Quinta-feira, 28.06.12

GOOGLE GANHA BATALHA LEGAL A XUXA POR IMAGENS «PORNOGRÁFICAS»

O Superior Tribunal de Justiça brasileiro deu razão ao Google numa ação movida pela apresentadora brasileira Xuxa, que pretendia ver retiradas dos resultados da pesquisa imagens ou vídeos em que surge nua ou em cenas de sexo.

A antiga modelo tinha processado o site de pesquisas em 2010, tentando impedir que o Google não devolvesse pesquisas a partir de buscas que combinassem o seu nomes com as palavras «pornografia» e «pedofilia». Essa combinação devolvia resultados do filme «Amor Estranho Amor», de 1979, onde Xuxa desempenhava o papel de uma prostituta que aparece em cenas eróticas com um menino de 12 anos.

Uma primeira decisão de um tribunal do Rio de Janeiro deu razão a Xuxa e condenou o Google a pagar uma multa de 20 mil reais, cerca de 7,7 mil euros, por cada «resultado positivo» nessas buscas. 

Apresentadora brasileira queria impedir motor de busca de mostrar imagens indesejadas. O Google Brasil defendeu-se com o argumento de que não tinha responsabilidade sobre os conteúdos que mostrava. «Mecanismos de busca, como o desenvolvido pelo Google, são um reflexo do conteúdo e das informações que estão disponíveis na Internet. Essas ferramentas não têm a capacidade de remover conteúdo diretamente de qualquer página da Web, apenas os indexam para ajudar os internautas a localizar mais facilmente informações», dizia na altura um comunicado da empresa: «O Google não produz, altera, edita, monitora ou interfere nas informações indexadas pelo buscador. Usuários que desejam que alguma informação seja alterada ou removida da Internet podem entrar em contacto com o webmaster da página em questão para saber mais sobre sua política de remoção de conteúdo.»

Agora, a imprensa brasileira escreve que o STJ aceitou os argumentos da Google, considerando que os sites de busca não podem ser obrigados a limitar resultados, uma vez que são apenas o meio de acesso ao conteúdo e não os responsáveis pela publicação, numa decisão que pode abrir um precedente para situações semelhantes. Xuxa poderá ainda recorrer desta decisão.

Aos 49 anos, Xuxa apresenta nesta altura um programa familiar na Globo. Tornou-se famosa ainda muito jovem, quando trabalhou como modelo e namorou com o antigo futebolista Pelé. Depois passou a apresentar programas infantis.

 

Noticia do Push



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Terça-feira, 22.03.11
Street View. Google multada em França

 

Google foi multada em França após ter sido acusada de recolher dados privados no programaStreet View. A empresa vai ser obrigada a pagar 100 mil euros por "intrusões particularmente graves."

A Comissão Nacional que coordena casos de liberdade na Internet, assegurou que a empresa "não cooperou" nas investigações, factor que ajudou o protesto da acusação. A Comissão, liderada por Yann Padova, acusa a Google de ter "alimentado uma base de dados de localização geográfica que agora vale muito e permite a empresa dominar o mercado."

Os meios que a Google disponibilizou para "fotografar" as ruas não captaram apenas imagens, como também dados wi-fi não protegidos, o que pode incluir correio electrónico pessoal acusa o organismo. Por seu lado, a Google diz que recolheu os dados "por engano" e que o objectivo da empresa "sempre foi destruir os dados recolhidos em redes não protegidas."

Casos como este aconteceram também noutros países entre os quais Espanha, Alemanha, Reino Unido e Nova Zelândia.

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 18.03.11
Google obrigada a retirar vídeo pornográfico de professora

 

 
Em França, a Google foi obrigada a retirar um vídeo pornográfico de uma professora da lista de resultados das pesquisas

A decisão foi tomada por um tribunal de Montpellier, alegando a professora que o vídeo foi efectuado quando tinha 18 anos e colocado na Internet sem a sua autorização.

 

Na queixa que apresentou a professora alegou que ao efectuar buscas pelo seu nome ou usando a expressão «escola de Laetitia», através do Google, o primeiro resultado que aparecia era o citado vídeo.

 

A queixosa, que é identificada como Marie C., considera que tal situação configura um atentado à sua vida privada, assim como pressupõe um tratamento inadequado dos dados pessoais, podendo prejudicar a sua imagem se tal vídeo chegar ao conhecimento dos seus alunos e colegas.

O tribunal considera que deve, neste caso, existir o direito ao esquecimento e que o argumento da Google de que se trata de um acto de censura não pode ser atendido, uma vez que está em causa o respeito pela vida privada de uma pessoa.

 

Via Sol


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Sábado, 26.02.11
 
 
 
A Google lançou uma nova funcionalidade no motor de pesquisa que permite ajudar os cibernautas a encontrarem receitas de culinária. Veja o vídeo

Denominado Recipe View o motor de busca encontra-se por enquanto apenas disponível nas versões japonesa e norte-americana do Google.

Para acederem às receitas os utilizadores têm de escolher o termo que pretendem pesquisar na caixa de pesquisa do motor de busca e clicar na funcionalidade recipes , que surge na barra lateral.

A lógica é semelhante à dos vários serviços de pesquisa dedicados que surgem nessa mesma barra, onde é possível pesquisar por imagens, notícias ou vídeos sobre um determinado assunto.

Para os adeptos da culinária que pretendam reduzir ainda mais os resultados das buscas, nessa área é ainda possível definir termos como o tempo que demora um determinado prato a cozinhar ou a quantidade de calorias.

 

 

Via Sol

 



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Domingo, 06.02.11

 

 

A meio do do ano passado a Google começou a aperceber-se que o Bing estava a ter muito sucesso em dar os mesmos resultados para palavras pouco comuns mal escritas. O Google corrigia as palavras e apresentava um conjunto de resultados; o Bing não as corrigia mas apresentava praticamente o mesmo conjunto de páginas.

Mais tarde, esta tendência começou a notar-se num conjunto de pesquisas mais abrangente. Havia uma coincidência cada vez maior entre os primeiros 10 resultados de um e outro motor de pesquisa. Continuavam a haver imensas diferenças entre eles, com resultados divergentes para muitas pesquisas, mas as coincidências foram suficientes para a Google achar que tinham sido feitas alterações no Bing para o tornar mais parecido com o seu motor de pesquisa.

Como as tais coincidências eram muito estranhas, suspeitaram que de alguma forma o Bing estaria a copiar resultados do Google. A hipótese foi a seguinte: através das pesquisas no Internet Explorer, a aplicação estaria a enviar informação do que foi pesquisado e das páginas clicadas pelos utilizadores de volta à Microsoft, para incorporação no Bing.
Para testar a hipótese criaram uma experiência: fizeram pela primeira vez alterações ao seu algoritmo de pesquisa (dizem eles , tenho as minhas dúvidas ), de maneira a que para 100 pesquisas que não davam resultado algum (ou poucos, de baixa qualidade) anteriormente passassem a retornar um resultado completamente fabricado e sem ligação ao termo pesquisado. Depois pediram a vários colaboradores da empresa para que pesquisassem por esses termos através do Internet Explorer com a funcionalidade de "Sites Sugeridos" ligada.

A experiência começou a 17 de dezembro e duas semanas depois alguns resultados já tinham começado a aparecer no Bing. Por exemplo:

 

Bing apanhado a fazer batota

 

Apanhados!


A meio de um evento patrocinado pelo Bing, um engenheiro da Google largou a bomba e expôs o que a Microsoft andou a fazer. O rebuliço na web não tardou em aparecer .

A Microsoft não negou que usasse informação dos concorrentes, mas também não acha que esteja a fazer batota. A explicação é esta: como parte do algoritmo de pesquisa do Bing, usam mais de 1000 sinais diferentes para determinar se um site ou não deve aparecer nos seus resultados. Um desses sinais são os cliques que os utilizadores dão dentro do Internet Explorer ao fazer pesquisas, informação que voluntariamente aceitam enviar à Microsoft quando ativam funcionalidades como os "Sites Sugeridos". A resposta resumiu-se por isso a um "e então? vocês também o fazem ".


Nestes tempos onde andam os titãs da informática a tentar estarem todos nos mercados uns dos outros, levando à institucionalização da imitação (sob uma forma ou outra), isto não me surpreende. Mas o ator aqui já tem precedentes e a Microsoft volta às suas raízes , mesmo depois de até ter dado mostras que consegue ser original .

 




Via Bitytes



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Quarta-feira, 02.02.11

Google anunciou hoje uma parceria com 17 dos museus de arte mais importantes do mundo que permitirá descobrir e visualizar virtualmente mais de mil obras em alta resolução e 17 com super resolução com um nível de detalhe extremo.

Neste projeto (http://googleartproject.com/) estão envolvidos museus espalhados por onze cidades de nove países, entre eles o National Gallery de Londres, o MoMA de Nova Iorque, oHermitage de São Petersburgo ou o Museu Van Gogh, em Amesterdão.

Entre as 17 pinturas disponíveis on-line em super resolução no Google Art project contam-se obras como "Noite Estrelada" de Vicent van Gogh, patente no MoMa, "Regresso do filho pródigo", de Rembrandt, no Hermitage de São Petersburgo, e "No woman, no cry", de Chris Ofili, exposto na Tate Britain, entre outras.

Obras primas no google

 

A estas juntam-se mais de mil obras de arte em alta resolução de 486 artistas dispersas pelos 17 museus.

Através do recurso à tecnologia 360.º do Street View para interiores é possível aos utilizadores visitarem virtualmente galerias dos museus envolvidos no projeto.

Esta parceria permite que qualquer utilizador em qualquer parte do mundo possa conhecer, através de um clique, a história e os artistas que estão por detrás das obras expostas.

Em comunicado enviado à Lusa, fonte ligada a este web site explica que cada um dos museus colaborou de "forma exaustiva" com o Google, disponibilizando a sua experiência e orientando todas as etapas do projeto: desde a seleção das coleções que deviam integrar que o projeto ao aconselhamento sobre qual o melhor ângulo para as fotografias, passando pela informação que deveria acompanhar a obra de arte.

Além da visita virtual a cada um dos museus e da análise às obras em super resolução, este projeto permite aos utilizadores guardarem perspetivas específicas de qualquer das obras e iniciarem a sua própria coleção. É possível ainda comentar cada pintura e partilhar a coleção com amigos e familiares.

Com a função visita virtual ao museu, os utilizadores podem circular virtualmente pelas galerias eselecionar as obras que mais lhes interessam. O painel de informação permite aos utilizadores acederem a mais detalhes sobre a obra de arte, encontrarem outros trabalhos do mesmo artista ou visualizarem vídeos relacionados no YouTube.

Um pequeno veículo equipado com a tecnologia do Street View registou imagens de 360º no interior de inúmeras galerias que, uma vez ligadas, permitem a qualquer utilizador uma navegação fluida por mais de 385 salas dos diversos museus.

A função super resolução permite ao utilizador estudar os ínfimos detalhes da obra, que não são visíveis à vista desarmada.

Os museus envolvidos neste projeto são Altes Nationalgalerie, Berlim, Frick collection, Nova Iorque, Galeria degli Uffizi, Florença, Freer Gallery - Smithsonian, Washington, Galería Tretyakov, São Petersburgo, Gemäldegalerie, Berlim, MoMA, Museum of Modern Art, Nova Iorque, Museu Hermitage, São Petersburgo, Museu Kampa, Praga, Museu Rainha Sofia, Madrid, Museu Thyssen-Bornemisza, Madrid, Museu Van Gogh, Ámesterdão, National Gallery, Londres, Palacio de Versalhes, Rijksmuseum, Amesterdão, Tate Britain, Londres, Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque.

 

Via Ionline

 



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Segunda-feira, 20.12.10

Google cria aplicação 3D para explorar o corpo humano

 

Depois do "Google Earth" e do "Street View" é a vez do "Google Body Browser".Google, maior motor de buscas online, está a desenvolver uma aplicação que permite explorar o corpo humano em detalhe.

A aplicação ainda está em fase de testes para utilizadores da webGL, uma tecnologia que permite visualizar páginas da internet em 3D.

Com o "Google Body Browser" podemos viajar pelos vários sistemas do corpo humano e ampliar orgãos, músculos e ossos.

Ainda não se sabe quando é que esta nova aplicação será lançada.

 

Via ionline



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Segunda-feira, 06.12.10

A música do tradutor do google

 

O utilizador harrichr, do site reddit, descobriu uma maneira de transformar o Google numa beatbox, ou uma caixa de ritmos. O beatboxing consiste em reproduzir, com o aparelho vocal,  sons de instrumentos ou do dia-a-dia e com isso criar ritmos. Este utilizador explorou uma funcionalidade do tradutor do Google para criar esses ritmos.

 

Basta definir o idioma de translate.google.com para alemão; escrever conjuntos de letras sem vogais e carregar em ouvir.

 

Esta utilização do translator só é possível graças à capacidade do tradutor de alemão de reproduzir sons sem vogais.

 

Só precisa seguir este link para experimentar

 

O fenómeno tornou-se viral e um outro utilizador, desta vez do site Hacker News, compilou um pequeno guia de instrumentos para usar no translator.

 

Via Ionline



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Segunda-feira, 08.11.10

Google, 115 anos dos raios X

 

Google está a celebrar os 115 anos da invenção do raio X com um logótipo novo. Os Doodles, como são conhecidas estes logos alterados, são a maneira do motor de busca assinalar efemérides.
Os raio X foram descobertos em 1895, por um físico alemão chamado Wilhelm Roentgen
Roentgen descobriu os raios por acaso e chamou-lhes X precisamente por desconhecer a sua origem. Antes de experimentar usar o raio num humano, o físico usou os raios em objectos inanimados. E quando chegou a vez de perceber o que faria a uma pessoa, Roentgen pediu… à sua esposa que expusesse a sua mão. Só mais tarde os cientistas descobriram que a exposição prolongada e desprotegida a estes raios pode provocar lesões graves

 

Via ionline



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Sexta-feira, 28.05.10

Sexta-feira passada, a Google alterou o logo na sua homepage para celebrar os 30 anos do jogo arcade PAC-MAN, como costuma fazer com outras efemérides.

 

Jogar Pacman No Google

 

A empresa norte-americana alterou a estrutura do jogo para que Pacman andasse em torno das letras da Google. Ao carregar em "Inserir Moeda", que substitui o habitual botão "Sinto-me com sorte", o utilizador podia jogar PAC-MAN tal como veio ao mundo há 30 anos, com os mesmos bugs, gráficos e sons originais.

 

100 milhões de euros e cinco milhões de horas de jogo O blogue RescueTime fez as contas e determinou que o PAC-MAN na Google custou quase 100 milhões de euros em produtividade, com cerca de cinco milhões de horas de jogo em todo o mundo.

 

Este custo foi determinado vendo o tempo gasto na página da Google no dia em que o PAC-MAN esteve na página inicial em oposição ao normal - 48 segundos contra os habituais 11 - e multiplicando pelo número de visitas que a Google recebeu nesse dia: mais de 500 milhões de utilizadores.

 

No entanto, estes números são apenas uma estimativa. A RescueTime partiu do princípio de que o utilizador habitual da Google ganha €20 à hora, um salário bastante superior à média.

 

Para além disso, não se pode determinar que todos os utilizadores que acederam ao motor de busca nesse dia jogaram PAC-MAN.

 

Se não teve a oportunidade de jogar PAC-MAN, a Google guardou o jogo em http://google.com/pacman .

 

Para além disso, pode ainda fazer o download do jogo aqui .

 

Via Expresso



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Sexta-feira, 23.04.10

O google e a censura na blogofera

 

Está disponível online para quem queira ver e é uma resposta clara às organizações que têm pedido mais transparência: a Google criou um mapa com os pedidos de informação sobre uti- lizadores e de remoção de conteúdos feitos por dezenas de governos. Este mapa revela os pedidos feitos entre 1 de Julho e 31 de Dezembro de 2009. 

"Somos novos nisto e ainda estamos a aprender qual é a melhor maneira de reunir e apresentar esta informação", escreve a Google na página onde o mapa foi disponibilizado. "Vamos continuar a melhorar esta ferramenta e a afinar os tipos de dados que apresentamos", promete a empresa.

Portugal é um dos países que aparecem no mapa. Embora não tenha solicitado a remoção de conteúdos, o governo de Sócrates fez 45 pedidos de informação sobre utilizadores. De que tipo? Não sabemos. De uma forma geral, explica a Google em comunicado, "a maioria destes pedidos são válidos e a informação em causa é necessária para investigações criminais legítimas". No entanto, muitas vezes também configura uma tentativa de censura. A guerra que a Google tem travado com a China não é alheia a esta iniciativa. Aliás, a empresa usa o mapa para dar um beliscão na controvérsia. A China aparece no mapa, mas em vez de ter números tem um ponto de interrogação à frente, com a seguinte nota: "Os responsáveis chineses consideram que as ordens de censura são segredos de Estado, por isso não podemos revelar essa informação neste momento." 

Noutros países também há dados interessantes. Por exemplo, a Google recebeu mais pedidos de informação sobre consumidores privados no Brasil que nos EUA. Porém, no que toca ao pedido de remoção de conteúdos - o que muitas vezes está relacionado com conteúdos ilegais, de pornografia, xenofobia, racismo - a Alemanha é campeã absoluta, com 188 pedidos. A Google explicita a percentagem que foi efectivamente retirada, identifica o serviço em causa (Blogger, YouTube...) e indica em que casos houve ordem do tribunal. 

"Pensamos que maior transparência e responsabilidade irão conduzir a menos censura e maior responsabilidade na vigilância governamental", remata a Google.

 

Via ionline



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Sexta-feira, 19.03.10

Virus informáticas andam por aí.

 

Dois telemóveis comprados na loja online da Vodafone trouxeram um extra que não estava previsto: um código malicioso pré-instalado cuja missão é roubar dados do cartão. No primeiro caso, reportado na semana passada, a Vodafone Espanha classificou o incidente como “isolado”. O problema é que o segundo telemóvel infectado foi comprado por um especialista em segurança informática, que o testou antes de começar a utilizar. Resultado: ambos os telemóveis vieram da loja infectados com o mesmo “malware”. Ontem ainda não havia explicação oficial para o sucedido. Mas o que realmente interessa é perceber que os códigos maliciosos, dos vírus aos programas para roubar passwords, vêm agora nos pacotes mais insuspeitos.

Cuidado com o motor de busca

A primeira coisa que a maioria dos cibernautas faz quando quer procurar alguma coisa é ir aoGoogle. No entanto, o maior motor de busca da internet não é responsável pela idoneidade dos links que apresenta nas páginas de resultados. Javier Ildefonso, director de marketing da especialista em segurança Symantec, dá o exemplo: “Na primeira página de resultados orgânicos [não patrocinados] de uma busca por ‘entrevista a tiger woods’ encontram-se vários links infectados”, cerca de 30% do total. 
O responsável, que ontem apresentou em Lisboa a mais recente versão do software de protecçãoNorton 360, admitiu mesmo que os motores de busca são hoje uma das principais portas de entrada dos vírus e outros códigos maliciosos nos computadores pessoais. É que o site pode não parecer perigoso e levar o utilizador a clicar onde não deve. Ou então apresentar uma página de “downloads”, até de software antivírus, que não são mais que programas falsos. Programas como o Norton e oMcAfee avisam com uma bola verde ou vermelha se o site é fiável ou não.

Vírus em Aeroportos

 O alerta já tinha sido dado há dois anos, quando um estudo revelou que muitas redes sem fios nos aeroportos norte-americanos eram vulneráveis. Ontem Javier Ildefonso voltou a frisar este perigo, referindo os casos de infecção que aconteceram no aeroporto de Chicago. Se ligar o portátil e lhe aparecer uma rede com o apetecível nome “Free Wi-Fi”, acredite: o mais provável é que seja uma armadilha.

Via Ionline



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Domingo, 14.03.10

Sexo.. a palavra que faz girar a internet

 

Esta informação não é novidade para ninguém: as palavras "Sexo" e "Pornografia" ocupam lugares cimeiros na procura de informações na Internet, a par com motores de busca como o Google e o Yahoo e as redes sociais como o Hi5 e o Facebook. A novidade surge quando é notícia de que a Internet é candidata a Prémio Nobel da Paz, isto é, no meu mundo de Saltos Altos, no mínimo sui generis. Ou talvez não... vejamos.

Vamos tentar fazer uma correlação entre estes três conceitos:

Comecemos por perceber a relação directa entre a Internet e o Sexo.

A candidatura da Internet como Prémio Nobel da Paz teve origem num manifesto lançado por um grupo de cientistas e artistas que indica que a Internet é uma ferramenta que promove claramente a abertura (o sexo também), a aceitação (o sexo também) e a interacção de pessoas de uma forma rápida e eficaz. O sexo também!

Permitam-me acrescentar:

A internet permite aceder a uma quantidade de informação, rapidamente, muitas vezes potencialmente inacessível e às vezes confidencial. O sexo também.

A Internet abriu portas para um novo mundo, desconhecido por muitos, e torna acessível a qualquer comum dos mortais lugares até então não explorados. O sexo também.

A Internet é uma forma de divertimento, a um custo relativamente baixo. O sexo também.

A Internet permite que muitas pessoas evoluam do ponto de vista académico, pessoal e até profissional. O sexo também.

A Internet pode ser utilizada em qualquer lugar, mas estudos recentes indicam que o lugar mais utilizado para aceder à internet é em casa, maioritariamente no quarto e na sala. O sexo também.

Pronto! Já podiam ter dito! Agora já entendi! Mas se o sexo e a Internet têm tanta coisa em comum, e se a Internet promove a paz (é o que dizem os cientistas e os artistas e eu não duvido de cargos que terminam em "istas", como juristas ou pianistas)... então porque não nomear o Sexo para Prémio Nobel da Paz? Hum?

Antes de virem já responder que nomear o sexo para Prémio Nobel da Paz é uma ideia absolutamente absurda, deixo-vos a pensar com uma pergunta:

Quando discutem lá em casa com a vossa mulher/marido, o que é que promove mais a paz a seguir? Ir a correr para a Internet ou terem uma noite de sexo escaldante?

Ah pois é...

Solange Cosme, in A vida de Saltos altos



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Quinta-feira, 11.03.10

 Um vídeo no YouTube de uma criança deficiente a ser espancada pelos colegas e as página de tributo a duas crianças mortas invadidas por comentários obscenos e imagens pornográficas no Facebook. Aconteceu em Itália e na Austrália.

Se o primeiro caso resultou na condenação por um tribunal de Milão, a 24 de Fevereiro, de três executivos da Google a uma pena suspensa de seis meses de prisão, o segundo suscitou a ira dos pais das crianças que em carta dirigida ao fundador da popular rede social, Mark Zuckerberg, lamentaram que uma iniciativa que poderia atenuar a sua dor lhe tenha provocado tamanho sofrimento.

Mais não será preciso para relançar o debate em torno da liberdade de expressão na Internet. Até que ponto estes sites deverão (ou poderão) controlar os vídeos, fotografias e comentários publicados por milhões de utilizadores?

Em Maio de 2009, segundo o blogue oficial do YouTube , eram submetidas neste site 20 horas de vídeo por minuto. O Facebook, por seu lado, garante que já terá ultrapassado os 400 milhões de utilizadoresregistados.

Internet ferida de morte


Para o jornalista Jeff Jarvis, autor do influente blogue BuzzMachine , o que o tribunal italiano pretende é que os sites validem antecipadamente tudo o que publicam. O resultado prático, argumenta, é que "nenhum sitepermitirá a publicação porque o risco é muito grande". "Isso mata a Internet", remata.

Também o vice-presidente da Google, Matt Sucherman, num artigo publicado no blogue oficial da empresa norte-americana defendeu que a sentença do tribunal de Milão "ataca o princípio da liberdade sobre o qual a Internet foi construída".

A ideia de que a Internet deve ser policiada não é nova mas está a ganhar terreno nos Estados Unidos e na Europa.

No velho continente, a necessidade de proteger os direitos de autor combatendo a pirataria, já motivou iniciativas legislativas em França e no Reino Unido que na prática atribuem aos os fornecedores de acesso à Net o ingrato papel de polícia (ou censor) da rede. Uma tendência que está a deixar alguns observadores muito preocupados como John Morris, do Centro para a Democracia e Tecnologia em Washington.

Responsabilidade partilhada


Em resposta à carta que os pais das crianças australianas enviaram para o fundador do Facebook, a porta-voz da popular rede social, Debbie Frost, respondeu nos seguintes termos: "O Facebook é intensamente auto-regulado e os utilizadores podem e devem reportar conteúdos que considerem questionáveis ou ofensivos".

Uma resposta que pouco terá servido de consolo aos pais e que coloca os sites que vivem do conteúdo submetido pelos seus utilizadores na mira da opinião pública. À medida que o tempo passa e os episódios de abusos de liberdade de expressão acontecem, sites como o YouTube (propriedade da Google) e o Facebook estão a perder a imagem de paladinos da liberdade.

"Vivemos numa sociedade onde se espera que as empresas assumam as suas responsabilidades", afirma Karen North da Universidade do Sul da Califórnia. Acontece que, acrescenta a especialista em comunidades online, "os internautas são convidados a publicar conteúdos, mas também a partilhar as responsabilidades".

"Na Internet todos somos responsáveis por monitorizar os conteúdos que nos surgem no ecrã, para que os valores da sociedade se mantenham intactos", defendeu Karen North.

 

Via Expresso



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Quinta-feira, 18.02.10

Transiberiano já está online

 

A viagem de comboio mais famosa do mundo já está online. A Google Rússia criou um site a partir do qual pode fazer a viagem virtual de nove mil quilómetros entre Moscovo e Vladivostok.

O vídeo cobre os seis dias de viagem do Transiberiano num lugar à janela enquanto a viagem de se desenrola em tempo real. Pode escolher se quer acompanhar as paisagens russas com o ruído das rodas nos carris, canções populares da Rússia ou ainda da leitura de clássicos russos como o "Guerra e Paz" de Tolstoi.

"Nós queríamos mostrar a beleza do nosso país. O Transiberiano é o cartão-de-visita único da Rússia. A ideia é trazer a viagem a pessoas que possam ter já pensado em fazê-la, mas que nunca a chegaram a marcar", explicou ao Guardian Alla Zabrovskaya, porta-voz da Google Rússia.

Veja como começa a viagem:

 

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 10.02.10

 Depois da especulação dos últimos dias, a Google oficializou esta tarde os rumores: o Gmail será transformado numa rede social, o Google Buzz.

Na sede do gigante americano, em Mountain View, na Califórnia, estava o vice-presidente daGoogle para gestão de produtos, Bradley Horowits.

"É um mundo absolutamente novo dentro do Gmail", declarou Horowitz, passando a explicar as características principais em que assenta a mudança do serviço de e-mail. O site Mashable publicou um artigo onde descodifica o serviço.

A criação da rede social segue a inspiração do conceito "buzz", que não tem tradução directa em português, mas está relacionado com algo que está a ser falado, que é tema de conversa.

Aliás, uma das características inovadoras desta rede social é que os utilizadores serão alertados para qualquer "buzz" de uma pessoa que não estão seguir, mas que está ligada aos seus amigos.

Nos próximos dias (a entrada em vigor do serviço não acontece em simultâneo em todo o mundo), assim que os utilizadores entrarem na sua conta de email, verão a indicação "buzz" mesmo por baixo de "caixa de entrada" (ou inbox).

Ao clicarem, tal como acontece no Facebook, verão um campo onde podem ser partilhadasopiniões, fotografias, vídeos e links. Para cada entrada, haverá diferentes níveis de privacidade. Os utilizadores serão alertados do "buzz" que criam com cada post.

Uma das características mais inovadoras é que o Google buzz saberá onde está o utilizados, sempre que este o usar de forma móvel (através do site Google Mobile, o Buzz.Google.com ou o Google Maps).

Os post podem mesmo ser publicados com a identificação do local geográfico onde foram escritos.

Seleccionando a opção "nearby" (por perto, em português), o utilizador será informado dos seus amigos geograficamente próximos.

As reacções da concorrência foram imediatas. A Microsoft diz em comunicado que "as pessoas ocupadas não querem mais uma rede social, querem agregação" tal como a "que os clientes da Hotmail [detida pela Microsoft] já beneficiam".

Por sua vez, a Yahoo! não se referiu ao Buzz, mas sublinhou as carecteristicas do seu serviço Yahoo! Updates "que permite às pessoas ver e partilhar updates de fotografias, mudanças de estado,opiniões [no original, buzzed] sobre uma nova história ou a crítica de um restaurante". Traduzindo: um serviço muito semelhante ao que a Google começa a oferecer.

O serviço começou hoje a ficar disponível nos Estados Unidos e chegará, progressivamente, ao resto do mundo ainda durante esta semana.

 

Veja aqui como funciona o Google Buzz e depois o que foi comentado em directo durante a conferência de imprensa

 

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 06.01.10

Iphone ou nexus one?

 

Agora que o Nexus One da Google foi revelado,a questão que se coloca é: estará ao nível dos outros smartphones actualmente disponíveis no mercado, nomeadamente o iPhone e o Motorola Droid? Valerá a pena mudar de telefone e escolher um Nexus One?

O siteBillShrink criou um gráfico que compara os aparelhos. Embora algumas diferenças sejam óbvias, como o facto de o iPhone não ter a opção de multi-tarefas e o Android ter menos aplicações, na maior parte das comparações, os valores são semelhantes.
O Nexus One tem uma bateria com maior autonomia, um cartão à partida com menos capacidade – 4GB – mas com capacidade de se estender até aos 32 GB. Todos os aparelhos têm WiFi, GPS e umaApp Store. Mas para melhor perceber as diferenças entre os diferentes telemóveis, aqui fica a tabela comparativa.



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Sexta-feira, 04.12.09

Google limita acesso Às noticias

 

 O serviço " Google News " vai passar a ter um limite de notícias online gratuitas, revelou hoje a gigante da Internet. Os internautas que clicarem mais de cinco vezes em artigos de uma publicação online serão automaticamente reencaminhados para a mesma, de forma a fazerem um registo na página ou assinarem a subscrição.

A mudança vai apenas ser aplicada a sites que tenham conteúdos pagos, como por exemplo, o " Wall Street Journal ". Este jornal pertence à News Corporation , empresa de comunicação social que acabou por ser a grande influência na decisão da Google: acusando o site de buscas de lucrar com as suas notícias online, a News Corp, de Rupert Murdoch, anunciou estar a ponderar remover os seus artigos dos resultados de busca da Google, transferindo-as para o motor " Bing ", da Microsoft.

A Google acabou por ceder e anunciou hoje que deverá adaptar o sistema "First Click Free" (Primeiro Clique Grátis), de forma a incentivar os internautas a registarem-se ou pagarem as subscrições nos sites noticiosos. Desta forma, os grupos noticiosos também poderão mais facilmente concentrar as atenções em potenciais assinantes que acedam regularmente aos seus conteúdos.

Via expresso



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Sábado, 21.11.09

Sistema operativo da google,chrome OS

 

A Google apresentou uma versão funcional do sistema operativo que anunciou em Julho. O Chrome OS já tinha sido descrito como um sistema para um novo paradigma de utilização do computador pessoal – e está pensado para quem está permanentemente ligado à Internet.

 

O aspecto do Chrome OS é visualmente muito semelhante ao browser com o mesmo nome que a empresa lançou há pouco mais de um ano. A ideia é que o utilizador use aplicações online – como o GMail e os Google Docs (que incluem processadores de texto e folhas de cálculo) – para todo o tipo de tarefas.


A interface de navegação é praticamente igual à do browser Chrome, com uma série de separadores no topo a permitir o acesso a aplicações Web e a sites. Há ainda um menu de aplicações semelhante ao de algumas versões de Linux que estão a ser usadas emnetbooks, os pequenos computadores baratos que se tornaram muito populares.

Há muito que a Google está a trabalhar para mudar o paradigma de computação pessoal e tenta impulsionar a transição para o chamado “cloud computing”, onde as ferramentas e os ficheiros do utilizador não ficam guardados no disco rígido dos computadores, mas sim na “nuvem” de servidores da Internet.

No Chrome OS, os documentos criados pelo utilizador são automaticamente guardados na “nuvem” e nada fica armazenado no computador. Por exemplo, ao usar o editor de texto simples do Chrome OS (que se chama Notepad, tal como o do Windows), o documento criado é automaticamente guardado no espaço dos Google Docs.

Numa vídeo-demonstração para jornalistas, o vice-presidente de produtos da Google, Sundar Pichai, abriu um documento Excel, da Microsoft. O Chrome OS abriu o documento usando o Windows Live, um serviço online da Microsoft que permite lidar com este tipo de ficheiros. “A Microsoft criou uma killer app para o Chrome”, gracejou Pichai (killer app é o jargão inglês para designar uma aplicação capaz de determinar o sucesso de um produto).

Ao aceder a um ficheiro online – um documento PDF, por exemplo – o sistema abre-o na aplicação online capaz de lidar com esse ficheiro. E, para a maioria dos ficheiros, a Google já disponibiliza uma aplicação na Web.

A informação criada pelo utilizador num computador equipado com o Chrome OS – sejam definições pessoais para o uso das aplicações ou documentos – é constantemente sincronizada com os dados na “nuvem”. O computador servirá apenas como cache, armazenando a informação temporariamente, de forma a permitir um acesso mais rápido, explicaram os responsáveis.

Tal como a empresa já tinha prometido, o código-fonte do Chrome OS – que é baseado em Linux – foi hoje disponibilizado online para acesso de qualquer pessoa. Em teoria, isto torna possível (embora seja tecnicamente muito complexo) que um utilizador instale o sistema num computador.

A empresa reafirmou a meta de colocar o Chrome OS no mercado em meados do próximo ano, pré-instalado em netbooks.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 21:33 | link do post | comentar

Terça-feira, 17.11.09

Google wave

 

Google Wave está a desencadear uma onda de entusiasmo entre os fãs das novas tecnologias. Alguns dos 100 mil acessos à versão experimental, que a Google colocou em Setembro à disposição de um grupo restrito de utilizadores, a que o Expresso teve acesso, chegaram ser leiloados no eBay acima dos 100 dólares. E durante alguns dias monopolizou, no início de Outubro, as discussões na rede social Twitter .

Mas até que ponto o Wave se mostra útil para quem já o testou? Um aluno do ensino secundário norte-americano conta em resposta a um inquérito do blogue Lifehacker, que até agora "os estudantes trocam por e-mail os apontamentos e a seguir cada um tem de compilar e verificar toda a informação". No futuro, "todas as contribuições poderão convergir num único documento, editado por todos mas que cada um poderá consultar sempre que precise".

À mesma pergunta, um repórter do "The Arizona Republic" garantiu que seria "muito útil para apoiar a investigação e escrever artigos em parceria com outros jornalistas".

FUNCIONALIDADES
  • O Google Wave organiza as mensagens de forma dinâmica e centralizada

  • É uma rede social que oferece controlo mais rigoroso dos participantes numa 'conversa'

  • Permite recapitular todas as contribuições de uma 'conversa' pela ordem de ocorrência

  • Além de texto, permite partilhar conteúdos multimédia (vídeos, fotos, música e mapas)
Muito mais do que email

Se num primeiro momento a Google garantia que se o correio electrónico tivesse sido inventado hoje seria igual ao Wave, Kasia Chmielinski, membro da equipa de desenvolvimento, disse agora ao Expresso que "é muito mais do que uma aplicação de e-mail".

"É um local onde as pessoas podem comunicar e trabalhar em grupo, podendo usar texto formatado, fotos, vídeos, mapas e até conteúdos de outros sítios na Web. Na aplicação podemos criar um wave (onda em inglês mas que em português significará conversa ou debate) e adicionar os participantes, sendo que qualquer um pode editar tudo o que está a ser dito em tempo real", explica Kasia Chmielinski.

Toda a conversa num único sítio

A estrutura do ecrã inicial da aplicação assemelha-se a um tradicional programa de correio electrónico como, por exemplo, o Outlook da Microsoft. À esquerda em cima, o menu navegação e por baixo a janela com os contactos. Ao centro surgem listadas as 'conversas' e à direita o seu conteúdo. Mas as semelhanças com o popular sistema de gestão de correio electrónico ficam por aqui.

O Wave propõe-se concentrar num único espaço a conversa interminável que tomou de assalto o actual ecossistema da Web 2.0 , a rede colaborativa onde todos podem ter o seu púlpito. Mas tem muito pouco que ver com uma cadeia de e-mails onde o que é dito fica cristalizado à medida que o tempo passa. Aqui, uma afirmação proferida no início de uma 'conversa' pode ser alterada ou comentada por qualquer interlocutor em qualquer altura.

À primeira vista, o Wave vale sobretudo pela capacidade de organizar e sistematizar estes diálogos mais ou menos intermináveis. A conversação decorre em tempo real, sendo possível, por exemplo, ver o que outra pessoa está a escrever no exacto momento em que o faz.

A aplicação permite ainda recapitular uma conversa, relendo cada contribuição no momento em que foi feita.

Ainda sem data de lançamento para a primeira versão, a Google revelou no início de Novembro que qualquer empresa poderá hospedar e gerir sistemas de comunicação baseados no Wave. Entretanto, alguns grandes actores do mercado de software profissional, como a SAP e Novell, já estão a desenvolver ferramentas que tiram partido do Google Wave.

Via Expresso

 



publicado por olhar para o mundo às 08:00 | link do post | comentar

Quinta-feira, 05.11.09

Angleton,  cidade fantasma que só existe no google maps

 

 Argleton é a "cidade fantasma" situada em Inglaterra, na região de Lancashire, mas que na verdade só existe no Google Maps.

De acordo com o jornal "Telegraph", a tal cidade surge perto da auto-estrada M58. O Google já disse que a empresa "está a trabalhar constantemente para melhorar a qualidade e o rigor da informação", mas reconheceu a existência de erros ocasionais.

Este fascínio pela "cidade fantasma" terá levado alguns viajantes a deslocarem-se a este local.

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:00 | link do post | comentar

Quarta-feira, 07.10.09

Ninguém escapa ao pishing

 

As passwords de cerca de 10 mil contas de hotmail foram disponibilizadas online, resultado daquilo que parece ser um mega-operação de phishing, indicou o site neowin.net.

Fontes da Microsoft (que disponibiliza o Windows Live Hotmail), afirmaram à BBC que a situação está a ser investigada, depois de terem sido alertados para a publicação de milhares de contas e respectivaspasswords.

De acordo com Neowin, um utilizador anónimo fez uploadno passado dia 1 de Outubro para o site pastebin.com os detalhes de cerca de dez mil contas de hotmail.

Imediatamente a Microsoft foi avisada do sucedido. Entretanto os dados - que pertencem a contas reais, a maioria das quais europeias - já foram retirados da página e a Microsoft recomenda que os utilizadores mudem as suas passwords de imediato.

O hotmail.com é, a par com o Gmail, um dos principais fornecedores de correio electrónico gratuito e tem cerca de 300 milhões de utilizadores. Em 1997 foi adquirido pelo gigante informático Microsoft por 400 milhões de dólares.

 

Via Público

 

Entretanto veio a público que o gmail e o yahoo também não ficaram imunes.



publicado por olhar para o mundo às 10:00 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 28.08.09

 

 

A Torre de Belém no google street view

 

Um casal português foi fotografado pelo serviço «Street View» da Google Maps e não gostou. Agora prepara-se para apresentar uma queixa-crime contra a empresa e pede uma indemnização civil que deverá rondar os 200 mil euros. Esta é o primeira acção conhecida em Portugal contra a Google. A empresa, contactada pelo tvi24.pt, sublinha que qualquer imagem «inapropriada» pode ser retirada.

«A queixa-crime por fotografia ilícita e devassa da vida privada deverá dar entrada no DIAP (Departamento de Acção e Investigação Penal) no início da próxima semana, juntamente com o pedido de indemnização civil que deverá rondar os 200 mil euros, 100 mil para cada um», adiantou ao tvi24.pt José Manuel Castro, advogado do casal.

As fotografias foram tiradas há cerca de um mês, mas o casal lesado só deu conta da sua publicação na Internet na passada semana. «Ficaram bastante incomodados, uma vez que estão agarrados e a imagem é bem visível», explicou o causídico.

As imagens foram recolhidas na rua António Lopes Ribeiro e é possível verificar que a mulher está precisamente a apontar para o carro que tira a imagem e que tem apenas um desfoque ligeiro. Já o homem que a acompanha tem o rosto totalmente desfocado. «O meu desagrado é total. Vai contra os meus princípios ser exposta desta maneira», explicou ao tvi24.pta ofendida que solicitou o anonimato, uma vez que não pretende aumentar a exposição pública a que já foi sujeita.

Questionada sobre o desfoque que existe na imagem, a lesada argumenta: «Com certeza que conseguimos ser identificados. Eu vi logo e os meus familiares identificaram-me logo. Sinto-me lesada em todos os campos», declarou.

Contactada pelo tvi24.pt, a Google assegura que «cumpre inteiramente a legislação» e declara: «Em todos os novos produtos e serviços da Google passamos muito tempo a desenvolvê-los e a testá-los de forma a torná-los os mais úteis possíveis para os consumidores.

A Google lançou o Street View em diversos países e disponibiliza ferramentas de fácil utilização que permitem de uma forma rápida e eficaz remover qualquer imagem considerada inapropriada. Seria impraticável avisar individualmente as pessoas, uma vez que o dia, a hora e o local onde passa o carro da Google está dependente de inúmeros factores como o tempo, tráfego, entre outros».

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 19:52 | link do post | comentar

Quinta-feira, 02.07.09

Tradução no Google

 

 Imagine que precisa mesmo de ler uma notícia num site alemão e não percebe nada de... alemão. Agora, tem duas hipóteses: Ou vai à procura dessa 'estória' noutro site ou traduz instantaneamente a página utilizando a nova barra da Google .

A empresa norte-americana que desenvolveu o mais popular motor de pesquisa da Internet, acaba de lançar uma nova versão da sua barra de ferramentas, por enquanto, disponível apenas para o Internet Explorer, o hegemónico browser (pesquisador) da sua arqui-rival, Microsoft.

Em rigor, a nova barra da Google facilita o acesso a uma funcionalidade já disponível - a tradução avançada - permitindo traduzir instantaneamente uma página de Internet em mais de 40 idiomas, incluindo o português do Brasil.

A nova funcionalidade detecta automaticamente se o idioma da página que o internauta está a ver corresponde, ou não, ao idioma definido pelo utilizador na barra de ferramentas. Sempre que assim for, pergunta se pretende traduzir a página. O Google garante que a detecção automática decorre apenas a nível do utilizador, não sendo enviado qualquer tipo de informação para esta empresa.

Clicando no botão "traduzir", que surge no lado direito do ecrã, a página é instantaneamente traduzida para o idioma do utilizador. Caso o utilizador visite outras páginas no mesmo idioma, continuará a vê-las traduzidas, não sendo necessário fazê-lo uma página de cada vez.

Nas próximas semanas a Google garante que esta funcionalidade também estará disponível para os utilizadores do Firefox, o segundo browser mais usado por quem navega na Net.

Muito mais há-de levar a Google a oferecer boas traduções a quem opte por instalar a nova barra, mas isso já é outra 'estória'.

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 15:57 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 23.04.09



Depois de muitas novidades implementadas eis que surge a primeira aparição do Google Similar Images. Este serviço serve para pesquisar na web imagens iguais à que temos como referência. Parece um serviço bastante interessante, esperemos que seja mesmo isso. Agora já se pode entrar no Google Labs e experimentar o Google Similar Images.

 

Via Tech4pc



publicado por olhar para o mundo às 08:25 | link do post | comentar

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