Quinta-feira, 20.01.11

Mulheres de minissaia não se devem admirar se forem violadas

As palavras são de um padre ortodoxo. Fica-me uma questão: andará o senhor padre com problemas em resistir à tentação ou esta foi só uma frase demasiado triste para ser verdade?

"Uma mulher que se maquilhe tanto como um palhaço não vai conseguir encontrar um parceiro para a vida". Pior: "Se a mulher usar minissaia está a provocar os homens". A cereja no topo do bolo: "Se estiver bêbeda e usar minissaia é ainda mais provocadora e se estiver ativamente a tentar meter conversa com alguém então não deve ficar surpreendida se acabar por ser violada".

 

 

Estas são afirmações do arcebispo Vsevolod Chaplin, da Igreja Ortodoxa da Rússia, que condena a forma como as mulheres russas se vestem, avança o jornal inglês "Telegraph". "Com aquelas minissaias parecem umas strippers", conclui o padre.

Não sei se sou só eu que acho isto, mas parece-me que este senhor anda com problemas em resisitir à tentação ao ver as pernas das meninas e decide então descarregar as frustrações com afirmações que são, no mínimo, muito graves.

"Ela estava mesmo a pedi-las!"

 

Uma mulher é mais do que um pedaço de carne. Muito mais do que um decote ou umas pernas avantajadas numa minissaia. Uma mulher podia andar até nua na rua que isso nunca, repito, nunca, seria justificação para uma violação. Estas afirmações fazem-me lembrar aqueles típicos comentários que tantas vezes já ouvi da boca de gente tacanha, do género: "A gaja andava sempre com grandes decotes. Estava mesmo a pedi-las!". Com sorte o violador ainda acaba por ser o coitadinho no meio disto tudo porque "aquela ordinária estragou-lhe a vida ao po-lo atrás das grades". Se o decote e a respetiva violação em causa fossem de uma filha, irmã, amiga... diriam o mesmo? Estou certa que não.

Vindas da boca de um suposto homem de Deus, este tipo de afirmações ainda mais me repugnam. Nunca fui uma pessoa religiosa e são os falsos moralismos hipócritas como este que me fazem cada vez mais perder a fé. Não nessa "coisa superior" que para mim tanto se pode chamar Deus como Alá. Mas sim na instituição igreja. Seja ela católica, ortodoxa, evangélica, protestante, etc. Lamento.

 

Via A vida de Saltos Altos



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Sábado, 15.01.11

Deus e os orgasmos

 

Franciscano diz que o orgasmo também é uma forma de falar com Deus, se for casado e sobretudo se não usar preservativo. Vaticano não se opõe

 

Se fosse para ser queimado na fogueira pelo Vaticano, já teria sido. A constatação é de Ksawery Knotz, um monge capuchinho de 45 anos que anda há dois anos a vender um mais que assumido kamasutra católico. Esta semana, a obra foi apresentada em Madrid, com o apelativo título "No tengas miedo al sexo". Voltou a valer chamadas expressivas na imprensa, já que Knotz não é frugal nas palavras. Um exemplo? "Deus está no orgasmo."

Se só agora se deparou com a ousadia literária, poderá adquiri-la na versão espanhola ao preço especial de 16 euros, no site da madrilena Asociación Cruz de San Andrés, uma das promotoras da edição em Espanha. A apresentação, terça--feira em Madrid, contou com a presença do monge, de origem polaca, disponível para responder às perguntas que desde 2004 têm sido suscitadas pelo livro mais despudorado da Igreja Católica. "Há que acabar com a ideia de que quando se fala de sexo não se fala de Deus", disse durante o evento, no Centro Riojano de Madrid. Sobre a eventual mão pesada do Vaticano, respondeu com leveza: "A igreja aprova os meus textos porque não dizem nada de contraditório. A única diferença é que ela o faz com palavras mais solenes."

A coerência, neste caso, está no facto de o kamasutra católico ter como destinatários casais unidos em matrimónio e desaconselhar o uso de contraceptivos como facilitadores de relações ocasionais, considerando-os mesmo nocivos. Aos casados, tudo é então permitido. "Todos os actos - um carinho, uma posição sexual - que tenham como fim a excitação são permitidos e agradam a Deus", defende Ksawery Knotz. "Os casais casados celebram o seu sacramento, a sua vida em Cristo, também durante o sexo. Chamar-lhe uma celebração do sacramento do casamento eleva a sua dignidade de forma excepcional." Dizê-lo choca muitas pessoas? "Sim", tem admitido durante palestras replicadas com um inevitável chorrilho de declarações. "Choca as pessoas que aprenderam a ver o sexo de uma forma má. É difícil compreenderem que Deus também está interessado numa vida sexual feliz", disse por exemplo em 2009, citado pela BBC.

A pergunta sobre que experiência tem um capuchinho nestas matérias também é recorrente. Ksawery Knotz defende-se com dez anos de aconselhamento matrimonial, onde nunca houve temas tabu - exemplo disso é o site www.szansaspotkania.net, com versão em inglês, onde apresenta incontáveis conselhos. Em 2008 já era notícia pelos seus retiros de fim-de-semana sobre sexo divino, esgotados com um ano de antecedência. No meio de tanta pregação, nunca lhe foi reconhecida nenhuma heresia. Mesmo com saídas destas: "Ter um orgasmo é como ir para o céu."

 

Via Ionline



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Terça-feira, 14.09.10

Sexo e papas...

 

 

São mais de 300 páginas com centenas de histórias pouco santas sobre a vida sexual dos Papas da Igreja Católica. O livro do jornalista peruano Eric Frattini, recém-chegado às livrarias portuguesas e editado pela Bertrand, percorre, ao longo dos séculos, a intimidade secreta de papas e antipapas, mas não pretende causar "escândalo". Apenas "promover uma reflexão sobre a necessária reforma da Igreja ao longo dos tempos". 

O escritor admite, aliás, que alguns dos relatos possam ter sido inventados, nas diferentes épocas, por inimigos políticos dos sumos pontífices. Lendas ou verdades consumadas, no livro "Os Papas e o sexo" há de tudo. Desde Papas violadoreszoofílicosPapas homossexuais efetichistas, além de Santos Padres incestuosospedófilos ou sádicos, passando por Papas filhos de PapasPapas filhos de padres.

Alguns morreram assassinados pelos maridos das amantes em pleno acto sexual. Outros foram depostos do cargojulgados pelas suas bizarrias sexuais e banidos da história da Igreja. Outros morreram com sífilis, como o Papa Júlio II, eleito em 1503, que ficou na história por ter inventado o primeiro bordel gay de que há memória. 

Bonifácio IX deixou 34 filhos, a que chamava, carinhosamente, de "adoráveis sobrinhos".Martinho V encomendava contos eróticos, que gostava de ler no recolhimento do seu quarto. 

Paulo II era homossexual e Listo IV, que cometeu incesto com os sobrinhos, bissexual. Inocêncio VIII reconheceu todos os filhos que fez e levou-os para a Santa Sé. Um deles tornou-se violador. João XI (931-936) cometeu incesto com a própria mãe, violava fiéis e organizava orgias com rapazes. 

Sérgio III teve o infortúnio de se apaixonar por mãe e filha e não esteve com meias medidas: rendeu-se à prática da ménage à troisBento V só esteve no Governo da Igreja 29 dias, por terdesonrado uma rapariga de 14 anos durante a confissão. Depois de ser considerado culpado, fugiu e levou boa parte do tesouro papal consigo. 

João XIII era servido por um batalhão de virgens, desonrou a concubina do pai e uma sobrinha e comia em pratos de ouro enquanto assistia a danças de bailarinas orientais. Os bailes acabaram quando foi assassinado pelo marido de uma amante em pleno acto sexual. Silvestre II fez um pacto com o diabo. Era ateu convicto e praticava magia. Acabou envenenado. 

Dâmaso I, que a Igreja canonizou, promovia homens no ciclo eclesiástico, sendo a moeda de troca poder dormir com as respectivas mulheres. Já o Papa Anastácio, que tinha escravas, teve um filho com uma nobre romana, que se viria a tornar no Papa Inocêncio I (famoso pelo seu séquito de raparigas jovens). Pai e filho acabaram canonizados. 

Leão I era convidado para as orgias do Imperador, mas sempre se defendeu, dizendo que ficava só a assistir. Mesmo assim, engravidou uma rapariga de 14 anos, que mandou encerrar num convento para o resto da vida. Bento VIII morreu com sífilisBento IX era zoófiloUrbano II criou uma lei que permitia aos padres terem amantes, desde que pagassem um imposto. 

Alexandre III fazia sexo com as fiéis a troco de perdões e deixou 62 filhos. Foi expulso, mas a Igreja teve de lhe conceder uma pensão vitalícia, para poder sustentar a criançada. 

Gregório I gostava de punir as mulheres pecadoras, despindo-as e dando-lhes açoites.Bonifácio VI rezava missas privadas só para mulheres e João XI violou, durante quatro dias, uma mãe e duas filhas. Ao mesmo tempo.

 

1. João Paulo II
Acusado de ter um filha secreta

 

Em 1995, o norte-americano Leon Hayblum escrevia um livro polémico, em que dizia ser pai da neta de João Paulo II. Durante a oupação nazi da Polónia, Wojtyla terá casado, secretamente, com uma  judia. Do enlace nasceu uma rapariga, que o próprio pai entregou, com seis semanas, a um convento local. No seu pontificado especulou-se muito sobre as namoradas que teve antes do sacerdócio. O Papa admitiu algumas, mas garantiu nunca ter tido sexo. No Vaticano, fazia-se acompanhar por uma filósofa norte-americana, Anna Teresa Tymieniecka, com quem escreveu a sua maior obra filósofica. Acabaram zangados, supostamente por ciúmes.

 

2. Paulo VI
Homossexual?

 

Assim que chegou ao Vaticano, Paulo VI mostrou-se muito conservador em relação às matérias ligadas à sexualidade. Em 1976, indignado com as declarações homofóbicas de Paulo VI, um historiador e diplomata francês, Roger Peyrefitte, contou ao mundo que, afinal, o Papa era homossexual e manteve uma relação com um actor conhecido. O escândalo foi tremendo: Paulo VI negou tudo e o Vaticano chegou a pedir orações ao fiéis do mundo inteiro pelas injúrias proferidas contra o Papa. Paulo VI morreu em 1978, aos 81 anos, depois de 15 pontificado, vítima de um edema pulmonar causado, em boa parte parte, pelos dois maços de cigarros que fumava por dia.

 

3. Inocêncio X
Amante da cunhada

 

Eleito no conclave de 1644, Inocêncio X manteve uma relação com Olímpia Maidalchini, viúva do seu irmão mais velho - facto que lhe rendeu o escárnio das cortes da Europa. Inocêncio X não era, aliás, grande defensor do celibato. Olímpia exercia grande influência na Santa Sé e chegou a assinar decretos papais. A dada altura, o Papa apaixonou-se por outra nobre, Cornélia, o que enfureceu Olímpia. Mesmo assim, foi a cunhada quem lhe valeu na hora da morte e quem assegurou o funcionamento do Vaticano quando Inocêncio estava moribundo. Quando morreu, em 1655, Olímpia levou tudo o que pôde da Santa Sé para o seu palácio em Roma, com medo de que o novo Papa não a deixasse ficar com nada.

 

4. Leão X
Morreu de sífilis

 

Foi de maca para a própria coroação, por causa dos seus excessos sexuais. Depois de Júlio II ter morrido de sífilis, em 1513 chega a Papa Leão X, que gostava de organizar bailes, onde os convidados eram somente cardeais e onde jovens de ambos os sexos apareciam com a cara coberta e o corpo despido. O Papa gostava de rapazes novos, às vezes vestia-se de mulher e adorava álcool. "Quando foi eleito tinha dificuldade em sentar-se no trono, devido às graves úlceras anais de que sofria, após longos anos de sodomia", escreve Frattini. 

 


5. Alexandre VI
O Insaciável

 

Gostava de orgias e obrigou um jovem de 15 anos a ter sexo com ele sete vezes no espaço de uma hora, até o rapaz morrer de cansaço. Teve vários filhos, que nomeou cardeais. Assim que chegou ao Papado, em 1431, trocou a amante por uma mais nova, Giulia. Ela tinha 15 anos, ele 58. Foi Alexandre VI quem criou a célebre “Competição das Rameiras”. No concurso, o Papa oferecia um prémio em moedas de ouro ao participante que conseguisse ter o maior número de relações sexuais com prostitutas numa só noite. Depois de morrer, o Vaticano ordenou que o nome de Alexandre VI fosse banido da história da Igreja e os seus aposentos no Vaticano foram selados até meados do século XIX.

 

6. João XXIII
Violou irmãs e 300 freiras

 

Não aparece na lista oficial de Papas e acabou preso em 1415. O antipapa conseguia dinheiro a recomendar virgens de famílias abastadas a conventos importantes. Mas violava-as antes de irem. Tinha um séquito de 200 mulheres, muitas delas freiras. Criou um imposto especial para as prostitutasde Bolonha. Tinha sexo com duas das suas irmãs. Defendia-se, dizendo que não as penetrava na vagina e que por isso não cometia nenhum pecado. Foi julgado, acusado de 70 crimes de pirataria, assassinato, violação, sodomia e incesto. Entre outros factos, o tribunal deu como provado que o Papa teve sexo com 300 freiras e violou três das suas irmãs. Foi deposto do cargo e preso. Voltou ao Vaticano, anos mais tarde, como cardeal.

 

7. Bento IX
Sodomizava animais

 

Chegou a Papa em 1032 com 11 anos. Bissexual, sodomizava animais e foi acusado de feitiçaria, satanismo e violações. Invocava espíritos malignos e sacrificava virgens. Tinha um harém e praticava sexo com a irmã de 15 anos. Gostava, aliás, de a ver na cama com outros homens. “Gostava de a observar quando praticava sexo com até nove companheiros, enquanto abençoava a união”, escreve Eric Frattini. Convidava nobres, soldados e vagabundos para orgias. Dante Alighieri considerou que o pontificado de Bento IX foi a época em que o papado atingiu o nível mais baixo de degradação. Bento IX cansou-se de tanta missa e renunciou ao cargo para casar com uma prima - que o abandonaria mais tarde.

 

8. Clemente VI
Comprou bordel

 

Em 1342, com Clemente VI chega também à Igreja Joana de Nápoles, a sua amante favorita. O Papa comprou um “bordel respeitável” só para os membros da cúria – um negócio, segundo os documentos da época, feito “por bem de Nosso Senhor Jesus Cristo”. Tornou-se proxeneta das prostitutas de Avinhão (a quem cobrava um imposto especial) e teve a ideia de conceder, duas vezes por semana, audiências exclusivamente a mulheres. Recebia as amantes numa sala a poucos metros dos espaços em que os verdugos da Inquisição faziam o seu trabalho. No seu funeral, em Avinhão, foi distribuído um panfleto em que o diabo em pessoa agradecia ao Papa Clemente VI porque, com o seu mau exemplo, “povoara o inferno de almas”.

 

9. Xisto III
Violou freira e foi canonizado

 

Obcecado por mulheres mais novas, foi acusado de violar uma freira numa visita a um convento próximo de Roma. Enquanto orava na capela, o Papa, eleito em 432, pediu assistência a duas noviças. Violou uma, mas a segunda escapou e denunciou-o. Em tribunal, Xisto III defendeu-se, recordando a história bíblica da mulher que foi apanhada em adultério. Perante isso, os altos membros eclesiásticos reunidos para condenar o Papa-violador não se atreveram a “atirar a primeira pedra” e o assunto foi encerrado. Xisto III foi, aliás, canonizado depois de morrer. Seguiu-se-lhe Leão I, que também gostava de mulheres mais novas e que mandou encarcerar uma rapariga de 14 anos num convento, depois de a engravidar.

 

 

10. João XII
Morto pelo marido da amante

 

Nos conventos rezava-se para que morresse. João XII era bissexual e obrigava jovens a ter sexo à frente de toda a gente. Gozava ao ver cães e burros atacar jovens prostitutas. Organizou um bordel e cometeu incesto com a meia-irmã de 14 anos. Raptava peregrinas no caminho para lugares sagrados e ordenou um bispo num estábulo. Quando um cardeal o recriminou, mandou-o castrar. Um grupo de prelados italianos, alemães e franceses julgaram-no por sodomia com a própria mãe e por ter um pacto com o diabo para ser seu representante na Terra. Foi considerado culpado de incesto e adultério e deposto do cargo, em 964. Foi assassinado - esfaqueado e à martelada - em pleno acto sexual pelo marido de uma das suas várias amantes

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 23.07.10


Secção de artigos pornográficos

 

Como se atrevem a conspurcar a secção erótica com artigos destes?.. já não há respeito pelo erotismo.

 

Recebido no Facebook



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Os sapatos Prada do Papa

 

Se a proposta dos políticos entregarem vinte por cento dos seus salários (não pagam impostos como os outros?) aos pobres viesse de qualquer outra pessoa, ninguém com o mínimo de juízo hesitaria em denunciar o mais desbragado populismo. Porquê os políticos e não todos os outros? Em dizer que em tempo de crise cai sempre bem fazer este género de discurso. Mas como foi um bispo, tem tudo de fingir que estamos perante uma proposta digna de debate.

Uma proposta tão populista como a de, por exemplo, dizer à Igreja dos pobres deveria entregar as suas riquezas. Citando D. Carlos Azevedo, isso sim, “era um testemunho concreto”. Mais populista do que recordar que a preocupação com os pobres deveria ter feito o clero português nunca ter aceite estar isento do pagamento de impostos. E muito mais populista do que lamentar que tão severo rigor com os políticos cristãos lhe tenha faltado quando vivíamos numa ditadura e, com algumas excepções, a hierarquia da Igreja andava de braço dado com o poder não eleito e criminoso.

A justiça social faz-se com políticas fiscais redistributivas. Sim, os que ganham mais – todos – devem pagar mais. Contamos com a Igreja para essa luta? Faz-se com combate à corrupção. Faz-se com o reforço do Estado Social. Não se faz com demagogia barata que tenha a democracia como alvo.

Na imagem: os sapatos Prada do Papa. Todos sabemos ser demagogos.


Via Arrastão



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Segunda-feira, 05.07.10

A igreja não vive só de avé marias

 

Gianluigi Nuzzi era jornalista na revista italiana "Panorama" quando lhe foram parar às mãos duas malas com cinco mil documentos sobre as actividades "nada santas" do Instituto para Obras Religiosas (IOR), mais conhecido como banco do Vaticano, entre as décadas de 1970 e 90. O amontoado de papéis incluía extractos bancários, cartas secretas, relatórios confidenciais, balanços sigilosos e, durante 20 anos, foi cuidadosamente compilado por monsenhor Renato Dardozzi, conselheiro do IOR desde 1974 até ao final de 1990. Antes de morrer, Dardozzi deixou uma exigência no testamento: o arquivo que construíra em segredo deveria ser tornado público. "Para que todos saibam o que aconteceu", garante Gianluigi Nuzzi. 

Os documentos deram origem ao livro "Vaticano SA" (Editorial Presença). Uma primeira advertência para os mais cépticos e pouco dados a teorias da conspiração: "Não é um livro contra o Vaticano, mas relata actos de homens que gozaram de uma confiança mal depositada", explica Gianluigi, que até admite ser baptizado, apesar de não ser católico praticante. "Tenho o problema que aflige todos os filósofos. Se o ser humano é um relógio, quem é o relojoeiro? Estou numa fase em que me interrogo sobre a fé", confessa. O investigador, que interrompe a entrevista como i para ir buscar uma cerveja, fica desconfortável quando tem de falar de si próprio, mas entusiasma-se quando se lhe pede para explicar os complexos esquemas que o Vaticano escondeu durante mais de 30 anos.

Uma Igreja nada santa Não é uma história. São vários enredos, que incluem mortes misteriosas, silêncios, suspense, muitos pecados e demasiadas omissões. "No Vaticano a verdade nunca é uma só. Muito menos quando se trata de números", garante. 

O arquivo de Dardozzi permite reconstituir a existência, no IOR, de contas da máfia - por exemplo de Vito Ciancimino, condenado por ligações à Cosa Nostra e à máfia siciliana. O Vaticano terá tentado, também, financiar a criação de um novo partido político. Até os donativos dos fiéis para serem rezadas missas pelos defuntos seriam usados para outros fins. Tudo com base num sistema de contas encriptadas. 

"Eram abertas em nome de fundações que não existiam, como 'fundo para a leucemia' ou 'fundo para as crianças pobres'", recorda Gianluigi Nuzzi. Essas contas eram identificadas apenas por códigos numéricos, que conduziam aos pseudónimos dos seus titulares, como "Roma", "Ancona" ou "Omissis" - este último remeteria para Giulio Andreotti, primeiro-ministro de Itália por sete vezes, pelo partido democrata-cristão. "Ainda hoje não se sabe ao certo quanto dinheiro terá passado por estas contas, mas no mínimo entre 276 a 300 milhões de euros." 

Em Fevereiro de 1992 arranca, em Itália, a operação "Mãos Limpas", que tem como alvo os políticos da primeira república, depois do escândalo do megassuborno Enimont. E é aqui que os magistrados percebem "que boa parte do dinheiro tinha passado pelo banco do Vaticano e era depois depositado em contas no estrangeiro". O esquema era possível graças ao estatuto e aos acordos com o Estado italiano que ainda hoje permitem ao IOR "um modo de operação bancária offshore". O banco também goza de uma administração autónoma na Santa Sé; os seus dirigentes não podem ser interrogados, processados ou presos em Itália. O Vaticano pode até nem responder às rogatórias da justiça, se assim o entender. "Apesar de já ter sido assinada uma convenção monetária entre o Vaticano e a União Europeia que obrigará a Santa Sé, a partir de Janeiro de 2011, a adequar as suas normas às do espaço comunitário no que diz respeito à lavagem de dinheiro", adianta o jornalista. 

O arquivo de Dardozzi permite também perceber que João Paulo II "foi informado das irregularidades em 1992 e nada fez". E que o Papa tem direito a um fundo pessoal e confidencial que escapa aos balanços oficiais que a Santa Sé apresenta todos os anos. Só em 1993, João Paulo II terá arrecadado 121,3 milhões de euros. Até agora, o Vaticano não se pronunciou sobre este livro polémico que já está traduzido em oito países.

 

Via ionline



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Sexta-feira, 02.07.10

A posição da Igreja em relação à homossexualidade e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo deve ser alvo de reflexão tanto por parte da instituição católica como por parte da sociedade, defende Clarisse Canha.

 

A discriminação, o preconceito e a homofobia podem derivar de uma ideia mal formada, isto é, os homossexuais e as lésbicas são pessoas como todas as outras...
Posso falar a partir da minha experiência e da UMAR-Açores, principalmente dos contactos que estabelecemos nas acções de formação junto de jovens e mulheres. Há, por exemplo, jovens que questionam até que ponto a aparência de uma pessoa pode revelar se é ou não heterossexual. O que nós transmitimos é que não se pode definir nem julgar uma pessoa pela aparência. O facto de ser ou não heterossexual tem a ver com a escolha, a orientação, o gosto, a atracção e não com melhores ou piores qualidades. Com os/as jovens tem sido mais fácil desconstruir preconceitos. Lembro, num debate que promovemos com mulheres, que uma delas colocou a questão num outro campo, que passa por uma homo- fobia mais atroz, e que se prende com o facto de um homossexual ter arranjado um compa- nheiro do mesmo sexo sendo que o mesmo foi penalizado pela censura social. Essa mulher disse que iria compreender esta situação e esta declaração teve um eco positivo no grupo. Experiências desse género levam-me a crer que estamos perante uma evolução, mas ainda no patamar do conhecer directo e isso às vezes é traiçoeiro.

 

As pessoas podem até reconhecer o direito à identidade e orientação sexual, mas num contacto directo a reacção poderá não ser a mesma...
Lembro-me por exemplo de outras situações concretas de jovens, há 20 anos atrás, que assumiram uma relação homossexual e cujos pais os colocaram de parte. Passado algum tempo, o pai e a mãe vieram a compreender, mas sofreram muito e penso que esta é também uma questão de fundo. A homofobia é algo que deve ser combatido porque, para além de tudo, faz sofrer as pessoas. A primeira pessoa a sofrer é a própria vítima da homofobia. Sei que, por exemplo, em determinados países há experiências de trabalho social no sentido de conhecer o impacto da homofobia na saúde das pessoas. E às vezes esse impacto leva a que muitos recalquem sentimentos. E pode até não se tratar apenas da homossexualidade, mas também a forma de vestir ou de andar. Parece-me, por isso, que a desconstrução do preconceito é muito importante.

 

Numa outra perspectiva, há pessoas que se deslocam à UMAR-Açores para pedir algum tipo de aconselhamento?
Já aconteceram alguns casos, nomeadamente duas pessoas do mesmo sexo que queriam fazer uma vida comum e que esbarram em problemas legais. Neste aspecto, a alteração da lei foi um grande avanço. O facto de ter sido legalizado o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo tem, a meu ver, dois efeitos: o efeito legal de direito e o efeito de discussão pública. Este último esbarra com muito preconceito e muita homofobia, mas faz parte do processo e por muito que possa desagradar a quem gosta ou a quem não gosta de discutir, faz parte desta caminhada. Aquando da visita do Santo Padre a Portugal, ficou a mensagem de que a Igreja é contra duas questões: a despenalização do aborto e o casamento entre as pessoas do mesmo sexo, duas conquistas recentes de Portugal. E sobre isso também deve haver debate público porque as pessoas, no campo da sua religião, continuam a ser pessoas que lidam com a vida, com a realidade, a sua própria realidade. É importante que a sociedade discuta essa atitude ou orientação da Igreja, confrontando-a com a vida e com a realidade. A experiência diz-nos que a Igreja não tem, muitas vezes, ido à frente dos avanços da sociedade. Tem ido atrás e é pena porque isso tem prejudicado a sociedade. Espero que em relação a esta área dos direitos e identidade que a Igreja venha a reflectir em breve.


ISABEL ALVES COELHO
isabelcoelho77@hotmail.com

 

Via Expresso da Nove




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Segunda-feira, 21.06.10

Não, não estás perdoado

 

Via Henricartoon



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Quinta-feira, 13.05.10

Maria beija a mão do demo.. o paspalvo olha

 

Eu sei.
Sei da menina de Olinda, de nove anos e trinta quilos, reiteradamente violada pelo padrasto, grávida de gémeos.
Sei do empenho posto pela Igreja para tentar impedir o aborto, apesar de a criança correr grave perigo de vida. Os médicos e a mãe foram excomungados. O violador foi apenas censurado.
Eu sei.
Sei dos 498 padres espanhóis que beatificaste, e sei que ao fazê-lo passavas enternecidamente as mãos pelo lombo do franquismo e emprestavas oxigénio à direita, que agora se prepara para crucificar Baltazar Garzón.
Eu sei.
Sei do levantamento da excomunhão a Williamson, bispo negacionista, branqueador do nazismo, "compagnon" de todos os que, todos dias, tentam embargar, vilipendiar, encapotar, uma das páginas mais vergonhosas da História da humanidade.
Eu sei.
Sei dos discursos homofóbicos e da condenação do divórcio, como se o céu só se ganhasse se se frequentasse o Inferno na terra; como se a graça só se alcançasse através da dor e sofrimento, prescindindo-se da vida.
Eu sei.
Sei do silêncio, da ocultação, da cumplicidade, da indiferença e, sobretudo, da crueldade de todos os crimes perpetrados por múltiplos e variados membros da Igreja.
Sei do encobrimento das denúncias das perversidades, pressinto a gritaria calada de todas as vítimas a estourar de aflição em noites de insónias, intuo o peso das memórias fantasmas que insistem em colar-se à pele.
Eu sei. Sabemos todos.
Mesmo aqueles e aquelas que se passeiam no glamour das recepções papais, e antes se passearam no glamour das recepções oficiais a abarrotar de cultura laica.
Todos sabemos de tudo, sendo que o tudo é demasiado grave para que tudo se esqueça. Principalmente nestes dias em que a crise parece adiada e os católicos parecem anjos imaculados.
Alice Brito



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Preservativos católicos

 

Via Henricartoon



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Domingo, 18.04.10

No Vaticano.. afinal há padres gays

 

Depois da polémica, o esclarecimento: o que o cardeal Tarcisio Bertone queria dizer na segunda-feira, quando ligou a pedofilia à homossexualidade, era que, "no seio da Igreja Católica" - e não entre a sociedade em geral -, a maioria dos casos de abusos sexuais são cometidos por padres gays. A prová-lo está um estudo interno feito pela Congregação para a Doutrina da Fé e ontem revelado pela Igreja Católica, que indica que "apenas cerca de 10% dos casos de abusos são actos de pedofilia; os restantes 90% revelam a atracção entre adultos e adolescentes". Desses, "60% envolvem indivíduos do mesmo sexo e 30% são de carácter heterossexual", informou o Vaticano numa nota divulgada pelo porta-voz Federico Lombardi. 

Bertone afirmara que a homossexualidade "é uma patologia que atinge pessoas de todas as categorias, e padres em grau menor - nestes casos, é um assunto muito sério e escandaloso". Ontem, em tom de desculpa, a Igreja esclareceu que "as autoridades eclesiásticas consideram que não são competentes sobre temas de carácter médico e psicológico e assinalam os estudos especializados e as investigações em curso sobre o tema". 

Segundo o número dois do Vaticano, "foi demonstrado por muitos psicólogos e psiquiatras que não há ligação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros estudos põem em evidência uma ligação entre homossexualidade e pedofilia". "Isto é uma verdade e é o problema", declarou Lombardi. 

Gays reagem As conclusões da Igreja não são, porém, bem recebidas pelas associações de homossexuais. Ao i, Paulo Côrte-Real, presidente da Ilga Portugal, diz desconhecer os dados do estudo. No entanto, considera que a associação entre homossexualidade e pedofilia "é ridícula" e acrescenta que "o importante é que qualquer abuso seja denunciado". O presidente da Ilga vai mais longe e considera que fazer essa relação "é muito grave, além de ser um contributo para o preconceito", que mostra "desconhecimento e desinformação em relação ao problema dos abusos sexuais a menores".

As associações internacionais que defendem os direitos dos homossexuais não estiveram sozinhas nas críticas a Bertone. O governo francês foi o primeiro a reagir às declarações do cardeal, dizendo que se trata de "uma confusão inaceitável" e que a luta contra a discriminação e o "preconceito associado à orientação sexual e à identidade de género" é um "compromisso firme".

Mexicanos pedem perdão A conferência episcopal mexicana juntou-se ontem ao rol de padres católicos que vieram a público pedir perdão pelos abusos sexuais cometidos contra menores, comprometendo-se a levar os suspeitos a tribunal. "Queremos pedir perdão aos que foram vítimas de padres desonestos que, pelos seus actos horrendos, estragaram a vida de crianças inocentes, traíram a sua missão, prejudicaram a instituição e a imagem da Igreja", declararam os bispos mexicanos num comunicado divulgado durante a sua assembleia anual. No mesmo documento, os líderes da Igreja católica no México afirmaram ainda que estão dispostos a deixar que "as autoridades civis intervenham e façam respeitar a lei".

 

Via ionline



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Segunda-feira, 12.04.10

Ele quer prender o papa

 

Richard Dawkins, o militante ateu, está a planear uma emboscada legal para que o Papa Bento XVI seja detido por “crimes contra a Humanidade” durante a sua visita ao Reino Unido.
Para o efeito, o autor já consultou uma série de advogados de direitos humanos para que seja aberto um processo contra Ratzinger sobre o alegado encobrimento de centenas de crimes sexuais dentro da Igreja Católica. 
O escritor acredita que o Papa não poderá invocar imunidade diplomática contra um eventual mandato de detenção, na medida em que ele não é um chefe de estado reconhecido pelas Nações Unidas.
Dawkins, autor de “A Desilusão de Deis”, acusa o Santo Padre de encobrir de forma descarada o abuso sexual de menores dentro da comunidade católica: “Quando os seus sacerdotes são apanhados decalcas na mão, o instinto deste homem é encobri-los e evitar escândalos. E depois que se lixem as vítimas”.

 

Via ionline



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Quinta-feira, 08.04.10

Bispo Norueguês confessa ter abusado de criança há 20 anos

 

Georg Mueller, bispo de Trondheim, que se demitiu no ano passado do cargo, admitiu ter abusado sexualmente de um menor, há 20 anos, anunciou hoje a Igreja Católica da Noruega. Georg Mueller, de origem alemã, tinha abandonado o posto em junho passado, alegadamente devido a problemas de cooperação com a comunidade.

Este é o primeiro caso confirmado de abuso sexual cometido por um responsável da Igreja católica da Noruega, país de maioria protestante.

"A Igreja católica norueguesa está em estado de choque depois de o bispo (Georg) Mueller de Trondheim (sul) se ter confessado culpado de abuso sexual contra um menor e ter admitido ter sido essa a razão do afastamento das suas funções, no ano passado", refere um comunicado.

"Em primeiro lugar, quero expressar a minha compaixão para com a vítima e a vergonha, por parte da Igreja, frisando, contudo, que Mueller atuou contra todas as orientações e juramentos que proferiu", afirma, no mesmo comunicado, o atual bispo de bispo de Trondheim e Oslo, Bernt Eidsvig.

Vaticano sabia deste caso

 

Segundo o diário norueguês "Adresseavisen", que denunciou este caso, o episódio de abuso sexual ocorreu há 20 anos. A vítima tem hoje 30 anos.

O Vaticano conhecia os factos desde janeiro de 2009, mas os pormenores não foram revelados "a pedido da vítima", acrescentou a Igreja aatólica norueguesa.

Georg Mueller, ordenado padre em 1978 e bispo de Trondheim entre 1997 e 2009, admitiu ter abusado sexualmente da criança, mas garantiu que não houve mais vítimas, segundo a Igreja.

 

Via Expresso



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Terça-feira, 06.04.10

Abusos sexuais na igreja, há quem queira processar o Papa

 

Bento XVI deverá visitar o Reino Unido em Setembro, mas a sua passagem pelo país não será pacífica. Um grupo de juristas britânicos está a avaliar a possibilidade de responsabilizar o Papa pelos crimes de abusos sexuais levados a cabo por padres. A imunidade de Bento XVI, enquanto chefe de Estado, está a ser analisada no sentido de descobrir se pode ser acusado segundo o "princípio de jurisdição universal" pelo encobrimento sistemático dos crimes.

Ontem, na Missa de Páscoa do Vaticano, Bento XVI limitou o tema que tem marcado as últimas semanas a uma levíssima referência aos casos que têm abalado as estruturas da Igreja. O momento de instabilidade vivido pela Igreja "requer mudanças profundas a partir das consciências, uma conversão moral e espiritual". Dirigindo a mensagem Urbi et Orbi para a guerra, violência e perseguições no mundo inteiro", o Papa fixou-se no s conflitos no Médio Oriente, nas drogas na América Latina, na desgraça das vítimas dos terramotos no Chile e Haiti e na crise financeira. Tudo serviu para afastar o discurso do tema dos abusos sexuais de padres a crianças.

Mais directo foi o arcebispo Vincent Nichols, líder da Igreja Católica na Inglaterra e País de Gales. "Temos reflectido profundamente sobre os nossos pecados, que são de enorme gravidade, reconhecendo a culpa e a necessidade de perdão", disse, aproveitando depois para criticar a forma como a Igreja tem sido tratada pelos media.

Depois da polémica causada pela comparação entre os ataques à Igreja pelos casos de abusos sexuais a menores e o antissemitismo, o pregador do Papa pediu, também ontem, publicamente desculpas. "Se contra a minha vontade feri a a sensibilidade de judeus e vítimas de pedofilia, lamento-o sinceramente", disse Raniero Cantalamessa.

 

Via Ionline



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Segunda-feira, 29.03.10

Quando era arcebispo de Munique, Joseph Ratzinger acompanhou o caso do padre pedófilo na Alemanha mais de perto do que se pensava, diz o “New York Times. Ratzinger recebeu um duplicado de um memorando dizendo que o padre, que acabaria por ser condenado por molestar menores numa outra paróquia e que tinha sido submetido a psicoterapia para ultrapassar o seu problema de pedofilia, voltaria ao trabalho pastoral dias depois de ter iniciado o tratamento.

 

Via Arrastão



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Sexta-feira, 12.03.10

Curso para sogras

 

Para prevenir crises conjugais, uma arquidiocese italiana decidiu abrir um curso na cidade de Udine, no norte de Itália, para ensinar sogros e sogras a não interferir na vida de casado dos seusfilhos.

Em três aulas, uma vez por semana, sogros podem participar gratuitamente e terão o apoio de psicólogos para aprenderem a não interferir na vida de casado dos seus filhos.
Segundo pesquisas feitas em Itália, a intromissão dos pais na vida dos filhos é uma das principais causas de divórcio no país.
O curso será agora levado a outras cidades italianas.

 

Via Ionline



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 Três padres de um mosteiro no Norte da Áustria foram demitidos após terem sido acusados de abusos sexuais a alunos na década de 80, tendo o diário Der Standard indicado que as vítimas integravam o coro dos Pequenos Cantores de Viena.

O caso surge após outras demissões e suspensões de vários religiosos, na sequência de uma série de revelações sobre abusos sexuais, desde 09 de março na Áustria.

Os três religiosos, um dos quais reconheceu os factos, foram afastados das suas funções após acusações de abusos físicos e sexuais sobre cinco crianças, declarou hoje à imprensa o abade Ambros Ebhart, do mosteiro de Kremsmünster.

Além disso, o diário Der Standard traz, na sua edição de sexta feira, os testemunhos de dois antigos membros do coro, um cirurgião de Berlim de 33 anos e um psicólogo de Munique de 51 anos, que afirmam ter sido abusados, um por um educador nos anos 80 e o outro por um responsável do coro entre 1966 e 1970.

Terça-feira, um austríaco de 53 anos tinha declarado à rádio ter sido abusado por três religiosos quando era criança e apontou um dos abusadores, entretanto chefe do mosteiro de Salzburgo, levando-o a demitir-se.

Um dia depois, um padre de 74 anos foi suspenso devido a abusos sobre alunos num internato católico de Vorarlberg entre 1970 e 1982.

De acordo com o atual diretor da escola, o assunto foi silenciado na altura, tendo o padre sido enviado para outro estabelecimento e forçado a seguir uma terapia.

Entretanto, outro eclesiástico, que teria abusado de cerca de 20 crianças em Styrie, nos anos 70 e 80, demitiu-se na quarta feira.

As diferentes dioceses austríacas indicaram hoje ter havido um salto no número de situações denunciadas desde a semana passada, embora nem todos os casos incluam necessariamente abusos sexuais e tenham de ser confirmados.

Revelaram ainda temer o afastamento de mais católicos da Igreja, pois o número de praticantes já é baixo.

As autoridades religiosas austríacas pediram hoje desculpa às vítimas, afirmando-se chocadas com o número de casos divulgados em tão pouco tempo.

Na quarta feira, o cardeal-arcebispo de Viena, Christoph Schönborn, apelou ao exame das causas que podem levar a atos pedófilos por parte dos religiosos.

Via Ionline



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Quarta-feira, 10.03.10

 

 

 

Governo alemão acusa Igreja Católica de ter criado "muro de silêncio" sobre pedofilia

 

 

"Em muitas escolas havia um muro de silêncio que permitiu abusos e violência", disse a ministra Sabine Leutheusser-Scnarrenberger a uma rádio alemã, depois de denunciados novos casos de pedofilia em estabelecimentos de ensino da Baviera. A BBC noticiou anteontem que em 18 das 27 dioceses alemãs estão a ser investigadas alegações de abusos sexuais.


Os desenvolvimentos "assustadores", como lhe chamou, somam-se às denúncias, no mês passado, de abusos de mais de cem crianças em escolas jesuítas, o que levou à apresentação de desculpas pelo líder dos bispos alemães, Robert Zollitsch, que depois de amanhã se desloca ao Vaticano.

O primeiro dos mais recentes casos é o abuso de membros do coro infantil da diocese de Ratisbona numa fase que inclui o período em que foi dirigido por Georg Ratzinger, irmão do actual Papa. Nos últimos dias surgiram outras duas revelações: a de sevícias de padres da escola beneditina de Ettal, Munique, sobre uma centena de rapazes nas décadas de 1950, 70 e 80; e a denúncia de abusos na escola dos franciscanos capuchinhos de Burghausen, nos anos 1980. 

Na Áustria, foram também revelados presumíveis abusos em duas instituições religiosas, nos anos 1970 e 1980, e na Holanda a hierarquia católica anunciou ontem um inquérito "vasto, externo e independente" a quase 200 denúncias feitas este mês.

A maior parte das situações agora reveladas surgiram depois dos contactos mantidos no mês passado pelo Papa com o clero da Irlanda, quando Bento XVI se referiu à pedofilia como "um crime abominável" e "pecado grave". Muitos crimes já prescreveram e parte dos presumíveis autores morreram. 

Sabine Leutheusser-Scnarrenberger considera que o "muro de silêncio" foi motivado por uma directiva de 2001. "Mesmo os casos mais severos de abuso eram objecto de segredo papal e não deviam ser divulgados fora da Igreja", acusou, referindo-se a uma carta do então cardeal alemão Joseph Ratzinger, hoje Papa, em que determinava que o Vaticano devia ser informado dos "delitos mais graves".



Particularmente reprovável

A ministra encara a directiva como sinal de que as situações deveriam ser examinadas internamente, sem recurso à Justiça, e que só depois a Igreja sugeriria aos culpados que se entregassem. Esta leitura foi considerada "absurda" pelo bispo Stephan Ackerman, que disse ao diário Frankfurter Allgemeine Zeitung ser prática da Igreja "envolver os procuradores" nas investigações. 

A sucessão de denúncias levou, no entanto, o responsável católico a aceitar a ideia de uma "mesa-redonda", no próximo dia 23 de Abril, com líderes políticos, dirigentes protestantes e vítimas, para discutir o problema e eventuais compensações. "É um passo importante no objectivo comum de enfrentar o problema rapidamente", disse, citado pela Reuters, numa alusão a uma anterior proposta da titular da pasta da Família, Kristina Schroeder. A Igreja começou por rejeitar a ideia, alegando, como lembra a AFP, que não se tratava de "um problema específico" da instituição.

Numa reacção às sucessivas notícias, o porta-voz do Vaticano, padre Frederico Lombardi, elogiou ontem a "rapidez" e "determinação" das igrejas alemã, austríaca e holandesa face à "tormenta" da pedofilia. As conferências episcopais "mostraram vontade de transparência e, num certo sentido, aceleraram a revelação dos problemas convidando as vítimas a falar, mesmo que se tratasse de casos antigos", disse, citado pelo Serviço de Informação do Vaticano. "Concentrar apenas as acusações na Igreja leva a falsear a perspectiva", acrescentou, reconhecendo, porém, que os erros do clero são "particularmente reprováveis".

 

Noticia do Público



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Sábado, 06.03.10

Há sexo no vaticano

 

 

É depois é olhar para eles a encher o peito de ar e a clamar contra o casamento homossexual.... tanta hipocricia disfarçada de religião

 

Vejam a seguinte noticia do  ionline

 

Um dos assessores de elite do Vaticano foi afastado do cargo nesta semana devido ao alegado envolvimento num escândalo sexual. A polícia gravou um telefonema de Angelo Balducci no qual este requisitava serviços de prostituição homossexual a um dos elementos do coro do Vaticano, Thomas Ehiem, que também foi suspenso.

A situação foi descoberta por acaso, uma vez que o telefone de Balducci estava a ser escutado a propósito de uma investigação de corrupção que nada tinha a ver com o Vaticano. O caso teve forte eco na imprensa italiana, que afirma que o Papa Bento XVI já tem conhecimento da situação.

 

Balducci tinha um cargo de responsabilidade no Vaticano. Era ele que acompanhava, por exemplo, os chefes de Estado.




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Domingo, 28.02.10

Padre cobrava 50 Euros por 15 minutos de sexo

Toledo está em choque com a notícia de um padre de 27 anos que confessou ter roubado a sua paróquia em 17 mil euros para gastar em linhas eróticas e páginas de Internet de conteúdo pornográfico. Além disso, oferecia serviços sexuais na Internet e frequentava bordéis.

De acordo com o site ’20 Minutos’, o pároco de Noez e Totanés foi suspenso na sequência do escândalo sexual, um ano depois de ter entrado em funções.

Segundo as autoridades, o sacerdote oferecia o corpo na web e prestava-se a tudo, menos ao sadomasoquismo, cobrando 50 euros por 15 minutos de sexo. No seu anúncio referia ser “bem dotado” e dava nota de que o seu órgão sexual media 15 centímetros.

A vizinhança não esconde o desconforto com o sucedido, até porque há dinheiro em falta na paróquia, algum do qual doado pelos fiéis para ajudar as vítimas do terramoto do Haiti.

Segundo testemunhas, o padre aparecia todos os sábados na missa e mostrava simpatia nos seus discursos. Os seus familiares encontram-se “muito mal” desde que a notícia foi revelada.

 

Via Correio da manhã



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Sábado, 26.12.09

Susana Maiolo, a mulher que empurrou o papa

Um clube de fãs da jovem que agrediu o Papa Bento XVI ao início da missa da meia-noite, no Vaticano, constitui-se hoje no site de socialização Facebook, provocando a indignação de políticos italianos.

O site "Susana Maiolo Fans Club" com o nome da ítalo-suíça de 25 anos aparentemente desequilibrada que rompeu quinta-feira à noite as barreiras de segurança para se aproximar do Papa e tombá-lo, juntou mais de 150 pessoas até esta tarde.

Os comentários são geralmente irónicos: um consagra-a "medalha de ouro nos Jogos Olímpicos por salto de obstáculos". Outro afirma que ela "tinha na mão uma estátua de São Pedro", referindo-se ao ataque de que foi vítima o chefe do Governo, Sílvio Berlusconi, a 13 de Dezembro, em Milão, com uma reprodução da catedral da cidade.

A iniciativa foi fortemente criticada por responsáveis políticos. Gianfranco Rotondi, ministro para a Actualização do programa do Governo, falou de "estupidez" que deve ser combatida e parada.

Um senador do partido de Berlusconi, Antonio Gentile, declarou que a constituição deste grupo "confirma a necessidade de uma intervenção legislativa". "Uma rede social não pode ser um lugar onde se celebra a violência", acrescentou.

Em Outubro, a justiça italiana abriu um inquérito após muitos apelos à morte do "Cavaliere" na Internet.

Via Ionline



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Quarta-feira, 23.12.09

Sugestão de padre:Os pobres devem roubar

 

 Um padre anglicano aconselhou os fiéis a roubar em lojas caso estejam a passar necessidades.

O padre britânico Tim Jones disse no seu sermão de domingo que as pessoas deviam roubar em grandes cadeias de lojas e não em pequenos estabelecimentos.
Para ele, a sociedade “deixa algumas pessoas sem outra opção a não ser o crime.”
"Eu não faço esta recomendação porque acho que furtar é uma coisa boa, ou porque acho que não faz mal, pois faz”, explicou, acrescentando que deixar as pessoas sem trabalho e com um apoio social inadequado “é uma insensatez monumental, catastrófica.”
Entretanto, o Arquidiácono de York esclareceu a situação: "A Igreja da Inglaterra (anglicana) não recomenda que ninguém furte”, acusando o padre Tim Jones de irresponsabilidade.
Mais tarde, em entrevista à rádio da BBC em York, Jones afirmou que sua intenção não era encorajar as pessoas ao furto, mas a “doar mais para a caridade para impedir que os necessitados fiquem desesperados.”
"Se uma pessoa esgotou todas as oportunidades dentro da lei para obter dinheiro e ainda está numa situação desesperada, a melhor coisa a fazer será tirar o que precisar e só pelo tempo que precisar", concluiu.

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 16.12.09

A igreja e as suas parvoices!

 

 Um casamento entre alguém baptizado pela Igreja Católica e outra que não o seja é inválido, revelou hoje o Vaticano, depois de o Papa Bento XVI ter aprovado duas alterações ao Código de Direito Canónico.

O artigo 1986 do Código de Direito Canónico estabelece a partir de agora que "é inválido o matrimónio entre duas pessoas, uma das quais baptizada pela Igreja Católica ou nela integrada e outra que não seja baptizada."
Foi ainda modificado o artigo 1124: "o matrimónio entre duas pessoas baptizadas, uma das quais baptizada pela Igreja Católica e nela acolhida através do baptismo, e a outra integrada numa comunidade eclesiástica que não está em plena comunhão com a Igreja Católica não pode celebrar-sesem a autorização expressa de uma autoridade competente".

 

Via ionline

 

Quando é que esta gente aprende que assim não vai lá?



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Sexta-feira, 04.12.09

Os gays não vão para o céu

 

 “Transexuais e homossexuais não entrarão no Reino dos Céus, não sou eu quem diz, e sim S. Paulo”, garante o cardeal mexicano Javier Barragan, recém-aposentado de funções no Vaticano. O verniz voltou a estalar: o Vaticano teve de distanciar-se publicamente da posição do cardeal e a organização gays italiana Arcigay diz que a teoria é “ridícula”.

Em declarações publicadas no site pontifex.roma, o cardeal defende que "não se nasce homossexual, torna-se homossexual. Por várias razões, por educação, por não ter desenvolvido a dignidade durante a adolescência... Talvez [os homossexuais] não sejam culpados, mas por irem contra a dignidade do corpo, certamente não entrarão no Reino dos Céus”.

Excepcionalmente, o porta-voz do VaticanoFederico Lombardi, declarou publicamente que o site não deve ser visto como uma autoridade no pensamento católico “a respeito de questões complexas como a homossexualidade”. Embora não defenda a homossexualidade, a Igreja trata osgays com respeito e sem discriminação.

Via ionline

 



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Domingo, 22.11.09

O arcebispo que é a favor do casamento gay

 

 D. Manuel Monteiro de Castro poderá ser uma lufada de ar fresco na cúria romana. O arcebispo português foi notícia por ser o "enviado do Papa" que "quebra a fileira sobre os casais gay". Ontem viu reforçada a confiança de Bento XVI, que o nomeou consultor da Congregação para a Doutrina da Fé. Após 40 anos ao serviço da diplomacia do Vaticano, tem nova missão: promover e defender a doutrina da fé cristã e a moral no mundo católico.


Em 2004, numa conferência de bispos espanhóis, Monteiro de Castro falou de "novos desafios" nos tempos actuais e defendeu direitos civis para casais homossexuais, relatou o "The Guardian". "Embora a lei em Espanha, e noutros países, defina o casamento como união de um homem e de uma mulher, há outras formas de coabitação e é bom que sejam reconhecidas", notou o prelado, que em Outubro foi nomeado secretário do Colégio dos Cardeais. 

A posição da Congregação para a Doutrina da Fé, de 2003, é mais intransigente. Conclui que "a Igreja ensina que o respeito pelos homossexuais não pode levar, de modo algum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal destas uniões". Para D. Eurico Dias Nogueira, bispo emérito da diocese de Braga - onde Monteiro de Castro é padre -, a postura aberta do português não vai influenciar a posição da doutrina cristã, e contrapõe que a Igreja aceita "pessoas com essa identidade" e "não condena uniões de facto". 

"Todo o respeito é devido aos casais homossexuais, mas não ao ponto de arranjar uma instituição equiparada ao casamento e à família", esclarece Manuel Morujão, porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa.

 

Via Ionline



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Quinta-feira, 05.11.09

Jesus transexual no teatro 

 

Uma peça de teatro com Jesus transexual está a gerar polémica. Cerca de 300 manifestantes protestaram, esta terça-feira, com velas junto ao teatro, em Glasgow.

 

A peça "Jesus Queen of Heaven" - encenada por Jo Clifford - está em cartaz, no âmbito do festival de artes Glasgay, que celebra a cultura gay, bissexual e transexual, revela a BBC.

Os organizadores do festival já vieram afirmar que não têm a intenção de incitar reacções ou ofender ninguém.

Os manifestantes cantaram hinos religiosos e levantaram cartazes. Um deles dizia: “Jesus, Rei dos Reis, Não Rainha do Paraíso”, outros "Deus: meu filho não é um pervertido".

 

Via ionline

 



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Sábado, 31.10.09

 A igreja do sexo

Com certeza esta é uma seita que passou despercebida pela nossa lista com as 10 seitas mais malucas do mundo. A Igreja Madonna do Orgasmo, que tem centenas de seguidores, deu um importante passo em direção ao reconhecimento oficial na Suécia, quando uma corte disse que ela tinha o direito de registrar-se como uma comunidade de fé.

Inicialmente um órgão público da Suécia recusou o registro alegando que o nome da igreja poderia ofender os cristãos. Mas o fundador da igreja, Carlos Bebeacua, ganhou a apelação na corte administrativa local.

O órgão público ainda pode apelar contra a decisão, do contrário será obrigada a registrar a igreja que foi fundada no início dos anos 90 e tem Carlos como Cardeal auto-proclamado.

Carlos teve a idéia de criar a igreja depois que a sua pintura “A Madonna do Orgasmo” levou a protestos na Feira Mundia de Sevilha, na Espanha, em 1992.

Para Carlos “O orgasmo é Deus, o orgasmo deve ser adorado”. “O orgasmo é o principal sentimento de luxúria e não deve ser limitado à ejaculação. Você pode alcançá-lo através da arte ou ao olhar uma paisagem enquanto pensa ‘Uau!’”

A igreja tem apenas sacerdotes mulheres e suas escrituras são chamadas de Catequismo do Orgasmo. O livro pregado é o do sexo.

Durante as cerimônias as sacerdotes lêem versos, comem frutas e bebem suco. Sexo não é o foco, mas também não é proibido. “Nunca aconteceu e eu não seu como nós reagiríamos que acontecesse.”

Ele diz que as alegações de que sai igreja só se interessa por orgias e sexo alegando que o propósito é ajudar as pessoas a ver orgasmos como uma metáfora de amor pela vida.

“Não há nada perigoso sobre o que dizemos, somos inofensivos. Nós apenas temos as nossas dúvidas com relação às religiões estabelecidas”, ele disse.

Em uma nota pessoal, fiquei curiosa para saber o que a igreja prega sobre orgasmos múltiplos.

Via Hscience

 



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Igreja substitui Halloween por Holywins

 

 

 Para o Vaticano o Halloween é uma festa anticristã. Mas, por cá a Igreja não vai tão longe e prefere manter-se fora da polémica em relação a esta festa importada dos EUA. "É uma celebração profana que não tem nada a ver com a Igreja", defende o secretário da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), Manuel Morujão.

Um artigo publicado no L'Osservatore Romano, jornal oficial do Vaticano, descreve o Dia das Bruxas, como uma festa que "tem um pano de fundo de ocultismo e é absolutamente anticristã". No entanto, também apresenta alternativas: as Holywins - que brinca com as palavras "Santo" e "Vencer" - lançadas pela diocese de Paris para juntar os jovens e crianças na noite de 31 de Outubro.

Estas reuniões da comunidade católica são já comuns em França, Espanha e no Chile. Por cá ainda desconhecidas e até Manuel Morujão revela que não sabia da sua existência.

O Vaticano aponta as Holywins como celebrações que "permitem à comunidade católica dispor de uma alternativa para testemunhar a fé e a esperança cristã diante da morte", segundo pode ler-se no artigo do diário católico. Aqui os jovens são alvo de uma campanha de sensibilização para evitar que se juntem à celebração do Dia das Bruxas.

Apesar da oposição oficial do Vaticano, Manuel Morujão conta que os padres americanos que conheceu sempre se referiram a esta festa como um "um divertimento sem conotação anti-religiosa". E acrescenta que em Portugal é um pouco isso que se passa.

"Por cá parece-me que o Halloween está ligado a brincadeiras inocentes das crianças que se divertem com o misterioso e o lado oculto das bruxas. Tudo sem conotações negativas", avalia o secretário da CEP.

O religioso entende até que por ser uma festa em que o principal objectivo é o divertimento inocente, não há motivos para condenações. Até porque "o divertimento é um valor cristão".

O padre também considera normal a importação destes festejos que têm um maior significado nos Estados Unidos, e chegaram a Portugal muito por culpa do cinema. "Vivemos num mundo da globalização e a cultura um dos elementos que acabam por ser copiados. É uma situação natural", diz Manuel Morujão.

Por cá, a noite de hoje vai ser dominada por bruxas, caveiras, abóboras e festas alusivas à Noite das Bruxas, que antecede o Dia de Todos os Santos.

 

Via DN



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Quarta-feira, 02.09.09

 sexo na igreja

 

A Igreja Católica está a incentivar os casais, unidos pelo matrimónio, a rezarem antes de terem relações sexuais. Para o efeito, foi publicado um livro onde um conjunto de orações convida os casais a «purificarem as suas intenções».

O livro chama-se «Prayer Book for Spouses» («Livro de Oração para os Cônjuges», em português) e pretende transmitir aos casais a necessidade de renovar constantemente os votos do matrimónio.

A principal oração para o casal implora a Deus para que lhes seja concedido o verdadeiro amor, ternura que una verdadeiramente, dar tudo sem esperar nada em troca, dizer a verdade e não enganar, perdoar, e que seja bem-vinda a união física do amor.

Acrescenta ainda: «Abra os nossos corações, para si, entre nós e para a bondade da vossa vontade», num apelo à bênção de Deus, noticia o «Daily Mail».

Orações para todas as fases

O livro foi publicado pela «Truth Society» da Igreja Católica de Londres.

As 64 páginas do «Prayer Book for Spouses» contêm orações para todas as fases da vida matrimonial e familiar, incluindo o compromisso, o planeamento familiar, a gravidez e o cuidado com os filhos e com os pais idosos.

As orações, escritas por vários autores, estão ainda intercaladas com a doutrina católica sobre o significado do casamento e da família.

Livro é um acto «corajoso mas bom»

O reverendo Paul Hendricks, bispo auxiliar de Southwark, em Londres, considera a atitude como um acto «corajoso mas bom».

«Suponho que seja um pouco idealista mas é do conhecimento de todos que Deus está no coração da relação entre marido e mulher», defendeu.

«É importante para a Igreja vincar o valor do casamento e da vida familiar e suponho que esta seja uma forma particular de o fazer», acrescentou o reverendo.

O livro aviva a mensagem de que o casamento deve ser uma união para toda a vida e transmite ainda uma mensagem de condenação do aborto.

«Prayer Book for Spouses» também critica aqueles que não acreditam em uniões para toda a vida. «É um dever fundamental da Igreja reafirmar fortemente a doutrina da indissolubilidade do matrimónio», disse o reverendo Paul Hendricks.

A partir desta publicação, a Igreja Católica Romana incentiva os casais a rezarem antes do sexo para se lembrarem que a relação sexual é um acto altruísta, não conduzido pelo hedonismo.

 

Via TVI24



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Sábado, 15.08.09

 Sexo na igreja dá multa

 

Em flagrante. Um casal nigeriano foi apanhado pelo padre da igreja local a ter relações sexuais. Os dois amantes - Tolu Akintepe de 30 anos, e a mulher Bunmi de 28 - foram penalizados com uma multa de 120 euros por escolherem um local tão "impróprio" e arriscarem ter relações na igreja da Nigéria.

O casal justificou a ousadia dizendo que pretendiam "apenas apimentar o casamento", segundo afirma o jornal belga HLN.

Além de multados, os dois amantes foram ainda obrigados a limpar a igreja pelo padre, que moveu uma acção contra os dois por profanação do altar.

 

Via Ionline

 



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