Terça-feira, 01.02.11

 

sexo, chocolate ou dinheiro

 

Entre sexo e chocolate... as mulheres preferem sexo. A conclusão é de um estudo norte-americano, que revelou ainda que o sexo feminino está cada vez mais preocupado com a sua aparência.


Foram dadas duas opções às mulheres inquiridas: sexo todas as semanas durante cinco anos ou chocolate grátis todas as semanas durante o mesmo período. 73% preferiu sexo e apenas 27% optou pelo chocolate. Uma diferença considerável, mas que se acentua ainda mais quando em vez de sexo a opção é dinheiro. 

Entre ter uma quantia fixa de mil dólares (cerca de 725 euros) em dinheiro ou chocolate grátis todas as semanas, 91% das mulheres optou pelo dinheiro e apenas 9% pelo chocolate, de acordo com o estudo realizado pela Saatchi Wellness, publicado na revista «Advertising Age».

Deste estudo podem retirar-se pistas sobre que presentes oferecer (ou não) no Dia de São Valentim. Mas é também um sinal para a indústria dos produtos de beleza, uma vez que, de acordo com o estudo, as mulheres preferem gastar parte desse dinheiro extra em cuidados de beleza.

Mulher preocupa-se mais com a aparência

A Saatchi Wellness acredita que o seu estudo, que acompanhou durante um ano mil mulheres nos Estados Unidos, anuncia a existência de uma mulher mais preocupada consigo própria. Uma das conclusões é que as mulheres estão cansadas de poupar em coisas relacionadas com a sua aparência.

A investigação revela que 36% das mulheres considera a sua aparência uma grande prioridade, contra apenas 15% que diz que a aparência não é uma prioridade. Além disso, 40% das mulheres admite que tem mais cuidados com a pele. Um número muito superior aos 16% de um inquérito semelhante realizado em 2009. 

A percentagem de mulheres que afirmou estar a comprar mais produtos anti-envelhecimento também mais do que quadruplicou, passando de 5% em 2009 para 22% em 2010. 

Também os cabeleireiros parecem ter o negócio facilitado. Em 2009, 31% das mulheres disse que deixou de pintar o cabelo no cabeleireiro e passou a fazê-lo em casa. Em 2010, esta percentagem diminuiu para 13%.

A preocupação da mulher com a aparência tem, de acordo com o estudo, vindo a subir substancialmente. Talvez por isso acabe por ficar para trás... o chocolate.

 

Via TVI



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Domingo, 16.01.11

Estudo britânico questiona benefícios do aleitamento materno

 

Um estudo médico britânico, divulgado na última edição do British Medical Journal, defende que o aleitamento exclusivo com leite materno durante os primeiros seis meses de vida não é benéfico para a criança.

O resultado do estudo, levado a cabo por uma equipa de pediatras do Instituto de Saúde Infantil do University College, de Londres, põe em causa as diretrizes das autoridades de saúde britânicas, que recomendam que os bebés só devem começar a comer alimentos sólidos a partir dos seis meses.

No entanto, os médicos responsáveis pelo estudo concordam que a introdução de papas aos quatro meses de idade pode prevenir alergias a certos alimentos e a falta de ferro.

A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), feita já há dez anos, vai no sentido oposto e defende que as crianças sejam alimentadas exclusivamente com leite materno durante os primeiros seis meses de vida.

A médica responsável pelo estudo agora divulgado, Mary Fewtrell, entende, por seu lado, que esta recomendação faz sentido para os países em vias de desenvolvimento, onde, em muitos casos, o acesso a água potável e a alimentos em bom estado é limitado, o que eleva o risco de morte para o recém-nascido.

Entende, também, que é de considerar os bons resultados entretanto obtidos com crianças a quem foram dados sólidos antes de completarem os seis meses de idade.

Um outro estudo de 2007, norte-americano, demonstrou que o aleitamento não é suficiente para assegurar ao bebé todos os nutrientes de que ele necessita, revelando um risco de anemia (ausência de ferro) superior entre os bebés alimentados exclusivamente com leite materno ao daqueles a quem foram dadas papas aos quatro meses.

Antes de este estudo ser conhecido, uma porta-voz do Ministério da Saúde britânico defendeu que "o leite materno contém todos os nutrientes de que o bebé precisa até aos seis meses" e recomendou que durante esse período de tempo fossem amamentados em exclusivo.

 

Via Ionline



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Quinta-feira, 13.01.11

A cerveja afinal não engorda, até pode emagrecer

 

"A barriga de cerveja é um mito." Pelo menos esta foi a conclusão de um estudo apresentado hoje sobre o consumo moderado da bebida, ou seja, entre dois a três copos por dia. A investigação levada a cabo pelo Hospital Clínic, a Universidade de Barcelona e o Instituto de Saúde Carlos III, adianta ainda que a cerveja, quando associada a uma dieta equilibrada e à prática regular de exercício físico, "não engorda" e reduz o risco de vir a sofrer diabeteshipertensão.

O estudo avaliou 1.249 pessoas, homens e mulheres com mais de 57 anos, altura da vida em que os problemas cardiovasculares são mais frequentes. Durante vários dias, alimentaram-se de acordo com a dieta mediterrânica e as refeições eram acompanhadas pela bebida (até meio litro por dia). Segundo os especialistas, as pessoas analisadas "não engordaram, como em alguns casos perderam peso".

A cerveja é uma bebida fermentada que recebe as propriedades nutricionais dos cereais com que é produzida. O mesmo acontece com o vinho e as uvas ou a sidra e as maçãs. Como explicou a Dr. Lamuela, uma das pessoas responsáveis pelo estudo, a bebida fornece ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio em maior quantidade do que muitas outras e causa um efeito "protector" sobre osistema cardiovascular. É por isso que, os consumidores de cerveja em quantidades "normais" apresentam uma menor incidência de diabetes e hipertensão e um menor índice de massa corporal.

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 07.01.11

Abstinência sexual antes do casamento traz felicidade

Especialistas garantem que os casais que só têm sexo depois do casamento têm posteriormente relações mais felizes. Serei só eu a achar isto uma bela treta?

Correm rumores de que casais sem relações sexuais antes do casamento têm posteriormente relacionamentos mais felizes... Sirenes vermelhas, som de alarme no máximo: estarei eu, afinal, fadada a uma vida a dois infeliz para todo o sempre porque achei que devia apalpar literalmente terreno antes de dar o nó?

A tal conclusão foi publicada na edição de dezembro do "Journal of Family and Psichology". Garantem os especialistas que entre os casais avaliados, aqueles que se abstiveram de sexo até à noite núpcias tiveram notas mais altas na estabilidade posterior do seu casamento, com maior qualidade da vida sexual e uma comunicação mais forte.

Custa-me ser sempre do contra, mas curiosamente este estudo foi feito pela Universidade de Brigham Young, que assim, só por acaso, é financiada por uma igreja. "Não há envolvimento religioso nos resultados", garantem. "Será mesmo assim?", pergunto eu. Tenho dúvidas, meus amigos: neste caso sou uma mulher de pouca fé.

 

"Ah e tal, o sexo não é o mais importante"

 

Cada um é livre das suas opções, mas sempre me irritaram os falsos pudores em relação ao sexo. Algum dia eu me casava com alguém sem saber se algo tão fundamental como a vida sexual resulta? Certamente que não. Não sou a maior adepta do sexo ocasional só porque não há mais nada engraçado para fazer, mas convenhamos: o prazer deve fazer parte da nossa vida e, inclusive, da nossa realização emocional.

Se até mesmo um casal com muita química sexual enfrenta invariavelmente problemas de monotonia, o que será daqueles que nunca se entenderam debaixo dos lençóis? Todos sabemos que raramente uma primeira vez corre a 100% e que o conhecimento mútuo pode operar evoluções milagrosas na hora H. Mas também há verdadeiros casos de falta de química, em que aquelas duas pessoas simplesmente não encaixam bem. Nunca vos aconteceu? Ninguém gosta de admitir, é certo. Mas sem vergonhas: a mim já. E escusado será dizer que não acabou em casamento...

A eterna ideia do "ah e tal o sexo não é o mais importante" é uma frase batida que me tira do sério. Claro que uma relação se deve basear em muitas outras coisas - diria eu que, acima de tudo, no respeito, cumplicidade e compreensão - mas não será a satisfação sexual também algo fundamental entre duas pessoas que embarcam numa vida a dois?

Via A Vida de Saltos Altos



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Sexta-feira, 03.12.10

O Androide é para meninos

 

Um estudo realizado pela Nielsen conclui que as mulheres preferem o iPhone ao Android, ao contrário dos homens que gostam mais do sistema operativo da Google.

 

A companhia de estudos de mercado revela que, na União Europeia, 32,6% dos homens com intenção de comprar um smartphone vai adquirir um com o software Android e só 22,8% das mulheres manifesta a mesma intenção. Na hora de comprar um telemóvel inteligente, o iPhone está na lista de compras de 30,9% das mulheres e 28,6% dos homens.

 

O Blackberry consegue praticamente o empate: 12,5% das mulheres e 12,8% dos homens optará por este aparelho na hora de escolher um novo telemóvel.

 

Via Ionline



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Terça-feira, 30.11.10

Cérebro feminino é mais activo que o masculino

 

Já se dizia que o cérebro dos homens entra em repouso com mais facilidade que o das mulheres, mas agora há uma explicação científica para isso: a actividade do cérebro é mais intensa nas mulheres do que nos homens. É por isso que eles conseguem ficar sem pensar durante um período maior de tempo.

A descoberta surgiu por acaso, quando Adriana Mendrek, investigadora canadiana do departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal e do Centro de Investigação Fernand-Seguin, estudava várias pessoas no âmbito de uma investigação sobre esquizofrenia, comparando a sua actividade cerebral. Na análise, foram estudadas 42 pessoas não afectadas por esta doença, dos 25 aos 45 anos, realizando uma tarefa com uma figura em 3D enquanto a sua actividade cerebral era medida por ressonância magnética. A medida desta actividade foi registada quando os sujeitos, de ambos os sexos, descansavam. A partir daí a equipa de Mendrek verificou que enquanto as mulheres reflectiam sobre aquilo que tinham acabado de fazer e pensavam naquilo que iriam realizar depois, os homens se limitavam a descansar. A investigadora defende que as mulheres gerem mais tarefas e têm mais preocupações, mesmo na sociedade actual, facto que pode estar ligado a uma actividade cerebral mais intensa. Resta saber quais são as medidas da actividade cerebral que definem uma ligação entre os papéis das hormonas e da pressão social nas mulheres, em comparação com os homens.



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Terça-feira, 02.11.10

Acidentes com brinquedos sexuais

 

 

A primeira vez que ouvi uma história de alguém que sofreu um acidente com um vibrador foi no final do ano passado. Um quase acidente, na verdade, muito mais engraçado do que trágico. Uma amiga me contou que, depois de um jantar romântico com o namorado, os dois voltaram para casa animados e ele pegou o vibrador dela (um massageador de clitóris, pequeno, portanto, cuja função não é penetrar a vagina) para estimulá-la. Só que ele se empolgou demais e introduziu o massageador nela. Resultado: o objeto ficou preso dentro dela… e vibrando. Ela disse que ficou desesperada, quase chorando, em pé na cama –  já se imaginando na emergência do hospital explicando para os médicos o que tinha acontecido -, enquanto o namorado tentava resgatar o objeto perdido. No fim, o vibrador foi retirado das profundezas sem a necessidade do vexame no hospital.

 

Mas contei tudo isso porque acabei de ler uma matéria que fala sobre acidentes com brinquedos sexuais. O artigo diz que a maioria das histórias que circulam pela internet (nos Estados Unidos) é lenda urbana e que a incidência desse tipo de problema é pequena (não me lembro de ter visto muitas histórias do gênero circulando por aqui). O autor cita o que diz ser o primeiro estudo populacional sobre o tema, publicado em 2009 na revista científica “Sex and Marital Therapy”. Os pesquisadores levantaram, durante onze anos, todos os registros de acidentes envolvendo brinquedos sexuais em prontos-socorros dos Estados Unidos. Não foram levados em consideração aqueles que envolviam outros tipos de objetos, como tubos de desodorante, escovas de dentes etc… (minha irmã trabalha em um hospital e sempre conta histórias divertidíssimas envolvendo a retirada de tais objetos de lugares impensáveis- assunto para um próximo post). Eis as conclusões do estudo:

  • 6799 pessoas de 20 anos ou mais foram tratadas nos prontos- socorros dos Estados Unidos por conta de acidentes envolvendo brinquedos sexuais
  • Os homens se acidentaram mais do que as mulheres
  • Pessoas de 30 a 39 anos foram as que mais se machucaram
  • 74% dos acidentes envolviam um vibrador, 13% dildos, 2% anéis e 11% outros
  • 78% dos ferimentos foram anais, 18% na vagina e no pênis e 4% outros

Você já sofreu algum acidente (ou quase) envolvendo brinquedos sexuais?

 

Via sexpédia



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Segunda-feira, 01.11.10

Sexo no primeiro encontro é prejudicial para as relações

 

Acabei de ler um estudo meio confuso, segundo o qual casais que esperam o relacionamento ficar sério para transar têm uma relação de maior qualidade. Para chegar à conclusão, o sociólogo Anthony Paik, da Universidade de Iowa, entrevistou 642 adultos  sobre a qualidade de seus relacionamentos (com perguntas como: qual o nível de intimidade, planos para o futuro, o quanto ama o parceiro e como seria a vida da pessoa sem o parceiro). Também perguntou em que estágio do relacionamento tiveram a primeira relação sexual. Aqueles que esperaram a relação ficar mais séria para transar foram os que reportaram os maiores níveis de satisfação.

O pesquisador conclui dizendo que talvez o problema não seja o sexo prematuro e sim a personalidade das pessoas que fazem sexo nos primeiros encontros. Segundo ele, essas pessoas reportam menos satisfação nos relacionamentos duradouros, pois tendem a ter mais relacionamentos de menor duração, já que não costumam investir tempo o suficiente neles. Procurei dados na pesquisa que justificassem a teoria, mas não achei nada. Não consegui ver nenhuma lógica nessa interpretação. Queria saber a opinião de vocês.

 

Via Sexpedia



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Terça-feira, 26.10.10

sexo, os homens pensam, as mulheres fazem

Estudo mapeou quantas vezes o assunto é lembrado diariamente por homens e mulheres

 

Que os homens pensam mais em sexo do que as mulheres você deve imaginar. Agora uma nova pesquisa mapeou quantas vezes por dia eles pensam no assunto.

Um levantamento feito pela empresa de pesquisa OnePoll.com mostrou que eles lembram do tema cerca de 13 vezes ao dia, ou seja, um total de 4.745 ao ano! Já na cabeça feminina o sexo está presente pelo menos 5 vezes ao dia (1.875 ao ano).

Pensar mais vezes no assunto (teoria) não se reflete na prática. Os homens declararam que fazem sexo somente duas vezes por semana — ou seja, média de 104 vezes ao ano. Outro dado: 75% dos entrevistados responderam que estão satisfeitos com essa frequência sexual.

 

Via Donna DC



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Domingo, 10.10.10

Sexo sem complexos

 

Que a masturbação causa cegueira, que a sexualidade da mulher termina com a chegada da menopausa ou que o sexo ral causa cancro são coisas em que já (quase) ninguém acredita. Os complexos estão a evaporar-se e é agora a criatividade a entrar na cama dos americanos. O maior estudo dos últimos 20 anos sobre práticas sexuais da população dos EUA revela, entre outras coisas, que o número de mulheres que pratica sexo nal duplicou desde 1988, mais de metade das mulheres se masturbou nos 90 dias que antecederam o inquérito e 88% dos homens já fez sexo ral a uma mulher. 

A pesquisa, conduzida por investigadores da Universidade do Indiana e publicada no "Journal of Sexual Medicine", centrou-se num inquérito a quase seis mil pessoas, entre os 14 e os 94 anos. Embora o último estudo sobre sexo tenha sido feito nos Estados Unidos há 20 anos, este já é apontado como o mais revelador do comportamento sexual da população americana desde os dois relatórios Kinsey (1948 e 1953). O inquérito foi feito via online, para permitir que os inquiridos se sentissem menos inibidos e dessem respostas mais honestas.

"A penetração vaginal ainda é o acto sexual mais comum" entre os adultos americanos, conclui Debby Herbenick, do Centro para Promoção da Saúde Sexual da Universidade do Indiana. No entanto, os "resultados demonstram que há muito mais variedade no repertório sexual", acrescenta o investigador. 

Os adultos descreveram mais de 40 combinações de práticas sexuais nas últimas vezes que fizeram sexo. Entre os homens com idades entre os 25 e os 29, 6% admite ter experimentado cinco técnicas - penetração vaginal, masturbação, masturbação a dois, sexo ral e sexo nal - da última vez que dormiram com alguém. Do lado das mulheres, 16% das que têm idades entre os 18 e os 24 confessa ter experimentado quatro dessas cinco técnicas num só encontro. Curiosamente, 8% das mulheres entre os 50 e os 59 dizem o mesmo. 

O sexo ral também deixou de ser tabu: 69% dos homens inquiridos dizem que o fizeram no último ano e mais de metade das mulheres confirma-o. 

A relação descomplexada com o sexo nal é, para os investigadores, um dos maiores sinais das mudanças na mentalidade americana nas últimas duas décadas. Se um estudo de 1988, da Universidade de Chicago, sugeria que apenas 12% das mulheres entre os 25 e os 29 tinham experimentado sexo nal no último ano, esse número agora cresceu para 21%. E ascende mesmo aos 45% quando se trata de ter experimentado sexo nal pelo menos uma vez na vida. 

Embora só 7% dos homens e mulheres inquiridas se assumam homo ou bissexuais, quase 15% das mulheres na casa dos 30 confessa já ter feito sexo ral a outra mulher. 

As contradições surgem no plano da satisfação sexual: o número de mulheres que atinge o orgasmo, afinal, não corresponde ao número de orgasmos que os homens pensam proporcionar. Quase 85% dos homens disseram que a sua parceira atingiu o orgasmo no último encontro, mas só 67% das mulheres o confirmaram.

 

Via ionline



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Sábado, 02.10.10

Relacionamento duradouro reduz desejo sexual feminino

 

Relacionamento duradouro reduz desejo sexual feminino

 

 

Uma pesquisa alemã, publicada na revista científica Human Nature, revelou aquilo que muitos casais já sabiam. A maioria das mulheres tem diminuição do desejo sexual após anos em uma relação estável.



Cerca de 60% das mulheres entrevistadas afirmaram que queriam sexo frequentemente no início do relacionamento. No entanto, depois de quatro anos de união, esse índice caiu para menos de 50% e, depois de 20 anos, para apenas 20%.

A libido permanece inalterada para 60% a 80% dos homens, independentemente do tempo de relacionamento. Foram entrevistados 530 homens e mulheres.

Por outro lado, 90% das entrevistadas disseram considerar o carinho um fator importante no relacionamento, mesmo depois de anos de relacionamento. Ao contrário dos homens – apenas 25% disseram esperar carinho das esposas depois de dez anos de casados.

Para o psicólogo Dietrich Klusmann, principal autor do estudo, essa diferença pode estar relacionada à evolução humana. “As mulheres evoluíram para ter uma alta dose de desejo sexual no início de um relacionamento, com o objetivo de formar um vínculo com o parceiro. Uma vez consolidado esse vínculo, seu apetite sexual decai”.

Segundo Ângelo Monesi, psicoterapeuta especializado em terapia sexual e membro do Instituto Paulista de Sexualidade, é normal que a libido da mulher caia com o passar dos anos. “As mulheres se interessam mais por sexo no início porque coincide com a fase da paixão, que dura no máximo três anos”. Depois disso, o relacionamento vira amor ou amizade.

“Vejo casos assim todos os dias no meu consultório. A fantasia da mulher mais elaborada, ela precisa ser conquistada constantemente, ser assediada, elogiada. Se o parceiro não colabora, ela se desinteressa”.

É o que acontece em muitos casamentos, quando marido e mulher tornam-se apenas amigos. Por isso, cabe ao casal investir diariamente na relação para não deixar o amor esfriar. Você concorda?

 

Via ORB



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Sexta-feira, 17.09.10

Os porquês do sexo

 

O SEXO EMAGRECE? Num artigo publicado em 2003 pela revista canadiana "Homemakers Magazine" e citado pelas Selecções do Reader''s Digest, o urologista Dr. Jay Lee indica que uma mulher de 65 kg queima cerca de 90 calorias em 20 minutos de sexo, quase tanto como num jogo de ténis e mais do que num passeio de bicicleta. Já o médico Luís Gerk de Azevedo Quadros, doutorado em Ginecologia em São Paulo, referiu em 2004 na revista "Isto é Gente" que um acto sexual intenso durante 15 minutos pode queimar até 300 calorias e que o esforço físico despendido no acto sexual ajuda a fortalecer as pernas, os glúteos e o abdómen. No entanto o médico coloca um travão nos mais impetuosos, ressalvando que o sexo pelo sexo pode ser prejudicial até em termos físicos. 

"DÓI-ME A CABEÇA" É UMA DESCULPA VÁLIDA? Segundo o artigo da "Homemakers Magazine", não. A peça cita um estudo realizado no Illinois em que 11 das 34 mulheres sujeitas a análise sentiram um alívio total ou parcial das enxaquecas depois de atingirem o orgasmo. No mesmo artigo, o Dr. Lee refere que o aumento de endorfinas libertadas durante o sexo prolonga-se até três horas. Uma opinião que vai ao encontro da publicada por Luís Quadros em 2004, quando sublinhou na "Isto é Gente" que a relação sexual favorece a produção de endorfina, serotonina e dopamina, substâncias antidepressivas. Já Stuart Brody, da Universidade de Paisley (www.uws.ac.uk) na Escócia, realizou em conjunto com o investigador Rui Miguel Costa um estudo cujos resultados foram publicados no "Archives of Sexual Behavior" e sugeriram que o sexo pode ser um elemento importante na prevenção da depressão e na melhoria da saúde mental.

EXISTEM MESMO PREDADORAS SEXUAIS? Alegadamente há várias, mas nem todas terão justificação clínica. A britânica Donna Glover foi notícia recentemente no "News of the World" devido à sua ânsia constante por sexo, consequência de uma doença que atinge uma em cada seis milhões de pessoas. Trata-se da síndrome de Kleine-Levin, também denominada síndrome da Bela Adormecida, caracterizada por uma necessidade excessiva de sono e uma elevada desinibição sexual. Ao jornal inglês, Donna relata uma vez quando um homem que a observava no supermercado a abordou e se apresentou. Poucos minutos depois estavam num parque a fazer sexo rápido. A britânica afirma que nestes episódios é invadida por um desejo tremendo de sexo, o que a leva a procurar parceiros na internet, levando o seu histórico de parceiros sexuais para mais de 150 segundo a própria. Os tratamentos mais radicais para esta patologia passam pelo recurso a anfetaminas e lítio. 

EMPREGADAS "BOAZONAS" RECEBEM MELHORES GORJETAS? Parece um comportamento básico e primário, mas a julgar pelo estudo do Professor Michael Lynn, da Universidade de Cornell (www.cornell.edu) em Nova Iorque, parece ser verdade. Lynn realizou uma pesquisa com 374 mulheres que trabalharam como empregadas de mesa em Nova Iorque e concluiu que factores relacionados com a aparência, como o tamanho do peito e a cor do cabelo, são preponderantes na gorjeta oferecida pelos clientes. Nesta pesquisa, mulheres na casa dos 30 anos, com peitos generosos, cabelos loiros e corpos esguios receberam maiores gorjetas que as restantes empregadas. Conclusões que não surpreendem quem leu no "Journal of Experimental Social Psychology" o estudo realizado pela Universidade de Radboud (www.ru.nl) na Holanda, que revelou que a presença de mulheres bonitas afecta a capacidade cognitiva dos homens.

AGORA (MAIS) A SÉRIO... Com mais ou menos credibilidade, estudos como estes contribuem para mistificar ainda mais as questões relacionadas com a sexualidade feminina. Para contrariar todos os mitos e sublinhar todas as verdades, a Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Lisboa receberá amanhã a conferência "Sexualidade Feminina, Mitos e Verdades". Olhando para o painel de convidados, sobressai a diversidade de competências dos oradores, a contrariar qualquer pensamento mais leviano em relação a uma iniciativa deste género. Radmila Jovanovic, ginecologista; o cirurgião plástico João Anacleto; Laira Ramos, fisioterapeuta; a sexóloga Erika Morbeck; Marília Pereira, enfermeira especializada em Saúde Materna e Obstetrícia; Paula Ferreira, especialista em medicina tradicional chinesa; a terapeuta corporal Paula Salgado e o mestre de ioga tântrico Swami Mahalayananda Saraswati compõem um elenco multidisciplinar, preparado para esclarecer todas as dúvidas que sempre teve e nunca ganhou coragem para partilhar. 

Conferência "Sexualidade Feminina, Mitos e Verdades"; Amanhã, 14h00; Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Lisboa; Bilhetes: 30€, à venda na Ticketline (www.ticketline.pt); Site: sexualidadefeminina-mitoseverdades.blogspot.com

 

Via iOnline



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Sexta-feira, 10.09.10

 

 Homens ricos dão mais prazer no sexo

 

 

Afinal, parece que o dinheiro atrai mesmo as mulheres...

Se pensava que a história dos diamantes serem os nossos melhores amigos já era...bem, a Ciência provou o contrário

Amor e uma cabana não parecem ser a prioridade actual das mulheres. Se dinheiro é símbolo de prestígio, segurança e estatuto, o cérebro e a libido femininas seguem-lhe o rasto e parecem sentir-se rendidas a um homem 'endinheirado'. A conclusão não saiu da nossa cabeça. Dois cientistas, da Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha, decidiram averiguar qual é o real peso da fortuna pessoal de um homem quando o assunto é atrair mulheres.

Para alcançar esse objectivo, recorreram a uma base de pesquisa chinesa, que reúne informações relativas a mais de cinco mil pessoas. Destas, e de entre as 1534 mulheres comprometidas que responderam ao questionário, apenas 121 admitiram ter orgasmos sempre que têm relações, 408 confessaram que os tinham com frequência, 726 limitaram-se a comentar 'às vezes' e 243 encontram-se no grupo daquelas que raramente atingem o clímax.

Quando foram averiguar as causas, Thomas Pollet e Daniel Nettles concluíram que as mulheres que mais orgasmos tinham eram aquelas que mantinha relações com homens mais 'abastados'. Isto explicar-se-ia porque, a nível evolutivo, o dinheiro e a ascensão profissional seriam sinal de que eram machos de 'qualidade superior' o que agiria inconscientemente a nível do prazer feminino.

Dá que pensar, não dá?

 

 

Via Activa



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Terça-feira, 31.08.10

Pais erram nas doses de medicamentos

 

A maioria dos pais erra na dose de medicamentos que dá aos filhos. E muitos põem as crianças em risco ao abusarem de remédios de venda livre para a tosse, febre e constipação. A conclusão é de um estudo de uma equipa de investigadores da Universidade de Sydney, na Austrália, e foi apresentado no Congresso Mundial de Farmácia, que decorre esta semana em Lisboa.

Os investigadores estudaram quase 100 adultos - 53 mães, sete pais e 37 amas e outros responsáveis pelo acompanhamento de crianças entre os quatro e os cinco anos, durante o dia. E concluíram que os erros nas doses de medicamentos, em particular os xaropes, são responsáveis por um elevado número de intoxicações que ocorrem todos os anos.

A maioria usa colheres para medir a quantidade certa de tratamento, mas acaba por fazer mal as contas e administra uma dose errada. Sessenta e um por cento erram as medidas, 44% porque não dá o remédio suficiente, 17% porque exageram e levam as crianças a tomar medicamentos a mais.

A equipa australiana, liderada pela médica Rebekah Moles, testou ainda os conhecimentos dos pais na identificação das situações em que deve ser dada medicação. Criaram cenários hipotéticos - um exemplo era as crianças sentirem-se quentes, irritadiças, mas continuaram a brincar, a beber e a comer - e perguntaram aos responsáveis pelas crianças como agiriam se a situação fosse real. Durante a simulação, forneciam medicamentos de venda livre, várias colheres e outros instrumentos de medição. Os voluntários decidiam em que situações administrar medicamentos e eram depois convidados a medir a dose certa.

Para surpresa dos investigadores, 7% dos voluntários decidiram dar medicamentos às crianças sem medir a febre e outros 46% optaram por recorrer a tratamentos mesmo quando a temperatura estava abaixo dos 38oC. Contas feitas, apenas 14 dos adultos tomaram a decisão certa em cada cenário.

"Ficámos surpreendidos e preocupados ao concluir que há pessoas que pensam que os medicamentos são seguros só porque podem comprá-los sem receita médica", afirmou a coordenadora do estudo. Rebekah Moles deu ainda o exemplo de um pai que respondeu "que como o Panadol está disponível em todo o lado, dar o dobro da dose não poderia fazer qualquer mal à criança".

O estudo terá continuação, com os investigadores a visitarem farmácias e lojas de medicamentos sem receita, para perceberem se são dados os conselhos certos.

Remédios lideram no país Os números portugueses dos últimos anos apontam para uma média de 30 crianças intoxicadas por dia. Os medicamentos estão no topo da lista das intoxicações em crianças, à frente de detergentes, lixívias e produtos tóxicos. Mas os dados divulgados pelo Centro de Informações Antiveneno (CIAV) do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) não permitem perceber a forma como os bebés chegam aos remédios. Certo é que os medicamentos são responsáveis por mais de seis mil ocorrências num universo de cerca de 10 mil. É mais de metade dos casos que motivam chamadas para este serviço, o que levou o INEM a lançar há uns anos uma campanha nacional de prevenção para o fenómeno

 

Via Ionline



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Sábado, 07.08.10

Quando as mulheres são mais atraentes

 

Um estudo para a televisão britânica QVC que envolveu mais de 2 mil inquiridos chegou à conclusão que as mulheres atingem o pico da sua beleza aos 31 anos. A chave está na confiança, dizem. 70%dos inquiridos referiu a confiança como factor fundamental para que uma mulher seja considerada atraente. O requisito ficou assim acima da “beleza física” com 67% e o “estilo” com 47%.

Os homens e mulheres entrevistados receberam fotografias de actrizes, apresentadoras  e modelos de diferentes idades para analisar e votar quanto ao seu “grau de atracção”. As de 31 receberam mais votos que todas as outras. Aos 31, a mulher pode não estar em plena forma física mas está mais confortável com a sua aparência e posição na sociedade.

Já antes se teria tentado equacionar “a idade ideal” através de outros estudos. Em 2001, os americanos consultados por uma firma de Marketing, a Roper Starch Worldwide, indicaram que as mulheres são mais atraentes aos 38 anos.

Dan Lecca, fotógrafo de moda que nos últimos 30 anos teve inúmeras modelos e celebridades em frente à sua lente, concorda, dizendo que já fotografou mulheres fantásticas aos 45 e 50 anos, e justifica o facto ao Thestar.com “A felicidade interior, fazer algo que gosta ou estar apaixonada, faz com que a mulher se revele na sua melhor forma.”

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 14.07.10

Sexo, elas preferem com roupa

 

Londres (Inglaterra) - Uma pesquisa realizada pelo site MyCelebrityFashion.co.uk revelou que 48% das mulheres preferem não tirar toda a roupa durante o sexo. A razão segundo elas seria a falta de confiança no seu corpo.

No entanto a pesquisa também revelou que nem todos os homens aprovam. Quando perguntados se eles gostam quando sua parceira fica com alguma peça de roupa, apenas 36% responderam que sim.

Os números também indicam que 61% das mulheres preferem ficar com o sutiã.

Uma relação no escuro também é preferida pela maioria feminina, 61% delas apóia a idéia. Já entre os homens, 37% dos homens gostam de um escurinho.

Para o diretor de marketing do site, a pesquisa revelou que uma peça de roupa é importante quando se trata da confiança do corpo feminino. "O fato das mulheres afirmarem que preferem manter um item, mostra que a auto-confiança pode estar por baixo. Nestes casos a roupa pode melhorar a imagem da mulher.

O portal entrevistou 1563 pessoas.

 

Via O Dia Online



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Terça-feira, 06.07.10

Carros de cor vivas são menos roubados

 

Se o seu carro tiver uma cor viva como o amarelo ou cor-de-rosa tem menos hipóteses de serassaltado. A conclusão é de um  estudo que analisou informações sobre o parque automóvel na Holanda.


Vox Ben Vollardautor do estudo, baseou-se na prática dos estudantes holandeses que pintam as suas bicicletas de amarelo ou rosa para ser mais fácil detectar os ladrões.


Ao aplicar esta ideia aos automóveis, a  empresa que realizou este estudo descobriu que a cor tem um impacto significativo nos índices de roubo automóvel. Ao que parece, os ladrões, fazem uma análise de mercado antes do roubo, e estas cores vibrantes, mais incomuns, valem menos no mercado do que comparadas com o pretocinzaazul que são os preferidos; amarelo,cor-de-rosavermelho são as cores que reduzem a probabilidade de o seu carro ser roubado.

 

Via Ionline



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Sábado, 03.07.10

O facebook começa a cansar

 

Um em cada cinco adolescentes está farto do Facebook, revela um inquérito feito pelo site de jogos roiworld.com a 600 adolescentes entre os 13 e os 17 anos de idade. Esta faixa etária começa a demonstrar sinais de fadiga, e diz já não utilizar o serviço ou estar a perder o interesse.
Do grupo que decidiu abandonar o Facebook, 45% diz ter perdido o interesse, 16% desiste porque os pais também têm conta, 14% diz que há demasiados adultos na rede e 13% estão preocupados com a privacidade da sua informação pessoal.
Apesar destes dados o inquérito revela que o Facebook ainda é a rede social mais popular entre os adolescentes - 78% tem um perfil criado e 69% acede regularmente ao serviço. O YouTube vem em segundo com 64%, seguindo-se o Myspace e o Twitter, com 41% e 20% respectivamente. 
O estudo também demonstrou que os jogos no Facebook são uma das principais razões pela qual os adolescentes se mantêm nesta rede social – jogam durante metade do tempo que passam nesta rede social. 43% afirma já ter gasto dinheiro com estes jogos, seja na compra de moeda virtual, ou num dos mais variados produtos ou serviços que é possível adquirir hoje em dia.

 

Consulte o estudo completo aqui

 

Via ionline



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Sábado, 19.06.10

Os homens e a sintonia mental no sexo

 

"Queríamos descobrir como a experiência subjetiva do desejo sexual em uma pessoa é espelhada pela resposta fisiológica e se existe diferença entre homens e mulheres", afirma a professora de psicologia Meredith Chivers, que participou do estudo.

Os pesquisadores analisaram 134 estudos publicados entre 1969 e 2007, que envolveram mais de 2,5 mil mulheres e 1,9 mil homens e sugerem que "sentimentos de vergonha" poderiam ser uma das causas para a diferença nas mulheres.

Os autores do estudo citam uma série de outras hipóteses para explicar as diferenças. Entre elas, o fato de a anatomia genital feminina ser mais interna, gerando uma resposta ao desejo sexual menos visual.

Outra hipótese levantada pela pesquisa é o "excesso de mensagens culturais negativas relativas aos órgãos genitais femininos e à menstruação, que poderiam se juntar a sentimentos de vergonha ou constrangimento em relação a sensações genitais para as mulheres".

O estudo foi publicado na revista especializada Archives of Sexual Behavior. 
Estímulos 
Os participantes dos estudos foram questionados quanto ao desejo que sentiam durante e depois da exposição a uma série de estímulos sexuais.

A medida subjetiva do desejo foi comparada a respostas fisiológicas como mudanças na ereção, no caso dos homens, e mudanças no fluxo sanguíneo na região genital, no caso das mulheres.

As avaliações subjetivas dos homens combinavam mais com suas medidas fisiológicas em comparação com as mulheres. 
Os pesquisadores canadenses afirmam que, entre os homens, o cérebro e o corpo estavam, quase sempre, de acordo. No entanto, entre as mulheres, foram registradas mais incongruências entre o cérebro e o corpo.

"A compreensão das medidas do desejo é muito importante para avanços práticos e teóricos no estudo da sexualidade humana", avalia Chivers.

"Nossos resultados têm implicações para a avaliação do desejo sexual, a natureza das diferenças de gênero no desejo sexual e modelos de resposta sexual", completa a professora.

 

Via Ultimo segundo



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Quarta-feira, 09.06.10

Quem disse que o café acorda as pessoas?

 

Não se consegue concentrar no trabalho enquanto não tiver bebido o café da manhã? Se é consumidor habitual de cafeína, o mais provável é que precisa desse café para curar a "ressaca nocturna", sugere um estudo do departamento Experimental de Psicologia da Universidade de Bristol, no Reino Unido, publicado no "Neuropsychopharmacology Journal". Segundo os investigadores, os aficionados do café não ficam mais despertos do que os que não costumam ingerir cafeína logo de manhã.

Nos viciados em cafeína, a sensação de alerta matinal provocada pelo café pode ser apenas resultado da síndrome da abstinência, mostra o estudo. "Apesar de nos sentirmos alertados por ela, é apenas a cafeína a trazer-nos de volta ao normal", confirma Peter Rogers, autor do estudo. Para a experiência, a equipa contou com um grupo de 162 voluntários que não bebem café ou ingerem menos de 40 mg por dia (uma "bica" normal tem 94,5 mg) e outro com 217 consumidores moderados e exagerados. Após 16 horas de abstinência, os cientistas deram-lhes uma dose de cafeína e um placebo. Depois, foram submetidos a uma série de testes para avaliar a atenção e a memória. No final, o nível de alerta nos "grandes consumidores" que ingeriram café após 16 horas não foi mais elevado do que nos que não costumam acordar com cafeína e receberam o placebo. O estudo ajudou ainda a provar o vício: os "agarrados" ao café que receberam o placebo viram o seu nível de alerta diminuir e sentiram dores de cabeça.

Podemos então concluir que uma bica não é um estimulante cerebral de manhã? "O estudo sugere que o café não é tão eficaz como se pensa, mas é, de facto, um estimulante! Se uma pessoa está sonolenta, a cafeína é recomendável", nota ao i a neurologista Teresa Paiva. "Provavelmente, não é a melhor solução para estar apto cognitivamente de manhã, mas não sei se é assim ao longo do dia."

Para a especialista em fisiologia do sono, "a sensibilidade à cafeína tem grandes variações individuais" e cada pessoa tem características biológicas próprias, que podem variar com a idade. De resto, vários estudos provam que duas a três chávenas diárias ajudam a prevenir doenças degenerativas como Parkinson e Alzheimer, lembra Teresa Paiva. O estudo mostra, contudo, uma subida de ansiedade nos que não costumam beber café ou só consomem bebidas com cafeína como Coca-Cola, ao contrário dos "viciados", que desenvolvem tolerância ao efeito.

Para os que acreditam ser impossível despertar sem cafeína, experimentem um passeio ou uma boa noite de sono, sugere a neurologista Paula Esperança.

 

Via Ionline



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Terça-feira, 01.06.10

O vinho tinto excita as mulheres

 

O interesse das mulheres pelo vinho cresceu significativamente nos últimos anos. Sobretudo pelo tinto. São elas que pede a lista de vinhos nos restaurantes e quando não o fazem não é porque não queiram, mas sim porque parece melhor ser ele a pedir.


Em casa a situação é idêntica. São elas que escolhem os vinhos para a garrafeira ou escolhem o vinho que vão servir aos convidados.Quem se ponha a observar num restaurante, rapidamente percebe que num jantar só de mulheres é quase obrigatório as garrafas de vinho tinto estarem presentes na mesa, bem como a euforia e a satisfação ao bebê-lo. Amigos com quem falei e que estão na área da restauração foram peremptórios: as mulheres são de tal forma potenciais clientes na escolha dos vinhos que podem muito bem vir a ultrapassar os homens no hábito de consumo desta bebida nos restaurantes.


Só podia ter sexo à mistura


Comecei a interrogar-me sobre o porquê das mulheres gostarem tanto de  vinho tinto. Eu própria aprecio vinho tinto e sou bastante selectiva no que toca as escolhas. Decidi, por isso, fazer uma pesquisa sobre do assunto e, claro está, descobri que, além de fazer bem ao coração (que não é novidade), também abre o apetite sexual às mulheres. Tinha de estar relacionado com sexo...
Italianas cobaias


A propósito do consumo de vinho pelas mulheres, a Universidade de Florença fez um estudo com 798 italianas com idades compreendidas entre os 18 e 50 anos.


Os pesquisadores dividiram as mulheres em três categorias, de acordo com o hábito diário de consumo de vinho: as mulheres que bebem regularmente de um a dois copos de vinho; as que não consomem vinho; e as que bebem mais de dois copos de vinho por dia. Além disso, as voluntárias também responderam a questionários com 19 perguntas sobre sexualidade, com o objetivo de medir o FSFI (Female Sexual Function Index), uma medida usada noutros estudos científicos.


O grupo de mulheres que apresentou os maiores índices de desejo sexual, de acordo com as respostas dos questionários, foi aquele onde as mulheres consumiam um a dois copos de vinho por dia.


Os estudiosos destacam, no entanto, que a pesquisa precisa de ser encarada com cautela, não só devido à dimensão reduzida da amostra, mas também pela falta de dados provenientes de exames laboratoriais. Talvez por isso, o estudo apenas sugere uma correlação entre o consumo de vinho tinto e a libido feminina.


Outra ressalva feita pelos pesquisadores refere-se a questões como a excitação, satisfação e orgasmo. Ou seja, o vinho pode até fazê-la querer mais, no entanto, isso não significa um orgasmo garantido.


Dois copos e chega


O consumo moderado de vinho tinto pode aumentar a libido sexual feminina. E por que é que eu sublinhei o moderado? Porque se beber demasiado ou, inclusive, se ficar embriagada, pode dar-se precisamente o inverso da situação: simplesmente pode não conseguir ter relações sexuais.

 

Portanto, já sabe: Beba dois copos por dia, que dá saúde e alegria, além de um grande prazer sexual.

 

Via a Vida de saltos altos



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Quarta-feira, 12.05.10

Mulhgeres excitam-se mais que os homens

 

Um estudo inédito sobre a sexualidade feito em Portugal, no Sexlab da Universidade de Aveiro, vem contrariar décadas de convicções instaladas. Afinal, a pornografia surte mais efeito nas mulheres do que nos homens.

Este estudo, levado a cabo com 60 voluntários nacionais, concluiu que o pensamento e as emoções positivas são determinantes para o prazer sexual. As variáveis psicológicas são determinantes nas relações sexuais, sobretudo para as mulheres. E elas, perante a observação de filmes com conteúdos sexuais exp'lícitos, ficam mais excitadas e têm mais prazer do que os homens.

Já ao nível da observação fisológica - erecção masculina e vasocongestão vaginal feminina -, as diferenças entre géneros não foram tão substanciais. A chave está na cabeça.

 

Via expresso



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O segredo da eterna juventude

 

Brooke Greenberg pesa 7 quilos e mede 76 centímetros - o normal para uma criança de um ano. Porém, nasceu em 1993. Um grupo de cientistas descobriu-a em Baltimore, nos EUA, e acredita que terá ficado "congelada no tempo" devido a um genoma que retarda o processo de envelhecimento. "Pensamos que o caso de Brooke representa uma oportunidade única para compreender o processo", afirmou Richard Walker, professor da Universidade do Sul da Florida, líder da investigação que pode levar a uma descoberta sem precedentes: o segredo da eterna juventude. "Comparando o genoma de Brooke com o de uma jovem de 17 anos normal, poderemos talvez encontrar os genes que tomaram um caminho diferente, estudar como o fizeram e aprender a controlá-los", explica.

A família de Brooke, em especial Howard Greenberg, pai da criança - que insistiu no estudo que pode vir a ajudar muitas pessoas - está a colaborar com a investigação. "Brooke é uma criança maravilhosa. É muito pura e ainda balbucia como um bebé de seis meses, mas quando comunica sabemos sempre o que quer", conta o pai.

O estudo será debatido na Royal Society, em Londres, esta semana, num encontro em que estarão os mais importantes cientistas na área de investigação do envelhecimento humano. "Brooke pode dar-nos uma oportunidade única: seremos por fim capazes de responder à pergunta 'porque somos mortais?'", conclui Richard Walker.

 

Via ionline



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Domingo, 18.04.10

No Vaticano.. afinal há padres gays

 

Depois da polémica, o esclarecimento: o que o cardeal Tarcisio Bertone queria dizer na segunda-feira, quando ligou a pedofilia à homossexualidade, era que, "no seio da Igreja Católica" - e não entre a sociedade em geral -, a maioria dos casos de abusos sexuais são cometidos por padres gays. A prová-lo está um estudo interno feito pela Congregação para a Doutrina da Fé e ontem revelado pela Igreja Católica, que indica que "apenas cerca de 10% dos casos de abusos são actos de pedofilia; os restantes 90% revelam a atracção entre adultos e adolescentes". Desses, "60% envolvem indivíduos do mesmo sexo e 30% são de carácter heterossexual", informou o Vaticano numa nota divulgada pelo porta-voz Federico Lombardi. 

Bertone afirmara que a homossexualidade "é uma patologia que atinge pessoas de todas as categorias, e padres em grau menor - nestes casos, é um assunto muito sério e escandaloso". Ontem, em tom de desculpa, a Igreja esclareceu que "as autoridades eclesiásticas consideram que não são competentes sobre temas de carácter médico e psicológico e assinalam os estudos especializados e as investigações em curso sobre o tema". 

Segundo o número dois do Vaticano, "foi demonstrado por muitos psicólogos e psiquiatras que não há ligação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros estudos põem em evidência uma ligação entre homossexualidade e pedofilia". "Isto é uma verdade e é o problema", declarou Lombardi. 

Gays reagem As conclusões da Igreja não são, porém, bem recebidas pelas associações de homossexuais. Ao i, Paulo Côrte-Real, presidente da Ilga Portugal, diz desconhecer os dados do estudo. No entanto, considera que a associação entre homossexualidade e pedofilia "é ridícula" e acrescenta que "o importante é que qualquer abuso seja denunciado". O presidente da Ilga vai mais longe e considera que fazer essa relação "é muito grave, além de ser um contributo para o preconceito", que mostra "desconhecimento e desinformação em relação ao problema dos abusos sexuais a menores".

As associações internacionais que defendem os direitos dos homossexuais não estiveram sozinhas nas críticas a Bertone. O governo francês foi o primeiro a reagir às declarações do cardeal, dizendo que se trata de "uma confusão inaceitável" e que a luta contra a discriminação e o "preconceito associado à orientação sexual e à identidade de género" é um "compromisso firme".

Mexicanos pedem perdão A conferência episcopal mexicana juntou-se ontem ao rol de padres católicos que vieram a público pedir perdão pelos abusos sexuais cometidos contra menores, comprometendo-se a levar os suspeitos a tribunal. "Queremos pedir perdão aos que foram vítimas de padres desonestos que, pelos seus actos horrendos, estragaram a vida de crianças inocentes, traíram a sua missão, prejudicaram a instituição e a imagem da Igreja", declararam os bispos mexicanos num comunicado divulgado durante a sua assembleia anual. No mesmo documento, os líderes da Igreja católica no México afirmaram ainda que estão dispostos a deixar que "as autoridades civis intervenham e façam respeitar a lei".

 

Via ionline



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Sexta-feira, 09.04.10

Noivar é bom para a saúde

 

noivado é bom para a a alma e para o corpo, melhora a saúde mental e reduz a probabilidade de peso a mais e de outras doenças. De acordo com um estudo do departamento de psicologia daUniversidade da Florida, noivar tem vantagens semelhantes às encontradas num estudo parecido, sobre o casamento: por exemplo, os casados revelam níveis de depressão, de ansiedade e de stress mais baixos e tendem a conduzir melhor, a beber menos álcool e a fumar menos.

estudo "examina se a saúde física e mental varia em função da relação romântica não matrimonial e se este tipo de relações também protege de comportamentos de risco. Pode acontecer que o efeito protector do matrimónio em relação aos comportamentos de risco comece antes, no noivado", explica Scott Braithwaite, coordenador do estudo.

As conclusões da investigação foram publicadas no Journal of the International Association for Relationship Research e contou com a análise de 1621 universitários, com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos.

 

Via Ionline



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Quinta-feira, 25.03.10

1 em cada 5 portugueses sofre de perturbações mentais

 

Os números apanharam de "surpresa" o próprio coordenador nacional para a saúde mental, Caldas de AlmeidaPortugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população e aproxima-se perigosamente do campeão mundial Estados Unidos. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida. Para um grande mal, poucos remédios: 67% dos doentes graves estão sozinhos com o seu problema e nunca tiveram qualquer tratamento.

As conclusões são do primeiro estudo nacional sobre saúde mental, liderado por Caldas de Almeida, da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa. O psiquiatra e também coordenador nacional para esta área explica a falta de tratamento por dois factores: "O estigma social que leva as pessoas a terem vergonha de procurar um médico e ao mesmo tempo a ausência de serviços especializados próximos, que cria dificuldades de acesso." Esta ausência de acompanhamento terapêutico contrasta com o elevado consumo de anti-depressivos e ansiolíticos. Como se explica a contradição? "Provavelmente temos pessoas que não precisam a tomar estes medicamentos e os que realmente precisam a não tomar nada", adianta.

Do total de portugueses com perturbações mentais, 6% apresentam quadros graves - nesta categoria os especialistas colocam a doença bipolar, as que levam a perda de capacidades e as que resultaram em tentativas de suicídio. Os médicos de família, nos centros de saúde, são o recurso mais comum. Nas doenças graves, acompanham quase metade dos doentes (47%), enquanto que os serviços especializados de saúde mental ficam pelos 39%. Isto apesar de Caldas de Almeida sublinhar que para estes pacientes isso não chega, "seguramente vão precisar de cuidados especializados". Também a grande maioria das patologias de gravidade moderada estão sem qualquer tratamento (65%) e as ligeiras que estão por acompanhar chegam aos 82%.

As perturbações mais comuns são as da ansiedade, com 16,5%, que em 3,2% dos casos assume proporções graves. "As pessoas costumam pensar que a depressão é que é grave, mas esquecem-se da ansiedade. Muitas vezes tem consequências também de grande gravidade", refere o coordenador do estudo. Neste conjunto, o mais comum são as fobias a situações específicas, com 8,6%, seguidas da perturbação obsessivo-compulsiva (4,4%). As depressões atingem 8% do total e, dentro destas, os bipolares representam 1%. Para uma segunda fase ficam as doenças psicóticas, como as esquizofrenias. Por terem uma dimensão menor, os casos não foram apanhados neste levantamento. Nas perturbações do controlo dos impulsos, 1,8% dos doentes têm explosões interminentes. O comportamento irado de alguns portugueses ao volante é o exemplo para a manifestação desta perturbação. Caldas de Almeida sublinha ainda que a hiperactividade/défice de atenção, normalmente associada às crianças, tem também expressão nos adultos: representa 0,4% das perturbações do controlo dos impulsos.

O estudo português integra um projecto liderado pela Universidade de Harvard e pelaOrganização Mundial de Saúde, que reúne 30 países. Estes são ainda os dados preliminares e, de acordo com os investigadores, muita da informação recolhida tem ainda de ser analisada. Um dos grandes objectivos é traçar o diagnóstico para depois adaptar os serviços de saúde às necessidades destes doentes. Os dados já recolhidos permitem perceber que a diferença entre Portugal e os restantes estados europeus é abissal. Aos 23% de prevalência nacional, Espanha contrapõe 9,2%,Itália 8,2% e a Bélgica 12%. Próximo do diagnóstico português apenas está a Ucrânia, com 20,5%. "É um padrão atípico", admite Caldas de Almeida. No caso das doenças graves, Portugal supera os 6%, enquanto que os outros países do Sul se ficam por 1%.

Para explicar a complexidade deste levantamento (feito em parceria com o centro de sondagens daUniversidade Católica), Miguel Xavier, outro dos responsáveis pelo estudo, divulgou alguns números: 3849 entrevistados com mais de 18 anos, 150 entrevistadores, duas horas médias para cada entrevista e algumas a chegarem às quatro horas, seis anos desde o arranque do projecto. Pedro Magalhães, da Católica, refere que "foi o maior e mais complexo estudo" daquele centro.

 

Via ionline



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Quarta-feira, 10.03.10

Viver juntos antes do casamento encurta o tempo de casados

 

 As pessoas que vivem juntas antes de se casarem têm menos probabilidades de permanecerem casadas, concluiu um novo estudo. Mas as suas hipóteses melhoram se já estiverem noivas quando forem viver juntas.


A probabilidade de um casamento durar uma década ou mais diminui seis pontos percentuais se o casal tiver coabitado primeiro, assegura a investigação.

O estudo que incluiu homens e mulheres dos 15 aos 44 anos foi feito pelo Centro Nacional de Estatísticas da Saúde, utilizando dados do Censo da Família conduzido em 2002. Os autores consideram coabitação como pessoas que vivem com um parceiro sexual do sexo oposto.

"Na perspectiva de muitos jovens adultos, casarem sem antes terem vivido juntos é insensato", diz Pamela J. Smock, investigadora do Centro de Estudos Populacionais da Universidade de Michigan, em Ann Arbor. "Só porque alguns estudos académicos mostraram que viver junto pode, de certa forma, aumentar as hipóteses de divórcio não quer dizer que os jovens adultos acreditem nisso."

Os autores descobriram que a proporção de mulheres com trinta e muitos anos que nunca coabitaram duplicou em 15 anos, para 61%.

Metade das pessoas que coabitam casam-se no espaço de três anos, concluiu o estudo. Se ambos os parceiros são licenciados, as hipóteses de virem a casar-se aumentam e a união pode durar pelo menos dez anos.

"Os números sugerem que a coabitação ainda é um caminho na direcção do casamento para muitos licenciados, embora possa ser um fim em si mesmo para muitas mulheres com menos habilitações", afirma Kelly A. Musick, professora de Análise Política e Gestão da Universidade de Cornell.

As pessoas que se casam depois dos 26 anos ou têm um filho oito ou mais meses depois do casamento têm mais probabilidades de permanecerem casadas por mais de uma década.

"Como resultado da crescente prevalência da coabitação, o número de filhos nascidos de pais não casados que coabitam também aumentou."

No início da última década, a grande maioria de nascimentos de mães solteiras era de mulheres que viviam com o pai da criança. Apenas duas décadas antes, somente um terço dos bebés eram de casais a viver juntos.

O estudo concluiu que globalmente 62% das mulheres dos 25 aos 44 anos eram casadas e 8% viviam com o companheiro. Entre os homens, os números eram de 59% de casados e 10% daqueles que viviam com as companheiras.

Em média, um em cada cinco casamentos dissolver-se-á no espaço de cinco anos. Um em três durará pelo menos dez anos. Estes números variam de acordo com a raça, a etnia e o sexo. A probabilidade de homens e mulheres negros permanecerem casados durante dez anos ou mais é de 50%. A probabilidade entre os homens hispânicos é mais alta, 75%. Entre as mulheres hispânicas, as probabilidades de que o seu casamento dure pelo menos 20 anos são de 50%.

O estudo concluiu que cerca de 28% dos homens e das mulheres coabitam antes do seu primeiro casamento e que cerca de 7% vivem juntos sem nunca se casarem. Cerca de 23% das mulheres e 18% dos homens casados contraem matrimónio sem nunca terem vivido juntos anteriormente.

As mulheres que não viviam com ambos os pais biológicos ou adoptivos aos 14 anos têm menos probabilidades de se casarem e mais hipóteses de viverem em coabitação do que aquelas que crescem com ambos os pais.

A percentagem das pessoas que nunca se casam varia notoriamente conforme a raça ou a etnia: 63% das mulheres brancas, 39% das mulheres negras e 58% das mulheres hispânicas. Entre os homens no mesmo grupo etário, as diferenças são menos acentuadas. Cinquenta e três por cento dos homens brancos, 42% dos homens negros e 50% dos homens hispânicos são casados ou eram casados na altura do estudo.

Quando chegam aos 40 anos, a maioria dos homens e das mulheres brancos e hispânicos continua casada, mas apenas 44% das mulheres negras se encontram na mesma situação.
 
Via ionline

 



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Quinta-feira, 25.02.10

Sexo e gravidez

 

Estudo do Hospital de Santa Maria mostra que a sexualidade na gravidez gera muitas dúvidas e que um quarto das mães temeu os efeitos da penetração.

 

Medo de magoar o bebé, receio de um aborto espontâneo e de um parto prematuro, redução do desejo, dor, dificuldades em ter lubrificação ou em atingir o orgasmo foram os problemas mais referidos pelas mães para durante a gravidez terem reduzido o número de relações sexuais. Ainda assim, 39 por cento das mulheres disseram que tiveram relações na semana antes do parto, segundo dados recolhidos por investigadores do Hospital de Santa Maria, em Lisboa. 


O estudo conduzido pela médica Joana Rocha Pauleta, do serviço de Obstetrícia, Ginecologia e Medicina da Reprodução do Hospital de Santa Maria, agora publicado no The Journal of Sexual Medicine, contou com 188 mulheres dos 17 aos 40 anos que deram à luz nesta unidade de saúde e permitiu concluir que 25 por cento das mulheres recearam que a penetração vaginal prejudicasse a gravidez. Três das participantes suspenderam mesmo as relações sexuais até ao momento do nascimento do bebé, apesar de os médicos insistirem que numa gravidez sem riscos as relações sexuais não trazem qualquer problema. 

Joana Rocha Pauleta sublinhou em declarações ao PÚBLICO que, apesar das dificuldades, 89 por cento das mulheres não sentiram necessidade de falar com o médico sobre o problema que estavam a ter. "Em geral as pessoas em Portugal têm muita dificuldade em abordar as dificuldades sexuais e são raras as doentes que vêm ter connosco por iniciativa própria. Há muito trabalho a fazer neste campo", admitiu. A médica contou também que foram bastantes as recusas em participar no estudo anónimo, pelo que "os resultados podem ser ainda mais elevados se partirmos do princípio que as pessoas mais abertas são as que responderam". 

A perda do desejo sexual foi outro dos factores apontados por 25 por cento das mulheres e 42 por cento responderam que se sentiram menos sensuais. No que diz respeito às diferenças por trimestre, o estudo - distribuído em 2008 às mães no dia em que tiveram alta da maternidade - permitiu perceber que foi no terceiro trimestre da gravidez que houve uma maior mudança na actividade sexual, com 55 por cento das mães a dizerem que reduziu. Ainda assim, dez por cento admitiram que tiveram mais relações nesta altura. O primeiro trimestre é aquele em que as mulheres dizem ter tido uma maior actividade (45 por cento), seguido do segundo trimestre (36 por cento). 

O sexologista Abel Santos defendeu que é importante explicar ao casal que a gravidez deve ser encarada com naturalidade, mas insistiu que "forçar a sexualidade é claramente negativo e pode pôr em causa as relações pós-parto", uma altura em que "passa a existir mais um membro da família que requer muita atenção dos pais e muitas noites sem dormir". E acrescentou: "É por estes e outros motivos que o casamento é uma aventura exigente a dois que requer muito empenho e amor para ser bem-sucedido".

 

Via Público



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Quinta-feira, 18.02.10

Os divorciados tem mais sexo

 

Uma pesquisa britânica sobre o comportamento sexual de pessoas divorcidas causa polêmica na Grã-Bretanha. Encomendado pelo jornal Telegraph à consultoria Campbell Keegan, o estudo aponta que aqueles que passaram por uma separação fazem mais sexo do que a média da população. 


Segundo o levantamento, que envolveu 1,8 mil pessoas, 68% dos divorciados disseram manter relações sexuais de seis a 20 vezes por mês. Entre os casados, apenas 44% afirmaram fazer sexo com a mesma frequência, contra 38% dos solteiros. 


O uso de Viagra entre os britânicos também é alto. Pelo levantamento, 22% dos homens com mais de 55 anos afirmaram ter usado o medicamento contra a impotência. Entre as mulheres, os brinquedos sexuais fazem muito sucesso - 37% assumiram ter algum item vendido em sex shops em casa. 

O trabalho e a família também causam impacto na frequência da vida sexual do casal. Os aposentados, por exemplo, fazem duas vezes mais sexo do que os britânicos que trabalham. 

"Os divorciados fazem muito mais sexo casual. Muitos entrevistados confirmaram que resolveram aproveitar a liberdade uma vez que terminaram seu relacionamento anterior", avalia Rosie Campbell, uma das psicólogas responsáveis pela pesquisa. 

 

Via Abril.com



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Segunda-feira, 15.02.10

Pepino e tarte de abóbora... o melhor para uma boa noite de sexo

 

 Os conselhos que se seguem são de Alan R. Hirsch, o neurologista norte-americano que mais sabe sobre estas duas coisas: excitação sexual e cheiro. Se continua inspirado pelo Dia dos Namorados, tente esta ementa no próximo jantar romântico: salada de pepinos, tarte de abóbora e donuts. Churrasco está fora de questão e nada de cerejas. Resultará melhor do que qualquer outra coisa, garante a Fundação para o Tratamento e Investigação do Olfacto e do Paladar, com sede em Chicago


Hirsch, de 53 anos e uma carreira que começa na década de 1970 na Universidade de Michigan,Estados Unidos, tem mais de 200 artigos publicados e uma mão-cheia de patentes que utilizam os odores para desvendar distúrbios psicológicos ou alterar a capacidade de aprendizagem. Nunca pensou tornar-se um consultor sexual, mas o caminho acabou por ser incontornável. "Lidávamos com doentes que perderam o olfacto e um dia percebemos que quase um quarto das pessoas sem este sentido desenvolveram disfunções sexuais", explica ao i

Começaram a explorar a relação entre os odores e a excitação sexual. Primeiro experimentaram diferentes perfumes, mas foi uma surpresa quando os melhores resultados apontaram para o cheiro a comida. Em vez de se excitarem com os extractos de plantas, as cobaias pareciam preferir o cheiro de controlo usado pelos cientistas, neste caso bolinhos de canela em forma de caracol, muito apreciados nos Estados Unidos. "Os resultados com o cheiro do bolo ultrapassavam tudo o que era perfume", recorda o investigador. O processo consistia em medir o fluxo sanguíneo do pénis enquanto se testavam diferentes aromas. Concluiu-se que o cheiro a tarte de abóbora com lavanda era a melhor combinação: aumentava 40% o fluxo no pénis. Seguia-se o cheiro a donuts com alcaçuz preto, um estímulo de 31,5%, e o aroma da laranja, com um resultado de 19,5%. Nascia uma nova lista de afrodisíacos com base no aroma, que quase prescindiam da necessidade de comer: "90% do sabor tem a ver com o cheiro", sublinha Hirsch. 

O poder da comida motivou um estudo parecido com mulheres. "São menos excitáveis", resume o investigador. No sexo feminino, o que funciona melhor é o aroma de pepinos e pó de talco, mas só desencadeia um aumento de 13% da irrigação vaginal. Segue-se mais uma vez o alcaçuz e pão com nozes e banana. Já o cheiro a cerejas (-18%) e carne grelhada no churrasco (-14%) se revelaram inibidores da excitação, resultados que não foram encontrados para os homens, sublinha o investigador. Coube-lhe ainda destronar clássicos: "O chocolate não tem qualquer impacto. Nas mulheres, a reacção é mínima e nos homens compensava mais comer uma fatia de pizza com queijo." Traçaram várias teses sobre a relação entre olfacto e excitação para chegarem a um argumento evolucionista: "Nos nossos antepassados, a capacidade de capturar alimento favorecia-os em termos de procriação. Pensamos que a excitação através de comida venha daí." 

Viagra de abóbora 
O grande objectivo não é dar conselhos sexuais, diz Hirsch, que espera utilizar estes estímulos, sobretudo o sucesso conseguido com a tarte de abóbora, para tratar a disfunção eréctil em diabéticos.

"Até hoje não tivemos eficácia, mas experimentámos em fases avançadas da doença em que nem o Viagra funciona", explica o médico, que continua a publicar estudos inesperados. Num deles identificou o sabor preferido dos beijos de homens e mulheres casados e solteiros. As casadas preferem um aroma fresco, os solteiros o sabor a álcool. Noutro estudo traçou retratos psicológicos a partir da sandes preferida - salada com ovo reflectem egocêntricos, frutos do mar agradam aos mais generosos. 

Para amar melhor há menos novidades. Um trabalho recente com corais que poderá dar pistas para o homem concluiu que existe um gene que poderá explicar a associação entre o nascimento e a lua cheia.



publicado por olhar para o mundo às 21:06 | link do post | comentar

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