Segunda-feira, 31.12.12

Quantas vezes você já ouviu dizer que o sexo na gravidez "cutuca" o bebê? E que mulheres grávidas são só mães e não mulheres? E em quantas besteiras desse tipo você acreditou?

 

Mulheres grávidas sentem tesão, têm vontade de fazer sexo e — se não há sangramento ou risco de trabalho de parto prematuro — devem fazê-lo! Algumas pesquisas dizem que 50% das mulheres perdem o desejo sexual durante a gravidez, 40% mantém o mesmo de antes e 10% tem um aumento na libido. Então você não deve se sentir estranha em nenhum desses grupos!

 

É importante lembrar que as mudanças que acontecem no seu corpo fazem com você se sinta insegura e torna tudo mais difícil. "A gravidez se assemelha a adolescência nessa questão da insegurança", explica a ginecologista obstetra e Coordenadora do Programa de Saúde Integral do Adolescente da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, Albertina Duarte Takiuti, que nos ajudou a desvendar os segredos desse momento tão especial — e diferente — na vida de um casal.

 

A primeira coisa que você e seu parceiro precisam é conhecer seu corpo. O pênis não chega ao útero — "só se o homem tivesse o pênis em formato de anzol" - e, mesmo que chegasse, não machucaria o bebê. Albertina explica que o útero é como uma pêra e o cabinho da fruta, que seria o colo do útero, fica para baixo, em direção a vagina, é endurecido e só 'amolece' com muitas contrações. "O útero é como o nariz, você pode passar a mão nele sem machucar a parte interna". Assim fica fácil de entender, né?

 

Para que a relação seja prazerosa para o casal é necessário ter calma. Você, mesmo que esteja com mais libido, pode não estar acostumada com as transformações físicas e sentir-se um pouco insegura é normal. As preliminares vão servir para relaxar, deixar o corpo sem tensões e conseguir deixar a musculatura da vagina pronta para o sexo.

 

O carinho é importante durante toda a relação, e o uso de camisinha também. Pois é, você pensou que durante a gravidez poderia deixá-la de lado, mas a verdade é que seu corpo está mais aberto a infecções e doenças, então, caso haja alguma possibilidade do seu parceiro ter outras parceiras, é melhor não arriscar.

 

Em relação às posições, não há segredo: você precisa se sentir confortável e segura. Nada de inventar malabarismos que a deixe sem estabilidade, o que você mais precisa nesse momento é um bom apoio.

 

E com esse apoio você pode fazer qualquer posição. Olha só essas dicas:

 

Papai e mamãe


Se você colocar uma almofada no fim das costas para ficar mais confortável, o homem pode ficar inclinado em frente a você, sem deixar o peso sobre seu corpo, mas na mesma posição de antes.

 

Você por cima


É uma posição perfeita porque é você quem controla a profundidade, mas pode se tornar cansativo por causa do peso da barriga. Nada a impede de mudar de posição depois de um tempo!

 

De frente


Vocês também podem sentar-se de frente para o outro, você sobre ele, com as pernas enlaçadas na cintura do parceiro. A barriga não atrapalha porque você pode jogar o corpo para trás.

 

De ladinho


Essa é uma daquelas posições que não dão nenhum trabalho e podem ser feitas da mesma maneira de antes da gravidez. Lembre-se de tocar seu próprio clitóris para facilitar o orgasmo.

 

De quatro


Se você se sentir confortável com a barriga pendendo, aproveite! Essa também é uma posição que fica igual antes. E, como na posição de ladinho, lembre se tocar seu clitóris!

 

Dica!


Se você está louca para ter um parto normal, vou te contar uma curiosidade muito importante: o esperma tem uma substância que ajuda seu corpo na hora do parto, as contrações e tudo mais, então, nos últimos meses você pode, e deve, fazer muito sexo. Curtiu?

 

O sexo durante a gravidez pode ser totalmente diferente de tudo o que você já viveu. Além do lado do orgasmo, há a questão do casal estar mais unido, sentir-se mais próximo e conseguir dividir e comemorar a pequena vida que está chegando. É um momento único, não deixe passar sua chance!

 

* Se mesmo com essas dicas você ainda não sentir vontade de fazer sexo, fique tranquila. A maior parte dos homens também sente queda na libido. Foque a energia sexual de vocês para o cuidado da criança que está chegando, a troca de carinhos entre você e seu parceiro e aprenda a ter outros tipos de prazer, como o da companhia, do amor não físico e das conquistas familiares. O cansaço físico e as limitações que você sente são normais e devem ser encaradas dessa forma. Seja feliz à sua maneira, sempre.

 

 

retirado de Preliminares



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Quarta-feira, 02.02.11

 

 

Recomendações sobre sexo na gravidez

 

O sexo na gravidez é "geralmente seguro, com poucas complicações".

Esta é a mensagem que consta de uma nova cartilha elaborada para médicos, publicada hoje pelo Jornal da Associação Médica do Canadá.

O objetivo da cartilha é dar aos médicos as informações científicas mais recentes para o aconselhamento seguro às pacientes sobre sexo na gravidez.

 

Riscos do sexo na gravidez


Os riscos do sexo durante a gravidez, embora "incomuns", segundo a cartilha, incluem trabalho de parto prematuro, doença inflamatória pélvica, hemorragia na placenta prévia (quando a placenta cobre parte do colo do útero) e coágulos sanguíneos.

Embora as evidências sejam limitadas e até contraditórias entre os diversos estudos científicos sobre o assunto, o documento desaconselha o ato sexual para mulheres em risco de parto prematuro.

Nas mulheres com baixo risco inicial de parto prematuro, a relação sexual frequente mostrou-se associada com um maior risco de parto prematuro apenas nas mulheres com infecções do trato genital.

Nas mulheres com maior risco - esperando mais de um bebê, com incompetência cervical ou com um histórico de trabalho de parto prematuro - as evidências encontradas até agora são muito limitadas para fundamentar as recomendações.

"Em grupos com maior risco de parto pré-termo, não há evidências que sugiram um benefício claro de restrições da atividade sexual. No entanto, esta é uma intervenção simples que não causa dano e pode ser uma recomendação razoável até que surjam melhores evidências," afirma o documento endereçado aos médicos.

Em casos raros, alguns tipos de atividade sexual que empurram ar para dentro da vagina podem resultar em um coágulo de sangue do útero, que geralmente é fatal, com riscos para o bebê e para a mãe.

 

Disposição e conforto


"Sexo na gravidez é normal," escrevem os autores. "Existem muito poucas contra-indicações comprovadas e riscos do intercurso em gestações de baixo risco e, portanto, estas pacientes devem ser tranquilizadas," diz o documento.

"Em gestações complicadas por placenta prévia ou com um maior risco de parto prematuro, as evidências são suficientes para embasar a recomendação de abstinência, mas é uma recomendação benigna razoável dadas as consequências teoricamente catastróficas," escrevem os especialistas, ligados à Universidade de Toronto.

Eles afirmam que não há nenhuma evidência para a teoria de que o sexo na gravidez possa induzir o parto, e que não se conhecem resultados negativos para as mulheres com gravidezes de baixo risco.

Os autores concluem que o nível de conforto e a disposição para se engajar na atividade sexual por parte da mulher devem ser os principais guias tanto para o sexo durante a gravidez quanto para o período pós-parto.

 

Via Diário da saúde



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Sábado, 29.01.11

Sexo e gravidez, a sexualidade

 

A barriga cresce, o desejo flutua e as dúvidas da mulher – e do seu parceiro – na cama começam a se multiplicar. Tudo absolutamente normal. O importante é saber que essa mudança radical não é um empecilho para o prazer debaixo dos lençóis. Veja como manter essa chama acesa ao longo da gestação.

 

Sexo na gravidez. Muita coisa muda. Não é só a mamãe que fica confusa com tanta sensação nova. O papai também tem dificuldade para lidar com essas novas informações que acontecem nessa etapa da vida do casal.

 

As transformações acontecem desde o início da gravidez, tanto no corpo como na mente. Os hormônios jogados no corpo da mulher a deixam com sensações que podem diminuir a libido e a vontade de fazer sexo. É comum ela sentir náuseas, vômitos, cansaço e seios doloridos. A mais nova mamãe pode achar que fazer sexo pode prejudicar o bebê ou mesmo ocasionar um aborto.

 

Já o papai pode ter a sensação de ser o "protetor", olhando a sua mulher como mãe e não mais como amante, se afastando sexualmente dela para protegê-la e não prejudicar o bebê. Agora, se com o papai está tudo bem em fazer sexo com sua mulher grávida, mas ela ainda não quer, saiba que carinho, atenção, paciência e diálogo são fundamentais nesse período.

 

Corpo em ebulição - Já no segundo trimestre da gestação, as sensações incômodas que aconteciam no início cessam e a libido da mulher volta ao normal ou mesmo pode aumentar ainda mais, como relatam algumas mulheres. A região da vagina está sensível por causa da maior vascularização da região e é um dos motivos do apetite sexual aumentar.

 

Se o papai ainda tem algumas dúvidas em relação ao sexo, a mamãe pode tentar aos poucos mostrar para ele que o sexo na gravidez é bom e não prejudica o bebê.

 

Se o papai não tinha "neuras" e agüentou pacientemente os enjôos e vômitos da mamãe passarem, a hora é agora para aproveitar o aumento da libido da mulher e ficar "nas nuvens" com os novos peitos da sua amada que estão maiores. Só cuidado com eles, pois a sensibilidade está maior e pode doer mais facilmente.

 

Gangorra - A libido pode voltar a diminuir no último trimestre da gravidez; a barriga já está grande e incômoda, o cansaço volta, as dores da coluna aumentam e a mulher pode não estar satisfeita com o seu corpo e peso, achando que seu companheiro não a acha mais atraente.

A preocupação em machucar o bebê na penetração volta e o medo do orgasmo em ocasionar um parto prematuro também são motivos para evitar o sexo. Sexo não prejudica o bebê e não acarreta parto prematuro.

 

Muitos homens acham que sua mulher grávida é uma das coisas mais atraentes que existe. Outros têm medo de que seu pênis machuque o bebê na penetração. Outros não sabem que posição fazer sexo com aquele barrigão da sua mulher.

 

Sexo é muito bom durante toda a gravidez. Fortalece os músculos do períneo que ajudam na hora do parto, deixa a mamãe feliz e relaxada, e o bebê sente tudo o que a mamãe sente. Se a mamãe está feliz, o bebê está bem. A cumplicidade do casal pode aumentar.

 

Dicas


Conversa é tudo. Homem e mulher devem colocar o que sentem para que tudo caminhe com cumplicidade e entendimento com os sentimentos do outro.

 

Sexo é bom desde que não seja uma obrigação. Às vezes, um beijo ou um simples carinho vale mais que tudo.

A penetração não prejudica o bebê que está protegido por uma bolsa de água que amortece qualquer contato.

 

 

Via Sexo More Info

 



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Quinta-feira, 13.01.11

Testes de gravidez

As diferenças entre as técnicas disponíveis na farmácia e nos laboratórios de análises clínicas

Gonadotrofina coriónica humana. Se acha que está grávida, eis o nome que pode encerrar a resposta de que precisa. 

Não, não é uma doença ou um método de detecção doloroso. Trata-se, antes, de uma hormona sintetizada pela placenta e através da qual é possível detectar precocemente a gravidez, como explica a farmacêutica Cristina Azevedo: «A hCG (hormona gonadotrofina coriónica humana) é produzida pela placenta em desenvolvimento logo após a implantação. A rápida subida da sua concentração na urina durante o primeiro trimestre torna-a um bom indicador de gravidez».

Para lhe darmos a conhecer em detalhe os vários métodos a que pode recorrer para saber se está grávida, falámos com uma médica obstetra e uma farmacêutica. O resultado é um guia com as informações essenciais que deve ter em conta ao lançar-se  nesta grande aventura da concepção.

Para saber mais clique em: 

Testes de gravidez à venda em  farmácias


Análises de laboratório que permitem detectar a gravidez


Texto: Rita Miguel

 

Via Sapo Saúde



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Segunda-feira, 10.01.11

Gravidez, como cuidar do seu peito

Os cuidados que deve ter durante o período de gestação



Durante a gestação ou quando há um aumento de peso significativo, os cuidados com a pele e, nesta caso concreto, com o decote e peito, devem ser redobrados, com o recurso a cremes antiestrias.

«Contudo, na gravidez, as mulheres devem usar cremes específicos para grávidas», refere Manuela Cochito, dermatologista.

«As versões normais de alguns desses produtos refimantes, antiestrias e até hidratantes contêm substâncias que não podem ser usadas durante esse período dado o risco de prejudicarem o fetop», alerta a especialista. Um dos ingredientes a evitar nesta fase é o retinol ou vitamina A.

Durante a gravidez também é importante «não engordar muito, evitando assim mais um factor que contribui para aumentar desmesuradamente o peito». «O uso de soutien também é importante, especialmente quando se faz desporto ou se verifica um crescimento brusco da mama, como acontece durante a gravidez e a amamentação, de forma a não deixar que o tecido de sustentação quebre», explica.

Por fim, deve-se ainda evitar dietas drásticas com o famoso efeito «iô-iô»: «O peito é uma das zonas do corpo onde é mais visível o efeito dessas dietas, porque fica descaído quando aumenta de volume e depois quando se emagrece assemelha-se a um saco vazio», alerta a dermatologista.

Texto: Rita Caetano com Manuela Conchita (dermatologista)

 

Via Família, Guia de Pais



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Domingo, 24.10.10

sexo na gravidez

Psiquiatra e sexologista esclarecem mitos e ajudam a acabar com os principais receios dos casais

A gravidez é um período de adaptações físicas e emocionais e, por isso, vivida intensamente pelos casais sendo que, quase todos, passam por mudanças no seu relacionamento sexual durante os nove meses de gestação.

Vítor Cotovio, psiquiatra, sublinha que «é importante haver comunicação entre o casal» e que «nunca se deve confundir a parentalidade com a conjugalidade». De acordo com o psiquiatra, há aspectos que devem ser trabalhados, nomeadamente o que relaciona o papel de mãe com o papel de amante: «existem homens que projectam na mulher grávida uma pessoa igual à mãe deles e por isso “então não se faz sexo”. Isto mobiliza determinados aspectos psicológicos».

«A mulher, por um lado, sente-se menos feminina, ganhou peso, perdeu as formas e o homem, por outro lado, acha que aquela passou a ser a mãe dos seus filhos. Tudo isto exige que se faça um trabalho de flexibilidade para nunca desintegrar aquilo que é a mulher esposa, daquilo que é a mulher mãe», afirma Vítor Cotovio.

Deste modo, por se tratar de um período de medos e inseguranças, é importante desvendar alguns mitos, relativamente à sexualidade, que vão passando de geração em geração. Pergunta a pergunta, elucidamos cada um dos seus receios.

 

Via Sapo Saúde



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Segunda-feira, 24.05.10

Sexo durante a gravidez

Vendo uma grande quantidade de gestantes no dia-a-dia eu percebo que as mulheres se perguntam ate onde pode ir com o sexo durante a sua gravidez.

Para felicidades das futuras mamães, a relação durante a gestação faz ate bem, tanto para o bebê quanto ao casal, deixando-os mais unidos.

 

Agora se caso venha a ter sangramento de escape ou spotting é possível que seja indicada a NÃO fazer sexo, por pelo menos ate a 14 semana de gestação.

Com o passar dos meses, você pode começar a sentir o peso de seu parceiro, principalmente se for um casal acostumado a fazer o famoso, papai-e-mamãe, a dica seria mudar de posição para uma mais prazerosa para o momento.

 

SEXO ANAL pode ser feito tambem, mas com cuidados, e muitos. Pois a tendência a hemorróidas pode significar sangramento no ânus. E claro tomando o cuidado de sempre, nunca tirando o pênis do ânus e passando direto para a vagina, para que bactérias não infectem a área penetrada

No começo os parceiros estarão inseguros com a adaptação, medo de machucar o bebê, e a dificuldade para se ajustar junto a ela(barriga).

Alguns casais tomam a decisão de não ter relação sexual durante toda a gravidez, isso é comum mais o casal deve ter sempre uma conversa para que isso não se transforme num bicho de sete cabeças.

 

Via No  Ponto G



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Sexta-feira, 07.05.10

 

Mulher engravida depois de ver pornografia 3D

 

De acordo com o site Sensacionalista, o marido de uma senhora norte-americana descobriu que a esposa tinha tido um filho quando regressou da guerra do Iraque, uma ausência que durou um ano. O pai da criança? Aparentemente, um filme pornográfico em 3D.

"Os filmes em 3D são muito realistas. Com a tecnologia de hoje, tudo é possível", disse o Erick Jhonson, o marido.

A esposa diz que se começou a sentir "tonta um mês depois de ter visto o filme" com os seus amigos. Os resultados do teste de gravidez acabaram por revelar-se positivos, e a senhora diz que o filho é parecido com o actor do filme pornográfico, que é afro-americano. "Apesar de o meu marido ter acreditado em mim, o meu casamento pode estar em risco. Mas ele sabe que lhe sou fiel", diz.

A Samsung já tinha avisado sobre os perigos do 3D. Todavia, há um ano ainda não havia nem televisões, nem conteúdos 3D, pelo que se coloca a questão: como terá, concretamente, engravidado a senhora?

Via Exame Informática

 

A ultima vez que alguém contou uma destas e o marido acreditou.... foi há dois mil anos e o mundo mudou ... será que aqui o actor também se chamava Espirito ... Santo?



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Sexta-feira, 02.04.10

 

 

 

 

 

o sexo na gravidez

 

 

Mulheres grávidas que vão chegando à etapa final da gestação não precisam - e nem devem - abrir mão do prazer sexual. Muita gente fica com medo, desiste de tentar, mas o desconforto físico causado pela barriga enorme é possível de ser resolvido.

 

Basta contar com informação, amor e muita imaginação a dois. Algumas posições facilitam o sexo nessa época. Veja só algumas:

 

De lado: deitados de lado, homem e mulher se encaixam e a barriga fica livre de pressões, podendo até permanecer apoiada em um travesseiro.

Ela sobre ele: sentada sobre o parceiro, a grávida controla a penetração. Para apimentar a relação, teste esta posição também no sofá!

Ele sobre ela: é possível, desde que o homem mantenha seu tronco elevado para não pressionar a barriga da mulher.

Ele se encaixa: a mulher deita e flexiona as pernas e ele, de lado, se encaixa sob as pernas dela.

E não se esqueça que além das posições sexuais que facilitam o orgasmo, os beijos e abraços são fundamentais. Ainda que não haja penetração, a troca de carícias já faz o ato valer a pena!

 



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Quinta-feira, 25.02.10

Sexo e gravidez

 

Estudo do Hospital de Santa Maria mostra que a sexualidade na gravidez gera muitas dúvidas e que um quarto das mães temeu os efeitos da penetração.

 

Medo de magoar o bebé, receio de um aborto espontâneo e de um parto prematuro, redução do desejo, dor, dificuldades em ter lubrificação ou em atingir o orgasmo foram os problemas mais referidos pelas mães para durante a gravidez terem reduzido o número de relações sexuais. Ainda assim, 39 por cento das mulheres disseram que tiveram relações na semana antes do parto, segundo dados recolhidos por investigadores do Hospital de Santa Maria, em Lisboa. 


O estudo conduzido pela médica Joana Rocha Pauleta, do serviço de Obstetrícia, Ginecologia e Medicina da Reprodução do Hospital de Santa Maria, agora publicado no The Journal of Sexual Medicine, contou com 188 mulheres dos 17 aos 40 anos que deram à luz nesta unidade de saúde e permitiu concluir que 25 por cento das mulheres recearam que a penetração vaginal prejudicasse a gravidez. Três das participantes suspenderam mesmo as relações sexuais até ao momento do nascimento do bebé, apesar de os médicos insistirem que numa gravidez sem riscos as relações sexuais não trazem qualquer problema. 

Joana Rocha Pauleta sublinhou em declarações ao PÚBLICO que, apesar das dificuldades, 89 por cento das mulheres não sentiram necessidade de falar com o médico sobre o problema que estavam a ter. "Em geral as pessoas em Portugal têm muita dificuldade em abordar as dificuldades sexuais e são raras as doentes que vêm ter connosco por iniciativa própria. Há muito trabalho a fazer neste campo", admitiu. A médica contou também que foram bastantes as recusas em participar no estudo anónimo, pelo que "os resultados podem ser ainda mais elevados se partirmos do princípio que as pessoas mais abertas são as que responderam". 

A perda do desejo sexual foi outro dos factores apontados por 25 por cento das mulheres e 42 por cento responderam que se sentiram menos sensuais. No que diz respeito às diferenças por trimestre, o estudo - distribuído em 2008 às mães no dia em que tiveram alta da maternidade - permitiu perceber que foi no terceiro trimestre da gravidez que houve uma maior mudança na actividade sexual, com 55 por cento das mães a dizerem que reduziu. Ainda assim, dez por cento admitiram que tiveram mais relações nesta altura. O primeiro trimestre é aquele em que as mulheres dizem ter tido uma maior actividade (45 por cento), seguido do segundo trimestre (36 por cento). 

O sexologista Abel Santos defendeu que é importante explicar ao casal que a gravidez deve ser encarada com naturalidade, mas insistiu que "forçar a sexualidade é claramente negativo e pode pôr em causa as relações pós-parto", uma altura em que "passa a existir mais um membro da família que requer muita atenção dos pais e muitas noites sem dormir". E acrescentou: "É por estes e outros motivos que o casamento é uma aventura exigente a dois que requer muito empenho e amor para ser bem-sucedido".

 

Via Público



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Sexta-feira, 25.09.09

 Julia Grovenburg e o marido sabiam que iam ter um filho, mas quando, esta semana, foram à sua primeira consulta no médico, o que descobriram deixou-os - e aos médicos - espantados.

 

O casal norte-americano vai ter dois bebés, mas não são gémeos. Um está claramente mais desenvolvido do que outro, isto porque um foi concebido num dia e o segundo duas semanas e meia depois. Os médicos suspeitam que este seja um caso raro de superfetação, ou seja, um caso em que uma mulher engravida já estando grávida.
"Sentimo-nos abençoados por nos acontecer algo tão raro e até agora estão os dois perfeitamente saudáveis", disse Julia aos media.
Apesar de tudo, os médicos não excluem a hipótese de serem gémeos. "É difícil dizer ao certo às vezes, porque uma mulher pode estar grávida de gémeos, que são marcadamente diferentes em termos de tamanho desde a concepção", explicou Patrcik O'Brien, o obstreta de Julia.
As dúvidas só serão dissipadas quando os bebés nascerem, e se puder testar se são ou não gémeos.

 

 

Via Ionline



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