
A vida a dois nunca é fácil. É preciso entender o outro, conciliar as diferenças e saber lidar com as mais adversas situações. Talvez, uma das mais difíceis para o casal enfrentar está relacionada a sexualidade, as diversas saias justas da vida conjugal. A psicóloga e terapeuta sexual Maria Lúcia Beraldo, especialista no assunto, dá dicas de como lidar com seis situações propostas pelo canal GNT.
Ele se recusa a fazer sexo oral, mas eu curto. O que fazer?
A dica é conversar sobre o assunto, se ele não gosta de praticar sexo oral. É preciso descobrir o que o incomoda. Se for a secreção lubrificante liberada pelo órgão sexual feminino, vale sugerir a prática logo depois de um banho juntos, lembrando que a depilação deve estar em dia. "O desconforto também pode ser contornado com brincadeiras que estimulem o paladar com gelatina ou algo gelado podem atrair o homem para uma novidade", explica Maria Lúcia.
Ele teve uma ejaculação precoce. E agora?
O momento não é para riso tampouco para mostrar decepção. A dica é tornar o fato positivo. Um convite do tipo "já vi que você se liga fácil. Quer dar um tempinho para começarmos de novo?", será inegável.
Quero uma rapidinha e ele, uma performance. Como negociar?
É preciso dizer com todas as letras o que você deseja e, para convencê-lo, que tal falar sedutoramente no ouvido dele que está muito a fim de chegar lá. Mas se mesmo assim, ele querer uma relação mais longa, a mulher pode sugerir que ela tenha o orgasmo primeiro, depois que ambos descansem um pouco e, em seguida, retomem a relação.
Meu parceiro gosta de carícias na região anal. Isso significa que ele pode ser gay?
Sentir prazer nesta região do corpo não significa que seu parceiro seja homossexual. "Para esclarecer de uma vez por todas: a estimulação anal pode sim dar prazer ao homem, tanto pela quantidade de enervação no ânus quanto pela estimulação da próstata", explica a terapeuta sexual Maria Lúcia Beraldo.
Quando ele não consegue ter uma ereção, como é possível aliviar o clima?
Se a situação é eventual, não esquente pode acontecer com qualquer um que esteja tenso ou preocupado. Relaxe e use sua imaginação. "Ereção é consequência", esclarece a especialista Maria Lúcia Beraldo. Portanto vale uma conversa picante ao pé do ouvido e carícias em pontos erógenos. Mas se o problema é recorrente, não tem saída, a ajuda de um profissional é fundamental.
Ele gosta de dizer e ouvir palavra "muito quentes" durante o sexo. Demonstro que fico ofendida ou embarco na fantasia?
A dica é encontrar um meio-termo no linguajar durante as relações sexuais e liberar palavras que não agridem tanto mas que satisfaçam o parceiro. Use sua criatividade, desperte personagens que vão falar mais do que as palavras. Na opinião da terapeuta sexual Maria Lúcia Beraldo, o sexo de hoje está caminhando para uma modalidade de "monogamia quente", o que significa que o homem não precisa mais buscar fora de casa um tipo de relação que não seria apropriado moralmente ter com sua mulher em casa.
Via Bonde

Psicóloga e terapeuta sexual explica por que alguns casais gostam de fazer sexo em lugares públicos
O ditado popular "o que é proibido é mais gostoso" é utilizado pela maioria dos casais que gostam de inovar a relação sexual, passar por aventuras ou até mesmo acreditam que não conseguem segurar o tesão. Porém, até que ponto fazer sexo em lugares públicos é saudável?
Tem quem ache que transar na cama é melhor, por outro lado, outros se sentem excitados por saber que podem ser descobertos a qualquer momento. Segundo a psicóloga e terapeuta sexual Adriana Visioli, muitos consideram o sexo em locais públicos mais prazeroso por conta da adrenalina, pela possibilidade de serem flagrados ou até mesmo correrem risco.
"Outro motivo também muito comum nesses casos é pelo momento em que o casal se encontra, quando o desejo sexual e a excitação tomam conta, e pelo impulso acabam tendo relação sexual ali mesmo, seja no carro, no banheiro de uma festa, ou em qualquer outro lugar", explica.
A favor
O programador Adriano Ribeiro, de 26 anos, revela que já transou na escada de um prédio, ônibus de viagem, piscina, praia, estacionamento de shopping, mas que a sua vontade é de experimentar no vagão do metrô. “Todos os lugares que fiz foi porque tive vontade e no momento não tinha outro lugar”.
Entretanto, para a especialista, o perfil psicológico do casal que se submete a fazer sexo podendo ser flagrado por alguém é, geralmente, formado por aqueles que são exibicionistas ou até mesmo que sentem mais prazer com outras pessoas assistindo.
A analista de Recursos Humanos Janine Alves, de 24 anos, confirma a afirmação da especialista. “A primeira vez que transei em lugar público foi dentro de um ônibus na volta de um parque de diversões, justamente pela sensação de poder ser descoberta e ouvida”, revela.
Obsessão
Para a advogada Larissa Rodrigues, de 23 anos, a adrenalina e a possibilidade do flagra deixam o sexo mais divertido.
Entretanto, de acordo com a terapeuta é preciso avaliar até que ponto essa vontade influencia o sexo do casal. Se a vontade de fazer sexo só acontecer quando estiverem em local público, isso pode significar que algo deve estar errado.
O comportamento pode se tornar uma obsessão. “Um exemplo é quando começa a ser prejudicial para a vida do casal, pode ser desde socialmente como também no próprio relacionamento, e mesmo assim não conseguem parar com este comportamento sexual", esclarece.
Contra sexo em locais públicos
Mas há quem seja contra. Para a estudante Marília Casari, de 19 anos, sexo deve ser feito somente com privacidade “Ninguém precisa ver o que rola entre ambos. É uma ‘entregação’ do casal, um momento especial. Não vejo sentido algum em fazer em lugares públicos, pois é uma coisa íntima”, defende.
Já Juliana Gama, de 23 anos, considera a atitude uma falta de respeito com a população. “Acima de tudo, acredito que a penalidade de atentado ao pudor deveria ser mais rigorosa”.
O jovem Gustavo Mendonça engrossa o coro. Ele acredita que transar em público é ‘coisa’ de quem quer aparecer. “A pessoa torna o ato público e tira o momento especial do casal”.
Casal
A psicóloga Adriana diz que é primordial para a intimidade de um relacionamento que o casal compartilhe fantasias. Seja em lugares diferentes ou maneiras diferentes. O importante é não se acomodar e não cair na rotina.
Porém, é preciso respeitar os desejos do parceiro. Segundo a terapeuta, o que pode ser prazeroso para alguns, pode ser um experiência desconfortável para outros. "É importante compartilhar fantasias entre o casal, mas também é necessário respeitar os limites de cada um", finaliza.
Crime
Os casais mais animados, que gostam de ter experiências sexuais em lugares públicos, devem se lembrar que a atitude é crime. O advogado Mauro César Bullara Arjona diz que a pessoa que flagar um casal praticando ato obsceno pode chamar a polícia. "Quem faz sexo em local público pode responder por ato obsceno, artigo 233 do Código Penal, e serem condenados de três meses a um ano".
Mauro diz ainda que "a vítima, deve chamar a polícia e, se houver detenção em flagrante, deve acompanhar os policiais a delegacia para também prestar seu depoimento”.
“A pessoa poderá responder pelo crime de ato obsceno, mas por se tratar de crime de pequeno potencial ofensivo não será preso e aguardará o julgamento em liberdade, o qual pode não ocorrer caso o Ministério Público faça acordo com os acusados para a aplicação antecipada de pena não privativa de liberdade, ou seja, prisão”, conclui o advogado.
Via Band

Uma escola que ensina formas de obter prazer, uma dominadora que traz até Portugal o seu séquito de escravos e luta livre no feminino são as grandes novidades da quinta edição do Eros Porto. Erica Fontes, a mais internacional das atrizes portuguesas, é a cicerone deste evento, que promete voltar a encher de curiosos o Pavilhão Multiusos de Gondomar, de 9 a 12 de fevereiro.
Como já é tradição por esta altura do ano, o Salão Erótico do Porto regressa para aquecer os dias frios da “capital nortenha”. São mais de 700 espetáculos, em 10 palcos, protagonizados por mais de 80 artistas, incluindo algumas das mais importantes estrelas a nível internacional. Entre elas, Erica Fontes, a atriz portuguesa que tem percorrido os quatro cantos do mundo, será a porta-voz desta edição.
A “Escola do Sexo” é uma das grandes novidades do Eros Porto 2012. Aqui, os “alunos” poderão aprender alguns dosensinamentos do Kamasutra, saber que posições dão mais prazer ao homem ou à mulher e ver, em primeira mão, exemplos práticos dessas mesmas posições. As aulas serão lecionadas por dois professores e exemplificadas por três casais, seis conceituados atores e atrizes do universo do entretenimento adulto internacional.
Os visitantes mais aventureiros poderão dar uma espreitadela ao “Café Fetish”, na Área BDSM. A dominadora Mistress Minerva, pela primeira vez no nosso país, irá recriar o ambiente fetiche do seu estúdio e submeter os seus escravos à tortura do chicote e de outros instrumentos destinados à disciplina. Outra das novidades do Salão Erótico é a luta livre de mulheres protagonizadas pelas bailarinas do Life Strip Club.
Entre as atrações da Área Feminina estão consultas de sexologia, sessões de tuppersex, aulas de dança do varão,massagens eróticas e espetáculos com os strippers nacionais Beatboys. A pensar no público consumidor de filmes eróticos, naAvenida Comercial será possível encontrar os stands das grandes produtoras internacionais, onde realizadores, atores e atrizes estarão disponíveis para conversar com o público, tirar fotografias e dar autógrafos. Estes espaços serão também palco de espetáculos delap dance, pole dance e striptease, primando pela sensualidade e constante interação com o público.
Será ainda possível ver os shows da Área Gay e satisfazer a curiosidade sobre o Swing, num espaço especialmente dedicada a este modo de estar na vida.
Sendo o primeiro evento erótico do ano, o Salão Erótico do Porto é um evento que permite a fabricantes, distribuidores e lojistasnacionais apresentarem as grandes novidades de 2012, em termos de serviços e produtos eróticos, a revendedores e ao consumidor final.
Segundo Juli Simón, diretor do evento e organizador de festivais eróticos não só em Portugal, como em Espanha e na América Latina, “o objetivo é superar o número de visitas de 2011, não só em termos de espetadores, como de empreendedores que estejam interessados em apostar num setor em franco crescimento a nível nacional”.
EROSPORTO – SALÃO ERÓTICO DO PORTO 2012
DATAS: 9 a 12 fevereiro
HORÁRIOS: Quinta a sábado, das 15h00 às 02h00 | Domingo, das 15h00 às 22h00
LOCAL: Pavilhão Multiusos de Gondomar
PREÇO DOS BILHETES: Geral – 20€ | Estudantes - 15€ (só 5ª feira) | Maiores 65 anos e Pessoas com deficiência - 15€
WEBSITE: www.erosporto.com
FACEBOOK: http://www.facebook.com/#!/pages/Eros-Po
TWITTER: http://twitter.com/#!/SalaoErosPorto
Via PTJornal


Trudie Styler deu uma entrevista recente na qual desmistificou a ligação de Sting(com quem é casada há 19 anos) à prática do sexo tântrico.
A actriz e produtora inglesa disse:
«O Sting disse isso há 21 anos. Ele acabou de fazer 60 anos, mas imagino que este assunto vá durar até ao fim da sua vida. Sabe quem é que eu culpo por isto? O Bob Geldof. Ele e o Sting tinham ido dar uma entrevista a um jornalista especializado e rock e a entrevista acabou por se tornar numa sessão de álcool. A certa altura, o jornalista perguntou-lhe quantas horas é que ele aguentava e o Geldof disse que demorava 3 minutos mas como o Sting fazia yoga, provavelmente aguentava várias horas. E o Sting disse 'bem, já ouviste falar em sexo tântrico?' E explicou o que era, que é sobre ser íntimo e carinhoso com o parceiro, antes de... pronto, teres sexo.»
De seguida, Trudie falou sobre os exageros que desde então foram sendo criados sobre o assunto:
«A primeira vez que soube disto foi quando li a entrevista. Ele tinha-se esquecido que tinha dito aquilo porque estava completamente bêbedo. Na altura pareceu muito divertido mas de repente tornou-se num facto conhecido. As horas de sexo tântrico foram aumentando, e de repente já o fazíamos o dia todo. Quem me dera!»
Via My Way
Muitas vezes os homens não contam o que querem na cama
Há algumas coisas que os homens desejam para se satisfazerem na cama, mas que simplesmente não pedem. Todavia, a revista norte-americanaCosmopolitan listou dez desejos sexuais deles e te conta todos os segredos.
Embora cada homem tenha uma necessidade diferente, "há alguns movimentos e atitudes universais que a maioria deles não sabe como pedir", explicou o terapeuta sexual Sandor Gardos, do site MyPleasure. Assim, corra para a lista e descubra o que eles querem.
Garotas que consigam se excitar sozinhas: as mulheres precisam de tempo para entrarem no clima. Embora os homens curtam excitar a parceira, eles também não se importariam se, de vez em quando, ela já chegasse excitada o suficiente para o sexo. A terapeuta sexual Gloria Brame, sugeriu que as mulheres usem a imaginação, como fazem quando vão se masturbar, para chegar ao encontro já "no ponto".
Sexo divertido: a vida sexual não acontece como nos filmes. As posições nem sempre funcional e alguns barulhinhos podem surgir no meio da transa e se você encanar com isso, vai perder o humor e estragar o momento. Sexo não precisa ser sério ou sensual o tempo todo. Saiba encontrar leveza e diversão mesmo nos momentos bizarros e veja como tudo só tende a melhorar.
Dicas de como agir: nem sempre eles sabem como te agradar da maneira que você gosta. "Ao sugerir o que quer que ele faça, diga o quanto gosta daquilo e o quanto ele está acertando", sugeriu Gloria Brame, terapeuta sexual.
Espiar: para os homens, o que eles veem é quase tão bom quanto o que eles conseguem, então permita que ele espie você se masturbar ou mesmo invista em espelhos durante o ato sexual. Os terapeutas sexuais também sugeriram não se despir completamente, mantendo alguma peça de lingerie para instigar a imaginação do moço.
Safada: muitas mulheres têm medo de parecer "ousada demais" para o namorado e estragar o relacionamento, mas acredite, eles não se importam com uma dosesinha de safadeza. Tente dizer algo mais apimentado na hora do sexo, tome a iniciativa e deixe a imaginação agir.
Ele quer ter experiências novas: para se distinguir das ex dele, você deve ter algum plus que o faça não pensar em outra coisa no dia seguinte. Não precisa ser contorcionista para conseguir esse efeito, basta se dedicar com afinco a algo que já faça bem, surpreendendo-o com novas sensações.
Variedade: o tédio nas relações pode desgastar o casal. Tente variar em pressão, posição e velocidade para tornar o sexo mais prazeroso. E o rapaz também vai ficar sempre na expectativa do que virá depois.
Surpresas: eles gostam de ser surpreendidos com um convite inesperado para o sexo, em especial em locais públicos ou menos convencionais. Experimente, quem sabe também não gosta?
Caça: o sonho de muitos homens é dominar a mulher, mostrar seu lado caçador. Instigue-o com beijos ardentes e diga que se rende a ele para que faça o que quiser e o sonho estará realizado.
Às vezes ele não quer fazer nada: ser dominado também é um desejo recorrente. Experimente apenas dar prazer para ver como eles enlouquecem.
Via Terra

Segundo a sabedoria convencional, são os homens que tendem a problemas como ejaculação precoce, enquanto as mulheres sofrem mais com o fato de nem sempre terem um orgasmo.
Mas nem tudo é como parece: sim, as mulheres também podem sofrer do problema de ter um orgasmo muito cedo durante o sexo.
De acordo com um novo estudo, uma pequena porcentagem de mulheres também tem orgasmo prematuro.
A pesquisa, feita com mulheres portuguesas, descobriu que 40% delas ocasionalmente chegaram ao orgasmo mais rápido do que pretendiam durante o sexo. Para cerca de 3% das mulheres, o problema era crônico.
“Para esse grupo, o orgasmo prematuro é mais do que um incômodo”, disse o pesquisador Serafim Carvalho. “Achamos que seja tão grave quanto o sofrimento que é para os homens”.
Tradicionalmente, as disfunções sexuais femininas não recebem a mesma atenção que as masculinas, e o orgasmo precoce não é nenhuma exceção.
Enquanto a ejaculação precoce nos homens é uma disfunção sexual oficial, listada em manuais de referência para a medicina, não há tal categoria para um orgasmo incontrolável para as mulheres.
Para saber se a experiência do orgasmo precoce atingia as mulheres, Carvalho e seus colegas enviaram um questionário a uma amostra geral de mulheres portuguesas com idades entre 18 e 45 anos.
O questionário perguntava sobre a frequência de orgasmos prematuros, se as mulheres já sentiram uma perda de controle sobre o momento do orgasmo, e se sentiam angústia sobre o assunto. As mulheres também foram questionadas sobre sua satisfação com seus relacionamentos.
Pouco mais de 60%, ou 510 mulheres, responderam a pesquisa online. Destas, 40% já tinham experimentado um orgasmo mais cedo do que tinham desejado em algum momento de suas vidas.
Outras 14% relataram orgasmos prematuros mais frequentes. Estes 14% são casos “prováveis” que podem exigir atenção clínica.
Outras 3,3% preencheram os critérios para ter uma disfunção devido ao orgasmo prematuro. Os pesquisadores não encontraram nenhuma ligação entre orgasmo prematuro e satisfação no relacionamento.
Na pesquisa, uma mulher descreveu seu desconforto com seus orgasmos rápidos como semelhante ao que um homem pode sentir, no caso da ejaculação precoce: “Eu me sinto da mesma forma que os homens devem se sentir sobre a ejaculação prematura e não vejo qualquer diferença – eu termino muito rapidamente, enquanto meu namorado não tem a chance de terminar, e isso está realmente começando a me incomodar. Uma vez que já atingi o orgasmo, acho desconfortável continuar, mudo de humor, e ele acaba perdendo seu orgasmo, o que me deixa mal”.
Enquanto os orgasmos prematuros podem causar muito estresse, a incapacidade de ter um orgasmo ainda é provavelmente um problema mais amplo entre as mulheres. Um estudo de 2010 com mulheres norte-americanas descobriu que problemas para ter orgasmo é a queixa mais comum sexual entre mulheres, com 54% delas relatando esse problema.
O novo estudo é preliminar, e mais pesquisa com um grupo maior de mulheres é necessária para determinar a extensão do orgasmo prematuro para o sexo feminino. Mas as mulheres que tem orgasmo rápido demais não deveriam ter medo de falar sobre isso com um médico, pois, na maioria dos casos, este não é um problema sério.
Via HypeScience

Os hábitos da vida moderna podem ser inimigos da fertilidade. Alguns dos motivos que levam homens e mulheres a infertilidade estão ligados as atividades do nosso cotidiano, o que gera muita dúvida e curiosidade nas pessoas.
Entre elas: andar de bicicleta, usar laptop no colo e tomar pílulas anticoncepcionais. Para desvendar os mitos e verdades sobre as causas modernas da infertilidade, o Dr. Paulo Bianchi, coordenador do Centro de Reproduçãoo Humana Unidade Huntington/Samaritano, esclarece as principais dúvidas que boa parte dos casais tem sobre o assunto.
A infertilidade é um problema exclusivamente feminino?
MITO. Cerca de 60% dos casos são decorrentes de problemas com a mulher, 20% com o homem e os demais são de uma combinação de fatores dos dois gêneros.
O tratamento sempre resulta em gêmeos e trigêmeos?
MITO. A taxa de gêmeos é de 20%. Trigêmeos ou mais representam apenas 4%.
O uso de laptop no colo afeta a fertilidade?
VERDADE. O calor gerado pelos laptops sobre a cintura masculina pode afetar a qualidade de sêmen, diminuindo sua quantidade e motilidade.
Andar de bicicleta pode ser prejudicial ao homem?
VERDADE. A prática, de forma excessiva, pode causar lesões traumáticas ou aquecimento dos testículos ou do escroto. Em um estudo realizado pela Universidadede Boston, constatou-se que 40% dos ciclistas têm esperma de baixa qualidade contra 27% dos sedentários.
Mulheres atletas podem ter dificuldade para engravidar?
VERDADE. Atletas de alto desempenho que praticam exercícios extenuantes, como corridas de longa distância, podem resultar no que se chama de amenorréia, ou ausência de menstruação. Isso ocorre quando o nível de gordura do corpo cai a níveis inferiores aqueles necessários para ajudar na ovulação.
Mulher com útero retrovertido tem mais dificuldade para engravidar?
MITO. O útero retrovertido é comum e não causa infertilidade. O problema é que quem tem este tipo de útero tem mais chance de ter endometriose, que é considerada um dos principais vilões da fertilidade feminina.
A mulher que sofre um aborto tem menos chances de engravidar novamente?
VERDADE. Se o aborto for realizado em condições de risco, tal ação pode deixar sequelas como lesões nas trompas, aderência das paredes do útero e infecções.
A obesidade diminui a fertilidade da mulher?
VERDADE. Pesquisas apontam que mulheres que sofrem com obesidade mórbida tem mais problemas de fertilidade. Isso se deve aos níveis de gordura corporal, que se
relacionam diretamente com a produção de insulina liberada pelo pâncreas e causam a Síndrome do Ová¡rio Policístico (SOP).
O ovo de codorna e o amendoim, conhecidos popularmente como alimentos afrodiíacos, aumentam a fertilidade?
MITO. A sexualidade e a libido não têm relação nenhuma com a fertilidade.
Homens e mulheres vegetarianos precisam rever as regras alimentares na época de engravidar?
VERDADE. O ideal é procurar um médico ou nutricionista para avaliar bem a situação. Pode haver a necessidade de compensar a carência de alguns nutrientes. Mulheres vegetarianas, por exemplo, costumam apresentar deficiência de zinco. Esse mineral é importante para a função reprodutiva e pode ser encontrado em ostras, carne vermelha, fígado de galinha e feijão.
O uso de pílula anticoncepcional por tempo prolongado pode causar infertilidade?
MITO. Não importa o tempo que a mulher use a pílula, isso não interfere no processo. Em alguns casos, o anticoncepcional pode até ajudar na prevenção do surgimento da endometriose e de cistos nos ovários.
Fumar afeta a qualidade do sêmen?
VERDADE. A qualidade e a quantidade dos espermatozóides produzidos por fumantes ativos podem ser influenciadas por substâncias presentes no tabaco, como a nicotina e o THC, causando prejuízo reprodutivo.
Via Bonde

Você alguma vez já fingiu um orgasmo? Ou conhece alguém que já fez isso? Pois saiba que essa atitude não é nada incomum. Segundo pesquisa realizada pela Temple University, aproximadamente 60% das mulheres já revelaram terem falsificado o orgasmo durante a relação sexual.
Foram entrevistadas 366 mulheres com idades entre 18 e 32 anos.
Muitas das mulheres apontaram o medo da intimidade, insegurança sobre o funcionamento sexual de seus corpos ou vontade de terminar logo o ato sexual como motivos para fingir orgasmos. Em entrevista ao site LiveScience, o responsável pela pesquisa, Erin Cooper, citou outro dado alarmante: uma pequena parcela das mulheres alegaram que o fingimento pode melhorar a sua própria experiência sexual, para aumentar a própria excitação.
Analisando a pesquisa, a Dra. Sylvia Faria Marzano, urologista e terapeuta sexual, de família e casais, diz que nessa porcentagem deve haver mulheres que não simulam orgasmo apenas por estes motivos. "Cerca de 50% do público feminino têm problemas com orgasmo. Não acredito que todas essas entrevistadas fingem. Talvez não tenham orgasmo e pronto", pensa.
A especialista também afirma que a mulher finge por não querer decepcionar o parceiro, já que, na nossa cultura, os homens são responsáveis pelo orgasmo feminino e a ausência dele torna a relação sexual insatisfatória. "Isso faz com que a mulher não se sinta à vontade de falar para o seu parceiro que não atingiu o clímax. Logo, se ela fingir ao final do ato, não precisa discutir sobre o assunto.
Dialogar seria o ideal, mas não é o que ocorre normalmente. "Com medo de perder o parceiro, a mulher pode ser expert e tornar o fingimento um hábito. Ela pode fazer isso na expectativa de que um dia essa situação mudará. Porém, esse ato, quando corriqueiro, acarreta uma sensação de menos valia e de baixa autoestima", alerta.
Além do erro de o homem achar que tem a obrigação de fazer a parceira sentir orgasmo há ainda a falta de autoconhecimento da mulher. "Muitos homens chegam em pânico ao consultório, por não conseguir ‘satisfazer’ suas parceiras. Na verdade, como eles podem levá-las ao orgasmo sem que elas conheçam o próprio corpo, se permitam ter prazer? Antes de esperar do homem, a mulher necessita se conhecer, se explorar para saber quais são suas sensações e, assim, ensinar ao parceiro como ‘ajudá-la’ a chegar ao clímax", comenta Dra. Sylvia.
Outro mito está no fato de a mulher sempre relacionar a penetração com o orgasmo, mesmo que ela alcance o clímax em outras oportunidades. "Nos dias em que ela não está apta a se colocar por inteiro na relação, mesmo sentindo prazer e não tendo orgasmo, ela pode fingir para agradar o parceiro ou para ‘acabar logo com isso’. Acho importante saber e aceitar que nem sempre é necessário um orgasmo na relação sexual", diz a terapeuta.
Uma orientação da Dra. Sylvia para a mulher deixar de fingir é buscar ajuda para se autoconhecer. "O que está ocorrendo com o relacionamento para que haja este fingimento? Você já teve orgasmo ou tem em outras ocasiões (na masturbação, por exemplo)? Como é que ocorre um relacionamento sexual do casal? Faça uma avaliação do que gostaria e de como ocorre atualmente e busque ajuda profissional" , finaliza.
Via Vila Mulher

A pergunta é complexa. Para tentar mais uma vez clarear a dúvida, pesquisadores da Universidade de Queensland (Austrália) e Turku (Finlândia) realizaram uma pesquisa com 10 mil gêmeos e irmãos comuns. Se o orgasmo das mulheres for só um subproduto, eles acham que os mesmos genes estariam envolvidos na sensação em ambos os sexos. Se o resultado com irmãos mostrar que eles são mais parecidos entre si do que não parentes, a característica estudada tem grandes chances estar relacionada aos mesmos genes.
Os pesquisadores tentaram medir o que chamaram de “orgasmabilidade”, que seria a suscetibilidade de sentir um orgasmo. O questionário perguntava aos homens sobre o momento do orgasmo e, à elas, a pergunta era sobre a frequência e facilidade com que tinham a sensação.
Os resultados mostraram que gêmeos idênticos do mesmo sexo tinham mais semelhança do que os não-idênticos do mesmo sexo, o que evidenciaria o papel dos genes e a ideia de que é um subproduto masculino. No entanto, para contrariar essa hipótese, os pesquisadores viram que os gêmeos e irmãos de sexos opostos não tinham semelhanças na “orgasmabilidade”.
Esses resultados sugerem que os genes que influenciam o orgasmo em homens e mulheres são diferentes. A função e o caminho percorridos pelo orgasmo nos dois sexos, também. E a ideia do subproduto estaria errada. Apesar das evidências, quem defende a ideia do subproduto, diz que a pesquisa deveria ter avaliado os critérios em homens e mulheres. O estudo não apresenta nenhum resultado conclusivo, só aprofunda o debate entre pesquisadores. A única certeza é que o orgasmo feminino é ainda uma questão complexa e misteriosa.
Via Revista Galileu

A consultora de sexo Tracey Cox, conhecida aqui no Brasil por apresentar o programa "Inspetores do Sexo", lança o livro "Consultório Sexual" que traz dicas bem picantes para você esquentar a relação de vez.
Para os solteiros, a autora mostra que é possível ter uma vida sexual mais proveitosa e não se prender a antigos paradigmas.
Encontrar o príncipe encantado é o desejo de grande parte das mulheres, no entanto, criar expectativas exageradas sobre os relacionamentos amorosos e sexuais podem trazer frustração. Se você acha que nada está dando certo e decidiu abandonar a procura, não se desespere. Talvez poucos conselhos sejam suficientes para te colocar em campo novamente e, dessa vez, sem errar!
No livro, Tracey lista os erros mais cometidos e ainda ensina como deixar a relação mais prazerosa. Abaixo nós separamos algumas dessas gafes para você não fazer feio na hora H.
Ele
Achar que têm um impulso sexual mais forte que o feminino
Achar que as mulheres querem sexo carinhoso em vez de sexo selvagem
Continuar apegados ao mito de que as mulheres só chegam ao orgasmo com penetração
Achar que as mulheres não são tão sacanas quanto eles
Pensar que todas as mulheres querem pênis enormes
Achar que a parceira vai ficar impressionada se houver muitas trocas de posição durante a transa
Ela
Pensar que os homens estão sempre prontos e que sempre querem fazer sexo
Achar que a transa acabou depois que ele tiver ejaculado
Ficar preocupada demais com o próprio corpo durante a transa
Não perceber que sexo é mais do que só sexo para os homens
Não orientar o parceiro sobre como deve tocar o seu corpo
Reagir com escândalo sempre que ele sugereexperimentar qualquer novidade
Via Vila Dois

A descrição é quase sempre a mesma: a mulher atinge um pico de excitação, contrai o corpo e depois relaxa, como se estivesse numa montanha russa. Quem já atingiu um orgasmo, sabe o que essas palavras significam.
A anorgasmia pode ser de três tipos: primária, secundária e situacional. A primária corresponde à mulher que nunca teve um orgasmo na vida, nem com parceiro e nem commasturbação. A secundária é quando a mulher passa a não ter mais orgasmos por conta de algum evento: morte de ente querido, vaginismo, traumas. "E a situacional é quando a mulher atinge o orgasmo em determinados momentos. Ela pode ter prazer com um parceiro e com outro não", explica a psicóloga e terapeuta sexual, Imacolada Marino Tozo. E garante: "93% das mulheres que já passarem pelo meu consultório não atingem o orgasmo por questões emocionais."
Porém, algumas mulheres não sabem o que é isso - ou não se conseguem mais viver esta sensação... é a chamada
A terapeuta conta que os índices de anorgasmia são encontrados em mulheres na faixa que vai dos 15 aos 25 anos. "A falta de orgasmo se deve nem tanto à idade, mas à inexperiência, à falta de conhecimento do próprio corpo, do toque para conhecer as próprias zonas erógenas. As mulheres não são educadas para isso, diferente dos homens, que desde meninos são instigados a ir atrás das mulheres, a se tocar", comenta a terapeuta.
anorgasmia
Para a saúde, a falta de orgasmo não traz consequências negativas, mas para a qualidade de vida sim. "Cada caso é um caso, mas mulher anorgásmica costuma se sentir inferiorizada. Para reverter o quadro, antes de mais nada, é necessário se informar sobre o assunto. Se for uma anorgasmia secundária, deve tentar descobrir qual fato deu origem ao problema. Sem contar que a ajuda de um terapeuta sexual é sempre importante", diz Dra. Imacolada.
, ou seja,
A grande confusão que as mulheres fazem é em relação à intensidade do orgasmo. "O que uma mulher sente é diferente do que a irmã e a mãe dela sentem. Parece que o orgasmo da vizinha é sempre melhor do que o dela. Há muita fantasia em cima do tema e, muitas vezes, essas mesmas mulheres têm o orgasmo e não sabem nomeá-lo. Por serem inibidas demais, duvidam da própria capacidade de sentir prazer", conta Dra. Imacolada.
ausência de orgasmo
E continua: "A qualidade do orgasmo varia de mulher para mulher. Tudo depende das expectativas e do grau de exigência que ela tem. E elas nem sabem que são multiorgásmicas, ou seja, que podem ter mais de um orgasmo em um curto espaço de tempo. Diferente dos homens, que precisam de um tempo bem maior para ter uma nova ereção."
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Conforme a terapeuta, às vezes a preocupação em atingir o clímax do prazer é tão grande que ela se esquece de curtir o parceiro, a relação em si. "Para atingir o orgasmo a mulher precisa ter confiança, se entrega para o outro e desencanar. A ansiedade pelo orgasmo pode atrapalhar a relação sexual. Conhecendo o próprio corpo, ela consegue atingir o orgasmo", afirma.
Ela acha ainda que a visão da sexualidade nos dias de hoje pode ajudar a mudar este quadro. "a quantidade de mulheres anorgásmicas vai diminuir sim, mas por conta da liberdade que hoje elas têm para se expressar, de buscar ajuda, caso não atinja o orgasmo. Os homens começaram a ver com menos discriminação essas questões femininas".
Via Vila Dois

Um bom presente não deve ser necessariamente algo material. Um sexo diferente agrada aos homens mais que qualquer outra coisa nesse mundo. Selecionamos dicas que irão transformar todas as datas em momentos pra lá de especiais.
- Despertar erótico
Chegou o dia tão esperado e você tem duas alternativas para começá-lo bem: o acorda completamente nua ou aproveita para fazer massagens em suas partes "mais sensíveis". Não tenha dúvidas que ele irá entender de imediato o que deseja.
- Banho de relaxamento
Depois de uma dose de ação logo pela manhã, nada melhor que um banho. Mas para que não seja apenas mais um, é aconselhável que você prepare o terreno antes. Use óleos para massagens, muita espuma e uma esponja bem macia.
- Café da manhã caliente
Enquanto ele se arruma para o trabalho, prepare um rico e energizante café da manhã. Sente-se bem diante dele apenas com uma camisola sensual. Se insinue enquanto ele come. Pode ter certeza que ele ficará excitado.
- Um atraso justificado
Com tanta provocação, não será difícil fazê-lo se atrasar um pouquinho para seus compromissos. Ele estará com tanto tesão que não pensará nem um segundo sobre o que fazer. Aproveite, afinal, um sexo apaixonante atrás da porta de sua casa não se tem todos os dias.
- Mensagens safadas
Assim que a tarde chegar, escreva de forma discreta ou descaradamente mensagens onde você explica o que pretende fazer com ele quando reencontrá-lo.
- Transa de luxo
Uma escapadinha para o motel não faz mal a ninguém, ainda mais em uma data especial. E não espere que ele tome a iniciativa. Surpreenda. Faça você o convite. Prefira os quartos que tenham decoração temática, assim é ainda mais fácil fugir da rotina.
- Rapidinha de impacto
Se você não tem tempo ou falta dinheiro para passar algumas horas no motel, pode optar por uma rapidinha improvisada no primeiro lugar que passar na cabeça de vocês. O banheiro de algum restaurante, o carro estacionado em um local escuro, dentro de um closet. Enfim, qualquer lugar é ideal para matar a sua sede por sexo.
- Jantar afrodisíaco
Já em casa, prepare um jantar afrodisíaco. Mas cuidado para não escolher uma comida muito pesada. E, além da refeição, brinque com ele o tempo todo. Use seus pés para fazer carinhos por baixo da mesa, solte olhares sugestivos e, logo depois da sobremesa, retire-o para dançar. Apague as luzes, acenda uma vela, sussurre no ouvido dele o que deseja e o resto é por conta dele.
- Surpresa erótica
Para fechar o dia com chave de ouro, realize uma de suas fantasias sexuais. Vale tudo, desde que o objetivo principal seja o prazer. Fazer sexo no telhado, fingir que são desconhecidos, brincar de professor e aluna... Use a sua imaginação e realize os desejos do parceiro. Esse tipo de atitude será, com certeza, o melhor presente da vida dele.
Via Terra
"Se o orgasmo é a pequena morte, será a masturbação o pequeno suicídio?". O fotógrafo Will Santillo foi descobrir, enquanto captava o clímax feminino. O resultado é o livro "La Petite Mort".
"La Petite Mort", ou em português, a pequena morte. É este o eufemismo usado pelo fotógrafo Will Santillo para dar nome a um livro onde o orgasmo feminino é o grande protagonista das imagens.
"Se o orgasmo é a pequena morte, será a masturbação o pequeno suicídio?". A pergunta surge na apresentação do livro da Taschen , que contou com a participação de 37 mulheres que se deixaram fotografar pelo artista canadiano enquanto se masturbavam e atingiam o clímax. Todas sobreviveram à "Petite Mort" e estão bem de saúde.
Via Expresso
Só consigo chegar ao orgasmo sozinha, me masturbando. Como fazer para ter orgasmos também durante a relação sexual? – Adriana Figueiredo, de Parati (RJ)
Muitas mulheres se queixam de só conseguir ter orgasmos sozinhas. Mas quando pergunto a elas se costumam se tocar durante a relação sexual, a resposta é quase sempre “não”. Em seguida pergunto por que não se tocam, e elas justificam que é porque sentem vergonha dos parceiros. Acreditam que são obrigada a ter orgasmo pura e simplesmente com a penetração. É possível que este orgasmo aconteça? Sim. Contudo, precisamos de treino.
A dica é de que se toque sem medo e sem vergonha diante do seu parceiro. Proponha que ele a toque durante a penetração. Conversem bastante sobre o que é a vivência do sexo para vocês. Com certeza ele estará disponível a modificar o que é importante para que você também tenha seu orgasmo.
Muitas mulheres aprendem a ter orgasmo clitoriano pelo simples fato de ser o local que podemos tocar durante o processo de aprendizagem e de auto-exploração corporal. Focamos no contato com a vulva e, basicamente, no clitóris. A parede vaginal é pouco explorada. Por causa disso, não aprendemos a ter orgasmos vaginais.
Você tem todas as chances do mundo de ter seu orgasmo vaginal desde que modifique algumas coisas no relacionamento: 1) falando com o seu parceiro e explicando o que a estimula e 2) tocando-se junto dele. Se isso for muito complicado para você, busque ajuda em terapia de casal para que possam sentir-se bem e ter uma vida sexual melhor, ou seja, na qual os dois têm prazer.
Via Marie Claire

Muitas andam tristes, pois acham que tem problemas para atingir o orgasmo. Algumas até sentemobrigadas a fingir na cama. Mas isso pode ser apenas questão de deixar as pressões de lado e utilizar a técnica certa. Aprenda aqui algumas infalíveis, sem injeções no ponto G ou implantar um chip, que envolvem conhecer os músculos, treinar o corpo facilmente, etc. Mas lembre-se, se você é brasileira, já é um bom começo
- Tratamento faz mulher ter orgasmos por horas
Uma posição de fricção pode ajudar você a chegar ao orgasmo durante a relação. A mulher deve ficar acima para que o clitóris toque o osso pubiano do parceiro. Ou ela deve deitar-se de costas com um travesseiro sobre as nádegas. Elas podem até tentar utilizar um vibrador durante a relação, diz a Ph.D Laura Berman, professora de obstetrícia da Northwestern University (EUA).
- 9 Surpreendentes razões pelas quais você não tem feito sexo
“Os homens querem instruções”, disse Laura. Ela deve dizer se ele está no caminho certo, seja falando que está ótimo ou gemendo.
Você não pode dizer como se faz se você não sabe o que a excita. “Para fazer um treinamento corporal para ser orgástica, você deve masturbar-se”, disse Danielle Cavallucci, uma treinadora sexual da empresa de informações sexuais Sexuality Source.
“Os exercícios de Kegel são os clássicos para as mulheres que querem transformar orgasmos fracos em fabulosos”, disse a educadora sexual Dorian Solot. Para localizar esta musculatura na pélvis você deve parar, durante o ato de urinar, nomeio do caminho. Então os exercite enrijecendo-os e soltando (quando você não estiver urinando). Faça isso todos os dias, várias vezes ao dia. Não se esqueça de continuar respirando enquanto aperta a musculatura.
- 6 Maneiras de melhorar a vida sexual da mulher
Pesquisas mostram que assumir comportamentos que busquem “adrenalina” juntos (seja escalar paredões ou apenas assistir um filme assustador) estimulam a dopamina no cérebro, o que faz com que seus fluídos circulem.
“Quanto mais longo o período de excitação, maior a explosão”, disse Dorian. Chegue próxima do orgasmo e então retorne ao “banho Maria”. Repita isso algumas vezes antes do clímax.
Sexo tantra pode soar meio new age, mas seu princípio principal — focado na respiração — pode aumentar seu prazer. Parceiros que respiram simultaneamente podem frear a pressa do orgasmo e criar uma maior expectativa, o que pode intensificar o prazer.
Pornografia é exclusivamente sobre grandes pênis e gargantas profundas. No entanto os livros e filmes eróticos podem ter bom gosto e ser excitantes, e quanto mais excitada, melhores as chances de orgasmo. Dê preferência para os filmes que tenham uma trama e cenas quentes.
Se seu (a) parceiro leva mais tempo para “esquentar” adiante-se ao enviar e-mails ou mensagens de texto sensuais (mas não muito gráficas, pois os e-mails não são necessariamente privativos).
As mulheres tem maiores chances de tomarem antidepressivos, que podem atingir a vida sexual. Se estiver tendo problemas converse com seu médico sobre seus medicamentos.
Se você não tem orgasmos, conselhos de um (a) profissional podem ajudar. Danos em nervos ou baixa testosterona podem ser o problema. Apenas “seu médico (a) pode fazer uma análise médica”, disse Laura, “ou pense em fatores da relação” e procure um terapeuta sexual.
Em um estudo recente feito na França com mais de 500 mulheres, 70% disse que estresse no trabalho comprometia a libido. E baixa libido, obviamente, leva a menores chances de orgasmo. Portanto deixe as distrações da vida na porta do seu quarto.
Via HypScience
Kamasutra - Milo Manara
Existe uma linha bastante sutil entre arte erótica e sacanagem. E são poucos os quadrinistas que sabem lidar exatamente com esse divisor imaginário, ou seja, desenham e escrevem sobre erotismo em quadrinhos sem cair na pornografia.
Isso através de diversos recursos, não apenas do texto. A forma do traço, a seqüência de imagens e ainda a transição de quadrinho a quadrinho também são fundamentais para atrair os leitores.
Um dos mestres nessa arte é Milo Manara, que nos induz a um olhar diferente sobre a sexualidade. Leitura essa mais sensível e próxima do que os super-heróis dos quadrinhos comerciais.
Em recente visita ao Brasil, o quadrinista trouxe pela Conrad Editora a quarta edição do clássico "Clic". Na história, Claudia Christiani é como nos outros exemplares a bela de corpo perfeito e rosto sensual. Recatada e reprimida sexualmente, ela é novamente vítima do doutor Fez, que através de um simples aparelho desperta a sua libido a faz liberar todos os seus desejos até então escondidos.
"Os quadrinhos eróticos são bastante underground (fora do circuito comercial) e tem uma linguagem explícita. Eu adoro os livros do Manara, desde a história, o roteiro e o traço. Li quarta edição do "Clic" e gostei bastante. Acho os quadrinhos dele um tanto machistas e retratam a mulher sob a ótica dos homens, pois a heroína é submissa aos cliques do personagem", opina Marcus dos Santos.
Manara explora através dos seus desenhos de corpo sensuais personagens que se rendem a várias práticas sexuais, entre elas, o bondage, o sadismo e o voyeurismo. Através de um traço simples, e com riqueza de detalhes que impressiona muitos de seus fãs, o artista italiano explora o erotismo para mostrar o que o há de mais humano na sociedade, ao mesmo tempo mais reprimido
Quando esteve no Brasil, Manara disse durante o lançamento da sua exposição "Uma Vida Chamada Desejo", que ficou em cartaz no espaço cultural Oswald de Andrade, que os quadrinhos eróticos não têm o recurso de outras artes, com trilha sonora e movimentos, por isso precisa trazer aos seus personagens seus desejos e fantasias, como acontece em "Kamasutra", também lançado pela Conrad recentemente. Nesta obra, o enredo gira em torno das duas amigas que precisam se livrar da destruidora Kali. Para tanto elas deverão praticar todas as posições do livro milenar hindu, o Kama Sutra. Nessa safra de artistas que utilizam a beleza da nudez feminina nas tirinhas há também outro cartunista também bastante admirado. Trata-se de Robert Crumb, que veio ao Brasil esse ano para a Flip 2010 (Feira Literária Internacional de Paraty). Um dos seus mais recentes livros é "Meus problemas com as mulheres", uma obra autobiográfica que mostra várias histórias sobre a presença feminina na vida do autor, com destaque para as musas de pernas grossas, uma de suas marcas registradas. Mas a presença feminina não está somente nos desenhos, entre os artistas há também a italiana Giovanna Casotto. Suas personagens provocantes são criadas através de fotos dela mesma. A quadrinista cria os desenhos com base em fotografias que tirou nua durante o sexo. A partir dessas fotos saem mulheres maquiadas e com os pés e mãos pintados, baseadas nas pin-ups dos anos 50. Sem pudores, a também arquiteta traz para o desenho vários ângulos do próprio corpo, ilustrações bastante realistas, que podem ser vistas na segunda edição de "Giovanna" (Editora Conrad). leia também Diário Erótico Dicas de livros para esquentar o sexo O título traz dez narrativas curtas em torno da sensualidade e do fetiche, com enfermeiras, donas de casa, empregadas e assaltantes, entre outras. As personagens deixam a imaginação voar nas várias poses sexuais que desafiam a imaginação. E como mulher, a artista não traz a submissão feminina ao enredo dos quadrinhos, pelo contrário, são elas é que ditam as regras na hora do sexo. "Minhas histórias têm inspiração em meus sonhos, no que gostaria de experimentar e no que já experimentei", completa a autora.
Via Vila Mulher

A palavra masturbação deriva de manustupração (manus = mão e stupratio = ação de sujar, macular, manchar. Ou do latim masturbatio, ou talvez do grego mastropeuein que significa prostituir.
"A masturbação é sempre muito carregada de culpa e medo. Mas essa prática pode ser muito benéfica ao corpo, ao prazer e à própria sexualidade das pessoas"
É importante saber que não existe nada de verdadeiro nos mitos de que a masturbação possa ocasionar doenças físicas, dor de cabeça, ou que venha a causar miopia, pelo na mão, espinhas, loucura...
Essas histórias de doença, sujeira e pecado começaram há muito tempo atrás, lá em Israel séculos antes de o Cristo chegar. Naquela época, Israel era um povo que necessitava fortalecer fronteiras, pois estavam em meio a povos politeístas que adoravam Deusas e Deuses altamente sexuados, e eles eram monoteístas, adoravam um Deus único, macho, e tinham a crença na origem do mundo como sendo fruto de um sopro divino.
Nessa época, a sexualidade deixou de ser vivida como algo sagrado e todas as práticas sexuais que não propiciassem a procriação passaram a ser reprimidas e passíveis de punição.
Aí começa uma grande repressão às práticas homossexuais e à masturbação. Ainda hoje encontramos uma série de mitos que muitas pessoas, apesar das descobertas científicas, ainda tendem a acreditar ou a temer que possam ser verdadeiras. Aqui vão elas:
Oito mitos sobre a masturbação
1ª) Pessoas casadas não se masturbam
2ª) Você pode ficar viciado na masturbação
3ª) Pessoas idosas não se masturbam
4ª) Masturbação é um sinal de homossexualidade
5ª) Masturbação é para pessoas que não tem parceiros
6ª) Excesso de masturbação faz com que o homem fique com falta de esperma
7ª) Masturbação é sinal de doença emocional
8ª) Masturbação é sinal de que a pessoa é incapaz de manter relações sexuais
Prática da masturbação é benéfica
Como podemos ver, a masturbação é sempre muito carregada de culpa e medo. Mas essa prática pode ser muito benéfica ao corpo, ao prazer e à própria sexualidade das pessoas.
Aproveite!
Entrar em contato com o seu corpo através da masturbação, é uma das maneiras de estimular o prazer e a própria sexualidade; não restringindo esse momento a uma erotização só no pênis e vagina.
Os homens têm uma focalização das sensações eróticas no pênis, não só nos momentos de masturbação, mas também na hora da transa. Aprender a acariciar seu corpo, descobrir novas sensações, nesse grande órgão de prazer que é a sua pele, pode ser uma atividade muito satisfatória. Aliás, esse é um exercício que muitas vezes temos que recomendar em terapia sexual para pessoas que têm pouca intimidade com o próprio corpo, descobrir novas sensações e prazer.
Hora do banho: ocasião perfeita
Você pode começar por um banho, não é aquele banho "rapidinho", aproveite esse momento, com calma, para experimentar diferentes sensações. Comece usando uma bucha vegetal, explore as sensações que você pode tirar do seu corpo. Afinal, como já disse, a masturbação não precisa envolver só a genitalia e, quanto mais você aprender a sentir seu corpo, mais prazer vai poder tirar desse momento de intimidade. Explore a região do ventre, a parte de trás das coxas, nádegas, ombros, pescoço, ou a região peitoral. O grande prazer é de descobrir as sensações do corpo todo. Aproveite a sensação de enxaguá-lo e sinta a água cair.
Continuando...
Passe no corpo um creme. Pode ser um hidratante que você goste. Nos dias mais frios, um óleo tem um toque mais agradável (pode ser esses óleos bifásicos ou um óleo de amêndoas). Há ainda aqueles que preferem o toque do talco.
Use e abuse desses momentos para sensibilizar seu corpo e não restringir a prática da masturbação a um exercício localizado na região genital, mas para aprender a desfrutar do seu corpo como um todo. Divirta-se!

Mulheres em geral adoram a beleza e sofisticação de lingeries sensuais. Peças em renda, com cortes minúsculos, detalhes em veludo, cetim, estampas provocativas são alguns dos detalhes que fazem parte deste importante aliado patra sedução.
Mais do que despertar os desejos do seu parceiro, a lingerie sensual tem um papel importante na auto-estima da mulher. Usando uma lingerie bonita a mulher se sente mais solta e ainda mais mulher, tornando a relação com seu parceiro ainda mais prazerosa.
Na hora de escolher uma lingerie o mais importante é que você goste dela e se sinta bem usando-a. As cores são variadas mas as mais encontradas são a branca, preta e vermelha.
Se você estiver um pouco acima do peso não se sinta inibida na hora de usar lingerie. Ela embeleza todo tipo de mulher e com certeza fará muito bem para você.
Um outro quesito importante e torna-se um ótimo aliado à lingerie sensual é o cenário. Capriche e decore o ambiente com velas, rosas, aromatizantes e deixe sua noite ainda mais sensual e romântica.
Via Dicas de Mulher

Você tem vergonha de ler algo sobre sexo? Gosta de romances “apimentados”?
Quando seu relacionamento não vai muito bem, pensa em ler para se inspirar e descobrir novas histórias?
Esse tipo de leitura é tão antiga quanto a literatura, mas mesmo com o passar dos anos, ainda existe um tabu sobre o hábito de ler sobre sexo. Segundo psiquiatras, os livros que tratam do tema desmistificam e podem até deixar a leitora mais solta.
E por que não experimentar?
De acordo com a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do projeto de sexualidade da USP, existem obras excelentes para estimular as mulheres, que vão desde a pornografia até o leve erotismo. Porém, Carmita alerta para a existência de livros ruins. “Não é o fato de ser literatura sexual que precisa falar sobre pornografia”, diz ela.
Uma boa dica para quem quer começar a ler histórias picantes é o livro “A casa dos Budas Ditosos”, de João Ubaldo Ribeiro. Provocador, o escritor conta a vida de uma senhora que desde jovem experimenta várias aventuras sexuais. Uma homenagem sugestiva para as mulheres.
Outra dica é o livro de poemas do autor Carlos Drumonnd de Andrade “O Amor Natural”, considerado o mais ousado do poeta. Com ele, o leitor se entrega ao amor de uma forma pornográfica e bem picante.
Já o romance “Lolita”, de Wladimir Nabokov, chegou a ser rejeitado por várias editoras por conter uma forte história de amor entre um professor já maduro e sua aluna de apenas onze anos.
A polêmica escritora Cassandra Rios também deixou obras fortes e sensuais, focadas na maioria das vezes no lesbianismo. Entre elas estão “A paranóica” e “Volúpia do pecado”.
“Amante de Lady Chatterley”, de D. H.Lawrence, é outro livro forte e cheio de histórias picantes. De maneira elegante, o autor convida as leitoras a viverem um caso de adultério extremamente sensual.
Faça a sua lista de leitura para os próximos meses e bom proveito, em todos os aspectos !
Via Vila dois

Sexo não é tabu para todo mundo não! E essa história de que entre quatro paredes vale tudo não é clichê. Há muita gente por aí que deixou de lado o padrão do certo e errado imposto pelas gerações passadas e não tem mais medo de revelar o que gosta e o que não gosta, o que quer e o que não quer fazer.
Ana é publicitária, tem 30 anos e já começa dizendo que não lembra quantos anos tinha quando se masturbou pela primeira vez. "Faço isso desde que me conheço por gente", revela. "Sozinha, com suas fantasias e a garantia absoluta de que mais ninguém saberá o que aconteceu é o cenário perfeito para transar com você mesma, conhecer seu corpo, seu ritmo... se descobrir".
A publicitária afirma que, às vezes, curte uma coisa mais selvagem, com tapas e palavrões, e outras vezes curte algo mais romântico, lento e com voz baixa. "Não há porque fazer um manual do sexo. É necessário se conhecer para saber respeitar os seus limites e o seu tempo. Mas sem preconceito, ansiedade ou culpa. O que vale sempre é gozar e ver o outro (ou os outros) gozar".
Eduarda, artista plástica de 29 anos, acredita entre quatro paredes vale tudo, tudo mesmo. "Uma vez fui ao motel com um casal de amigos (casados). Confesso que foi alucinante, diferente, mas não sou lésbica e nem gosto de mulheres", afirma. "Nós usamos fantasias, brincamos com a mente dele, fizemos sexo com ele, o seduzimos e o deixamos se sentir o cara, já que estava transando com duas!", conta.
Para quem não quer inovar tanto, a artista plástica dá outras dicas: "Acho que podemos brincar com a mente dos homens, como contar histórias quentes de algum casal conhecido e imaginar diferentes situações - sexo junto com eles ou somente com ela - enfim, aonde a imaginação chegar!", conta. "Assistir a filmes pornôs na hora do ato deixa o homem excitado na maioria das vezes", sugere.
Marcela Vieira, estudante de 19 anos, disse que vale variar de posições e apostar em fetiches, como algemas, chicotes, fantasias, máscaras e camisolinhas sensuais. "Outra opção são as brincadeirinhas tipo os dadinhos", completa. Ah, e nem pense que a diversão com doce de leite é coisa de BBB não. E mais: dá para incluir um bom toque de romantismo.
"Uma vez meu namorado fez uma surpresa no motel. Fui ao banheiro e ele me trancou lá. Quando abriu a porta, havia um caminho lindo de flores, com morangos, leite moça, doce de leite... Brinquei muito com esses docinhos", lembra feliz.
Via Vila Dois

O tantrismo é uma filosofia comportamental que, por ser baseada na sensorialidade, no ocidente é bastante relacionada ao sexo. Segundo o terapeuta corporal José Pedro Vianna Zereu, ela engloba vários aspectos da vida do ser humano e, entre eles, está a sexualidade.
Utilizando ensinamentos do tantrismo, algumas terapias alternativas são utilizadas com o intuito de que o homem busque o autoconhecimento justamente através da sensorialidade. Uma destas é a massagem tântrica.
— É uma massagem sensorial e não muscular, ou seja, ela não vai curar dores. O objetivo é que a pessoa entre em estado de meditação através do sentido do tato, de um toque sutil — esclarece José Pedro.
De acordo com o terapeuta, apesar do tato ser o sentido foco desta terapia, aposta-se também na indução de emoções através de óleos.
— A sessão de massagem dura uma hora, mas antes, durante cerca de 15 minutos, conversamos com a pessoa para entender exatamente o que ela procura e, conforme for, usamos, por exemplo, um óleo de lavanda para acalmar.
A terapia tântrica, além de induzir a um estado de meditação, ajuda pessoas que têm problemas relacionados ao sexo, como ejaculação precoce e impotência nos homens, e frigidez e falta de libido nas mulheres.
— A massagem considera o corpo como um todo, sem diferenciar as suas partes. Quanto mais a pessoa estiver disposta a receber a terapia, mais ela vai se autodescobrir e poder alcançar seus objetivos — revela José Pedro.
Segundo ele, a maioria dos pacientes que procura a massagem são homens, mas qualquer um pode fazer, inclusive casais.
— A massagem é indicada também para casais que estão há bastante tempo juntos e querem se redescobrir.
Via BEM-ESTAR

Qual mulher nunca sonhou em ser conduzida a uma noite inesquecível de amor e desejo por seu príncipe encantado? E não é preciso parar por aí. Dá para aproveitar e pensar no vestido vermelho que estaríamos usando, o jantar à luz de velas, a sacada com vista para o mar, e por que não, ir à loucura em uma noite de núpcias sob o luar. Fantasias revelam vontades e é preciso sonhar para poder realizar.
A psicoterapeuta e sexóloga Magda Gazzi é uma incentivadora da criatividade sexual feminina. "Estudos tem nos mostrado que, quanto maior a capacidade de fantasiar das mulheres, maiores serão suas sensações eróticas e melhores seus orgasmos. As fantasias liberam as pessoas, e, no caso as mulheres, dos antigos preconceitos e armaduras protetoras e repressoras que sempre afligiram a sexualidade feminina", diz a especialista.
Magda afirma que apesar de ter se acreditado muito tempo que as mulheres reduziam seu universo erótico a sonhos caseiros, agora sabe-se que 71% das mulheres têm fantasias eróticas durante a relação sexual. A masturbação seria um momento propício para descobrir novos cenários e brincar com o imaginário. "Quando se sonha acordada, as fantasias geralmente são mais elaboradas, com maior número de elementos para compor ambiente, lugares exóticos e enredos diversos", explica a especialista.
No entanto, segundo o terapeuta e médico vibracional Eduardo Navarro, as fantasias sexuais seriam naturais em pessoas que estejam sozinhas e que anseiam por uma companhia. "Fantasiar estando com outra pessoa ao lado pode demonstrar insatisfação", diz. Mais do que isso: fantasiar excessivamente também pode ser um sintoma da compulsão sexual.
Magda alerta: "a compulsão sexual costuma se manifestar com fantasias que invadem a cabeça da pessoa, dos quais ela não consegue se livrar. Essas pessoas vivem uma grande ansiedade, demonstrada por esses pensamentos, que acabam se transformando em excitação sexual". Mas para que a compulsão sexual seja comprovada em um diagnóstico é necessário no mínimo um prazo de seis meses com a permanência desse comportamento.
A diferença entre o saudável e o nocivo mora sempre no equilíbrio. As melhores fantasias são as que podem ser compartilhadas sem magoar seu companheiro. São as fantasias que devem servir a você e não o contrário. "O bom da fantasia é exatamente essa possibilidade de transgredir, ou seja, ela dá liberdade para experimentar várias situações sexuais, além dos limites da realidade", complementa a especialista. (Fonte: Minha Vida, Saúde Alimentação e Bem-estar)
Via Bonde

Sabem aqueles caras insuportáveis que entram em ônibus e vagão de trem/metrô lotados e estacionam atrás da gente prá ficar se roçando? Pois é. Pode ser apenas um cara que merece uns tabefes, como pode ser um cara que tem na verdade um transtorno psiquiátrico.
Imagine que o seu companheiro comece a insistir para que você se vista sempre de colegial, ou outras roupinhas de adolescente na hora da transa? Pode ser uma fantasia, algo para apimentar a relação, mas se ele começar a se comportar também como adolescente... hummm...
Ou então que comece a lhe assediar justamente na época da menstruação, e você perceba que a freqüência e intensidade das relações sexuais é maior justamente nessa época...
A linha entre o normal e o anormal é tênue, e vai naquilo que pode ou não interferir na vida da pessoa para além das quatro paredes, que interfere na vida social, nos relacionamentos em geral, no que ele sente, em como ela age, etc.
Em linhas gerais, podemos dizer que as parafilias ou transtornos de preferência sexual são distúrbios diretamente relacionados à "escolha" do objeto sexual. Não é uma situação esporádica : é uma necessidade para se chegar a uma determinada resposta sexual. A maioria dos praticantes da parafilia são os homens.
Uma pessoa que sofre de uma parafilia só consegue ter prazer sexual mesmo fazendo aquela prática específica, então ela cria situações onde aquilo ocorrerá. Não é apenas a ejaculação que conta, mas o real prazer, a satisfação.
Por isso existem sádicos que espancam de verdade, e fazem o inferno da vida da esposa, e masoquistas (tem muita mulher), que fica em relacionamentos ruins, por necessidade de sofrimento, acreditem, é de fundo sexual! Há uma troca mórbida em que uma pessoa doente pode induzir a doença no outro!!!!
Nas comunidades de internet podem haver doentes que agem como predadores, criando situações para satisfazer sua necessidade de satisfação. O consenso é tudo, é verdade, mas há de se ter cuidado com o limite da doença, da destruição da personalidade, dos limites, e até da lei!
Há vários tipos de parafilia. Muitas são aceitas pela sociedade pois não ferem os costumes nem outras pessoas.
Mostraremos aqui as características das mais conhecidas:
Fetichismo
Uso, ou fantasias de uso, de objetos inanimados com a finalidade de estímulo para a realização sexual; muitas vezes os objetos são extensões do corpo humano, como por exemplo, meias ou luvas. Mas cuidado, alguns podem ferir.
Exibicionismo
Exposição da genitália a estranhos, com o intuito de chocar. Geralmente é um homem heterossexual, muitas vezes casado e com uma vida sexual ativa. Pode gerar ações por atentado ao pudor.
Pedofilia
Preferência sexual por crianças pré-puberes ou no início da puberdade. Alguns autores estabelecem uma idade máxima de treze anos para a caracterização de pedofilia. O interesse pode ser por meninas, meninos, ou ambos. Se o comportamento é estabelecido por outra criança, ou um adolescente, deve-se tomar muito cuidado para estabelecer este diagnóstico, pois pode se tratar de um acontecimento isolado. As vezes este quadro também pode ser caracterizado como incestuoso.
Sadomasoquismo
Alguns autores dividem em quadro separados, sadismo e masoquismo, outros não. Envolve submissão e/ou inflição de dor, humilhação ou sofrimento. O sufocamento como forma de aumentar o prazer pode ser incluído como um comportamento sadomasoquista. O sufocamento se chama auto-asfixia erótica, e pode levar à morte não intencional; infelizmente já aconteceu algumas vezes... na alemanha uma mulher foi condenada por homicídio culposo de seu namorado.
Tranvestismo fetichista
Uso de roupas do sexo oposto para a obtenção de prazer sexual. Geralmente é um homem heterossexual, que após a masturbação ou o ato sexual desvencilha-se das roupas. Não deve ser confundido com o que popularmente chamamos de travesti, que é um homossexual que se veste de mulher com o intuito de atrair outros homens. Nem deve ser confundido, também, com transexual
Voyeurismo
Ato de observar, sem a anuência ou consentimento, uma pessoa despir-se, ou em atividade sexual. Geralmente é acompanhada de masturbação. Atitudes esparsas de voyeurismo na adolescência é comum e não deve ser considerada anormal. O uso de filmes ou revistas pornográficas para a excitação sexual, também não deve ser considerado patológico ou voyeur, tendo em vista que são confeccionados para esta finalidade. Existem pessoas que gostam de ser olhadas por voyeurs, em potencial, não verem quem as olha, mas permitir o olhar. É uma modalidade de parceria múltipla no ato sexual.
Zoofilia
Praticar sexo com animais é o que dá prazer aos praticantes da zoofilia. Assistir cópulas de animais também pode ser fator de excitação para eles. Em algumas regiões, principalmente nas rurais, é comum pessoas que mantém relacionamento com animais. A prática desaparece quando o indivíduo inicia um relacionamento com humanos. Existem clubes, legalizados, de zoofilia nos EUA. Já houve morte por danos aos órgãos internos, quando os auxiliares perderam o controle do animal (literalmente) que sodomizava um dos sócios.
Necrofilia
Os necrófilos são tidos, quase sempre, como psicóticos e sofrem desse distúrbio considerado grave. Eles só alcançam o prazer ao manter relações sexuais com cadáveres. As relações sexuais normais não interessam a eles. No Brasil existem relatos de aluguel de corpos em necrotérios e IMLs. Se é verdade, eu não sei...
Frotteurismo
Excitação advinda do ato de encostar os órgãos sexuais ou esfregá-los no corpo de pessoas desconhecidas em meio à multidão. Ocupa o 4º lugar na lista de incidência de pacientes em tratamento. Os safados dos ônibus e trens lotados, shows, etc...
Coprofilia
O indivíduo excita-se e obtém prazer através do contato com excrementos ou inalação de seu cheiro. Quando a estimulação erótica se dá através do cheiro da urina, pode ser chamada de renifleurismo; se a urina for ingerida, chama-se urofilia. Mais comum do que se pensa.
Acrotomofilia
Preferência por pessoas que tenham alguma parte de seus corpos amputada, pois a excitação é proporcionada justamente pela falta daquela parte. Quando a excitação acontece quando um membro do próprio corpo é amputado, chama-se apotemnofilia ou amelotatista. Existem revistas só com amputados e membros amputados para esse público, é algo que pode chegar ao crime ao se associar ao sadismo.
Agalmatofilia
Excitação provocada pela observação de estátua ou modelo representativo de pessoa nua. Se a excitação acontece não apenas com a observação, mas com o uso da estátua, pode ser chamado de pigmalionismo.
Autonepiofilia
A pessoa se excita ao fingir que é um bebê de fraldas e seu parceiro a trata como tal. Outras variações neste estilo são o infantilismo parafílico, quando a pessoa finge ser uma criança, de qualquer idade, ou juvenilismo parafílico, quando se finge ser um adolescente. Já vi um documentário de uma prostituta especializada em algumas parafilias que tinha clientes só dessa classe. Usam fraldas, pedem para ser amamentados, tomar palmadinhas...
Misofilia
O indivíduo se sente excitado se cheirar, mastigar ou realizar outra ação com roupas sujas, suadas ou com artigos de higiene menstrual (absorventes, toalhas higiências etc).
Via Vila Mulher

As coisas evoluíram (ou simplesmente se apressaram), e hoje não é mais necessário escolher sua esposa durante a sua adolescência, passar anos pegando apenas em sua mão, ou casar-se com quem seus pais querem que você case. Ainda assim, a maneira de falar a alguém que ela é a escolhida continua sendo um momento embaraçoso para todo mundo. Não se importe se você acha que não sabe “xavecar” ninguém; como você ver a partir dessa lista, existe coisa pior.
1) MAÇÃS COM SUOR
Esqueça os bombons, as flores, o coração de pelúcia. Na Áustria rural, o caminho para o coração de um amor são maçãs mergulhadas no suor de axilas. As mulheres jovens praticam uma dança tradicional com fatias de maçã em suas axilas. Após a dança, elas dão uma fatia para o homem de sua escolha, e ele come. Ainda bem que a gente não mora na Áustria rural
Na tribo Kreung, de uma região remota do Camboja, os pais constroem uma “cabana do amor” para suas filhas quando elas avançam na adolescência. Diferentes meninos passam a noite na cabana com a garota, às vezes mais de um na mesma noite, até que ela descubra com quem quer se casar. O divórcio não existe entre os Kreung; por esse motivo, os casais devem escolher a pessoa certa para passar o resto da vida. Deve ter gente que adoraria morar nessa tribo.
Quando atingem a puberdade, homens e mulheres jovens da sociedade hindu tradicional balinesa devem lixar os dentes. Em uma cerimônia supervisionada por um sacerdote brâmane, os caninos superiores dos jovens são lixados até o nível dos seus incisivos, um doloroso ritual destinado a livrá-los dos maus sentimentos ou tendências como cobiça, luxúria, ira, inveja e intoxicação. Só então os jovens são considerados prontos para casar.
Ao invés de se sentar num sofá para ver um filme, uma prática comum de namoro no noroeste da Europa e da América Colonial era “empacotarem-se” e dormirem juntos. Com a supervisão dos pais, o casal passa a noite juntos na mesma cama, mas embrulhados em cobertores separados, às vezes com uma “placa” colocada entre eles. A situação permitia intimidade, mas definitivamente não relação sexual. Imagine se daria certo por aqui.
O povo Dai da China pratica um ritual anual chamado “visitar as meninas”. Ele começa com jovens mulheres sentadas juntas em torno de uma fogueira, girando rodas. Um grupo de homens envolto em cobertores vermelhos e tocando instrumentos musicais aproxima-se delas, e cada homem escolhe uma mulher para fazer uma serenata. Se a mulher de sua escolha também gosta dele, ela tira um banquinho debaixo de sua saia e o convida para sentar-se. O homem então a envolve em seu cobertor vermelho, e eles passam a noite juntos, fazendo o que os casais fazem em todo o mundo: se encher de mimos e trocar juras de amor no pé dos ouvidos
Via HypeScience

Os australianos heterossexuais, que estão em um relacionamento longo, não andam muito satisfeitos com sua vida sexual. Cientistas entrevistaram 3.420 homens e 3.304 mulheres que eram casados, que viviam com seus parceiros ou que já estavam há um bom tempo num relacionamento, sobre a vida sexual deles. Além de acharem que não estão fazendo sexo suficiente, eles também estão descontentes com seus relacionamentos.
A maioria dos homens, 54%, e 42% das mulheres responderam que eles não estavam contentes com a frequência com que faziam sexo. Para os homens, a reclamação principal era que eles não estavam fazendo sexo tanto quanto gostariam. Entre as mulheres insatisfeitas com a frequência das relações sexuais, dois terços responderam que não estavam fazendo sexo o suficiente, enquanto um terço reclamou que estava fazendo demais.
Das pessoas que participaram do estudo, 73% eram casados e 60% estava com seu companheiro a mais de 10 anos. Homens com idade entre 35 e 44 anos, que estavam a mais de seis anos ou mais com a mesma mulher eram os mais insatisfeitos. Além disso, os homens e as mulheres que não estavam contentes com o número de relações sexuais também não estavam felizes com o relacionamento de maneira geral.
“A maioria das pessoas nos estudos queriam fazer mais sexo do que estão fazendo”, disse o professor da Universidade de Melbourne, Anthony Smith. “Percebemos que há uma distância entre a frequência que as pessoas definem como ideal e o número real de vezes que elas fazem sexo dentro de um relacionamento”. E o problema não está ligado ao gênero, ambos sexos estão tendo que dividir seu tempo entre o relacionamento, o sexo e as obrigações do dia-a-dia. Quem sai perdendo é o casal.
“Eu acho que os casais não estão encontrando tempo para fazer sexo. Não é possível forçar cada vez mais atividades no cotidiano das pessoas e acreditar que elas vão ter tempo para fazer sexo com qualidade”, acredita o Smith.
O co-autor do estudo, Anthony Lyons, acredita que os casais precisam aprender a se comunicar melhor sobre sua vida sexual. “Eles precisam conversar frequentemente e abertamente sobre sexo para achar um meio termo sobre a quantidade de relações. Isto pode trazer muita satisfação”, opina Lyons.
Para Smith, uma saída seria marcar um tempinho para o sexo como fazemos com as nossas refeições e atividades em família. “Os casais precisam se perguntar entre si: ‘quanto tempo nós queremos gastar fazendo sexo e o que a gente pode eliminar da nossa rotina para ter este tempo livre?’. Se as pessoas valorizarem o sexo como algo importante em suas vidas a dois, e a maioria o faz, eles devem empurrar as atividades sexuais para o topo da lista de prioridades”, conclui.
Via HypeScience
A palavra ‘‘prazer’’ é composta de muito mais do que simplesmente sexo. Cada pessoa precisa descobrir o que lhe dá prazer, o que lhe deixa bem, o que repõe suas energias.
Gosto de comparar a pessoa com um automóvel. O carro, para andar, precisa estar minimamente equipado e, é claro, com combustível! Há pessoas que vivem com o ‘‘carro na reserva’’ e sempre quando abastecem colocam o suficiente para o carro sair da reserva. Essas são aquelas que ao invés de viver a vida apenas sobrevivem a ela. Cito Oscar Wilde: ‘‘Viver é a coisa mais rara do mundo, a maioria das pessoas apenas existe’’.
É preciso descobrir o que te abastece, e é preciso praticar essas coisas para que esteja abastecido para viver. Eu disse, VIVER e não sobreviver! Podemos, então, ser mais diretos no tema prazer e falarmos do orgasmo feminino propriamente dito.
Existem algumas teorias, regras e técnicas para que uma mulher atinja o orgasmo. Mas não é sobre isso que este texto tratará. Cada mulher é única, tem sua singularidade. É claro que há coisas em comum, por exemplo: no período pré-menstrual a grande maioria adora ‘‘atacar um chocolate’’.
O ato sexual em si começa no amanhecer, ao dizer ‘‘bom dia’’. As preliminares também contam muito. As mulheres adoram um gesto simples, como um elogio verdadeiro, uma lembrancinha (mensagem pelo celular, uma flor em um dia qualquer, etc).
Mas o que quero dizer é que, além de todos os pontos comuns, cada mulher é diferente, é realmente única uma das outras e precisa ser vista e sentida assim. Ponderando tudo isso, aí vão algumas dicas. Muitas vezes o que servirá para você não servirá para seu(ua) melhor amigo(a).
Mulher: descubra-se. O autoconhecimento é fundamental para se ter sucesso nas mais diversas áreas da vida, inclusive na área sexual. Questione-se: ‘‘o que me agrada, o que eu gosto, o que eu espero que meu parceiro faça antes, durante e após o ato sexual; o que me excita, etc’’.
Parceiro: descubra sua mulher, ela com certeza te dá várias dicas sobre o que ela gosta e espera. Fique atento a elas! E faça-as.
Casal: Use sua criatividade, a rotina tende a ser entediante. Use lingerie diferente, lógico que respeitando seu jeito de ser; e que essa lingerie te deixe confortável e não preocupada(o) se está exagerando. Se você estiver se sentindo bem, passará isso ao outro, e os dois sentir-se-ão bem. Prepare o ambiente, use aromatizantes (algo suave), coloque uma música (quem sabe, uma trilha sonora exclusiva do casal).
E, por último, comece sempre do menos para o mais. Se descubra, se solte, curta cada momento como se fosse o último da sua vida! Viva e não sobreviva!
Gislene Regina Isquierdo - psicóloga clínica e organizacional especialista em Psicoterapia Comportamental (Londrina)
Via Bonde

A mente é a responsável pela ausência ou presença do prazer sexual. E este depende das emoções de cada pessoa.
O idoso também gosta de sexo. Negar por quê? O idoso pode e dever ter suas fantasias sexuais. Idade não impõe limite para sentir prazer.
A sexualidade se faz presente enquanto existir vida. É evidente que se modifica com o decorrer do tempo.
A pressão social moralista e preconceituosa impõe como verdade que o velho não precisa de sexo. A mulher, então, sofre mais preconceitos ainda.
Podemos dizer que as limitações físicas, tais como queda hormonal ou falta de ereção, apenas modificam a vida sexual, mas não acabam com ela. Sexo é vida. A libido existe no indivíduo desde que nasce até a morte.
Alguns fatores físicos modificam o desempenho sexual do idoso, tais como:
Na mulher: ressecamento vaginal (pode ser tratado com reposição hormonal ou com cremes apropriados);
No homem: ereção menos duradoura e o tempo para outras ereções é também maior. Mas nada impede o prazer total.
A idade não impõe limite para sentir prazer. Tanto homens quanto mulheres apresentam um estado emocional mais saudável quando estão envolvidos em relacionamentos íntimos e afetivos. O envelhecimento não depende da idade cronológica do indivíduo.
É importante que as pessoas com mais idade saibam que todo ser humano tem direito de usufruir da própria sexualidade. Esta pode e deve ser vivenciada em todas as etapas da vida.
Este tema é pouco tratado apesar de ser tão importante. É cheio de concepções falsas, temores, crendices, mitos e angústias que não podem persistir nos dias de hoje.
Marilandes Ribeiro Braga, psicóloga e terapeuta sexual, membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana (Rondonópolis - MT)
Via Bonde

Muitos anos atrás, lá estava eu, no canto de uma festa, cabisbaixa. Tinha acabado de levar o fora e ser substituída por uma mulher tão feia, mas tão feia, que nem Picasso conseguiria reproduzir suas assimetrias. Então um amigo se sentou a meu lado e pegou na minha mão. Eu me lembro da primeira coisa que disse a ele:
- Parece que enfiaram uma faca no meu estômago.
E, naquela noite, ele tirou a tal faca de mim. Tirou magnificamente, como só um grande amigo poderia fazer. Eu nunca disse obrigada - que coisa feia.
Quando o assunto é sexo entre amigos, cada um tem sua opinião. Uns são a favor; outros, contra; uns dizem que a amizade acaba; outros, que continua; uns se casam com amigos e acham a melhor coisa do mundo e outros ainda juram que não há decepção mais amarga do que uma amizade que degenerou em romance infeliz. Quem está com a razão, afinal? Todo mundo. Em matéria de gente, tudo pode acontecer e, creia, tudo acontece mesmo.
Existe, porém, uma regra que ajuda a prevenir possíveis relâmpagos e trovadas. E é tão simples, mas tão simples que até surpreende. Essa panacéia se chama conversar. Se vocês repararem, todo casal que se dá bem - seja amigo, colega, namorado, ex - trava longas conversas com naturalidade.
A pior coisa que pode acontecer é você ter algo com seu amigo, se apaixonar e não dizer a ele. Numa certa noite, um vinho aqui, uma disposição diferente ali, uma mão na coxa acolá e pronto. Quando amanhece, tudo está como era antes, menos você. Passa-se uma semana e ele aparece com uma novidade: a ex-namorada está voltando de Estocolmo e isso o balançou. Dias depois, ele liga e conta, em detalhes, como foi o reencontro com ela. No mês seguinte, vocês vão tomar um café porque ele está na dúvida se larga ou não tudo e vai para a Suécia com a fulana.
E você lá, com cara de paisagem, bancando a amiga enquanto por dentro está aos pedaços. E tudo por quê? Porque não conversou, não foi sincera, não disse o que sentia. Por medo de perder a convivência com o alvo do seu amor, você prefere continuar no papel de amiga por fora quando não é mais apenas uma amiga por dentro. Abrir o jogo pode resultar numa grata surpresa. Pode também causar dor, mas é sempre melhor do que fingir só para continuar por perto - afinal, quem vive de migalha é pomba.
O que acaba mesmo com qualquer amizade não é o sexo e sim usar o outro, não ser franco, atiçar e cair fora, fazer falsas promessas, fingir que nada mudou, quando mudou. Está certo que amigo de verdade não faz essas coisas, mas nós somos um poço de contradições. Em matéria de gente, tudo pode acontecer e, creia, tudo acontece mesmo. Ainda bem.
* Stella Florence nasceu em 67, tem uma filha, 30 tatuagens e oito livros, entre eles "Hoje Acordei Gorda" e "32 - 32 anos, 32 homens, 32 tatuagens". A mescla de humor e drama, além do verbo ácido, se tornou a marca registrada de sua literatura. Stella é tão alucinada por Gabriel García Márquez que sua cama (sim, sua cama!) tem o mesmo apelido do escritor colombiano: Gabo. Cada louco com sua mania... www.stellaflorence.kit.net
Via Itodas

Há lugares escondidinhos da nossa anatomia que provocam sensações pra lá de prazerosas, mas são pouco explorados pela cabeça, corpo e principalmente pelos parceiros. "Cada mulher tem que descobrir o seu próprio ponto de prazer, porque não há um lugar fixo para todas as mulheres. Por tentativa, cada uma deve perceber de que jeito é mais gostoso e estimula melhor a vagina, já que não há uma posição específica que dê certo para todas", afirma Glene, lembrando que a cada 100 mulheres que conseguem atingir o orgasmo, 70% delas atingem o clitoriano, centro óbvio do prazer feminino. "O corpo humano é um abecedário completo de prazer", conclui.
Depois dessa matéria, você vai poder mostrar exatamente onde ele deve tocar e pagar na mesma moeda, tocando nos pontos G, H, Y, Z. Enfim, um monte de letrinhas para chegar a uma só: o T, dos grandes. Desvende-o!
Ponto G
O ponto de Grafemberg foi apelidado carinhosamente de ponto G para os mais íntimos. Segundo a sexóloga Marilene Vargas, ele está localizado na entrada da vagina, mais ou menos a 3 centímetros da porta de entrada: "Imaginando um relógio, está entre as 11 e 13 horas. É formado por seguimentos nervosos e glândulas de Skene. Apresenta uma textura diferente, mais fofa, que se incha quando estimulada".
Ela compara o ponto G ao botão de start do motor do orgasmo vaginal. Sobre a polêmica acerca do tema e o fato de alguns médicos alegarem que o ponto G não existe, Marilene é taxativa: "Todo mundo tem ponto G, quem diz o contrário é porque não soube procurar direito!", provoca.
Ponto P
Bem pertinho do ponto G, só um pouco mais adiante, fica o ponto P. Já ouviu falar? "Formado pelos ramos da glândula de Skene, é um ponto um pouco menor e, para conseguir detectá-lo, é preciso conhecimento do corpo e muita prática", afirma a sexóloga. Uma vez frente a frente com o tal ponto, ninguém vai ter dúvidas de que achou o danado: segundo a sexóloga, a sensação de prazer obtida é muito diferente do comum e há relatos de ondas crescentes de prazer. Oba!
Ponto Y
No fundo da vagina fica localizado o chamado ponto Y, perto do colo do útero. "Durante o orgasmo ocorre o descolamento do muco cervical e o homem sente um jato quente derramando-se na ponta do pênis", explica Marilene, acrescentando que isso costuma acontecer entre o 10º e o 18º dia do ciclo menstrual, quando a quantidade de muco é maior. Ao contrário do que se pode imaginar, a médica garante que não é necessário que o parceiro seja do time dos bem-dotados para conseguir alcançar o ponto lá no fundo. "Basta que o casal seja compatível anatomicamente", afirma ela.
Ponto S
É mais conhecido pelas sociedades hindus e chinesas. "Sabe-se pouco sobre o ponto de Saspandra. Apenas que ele fica no terço posterior da vagina e é mais um lugar a ser explorado e provocar sensações prazerosas", resume Marilene, uma vez que não há um estudo histológico mais aprofundado nesse caso.
Via Itodas

Fundamentais para o prazer mútuo, as zonas erógenas são imprescindíveis para a mulher. Qualquer parte do corpo em que se tem sensibilidade constitui uma zona erótica em potencial, mas algumas classificadas como primárias são comuns a todos e incluem, claro, as regiões genitais.
No homem essas zonas são a glande, a bolsa escrotal a face interna das coxas, o ânus, o períneo e as nádegas. Entre as mulheres estão os grandes e pequenos lábios, a região posterior da vagina a haste do clitóris e a área próxima aos pelos conhecida como monte de Vênus. Os seios, quando estimulados, desencadeiam uma reação que atinge todo o aparelho genital, o útero se contrai, o clitóris se enche de sangue e se enrijece, os mamilos se entumecem.
Outro ponto altamente erótico, para o homem e para a mulher é a nuca que também se classifica como uma zona erótica primária já que essa sensibilidade tem origem primitiva.
Já as zonas eróticas secundárias variam de cultura para cultura e até de pessoa para pessoa. O beijo, por exemplo, é um costume tipicamente ocidental. Há quem fique excitado com uma mordida na orelha, uma confidência no ouvido e até um cafuné.
O estímulo das zonas eróticas não pressupõe uma ação forte, rápida e repetida. Isto não excita ninguém. A carícia é muito mais gostosa quando feita suave e lentamente.
O clitóris e o ponto G são os principais focos do prazer feminino. O primeiro tem a função de transmitir o estímulo erótico. O segundo, que recebeu esse nome em homenagem a seu descobridor, o ginecologista alemão Ernst Grafenberg, proporciona orgasmos muito mais intensos, desde que bem estimulado.
O ponto G fica na parte anterior do canal vaginal, a mais ou menos cinco centímetros da entrada da vagina. Tem uma textura diferente, mais encrespada. Quando a mulher está excitada, essa área se intumesce e o tecido se torna duro, adquirindo uma forma ovalada.
Para senti-lo, deve-se pressioná-lo. Para melhor localizá-lo, a mulher deve sentar-se ou agachar-se. A estimulação do ponto G leva a um orgasmo mais intenso, porque contrai toda a musculatura pélvica. Pode até mesmo acontecer um orgasmo simultâneo, se ambos forem estimulados ao mesmo tempo.
Via Bonde