lixo e ecopontos. Esta é a Lisboa que Bento XVI não vai ver quando chegar, no dia 11 de Maio, mas será a cidade em reboliço com que os lisboetas terão de lidar.

O plano de segurança da visita do Papa a Lisboa (10 e 11 de Maio) e ao Porto (14 de Maio) foi apresentado, ontem, na direcção nacional da PSP. As estimativas da polícia apontam para que, durante os dias da visita de Bento XVI, saiam à rua 200 a 300 mil fiéis em Lisboa e 150 a 200 mil no Porto. O dispositivo de segurança, garante a PSP, está a ser preparado "há largos meses", mas mesmo assim a polícia escusa-se a revelar o número de efectivos destacados para a operação. "Serão em número suficiente para garantir a segurança", limitou-se a dizer o director nacional, Oliveira Pereira. Quer em Lisboa quer no Porto, os pontos altos da visita, em termos de segurança, são as missas - no Terreiro do Paço e nos Aliados. Mas os trajectos que Bento XVI fará em Papa Móvel, a 30 km/h, também vão merecer "atenção especial" por parte da polícia. Contas feitas, em Lisboa e no Porto, Bento XVI fará um total de 46,1 quilómetros por via terrestre - em Papa Móvel e em carro fechado "tipo limusine". 

lisboa Em casos urgentes de socorro, os fiéis devem dirigir-se, recomenda a PSP, à 2ª esquadra, na rua do Arsenal. Nos dias 11 e 12, o trânsito estará cortado em todas as artérias - em ambos os sentidos - à hora a que Bento XVI passar. Os condutores devem estudar percursos alternativos. 

Também o estacionamento será proibido nas laterais aos percursos tomados pelo Papa. Em breve começarão a ser distribuídos panfletos com um aviso: os carros estacionados nas zonas condicionadas serão autuados ou rebocados, caso não sejam retirados no prazo previsto pela polícia. Além disso, o trânsito pedonal e automóvel será cortado na Avenida Luís Bívar (junto à Nunciatura Apostólica) - excepção feita para moradores. 

Os caixotes do lixo, ecopontos e outro mobiliário urbano vão desaparecer de todas as ruas gradualmente, a partir do dia 9. E o metro também não escapa aos constrangimentos, com a linha entre a Baixa-Chiado e Santa Apolónia encerrada no dia 11, até às 21h30. No Terreiro do Paço são esperadas 100 mil pessoas para assistir à missa, às 18h15. O Papa será vigiado por nove câmaras. No Tejo, a Polícia Marítima não deixará aproximar qualquer embarcação e a Força Aérea só deixará voar um helicóptero - que transportará a equipa de repórteres de imagem. Seis ecrãs gigantes instalados na Praça do Município, no Terreiro do Paço, na Rua Augusta e no Terminal dos Barcos (Praça do Comércio) transmitirão a missa em directo.

porto e Fátima No Porto, vão estar de serviço 93 câmaras de vigilância usadas, normalmente, no controlo do tráfego. À semelhança do que acontece em Lisboa, as ruas utilizadas pelo Papa serão cortadas ao trânsito, entre as 9 e as 13h00 do dia 14, prevendo-se o encerramento da Ponte do Infante - restam, como alternativa, as pontes do Freixo e da Arrábida. Em Fátima, as operações são coordenadas pela GNR, estando envolvidos cerca de 800 elementos na operação - os detalhes só serão revelados no final da semana.

Via ionline


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Sexta-feira, 30.04.10


DIA 12 - Chega a Lisboa e vai festejar o título de campeão do Benfica;


DIA 13 - Segue para Fátima, onde irá pedir desculpas pelos erros dos árbitros;


DIA 14 - No último dia vai ao Porto agradecer a bondade dos portistas por de 5 em 5 anos deixarem o Benfica ser campeão.

 

Recebido via email



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Quarta-feira, 28.04.10

"Foder e Ir às Compras" dia 15 de Maio

 

"Foder e Ir às Compras" estará em cena no São Luiz até 15 de Maio, de quarta-feira a sábado às 21:00 e ao domingo às 17:30.

 

Quantos níveis de leitura pode uma peça de teatro ter? "Foder e Ir às Compras", de Mark Ravenhill, não se esgota na intenção de chocar, traçando um retrato da sociedade de consumo através da dinâmica das relações.

 

Para maiores de 18 anos, esta peça em que a violência sexual explora o que acontece se o consumismo se sobrepuser a todos os códigos morais, feita pelos Primeiros Sintomas, estará a partir de quinta-feira em reposição no Teatro Municipal de São Luiz, depois do êxito obtido em 2007, quando se estreou no Centro Cultural de Belém e conquistou o Prémio da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro.

 

"É um espetáculo escrito por uma das figuras mais importantes de um movimento chamado 'In-yer-face Theatre', que surgiu em Inglaterra na época pós-Thatcher, uma época de grande crise económica", explicou à Lusa o encenador, Gonçalo Amorim.

 

Em Portugal - prosseguiu - "tínhamos um atraso de 30 anos e, de repente, a seguir ao 25 de abril [de 1974], começámos a ter uma 'décalage' de mais ou menos 10 anos. Este é um texto de 1996 e quando o fizemos, em 2007, a sua atualidade era bastante forte, para nós, principalmente porque a geração que o faz já não se identifica totalmente com uma espécie de memória nacional ou memória coletiva, mas identifica-se, sim, com símbolos mais globalizados".

 

Uma reflexão sobre a globalização, a violência e o corpo, este espetáculo inclui referências a "uma data de figuras iconográficas e pop", como o "Rei Leão" (filme de animação da Disney), a doença das vacas loucas, a Lady Di, entre outras, indicou o encenador.

 

A história "parte de um mecanismo insólito": Mark (Pedro Carmo), um toxicodependente em recuperação, compra um homem e uma mulher, Robbie (Romeu Costa) e Lulu (Carla Maciel), no supermercado e leva-os para casa, para os engordar, e eles passam a viver com ele, ajudando-o no seu tratamento.

 

Um dia, ele decide sair de casa - porque a sua dependência é também uma dependência de pessoas - e, para lhe pôr fim, procura relações que não signifiquem nada, que sejam como "transações", e é assim que conhece Gary (Carloto Cotta).

 

Sem Mark, Lulu e Robbie ficam desamparados e vêem-se obrigados a ganhar dinheiro para sobreviver. Ela vai fazer um casting para televisão e depara-se com um entrevistador (Pedro Gil) que a obriga a despir-se em troca de trabalho e que depois a leva a vender drogas.

 

São personagens que utilizam o dinheiro como anestesia, num universo em que vale tudo - desde drogas a furtos em lojas, sexo por telefone, prostituição, cenas de sexo oral e anal - e tudo é reduzido a uma mera transação, numa era em que os centros comerciais ascenderam à categoria de novas catedrais do consumismo ocidental. Para retratar esta sociedade contemporânea, Rita Abreu concebeu um espaço cénico de cartão, uma espécie de embalagem com aberturas e rasgos, instalado no palco e que contrasta com o que se vê por trás - as cadeiras de veludo, a talha dourada e o lustre no teto da sala do teatro municipal.

 

No domingo 2 de maio, haverá uma sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

 

Via DN



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Domingo, 25.04.10

 

Depois de “reservarem” o Marquês de Pombal, em Lisboa, os adeptos do Benfica decidiram invadir o norte do país e marcar presença na cidade do Porto. Durante a madrugada um grupo de 11 pessoas colocou uma lona de 10 metros na Rotunda da Boavista onde se podia ler “reservado”, ou melhor, “reserbado”.
Contactado pelo jornal "A Bola", um dos mentores da ideia, director criativo numa agência de publicidade explicou que foram contactados por uma pessoa do Porto que queria repetir a brincadeira levada a cabo em Lisboa, ainda que “com um toque de humor.”
O i conseguiu falar com outro dos responsáveis pela acção, que explicou todo o processo: "Colocámos a faixa às 5h30 da manhã. Tivemos de ser muito rápidos por causa da polícia. Às 8 horas foi lá um de nós e já estava vandalizada. Parece que às 10h00 já tinham retirado a faixa. Estava ao alcance da mão para ser visível. Não colocámos na estátua porque não ia ter visibilidade."

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 07.04.10

Dia 7
Lisa Germano & Phil Selway Porto – Casa da Música 21:30 22 €
Maria de Medeiros Lisboa – Cinema São Jorge 21:30 desde 18 €

Dia 8
Diabo na Cruz Guarda – Teatro Municipal 22:00 4 €
Foge Foge Bandido Lisboa – Aula Magna 21:30 desde 18 €
Red Trio & John Butcher Portalegre – Centro de Artes do Espéctaculo 22:00 5 €

Dia 9
Anaquim Ílhavo – Centro Cultural
David Fonseca Lisboa – Coliseu dos Recreios 21:30 desde 23 €
Holger Czukay + Gala Drop Lisboa – Lux 22:00 15 €
Black Bombaim Porto – Passos Manuel

Dia 10
Susanna and the Magical Orchestra Braga – Theatro Circo 22:00 12 €
Dick Dale + The Sonics + Yacht + Bansuri Collectif Clubbing Porto – Casa da Música 23:00 desde 7,50 €
Norberto Lobo Setúbal – Club Setubalense 22:00

 

Dia 11
Blood Red Shoes Lisboa – Santiago Alquimista 21:00 20 € (no dia seguinte no Porto, Casa da Música)
Melech Mechaya Lisboa – Teatro Villaret 21:30 15 €

Dia 13
Pedro Jóia & Orquestra de Câmara Meridional Lisboa – Teatro Municipal São Luiz 21:00 desde 10 €

Dia 15
Sean Riley & The Slowriders Aveiro – Teatro Aveirense 22:00 8 €
Bunnyranch Caldas da Rainha – Centro Cultural e Congressos 21:30 5 €
Orelha Negra Lisboa – Lux

Dia 16
d3ö Arcos de Valdevez – Casa das Artes 23:00 6 €
Alasdair Roberts Guimarães – Centro Cultural Vila Flor 00:00 4 €
José Cid Lisboa – Cabaret Maxime 23:30 20 €
Mika + Virgem Suta Lisboa – Campo Pequeno 22:00 desde 30 €
Carminho & Pedro Abrunhosa & B Fachada Lisboa – MusicBox
David Fonseca Porto – Coliseu 21:30 desde 23 €

Dia 17
The Horrors + Crystal Castles Lisboa – Coliseu dos Recreios 21:00 25 €
Foge Foge Bandido Guarda – Teatro Municipal 21:30 7,50 €
Brigada Victor Jara & Vitorino & Os Quais Lisboa – MusicBox
José Mário Branco Santarém – Teatro Sá da Bandeira 21:30
The Legendary Tigerman Vila Nova de Famalicão – Casa das Artes 22:00

Dia 18
Alasdair Roberts Lisboa – Espaço Nimas 21:30 8 €

Dia 20
José Salgueiro & José Peixoto Lisboa – Teatro Municipal São Luiz 21:00 desde 10 €
Crystal Antlers + Times New Viking Porto – Plano B 22:00 desde 10 €

Dia 21
Times New Viking + Lee Ranaldo & Rafael Toral Lisboa – Zé dos Bois 22:00 10 €

Dia 22
Sonic Youth Lisboa – Coliseu dos Recreios 21:00 26 €

Dia 23
B Fachada Festival Santos da Casa Coimbra – Salão Brazil   8 €
Linda Martini Lisboa – MusicBox 23:00 8 €
Sonic Youth Porto – Coliseu 21:00 desde 26 €

Dia 25
José Mário Branco Guarda – Teatro Municipal 21:30 10 €
Júlio Pereira Torres Novas – Teatro Virgínia 17:00 livre


Dia 29
Mão Morta Lisboa – Coliseu dos Recreios 21:30 20 €
Port O'Brien + Laura Gibson Lisboa – Santiago Alquimista 21:30 18 €
Alicia Keys Lisboa – Pavilhão Atlântico   desde 30 €

Dia 30
Juana Molina Aveiro – Teatro Aveirense 22:00 desde 10 €
Ana Moura Faro – Teatro das Figuras 21:30 desde 15 €
Os Quais Guimarães – Centro Cultural Vila Flor 00:00 4 €
Ney Matogrosso Porto – Coliseu 22:00 desde 15 €

 

 

Via Ionline



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Sábado, 20.03.10

Os melhores sítios para ler fora de casa

 

01 Quintal Bioshop 


Num quintal normal, e para quem tem a sorte de o ter, pode haver uma pequena horta, flores e, quem sabe, um espaço para churrascos. No quintal mais famoso do Porto, o Quintal Bioshop, há uma mercearia biológica, uma loja de produtos ecológicos e de cosméticos naturais, workshops e encontros, uma cafetaria bio e ainda uma esplanada com wi-fi. Procure um lugar no meio das árvores e peça uma fatia de bolo de chocolate e romã antes de abrir um livro. 

Rua do Rosário, 177, Porto, 222 010 008. Segunda a sexta das 10h30 às 20h00, sábado das 15h00 às 20h00

02 Espaço Fábulas

O livro a levar bem podia ser "Ali Babá e os Quarenta Ladrões" ou "As Mil e Uma Noites", porque o Fábulas, em Lisboa, tem qualquer coisa de caverna encantada (e até tem uma tosta chamada Sheherezada, com queijo brie e espinafres, uma delícia). Entra-se e o chão é de pedra, as paredes são de pedra, e em cada recanto há uma mesa, uma poltrona ou até uma velha máquina de costura a convidar à conversa ou à leitura. Dirija-se à sala para não fumadores e escolha o sofá por baixo das fotografias da Beatriz Costa - provavelmente o recanto mais confortável de Lisboa. Se quiser até pode ir sem material de leitura, porque livros e imprensa do dia são coisa que não falta por aqui.

Cç. Nova de São Francisco, 14, Lisboa, 213 476 323. Segunda a quarta das 10h00 às 24h00, quinta a sábado das 10h00 à 01h00 e domingo das 11h00 às 19h00.

03 Esplanada do Farol Design Hotel 

Mais perto do mar é impossível. E mais confortável que num dos sofás brancos de Gandia Blasco também. Na On the Rocks, a esplanada do Farol Design Hotel, os livros têm dois sérios concorrentes: a vista e o sol. Mas experimente levar qualquer coisa de acordo com a atmosfera e a bossa nova que passa baixinho ou as caipirinhas que saem do bar: um dos romances de Chico Buarque, por exemplo, ou um Rubem Fonseca. 

Farol Design Hotel, Av. Rei Humberto II de Itália, 7, Cascais, 214 823 490. Das 10h30 à 01h30

04 Maria Vai com as Outras 

Não se podia falar dos melhores sítios para ler sem falar de uma livraria, mas a Maria Vai com as Outras, no Porto, não é uma livraria qualquer. Tem alguns livros para venda, sim, mas também é café, bar, casa de chá, loja de artesanato, galeria e sala de concertos. Entre as suas paredes coloridas a regra é conviver ou aproveitar o ambiente calmo e amigo dos livros, do cinema e da arte (todos os espaços amigos dos livros têm um gato, e a Maria Vai com as Outras tem). 

R. do Almada, 443, Porto, 220 167 379. Todos os dias das 16h30 às 20h30 e das 22h30 às 24h00

05 Jardins do Museu do Traje e da Moda

Há momentos em que parece Sintra, com árvores centenárias impossíveis de abraçar e estátuas e escadarias de pedra que vão dar a lagos com nenúfares. Há momentos em que se estendem pomares e prados e não se percebe se o jardim tem um fim. E há alturas em que parece que estamos dentro da série "Perdidos", com ervas e mato de todos os lados. Os jardins do Museu Nacional do Traje e da Moda, no Lumiar, são uma espécie de segredo de Lisboa, onde não falta sequer uma cascata. Situado na Quinta do Monteiro-Mor e partilhado com o Museu do Teatro, o parque conta com vários bancos à sombra ou ao sol, de madeira ou de pedra, perfeitos para ler um romance histórico ou um clássico como "Os Maias" ou "O Monte dos Vendavais". 

Largo Júlio de Castilho, Lisboa, 217 590 318. Terça das 14h00 às 18h00, quarta a domingo das 10h00 às 18h00 (última entrada às 17h30). €2 só o jardim, grátis aos domingos até às 14h00

06 Esplanada do Museu Nacional de Arte Antiga 

A esplanada do Museu Nacional de Arte Antiga é uma das candidatas ao título de esplanada mais tranquila de Lisboa, e a sua atmosfera é perfeita não só para ler mas até para escrever. Com o rio de um lado e obras-primas como "As Tentações de Santo Antão" de J. Bosch do outro, o sossego da atmosfera é o ideal para conseguirmos desligar-nos da cidade e perder- -nos num livro. O restaurante funciona em self-service e fora das horas de refeições - as ideais para ler - serve também saladas, crepes e quiches. 

Rua das Janelas Verdes, Lisboa, 213 912 800. Terça das 14h00 às 18h00, quarta a domingo das 10h00 às 18h00
 
Via Ionline



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