Sábado, 09.04.11
EUA vão passar a emitir alertas de terrorismo nas redes sociais
 
Os alertas de terrorismo emitidos pelas autoridades norte-americanas vão passar a ser feitos também através do Facebook e do Twitter

A informação está a ser avançada pela Associated Press, que cita documentos do Departamento de Segurança Interna dos EUA.

De acordo com estes documentos a proposta faz parte de um novo sistema de alerta para eventos de terrorismo, que deverá ser lançado no próximo dia 27 de Abril.

No âmbito do novo sistema de alerta as autoridades norte-americanas consideram que as redes sociais como o Twitter e o Facebook devem ser utilizadas para emitir mensagens de alerta«sempre que seja apropriado».

Um dos objectivos deste novo sistema é simplificar a comunicação deste tipo de informação, considerado por muitos como bastante vago, dada a importância da questão.

Este sistema de alerta vai substituir o actual, criado na sequência dos ataques de 11 de Setembro, que vai acabar, entre outros aspectos, com os códigos coloridos para definir o nível de alerta, que passam de 10 para 2 níveis.

 

Via Sol



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Quarta-feira, 29.12.10

 

 

Hillary Clinton é a mais admirada do mundo

 

Hillary Clinton é a mulher mais admirada do mundo, é o que revela o inquérito anual USA Today-Gallup, informa a TSF.

Em relação ao sexo masculino o presidente norte-americano, Barack Obama, surge no topo da lista, segundo-se os presidentes dos Estados Unidos, George W. Bush e Bill Clinton.
Segundo este inquérito, Hillary Clinton surge à frente da antiga governadora do Alasca Sarah Palin e da apresentadora de televisão Oprah Winfrey.

Desde 1992, Hillary Clinton foi a mulher mais admirada em 15 dos anos avaliados.

 

Via Ionline



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Quinta-feira, 16.12.10

Foi Assange quem ganhou a votação da Time

 

Revista decidiu censurar maioria pelo fundador do WikiLeaks e seleccionar Marck Zuckerberg, fundador do Facebook, como pessoa do ano

 

Os leitores da TIME votaram e, pelas leis democráticas da imprensa, teriam visto a sua escolha encabeçar a famosa lista da revista norte-americana com as personalidades mais influentes do ano.

Com maioria quase absoluta, Julian Assange foi a Pessoa do Ano eleita pelos leitores. Mas os editores da revista decidiram conceder o prémio final ao número dez da lista, Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook e inspiração do biópico "A Rede Social", que arrecadou milhões nas bilheteiras de cinema internacionais há um mês.

O "acto de censura" que está a gerar uma onda de criticismo no mundo cibernético, dizem, já podia ser adivinhado pela capa da TIME de há duas semanas, em que Assange aparece com uma mordaçaversão bandeira dos EUA na boca, sob o título: "Do you want to know a secret?"

A maioria dos media norte-americanos classificam o australiano - que sabe hoje se será ou não extraditado para a Suécia, onde é acusado de dois crimes sexuais - de "terrorista digital". Esta nova polémica inaugurada pela TIME traz à actualidade o que aconteceu com a mesma votação em 2001, quando a maioria dos leitores elegeu Osama Bin Laden como a pessoa mais influente do ano e a revista decidiu atribuir o lugar a Rudolph Giuliani, então autarca de Nova Iorque.

Desta vez, dizem os leitores, o caso é diferente: "Julian Assange merecia o prémio" e os números mostram-no. Contra os 382.026 votos no fundador da WikiLeaks, Zuckerberg teve apenas 18.5523 votos.

 

Via Ionline



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Domingo, 10.10.10

Sexo sem complexos

 

Que a masturbação causa cegueira, que a sexualidade da mulher termina com a chegada da menopausa ou que o sexo ral causa cancro são coisas em que já (quase) ninguém acredita. Os complexos estão a evaporar-se e é agora a criatividade a entrar na cama dos americanos. O maior estudo dos últimos 20 anos sobre práticas sexuais da população dos EUA revela, entre outras coisas, que o número de mulheres que pratica sexo nal duplicou desde 1988, mais de metade das mulheres se masturbou nos 90 dias que antecederam o inquérito e 88% dos homens já fez sexo ral a uma mulher. 

A pesquisa, conduzida por investigadores da Universidade do Indiana e publicada no "Journal of Sexual Medicine", centrou-se num inquérito a quase seis mil pessoas, entre os 14 e os 94 anos. Embora o último estudo sobre sexo tenha sido feito nos Estados Unidos há 20 anos, este já é apontado como o mais revelador do comportamento sexual da população americana desde os dois relatórios Kinsey (1948 e 1953). O inquérito foi feito via online, para permitir que os inquiridos se sentissem menos inibidos e dessem respostas mais honestas.

"A penetração vaginal ainda é o acto sexual mais comum" entre os adultos americanos, conclui Debby Herbenick, do Centro para Promoção da Saúde Sexual da Universidade do Indiana. No entanto, os "resultados demonstram que há muito mais variedade no repertório sexual", acrescenta o investigador. 

Os adultos descreveram mais de 40 combinações de práticas sexuais nas últimas vezes que fizeram sexo. Entre os homens com idades entre os 25 e os 29, 6% admite ter experimentado cinco técnicas - penetração vaginal, masturbação, masturbação a dois, sexo ral e sexo nal - da última vez que dormiram com alguém. Do lado das mulheres, 16% das que têm idades entre os 18 e os 24 confessa ter experimentado quatro dessas cinco técnicas num só encontro. Curiosamente, 8% das mulheres entre os 50 e os 59 dizem o mesmo. 

O sexo ral também deixou de ser tabu: 69% dos homens inquiridos dizem que o fizeram no último ano e mais de metade das mulheres confirma-o. 

A relação descomplexada com o sexo nal é, para os investigadores, um dos maiores sinais das mudanças na mentalidade americana nas últimas duas décadas. Se um estudo de 1988, da Universidade de Chicago, sugeria que apenas 12% das mulheres entre os 25 e os 29 tinham experimentado sexo nal no último ano, esse número agora cresceu para 21%. E ascende mesmo aos 45% quando se trata de ter experimentado sexo nal pelo menos uma vez na vida. 

Embora só 7% dos homens e mulheres inquiridas se assumam homo ou bissexuais, quase 15% das mulheres na casa dos 30 confessa já ter feito sexo ral a outra mulher. 

As contradições surgem no plano da satisfação sexual: o número de mulheres que atinge o orgasmo, afinal, não corresponde ao número de orgasmos que os homens pensam proporcionar. Quase 85% dos homens disseram que a sua parceira atingiu o orgasmo no último encontro, mas só 67% das mulheres o confirmaram.

 

Via ionline



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Quinta-feira, 07.01.10

Amanda Simpson, um transexual na casa branca

 A nova funcionária do Estado norte-americano chama-se Amanda Simpson, 46 anos, que até aos 39 anos, vivia como Mitch Simpson. Amanda é transexual e teve que se submeter a várias operações para poder adoptar a sua nova identidade. 

O seu trabalho é avaliar a exportação de material tecnológico pelos Estados Unidos. Antes de se mudar para Washington, Amanda trabalhava numa empresa de segurança.
Em declarações ao The New York Post, Amanda considera que a sua nomeação é uma razão de orgulho para a comunidade transexual. “Se a minha nomeação e a visibilidade de trabalhar para o governo federal ajudar a mudar a mentalidade de algumas pessoas, ficarei feliz”, disse.
Amanda prefere não dar muitos pormenores sobre a sua mudança de sexo. “Sinto-me muito mais cómoda com o que sou actualmente, do que o que era antes. Lutei contra o que era durante toda a vida”, afirmou. Num perfil realizado em 2002 pelo jornal Arizona Daily Star, podia ler-se que Amanda foi submetida a seis operações, que tiveram um custo total de 70 mil dólares.

 

Via Ionline



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Terça-feira, 17.11.09

Encontrado o novo Viagra feminino

 

Inicialmente era apenas um medicamento antidepressivo, mas um estudo da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte (Estados Unidos) e da Universidade de Ottawa (Canadá) revela que a flibanserina também desperta o desejo sexual nas mulheres com pouca libido.

“A flibanserin era um antidepressivo. Contudo, verificou-se que aumenta a libido em animais de laboratório e seres humanos. Então, fizemos vários ensaios clínicos e as mulheres que participaram no estudo porque tinham pouco desejo sexual confirmaram sentir melhorias e ter experiências sexuais satisfatórias”, explicou John M. Thorp Jr., líder do estudo. Na experiência, participaram 1976 mulheres com mais de 18 anos e em idade fértil, que tomaram flibanserina aleatoriamente durante 24 semanas.

Segundo os investigadores, o medicamento é um fármaco semelhante ao Viagra, mas para mulheres cujo principal problema sexual é a diminuição do desejo. Para já, ainda só está disponível para ensaios clínicos, mas os investigadores acreditam que poderá ser um tratamento eficaz, sem os inconvenientes efeitos secundários da actual terapia de reposição hormonal.

Via ionline



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Sábado, 07.11.09

O mengae a trois do Gosip Girl

 

A organização de pais norte-americana PTC, que luta pelo consumo responsável dos conteúdos televisivos, está a tentar evitar que um episódio da série "Gossip Girl", em que três personagens têm relações sexuais em conjunto, seja transmitido. Para Tim Winter, presidente da PTC, se a emissão, prevista para 9 de Novembro, for para o ar, será uma atitude “irresponsável e imprudente”, uma vez que os adolescentes não devem ver cenas “próprias de filme para adultos”.

Esta não é a primeira vez que a PTC critica a série "Gossip Girl", pela “grande carga sexual” que inclui. A série acompanha a vida de vários jovens de classe social alta de Nova Iorque. 
Por sua vez, o porta-voz do canal de televisão que emite "Gossip Girl", Paul McGuire, disse que a séria não se destina a adolescentes e que o público que mais assistia os episódios era formado por mulheres entre os 18 e os 34 anos.

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 16.10.09

Irene vilar, 15 Abortos em 17 anos

 

 Para a norte-americana Irene Vilar tudo começou por ser uma revolta contra um marido que não queria ter filhos, levando-a a deixar de tomar a pílula. No entanto, aquilo que começou como um acto de rebeldia, acabou por levá-la a fazer 15 abortos entre os 16 e os 33 anos. Agora, aos 40, decidiu publicar as memórias de uma viciada em abortos. 


No livro intitulado "Maternidade Impossível: Testemunho de uma Viciada em Abortos", Irene Vilar, de origem porto- -riquenha, explica que este ritmo absurdo de interrupções de gravidez não se deveu a pobreza ou medo, tratando-se apenas da reacção, que se transformou num vício, a um marido controlador. "Quando vinha o período ficava triste. Se descobrisse que estava grávida ficava com medo, mas excitada", disse numa entrevista televisiva. "Não quer dizer que quisesse continuar a fazê-lo. Uma drogada também quer parar."

Agora uma editora de sucesso, Irene Vilar era um prodígio académico aos 15 anos, idade com que é aceite na Universidade de Nova Iorque. Um ano depois conhece e casa-se com Pedro Cuperman, um professor de literatura latino-americana de 50 anos. Irene não revelou se ele sabia dos abortos, mas afirmou que o marido considerava a gravidez prejudicial ao desejo sexual. Para o contrariar, Irene deixou de tomar a pílula até se tornar quase um hábito engravidar. E depois abortar.

A publicação do livro esta semana chocou a opinião pública dos Estados Unidos, um país bastante dividido neste tema. No entanto, ambos os lados receberam com preocupação esta história, com os movimentos pró-vida a tentar utilizar o caso como argumento político. "Isto sublinha tudo o que sempre dissemos no movimento pró-vida - o aborto faz parte de uma história muito triste para as mulheres", afirmou Charmaine Yoest, presidente do grupo "Unidos pela Vida". Irene já disse ter medo das reacções ao seu livro, tendo recebido ameaças escritas, além dos comentários incendiários na internet.

Apesar de não se sentir uma vítima, Irene conta no livro episódios de uma infância problemática. A avó esteve presa 25 anos por ter invadido o Capitólio armada e a mãe suicidou-se saltando de um carro em andamento enquanto Irene, com oito anos, a tentava agarrar. Dois dos seus irmãos tornaram-se toxicodependentes.

Duas filhas Depois de um primeiro casamento problemático, pontuado também por várias tentativas de suicídio, Irene Vilar voltou a casar-se. Da nova relação nasceram duas filhas com quem vive em Denver, no Colorado, com outras duas filhas do seu actual marido. "A maternidade tornou-me mais responsável", disse. "Não me tornou menos pró-escolha." Irene Vilar planeia escrever agora um livro sobre a maternidade. "Era uma viciada em abortos, mas isso não é desculpa [...] A história é a perversão de desejo maternal e aborto, enquadrados num procedimento legal de que abusei", escreve em "Maternidade Impossível".

Todos os anos são feitos cerca de 42 milhões de abortos em todo o mundo. O número tem descido nos últimos anos, apesar de muitas mulheres ainda o fazerem em condições pouco seguras, devido à proibição que ainda vigora em 32 países.

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 25.09.09

 Julia Grovenburg e o marido sabiam que iam ter um filho, mas quando, esta semana, foram à sua primeira consulta no médico, o que descobriram deixou-os - e aos médicos - espantados.

 

O casal norte-americano vai ter dois bebés, mas não são gémeos. Um está claramente mais desenvolvido do que outro, isto porque um foi concebido num dia e o segundo duas semanas e meia depois. Os médicos suspeitam que este seja um caso raro de superfetação, ou seja, um caso em que uma mulher engravida já estando grávida.
"Sentimo-nos abençoados por nos acontecer algo tão raro e até agora estão os dois perfeitamente saudáveis", disse Julia aos media.
Apesar de tudo, os médicos não excluem a hipótese de serem gémeos. "É difícil dizer ao certo às vezes, porque uma mulher pode estar grávida de gémeos, que são marcadamente diferentes em termos de tamanho desde a concepção", explicou Patrcik O'Brien, o obstreta de Julia.
As dúvidas só serão dissipadas quando os bebés nascerem, e se puder testar se são ou não gémeos.

 

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 23.09.09

Olha para a minha pulseira, saberás se quero sexo

 

 Uma escola secundária do Colorado está a pedir aos pais dos alunos que não os deixem usar um determinado tipo de pulseiras coloridas, por pensarem que estas têm conotações sexuais.


Na última quinta-feira, Mike Medina, presidente da Angevine Middle School, de Lafayette, perto de Boulder, enviou uma mensagem de correio electrónico aos pais, alertando-os para as pulseiras "de gelatina", cujas cores se diz indicarem o nível de actividade sexual que um estudante já atingiu ou pretende atingir, diz Briggs Gamblin, porta-voz da região escolar de Boulder Valley.

Gamblin diz que funcionários da escola tinham ouvido alguns estudantes a falarem sobre as pulseiras, que se tornaram cada vez mais populares este ano, e comunicaram o teor das conversas a Medina. O responsável da escola encontrou-se então com alguns estudantes e concluiu que as pulseiras se tinham tornado fonte de distracção suficientemente repetida, nas salas de aula e em conversas de corredor, para merecerem uma mensagem de correio electrónico.

"Parece que muitos alunos, sobretudo as raparigas, as usam como acessório de moda", diz Gamblin, "e alguns afirmaram enfaticamente que as pulseiras não tinham qualquer conotação".

Contudo, acrescenta, outros estudantes tinham descoberto na internet um jogo chamado snap, no qual a cor da pulseira indica uma disposição para praticar uma determinada actividade sexual. Quando um rapaz arranca a pulseira a uma rapariga, indica ostensivamente que essa actividade irá eventualmente ter lugar.

As pulseiras de material borrachoso parecem-se com umas que se tornaram populares nos anos 80. Mas, ao longo dos últimos anos, algumas escolas do país têm-nas proibido por temerem que se tenham tornado símbolos de actividade sexual. Com efeito, inúmeros websites sobre pulseiras de gelatina, ou pulseiras do sexo, fazem referência ao jogo snap, e alguns dos sites contêm mesmo a descodificação das cores.

Gamblin afirma que não houve até ao momento qualquer indicação de que o jogo tenha sido jogado em Angevine e que a medida era, por enquanto, apenas preventiva.

"Tudo se resume a rumores e boatos", diz. "Não há qualquer indicação de que este tipo de coisa esteja a acontecer."

Acrescenta que os estudantes vistos a usarem as pulseiras na escola não serão castigados, mas ser-lhes-á pedido que as tirem.

 

Via ionline



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