Quinta-feira, 26.07.12

Fantasias: elas querem romance, eles querem sexo em grupo

 

Independente de serem colocadas em prática ou não, as fantasias sexuais são comuns, seja para homens ou mulheres. De acordo com experiência vividas em seus consultórios e divãs, especialistas já sabiam que elas são diferentes para eles e para elas. A novidade agora é que um estudo realizado na Universidade de Granada, na Espanha, confirmou que há mesmo diferença entre as fantasias sexuais de homens e mulheres. Segundo a pesquisa, enquanto elas fantasiam poucas vezes ao mês com um encontro agradável com uma pessoa específica, os homens fantasiam com muito mais frequência e possuem desejos de experimentação como sexo em grupo e relações promíscuas. 

O estudo foi com 2.250 pessoas com idade entre 18 e 73 anos, que tiveram relações heterossexuais nos últimos seis meses. Quase todos os entrevistados disseram fantasiar com experiências agradáveis. Mas 80 deles relataram já ter tido fantasias desagradáveis. 

O estudo revela que a fantasia desagradável mais comum entre elas foi "ser forçada a ter relações sexuais". Esta fantasia tinha ocorrido ao menos uma vez na maioria da vida das entrevistadas. Para os homens, a fantasia sexual mais desagradável seria manter relações sexuais com outras pessoas do mesmo sexo. 

"O nosso cérebro é o melhor estimulador sexual", diz a sexologista americana Logan Levkoff. "Nós temos que usá-los. Devemos ter uma vida cheia de fantasias. Ter fantasias sexuais não nos faz promíscuos. Nem sugerem que temos dificuldade em nosso relacionamento atual. Fantasias nos tornam seres sexuais saudáveis", afirma. As informações são Huffington Post.

 

Retirado de Band



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Domingo, 13.05.12

 

Mesmo que você já tenha feito pelo menos metade das posições do Kama Sutra, você deve querer repetir sempre uma das posições, pode confessar. Toda mulher tem uma posição sexual que a leva aos céus mais rápido, seja porque ela se sente mais poderosa, ou porque pode abraçar mais seu parceiro, enfim, cada uma tem a sua.

 

Mesmo que todas as posições sejam boas, uma delas, vai te ajudar a ter mais controle dos seus movimentos, e assim, você pode saborear melhor o seu cardápio sexual

 

posição papai e mamãe ainda é uma das posições mais amada pelas mulheres, o standard, digamos, é o básico. Entre algumas pesquisas realizadas por revistas femininas, e bate papo entre mulheres, chegamos a essa conclusão. Mas por quê? Além do olho no olho e abraços apertados, ela permite ver a expressão do outro, e serve para quem está começando a se conhecer sexualmente. Essa posição pode ser chamada de ternurinha, é uma das mais "fofas".

 

A posição de Flor de Lótus, aquele em que a mulher senta sobre o homem, esteja ele sentado ou deitado, também é outra queridinha, pois, dá total controle dos movimentos e da penetração para a mulher, nessa manobra o gato fica totalmente à mercê da fêmea.

 

E haja criatividade, para apimentar a vida? Muitas vezes, pequenas variações do mesmo tema, do lugar da transa, ou mesmo alguma brincadeira quente nas preliminares torna o ato em si, ainda melhor.

 

E você Vilamiga? Qual sua posição preferida? Conte para nós.

 

Retirado de Vila Dois



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Sábado, 21.04.12

 

Por mais que o homem se esforce para descobrir as zonas erógenas da parceira, somente ela sabe a maneira certa de ser estimulada para atingir o orgasmo. O problema é que muitas mulheres, literalmente, não se tocam, seja por vergonha ou por educação repressora, e é justamente essa falta de conhecimento do próprio corpo que atrapalha na hora do sexo.

 

A mulher que não se estimula, conforme a psicóloga clínica e sexóloga Maria Lúcia Beraldoexplica, se torna refém, incapaz de conduzir a situação para o que lhe for mais favorável.

 

A experiência sexual neste caso acaba sendo muito genitalizada, voltada para a penetração. "Assim, a mulher tende a cometer três enganos: cria expectativas excessivas em torno da penetração, ancora sua satisfação na competência sexual do parceiro e acaba definindo o orgasmo como algo ‘que rola’, o que não é verdade. A mulher deve fazê-lo acontecer", diz.

 

Entre as possíveis consequência dessa falta de autoconhecimento estão a anorgasmia (dificuldade de orgasmo) e a diminuição da excitação pela perda da concentração. "Neste processo, ela poderá ficar impaciente, fingir o orgasmo ou interromper o ato. Com o tempo, a dificuldade de orgasmo pode acarretar na falta de libido, que é outra disfunção sexual", alerta a sexóloga. "As mulheres que não se tocam possivelmente tiveram a relação com o seu corpo e sensualidade inibida, não tocam livremente seus parceiros, não demonstram o seu interesse sexual e não expressam suas fantasias ou ouvem as do outro, independente de querer realizá-las ou não", completa.

 

Uma brincadeira para incentivar o parceiro a encontrar suas zonas erógenas pode ser interessante, mas Dra. Maria Lúcia pensa que a iniciativa tem sua função equivocada quando a mulher confia somente no toque do outro para saber de si. "Ela fica dependente do parceiro. Porém, quando o relacionamento não dá certo, mas a parceira sabe o que gosta e como gosta, poderá ser feliz sexualmente com outra pessoa, pela qual tenha atração, e poderá fazer as coisas que ela sabe que aumentam a sua própria excitação e que potencializam o seu desejo e prazer", garante.

 

O caminho do autoconhecimento, segundo a sexóloga, é a masturbação, principalmente o toque no clitóris, pois é ele quem desencadeia o orgasmo durante a penetração. Há algumas posições de penetração, cujo estímulo é direito, que podem levar ao orgasmo. "A partir da masturbação a mulher descobre como gosta de ser tocada, orienta o parceiro, toca-se usando as mãos dele, sem culpa ou medos", diz.

 

E orienta: a mulher precisa pensar mais em sexo durante o dia e aprender a gostar de sexo e não só do ato. Para isso, deve libertar sua capacidade de sentir prazer a partir dos órgãos do sentido. "Preste mais atenção no gosto das coisas que come, no prazer de tocar coisas com texturas diferentes, em ouvir uma música agradável. É importante aprender a focar, pois isso permite ampliar a resposta dos sentidos. Estes devem ser explorados ao máximo a partir das coisas banais do dia a dia", explica Dra. Maria Lúcia.

 

Se o parceiro não estiver focado apenas no próprio prazer, pode estimular a mulher a se tocar, criando fantasias e situações que possa inserir muito toque antes da penetração. "Ele pode pedir que ela se toque para ele ver! Nem precisa ser direto no clitóris, mas ir aumentando a sensualidade dos toques dela aos poucos", sugere a psicóloga. Se a parceira for muito rígida, o homem pode apontar isso, mas sem fazê-la se sentir culpada ou inferior. Com jeitinho, ele a ajuda a encarar a situação ou a procurar ajuda profissional.

 

Apesar de vários tabus sobre o tema terem caído por terra, Dra. Maria Lúcia afirma que a proporção de mulheres que ainda encontram barreiras para se conhecerem sexualmente não é a mesma das gerações anteriores e que essa inibição persiste porque hoje se superestima o sexo e se subestima a sexualidade. "Se os pais não tiverem como dar conta das questões sexuais de seus filhos, devem rever seus conceitos e sua própria história, mas não se abster ou reprimir excessivamente. A masturbação, por exemplo, é um processo de autodescoberta incrível, mas muitas pessoas ficam confusas em relação a isso", comenta.

 

A sexóloga diz ainda que ao ver uma criança se masturbando, dependendo da idade, o melhor é distraí-la e mudar o foco, para que ela entenda que essa prática é muito pessoal. "O que não se deve é espancar, falar que Deus está vendo, que o anjo da guarda vai embora, que ninguém vai respeitá-la. Isso mina a sensualidade e desperta a culpa, apesar de não aplacar o desejo", diz. "Nós, mulheres, temos que agir para que nossas próximas gerações não continuem reféns de fantasmas que elas já aniquilaram. O prazer que sentimos é o prazer que nos permitimos. Somos no sexo aquilo que somos diante da vida."

 

Via Viladois



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Quinta-feira, 30.06.11

 

Ideias eróticas para o impressionar

 

Um bom presente não deve ser necessariamente algo material. Um sexo diferente agrada aos homens mais que qualquer outra coisa nesse mundo. Selecionamos dicas que irão transformar todas as datas em momentos pra lá de especiais.

- Despertar erótico

 


Chegou o dia tão esperado e você tem duas alternativas para começá-lo bem: o acorda completamente nua ou aproveita para fazer massagens em suas partes "mais sensíveis". Não tenha dúvidas que ele irá entender de imediato o que deseja.

- Banho de relaxamento


Depois de uma dose de ação logo pela manhã, nada melhor que um banho. Mas para que não seja apenas mais um, é aconselhável que você prepare o terreno antes. Use óleos para massagens, muita espuma e uma esponja bem macia.

- Café da manhã caliente


Enquanto ele se arruma para o trabalho, prepare um rico e energizante café da manhã. Sente-se bem diante dele apenas com uma camisola sensual. Se insinue enquanto ele come. Pode ter certeza que ele ficará excitado.

- Um atraso justificado


Com tanta provocação, não será difícil fazê-lo se atrasar um pouquinho para seus compromissos. Ele estará com tanto tesão que não pensará nem um segundo sobre o que fazer. Aproveite, afinal, um sexo apaixonante atrás da porta de sua casa não se tem todos os dias.

- Mensagens safadas


Assim que a tarde chegar, escreva de forma discreta ou descaradamente mensagens onde você explica o que pretende fazer com ele quando reencontrá-lo. 

- Transa de luxo


Uma escapadinha para o motel não faz mal a ninguém, ainda mais em uma data especial. E não espere que ele tome a iniciativa. Surpreenda. Faça você o convite. Prefira os quartos que tenham decoração temática, assim é ainda mais fácil fugir da rotina.

- Rapidinha de impacto


Se você não tem tempo ou falta dinheiro para passar algumas horas no motel, pode optar por uma rapidinha improvisada no primeiro lugar que passar na cabeça de vocês. O banheiro de algum restaurante, o carro estacionado em um local escuro, dentro de um closet. Enfim, qualquer lugar é ideal para matar a sua sede por sexo.

- Jantar afrodisíaco


Já em casa, prepare um jantar afrodisíaco. Mas cuidado para não escolher uma comida muito pesada. E, além da refeição, brinque com ele o tempo todo. Use seus pés para fazer carinhos por baixo da mesa, solte olhares sugestivos e, logo depois da sobremesa, retire-o para dançar. Apague as luzes, acenda uma vela, sussurre no ouvido dele o que deseja e o resto é por conta dele.

- Surpresa erótica


Para fechar o dia com chave de ouro, realize uma de suas fantasias sexuais. Vale tudo, desde que o objetivo principal seja o prazer. Fazer sexo no telhado, fingir que são desconhecidos, brincar de professor e aluna... Use a sua imaginação e realize os desejos do parceiro. Esse tipo de atitude será, com certeza, o melhor presente da vida dele.

 

Via Terra



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Quarta-feira, 29.06.11

"Se o orgasmo é a pequena morte, será a masturbação o pequeno suicídio?". O fotógrafo Will Santillo foi descobrir, enquanto captava o clímax feminino. O resultado é o livro "La Petite Mort".

 


"La Petite Mort", ou em português, a pequena morte. É este o eufemismo usado pelo fotógrafo Will Santillo para dar nome a um livro onde o orgasmo feminino é o grande protagonista das imagens.

"Se o orgasmo é a pequena morte, será a masturbação o pequeno suicídio?". A pergunta surge na apresentação do livro da Taschen , que contou com a participação de 37 mulheres que se deixaram fotografar pelo artista canadiano enquanto se masturbavam e atingiam o clímax. Todas sobreviveram à "Petite Mort" e estão bem de saúde.

 


Via Expresso

 


 

 



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Domingo, 19.06.11

12 Segredos para melhores orgasmos femininos

 

Muitas andam tristes, pois acham que tem problemas para atingir o orgasmo. Algumas até sentemobrigadas a fingir na cama. Mas isso pode ser apenas questão de deixar as pressões de lado e utilizar a técnica certa. Aprenda aqui algumas infalíveis, sem injeções no ponto G ou implantar um chip, que envolvem conhecer os músculos, treinar o corpo facilmente, etc. Mas lembre-se, se você é brasileira, já é um bom começo

Tratamento faz mulher ter orgasmos por horas

1. Acerte os pontos quentes

Uma posição de fricção pode ajudar você a chegar ao orgasmo durante a relação. A mulher deve ficar acima para que o clitóris toque o osso pubiano do parceiro. Ou ela deve deitar-se de costas com um travesseiro sobre as nádegas. Elas podem até tentar utilizar um vibrador durante a relação, diz a Ph.D Laura Berman, professora de obstetrícia da Northwestern University (EUA).

- 9 Surpreendentes razões pelas quais você não tem feito sexo

2. Diga como se faz

“Os homens querem instruções”, disse Laura. Ela deve dizer se ele está no caminho certo, seja falando que está ótimo ou gemendo.

3. Aprenda sobre si

Você não pode dizer como se faz se você não sabe o que a excita. “Para fazer um treinamento corporal para ser orgástica, você deve masturbar-se”, disse Danielle Cavallucci, uma treinadora sexual da empresa de informações sexuais Sexuality Source.

4. Exercite a musculatura do orgasmo

“Os exercícios de Kegel são os clássicos para as mulheres que querem transformar orgasmos fracos em fabulosos”, disse a educadora sexual Dorian Solot. Para localizar esta musculatura na pélvis você deve parar, durante o ato de urinar, nomeio do caminho. Então os exercite enrijecendo-os e soltando (quando você não estiver urinando). Faça isso todos os dias, várias vezes ao dia. Não se esqueça de continuar respirando enquanto aperta a musculatura.

6 Maneiras de melhorar a vida sexual da mulher

5. Se arrisque

Pesquisas mostram que assumir comportamentos que busquem “adrenalina” juntos (seja escalar paredões ou apenas assistir um filme assustador) estimulam a dopamina no cérebro, o que faz com que seus fluídos circulem.

 

6. Atrase o prazer

“Quanto mais longo o período de excitação, maior a explosão”, disse Dorian. Chegue próxima do orgasmo e então retorne ao “banho Maria”. Repita isso algumas vezes antes do clímax.

7. Respirar em uníssono

Sexo tantra pode soar meio new age, mas seu princípio principal — focado na respiração — pode aumentar seu prazer. Parceiros que respiram simultaneamente podem frear a pressa do orgasmo e criar uma maior expectativa, o que pode intensificar o prazer.

8. Filmes eróticos

Pornografia é exclusivamente sobre grandes pênis e gargantas profundas. No entanto os livros e filmes eróticos podem ter bom gosto e ser excitantes, e quanto mais excitada, melhores as chances de orgasmo. Dê preferência para os filmes que tenham uma trama e cenas quentes.

9. Tente preliminares criativas

Se seu (a) parceiro leva mais tempo para “esquentar” adiante-se ao enviar e-mails ou mensagens de texto sensuais (mas não muito gráficas, pois os e-mails não são necessariamente privativos).

10.Verifique seus medicamentos

As mulheres tem maiores chances de tomarem antidepressivos, que podem atingir a vida sexual. Se estiver tendo problemas converse com seu médico sobre seus medicamentos.

11. Procure ajuda cedo

Se você não tem orgasmos, conselhos de um (a) profissional podem ajudar. Danos em nervos ou baixa testosterona podem ser o problema. Apenas “seu médico (a) pode fazer uma análise médica”, disse Laura, “ou pense em fatores da relação” e procure um terapeuta sexual.

12. Relaxe

Em um estudo recente feito na França com mais de 500 mulheres, 70% disse que estresse no trabalho comprometia a libido. E baixa libido, obviamente, leva a menores chances de orgasmo. Portanto deixe as distrações da vida na porta do seu quarto.

 

Via HypScience



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Sexta-feira, 17.06.11
Quadrinhos eróticos

Kamasutra - Milo Manara

 

Existe uma linha bastante sutil entre arte erótica e sacanagem. E são poucos os quadrinistas que sabem lidar exatamente com esse divisor imaginário, ou seja, desenham e escrevem sobre erotismo em quadrinhos sem cair na pornografia.

 

Isso através de diversos recursos, não apenas do texto. A forma do traço, a seqüência de imagens e ainda a transição de quadrinho a quadrinho também são fundamentais para atrair os leitores.

 

Um dos mestres nessa arte é Milo Manara, que nos induz a um olhar diferente sobre a sexualidade. Leitura essa mais sensível e próxima do que os super-heróis dos quadrinhos comerciais.

 

Em recente visita ao Brasil, o quadrinista trouxe pela Conrad Editora a quarta edição do clássico "Clic". Na história, Claudia Christiani é como nos outros exemplares a bela de corpo perfeito e rosto sensual. Recatada e reprimida sexualmente, ela é novamente vítima do doutor Fez, que através de um simples aparelho desperta a sua libido a faz liberar todos os seus desejos até então escondidos.

 

"Os quadrinhos eróticos são bastante underground (fora do circuito comercial) e tem uma linguagem explícita. Eu adoro os livros do Manara, desde a história, o roteiro e o traço. Li quarta edição do "Clic" e gostei bastante. Acho os quadrinhos dele um tanto machistas e retratam a mulher sob a ótica dos homens, pois a heroína é submissa aos cliques do personagem", opina Marcus dos Santos.

 

Manara explora através dos seus desenhos de corpo sensuais personagens que se rendem a várias práticas sexuais, entre elas, o bondage, o sadismo e o voyeurismo. Através de um traço simples, e com riqueza de detalhes que impressiona muitos de seus fãs, o artista italiano explora o erotismo para mostrar o que o há de mais humano na sociedade, ao mesmo tempo mais reprimido

 

Quando esteve no Brasil, Manara disse durante o lançamento da sua exposição "Uma Vida Chamada Desejo", que ficou em cartaz no espaço cultural Oswald de Andrade, que os quadrinhos eróticos não têm o recurso de outras artes, com trilha sonora e movimentos, por isso precisa trazer aos seus personagens seus desejos e fantasias, como acontece em "Kamasutra", também lançado pela Conrad recentemente. Nesta obra, o enredo gira em torno das duas amigas que precisam se livrar da destruidora Kali. Para tanto elas deverão praticar todas as posições do livro milenar hindu, o Kama Sutra. Nessa safra de artistas que utilizam a beleza da nudez feminina nas tirinhas há também outro cartunista também bastante admirado. Trata-se de Robert Crumb, que veio ao Brasil esse ano para a Flip 2010 (Feira Literária Internacional de Paraty). Um dos seus mais recentes livros é "Meus problemas com as mulheres", uma obra autobiográfica que mostra várias histórias sobre a presença feminina na vida do autor, com destaque para as musas de pernas grossas, uma de suas marcas registradas. Mas a presença feminina não está somente nos desenhos, entre os artistas há também a italiana Giovanna Casotto. Suas personagens provocantes são criadas através de fotos dela mesma. A quadrinista cria os desenhos com base em fotografias que tirou nua durante o sexo. A partir dessas fotos saem mulheres maquiadas e com os pés e mãos pintados, baseadas nas pin-ups dos anos 50. Sem pudores, a também arquiteta traz para o desenho vários ângulos do próprio corpo, ilustrações bastante realistas, que podem ser vistas na segunda edição de "Giovanna" (Editora Conrad). leia também Diário Erótico Dicas de livros para esquentar o sexo O título traz dez narrativas curtas em torno da sensualidade e do fetiche, com enfermeiras, donas de casa, empregadas e assaltantes, entre outras. As personagens deixam a imaginação voar nas várias poses sexuais que desafiam a imaginação. E como mulher, a artista não traz a submissão feminina ao enredo dos quadrinhos, pelo contrário, são elas é que ditam as regras na hora do sexo. "Minhas histórias têm inspiração em meus sonhos, no que gostaria de experimentar e no que já experimentei", completa a autora.

 

Via Vila Mulher



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Terça-feira, 28.12.10

Sexo, quarto com vista para o romance

 

É suposto a nossa casa reflectir quem somos. Quando idealizamos a decoração do quarto é (quase) sempre algo semelhante a uma produção que vimos nas revistas, com grandes espaços imaculados com tudo impecavelmente arrumado. Claro que na azáfama diária é fácil a melhor das intenções decorativas ficar soterrada em lenços de papel, revistas velhas e brinquedos do cão. E de que adianta o decote ousado se quando o olhar pousa na mesa-de-cabeceira esbarra com o Índice Nacional Terapêutico? E as velas aromáticas, poderão alguma vez ganhar a luta desigual com os peluches que teimam em ficar a ‘decorar' a cama? Claro que às tantas o quarto de casal passa de ninho de amor a templo da tralha. Passe-o em revista e veja o que pode estar a matar o romance.

 

PC e TV ficam à porta


O quarto é daquelas divisões onde é especialmente importante criar um ambiente relaxante e com boas associações. Além de ser o lugar onde se dorme é o local de maior intimidade do casal. Que mensagem está a passar quando monta aqui uma secretária para o computador ou televisão? Que talvez seja mais interessante acabar o relatório da empresa ou ver o concurso na TV em vez de ter uma noite de sexo escaldante. Até já há estudos que revelam que os casais que têm televisão no quarto fazem amor menos de metade das vezes, em média, do que os que abdicam da caixa mágica nesta divisão.

Mesas-de-cabeceira inspiradoras

Esta peça de mobiliário pode revelar mais do que se poderia pensar. Um lenço de papel é útil e espirrar é humano, mas não custa pôr os lenços na gaveta, juntamente com a parafernália para desentupir o nariz, as pastilhas para a garganta, inaladores da asma, pentes do cabelo, creme das mãos e dos pés e ganchos. Fotografias dos pais também devem ficar fora desta divisão, assim como objectos com teor religioso, bíblias e crucifixos, que possam instigar memórias colectivas de sentimentos de culpa, ou, pior ainda, fazer com que a meio do sexo escaldante se lembre do Padre Borga de guitarra na mão a cantar. 
Prefira colocar uma flor, um bom livro (pode até ter um título sugestivo) ou mesmo uma moldura com uma foto vossa numa atitude carinhosa e cúmplice.

 

Jogos de cama sugestivos


Passemos à cama. Ainda usa aquele conjunto de lençóis com o Cebolinha e o Cascão de que não se consegue livrar por razões sentimentais? Ou o jogo de cama cheio de rendas e rendinhas que achou no baú da sua tetravó? Para além de acordar com o rosto rendilhado (nada sexy) não combinam muito bem com uma noite romântica. Esta é daquelas coisas em que vale a pena investir um bocadinho mais e ir variando. Prefira lençóis em tons neutros mas com um toque de cor, com uma mensagem divertida ou bonita. 
O tamanho também é importante: uma cama gigantesca pode parecer apelativa mas o efeito é contraproducente se acabarem cada um a dormir num extremo. Se já comprou uma cama enorme então aproveite a sua dimensão para umas acrobacias mais audazes... já sabe que não corre o risco de cair no meio do chão só porque esticou a perna. Se o seu colchão é pequeno, não desanime, há quem diga que camas um pouco mais pequenas estimulam mais intimidade.

 

Entre 4 paredes estimulantes

 

A cor das paredes também tem impacto no estado emocional. É de louvar que num assomo de arrojo tenha pintado o quarto todo de verde-lima, mas talvez seja melhor reconsiderar e optar pelos tons quentes, mais sensuais e aconchegantes.

 

Ao lusco-fusco


E a iluminação? A luz branca, estilo cozinha, desencoraja qualquer pretensão de um show strip privado, mas mesmo a amarela se for muito forte deixa de ser intimista. No quarto a iluminação deve ser indirecta e difusa. Os abat-jours e as lâmpadas coloridas ou soft tone ajudam a criar este ambiente.

 

Diga-me o que veste...

 

A roupa que escolhe para dormir também é importante, não tem de usar sempre lingerie sexy mas pelo menos evite t-shirts tipo tenda de várias décadas e com buracos. Alguns terapeutas de casais aconselham a que se dispa com privacidade sempre que vá apenas dormir, para que o acto de despir mantenha a carga erótica.

 

Na minha cama (só) com ele


Por fim, habitue o cão e o gato a dormirem noutro lugar que não a sua cama e ensine os miúdos a bater à porta antes de entrarem (ou tranque-a, se se sentir mais segura). É preciso estabelecer uma fronteira e ensinar os filhos que o pai e a mãe têm o seu espaço e precisam de tempo só para eles. E nem é assim tão difícil de fazer. Reclame o seu espaço, reconquiste o quarto e dê largas ao romance.

 

Via Activa



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Segunda-feira, 27.12.10

sexo, que tipo de traidor é o seu?

 

- O Compulsivo

Pronto, este é o Traidor Clássico: de idade real até pode ter 62, mas de idade mental encalhou ali para os lados dos 19 e não há quem o arranque de lá. Para quê? A vida corre-lhe bem. Mete-se com as meninas todas que encontra até deparar com uma que lhe dá bola, e atão chuta-a (a bola) para a frente. Como as mulheres estão desesperadas e caem pelo primeiro que lhes bata a pestana e lhes gabe as botas mesmo que tenha cara de trolha, isto não é difícil de acontecer. Quando a menina deixa de lhe interessar, larga-a sem um pingo de remorsos. Aliás, costuma escolher meninas muito novas, que ainda tenham força anímica para sobreviver a um desgosto de amor. Escusado será dizer que a mulher não sabe de nada e que todos os amigos sabem. Se nenhum deles se chibar, é situação que dura para a vida. Se algum deles, acometido de remorsos, resolve contar à legítima, costuma acontecer o seguinte: há uma cena, ele jura que continua a amá-la e que nada daquilo teve importância (o que é verdade), vão a um terapeuta familiar, continuam juntos mas ela nunca lhe perdoa e nunca mais lhe sorrirá como dantes, coisa que a ele não aquece nem arrefece, nem dá por isso, desde que a família não saiba de nada e que o jantar lá esteja a tempo e horas como de costume. Escusado será dizer que por fora, continua a comer outros pratos.

 

- O Envergonhado

Nunca na vida pensou que seria o tipo de homem capaz de fazer uma daquelas à sua Sãozinha. Quando descobre que afinal é o tipo de homem capaz de fazer uma daquelas à sua Sãozinha, fica tão acabrunhado que é capaz de se atirar ao rio. Não atira, porque faria duas mulheres muito infelizes, pensa ele: a sua Sãozinha e a Maria Rita, com quem ele foi numa viagem de negócios que rapidamente passou do negócio para o prazer. Como é um totó, a Maria Rita faz tudo o que quer dele. Ou quase. Um dia qualquer, a Maria Rita perde a paciência e diz-lhe que ou sim ou sopas. Ele fica desesperado e é obrigado a contar tudo à mulher. Ela faz-lhe uma cena de um lado. A Maria Rita faz-lhe uma cena do outro. Ele chora e jura às duas que a outra não tem qualquer importância na sua vida. A mulher perdoa-lhe, embora lhe atire à cara todos os dias até à sua morte que ele a enganou. A Maria Rita vai à sua vida porque não tem paciência para totós, mas permanece desiludida com os homens até encontrar outro totó.

 

- O Básico

É estranho porque às vezes parece que faz tudo para ser apanhado: ele é sms para a Joaninha a chamar-lhe queridinha e fofinha e amorzinha, ele é portagens para Barcelos, onde ele nunca foi até então, ele é pagamentos nas scuts sem abrir o bico, ele é recibos do Íbis, ele é tudo a que tem direito, marcas de batom rosa-choque na camisa, marcas de caninos no pescoço, cabelos louros na lapela. Quando a legítima finalmente acaba por perceber que há ali qualquer coisa, ele admite que sim, claro, que outra coisa poderia ele fazer, mas diz-lhe que acha muito mal que ela ande a meter o nariz no seu telemóvel e na sua carteira e que não foi essa a educação que os seus pais lhe deram. Ela acaba por ficar um bocado baralhada e até chega a pensar que a culpa é dela. Geralmente separam-se. A Joaninha de Barcelos passa a legítima porque ele não é de meios termos. Casa com ela, que é um amor de pessoa, e leva os filhos e a mãe ao casamento e muda-se para Barcelos levando o LCD e o Antunes (o cão). Os filhos vão lá passar férias. A Joaninha faz empadão de bacalhau. A ex já se habituou (ou faz por isso). Tudo parece o melhor dos mundos. Um ano depois, está farto de Barcelos. Larga o Antunes nos braços da Joaninha e volta para casa da Ex porque lhe dá jeito, e ela aceita-o porque as mulheres têm um Grande Coração e também por vingança. Meses depois, ele dá de caras com outra jeitosa. E a história repete-se.

 

- O Honesto

Pronto, apaixonou-se. Acontece aos melhores. Ele nem soube bem como é que aquilo aconteceu. Foi assim como um daqueles tsunamis que ao longe só parecem uma ondulação sem nada de especial. Estavam os dois carentes, começaram a  tomar café os dois à saída do trabalho, primeiro era só à sexta feira, depois passou a ser todos os dias, às tantas já lhe estava a servir cafezinho na cama, e pimba: afogou-se. Como não gosta de andar a enganar ninguém, assim que se descobre afogado, desculpem, apaixonado, abre o jogo com a mulher. Cena do costume. Ele chora. Ela também. Acabam a chorar nos braços um do outro. Aqui há dois finais: ou a segunda era mesmo a mulher da vida dele, ou, passado um ano, está farto de Barcelos...

 

- O Toca e Foge

Bate a pestana à esquerda e à direita mas não quer nada com ninguém, só aquele frissonzinho de sentir que tem alguma mulher interessada nele, não importa qual, nova ou velha, magra ou gorda, gira ou um clone do Incredible Hulk, qualquer pestana para ele serve. É de pouco alimento: vive de sonhos. Se ela por acaso estende a mãozita para o agarrar, ele foge a sete pés, porque não quer chatices na vida, já basta a sua Luisinha fazer-lhe cenas por dá cá aquela pestana. Aliás não quer nada com ninguém, que casou pela Santa Madre Igreja e trair a esposa é um Grande Pecado. É inofensivo se não arrastar a asa durante muito tempo a ninguém, mas corre o risco de, qualquer dia, se apaixonar a sério e depois não saber como se deixou apanhar nem como é que há de escapar. Geralmente, não escapa. Nem tenta. Sofre horrores. Depois esquece. A mulher nunca chega a saber.

 

- O Transparente

"Olha lá aquela, que gira que é. Tem um rabo um bocado para o descaído mas tem as curvas da Jennifer Lopez. Não que eu adore a Jennifer Lopes, que pode não ter o rabo descaído mas tem todos os neurónios desativados". Este é assim: gaba às claras todas as fêmeas que lhe passam à frente, e gaba-as... à própria mulher. O que é uma boa estratégia: ela sente-se segura, sente que ele pelo menos é honesto e nunca faz nada por trás, porque o que quer que fosse, ela saberia. Na maioria das vezes não acontece mesmo nada, mas mesmo que acontecesse ela nunca ficaria a saber, porque no dia em que acontecer não há de ser por nenhuma brasa com o rabo descaído, há de ser pela sua colega de trabalho, que nem é gira, nem loura, e que nem numa reencarnação anterior chegou perto da Jennifer Lopez, mas por quem ele tem um fraquinho desde que entrou na empresa, nem ele próprio sabe porquê.

 

- O Desesperado

Casou-se porque ela quis, não que ele estivesse apaixonado de caixão à cova. Mas ela insistiu e ele foi incapaz de lhe dizer que não, porque por essa altura já ela lhe organizava a agenda, fazia o jantar, escolhia os boxers que ele ia vestir e dizia-lhe o que ele havia de dizer. Portanto, casou. Afinal, não era grave. As mulheres são todas iguais e ao menos aquela era prestável e amava-o tanto que, achou ele, a única maneira de retribuir era casar com ela. Por isso, casou por gratidão, coisa que ninguém lhe disse que nunca se fazia (estas coisas nunca ninguém nos diz). Moral da história: uns anos depois, ela continua a organizar-lhe a vida e a espiar-lhe cada movimento e a pagar-lhe o telemóvel, que, obviamente, também fiscaliza. Entretanto, ele acabou por descobrir que as mulheres não são todas iguais. Felizmente (para a mulher) e infelizmente (para ele), apaixona-se sempre pelas inacessíveis. Leva tampas a torto e a direito. Há de continuar casado até aos 98, quando conseguir envenená-la com iogurte pró-biótico fora de prazo.

 

- O Mental

Não está interessado em trair a mulher com quem quer que seja porque a adora, graças a Deus, sempre adorou e sempre há de adorar. Mas claro que um homem não é de pau, e de vez em quando fogem-lhe os olhos e a imaginação para outras paragens. Mas pronto. É só os olhos e a imaginação. Sonhar nunca fez mal a ninguém.

 

Via Activa



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Domingo, 26.12.10

sexo, o que eles odeiam na cama

 

"Odeio quando uma mulher diz "apaga a luz" antes de se começar a despir. Quer dizer, acho que todos nós sabemos que Angelina Jolie há só uma e que os corpos não são perfeitos por norma. Mas isso não quer dizer que a visão de um corpo despido de uma mulher não seja menos excitante. Ouvir uma mulher dizer que deseja ter sexo às escuras é do mais desanimador que há, ainda por cima porque o homem é, por natureza, um animal exibicionista!"

Tomás, 33 anos, gestor

"Fico um pouco desiludido quando uma mulher se mostra envergonhada quando se trata de sexo oral. Por experiência própria, sei que é mais fácil terem à vontade para fazerem ao parceiro do que deixarem o parceiro fazer-lhes a ela. Mas é tão bom sentir o prazer da pessoa com quem se está! Porque é que as mulheres têm tanto pudor nisso?"

Luís, 41 anos, comerciante

""Querido, sei que estás cansado". Existe lá pior frase do que é essa. É verdade que há momentos em que demoramos mais tempo a entrar em acção, mas não quer dizer que não se atinja a meta com o estímulo certo por parte da parceira. Mas com uma frase destas não há estímulo possível."

Francisco, 39 anos, jornalista

"Cansa-me que uma mulher nunca tome a iniciativa. Tive uma namorada que nunca o fazia. Era sempre eu que mostrava desejo de ter sexo, apesar de ela depois se mostrar receptiva. Uma vez perguntei-lhe porque é que nunca me mostrava que tinha vontade de ter sexo. Ela disse que nunca pensara nisso, mas que se ia "esforçar" a partir daí. Caso para dizer que a relação não durou muito tempo."

Gonçalo, 28 anos, editor

"Que ela simplesmente... não faça nada! Fique ali, deitada, á espera que todo o trabalho recaia sobre o homem. "

Alberto, 45 anos, médico

 

Via Activa



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Sábado, 25.12.10

sexo, tudo o que elas devem saber sobre eles

 

ELAS NÃO PERCEBEM QUE...

Os homens nunca crescem. Se em crianças queriam ter a sua colecção de berlindes, os seus carrinhos, uma bola de futebol e uma bicicleta, em adultos é a mesma coisa, os brinquedos é que mudam. É o carro topode gama, a aparelhagem xpto, a televisão e o computador última geração, a par de CDs, DVDs, livros, e outros gadgets. Alguns, mesmo estando curtos de dinheiro, preferem comprar um leitor de CDs novo, por exemplo, a ter leite no frigorífico para dar aos filhos.

Os homens precisam de espaço (onde é que já ouvimos isto?). Para ouvir a sua música, ler o seu livro ou jornal, ver os seus filmes predilectos sem interrupções. E à medida que a idade avança, esse espaço torna-se mais importante.

Não percebemos para que é que serve aquela amiga que está sempre lá caída em casa a ter sempre as mesmíssimas conversas e a passar-lhes a mão pelo pêlo. A nós, os amigos consolam-nos a levar-nos para os copos a falar do Mourinho ou da loira do 2º andar, não a ter conversas da treta.

Celulite, só notamos se for muita e mal amanhada. Porque é que elas usam aquelas calças de terylene que dá para se ver tudo tipo cordilheira dos Andes? De resto, não damos por isso. Sinceramente.

Achamos extraordinárias as mulheres desinibidas. Não temos paciência para andar a engonhar. Ou temos aquela paixão desvairada por alguém e somos capazes de estar um mês à espera que ela se decida e aí pode engonhar à vontade que isso nem nos afecta, ou então, se é só para curtir e elas não alinham, mais vale ligar o canal 18.

Achamos fantástico mandar flores mas tem de ser com um objectivo. Gostamos de mandar flores quando queremos, não com data definida. A gente até se esquece da data em que os nosso pais fazem anos. E não é por mal. É porque o importante é gostar das pessoas, não ter de andar constantemente a provar o nosso amor. Que seca.

Achamos sempre que ‘os homens' não somos nós.

Não gostamos de comprar presentes mas depois gostamos de os receber. É triste mas é verdade.

Odiamos a maldita da amiguinha, que está em todo o lado colada a ela!

Não nos chateia o papel protector, não nos chateia aquela aura quase de pai que temos em relação à mãe ou namorada, mas isso quando é uma situação pontual. Uma dependência constante é um peso e um sufoco.

Contrariamente ao que elas pensam, não nos importamos nada que elas levem o carro. Regra geral, não confiamos em ninguém a conduzir além de nós, mas se nos aparecer uma que conduza bem, não nos importamos nada. Mas é raro elas quererem conduzir. Conheço para aí 3 em 500. Até nos emocionam as mulheres que gostam de conduzir.

Adoramos comer e apreciamos uma boa cozinheira. Pronto, vocês querem, nós confessamos. Não quer dizer que o caminho para o coração ainda passe pela comida, mas uma das alamedas vai lá dar. Coisas que nós não nos importamos de fazer em casa: lavar a loiça, aspirar, fazer a cama, fazer bricolage, fazer qualquer coisa com pincel e tinta. Coisas que não fazemos: arrumar o que quer que seja (não percebemos sinceramente qual é o objectivo), mudar fraldas ao bebé (só as mães é que conseguem) e pôr a funcionar a máquina de lavar, embora depois a maioria mexa com o programa mais avançado do Windows. Provavelmente é porque não queremos aprender. Nunca sabemos se o líquido entra na gavetinha da esquerda ou da direita.

Adoramos viajar, adoramos mulheres que saibam reagir por impulso, adoramos estar a falar com alguém e de repente ir almoçar a Braga. Mas a maioria das mulheres nem quer ouvir falar nisso, ou tem de voltar a casa para fazer a mala como se fosse três semanas para a Gronelândia.

Gostamos mesmo de futebol, não estamos a fazer de propósito e a trocar-vos pelo Figo. Ir para um estádio e libertar o stress chamando nomes ao árbitro é um motivo de satisfação. E mandar umas bocas a defender o nosso clube faz parte da nossa identidade.

Odiamos mulheres que andam sempre em cima com telefonemazinhos e bilhetinhos e perguntinhas, "Então queridinho, tomaste o pequeno-almocinho, comeste a sandezinha que te deixei na mesinha?" Ou que nos façam grandes cenas porque chegámos dois minutos atrasados a casa.

Traições em pensamento para nós não são traições. Quando dizemos: "Que pernas que tem aquela" não estamos a dizer: "Quero casar com ela amanhã", mesmo que nos passe pela cabeça ir com ela para o parque de estacionamento do Íbis amanhã, mas mesmo assim isso não quer dizer que se queira casar com ela. Reparar numa bela mulher que passa na rua é uma reacção perfeitamente natural. E não precisa de ser loura. O homem é apreciador por natureza e, regra geral, não tende a comparar nem a criticar. Apenas admira.

Ter de fazer a barba todos os dias é complicado: Não sabemos como é a vossa depilação mas nós costumamos ficar com a pele da cara dorida, especialmente quando chega a sexta-feira.

Não concebemos como é possível passar uma tarde inteira num centro comercial a correr 30 lojas quando se pretende comprar um determinado produto. Os homens são mais práticos. Vão a uma loja, escolhem o produto em 5 minutos e o resto da tarde já pode ser aproveitado a beber uma boa imperial numa esplanada.

As mulheres não sabem como alguns homens lidam mal com o machismo (numa perspectiva histórica). As mulheres não sabem o quanto sofremos para as amarmos (à nossa maneira, claro). Até trocávamos alguns segredos masculinos pela partilha da fórmula mágica do ‘como e quando eu quiser', que é o maior e mais sedutor exclusivo feminino. Aqui vai um: os homens também têm sexto sentido...

Se querem alguma coisa de nós, por favor peçam! Digam-nos! Falem connosco! E por favor não façam perguntas como: "Preferes o vestido preto ou o vermelho?" se já tomaram a vossa decisão há séculos e só querem alguém que acerte magicamente na resposta certa.  E por favor ouçam-nos de verdade, e não inventem romances por cima. Geralmente, nós dizemos aquilo que queremos dizer. Não sejam demasiado subtis e não se ofendam demasiado depressa: lembrem-se que nós somos básicos!

Os quatro maiores desejos de todo o homem é encontrar uma mulher que cumpra os seguintes requisitos: 1) organize lanches-supresa com os melhores amigos (dele) nos dias de futebol e das corridas de fómula 1, com cerveja gelada e petiscos. 2) Saiba fazer o nó da gravata. 3) Desafie o seu homem para um passeio de BTT pela Serra, carregando a mochila com latas de cerveja às costas para uma paragem romântica. 4) Saiba conversar sobre novas tecnologias, DVDs, máquinas digitais, etc. (Nota: As moelas e o nó da gravata ainda vá, mas jamais nos apanharão a subir a serra com cervejas às costas.)

Não respondo. A última coisa que nós queremos é que as mulheres fiquem a saber os nossos segredos.  Era o que faltava.

 

Via Activa



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Segunda-feira, 20.12.10

Jovens, sexo é um problema?

 

Começamos esse tópico com duas perguntas cruciais:

1- Porque sexo é um problema?

2- Porque os adultos desencorajam os jovens a praticarem o sexo?

Sexo não é uma questão simples. Biologicamente o sexo tem apenas um propósito: o de  perpetuar a espécie. Mas o impacto psicológico de ser sexualmente ativO é onde as coisas começam a complicar. Por que sexo é um grande problema? Culturalmente falando, por que viramos uma necessidade biológica em um dilema social? Sexo é uma parte essencial do ciclo de vida e ainda assim a sociedade ensina adolescentes a evitá-lo por tanto tempo quanto possível. Nós ensinamos os adolescentes que o sexo é perigoso e vergonhoso, que o envolvimento sexual exige extrema cautela e que existem mais prejuízos do que lucros em fazê-lo. Será este um retrato justo de algo que é uma parte básica e importante do ser humano? Sim e não.

Fazer sexo é natural e fazê-lo pela primeira vez, é um marco importante no caminho para a vida adulta. Como, quando, onde, porquê e com quem ter relações sexuais pela primeira vez, tem várias implicações psicológicas como também forma sua atitude em relação ao sexo para o resto da vida.
Leve o sexo muito a sério e você pode crescer reprimido, leve-o na “esportiva” e seu estilo de vida adulta pode se tornar excessivamente promíscua. Esta é a razão principal pela qual os adultos fazem o sexo ser um negócio sério e tão arriscado.
Os riscos fisiológicos do sexo são óbvios (gravidez, AIDS , etc …), mas o sexo também afeta seu desenvolvimento emocional e psicológico, e tão bem, que os adultos preferem convencer os jovens de se manterem longe dele o máximo possível. Eles preferem aconselhar que o melhor é  que você espere até que esteja razoavelmente ciente de como o sexo pode mudar sua vida e a sua visão do mundo. Ser capaz de compreender como isso pode afetá-lo exige um certo grau de auto-conhecimento e maturidade que a maioria dos adolescentes ainda não têm.

Então, como você pode saber se você está pronto para ter relações sexuais? Não há indicadores sólidos de que essa ou aquela hora é a certa. Seu corpo provavelmente vai querer experimentá-lo muito antes da sua psique estar realmente pronta. Você tem que conhecer a si mesmo, conhecer o seu(sua) parceiro(a) e compreender muito as suas motivações, bem antes de estar pronto para ter relações sexuais. Se você não tem esse nível básico de compreensão você terá arrependimentos futuros. O sexo é retratado como um grande negócio, pois é um grande negócio. É arriscado, física e emocionalmente falando. A atividade sexual nunca deve ser levada como aventura ou brincadeira. É um negócio sério.Mas também deve ser observado que o sexo é divertido, gostoso e quando feito pelos motivos certos e nas circunstâncias certas, pode ser uma etapa positiva de crescimento.

Por que tratar o sexo como um grande negócio? Porque como vc faz e porque vc faz pode alterar o curso da sua vida. Ter uma gravidez indesejada ou contrair uma HPV, obviamente, vai mudar a sua vida. Contrair o HIV ou a AIDS poderia acabar com sua vida prematuramente. Ter relações sexuais muito cedo, com a pessoa errada ou pelos motivos errados e você pode acabar com uma atitude doentia em relação ao sexo que irá durar uma vida, em forma de traumas por vezes irreversíveis. Pode parecer irônico que o desenvolvimento de uma atitude saudável para o sexo comece na adolescência, antes mesmo de vc estar sexualmente ativo, mas esta é a realidade da situação.
É por isso que o sexo é retratado como tabu, não para proibi-lo de o praticar , mas para incentivá-lo a pensar muito seriamente antes!

O sexo faz parte de nossas vidas, as pessoas praticam sexo desde que o mundo é mundo, mas isso não significa que ele deva ser encarado como forma de  diversão ou como um ato irresponsável. Tenha cuidado quando escolher sua parceira sexual, seja esperto, nunca trate como uma mera recreação e esteja sempre atento aos riscos emocionais e psicológicos.

Nenhum adulto espera que vc mantenha abstinência sexual para sempre, mas eles esperam sim, que vc pratique sexo seguro e inteligente e ser sexualmente ativo pelas razões certas e quando vc se sentir realmente seguro de si. Sexo é importante sim, mas só quando vc for capaz de entender a si mesmo como pessoa, e conhecer as várias e complexas razões que o levam a praticá-lo com alguém. Antes disso, a melhor escolha é esperar.

 

Via Lascivia



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Domingo, 19.12.10

Tudo o que eles devem saber sobre elas

Quantas vezes não desabafámos: "Ai se eles soubessem..." E vice-versa. Pedimos a algumas mulheres que dissessem aos homens algumas coisas que eles deviam saber sobre elas, e pedimos a vários homens que fizessem o mesmo em relação às mulheres.

ELES NÃO DESCONHECEM QUE...

 

Sim, gostamos que nos ofereçam flores. É assim tão difícil de perceber?

Se gostaram mesmo de nós, por que é que não nos telefonam logo no dia seguinte? Se não telefonarem, pensamos que afinal não querem nada. Atenção: se nos telefonarem três dias depois, está TUDO estragado. Mas basta ligar uma vez, ou deixar mensagem. Nada de atacar com três ou quatro telefonemas. Logo no primeiro encontro, se houver interesse, é bom que marquem novo encontro. Se interessar, a resposta será qualquer coisa como: "quarta-feira saio mais cedo, podemos jantar." Se não quisermos, a resposta será: "Um dia destes. Depois falamos." E um ‘não' é um ‘não' mesmo, não é uma mulher que se está a fazer difícil. Se não atendermos o telemóvel três vezes seguidas, é porque não estamos interessadas. Excepções: a) Não pagámos a conta, b) Fomos raptadas por terroristas.

Homem que é Homem abre a porta do carro, paga a conta da primeira vez, e não deixa uma senhora no meio da noite abandonada na rua. Não é questão de etiqueta: essas pequenas coisas provam que não se é desleixado, forreta nem narcisista.

As mulheres não são misteriosas nem querem dizer uma coisa diferente do que aquela que dizem. As mulheres dizem exactamente o que pensam, os homens é que não gostam de ouvir.

Odiamos homens a cheirar a cavalo e que não trocam de calças há três dias. Gostamos de homens que tenham pente e banheira em casa e lhes dêem uso. Cabelo comprido, tenham paciência, é para nós.

As mulheres gostam de homens que gostem de mulheres. Nem todos os homens que gostam de mulheres gostam de mulheres. Quer dizer, nem todos os heterossexuais gostam genuinamente de conversar com as mulheres e de as ouvir e de as apreciar. Observem o modo de actuação de um mulherengo. Segredo principal? Gosta genuinamente da companhia das mulheres. Atenção: as mulheres não gostam de homens que gostem de todas as mulheres. Acham logo que, se qualquer uma serve, elas não são qualquer uma.

As mulheres não gostam de homens que se armam em bons. As mulheres gostam de homens que tratam bem os velhinhos, os cãezinhos, as crianças, as tias e os empregados do restaurante.

A cabeça continua a ser o orgão sexual mais apelativo para as mulheres.Quase nunca nos apaixonamos por homens bonitos: apaixonamo-nos por tipos inteligentes e misteriosos. Não podem é ser gordos nem sebentos.

Não somos naturalmente magras e 90% de nós tem celulite. Se isto vos faz impressão, apaixonem-se por uma vassoura.

As mulheres NÃO gostam de filmes de acção. As mulheres estão-se nas tintas para um filme onde o único argumento é saber se um camião vai ultrapassar um tractor a jacto.

90% das vezes em que eles acham que estamos a sofrer de síndroma pré-menstrual, não estamos. Estamos mesmo chateadas.

Conversas sobre se o Benfica vai passar à segunda divisão interessam-nos zero. As mulheres também não querem saber todas as histórias da tropa deles, da altura em que eles foram paraquedistas em Tancos, nem a história dos amigalhaços que fizeram a recruta com eles, como o Malaquias que era de Almeirim e tinha de pôr pensos higiénicos nas botas. Também não nos interessa como é que arranjaram o cano que puseram debaixo do lava-loiças. Faça e cale, é o ideal.

Um homem tem de servir para alguma coisa: conversar, cantar-nos para adormecer, ler-nos Shakespeare em voz alta, levar o carro à revisão

Saltos altos são brutalmente desconfortáveis.

A mania dos grupos é fatal. Mas a mania das saídas exclusivas em parelha também. Há que encontrar um equilíbrio entre os momentos a sós e saídas com outras pessoas.

Ao contrário do que se pensa, nós somos muitíssimo fáceis de contentar. A sério. Basta que nos amem honestamente e não olhem para o lado enquanto conversam connosco.

Quando perguntamos se eles tiveram um bom dia, não queremos realmente saber por que é que o Teixeira das finanças não gosta do Pereira da contabilidade. As mulheres não têm paciência para jogos de poder. O que nós queremos saber é se pensaram em nós durante o dia, e, quando muito, se o Teixeira anda a ‘comer' a Sãozinha do marketing.

Adoramos beijos no pescoço (beijos, não chupões) mas a maioria prefere dar-nos calduços na cabeça e chamar-nos ‘miúda'. Odiamos que nos chamem ‘miúda'. As mulheres gostam de ser tocadas com suavidade. Além disso, os pontos de prazer não estão onde eles pensam que estão. A penetração geralmente não adianta grande coisa se não souberem onde é que fica o clítoris. Esqueçam acrobacias no telhado. A maioria das mulheres não está de facto interessada no 69 e prefere fazer amor confortavelmente. Uma rapidinha não nos diz nada. Por que é que nunca ninguém fala numa lentinha? Outra coisa: nós levamos mesmo mais tempo a chegar lá.

Odiamos homens que apitam aos outros na estrada. E daqueles que de repente desatam a andar a 210 para mostar como são viris e dominam a máquina. Ficamos imediatamente a achar que são primários, enquanto eles ficam a pensar que nos impressionaram.

Nós não somos mães deles.

Precisamos de espaço de vez em quando. Sozinhas. E não, não é porque deixámos de gostar deles e andamos a pensar trocá-los pelo Pereira da contabilidade.

As mulheres não podem esperar para ser mães enquanto eles se decidem se será mesmo aquela ou não a mulher da vida deles. Decidam-se ou saiam de cima. As mulheres não podem ter o primeiro filho aos 63 anos.

Não somos fixas, e isso é bom, e não é preciso passarem a vida a stressar porque ontem gostávamos de caril de frango e hoje já não. É a vida. Apanhem a onda e sigam.

Fingimos acreditar em metade das petas que eles contam. Mas vamos vingar-nos assim que pudermos e eles não vão ficar a saber.

Gostam de nós? Lutem por nós. As mulheres odeiam bananas e têm um enorme respeito pelos que arriscam levar tampas.

 

Via Activa



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Quarta-feira, 27.10.10

Sexo lésbico a primeira vez

 

Se vai experimentar sexo ésbico pela primeira vez é provável que esteja ansiosa e que esteja a pensar no que deve ou não deve fazer. Quer seja a primeira vez que vai experimentar fazer sexo, ou a primeira vez que vai experimentar sexo lsbico, na primeira vez é sempre normal que esteja nervosa. Perder a virgindade com alguém do mesmo sexo é muito conotado com mitos que podem ajudar a não estar verdadeiramente relaxada na sua experiencia. 

Deixamos algumas dicas para a sua primeira experiência com uma mulher.

1. Conheça o seu próprio corpo

Antes sequer de imaginar fazer sexo com alguém, é importantíssimo que se conheça a si mesma. Descubra o seu corpo, os locais que gosta de ser tocada, o que a excita; a masturbação é um grande passo para o sucesso de uma relação íntima com outra pessoa. Dispense tempo consigo mesma, toque-se e descubra o que a faz sentir nas nuvens. Desta forma, também irá descobrir onde deverá tocar na outra pessoa para a fazer sentir nas nuvens; de igual importância será o facto de saber transmitir à outra pessoa o que a faz sentir bem.

2. Esteja sóbria

Certamente quererá recordar-se do seu primeiro momento lsbico, e para tal é necessário senti-lo, com o nervoso miudinho associado, com o verdadeiro sentimento humano a brotar de si. Embora o álcool possa diminuir as inibições a verdade é que também diminui sensações e pode tornar momentos intensos em momentos banais.

3. Faça sexo seguro

As mulheres também se preocupam com o sexo seguro! O HIV também se pode transmitir através de relações lsbicas, por isso deve ler sobre o assunto e ir preparada. Ainda que exista o mito de que as lsbicas não necessitam de sexo seguro, não passa disso mesmo, de um mito, que por vezes pode tornar-se no maior pesadelo de quem o ignora.

4. Seduza e fantasie

A fantasia é fundamental para a felicidade humana e para o sexo também... Se vai dormir com outra mulher a verdade é que já fantasiou com isso, portanto recorde-se e viva esse momento como a sua fantasia. Recorde-se dos seus pensamentos, é você que a seduz, ou é ela que a seduz a si? A verdade é quem tem de imaginar antes de o fazer.

5. Não exagere

Se pensa usar brinquedos sexuais deixe-os para as próximas vezes; na primeira vez é importante conhecer os corpos tocar e sentir; existirão muitas outras oportunidades para experimentar brinquedos, na primeira vez delicie-se com o contacto.

6. Relaxe

Demore o seu tempo, toque todo o corpo da sua parceira. Tocar e sentir é muito importante e claro é um óptimo método de sedução. Não vá logo a correr tocar no clítoris dela, seja comedida nesse toque; antes disso toque-lhe no restante corpo - há tanto corpo para ser sentido -, dispa-a lentamente, beije-lhe a parte de trás dos joelhos e o interior dos cotovelos, toque nos seus seios, toque na sua barriga toque-lhe nos sovacos, beije-lhe o pescoço, humedeça os dedos dela com a sua língua. Nua, deite o seu corpo em cima do dela, sinta o corpo dela em contacto com o seu. Existe muita coisa que podem fazer antes de se tocarem na área púbica, por isso apreciem-se mutuamente.

7. Comunique

Não tenha pudor em perguntar-lhe o que ela gosta, e o que a faz sentir excitada. Diga-lhe o que gostava que ela lhe fizesse; por vezes não tem de lhe dizer verbalmente pode simplesmente conduzir-lhe as mãos ou proporcionar o momento. A comunicação é o princípio fundamental numa relação sexual de sucesso.

8. Não tenha expectativas irrealistas

A sua primeira vez como amante de alguém deve ser usada para experienciar e para conhecer o corpo da outra mulher, bem como ela deve conhecer o seu. Por vezes quando se está a aprender, a química pode diminuir: um orgasmo pode não acontecer na primeira vez, mas é perfeitamente natural que isso aconteça. Toque experimente e seja sincera a comunicar o que deseja.

 

Via letra L



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Segunda-feira, 11.01.10

Sexo, e quando elas não conseguem?

Ainda ele só se estava a aproximar e eu já sentia dor. As minhas pernas fechavam-se como uma tesoura. "O cenário dramático" repetiu-se durante mais de doze anos sempre que Rita tentava ter relações sexuais. Agora, com 34 anos conseguiu, pela primeira vez, ir até ao fim na penetração vaginal. O prazer, esse "há-de chegar" com o tempo: "Nunca um corpo estranho tinha entrado no meu, ainda me estou a habituar."

Pôr um tampão ou fazer um exame ginecológico pode ser uma 'tortura' para mulheres que sofrem do mesmo problema de Rita: o vaginismo. Embora não seja a mais comum, a contracção involuntária dos músculos da vagina pertence ao leque de disfunções sexuais femininas que levam mulheres de todas as idades e orientações sexuais a procurar ajuda. Na maioria das vezes, ao fim de anos sofrimento em segredo.

"Ninguém ia entender. Era vergonhoso de mais para mim". Por isso mesmo, nunca em cinco anos do seu primeiro casamento Rita contou sequer a uma amiga o que se passava dentro das quatro paredes do seu quarto. "Eu sentia desejo, tentávamos de vez em quando, tínhamos carícias, fazíamos sexo oral, chegava a atingir o orgasmo, mas como ele não pedia mais, acabámos por fazer disto um tema tabu e acomodámo-nos à situação." Situação essa que acabou por resultar no fim inevitável da relação.

Procurar ajuda

O problema apenas ganhou nome quando conheceu o actual companheiro que, após algumas tentativas frustradas de relações sexuais, foi em busca de respostas à Internet. A informação "era pouca", mas foi o suficiente para dar o passo de finalmente procurar ajuda. "Ele disse-me que estava do meu lado e que juntos íamos ultrapassar o problema. Acabei por ir a uma ginecologista que me aconselhou um psicólogo. Só aí percebi que não era anormal e que havia solução."

A solução chegou pouco a pouco, ao longo de quase um ano de terapia. Primeiro identificou-se o momento de associação de dor à penetração, que no caso de Rita aconteceu quando foi vítima de abuso sexual aos treze anos. Depois de aprender técnicas de relaxamento para controlar a ansiedade, Rita e o companheiro começaram a fazer pequenos exercícios juntos. Actualmente já consegue consumar a penetração do pénis e não tem dúvida: a sua vida mudou. "Não me sentia uma mulher a 100 por cento. Chegava a evitar gestos de carinho, antecipando que poderia haver sexo a seguir. Hoje já sou eu que quero. Não vou perder mais tempo da minha vida".

"Mulheres abusadas, violadas ou com primeiras experiências sexuais negativas têm mais probabilidades de desenvolverem dificuldades sexuais", explica a psicóloga Erika Morbeck. No entanto, uma educação rígida, religiosa ou com informação deturpada sobre a sexualidade também são origens comuns da disfunção sexual.

É o caso de Joana para quem a palavra 'culpa' sempre esteve presente cada vez que tentava ter relações com o namorado. "Comecei a namorar muito nova, tinha 12 anos, e os meus pais não achavam piada. Como sempre quis ser a filha perfeita fui criando a ideia de que era errado. Eu própria tinha vergonha de andar de mão dada com ele na rua."

Aos 16, quando achou que era "aceitável" ter relações sexuais, tentou e não conseguiu. "Para mim eu não tinha sequer um buraco. Doía-me e eu afastava-o. Achei que era um problema físico. Quando a ginecologista me disse que eu era normal, não fiquei propriamente feliz, preferia que fosse uma coisa que não dependesse de mim." Tal como Rita, a limitação sexual foi sendo contornada. "Fazíamos tudo o resto normalmente, tínhamos excitação, orgasmo, mas estava sempre presente aquela frustração de saber que havia mais e que eu não conseguia". A resolução chegou aos 22 anos, quando uma amiga lhe marcou uma consulta psicológica. "Entrei no consultório a achar que não tinha cura." Poucos meses depois a penetração vaginal já era uma realidade. "Até chorei de alegria. Sabia que o meu namorado ia fartar-se um dia e que eu nunca poderia vir a ter uma relação estável", desabafa Joana que, acima de tudo, ultrapassou um dos seus maiores receios: não poder um dia engravidar.

Cada caso é um caso

"As terapias podem durar semanas, meses ou anos. Cada mulher é um caso", explica Pedro Freitas, sexologista clínico do Instituto Luso-Americano de Sexologia. Entre causas orgânicas e psicológicas, as disfunções sexuais femininas podem ser primárias ou secundárias, centrando-se nas alterações do desejo, da excitação e do orgasmo, muitas vezes ainda associadas às perturbações da dor sexual. "O mais comum é haver disfunções múltiplas: por exemplo, em casos graves de falta de desejo, a mulher não se excita, não lubrifica e dificilmente chegará ao orgasmo".

Quando falta o desejo. Ambos os especialistas dizem que não se sabe ao certo quantas mulheres sofrem de disfunção sexual em Portugal. "Os estudos que são feitos têm todos muito mérito mas também valores muito díspares. Toda a gente mente sobre a sua sexualidade, mesmo em inquéritos anónimos." Contudo, a maioria dos casos que passam tanto pelo consultório de Pedro Freitas como de Erika Morbeck, são de desejo sexual hipoactivo - vulgarmente conhecido por falta de desejo - e anorgasmia, não conseguir atingir o orgasmo. Mais do que traumas psicológicos, as causas são muitas vezes orgânicas, relacionadas com coisas tão banais como a gravidez e a menopausa, o uso de alguns medicamentos ou, até mesmo, contraceptivos hormonais.

Foi o caso de Matilde, que aos 28 anos perdeu o desejo sexual, na sequência de um tratamento para o acne. "A medicação provocava-me candidíase recorrente, o que me levava a não lubrificar, sentir dor durante o acto sexual e, consequentemente, a evitar ter sexo. Ao mesmo tempo comecei também a tomar a pílula e os meus níveis de testosterona ficaram muito baixos."

Embora numa relação de apenas cinco meses, Matilde deu por si a passar semanas sem sequer pensar em sexo. "Sentia-me frustrada porque antes era capaz de passar um dia inteiro a ter relações sexuais ou a magicar coisas e agora se ele não me falasse eu nem me lembrava." Até mesmo a capacidade de ter sonhos eróticos perdeu. Ao fim de dois anos de pouco sexo, incentivada pelo companheiro, pediu ajuda. Aconselhada por um sexólogo parou de tomar a pílula, passou a usar adesivos de compensação hormonal e dois meses depois a vontade voltou, timidamente, a aparecer.

Sejam elas causas orgânicas ou psicológicas, "é muito doloroso assumir que se tem um problema sexual", reforça Pedro Freitas. "As pessoas enganam-se a elas próprias. É frequente começarmos a ter a verdade da situação só à segunda ou à terceira consulta". O sexologista clínico lembra ainda que a falta de desejo pode também ser situacional, ou seja, referente apenas ao parceiro, pelo que nas consultas devem ser analisados todos os ângulos, inclusive a dinâmica do casal.

O peso cultural

"Ainda há muito de cultural nisto. Há mulheres que conseguem ter interacção sexual durante anos sem desejo e, por mais chocante que seja, ainda se ouvem frases como 'tenho de fazer o sacrifício senão ele deixa-me'". Contudo, o especialista mantém a esperança de que as gerações mais novas estejam mais dispostas a apoiar as parceiras. "Sem uma boa colaboração do parceiro é difícil ter um progresso tão eficaz e rápido. Os mais novos são óptimos nisso, estão quase sempre disponíveis." Erika Morbeck corrobora.

Quer nos exercícios práticos como no lado emocional, tanto Rita, como Joana e Matilde contaram com o apoio incondicional das suas caras metades. "Ele dizia que ficava feliz só de ver que eu tentava", conta Rita, cujo companheiro deu o passo de viver a dois antes de o problema estar ultrapassado. "Se estivesse sozinha ainda não estaria curada, tenho noção disso". Além da "pesada sombra do factor vergonha", pela cabeça de todas passou a palavra 'infidelidade', mas a confiança nos parceiros falou mais alto. "Eu ia ficar muito triste, mas no fundo não me sentia no direito de achar que ele tinha feito a pior coisa do mundo", salienta Joana. "Ninguém é de ferro e isto aniquila a vida a dois".

Embora as mulheres continuem a "ser mais rápidas do que os homens a assumir que têm um problema e a pedir ajuda", Pedro Freitas deixa claro: "Há quem não consiga perceber que não ter desejo pode ser uma disfunção sexual. Ou que ter dificuldade em lubrificar ou a atingir um orgasmo é um sinal de que algo não está bem. Falamos de saúde. Se fosse um problema no estômago, também receavam procurar um médico?".

(Nota: Os nomes nesta reportagem são fictícios a pedido das testemunhas.)

 

O QUE É?

A disfunção sexual feminina é uma condição que impede a satisfação no acto sexual. É o equivalente à disfunção eréctil masculina.

TIPOS
Primária: que sempre existiu no padrão sexual.
Secundária: alteração de comportamento após a existência de um ciclo de resposta sexual normal.
Anorgasmia: dificuldade persistente em atingir o orgasmo.
Dispareunia: sentir dor durante a relação sexual.
Vaginismo: contracção involuntária da musculatura do terço externo da vagina, impedindo a penetração.
Desejo hipoactivo: falta de desejo sexual.

Via expresso



publicado por olhar para o mundo às 19:38 | link do post | comentar

Segunda-feira, 17.08.09

Orgasmo, elas primeiro

 

Elas primeiro


Para satisfazer uma mulher um pouco do velho cavalheirismo ajuda muito. Para que você não pense que este tipo de cortesia é exagerada, lembre-se de Lorena Bobbitt que, quando interrogada pela polícia sobre a razão que havia cortado fora o pênis de seu marido respondeu: "Ele sempre tem um orgasmo e não me espera. É injusto." Preciso dizer mais alguma coisa?

O orgasmo masculino é muito fácil. Estudos indicam a "inevitabilidade 
ejaculatória" e um estudo recente do Dr. Alfredd C. Kinsey descobriu que 75% dos homens ejaculam em dois minutos. É alguma surpresa que pesquisadores da Universidade de Chicago, nos EUA, declararam em 1994 que os homens alcançam o orgasmo durante a relação de maneira muito mais consistente que as mulheres? É também surpresa que 75% dos homens contra apenas 33% das mulheres, sempre tenham orgasmos? Isso significa que duas de cada três mulheres em média são isentas de clímax, uma boa razão para começar a esconder as facas.

Um destes estudos concluiu que, entre as mulheres cujos parceiros ficaram 21 minutos ou mais nas preliminares, apenas 7,7% falharam em alcançar o orgasmo de maneira consistente. Essa é uma mudança de proporções tectônicas. Se duas a cada três mulheres falharam em ter orgasmos, agora mais de 9 em cada 10 se satisfizeram, tudo por causa de alguns minutos. Portanto, siga o caminho de um verdadeiro geltleman: atrase o seu prazer, permitindo que ela também tenha o dela.

 

Via WIKI!



publicado por olhar para o mundo às 21:25 | link do post | comentar

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