Domingo, 03.06.12

Conheça as principais fantasias sexuais femininas / Shutterstock

Algumas mulheres têm desejos que os homens nem imaginam

Quando o assunto é fantasia sexual, as mulheres deixam a imaginação ir longe, mesmo que não tenham coragem de colocar tudo em prática. Tem curiosidade sobre o que se passa na cabeça delas? Então, confira a seguir as 10 principais fantasias sexuais femininas, listadas pelo site americano "Ask Men":

Dança particular


Elas sonham em fazer strip-tease, porque se sentem atraentes com a situação e a ereção dos parceiros mostra que estão no controle.

Exibicionismo


As mulheres podem não fazer um filme pronográfico caseiro, mas provavelmente já fantasiaram com isso.m Algumas também sonham em transar em lugares públicos com pessoas assistindo.}

Fantasias de força


São muito populares entre as mulheres e a maioria dos psicólogos acredita que seja porque permitem que elas tenham o sexo selvagem que desejam, sem sentir a culpa que pode aparecer depois. Essa fantasia geralmente envolve um homem lindo levando-a para o quarto. Rapidamente, ele arranca sua roupa e desperta seu corpo.

Voyeurismo


Mulheres também gostam de assistir pessoar transando. Podem fantasiar sobre espiar a janela do vizinho, um casal em um local escondido de um parque ou até uma orgia.

Uma mulher com dois homens


Nessa fantasia, os homens tipicamente são heterossexuais e toda a atenção deles é para ela.

Duas mulheres e um homem


A fantasia raramente envolve o homem tocando a segunda mulher. O que ela quer é que o homem assista às duas e, depois, dê atenção somente a ela. Assim, afasta a preocupação com inveja e ciúme.

Sexo com um estranho


A maioria não colocaria essa fantasia em prática por conta de sentimentos como culpa, mas gosta de pensar nisso. A ideia de um homem lindo se aproximar dela em um bar e levá-la direto para a cama mexe com a libido feminina. 

Professor/aluna


Acredite, elas gostam de se fantasiar de colegiais para que os “professores” mostrem o caminho.

Homem domina mulher


Mulheres fantasiam com homens que tenham pegada, que segurem seus cabelos puxando a cabeça para trás, que as coloque contra a parede e as joguem na cama. Elas querem ser dominadas na cama.

Mulher domina o homem


As mulheres também gostam de sentir que estão no controle. O cenário gira em torno de o homem adorar o seu corpo e implorar por sua atenção.

 

Retirado de Band



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Sexta-feira, 02.09.11

Posições para o orgsmo

 

A busca pelo orgasmo vai muito além de encontrar posições de sexo ideais. O relacionamento com o parceiro é peça importante para que se possa cultivar o desejo e, com a excitação no limite, chegar ao clímax.

 

O sexologista João Luis Borzino, da Clínica Sexualidade e Vida, de São Paulo, explica que o orgasmo é função do desejo e que sim, uma mulher precisa de motivos para desejar.

 

"Tudo na vida tem mais graça quando apresenta um clímax. O mesmo acontece com um filme, uma novela. Quando falta clímax, perdemos a vontade de ler ou continuar assistindo. O princípio é o mesmo quando se trata de sexo".

E quando o clímax não rola, a culpa é de quem? João Luis explica que a responsabilidade pelo orgasmo é individual e resultado é certo quando há entrega às fantasias. "Ninguém consegue fazer outra pessoa chegar ao orgasmo. É preciso se permitir o desfrute dos momentos de prazer com o outro".

 

Mas é lógico que há uma enorme confusão quanto ao assunto. "Os homens carregam o orgasmo feminino como um troféu. As mulheres, quando reprimidas, não desfrutam sua sexualidade de maneira absoluta, vivenciando tabus e preconceitos que as impedem de aprender a ter prazer e, assim, atingir ao clímax", explica o médico.



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Sexta-feira, 11.03.11
Quando a fantasia sexual vira traição


Tirar os pés do chão e pensar em outros homens - sejam eles celebridades ou amigos próximos - nem sempre é sinal de que a fidelidade ao seu parceiro está sendo deixada de lado.

 

Se analisarmos as fantasias pelo lado bom, ela ajuda a apimentar a relação e a melhorar o envolvimento com o parceiro.

 

Na verdade, as fantasias são mais comuns do que se imagina. "Pode ser algo até saudável. Quando a fantasia for esporádica não representa ameaça para a relação. O problema surge quando uma pessoa passa a querer realizar esse desejo com outra pessoa que não a parceria, o que muda totalmente o quadro", alerta o psicólogo e psicoterapeuta Marcelo Toniette.

Ter uma fantasia não significa necessariamente uma atração. A fantasia remete-se mais a um aspecto subjetivo, sendo que a atração já parte para algo mais físico, mais intenso. "Desse modo, fantasiar é imaginar, criar mentalmente situações que nos gerem sensações das mais diversas. Cada pessoa tem uma forma e intensidade própria de praticá-la. E utilizar este recurso pode fortalecer ainda mais a intimidade e a felicidade do casal", garante o psicoterapeuta.

 

E quando a mulher para de fantasiar e passa a sentir atração física por outro homem, já é indício de que algo não anda bem no relacionamento. Segundo o especialista, a traição, de certo modo, acontece antes mesmo de uma atração física por outra pessoa. "Muitas vezes essa atração surge quando a relação já está desgastada, ou mesmo atravessa um momento de crise, e os parceiros não se dão conta de que é longa a distância entre eles", comenta.

O psicólogo diz ainda que quando este distanciamento não é resolvido por ambos, um dos parceiros procura uma alternativa - entrega-se à atração por outra pessoa como meio de encontrar a satisfação - quebrando o contrato de fidelidade firmado no início do relacionamento.

 

"A atração sexual por outra pessoa mostra que já passou da hora de o casal procurar novas possibilidades que favoreçam a relação". E esclarece: "Quando se percebe um aumento na frequência e na intensidade da atração, o casal precisa tomar fôlego e lidar com a situação, a fim de encontrar formas de fortalecer a relação, caso este seja o desejo dos dois. Caso contrário, é preciso analisar se este não é momento certo de cada um trilhar caminhos distintos", orienta Toniette.

 

Via Vila Dois



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Quinta-feira, 30.12.10

Relacionamento estável é boa para libido femenina

 

Um recente estudo realizado pela Universidade de Hamburg-Eppendorf, na Alemanha, sugere que mulheres que se sentem em um relacionamento muito seguro apresentam uma queda no desejo sexual. 

A pesquisa aconteceu com 530 voluntárias e de acordo com os cientistas, a diminuição da libido acontece em média depois de quatro anos de relacionamento. Os cientistas explicam que no começo da relação 60% das mulheres esperam que o sexo seja realizado regularmente, mas depois de quatro anos o número cai para 50%, e depois de 20 anos para apenas 20%. 

Apesar do resultado, a pesquisa sugere que o desejo por carinho não diminui diante do tempo de relação. Aproximadamente 90% das voluntárias disseram receber carinho, durante todo o período de relacionamento. 

O estudo também analisou voluntários do sexo masculino e o resultado comprovou que, para eles, o desejo por sexo não diminui consideravelmente diante de uma relação estável. Os números variam entre 60% e 80%, durante todo o relacionamento. 



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Terça-feira, 21.12.10

Sexo, o segredo para o orgasmo

 

A busca pelo orgasmo vai muito além de encontrar uma posição sexual ideal. O relacionamento com o parceiro é peça importante para que se possa cultivar o desejo e, com a excitação no limite, chegar ao clímax. O sexologista João Luis Borzino, da Clínica Sexualidade e Vida, de São Paulo, explica que o orgasmo é função do desejo e que sim, uma mulher precisa de motivos para desejar.

 

“Tudo na vida tem mais graça quando apresenta um clímax. O mesmo acontece com um filme, uma novela. Quando falta clímax, perdemos a vontade de ler ou continuar assistindo. O princípio é o mesmo quando se trata de sexo”.

E quando o clímax não rola, a culpa é de quem? João Luis explica que a responsabilidade pelo orgasmo é individual e resultado é certo quando há entrega às fantasias. “Ninguém consegue fazer outra pessoa chegar ao orgasmo. É preciso se permitir o desfrute dos momentos de prazer com o outro”.

Mas é lógico que há uma enorme confusão quanto ao assunto. “Os homens carregam o orgasmo feminino como um troféu. As mulheres, quando reprimidas, não desfrutam sua sexualidade de maneira absoluta, vivenciando tabus e preconceitos que as impedem de aprender a ter prazer e, assim, atingir ao clímax”, explica o médico.

Orientação de um médico ou terapeuta sexual pode ajudar tanto a mulher quanto o homem a encontrar o caminho do prazer. Saber abusar da melhores posições sexuais também facilita - e muito. “As melhores são as que elas mais gostam”, taxa o médico. Segundo ele, os detalhes na cama variam muito e refletem o universo rico e individual do sexo.

Mas é claro que existem aquelas posições já “cientificamente comprovadas” como facilitadoras do orgasmo. A “missionária", famoso papai-mamãe, é ótima porque é quando o clitóris fica amplamente massageado pelo púbis, a proeminência óssea logo acima da base do pênis. Outra posição que facilita é a “andrômaca”, também chamada de “coqueirinho” ou “apaga vela”. “Essa posição é prestigiada pelo mesmo motivo da missionária, com a vantagem da mulher poder controlar melhor o contato sexual”, explica.

Para potencializar essas posições, valem os famosos truques. Usar uma almofada é excelente porque projeta ainda mais o clitóris contra o púbis masculino. “Outra idéia legal é pedir para que o parceiro fique sentado e sentar sobre ele, de frente”, indica o médico. Essa posição também garante um bom contato com o clitóris.

“Ficar de quatro com as pernas juntas e empinar bem o bumbum também leva a um maior contato vaginal”. Secar delicadamente a região genital, caso não esteja sentindo direito a penetração, por excesso de lubrificação, também é uma boa opção.

“Na posição ‘de ladinho’, peça para que ele massageie delicadamente seu clitóris - ou faça você mesma”, diz o médico. A maior dica dele, no entanto, não se trata de posições: “peça para seu parceiro fazer tudo aquilo que você fantasia. Não tenha vergonha e seja feliz”. Na cama, inclusive.

 

 

Via Vila dois



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Sexta-feira, 10.12.10

Sexo, Como aumentar o apetite sexual?

 

A libido anda em baixa? Não se preocupe: atitudes diárias bem simples de seguir farão você recuperar a intensidade do desejo.

Por que o tesão diminui?

O motivo é orgânico ou emocional. No primeiro caso, doenças como diabetes, hipertensão e hipotireoidismo podem reduzir seu apetite sexual, assim como alcoolismo e medicamentos antidepressivos, que mexem com a libido. Quanto às causas emocionais, o leque de possibilidades é mais amplo - engloba infi delidade, brigas e discussões com o parceiro, estresse e outros problemas que tiram seu foco da sexualidade. 

Você não é a única!

Segundo a ginecologista Elsa Gay, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Mecidina da USP, 65% das pacientes que buscam o atendimento reclamam da falta de tesão. “E não somente essa baixa de desejo incomoda, mas também a ausência de fantasia sexual”, garante ela. Ainda de acordo com dados coletados pela médica, 22% das mulheres que procuram a área ginecológica do hospital sofrem com a diminuição do orgasmo e 12% enfrentam dificuldades na penetração. 

As soluções

Se a causa é fisiológica, procure um ginecologista. Mas se for emocional... 

. Se você não sente desejo algum e evita qualquer ato sexual, procure um psicólogo. Para não pesar no bolso, veja na Secretaria Municipal de Saúde se o seu município aderiu ao programa Saúde da Família, que muitas vezes inclui atendimento psicológico gratuito. 

. Se está com o tesão em baixa há pouco tempo e, apesar de não tomar mais a iniciativa da transa ainda responde às aproximações do companheiro, você tem a opção de colocar em prática as táticas a seguir. Vale experimentar, pois elas realmente surtem efeito.

7 “turbinadores” de desejo

Comece hoje mesmo a aumentar o seu apetite sexual 

1. Maquiagem e cabelo?!
“Muitas vezes, a mulher perde a vontade de transar porque não gosta mais de se cuidar”, diz a sexóloga Carla Cecarello. Então, pode começar a usar maquiagem no dia a dia, tentar um novo corte de cabelo ou uma caminhada leve. Trabalhar a sua autoestima é importante para aumentar a libido. 

2. A mágica do abajur
“Faça uma pequena mudança no quarto, como trocar o lençol, deixar o ambiente à meia-luz ou colocar música”, ensina Carla. Não se preocupe com grandes produções, mas providencie algo que torne o lugar aconchegante, com a novidade no ar. “As mulheres nessa situação precisam de um estímulo novo, que mude o clima”, diz ela. 

3. Socorro, querido!
O bonitão tem papel importante no seu apetite sexual. “Ele precisa ajudá-la a avivar a sua visão, assim como seus demais sentidos”, diz Adriana Costalunga, autora de Amor & Tesão (Ed. Matrix, R$ 27). Ela defende que tudo usado na sedução no começo do romance vai, aos poucos, deixando de funcionar. Ou seja, há que reinventar, redescobrir. Ideias: peça ao gato que mude o perfume ou experimente um novo modelo da cueca. 

4. Bom-dia, sedução...
Você pode criar o clima sensual desde cedo! Mande mensagens, e-mails, ligue para o amado e diga que está ansiosa para vê-lo... Enfim, prepare-se para a relação. “Desse modo, o homem e a mulher chegam mais afoitos para o sexo”, afirma a autora. Assim, as preliminares serão mais quentes, facilitando o orgasmo. 

5. Ô, papinho gostoso...
Tal atitude, além de estimular sua libido, ajudará você e o parceiro a conhecerem mais sobre o que cada um gosta ou não de fazer. Dê as dicas e aproveite todo conhecimento do rapaz na hora H! 

6. Beijo poderoso
Todo mundo sabe que beijos intensos aumentam a excitação na hora da transa! Mas eis a "novidade": é preciso explorar o poder do beijo FORA da cama. “Segundo os sexólogos, o casal deve se beijar por ao menos dez segundos, todos os dias”, afirma Adriana. Motivos? Desperta a sensualidade, mantém a intimidade e dissolve ressentimentos. 

7. Faz de conta...
Separe um momento para explorar seu corpo. Use o banho para se tocar e descobrir zonas de prazer e invista algum tempo na masturbação. Assim, você estimula ainda mais a sexualidade, e fica animadíssima para encontrar o gato. “Nessa intimidade, aproveite para fantasiar mais sexualmente”, orienta Carla. Deixe a imaginação livre ao se tocar e permita-se ficar excitada com o que vier à mente. Ter mais fantasias vai turbinar seu desejo.

 

Retirado de aqui



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Quinta-feira, 09.12.10

Sexo , a primeira vez

 

Embora busque-se unicamente o prazer, a primeira relação sexual nem sempre é bem-sucedida. Espera-se que durante a relação o rapaz saiba o que fazer, e tal responsabilidade pode dificultar seu desempenho. Já a moça, na maioria das vezes fica temerosa da dor da ruptura do seu hímen e conseqüente perda da virgindade, ou ainda a espera de algo maravilhoso. E essas expectativas podem impedir que se chegue ao orgasmo.

É aconselhável que não se faça planos para a primeira vez, o casal deve deixar que aconteça naturalmente, tem que ser resultado de um amadurecimento mutuo. Nunca deve ser feita através da pressão por parte do parceiro (a), e sim que a pessoa se sinta pronta para dar um passo tão marcante em sua vida.

Actualmente há um fator que vem influenciando muito os jovens em relação à primeira transa, o fator religião. As igrejas evangélicas pregam um namoro no qual haja unicamente beijo na boca abraços e nenhuma troca de carinho mais intima, tais “proibições” são atestadas pela bíblia. Resumidamente devemos guardar nossa virgindade, para podermos aproveitá-la após o casamento. Se todos seguissem tal ensinamento hoje não teríamos tantos problemas relacionados a adolescentes perdendo a virgindade cada vez mais cedo, a gravidez na adolescência, jovens com DST. 
Mas todas as escolhas devem ser feitas exclusivamente por você, levando em conta fatores a favor e contras. Antes da primeira vez, é recomendável que procurem conselhos médicos, para tomar os cuidados necessários para que não ocorra gravidez indesejada, etc.

 

Via netsaber



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Quarta-feira, 08.12.10

Sexo, preliminares e desejo

 

As preliminares são importantes porque elas desencadeiam a resposta sexual, a química do sexo se inicia e a excitação vai aumentando. Neste processo a mulher sofre mudanças na sua genitália: a vulva aumenta, a lubrificação aparece, ocorre o alongamento da vagina. Tudo isto para poder receber o pênis sem qualquer incômodo ou dor. 

Quando falamos de preliminares falamos do uso dos 5 sentidos: gustação, olfato, visão, toque e a audição. Definimos os sentidos como uma porta de comunicação do mundo exterior e do interior. Nada chega ao intelecto sem passar pelos sentidos. Qualquer toque, qualquer visão, qualquer odor tem uma interpretação em nosso cérebro, que é o principal coordenador sensorial em homens e mulheres e processa todas as informações, direcionando a resposta sexual pela liberação de neurotransmissores, que agem nos diferentes receptores periféricos do corpo.  

A análise total e as interpretações destas mensagens determinam a resposta final aos estímulos. A mensagem é mais efetiva quanto maior for o número de modalidades sensoriais utilizadas. O ato sexual é basicamente uma atividade sensorial que utiliza os cinco sentidos. 

As preliminares são tão importantes para o homem quanto para a mulher, pois sem o uso dos cinco sentidos, utilizados nas preliminares, a resposta sexual é inibida e aparecem as disfunções sexuais: a diminuição do desejo, a disfunção erétil, a dificuldade do orgasmo e a dor na relação sexual. Podemos dizer que o dia a dia conspira contra o sexo, pois é difícil conciliar a família, os amigos, o trabalho e os nossos interesses pessoais. 

Podemos ainda adicionar a todo este stress a situação financeira do país (sempre instável), outros problemas que afetam o nosso controle emocional e principalmente o envelhecimento inevitável do nosso corpo. Por tudo isso, teremos em um curto espaço de tempo algum tipo de disfunção sexual, de maior ou menor grau. 

Relação estável diminui desejo Resgatar as respostas sexuais de quando jovens não é impossível. Lembra do gostoso arrepio na nuca, o desejo incontrolável de ir para a cama após muitos beijos, as fantasias sexuais e o tremor do corpo quando tocado pela pessoa que desejamos. Para isso devemos manter a nossa sexualidade sempre vibrante e presente para evitar que o desgaste da rotina leve os casais a serem somente bons amigos e ex-amantes. 

Muitas mulheres gostariam que os seus parceiros praticassem mais as preliminares do que a penetração rápida. A melhor forma de um crescimento sexual no casal é um diálogo verdadeiro e dar espaço para mudanças com a intenção de resgatar momentos maravilhosos. A mulher deve ensinar quando, onde e como gosta de ser tocada. O homem muitas vezes gosta de mulheres mais ousadas, que demonstram a sua excitação. 

Mantendo nossa auto-estima elevada e tentando ter uma vida mais feliz com o que somos e com o que temos, com certeza seremos mais felizes com aqueles que nos cercam. O sexo ideal se conquista com o amadurecimento do corpo e principalmente da mente. Nesse relacionamento maduro desenvolvem-se alguns dos valores mais significativos para o ser humano: afetividade (muito amor), compreensão, segurança e cabeça aberta para possíveis mudanças. Este é o caminho!

 

Retirado de aqui



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Domingo, 05.12.10

Desejo e fantasia

 

Boa parte da população mundial já teve ou tem uma fantasia sexual. O que seria fantasia sexual? É o desejo que o individuo tem, às vezes ele precisa ver a parceira (o) vestida de uma forma diferente ou fazer algo diferente na relação sexual. Muitos já realizaram suas fantasias e demonstraram satisfação.

O desejo oculto de uma pessoa pode variar consideravelmente, ou seja, as fantasias são infinitas. No caso dos homens, muitos tem vontade de transar com uma enfermeira, aluna, professora, empregada domestica, entre outras. Já as mulheres tem o desejo de ter relações com um bombeiro, marinheiro.

Além dessas fantasias normais há também aquelas em que o desejo da pessoa e de transar no elevador, na piscina, na cozinha, de transar em situação de perigo. Uma fantasia masculina muito conhecida é a de transar com duas mulheres ao mesmo tempo, ou de ver e transar com lésbicas.

Há diversos tipos de fantasias, umas condenáveis, já outras dominantes em nosso meio. Atualmente este recurso de prazer é visto de uma forma mais amigável, pois a sociedade não está tão conservadora como há alguns anos atrás. Mas deve-se levar em conta de que talvez casamentos cheguem ao fim devido à rotina, e a fantasia está ai para tirar o casal da monotonia.

 

Via Netsaber e sexualidade



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Quarta-feira, 24.11.10

Como se manifesta o desejo sexual?

 

Homens e mulheres são despertados de formas diferentes para o desejo sexual. No homem, o desejo vem automaticamente por meio de um olhar mais atento sobre a mulher que ele deseja. Na mulher, o desejo vem da necessidade de uma aproximação que a faça se sentir desejada, que a estimule, excite, para sentir segurança nas atividades sexuais. O desejo surge espontaneamente com o envolvimento entre duas pessoas, sendo que estas devem estar em sintonia e ter chances de criar situações agradáveis. 

Prazer é uma emoção e um sentimento que se expressa individualmente; para a mulher, há uma forma particular de sentir e manifestar o prazer. O desejo sexual é como um apetite. Uma experiência que impulsiona qualquer pessoa a buscar ou tornar-se receptiva ao encontro sexual. Contudo, nem sempre essa experiência faz parte da vida de homens e mulheres, pois é comum o interesse por sexo diminuir devido a certos fatores considerados inibidores. 

Alguns problemas orgânicos como anemia, deficiência cardíaca ou hipotiroidismo podem gerar uma baixa no desejo sexual, como também o uso de determinadas medicações: anti-hipertensivos, tranquilizantes, drogas à base de estrogênio (para os homens). Neste aspecto, envolve cerca de 15% das causas do desejo sexual hipoativo. 

Na maioria das vezes, fatores de ordem psicológica são os mais frequentes, tais como: dificuldades no relacionamento com o(a) parceiro(a), ansiedades de desempenho sexual, baixa auto-estima, ressentimentos e mágoas, frustrações profissionais, sentimentos de não realização pessoal, entre outros. Às vezes a diminuição ou mesmo a ausência de desejo pode ser um sintoma de depressão, ou pode estar associada a problemas de adaptação psicológica a alguma doença. 

Outra fonte de inibição diz respeito à dificuldade em concentrar-se nas sensações eróticas durante o ato sexual. A pessoa tende a se perder em pensamentos, divagando em outros assuntos. Assim, a atividade sexual tende a tornar-se sem graça e desagradável, podendo ser evitada; qualquer um perde o interesse por algo que não seja atraente. Isso também ocorre em situações em que o(a) parceiro(a) apresenta pouca habilidade no contato, tanto no sentido emocional quanto fisicamente. Por exemplo: achar que a penetração é a melhor parte do sexo, esquecendo-se de que a exploração das zonas erógenas é um importante ingrediente; ou ainda preocupar-se em ter uma performance exuberante a ponto de transformar o ato sexual em uma videocassetada, ou em um show. 

Seja qual for o fator inibidor, a primeira providência é abrir um espaço para discutir com o(a) parceiro(a) a respeito do problema. O diálogo é fundamental, pois auxiliará na compreensão dos fatores inibidores, além de favorecer a uma maior intimidade. Se não for suficiente, uma terapia sexual poderá ser a solução. 

Eliane Marçal, psicóloga clínica e hipnoterapeuta

 

Via Bonde



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Segunda-feira, 25.10.10

sexo em tempo de crise

Segundo a sexóloga Marta Crawford, em momentos de maiores dificuldades, os casais tendem a praticar menos sexo.

 

Até o sexo sofre com a crise? A resposta é: "sim, sofre". Segundo a sexóloga Marta Crawford, "apesar da pessoa poder viver um momento de descontração que dá energia e bem estar e, além disso, sem custos, a verdade é que em momentos de grande preocupação, principalmente as mulheres rejeitam este tipo de intimidades".

Ou seja, em tempos de crise o desejo também fica em défice e os casais tendem a não o praticar, afirma a sexóloga, que no entanto ressalva que nem todos reagem da mesma maneira.

Marta Crawford explica ainda que a crise e a instabilidade provocada por sucessivas más notícias desencadeia nos homens e nas mulheres reações diferentes. Se elas perdem o desejo sexual, com eles isso pode acontecer, mas com mais frequência os homens têm a capacidade de  "usar o sexo para se sentir bem, ainda que por breves momentos".

No entanto, sublinhou a especialista, "também há muitos homens que vivem muito mal esta ansiedade e que ficam com problemas de disfunção erétil".

 

Via Expresso



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Domingo, 25.07.10

Desejo. Ânsia. Compulsão. Há quem tenha tido mais de cem parceiros sexuais num só ano. Mas poderá o sexo viciar? Venha daí conhecer casos em que o sexo falou mais alto... repetidamente.

 


"Por uma queca fazemos coisas inacreditáveis. Fica-se cego." Sérgio, 39 anos, sabe do que fala. Nos últimos três anos passaram pela sua cama mais de 200 mulheres. Altas, baixas, gordas, magras. No que toca ao sexo, não tem dúvidas quando fala da fase pós-divórcio: "É o vale tudo. Fica-se viciado na novidade. É o prazer momentâneo."

"Com o fim do casamento de dez anos, Sérgio viu-se "sozinho, afastado dos amigos, longe dos filhos, numa nova cidade e com necessidade de novos laços". A blogosfera foi a forma encontrada "para deitar tudo cá para fora". Inicialmente escrevia um blogue de desabafos sentimentais que acabou por "enveredar num cariz erótico e sexual". Começou a ser seguido por leitoras e daí ao primeiro encontro foi rápido: "Começas por manter o registo antigo e combinas um cafezinho. Mas quando te apercebes que a conversa no computador é 300 vezes mais rápida, vais direto ao assunto. Não há medo de rejeição. O flirt começa com umas simples reticências e termina na cama: Queres? Bora."

"Toda a gente já pagou para ter sexo"

 

Com o "ego recuperado", Sérgio foi encontrando mulheres com "a mesma compulsão sexual" e gosto pelo risco. "Estava com uma no Bairro Alto e ela atirou-me para cima de um carro. Enquanto outras pessoas passavam, começou a fazer-me sexo oral ali mesmo. Puxei de um cigarro e decidi desfrutar."

Entre o telemóvel e as redes sociais, todos os dias Sérgio organizava a agenda. Num só dia chegou a estar com três mulheres diferentes. "É sexo egoísta. Usas aquela pessoa como objeto do teu prazer." Embora garanta nunca ter pago a ninguém, tem uma visão prática: "Todos pagamos para ter sexo. Nem que seja os copos que lhes oferecemos."

Esta obsessão levou-o a falhar compromissos de família e a inventar reuniões para sair do escritório. "Percebi que estava a passar o limite quando já me fazia confusão passar um dia sem sexo. Nunca procurei ajuda mas tal como começou, a necessidade de novidade também se esgotou." Hoje vive um "namoro liberal", baseado no diálogo. Para trás ficam exageros, muitas vezes tidos sem meios contracetivos. "Acho que não voltarei a cair no mesmo".

Rita diz o mesmo. Depois de sete meses "a mascarar carências afetivas com vontade de sexo", a jovem de 26 anos garante que "prefere usar um vibrador" a repetir o comportamento de há dois anos.

"Nem sequer queria saber quem eles eram"

 

O "impulso" levava Rita a procurar situações de sedução. "Chegava a ter dois a três parceiros por semana. Por vezes repetia-os, mas não queria saber sequer quem eram ou como era a vida deles". Heterossexual, "mas com um pezinho na bissexualidade", a jovem envolveu-se com homens e mulheres, por vezes com várias pessoas ao mesmo tempo e invariavelmente levada pelo ímpeto: "Lembro-me de estar num bar com zona privada para quem quisesse ter sexo. Senti aquela vontade. Acabei a ter sexo oral com um homem que nunca tinha visto. A meio dei por mim a pensar que naquele momento tanto podia ser ele a estimular-me como um simples vibrador. Era tudo mecânico."

Rita conta que esta foi a forma encontrada para compensar a baixa auto-estima: "Sentia-me feia e mal-amada. Queria a envolvência, a conquista, mas quando chegava a 'hora H' nem sequer tinha vontade. Muitas vezes fingia os orgasmos."

Quando regressava a casa, "encontrava o mesmo silêncio e sensação de vazio". "Mais que desejo sexual, hoje sei que era desejo emocional. Masturbar-me não era solução."

Rogério diz o mesmo. "Podia masturbar-me, mas o verdadeiro desejo que sentia era pelo risco. Saber que estou a deixar-me levar sem pensar nas consequências." Homossexual assumido, agora com 30 anos, relembra a "longa fase de loucura compulsiva" que passou há oito anos. "Não queria saber o nome nem o número telefone. Queria apenas aquilo."

"Quanto mais sexo temos, mais queremos"

 

Desde engates de uma noite em discotecas, a "sexo combinado pela web com estranhos", Rogério fez de tudo. Tal como Sérgio, "muitas vezes faltou o preservativo". Conta que em Lisboa, além das míticas saunas gay e bares com o "quarto escuro", há ainda zonas onde se pode parar o carro e simplesmente "propor a quem está ao lado se quer dar uma queca". Rogério fê-lo. Por vezes "terminava, fumava um cigarro e agarrava no telemóvel para ligar a alguém com quem pudesse estar a seguir".

"É uma bola de neve. Quanto mais sexo temos, mais queremos." O álcool ajuda à "desinibição no momento", mas também pode potenciar sustos. "Estava muito bêbedo e fui a uma sauna. No dia seguinte um amigo contou-me que me ouviu a ter relações e que estava louco. Não me lembro de como fui para casa, nem muito menos de quem esteve comigo. Senti-me violado."

Este e outros sustos fizeram-no "repensar o comportamento", que se prolongava há mais de dois anos. Não procurou ajuda, mas admite que lhe custou "controlar a ânsia quando tinha horas livres e não estava na cama com ninguém". Hoje, assegura que está numa fase calma, em que "mais do que sexo quer partilha emocional". Não se arrepende, mas a verdade é que perdeu a conta a com quantos homens se envolveu até hoje.

Júlia diz o mesmo. Depois de um casamento de 16 anos terminado com uma traição, o sexo surgiu como "forma de vingança". "Comecei por dormir com um colega de trabalho e nunca mais parei."

"Desejo incontrolável" com sabor a vingança

 

A tristeza deu lugar a um "desejo incontrolável" e Júlia, na altura com 43 anos, deu por si com a vida de pernas para o ar. "Durante o dia trocava mensagens picantes com vários ao mesmo tempo. Dava-me prazer ver qual conseguia ser mais ousado." E se de dia o trabalho ia sendo posto de lado em prol do flirt, à noite a vida familiar também: "Cheguei a receber homens com os miúdos a dormirem e também a sair de casa de madrugada. Sabia que era inconsciência deixá-los sozinhos, mas não conseguia pôr travão."

As retomadas idas à discoteca "rendiam novas conquistas", principalmente homens "bem mais novos". Júlia, hoje com 46, ainda não voltou a "criar laços afetivos". "Tenho amigos coloridos, mas deixei de acreditar no amor. A independência ninguém ma tira."

Pedro Freitas, sexologista clínico, já ouviu o mesmo: "Há cada vez mais homens e mulheres que não estão dispostos a partilhar a vida com alguém. Têm vários amigos especiais com quem saem, com quem têm sexo, mas com quem dormem poucas vezes."

Adição sexual não é doença

 

Por mais que sejam os parceiros sexuais, o especialista garante que excesso de desejo não é uma patologia. "Já muito se falou de ninfomania e adição sexual, mas a realidade é que o desejo hiperativo não está designado em lado nenhum como doença." Contudo, esclarece: "A compulsão sexual é um sintoma de um problema, que tanto pode ser uma perturbação da personalidade ou doença psiquiátrica como uma lesão do lobo temporal."

Pedro Freitas salienta que "depois de uma rutura a extravasão é comum". De uma forma "mais ou menos saudável", em alturas de fragilidade emocional tenta-se "repor as perdas através dos ganhos" e o "sexo é uma forma substitutiva que faz parte deste ritual".

Assegurando que não existem estudos nem clínicas específicas para o vício do sexo, o sexologista não tem dúvidas quanto à mediatização de casos como Tiger Woods, que esteve em recuperação da compulsão sexual: "Os divórcios à americana doem. São milhões envolvidos. É mais fácil dizer que se está doente e acarretar a nomeação de uma doença simpática como as obsessivas compulsivas. Certamente deram-lhe um antidepressivo leve, ele está mais calmo e desejoso que a mulher não peça o divórcio."

Mas não menosprezando casos em que o sexo a mais pode ser um problema, avisa: "Devemos preocupar-nos quando não ter sexo diariamente se torna num fator de perturbação ao bem-estar. Quando se começa a falhar obrigações porque se está obsessivamente à procura de sexo, seja ele real ou em sites pornográficos, é altura de parar e pensar."

 

Via Expresso



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Segunda-feira, 21.06.10

Sexo, gordinhas e desejo

 

Há um certo tempo, a relação entre disfunção erétilobesidade vem sendo estudada e os resultados das pesquisas  publicados em diversos meios de comunicação mostram que, infelizmente, é duas vezes e meia mais comum aparecer em homens acima do peso.

Toda vez que me deparo com algo nessa linha, sendo boato ou notícia, sempre tento imaginar quem fez o estudo e onde ele foi executado, se os responsáveis queriam provar algo ou se ele tem um direcionamento tendencioso contra pessoas que estão acima do peso.

Como um investigativo, paranóico e sempre desconfiado gordo, compartilho com vocês os dados de um estudo do British Medical Journal, que analisou mais de 12 mil moradores da França, na faixa de 18 e 69 anos. Esse pessoal foi dividido em três grupos: um composto por pessoas de peso normal (índice de massa corporal entre 18,5 e 25); outro por indivíduos com sobrepeso (entre 25 e 30); e um formado por obesos (acima de 30).

 

Primeiramente, os resultados mostraram uma relação inversa entre peso e número de parceiros, nos dois gêneros. Isso quer dizer que, quanto mais pesado, menor o número de pessoas com as quais se relacionaram intimamente. Confirmando o que a gente já andou discutindo aqui no Papo de Gordo, a tecnologia está à serviço dos rechonchudos. Entre os obesos, cerca de 17,8% encontraram sua cara-metade pela internet. Já entre os homens que estavam somente acima do peso, a taxa foi de 14%.

Claro que não há o menor problema em como os gordinhos andam conseguindo seus parceiros, mas como eles estão se protegendo durante as relações sexuais causa muita preocupação. Entre obesos com 18 a 29 anos, a taxa de doenças sexualmente transmissíveis, as DSTs, foi cinco vezes maior, embora eles tenham tido menos parceiras que os outros participantes da pesquisa que tinham peso mais baixo.

Agora a grande sacanagem: o desejo sexual anda fraco entre aqueles que têm uns quilinhos a mais. Duas vezes mais obesos relataram desinteresse. As queixas nessa área foram 25% maiores do que entre os mais magros.

Em defesa dos gordinhos, é importante dizer que, mesmo relevando elementos importantes do comportamento desses indivíduos, existem limitações para este estudo. Dentro da pesquisa, os obesos faziam parte do grupo menor e mais velho. Além de terem menos estudo e maior risco para doenças em comparação com os demais.

 

Via Papo de Gordo



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Segunda-feira, 08.03.10

Sexo, afinal o que é que elas querem?

 

 Durante cerca de cinco anos de pesquisa sobre a sexualidade feminina e mais de mil entrevistas a mulheres de diferentes idades e orientações sexuais, Cindy Meston e David Buss tentaram chegar à resposta da eterna pergunta imortalizada por Sigmond Freud: "Afinal, o que é que as mulheres querem?". Entre relatos muito pouco românticos e números perurbantes sobre as motivações que levam as mulheres a partilhar o corpo com alguém, as conclusões dos investigadores da Universidade do Texas foram publicadas no livro "Porque é que as Mulheres têm Sexo? A Psicologia do Sexo Contada por Elas".

Ao todo, são mais de 300 páginas com histórias íntimas contadas na primeira pessoa. Embora fascinantes na sua diversidade, revelam também um lado cru e sincero das mulheres onde a sexualidade é relatada sem pudores. Por exemplo, há quem confesse: "Seduzi um homem e trai o meu namorado só para provar a mim mesma que, se ele me deixasse, eu teria facilidade em encontrar outro parceiro". Surpreendido? Não esteja: 31% das mulheres entrevistadas afirmam já ter tido sexo ocasional só para provocar ciúmes, 53% admitem ter seduzido o namorado de uma amiga por uma questão de competição e 84% optaram por ter relações sexuais sem vontade, apenas para evitar discussões com o parceiro.

"O estereótipo tende a ser que as mulheres fazem sexo por amor e os homens fazem-no por prazer", explicam Meston e Buss. "Na realidade, as motivações sexuais das mulheres são muito mais complexas". Esqueçam os eternos amores bem ao género do filme "Casablanca" e compreendam a mensagem do livro: "As mulheres nem sempre são emocionais. Muito menos puras, ou transparentes, no que diz respeito ao sexo".

Divididas entre as motivações emocionais, físicas ou materiais, o livro revela razões para todos gostos: as altruístas ("dormi com ele porque sentia pena"), as terapêuticas ("tirava-me as dores de cabeça"), as espirituais ("queria tentar chegar mais próximo de deus"), as ambiciosas ("precisava de um aumento no ordenado"). Há mulheres que têm relações para se sentirem mais poderosas ou sensuais. Outras pretendem apenas impressionar as amigas com a quantidade de parceiros que conseguem ter. A maioria fala de romance... embora sejam comuns os relatos de compensação emocional através do sexo.

Cada mulher é uma mulher


Pelo consultório de Vânia Beliz, psicóloga especializada na sexualidade feminina, já passaram inúmeras mulheres de todas as idades e percursos emocionais. Contudo, não tem dúvidas: nas mulheres portuguesas, as motivações emocionais são as mais comuns para partilharem a cama com alguém. "Por cá as mulheres procuram cada vez mais ter uma vida sexual satisfatória. Mas mais do que o prazer, procuram a intimidade no sexo, tentando aumentar assim a proximidade com o companheiro".

Vânia Beliz lembra ainda que "as mulheres foram reprimidas durante anos a poder desejar o sexo apenas pelo prazer", o que faz com que "não seja de estranhar que muitas não o dissociem do amor, ao contrário dos homens". Mas como "cada mulher é uma mulher", a sexóloga deixa claro: "As nossas motivações também dependem sempre do tipo de relacionamento que estabelecemos".

Talvez por isso não seja de estranhar que ao perguntarmos a sete mulheres portuguesas, dos 17 aos 63 anos, como definiriam o que procuram no sexo numa única palavra, as respostas tenham sido díspares: arrebatamento, partilha, gozo, avatar, amor, entrega, comunhão.

Sexo à portuguesa


Antónia Pires tem 54 anos e está "casada com o homem da sua vida" há mais de 30. "Amor" foi a palavra eleita para descrever o que procura no sexo. "Sempre foi e continua a ser. A qualidade mantém-se, a quantidade é que não. Nesta idade existe ainda atracção, falta muitas vezes é a disposição", explica a mãe de dois filhos adultos, que garante: "Nunca fui capaz de fazer nada sem gostar da pessoa. Acho que nesse aspecto as miúdas mais novas são diferentes, ligam poucos aos sentimentos".

Rita Martins, 17 anos, riposta: "Ainda não aconteceu, mas quando o fizer quero que seja feito com sentimento e não apenas porque já todas as minhas amigas fizeram". Ainda virgem, assume numa única palavra a sua visão do sexo: "entrega". Bem diferente, é a visão de Helena Benard, 27 anos, que escolhe o termo "avatar" para definir o que quer nesta fase da sua vida íntima. Sem papas na língua, assume que procura "sexo de qualidade, prazer físico e emocional, criatividade, algo transcendente... que me faça sair de mim mesma".

Vânia Beliz não se surpreende com a diferença das respostas. "Com o avançar da idade e das etapas da vida procuramos no sexo coisas diferentes. Independentemente disso, é muito comum as mulheres usarem o sexo como compensação emocional".

É o caso de Carla Gouveia que, aos 37 anos, quer acima de tudo "partilha". "Antes procurava a minha validação sexual, perder certas inibições até chegar ao patamar do sexo descomplexado. Com a idade a avançar, experiências com outros homens e alguns problemas conjugais pelo meio, neste actual companheiro procuro compensação afectiva no sexo, um momento grande de partilha a todos os níveis".

Já Joana Soares, 26 anos, quer "arrebatamento". Embora com uma postura calma e romântica no seu dia-a-dia, assume que no que toca ao sexo quer "conseguir perder o controlo", sentir-se "possuída, extravasar sem pensar". Com uma perspectiva de recém-mamã, Diana Cunha, 33 anos, confessa que sente mudanças grandes na sua vida sexual e que nesta fase o sexo "é importante, mas deixou de ser essencial". Por isso mesmo, escolhe a palavra "comunhão".

Mas engane-se quem acha que a idade torna as pessoas mais fechadas em relação ao sexo. Graça Guedes, 63 anos, define-o com apenas quatro letras: "gozo". Há cinco anos reencontrou um namorado dos tempos de adolescência e a antiga química fez-se logo sentir. Na mesma altura, descobriu que tinha cancro do endométrio. A operação e a radioterapia a que foi submetida fizeram-na querer pôr de lado a sexualidade... mas a chama da paixão, em conjunto com a compreensão e apoio do companheiro, falou mais alto. Casou-se pela segunda vez e, com a ajuda do parceiro, redescobriu como voltar a ter prazer. "Divertimo-nos muito juntos. Ele tem toda a paciência do mundo", conta Graça, que encontra nesta fase da vida a mais-valia do tempo. "Estamos reformados, portanto temos todo o tempo do mundo um para o outro. Não há crianças, nem horários, muito menos para o sexo". Praticamente recuperada do cancro, não tem dúvidas: "O amor foi parte da cura".

Mulher, a "criatura complexa"


As motivações femininas no amor, relacionamentos e sexo têm sido alvo de inúmeras teorias ao longo da história, sem que nenhum tenha conseguido chegar a uma conclusão suprema. Cindy Meston e David Buss são os primeiros a dizer que "elas são criaturas complicadas e complexas", sendo impossível ter uma noção da realidade mundial com apenas cerca de mil entrevistadas. Há dez anos mal se falava no tema, agora já se disserta sobre as nuances da sexualidade feminina, assumindo que não há um padrão definido, realçam os investigadores.

Embora o estudo conclua que a atracção física e o desejo continuam a ser as duas razões mais comuns que levam as mulheres a tirarem a roupa, o livro "Porque é que as Mulheres têm Sexo? A Psicologia do Sexo Contada por elas", deixa claro: "Sim, as mulheres têm sexo para conseguirem o que querem e nem sempre são tímidas ou sentimentais. Embora o possam fazer em busca de uma ligação emocional, matar o desejo é, cada vez mais, um motivo tão válido e comum como qualquer outro".

Via Expresso



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Sexta-feira, 05.03.10

 Calendário de padres, vaticano

 

Confesso: Na terra dos reis do flirt, dou por mim a ter pensamentos libidinosos no Vaticano. Serei uma Maria Madalena?

 

r a Itália é uma massagem ao ego de qualquer mulher... mesmo para aquelas com um feitio mais torcido no que toca a tentativas de engate. Eles são os reis do flirt e não brincam em serviço: desde o condutor do eléctrico que pisca o olho em pleno andamento, ao guia do museu que, embora com idade para ser nosso pai, nos chama de "bella portuguesa" repetidamente, vale tudo.

Eles param no meio da rua para gritar "ciao preciosa" em tom meloso, abordam-nos em filas para a casa-de-banho e acabam a dar-nos beijos na mão sem sequer percebermos como, travam a fundo para nos deixar atravessar a estrada e convidam-nos a sair com eles ao mesmo tempo... tudo com uma lata glamourosa que só nos faz corar e rir, em vez de alçar a mão para o habitual par de estalos.

O pecado mora no Vaticano


Contudo, foi o Vaticano que despertou o lado mais libidinoso que há em mim. Rodeada de morenos extra-perfumados, com óculos Ray Ban, a minha atenção recaiu sobre o homem da batina. Lamento ser tão pouco católica no que toca a isto das atracções, mas ali estava ele: cabelo curto, com aquele sotaque italiano de bradar aos céus, vestido de preto até aos pés, com uma cruz ao peito, sorriso aberto, olhar misterioso e penetrante... mas, para bem dos meus pecados, tudo menos engatatão. Caso para dizer: graças a Deus!

Enquanto o Papa falava na janela, os meus pensamentos eram tudo menos religiosos. Qualquer entrada num confessionário naquela fase teria sido uma versão luso-italiana do "Crime do Padre Amaro". Nem com mil "Pai Nossos" de enfiada eu conseguiria voltar a ter lugar no céu. Faço o meu ar mais imaculado enquanto penso no eterno desejo pelo fruto proibido: Afinal, porque será que queremos sempre aquilo que não podemos ter?

Via A Vida de saltos altos



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Segunda-feira, 25.01.10

A mulher mais desejada do mundo, Emmanuelle Chiqui

 

A actriz Emmanuelle Chriqui lidera a sondagem anual sobre quais as 99 mulheres mais desejadas no mundo, realizada pelo site Askmen. A actriz, de 32 anos, é conhecida pelo seu trabalho nas séries televisivas “The O.C.” e “Entourage”. 

As qualidades que os homens procuram numa esposa ou noiva são a base para a votação nesta sondagem.
O responsável editorial da Askmen, James Bassil, vê duas causas para o resultado da votação: a actriz canadiana desempenha o papel de noiva doce e perfeita em Entourage e não aparece com muita frequência nos meios de comunicação.  
O segundo lugar da sondagem é ocupado pela modelo americana Marisa Miller e o terceiro pela actriz britânica Kate Beckinsale.

 

Via ionline



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Segunda-feira, 11.01.10

Sexo, e quando elas não conseguem?

Ainda ele só se estava a aproximar e eu já sentia dor. As minhas pernas fechavam-se como uma tesoura. "O cenário dramático" repetiu-se durante mais de doze anos sempre que Rita tentava ter relações sexuais. Agora, com 34 anos conseguiu, pela primeira vez, ir até ao fim na penetração vaginal. O prazer, esse "há-de chegar" com o tempo: "Nunca um corpo estranho tinha entrado no meu, ainda me estou a habituar."

Pôr um tampão ou fazer um exame ginecológico pode ser uma 'tortura' para mulheres que sofrem do mesmo problema de Rita: o vaginismo. Embora não seja a mais comum, a contracção involuntária dos músculos da vagina pertence ao leque de disfunções sexuais femininas que levam mulheres de todas as idades e orientações sexuais a procurar ajuda. Na maioria das vezes, ao fim de anos sofrimento em segredo.

"Ninguém ia entender. Era vergonhoso de mais para mim". Por isso mesmo, nunca em cinco anos do seu primeiro casamento Rita contou sequer a uma amiga o que se passava dentro das quatro paredes do seu quarto. "Eu sentia desejo, tentávamos de vez em quando, tínhamos carícias, fazíamos sexo oral, chegava a atingir o orgasmo, mas como ele não pedia mais, acabámos por fazer disto um tema tabu e acomodámo-nos à situação." Situação essa que acabou por resultar no fim inevitável da relação.

Procurar ajuda

O problema apenas ganhou nome quando conheceu o actual companheiro que, após algumas tentativas frustradas de relações sexuais, foi em busca de respostas à Internet. A informação "era pouca", mas foi o suficiente para dar o passo de finalmente procurar ajuda. "Ele disse-me que estava do meu lado e que juntos íamos ultrapassar o problema. Acabei por ir a uma ginecologista que me aconselhou um psicólogo. Só aí percebi que não era anormal e que havia solução."

A solução chegou pouco a pouco, ao longo de quase um ano de terapia. Primeiro identificou-se o momento de associação de dor à penetração, que no caso de Rita aconteceu quando foi vítima de abuso sexual aos treze anos. Depois de aprender técnicas de relaxamento para controlar a ansiedade, Rita e o companheiro começaram a fazer pequenos exercícios juntos. Actualmente já consegue consumar a penetração do pénis e não tem dúvida: a sua vida mudou. "Não me sentia uma mulher a 100 por cento. Chegava a evitar gestos de carinho, antecipando que poderia haver sexo a seguir. Hoje já sou eu que quero. Não vou perder mais tempo da minha vida".

"Mulheres abusadas, violadas ou com primeiras experiências sexuais negativas têm mais probabilidades de desenvolverem dificuldades sexuais", explica a psicóloga Erika Morbeck. No entanto, uma educação rígida, religiosa ou com informação deturpada sobre a sexualidade também são origens comuns da disfunção sexual.

É o caso de Joana para quem a palavra 'culpa' sempre esteve presente cada vez que tentava ter relações com o namorado. "Comecei a namorar muito nova, tinha 12 anos, e os meus pais não achavam piada. Como sempre quis ser a filha perfeita fui criando a ideia de que era errado. Eu própria tinha vergonha de andar de mão dada com ele na rua."

Aos 16, quando achou que era "aceitável" ter relações sexuais, tentou e não conseguiu. "Para mim eu não tinha sequer um buraco. Doía-me e eu afastava-o. Achei que era um problema físico. Quando a ginecologista me disse que eu era normal, não fiquei propriamente feliz, preferia que fosse uma coisa que não dependesse de mim." Tal como Rita, a limitação sexual foi sendo contornada. "Fazíamos tudo o resto normalmente, tínhamos excitação, orgasmo, mas estava sempre presente aquela frustração de saber que havia mais e que eu não conseguia". A resolução chegou aos 22 anos, quando uma amiga lhe marcou uma consulta psicológica. "Entrei no consultório a achar que não tinha cura." Poucos meses depois a penetração vaginal já era uma realidade. "Até chorei de alegria. Sabia que o meu namorado ia fartar-se um dia e que eu nunca poderia vir a ter uma relação estável", desabafa Joana que, acima de tudo, ultrapassou um dos seus maiores receios: não poder um dia engravidar.

Cada caso é um caso

"As terapias podem durar semanas, meses ou anos. Cada mulher é um caso", explica Pedro Freitas, sexologista clínico do Instituto Luso-Americano de Sexologia. Entre causas orgânicas e psicológicas, as disfunções sexuais femininas podem ser primárias ou secundárias, centrando-se nas alterações do desejo, da excitação e do orgasmo, muitas vezes ainda associadas às perturbações da dor sexual. "O mais comum é haver disfunções múltiplas: por exemplo, em casos graves de falta de desejo, a mulher não se excita, não lubrifica e dificilmente chegará ao orgasmo".

Quando falta o desejo. Ambos os especialistas dizem que não se sabe ao certo quantas mulheres sofrem de disfunção sexual em Portugal. "Os estudos que são feitos têm todos muito mérito mas também valores muito díspares. Toda a gente mente sobre a sua sexualidade, mesmo em inquéritos anónimos." Contudo, a maioria dos casos que passam tanto pelo consultório de Pedro Freitas como de Erika Morbeck, são de desejo sexual hipoactivo - vulgarmente conhecido por falta de desejo - e anorgasmia, não conseguir atingir o orgasmo. Mais do que traumas psicológicos, as causas são muitas vezes orgânicas, relacionadas com coisas tão banais como a gravidez e a menopausa, o uso de alguns medicamentos ou, até mesmo, contraceptivos hormonais.

Foi o caso de Matilde, que aos 28 anos perdeu o desejo sexual, na sequência de um tratamento para o acne. "A medicação provocava-me candidíase recorrente, o que me levava a não lubrificar, sentir dor durante o acto sexual e, consequentemente, a evitar ter sexo. Ao mesmo tempo comecei também a tomar a pílula e os meus níveis de testosterona ficaram muito baixos."

Embora numa relação de apenas cinco meses, Matilde deu por si a passar semanas sem sequer pensar em sexo. "Sentia-me frustrada porque antes era capaz de passar um dia inteiro a ter relações sexuais ou a magicar coisas e agora se ele não me falasse eu nem me lembrava." Até mesmo a capacidade de ter sonhos eróticos perdeu. Ao fim de dois anos de pouco sexo, incentivada pelo companheiro, pediu ajuda. Aconselhada por um sexólogo parou de tomar a pílula, passou a usar adesivos de compensação hormonal e dois meses depois a vontade voltou, timidamente, a aparecer.

Sejam elas causas orgânicas ou psicológicas, "é muito doloroso assumir que se tem um problema sexual", reforça Pedro Freitas. "As pessoas enganam-se a elas próprias. É frequente começarmos a ter a verdade da situação só à segunda ou à terceira consulta". O sexologista clínico lembra ainda que a falta de desejo pode também ser situacional, ou seja, referente apenas ao parceiro, pelo que nas consultas devem ser analisados todos os ângulos, inclusive a dinâmica do casal.

O peso cultural

"Ainda há muito de cultural nisto. Há mulheres que conseguem ter interacção sexual durante anos sem desejo e, por mais chocante que seja, ainda se ouvem frases como 'tenho de fazer o sacrifício senão ele deixa-me'". Contudo, o especialista mantém a esperança de que as gerações mais novas estejam mais dispostas a apoiar as parceiras. "Sem uma boa colaboração do parceiro é difícil ter um progresso tão eficaz e rápido. Os mais novos são óptimos nisso, estão quase sempre disponíveis." Erika Morbeck corrobora.

Quer nos exercícios práticos como no lado emocional, tanto Rita, como Joana e Matilde contaram com o apoio incondicional das suas caras metades. "Ele dizia que ficava feliz só de ver que eu tentava", conta Rita, cujo companheiro deu o passo de viver a dois antes de o problema estar ultrapassado. "Se estivesse sozinha ainda não estaria curada, tenho noção disso". Além da "pesada sombra do factor vergonha", pela cabeça de todas passou a palavra 'infidelidade', mas a confiança nos parceiros falou mais alto. "Eu ia ficar muito triste, mas no fundo não me sentia no direito de achar que ele tinha feito a pior coisa do mundo", salienta Joana. "Ninguém é de ferro e isto aniquila a vida a dois".

Embora as mulheres continuem a "ser mais rápidas do que os homens a assumir que têm um problema e a pedir ajuda", Pedro Freitas deixa claro: "Há quem não consiga perceber que não ter desejo pode ser uma disfunção sexual. Ou que ter dificuldade em lubrificar ou a atingir um orgasmo é um sinal de que algo não está bem. Falamos de saúde. Se fosse um problema no estômago, também receavam procurar um médico?".

(Nota: Os nomes nesta reportagem são fictícios a pedido das testemunhas.)

 

O QUE É?

A disfunção sexual feminina é uma condição que impede a satisfação no acto sexual. É o equivalente à disfunção eréctil masculina.

TIPOS
Primária: que sempre existiu no padrão sexual.
Secundária: alteração de comportamento após a existência de um ciclo de resposta sexual normal.
Anorgasmia: dificuldade persistente em atingir o orgasmo.
Dispareunia: sentir dor durante a relação sexual.
Vaginismo: contracção involuntária da musculatura do terço externo da vagina, impedindo a penetração.
Desejo hipoactivo: falta de desejo sexual.

Via expresso



publicado por olhar para o mundo às 19:38 | link do post | comentar

Sexta-feira, 04.12.09

Elas querem melhor sexo

As mulheres também querem maior desejo sexual. Depois do Viagra e os seus congéneres terem ajudado os homens a melhorarem a sua performance, as mulheres reivindicam os seus direitos.

 

 O Instituto de Saúde Pélvica e Sexual na Filadélfia atende cerca de 200 mulheres por semana. Todas na casa dos 60 anos. Ainda não estão preparadas para desisitir de uma vida sexual activa.

A maioria das pacientes são norte-americanas, mas, segundo o "New York Times", há que venha do Canadá, Reino Unido e até da América do Sul. Muitas dessas mulheres são casadas ou têm namorados que encontraram no Viagra ou nos implantes penianos um prolongamento da actividade sexual.

O tratamento das pacientes começa com um exame pélvico realizado por um urologista, a que se segue uma consulta com um especialista em sexualidade. Várias destas mulheres tomam anti-depressivos relacionados com as consequências da menopausa e temem os efeitos destes medicamentos na intensidade do seu desejo sexual.

Já vários estudos médicos provaram que as disfunções sexuais são mais comuns entre as mulheres do que entre os homens, sobretudo nas mulheres que já entraram na chamada terceira idade.

Um relatório publicado em 2008 na revista norte-americana de Ginecologia e Obstetrícia, citado pelo "New York Times", refere que 44,6% das mulheres entre 45 e 64 anos relatam ter problemas com o desejo sexual, dificuldades em atingir o orgasmo ou sofrem de dores durante as relações.

Desde que em 1998 os homens têm acesso a medicamentos como o Viagra, as mulheres apostaram na terapia hormonal para combater os efeitos da menopausa. Mas, em 2002, esta opção passou a ser associada com um maior risco de cancro no seio, ataques cardíacos ou acidentes vasculares cerebrais.

No Instituto de Saúde Pélvica e Sexual é utilizado actualmente, segundo o "New York Times", um produto não-hormonal, tópico, feito à base de plantas que pretensamente aumenta a sensibilidade ao toque. Chama-se Zestra e terá ainda efeitos relaxantes, auxiliando o combate à dor. Este produto, contudo, não actua sobre a área do desejo.

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 20:27 | link do post | comentar

Terça-feira, 17.11.09

Encontrado o novo Viagra feminino

 

Inicialmente era apenas um medicamento antidepressivo, mas um estudo da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte (Estados Unidos) e da Universidade de Ottawa (Canadá) revela que a flibanserina também desperta o desejo sexual nas mulheres com pouca libido.

“A flibanserin era um antidepressivo. Contudo, verificou-se que aumenta a libido em animais de laboratório e seres humanos. Então, fizemos vários ensaios clínicos e as mulheres que participaram no estudo porque tinham pouco desejo sexual confirmaram sentir melhorias e ter experiências sexuais satisfatórias”, explicou John M. Thorp Jr., líder do estudo. Na experiência, participaram 1976 mulheres com mais de 18 anos e em idade fértil, que tomaram flibanserina aleatoriamente durante 24 semanas.

Segundo os investigadores, o medicamento é um fármaco semelhante ao Viagra, mas para mulheres cujo principal problema sexual é a diminuição do desejo. Para já, ainda só está disponível para ensaios clínicos, mas os investigadores acreditam que poderá ser um tratamento eficaz, sem os inconvenientes efeitos secundários da actual terapia de reposição hormonal.

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 20:18 | link do post | comentar

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