Terça-feira, 10.04.12
Kevin SystromKevin Systrom (DR)

É sempre com alguma admiração que lemos as histórias de sucesso dos maiores inovadores do mundo dos computadores e da Internet. Quando ficamos a saber que Bill Gates, Steve Jobs, Mark Zuckerberg, Michael Dell ou Jack Dorsey, criador do Twitter, não chegaram a concluir uma licenciatura, muitos não conseguem sequer evitar um sorriso malandro no canto da boca.

 

Mas agora há um novo tipo na cidade, candidato a um lugar no olimpo dos deuses da tecnologia, e cujo passado desafia a ideia do geniozinho que nasceu para ser um empreendedor de sucesso: chama-se Kevin Systrom e acabou de vender a sua criação, o Instagram – a aplicação para telemóveis de partilha de fotografias com filtros profissionais mais popular do momento – por mil milhões de dólares (764 milhões de euros). Isso mesmo. Mil. Milhões. De dólares. O comprador foi o Facebook, a rede social criada por um desses multimilionários que tinham mais que fazer do que prestar atenção ao que os professores diziam.

Os caminhos de Kevin Systrom, Mark Zuckerberg e Jack Dorsey cruzaram-se em meados da década passada, numa altura em que o Facebook dava os primeiros passos e o Twitter era ainda uma incógnita em 140 caracteres.

Em 2004, um ainda adolescente e ainda estudante universitário Mark Zuckerberg mostrava-se interessado por uma aplicação chamada Photobox, desenvolvida por um outro aluno da Universidade de Stanford chamado Kevin Systrom. "Eu notei que havia um problema: na universidade, muitas pessoas tiravam fotografias e enviavam enormes ficheiros Zip através da rede de correio electrónico de Stanford. Isso não fazia sentido: deveríamos ter um sítio em que toda a gente poderia pôr as suas fotos e descarregar as que quisesse”, recordou Kevin Systrom, em declarações ao site da revista de tecnologia e design Fast Company

Systrom recordou que Zuckerberg foi directo ao assunto: “Quando me encontrei com o Adam [D’Angelo] e o Mark [Zuckerberg], eles perguntaram-me: ‘Nós também estamos a trabalhar numa cena sobre fotografias, não queres falar connosco sobre o Facebook?’”

A ideia parecia aliciante, mas a personalidade mais cautelosa de Kevin Systrom entrou em cena. Hoje em dia, olhando para trás, o novo milionário da tecnologia admite sentir alguma mágoa: “Infelizmente decidi que queria continuar a estudar. É uma daquelas decisões que me fazem olhar para trás. Adorava ter feito parte do crescimento do Facebook, mas eu tinha acabado de conhecer aqueles tipos”.

Depois de ter dado uma nega a Mark Zuckerberg, Systrom foi estagiar três meses para umastartup chamada Odeo, em 2006, onde um jovem chamado Jack Dorsey não deixava de pensar numa forma de pôr meio mundo em contacto através de 140 caracteres – Kevin Systrom acabou por fazer parte do nascimento do Twitter e é mesmo um dos poucos utilizadores que usa o seu nome próprio (@Kevin).

Mas nem o interesse de Zuckerberg, nem o estágio com Dorsey parecem ter feito despertar o jovem empreendedor que havia em Kevin Systrom. Depois da cobiça do Facebook e da passagem pelo Twitter, Systrom trabalharia ainda alguns anos na Google, antes de lançar o Instagram com o brasileiro Mike Krieger, em 2010.

Apesar de tudo – principalmente depois do anúncio da compra da empresa por mil milhões de dólares –, Systrom faz um balanço positivo das escolhas que foi fazendo ao longo da sua vida: “Toda a gente tem uma história sobre o facto de ter tido a oportunidade de trabalhar na empresa X, Y ou Z. Em Stanford, tive a oportunidade de acompanhar muitas inovações e de conhecer algumas das pessoas mais inteligentes, que estavam a desenvolver as coisas mais incríveis. Quando finalmente eu próprio consegui fazer uma dessas coisas, senti que fazia todo o sentido”, cita a Fast Company.

A empresa que desenvolve a aplicação Instagram foi comprada pelo Facebook por mil milhões de dólares (em comparação, a Yahoo pagou 35 milhões de dólares pelo Flickr, em Março de 2005). A notícia foi avançada pelo próprio Mark Zuckerber, na segunda-feira, numa mensagem publicada na sua página. “Estou entusiasmado por partilhar a notícia de que chegámos a acordo para comprar o Instagram e que a sua equipa vai fazer parte do Facebook”, escreveu Zuckerberg. O patrão do Facebook garante que a ideia é desenvolver a aplicação de fotografias como uma aplicação independente e não integrá-la na rede social, mantendo todas as suas características actuais, incluindo a possibilidade de partilha de imagens com outros serviços como o Tumbrl ou o Twitter, por exemplo.

 

Via Público

 



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Domingo, 27.03.11

Facebook elimina diariamente 20 mil crianças da rede social

 

Apesar de a idade mínima para criar um perfil no Facebook ser 13 anos, mais de metade das crianças norte-americanas, de 12 anos, utiliza as redes sociais.


A equipa de segurança do Facebook elimina diariamente cerca de 20 mil perfis, todos relativos a menores de 13 anos. “Temos um mecanismo que detecta este tipo de fraude, mas não é perfeito”, explica Mozelle Thompson, responsável pela privacidade da rede social.
O senador Al Franken tinha já chamado a atenção dos responsáveis pelo Facebook sobre os utilizadores mais jovens. “Os jovens são mais vulneráveis aos predadores e precisam de ser alertados para a não cedência de dados pessoais”.

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 16.03.11

Vaticano cria contas de Facebook e YouTube para João Paulo II

 

Papa João Paulo II, falecido em 2005, tem agora contas no Facebook e no YouTube. Ambas as páginas são geridas pelo próprio Vaticano.

 

No Facebook, João Paulo II já tem mais de 14 mil seguidores. O canal no YouTube é actualizado pelo centro de arquivo de rádio e televisão do Vaticano que frequentemente publica conteúdo relacionado com Karol Wojtyła.

 

Papa João Paulo II será beatificado em Roma dia 1 de Maio.

 

Via Ionline



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Terça-feira, 15.03.11
 
O Facebook proíbe a utilização do site por menores de 13 anos. E avisa que contas em nome de crianças abaixo desta idade serão eliminadas em caso de denúncia.

Não é difícil encontrar no Facebook crianças de sete, dez ou 12 anos. E há até pais que criam um perfil para bebés acabados de nascer. Mas a política da empresa criada por Mark Zuckerberg é muito clara: «O Facebook exige que as pessoas tenham, pelo menos, 13 anos para poder criar uma conta».

O aviso está nos termos e condições do site e deixa mesmo um alerta: «Fornecer informações falsas para criar uma conta constitui sempre uma violação da nossa Declaração de Direitos e Responsabilidades. Isso inclui contas registadas em nome de crianças com idade inferior a 13 anos por pessoas com mais idade».

Como a empresa não tem maneira de controlar todos os perfis, convida os utilizadores a denunciarem contas de menores de 13 anos. «Eliminamos de imediato a conta de qualquer criança com idade inferior a 13 anos», explica o Facebook no site onde disponibiliza um formulário para estas denúncias.

Tito Morais, criador do site Miúdos Seguros na Net - que já conta com mais de oito mil seguidores no Facebook - admite que é difícil manter fora das redes sociais «os miúdos da geração Magalhães, que têm entre seis a dez anos, mas já têm computadores com ligação à internet».

Morais explica que a idade mínima para ter conta nas redes sociais para adultos decorre de uma lei americana de protecção de menores na net, a Children s Online Privacy Protection Act, mas diz que há alternativas ao Facebook e ao Hi5. «Há pelo menos sete redes sociais criadas especificamente para crianças, com níveis de segurança e controlo parental muito superiores aos das redes dos adultos».

Para quem não conseguir ou não quiser tirar as crianças do Facebook, Tito Morais dá alguns conselhos. «É importante que os pais sejam seguidores das contas dos filhos nas redes sociais e, caso eles sejam menores de 13 anos, que tenham mesmo as suas passwords de acesso». Ensinar os filhos a pedir autorização antes de aceitar um pedido de amizade e evitar jogos e aplicações sem as mostrar primeiro aos pais são outras sugestões.

«O Facebook até pode ser uma boa ferramenta para aproximar os pais dos filhos e envolver a família, mas é muito importante que haja regras», defende o especialista.

Jocelyn Ovalle, da empresa de segurança informática BitDefender, aconselha os progenitores a estarem perto dos menores enquanto estes estiverem nas redes sociais. «É importante que se sentem, de vez em quando, com os filhos para navegar na internet, explicando-lhes os perigos que podem encontrar». Sempre que não puderem estar fisicamente ao lado das crianças, «podem confiar num software de controlo parental como o que inclui o BitDefender Internet Security, que pode ser configurado e controlado através da internet e que permite aos pais saber a que páginas acederam os filhos e impedi-las de acederem às que considerem ser inadequadas».

 

Via Sol



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Domingo, 13.03.11

A geração à rasca saiu do armário

 

1.A manifestação da Geração à rasca foi um estrondoso êxito. O número avançado pela organização (200 mil) porventura é excessivo -não obstante, a multidão que encheu a Avenida da Liberdade mostra que o descontentamento grassa na sociedade portuguesa. No geral, cremos que há quatro notas a salientar:

 

1.1.A juventude portuguesa está disposta a intervir civicamente. Esta manifestação nasceu espontaneamente, através do facebook, sem ligações partidárias - e logrou obter um amplo impato mediático que amplificou a mensagem. O que poderá significar que os jovens preocupam-se com o seu futuro e o destino do país, mas não se reconhecem nas estruturas partidárias. A participação da juventude na manifestação de ontem deve, pois, convidar as juventudes partidárias à reflexão sobre a sua forma de funcionamento e papel na sociedade;

 

1.2.A manifestação contra a precariedade foi aproveitada para contestar as medidas de austeridade do Governo. E criticar a classe política em geral. Só assim se justifica a presença de cidadãos de várias idades (para quem a precariedade laboral não é a principal preocupação) que estavam mais frenéticos nos protestos que os próprios organizadores do evento. Verificou-se, assim um efeito boleia : a manifestação da Geração à Rasca foi aproveitada para expressar o descontentamento popular, congregando os vários focos de contestação social. Nessa medida, podemos qualifica-la como uma manifestação sui generis: serviu para contestar a vida política nacional em termos globais. Pequeno problema: a mensagem principal (luta contra a precariedade laboral e jovens sem futuro) perdeu força política.

 

1.3.O não aproveitamento da manifestação para efeitos político-partidários. Os partidos políticos (oficialmente, pelo menos) não estiveram representados nem pretenderam colonizar a manifestação. E muito bem: deixar a sociedade civil respirar - expressando-se livremente, sem condicionamentos - é uma condição vital para o fortalecimento da nossa democracia. Curioso - (e sintomático) é constatar que os partidos políticos perderam capacidade de mobilização: manifestações da sociedade civil, desligadas de conotações partidárias, mobilizam mais do que as máquinas dos partidos. E registam maior projeção mediática . A adesão significativa à manifestação de ontem significará o fim do ciclo José Sócrates? Creio que não. A manifestação de ontem - na óptica do Governo - mói, mas não mata. Porquê? Porquanto, a contestação não se dirigiu especificamente ao Governo atual ou a a uma medida específica adotada pelo atual executivo - pelo contrário, visou criticar toda a classe política que assumiu responsabilidades na condução do nosso país. E, nesse sentido, só mediatamente atinge o Governo - sendo muito diferente do episódio, por exemplo, da ponte Vasco da Gama que ditou o fim do cavaquismo;

 

1.4. A interrogação sobre se a Geração à Rasca foi um movimento criado para organizar - apenas!- uma manifestação ou dará continuidade à sua intervenção cívica com propostas e sugestões, contribuindo para a reflexão política informada. Se seguir o primeiro caminho, a sua intervenção, embora meritória, será despicienda - a manifestação será esquecida rapidamente e a sua mensagem será levada pelo vento. Tão depressa como surgiu. Perante a mobilização popular de ontem, a Geração à Rasca tem a responsabilidade de optar pela segunda via, apresentando medidas e constituindo um exemplo de intervenção política d sociedade civil. Como? Aproveitando as redes sociais para divulgar um manifesto, um blogue de discussão de ideias, conferências, fóruns - são diversas as possibilidades ao dispor. Assim o Movimento Geração à Rasca as saiba aproveitar - com a mesma inteligência, perspicácia, habilidade e eficácia com que organizaram a manifestação de ontem.

 

Via Expresso



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Segunda-feira, 17.01.11

Nova Polémica com a privacidade no facebook

 

Já deve ter reparado: de cada vez que acede a uma aplicação via Facebook é usual aparecer-lhe uma mensagem semelhante à da fotografia que acompanha este artigo. Porém, a partir de agora, tome atenção. Para além de autorizar o acesso dos criadores das aplicações às informações básicas do seu perfil poderá estar igualmente a dar-lhes o seu contacto telefónico e a sua morada.

 

Na passada sexta-feira o Facebook enviou uma mensagem aos programadores que criam aplicações para o site explicando-lhes que estes poderiam igualmente passar a pedir aos utilizadores os seus contactos telefónicos e as suas moradas.

Para que fique claro: o Facebook deu autorização a terceiros intervenientes a possibilidade de estes ficarem com o número telefónico dos utilizadores e das suas moradas. Isto, claro está, sempre que os utilizadores dêem a sua autorização quando confrontados com esta situação.

A empresa de segurança Sophos já veio dizer que esta permissão poderá fazer aumentar o perigo de roubo de identidades.

O que fazer para evitar esta situação? Das duas uma: ou não entre nem aceite aplicações ou remova o seu telefone e a sua morada das suas informações de contacto.

Caso tema que - apesar de se salvaguardar - os seus contactos possam ser acedidos através de amigos seus que tenham sido menos cautelosos, não se inquiete. O Facebook foi claro ao esclarecer que este acesso não é extensível a amigos. As autorizações só podem ser dadas pela própria pessoa e não por terceiros.

A polémica rebentou quando o programador Jeff Bowen explicou no Facebook Develope Blog a forma como os criadores de aplicações poderiam passar a ter acesso a uma informação tão cobiçada como são os contactos reais dos utilizadores do Facebook. “Estamos agora a tornar a morada e o número de telemóvel dos utilizadores acessíveis como parte do objectivo User Graph”, escreveu Bowen. “Como se trata de informação sensível, criámos as novas permissões user_addressuser_mobile_phone. Estas permissões têm de ser explicitamente autorizadas pelos utilizadores através das nossas mensagens de autorizaçãostandard”.

O problema é que muitas pessoas não se apercebem o que estão realmente a autorizar quando carregam no botão “allow” das páginas intersticiais, antes de chegarem à aplicação.

O Facebook sempre teve uma política muito permissiva de acesso aos dados dos seus utilizadores e tem sido criticado, em diversas ocasiões, à conta deste mantra que pede a exposição forçada dos seus utilizadores.

Por causa desta política de abertura, no passado dia 31 de Maio esta rede social com mais de 500 milhões de utilizadores foi alvo da iniciativa “Quit Facebook Day”. Estima-se, porém, que nesse dia apenas 33 mil pessoas tenham desistido do site.

 

Via Público



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Sexta-feira, 14.01.11

Comentários homofóbicos no facebook podem dar prisão

 

Depois da morte violenta de Carlos Castro, os comentários de discriminação sexual têm vindo a aumentar de dia para dias nas redes sociais e nos sites de jornais e revistas. No entanto, divulgarconteúdos que incentivem a esta discriminação é punível por lei com uma pena que pode ir de seis meses a cinco anos de prisão, segundo adiantou o DN.

Em declarações ao jornal, o advogado Arrobas da Silva esclareceu que deverá ser o Ministério Público a promover uma acção penal, em caso de violação da lei.

 

Via Ionline



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Terça-feira, 04.01.11

Portugueses descuram segurança nas redes sociais

 

Os utilizadores portugueses da rede social Facebook divulgam muita informação pessoal e profissional, não se mostram preocupados com a sua privacidade e desconhecem os riscos a que estão expostos, revela um estudo da Universidade de Coimbra.

"A preocupação das pessoas sobre a privacidade na Internet é praticamente nenhuma. Analisámos mais de 78 mil perfis do Facebook e todos têm acesso completamente público", disse hoje à agência Lusa Francisco Rente, do Centro de Informática e Sistemas (CISUC) da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCTUC).

O estudo, elaborado no âmbito do projeto Vigilis, que avalia o índice de segurança da Internet em Portugal, analisou 47 características presentes em 78.320 perfis e concluiu pela "total ausência de proteção" de dados pessoais disponibilizados pelos utilizadores.

"As fotografias são públicas, qualquer um as pode ver. A maioria revela pormenores de relações e um quarto das pessoas a sua entidade patronal", exemplificou.

 

O exemplo da Ensitel

 

Segundo o coordenador do projeto Vigilis, ao disponibilizar informação "aparentemente básica", como a morada ou a empresa onde trabalha, um utilizador das redes sociais "torna o seu perfil vulnerável a possíveis ataques piratas ou a situações maliciosas".

Francisco Rente lembrou o exemplo, recente, de uma rede de lojas, a Ensitel, sujeita a centenas de comentários negativos no Facebook, depois de um problema com um cliente.

"O que aconteceu pode acontecer em sentido oposto, pode acontecer a uma pessoa só ou entre utilizadores. A informação disponibilizada pode servir de base para inúmeros ataques, tecnológicos ou não", alertou.

 

Via Expresso



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Segunda-feira, 06.12.10

Nova Cara do Facebook

 

O site mais falado das redes sociais, o Facebook, pode acordar amanhã de manhã com uma cara nova. Depois de terem circulado rumores de que isso poderia acontecer, o site de tecnologia Mashable afirma que o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg irá revelar o novo perfil do site no programa 60 minutes da CBS News.

 

"O fundador e CEO do Facebook Mark Zuckerberg fala com Lesley Stahl sobre a sua vida, o seu negócio, que já vale 35 mil milhões de dólares. E mostra o novo design do site", anuncia a CBS News no site da estação.

Botão de mensagens mais visível, mais destaque para as fotografias, com mais informação disponível sobre os utilizadores são algumas das alterações que o Mashable arrisca avançar como possíveis. Mas reconhece que toda a informação sobre o assunto tem sido bem escondida, em dias marcados por fugas de informação. Aos utilizadores mais curiosos resta esperar para que pelas 19h00 locais, por volta da meia-noite em Portugal, para que as novidades sejam reveladas.

 

Via Público



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Sábado, 27.11.10

O facebook e os virus

 

Bastaram três semanas para que a BitDefender, uma multinacional romena, tenha chegado à conclusão de que 20% dos utilizadores do Facebook, a maior rede social do mundo, partilham aplicações com conteúdo malicioso. A maioria das vezes sem o saberem. 

Desde o início do mês, foram passados a pente fino os perfis de 14 mil utilizadores e analisados mais de 20 milhões de objectos partilhados em murais - como links, imagens e vídeos. As conclusões mostram que o Facebook está longe de ser inofensivo, sobretudo porque os próprios utilizadores não estão atentos à segurança e, na maior parte dos casos, não sabem que estão a partilhar conteúdo malicioso com os seus amigos. 

Quase 60% desse conteúdo, revela a BitDefender, assume a forma de aplicações. As mais populares, identificadas em 21,5% dos casos, são as que encaminham para funcionalidades que o Facebook nem sequer permite - como a possibilidade de o utilizador saber quem visitou o seu perfil. Há as que oferecem falsos itens para jogos como o Farmville (15,4%) ou as que permitem alterar o fundo do perfil ou a colocação de botões como "não gosto", através de extensões (11,2%). Outras aplicações, aparentemente menos populares, fazem-se passar por novas versões de jogos famosos (7,1%), prometem prémios como telemóveis (5,4%) ou sugerem métodos idóneos para ver filmes, gratuitamente e online (1,3%).

Na maior parte dos casos, estas aplicações não são mais do que esquemas publicitários - em que são apresentados, por exemplo, questionários ao mesmo tempo em que são exibidos anúncios - etentam redireccionar para outros sites

Cinco por cento apanham vírus Além destes ataques, conseguidos através de falsas aplicações, a BitDefender diz que 16% do malware encontrado no Facebook atrai os utilizadores para a visualização de filmes considerados "chocantes". Além disso, concluiu a multinacional romena, 5% dos utilizadores do Facebook são infectados pelo vírus Koobface - um anagrama da palavra Facebook e um software malicioso que tenta detectar os nomes dos utilizadores e respectivas palavras-passe nos computadores que consegue infectar. 

"Muitos utilizadores não têm consciência de que os conteúdos que publicam no seu mural são muito perigosos para os seus contactos e para eles próprios, por estarem infectados", explicou ontem a directora de marketing da BitDefender para Portugal, Espanha e América Latina, Jocelyn Otero. 

A empresa recolheu, ao longo de três semanas, 20 milhões de itens partilhados por utilizadores de 20 países - uma amostra pequena para o universo de 500 milhões de utilizadores activos daquela que é a maior rede social do mundo. Os 14 mil utilizadores analisados usaram uma aplicação aplicação para o Facebook, a Safego - que permite analisar os níveis de segurança do utilizador e que consegue identificar a informação pessoal que é visível a estranhos.

 

Via Ionline



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Domingo, 14.11.10

O email do Facebook

 

Project Titan deverá arrancar na próxima segunda-feira. A informação foi avançada, esta sexta-feira, pela TechCrunch, que define o serviço de e-mail do Facebook como o rival que vai destruir oGmail.

Muitos dos utilizadores da rede social utilizam-na preferivelmente ao e-mail considerado comum. O site Business Insider considera que, se o “@facebook.com” resultar numa plataforma de correio electrónico mais fácil que as já existentes, tendo em conta que a página principal da rede social é já a primeira página de browser e ponto de partida para toda a navegação, a nova competência do Facebook pode destronar o Gmail, YahooHotmail como os serviços preferenciais de e-mail.

Em termos financeiros, poderá significar uma queda abrupta nas receitas da Yahoo e da AOL, que geram um número muito grande de visitas diárias reflectidas na quantidade de publicidade colocada no site. Se os utilizadores deixarem os serviços de correio electrónico destes dois servidores, as empresas que neles publicitam podem ter de pensar duas vezes antes de o fazer.

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 20.10.10

Enfermeira diagnostica cancro através do Facebook

 

O Facebook é, sem dúvida, uma das maiores redes sociais do mundo, com milhões de utilizadores em todo o mundo, e já foi responsável por várias histórias curiosas que se tornaram notícia.

Desta vez, o "Daily Mail " publicou a história de Grace, uma menina de dois anos a quem foi diagnosticado um cancro raro através de uma fotografia publicada no perfil da mãe.

Nicola Sharp é enfermeira pediátrica há 20 anos. Enquanto visitava as fotografias da sua amiga Michele Freeman no Facebook detetou algo estranho numa delas, em que Michelle aparecia com Grace, a sua filha de dois anos.

É que a menina tinha o olho direito com um reflexo vermelho, mas o outro estava branco. "Normalmente os olhos ganham um tom avermelhado nas fotografias, mas quando o olho está branco, pode significar que algo está errado", explicou a enfermeira ao jornal. Nicola alertou de imediato a amiga, para que Grace fizesse exames médicos.

Diagnóstico confirmou cancro na retina

 

Acabou por se descobrir que a criança tinha um retinoblastoma, um cancro na retina, bastante raro. Dois tumores estavam alojados no olho esquerdo, do qual Grace já tinha perdido totalmente a visão.

A cegueira não tinha sido detetada uma vez que a criança tem apenas dois anos, e se não fosse o alerta de Nicola, provavelmente a doença não teria sido diagnosticada a tempo.

A mãe, Michelle, afirmou em declarações ao "Daily Mail", que acredita que Nicola terá salvo a vida da sua filha. "Não há dúvidas para mim de que Nicola salvou a vida a Grace. Não havia quaisquer indícios de que Grace tinha um problema nos olhos e nunca teríamos sabido sem a ajuda de Nicola."

A menina de dois anos tem agora que viajar de Heywood, onde habita, para Birmingham, de quatro em quatro semanas, para fazer um tratamento com laser. Terá sempre de fazer exames para monitorizar o seu estado de saúde, mas deverá sobreviver.

Este tipo de cancro apenas afeta crianças mais pequenas, adianta a notícia do jornal britânico, e quando diagnosticado cedo, como aconteceu com Grace, há uma grande probabilidade de cura.

 

Via Expresso



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Quarta-feira, 01.09.10

Pishing no Facebook

 

Facebook é o quarto site mais afectado com ataques de phishing logo a seguir ao PayPaleBayHSBC, segundo o relatório da empresa de segurança BitDefender para a primeira metade de 2010.

Segundo a empresa, assistiu-se a um aumento considerável de “malware” (software malicioso), com oMundial de Futebol e com as inundações da Guatemala, uma vez que, estes foram os principais alvos para lançar os ataques.

O Trojan.AutorunINF.Gen (11%) foi considerado o vírus mais activo, neste primeiro semestre, já que se espalha rapidamente e de forma muito eficaz através dos discos e dispositivos de armazenamento removíveis, executando ficheiros maliciosos.

De acordo com os mesmos dados, o  spam, (mensagens não solicitadas “enganosas”) também sofreu um aumento, representando cerca de 86% de todas as ameaças, devido sobretudo ao spamfarmacêutico que aumentou de 51% para 66%.

Rússia e a China estão no topo da lista dos países que albergam mais software malicioso com 22% e 31% respectivamente.

relatório concluiu ainda que o Facebook - a superar os 400 milhões de utilizadores – irá ser alvo de mais ataques, já que a maioria dos autores de malware irá seguramente centrar-se nasplataformas de redes sociais para lançar as suas novas criações.

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 30.07.10

 

Perito em segurança quis apenas mostrar que o Facebook não protege devidamente os seus500 milhões de utilizadores ao tornar públicos dados pessoais de mais de 100 mil.(Veja como defender-se em vídeos no final do artigo)

 

 

Facebook,dados pessoais à solta na net

Dados pessoais de mais de 100 mil utilizadores do Facebook circulam livremente pela Internet, constituindo uma nova arma de arremesso para todos aqueles acusam a popular rede social de não proteger devidamente as informações inseridas pelos utilizadores.

 

Os dados foram compilados por Ron Bowes, um perito em segurança, que desenvolveu uma pequena aplicação que, saltando de perfil em perfil, recolhe as informações que os utilizadores do Facebook não protegeram de olhares indesejados.

Note-se que este site permite colocar as informações constantes dos perfis acessíveis apenas aos amigos ou aos amigos dos amigos, mas muitos utilizadores não procedem a este tipo de configurações. Ora, sempre alguém se regista no Facebook, algumas destas informações ficam acessíveis a qualquer pessoa.

 

Ataque iminente

 

Os dados agora tornados públicos incluem apenas o endereço (URL), nome e identificador único de cada utilizador, mas em declarações à BBC, Simon Davies da Privacy Internacional, garante que seria possível recolher, da mesma forma, informações tais como o endereço de correio eletrónico, números de telefone e até moradas.

 

A mesma fonte recordou ainda que o Facebook foi alertado por diversas vezes para a possibilidade de um ataque deste tipo, mas que nada terá feito.

"É inconcebível que uma empresa com centenas de engenheiros não tenha conseguido evitar um ataque com esta magnitude, podendo concluir-se que o Facebook foi negligente", afirmou Simon Davies.


O que diz o Facebook

 

Numa declaração enviada para a BBC, o Facebook assegura que os dados agora divulgados desta forma já podiam ser livremente acedidos online.

"As pessoas que usam o Facebook são donas da sua informação e têm o direito de partilhar o que querem, com quem querem e quando querem", pode ler-se na declaração.

"Neste caso, informações que os utilizadores concordaram tornar públicas e que foram compiladas por um perito, já estão disponíveis no Google, Bing e noutros motores de pesquisa, tal como no Facebook", afirmam os responsáveis pela rede social do momento frequentada por mais de 500 milhões de internautas.

"Não foram tornados públicos dados privados", garantem as mesmas fontes.

 

 

 

 

Via Expresso



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Sábado, 03.07.10

O facebook começa a cansar

 

Um em cada cinco adolescentes está farto do Facebook, revela um inquérito feito pelo site de jogos roiworld.com a 600 adolescentes entre os 13 e os 17 anos de idade. Esta faixa etária começa a demonstrar sinais de fadiga, e diz já não utilizar o serviço ou estar a perder o interesse.
Do grupo que decidiu abandonar o Facebook, 45% diz ter perdido o interesse, 16% desiste porque os pais também têm conta, 14% diz que há demasiados adultos na rede e 13% estão preocupados com a privacidade da sua informação pessoal.
Apesar destes dados o inquérito revela que o Facebook ainda é a rede social mais popular entre os adolescentes - 78% tem um perfil criado e 69% acede regularmente ao serviço. O YouTube vem em segundo com 64%, seguindo-se o Myspace e o Twitter, com 41% e 20% respectivamente. 
O estudo também demonstrou que os jogos no Facebook são uma das principais razões pela qual os adolescentes se mantêm nesta rede social – jogam durante metade do tempo que passam nesta rede social. 43% afirma já ter gasto dinheiro com estes jogos, seja na compra de moeda virtual, ou num dos mais variados produtos ou serviços que é possível adquirir hoje em dia.

 

Consulte o estudo completo aqui

 

Via ionline



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Segunda-feira, 14.06.10

O facebook e as provas para o divórcio

 

“O facebook é uma grande fonte de provas”, afirmou Ken Altshuler, advogado especializado em divórcios e que utiliza a rede social para descobrir provas sobre traições entre casais.
Uma mulher contratou o célebre advogado para que tomasse conta do seu processo de divórcio. A razão para se querer divorciar relacionava-se com o problema de alcoolismo do marido, problema esse que era negado pelo próprio.

Era a palavra de um contra o outro, até o Ken Altshuler intervir no caso e descobrir fotografias do marido, no facebook, a beber cerveja. Foi a prova suficiente para que ganhasse o caso em tribunal.
Lee Rosen é também advogado e defende que é cada vez mais difícil resguardar a informação pessoal e que cerca de um quarto dos seus casos de divórcio baseiam-se em dados disponíveis em redes sociais.
Os especialistas em divórcios alertam as pessoas que estão em situação de separação, para que tenham mais atenção com as informações que publicam na rede.



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Terça-feira, 25.05.10

O criador do Facebook em cartoon

A chuva de críticas que se abateu sobre as definições de privacidade do Facebook vai ter resultados já esta semana, quando a maior rede social da net revelar novas modificações na protecção dos utilizadores. Uma das principais diferenças será a concentração das definições num único sítio, uma espécie de página mestra de controlo, com o objectivo de simplificar o processo. Foi isto que disse ao Finacial Times Simon Davies, do grupo lobista Privacy International, que tem estado em contacto com o Facebook nos últimos dias. 

"Está a ser feita uma revisão fundamental na forma como a empresa aborda a privacidade", garante Davies, que indica alguns detalhes do novo sistema: o utilizador poderá escolher se partilha o conteúdo apenas com amigos, amigos de amigos ou todos. Actualmente, é preciso escolher uma destas definições para dezenas de categorias (informações pessoais, de contacto, ligações, vídeos, fotos, etc). 

A simplificação poderá responder às queixas de que é demasiado complexo proteger um perfil na rede, mas claramente os grupos defensores da privacidade e os reguladores que estão a pressionar o Facebook querem mais. Muito mais. É que a grande polémica está centrada na funcionalidade de "personalização instantânea", que partilha automaticamente informações dos perfis com sites fora do Universo do Facebook. Por exemplo, uma rádio online saberá de imediato que o perfil X ou Y gosta de certa banda (até agora, os parceiros confirmados são a rádio Pandora, o site de reviews Yelp e Microsoft Docs) . Segundo explica Davies, o Facebook tentará tornar mais fácil sair desta personalização instantânea. O problema, como sempre, é que a esmagadora maioria dos utilizadores nunca mexe nas definições que vêm por defeito nas redes. E ao contrário dos grandes rivais, o Facebook tem sido acusado de ser demasiado permissivo nesse aspecto. 

As críticas já vêm de antes, mas nunca como agora a rede fundada pelo então quase adolescente Mark Zuckerberg esteve sob tanta pressão, com escrutínio do congresso norte-americano, Fedetal Trade Commission e até de grupos ligados à Comissão Europeia. 

E não se trata apenas de uma exposição exagerada dos perfis, da política de privacidade que é mais longa que a constitução dos Estados Unidos ou da complexa tarefa de proteger todos os aspectos do perfil. Há também acusações de que o Facebook "facilita" informações dos seus utilizadores a sites terceiros e principalmente a anunciantes. Isto mesmo constou de uma denúncia enviada há dias à FTC pelo professor de Harvard Benjamin Edelman, segundo a qual clicar num anúncio alojado no Facebook revela ao anunciante o nome ou ID de utilizador de quem clicou. 

O desafio de Zuckerberg é encontrar o equilíbrio entre a satisfação dos seus utilizadores, que estão perto dos 500 milhões em todo o mundo, e o apetite dos anunciantes e das empresas que se querem associar ao fenómeno (com aplicações, jogos, ligações directas...). Na semana passada, o jovem de 26 anos assinou um acordo histórico com a Zynga,empresa que inventou o jogo FarmVille e que tinha ameaçado tirá-lo do Facebook caso Zuckerberg se tornasse demasiado ganancioso. 

Por outro lado, o Facebook tem provado ser muito mais capaz de transformar notoriedade em receitas que o Twitter, mas menos tacto com os utilizadores. O MySpace, destronado pelo Facebook em 2008, já aproveitou esta onda de protestos simplificando as definições de privacidade e piscando o olho aos milhares de cibernautas que ameaçam desistir do Facebook nas próximas semanas.

 

Via ionline



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Quarta-feira, 19.05.10

Jovem atraída para a morte através do facebook

 

Nona Belomessoff, de 18 anos, foi atraída para a morte sob o pretexto de encontrar o trabalho dos seus sonhos. Na rede social Facebook conheceu Christopher James Dannevig, de 20 anos, que num perfil falso dizia trabalhar numa associação de protecção dos animais, perto de Campbelltown. Sem hesitar, a jovem australiana resolveu ir acampar numa reserva natural onde ajudaria animais feridos. 

Na sexta-feira, dois dias depois de ter iniciado a viagem com o rapaz, o corpo de Nona foi encontrado numa zona isolada, a oeste de Sydney. Gary, o irmão de Nona, afirmou: " Ela amava animais e viu isso como uma oportunidade para realizar o seu sonho". Acrescentando que "se ela não fosse iria perder este trabalho que era um sonho tornado realidade". A família nunca mais a viu. Segundo o detective, Russell Oxford, que está a investigar o crime, foi "tudo uma armadilha para enganá-la e poder chegar a ela".

Desde que se soube da morte de Nona, têm-se multiplicado no Facebook as páginas e grupos que prestam homenagem a Belomessoff. Entre milhares de comentários, os amigos têm expressado choque e tristeza pela morte de Nona. "Infelizmente nunca poderás viver os teus sonhos, és a rapariga mais bonita de sempre e os teus pais devem estar muito orgulhosos de ti", escreveu Sellie Gibbons. 

Dado o trágico desfecho, as autoridades reforçaram o alerta para os perigos de confiar em estranhos nas redes sociais. "É um espaço onde abundam pessoas sem escrúpulos, sendo que grande parte das vezes não sabemos com quem estamos a falar realmente", sublinhou Russel Oxford.

 

Via ionline



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Quarta-feira, 21.04.10

O farmville

 

A Câmara de Coimbra cortou o acesso dos computadores da autarquia à rede social na internet Facebook, justificando que são para trabalhar e "não para satisfazer os interesses ou desejos dos funcionários", disse ontem o presidente da autarquia.

 

"Os computadores da Câmara Municipal de Coimbra estão ao serviço público que é exercido pelos funcionários enquanto estão a trabalhar", disse à agência Lusa Carlos Encarnação. 

Carlos Encarnação sustenta que fora da autarquia os funcionários "podem fazer o que quiserem para satisfazer os seus interesses ou desejos", mas "enquanto estão ao serviço da Câmara, os computadores são para trabalhar". 

O autarca social democrata frisou ainda que "já há uns anos a Câmara suprimiu a ligação aos blogues". 

A decisão de cortar o acesso ao Facebook foi tomada pelo Departamento de Administração Geral e Recursos Humanos da autarquia, disse Carlos Encarnação, remetendo mais pormenores para o vice-presidente, João Barbosa de Melo. 

Segundo noticiou ontem a Rádio Renascença, na base da decisão esteve uma funcionária que foi apanhada a jogar Farmville, um popular jogo que incentiva os utilizadores a cuidar de uma quinta.

 

Via Público



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Domingo, 04.04.10

Ela: Já reparaste naquele giraço que ultimamente tem aparecido por cá?
Eu:
Sim, já tinha visto. Simpático?
Ela:
Se é simpático não sei. Mas chama-se Vasco, tem 37 anos, trabalha como consultor, gosta de equitação e vê lá bem: também esteve no Peru o ano passado como eu. Tem fotos fabulosas!
Eu:
Mas já saíste com ele?
Ela:
Não. Mas já lhe cusquei o Facebook todo, é claro!

É oficial: as mulheres que me rodeiam (e pelos seus relatos, também as que as rodeiam a elas) andam armadas em Sherlock Holmes da Internet. Antes de qualquer encontro, usam o Google como arma de pesquisa. Basta um nome... et voila! Chega-se ao perfil no Facebook, à página do Twitter, ao currículo no Linked In, ao blogue das confissões pessoais, a documentos profissionais em formato PDF que acabam invariavelmente escarrapachados na Internet.

 

Guerra emocional online
Guerra emocional online

Instala-se a paranóia e vejo mulheres que sempre tive como inteligentes e maduras a caírem nas malhas das redes sociais, numa busca fria e calculista por informações. Profissões, idades, grupos de amigos, signos astrológicos (obviamente!): Um mar infindável de informação à distância de um clique... e das curiosidades mais aguçadas. Para quê um primeiro encontro de descoberta, quando se pode não correr riscos, sabendo tudo por antecipação em frente a um computador? "Ridículo", diria eu. "Também o fazes", diriam os que me conhecem.

 

Tudo se descobre... mesmo o que preferiamos não saber

 

Muito se critica o voyeurismo... mas a palavra privacidade parece estar a perder o sentido rapidamente. Nem mesmo os que protegem os seus perfis com as opções de anonimato escapam ilesos. Enfim, no mundo virtual tudo se acaba por descobrir... mesmo aquilo que preferíamos não saber.

Na "guerra emocional online" deixam-se comentários com duplo sentido. Músicas com recadinhos escondidos. Fotografias que, propositadamente, poderão provocar ciúmes. Há, claro, também a solidariedade entre amigas: "descobri com quem é que ele anda a sair... fizeram-lhe um tag numa foto em que ele estava com ela", já ouvi eu umas quantas vezes. Ou melhor ainda: "Ele mentiu-te! Não viste que o amigo comentou que afinal tinham estado a ver a bola em casa do não sei quantos naquela noite?".

Será um sinal da profunda insegurança das mulheres? Simplesmente curiosidade? Ou quem sabe... pura futilidade? Perguntei a um homem o que achava disto e resposta apanhou-me desprevenida: "Não te preocupes... Nós fazemos exactamente o mesmo". E esta, hein?

 

Via A Vida de saltos altos



publicado por olhar para o mundo às 10:18 | link do post | comentar

Domingo, 28.03.10

 

O presidente de uma consultora norte-americana andava à procura de um estagiário e decidiu consultar o Facebook para saber mais sobre um candidato que parecia promissor. Acabadinho de se licenciar pela Universidade do Illinois, o jovem descrevia os seus maiores interesses como sendo "fumar ganzas", "disparar sobre pessoas" e "sexo obsessivo". Tudo, é claro, no mais puro calão norte-americano. Resultado: o presidente da consultora deitou o currículo para o lixo. 

"As redes sociais transformaram-se num mercado de trabalho", garantiu ontem João Laborinho Lúcio, sócio da Pedro Raposo & Associados, durante o seminário "Do código de conduta à reputação das empresas", realizado em Lisboa. O advogado chamou a atenção para algo que a maioria dos utilizadores de sites como o Facebook e o Twitter parecem ainda não ter percebido: as empresas usam as redes para avaliar os candidatos e chegam mesmo a fazer recrutamento através da própria rede social. 

De acordo com os dados do mais recente estudo sobre esta questão, o "Online Reputation in a Connected World" da consultora Cross-Tab, 70% dos directores de recursos humanos norte-americanos e metade dos directores europeus admitem rejeitar candidatos com base nos perfis do Facebook. No entanto, apenas 7% dos utilizadores norte-americanos e 13% dos europeus disseram acreditar que as suas informações nas redes sociais poderiam ter impacto junto do empregador. 

Reputação O problema de mostrar fotos de bebedeiras a pessoas que conheceu apenas num ambiente profissional é a sua associação à empresa onde trabalha. Para Salvador da Cunha, director-geral da Lift Consulting, "as redes sociais não podem ser ignoradas". O director da agência citou dados da Sophos, segundo os quais 72% das empresas acreditam que o comportamento dos seus empregados nas redes sociais pode comprometer a evolução do negócio. A Coca-Cola, por exemplo, pede aos colaboradores que estejam atentos e denunciem casos de abuso. A Telstra, operadora australiana de telecomunicações, obrigou os 40 mil funcionários a ter formação em redes sociais, especialmente em Facebook. 

Parece um exagero? Os casos mais mediáticos de escândalos que começaram em redes sociais sugerem o contrário. Por ser um fenómeno tão recente, a explosão das redes sociais - há 1,7 milhões de portugueses no Facebook - não foi acompanhada de um ajustamento dos comportamentos. O resultado é que estes espaços são usados de forma displicente, por vezes até divulgando informações internas das empresas.

O que fazer O advogado João Laborinho Lúcio afirma que as redes sociais podem destruir a reputação de uma empresa em pouco tempo. E como é impossível estar de fora, a solução é criar um código de conduta que previna comportamentos bizarros e deixe bem claro quais serão as consequências (ver caixa). O código da tecnológica Intel, por exemplo, permite que se escreva negativamente mas sem recorrer ao insulto. E para aqueles que "acham" que não estão no Facebook, como alertou a directora da empresa WeFind, Milena Melo, o melhor é pensar duas vezes e olhar para o caso do chefe dos serviços secretos britânicos, John Sawers, que apareceu em calções de banho no perfil criado pela mulher.



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Quinta-feira, 11.03.10

 Um vídeo no YouTube de uma criança deficiente a ser espancada pelos colegas e as página de tributo a duas crianças mortas invadidas por comentários obscenos e imagens pornográficas no Facebook. Aconteceu em Itália e na Austrália.

Se o primeiro caso resultou na condenação por um tribunal de Milão, a 24 de Fevereiro, de três executivos da Google a uma pena suspensa de seis meses de prisão, o segundo suscitou a ira dos pais das crianças que em carta dirigida ao fundador da popular rede social, Mark Zuckerberg, lamentaram que uma iniciativa que poderia atenuar a sua dor lhe tenha provocado tamanho sofrimento.

Mais não será preciso para relançar o debate em torno da liberdade de expressão na Internet. Até que ponto estes sites deverão (ou poderão) controlar os vídeos, fotografias e comentários publicados por milhões de utilizadores?

Em Maio de 2009, segundo o blogue oficial do YouTube , eram submetidas neste site 20 horas de vídeo por minuto. O Facebook, por seu lado, garante que já terá ultrapassado os 400 milhões de utilizadoresregistados.

Internet ferida de morte


Para o jornalista Jeff Jarvis, autor do influente blogue BuzzMachine , o que o tribunal italiano pretende é que os sites validem antecipadamente tudo o que publicam. O resultado prático, argumenta, é que "nenhum sitepermitirá a publicação porque o risco é muito grande". "Isso mata a Internet", remata.

Também o vice-presidente da Google, Matt Sucherman, num artigo publicado no blogue oficial da empresa norte-americana defendeu que a sentença do tribunal de Milão "ataca o princípio da liberdade sobre o qual a Internet foi construída".

A ideia de que a Internet deve ser policiada não é nova mas está a ganhar terreno nos Estados Unidos e na Europa.

No velho continente, a necessidade de proteger os direitos de autor combatendo a pirataria, já motivou iniciativas legislativas em França e no Reino Unido que na prática atribuem aos os fornecedores de acesso à Net o ingrato papel de polícia (ou censor) da rede. Uma tendência que está a deixar alguns observadores muito preocupados como John Morris, do Centro para a Democracia e Tecnologia em Washington.

Responsabilidade partilhada


Em resposta à carta que os pais das crianças australianas enviaram para o fundador do Facebook, a porta-voz da popular rede social, Debbie Frost, respondeu nos seguintes termos: "O Facebook é intensamente auto-regulado e os utilizadores podem e devem reportar conteúdos que considerem questionáveis ou ofensivos".

Uma resposta que pouco terá servido de consolo aos pais e que coloca os sites que vivem do conteúdo submetido pelos seus utilizadores na mira da opinião pública. À medida que o tempo passa e os episódios de abusos de liberdade de expressão acontecem, sites como o YouTube (propriedade da Google) e o Facebook estão a perder a imagem de paladinos da liberdade.

"Vivemos numa sociedade onde se espera que as empresas assumam as suas responsabilidades", afirma Karen North da Universidade do Sul da Califórnia. Acontece que, acrescenta a especialista em comunidades online, "os internautas são convidados a publicar conteúdos, mas também a partilhar as responsabilidades".

"Na Internet todos somos responsáveis por monitorizar os conteúdos que nos surgem no ecrã, para que os valores da sociedade se mantenham intactos", defendeu Karen North.

 

Via Expresso



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Segunda-feira, 08.03.10

Zynga ficou com o dinheiro do Farmville para o Haiti

 

 A produtora Zynga, responsável pelo famoso jogo do Facebook “FarmVille", está a ser acusada de enganar os jogadores e reter dinheiro supostamente arrecadado por doações feitas para campanhas humanitárias, entre elas, a campanha que tinha como objectivo ajudar as vítimas do sismo no Haiti. A notícia foi avançada pelo jornal brasileiro Folha de S. Paulo.

Em Janeiro, depois da catástrofe no Haiti, surgia um ícone no "Farmville" que convidava os jogadores a doar dinheiro para ajudar as vítimas. Após efectuar o pagamento com cartão, o jogador descobria que não estava a participar numa causa humanitária, mas sim a comprar o dinheiro virtual do jogo. Depois, se o jogador quisesse realmente ajudar teria que iniciar plantações de milho virtual e somente o que fosse colhido poderia ser enviado para o Haiti. 
Apesar de a empresa garantir que doou a totalidade do produto nos primeiros cinco dias, nunca chegou a explicar o que fez nos 11 dias seguintes de campanha.
A polémica não fica por aqui. Quem comprou o pacote mais elevado não conseguiria gastar todo o “dinheiro” investido, visto que a campanha tinha duração reduzida.
"FarmVille" reúne mais de 80 milhões de jogadores em todo o mundo, cerca de 20% dos utilizadores do Facebook.

Via ionline



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Sábado, 26.12.09

Susana Maiolo, a mulher que empurrou o papa

Um clube de fãs da jovem que agrediu o Papa Bento XVI ao início da missa da meia-noite, no Vaticano, constitui-se hoje no site de socialização Facebook, provocando a indignação de políticos italianos.

O site "Susana Maiolo Fans Club" com o nome da ítalo-suíça de 25 anos aparentemente desequilibrada que rompeu quinta-feira à noite as barreiras de segurança para se aproximar do Papa e tombá-lo, juntou mais de 150 pessoas até esta tarde.

Os comentários são geralmente irónicos: um consagra-a "medalha de ouro nos Jogos Olímpicos por salto de obstáculos". Outro afirma que ela "tinha na mão uma estátua de São Pedro", referindo-se ao ataque de que foi vítima o chefe do Governo, Sílvio Berlusconi, a 13 de Dezembro, em Milão, com uma reprodução da catedral da cidade.

A iniciativa foi fortemente criticada por responsáveis políticos. Gianfranco Rotondi, ministro para a Actualização do programa do Governo, falou de "estupidez" que deve ser combatida e parada.

Um senador do partido de Berlusconi, Antonio Gentile, declarou que a constituição deste grupo "confirma a necessidade de uma intervenção legislativa". "Uma rede social não pode ser um lugar onde se celebra a violência", acrescentou.

Em Outubro, a justiça italiana abriu um inquérito após muitos apelos à morte do "Cavaliere" na Internet.

Via Ionline



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Segunda-feira, 30.11.09

Eles conseguiram entrar numa festa na casa branca

 

 Um casal do Estado de Virgínia, Tareq e Michaele, escaparam à segurança e aos serviços secretos daCasa Branca e conseguiram penetrar na residência oficial do presidente dos EUA para participar num jantar oferecido pelo casal Obama. O casal de intrusos, que pretende participar numreality show da TV americana, não estava na lista de convidados, mas mesmo assim conseguiram passar por tudo e todos e participar no jantar de gala que estava a ser oferecido ao primeiro-ministro indiano. 

Depois de tudo isso, o casal colocou no seu perfil do Facebook as fotos que tirou durante o jantar. Numa dela, aparecem ao pé do sorridente vice-presidente dos EUA, Joe Biden
Agora, os serviços secretos americanos abriram uma investigação para perceber como é que foi possível tal fito.
O porta-voz da casa Branca, Ed Donovan, assegurou que a segurança de Barack Obama nunca esteve em perigo porque o casal teve que passar pelo detector de armas e metais da Casa Branca para lá entrar.

 

Via ionline



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Sexta-feira, 13.11.09

 

Jovem engravidou 12 mulheres que conheceu no facebook

 

Um jovem inglês de 26 anos é já conhecido como “Esperminador”. Dominic Baronet engravidou 12 mulheres que conheceu através do Facebook.
Cinco das crianças já nasceram e dois nascem em Março de 2010. Outras cinco optaram pelo aborto.
Dominic esteve preso durante quatro anos por crimes relacionados com o tráfico de drogas. Em liberdade, começou a conquistar mulheres através da Internet. O pior aconteceu quando essas mulheres se aperceberam que não eram as únicas, acabando por desmascarar o jovem.
“Dominic devia ter um aviso de perigo na sua página do Facebook e ser submetido a uma vasectomia para proteger outras raparigas”, disse Kerry, uma das mulheres que engravidou de Dominic.
No meio deste caos, o jovem consegue manter uma namorada, com quem também já teve um filho, actualmente com três anos. 

 

Via ionline



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Terça-feira, 10.11.09

 Burlas no facebook

 

Jogos populares do Facebook, como Mafia Wars e FarmVill, podem levar os mais ingénuos, em especial crianças, a ser burlados na internet, principalmente se tiverem telemóveis, avisa a revista Time.

Se o jogador quiser comprar certas ferramentas ou máquinas virtuais para a quinta do FarmVill através de um anunciante (os lead generators), alguns podem anexar outras hipóteses como um teste de QI ou um falso inquérito. Após preencher o teste, é-lhes pedido o número de telemóvel para enviar os resultados. Se o jogador ceder os dados pessoais, acaba por subscrever, sem querer, um serviço pago. No caso de menores, o serviço pode aparecer na conta de telemóvel dos pais, que mais tarde encontram dificuldades em cancelar a subscrição.

"Temos trabalhado duro para remover oferece más ofertas ... Mas temos de ser mais agressivos", admitiu Mark Pincus da Zynga, a maior e mais rentável empresa de jogos para redes sociais (FarmVill, Mafia Wars e Cafe World).

Ainda assim, os números da indústria sugerem que cerca de 90% dos jogadores de redes sociais não gastam dinheiro virtual nem clicam nos anúncios. O Facebook e o MySpace também estão atentos e garantem banir as empresas que violam os protocolos publicitários.

 

Via Ionline



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Terça-feira, 27.10.09

Facebook sem mariquices

 

 O Facebook sem "mariquices" já existe. Com uma aparência muito mais simples, onde só aparecem os eventos e mensagens, esta nova versão, conhecida por Facebook Lite (de "light" ou leve) e surgiu a pedido de inúmeros utilizadores que se queixavam da inutilidade da maioria das aplicações.

Nesta versão só aparecem os eventos e as mensagens dos amigos na página principal. E na coluna da direita aparecem as pessoas que possamos conhecer. Nada mais. 
Curiosamente, as chaves do êxito e da popularidade do Facebook foram as suas aplicações. No entanto, os responsáveis pela rede social não paravam de receber reclamações por parte de utilizadores que preferem pouca “palha”.

Para usar o Facebbok Lite não precisa de alterar o nome de utilizador e a password.
Entre aqui no Facebook Lite.

Via ionline



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Quarta-feira, 05.08.09

Os grupos do facebook servem para quê?

 

 1. Fãs do Pedro Pinto


(90 membros)

Se googlarmos o nome "Pedro Pinto" obtemos imediatamente três resultados: um jornalista desportivo, um empresário que vende pela internet uma fórmula para enriquecer e um músico. Qual deles tem um clube de fãs no Facebook? Nenhum. Pedro Pinto, o boneco (tipo Nenuco) que acompanha a actriz, cantora e agora noiva de jogador de futebol, Luciana Abreu, ele sim tem um grupo de apreciadores online. Tudo começou quando apareceu uma foto da irmã da cantora com o boneco ao colo na final do Festival da Canção. À imprensa cor-de-rosa, Luísa Abreu justificou assim a presença do acompanhante inanimado de plástico: "É com o Pedro Pinto que ela [Luciana Abreu] desabafa, que lhe transmite força e coragem para enfrentar a vida". As aparições públicas do boneco repetiram-se, as gargalhadas também. "Essa fotografia andou a circular pelo meu grupo de amigos e suscitou reacções tão galhofeiras que achámos que era importante estender a galhofa", conta Joana, responsável pelo clube que parece ter estabilizado pouco antes dos 100 membros - e nem mesmo uma aparição no Carnaval da Oiã valeu a PP (como é conhecido entre estes amigos) um acréscimo de fãs.

2. Pessoas que gostavam de se chamar "de" qualquer coisa e não conseguem

(60 membros)

À primeira vista pode parecer mais um grupo galhofeiro, mas este ajuntamento promovido por Carlos Abreu é quase uma experiência sociológica. Visa mostrar a "futilidade" do Facebook, "uma ferramenta aparentemente inofensiva e até de grande utilidade" mas com "um lado perverso". É também uma provocação num país onde o nome de família ainda conta muito: "Quis suscitar reacções, saber se o meu nome fosse de facto Carlos de Abreu ou Carlos Abreu modificaria a quantidade de conhecimentos que iria criar", resume Carlos.

3. Fãs do Senhor Nicolau

(28 membros)

Nos anos 60, uma série de pinguins ficaram presos nas redes do barco português Ilha de São Nicolau que navegava ao largo da África do Sul. O comandante trouxe-os para terra e entregou-os a todos ao Jardim Zoológico de Lisboa. Todos menos um: dentro de uma caixa de sapatos, Senhor Nicolau viajou até Aveiro, onde ainda vive. Come um quilo de peixe por dia e só toma banho de mangueira, segundo uma reportagem feita pela SIC e com honras de horário nobre. O suficiente para ter um clube de fãs? Para Dina Alves, sim. "A história chamou-me a atenção pelo gosto que tenho por animais, mas sobretudo por alguns pormenores que foram destacados na peça e me divertiram bastante, como a vida amorosa deste pinguim e alguns dos seus hábitos diários", conta a responsável pelo grupo. E dá exemplos do charme discreto desta ave desterrada: "Teve uma única namorada, durante sete anos e meio, uma gaivota que acabou por partir e nunca mais voltar; gosta de verdinhos e fanecas, mas não de sardinhas". 

4. Pessoas que não querem sequer que o Miguel Ângelo se despeça do público.

(44 membros)

No final de 2008 os Delfins anunciaram, com pompa, circunstância, e nenhum entusiasmo, o final da sua carreira. Boas notícias para os que a vêem como banda que agoniza pelos topes há quase uma década; más porque outros não concordam com o final do grupo apenas em Dezembro de 2009. E a indignação, como não podia deixar de ser, chegou ao Facebook. Este grupo está na categoria de ?auto-ajuda? porque, segundo a administradora do grupo, Filipa Guimarães, "aquilo para mim não é música, nem sei que estilo é nem quero saber". A ideia é juntar o maior número de pessoas que não quer voltar à "Baía de Cascais" e outros temas alcançáveis pela A5.

5. Anti-Facebook

Estes grupos seguem a lógica retorcida de Groucho Marx que afirmou um dia: "Não posso pertencer a um grupo que me aceite como sócio". No Facebook, os grupos anti-facebook são imensamente populares: na rede contam-se mais de 500 entradas, vindas de todo o mundo. Não há grande justificação para a existência destes grupos para além de um gosto descontrolado pela ironia - o equivalente a criar uma petição online contra a internet ou organizar manifestações contra a lei da gravidade. Em português há ainda o Grupo de Pessoas que já estão Fartas de se Juntarem a Grupos. Faz sentido.

6. Pessoas que acreditam nos Glutões do Presto

(40 membros)

Os grupos no Facebook funcionam sobretudo seguindo estes quatro passos: ver o nome do grupo, dar uma gargalhada, aderir ao grupo, esquecer que o grupo existe. É por isso, e pela facilidade com que se criam, apagam e recomeçam estes agregadores de interesses, que há tantos grupos. O Pessoas que Acreditam nos Glutões é tão popular como inverosímil, mas justifica perfeitamente a criação da subcategoria "completamente inútil" dentro categoria "entretenimento". 

7. Quero uma pastilha decente no Epá

(2.315 membros)

Slacktivism é um neologismo inglês usado para designar o apoio a causas humanitárias, direitos dos animais, etc., sem quaisquer efeitos práticos. Um exemplo clássico: ?Clique neste banner e ajude a combater o aquecimento global?. Os internautas conseguem uma sensação de satisfação e dever cumprido sem terem feito realmente nada. No Facebook proliferam os convites para nos juntarmos a ?causas?, quase todas relacionadas com animais em vias de extinção ou crianças famintas. Quase todas inconsequentes. Mas depois vemos o grupo "Quero uma Pastilha Decente no Epá" e o nosso coração derrete-se. O administrador do site pede "o regresso daquela bola que tanto nos prazer nos dava" e um dos membros recorda "a langonha corante já meio derretida" que antecipava a pastilha.

8. Pessoas que apoiam Pessoas que querem reaver os óculos

(54 membros)

É mais um exemplo de altruísmo extremamente localizado. Mais que um grupo de pessoas preocupadas, este é agregador de pessoas que se conhecem e usam o mural do grupo para trocar private jokes. Da mesma maneira funcionam grupos como Pessoas que Gostam do Bacalhau com Natas da Paula ou Pessoas que querem saber mais que a Irmã Lúcia.

9. Grupo de Pessoas que aparentam ser muito mais novas do que realmente são

(4 membros)

O Facebook tem 250 milhões de utilizadores. Desses, 390 mil são portugueses. De entre essa amostra, quatro pertencem ao "Grupo de pessoas que aparentam ser muito mais novas do que realmente são". Cabem todos num táxi. Que conclusões retiramos daqui: a) todos os portugueses acham que têm uma relação aspecto-idade justa; b) os portugueses têm mais que fazer do que juntar-se a um grupo destes.

10. Como eu odeio férias

(1 membro)

O grupo mais pequeno do mundo? Sandra Cândido está sozinha nesta sua causa. Com tanta coisa para odiar, parece que esta mulher de Viseu, 37 anos, escolheu a menos popular - a assunto mais odiada para estes lados, já agora, é acordar cedo. A justificação para detestar os meses de Verão em que não se faz nada é a "nostalgia de final de ano". Um sentimento nobre, é verdade, mas até agora não correspondido.

 

Via ionline



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Domingo, 19.07.09

 

 

E se encontrasse a sua mulher num anuncio de encontros?

A descoberta podia ter dado para o torto, não fosse o casal em questão ter sentido de humor. O anúncio que apareceu na homepage do facebook de um homem, de uma empresa que usa a rede social Facebook como website de eleição para fazer publicidade, consistia numa fotografia de uma mulher, encabeçada pela etiqueta "Solteira Sexy". O homem: o seu marido. Como Cheryl Smith, a mulher, escreve no seu blogue, o lado positivo é que ambos têm sentido de humor. Ao que parece, as fotografias de perfil dos utilizadores do Facebook são facilmente utilizadas em anúncios destes. O acontecimento surge numa altura em que várias organizações e especialistas questionam a segurançae a privacidade da famosa rede social. Smith oferece, no seu blogue, as dicas para que isto não lhe aconteça: vá a 'Settings', 'Privacy', 'News Feed and Wall' e clique em 'Facebook Ads'. Aí, clique em 'no one'. Só assim não verá a sua fotografia ser usada em anúncios de encontros nas páginas dos seus amigos.

 

Via ionline



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